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Dassault promete produzir Rafale no Brasil a partir da sétima aeronave

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A última proposta apresentada ao Ministério da Defesa brasileiro pela Dassault Aviation na licitação FX-2, para renovação da frota de caças da Força Aérea Brasileira (FAB), prevê produzir 30 unidades do modelo Rafale no Brasil, a partir da sétima aeronave. Em caso de vitória francesa sobre os concorrentes, o F-18 da norte-americana Boeing e o Gripen NG da sueca Saab, a linha de montagem será de responsabilidade da Embraer e gerará três mil empregos. O custo do pacote, entretanto, é mantido como segredo industrial.

As informações foram reveladas a jornalistas brasileiros nesta terça -feira (20), em Saint Clous, nos arredores de Paris, pelo vice-presidente da Dassault, Eric Trapier. A proposta francesa foi entregue em 2 de outubro e é a favorita dentre as três, segundo reiteram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, por ser considerada a que prevê maior transferência de tecnologia.

Segundo a companhia francesa, das 36 aeronaves que deverão ser vendidas na primeira etapa do projeto FX-2, as seis primeiras – construídas a partir de 2013 – serão produzidas na França, quase que de forma integral com peças francesas. A partir da sétima unidade, a linha de montagem seria transferida ao Brasil, onde os caças seriam produzidos sob licença pela Embraer – empresa da qual a Dassault têm 0,9% das ações. “Desde os primeiros aviões, poderemos produzir no Brasil”, disse Trapier, concluindo a seguir: “a partir do sétimo avião”.

A oferta da Dassault representa um avanço em relação ao que havia sido indicado na penúltima proposta, que não previa a construção de nenhum dos 36 caças no Brasil. A transferência precoce da linha de montagem para o interior São Paulo também gerará três mil empregos por dez anos, dos quais mil diretos e dois mil indiretos.

Com a transferência paulatina de tecnologia e o início da fabricação de peças por indústrias brasileiras, o índice de nacionalização das aeronaves deverá aumentar. A expectativa da Dassault é de que o trigésimo sexto aparelho tenha até 50% de componentes produzidos em linhas de montagem nacionais. “O trigésimo sexto, em teoria, talvez possa contar com 50% de peças fabricadas no país, mas depende da iniciativa da indústria brasileira”, ressaltou. “Se de fato houver três etapas de compra de aviões, acho que a indústria nacional será mais ambiciosa”. Trapier antecipou que vários acordos com companhias brasileiras estão sendo firmados para o caso de vitória francesa na licitação.

Sobre a transferência de conhecimento, o executivo voltou a afirmar que nem a empresa nem o governo da França impõem restrições. Tecnologias sensíveis, como os sistemas de comando de voo digitais (DFCS), softwares, sistemas de autoproteção por infravermelho, seriam repassadas. Módulos das antenas ativas do sistema do Eletronic Scanning Radar e a cadeia de manutenção dos motores serão passados ao Brasil por parceiros da Dassault – a Thales e a Snecma. “Temos o engajamento forte das autoridades francesas de que não haveria restrição nenhuma da tecnologia dos Rafale”, reafirmou Trapier. De acordo com a companhia, o valor do pacote de conhecimento que as indústrias brasileiras receberão equivale a 160% do custo da compra dos 36 aviões – cujo montante a empresa insistiu em manter sob segredo.

A proposta da Dassault também dá prioridade ao Brasil para exportar unidades do caça para países vizinhos. “Não vejo país melhor do que o Brasil para exportar para a América Latina”, afirmou Trapier. O executivo, no entanto, disse não ter certeza se Brasília terá interesse em transferir os conhecimentos que adquirir. “O governo brasileiro vai autorizar a exportação de sua tecnologia?”, questionou.

Concorrência Acirrada

Cada concorrente da Dassault na briga pela concorrência FX-2 tem uma origem distinta. Para os franceses, a disputa do Rafale com o caça Gripen NG, da sueca Saab, é de natureza técnica. Já na comparação com o F-18, da norte-americana Boeing, a luta é política e diplomática.

A análise foi feita nesta terça (20) por executivos da Dassault, em Saint Clous, na sede da fábrica. Em uma sequência de palestras sobre o Rafale, oferecidas a jornalistas brasileiros, o alvo foi sempre o Gripen NG, que os franceses definem como “avião de segunda classe”. Durante todo o dia, o caça sueco foi tratado como “avião de papel”, por ainda estar em fase de projeto, e menosprezado por ser equipado de um único motor – e não dois, como seus concorrentes Rafale e F-18. “O Gripen é evidentemente de uma classe de performance bem inferior”, definiu o vice-presidente da Dassault, Eric Trapier. “O Gripen não é operacional, não tem dois motores e seus radares, eu desconheço, porque nunca o vi voar”.

Trapier também ironizou as declarações de dirigentes da Saab, que afirmaram poder vender ao Brasil dois aviões pelo preço de um Rafale. “Não conheço os preços da Gripen. Até porque o Gripen não existe”, afirmou. “Me parece lógico que o Gripen deva ser, no mínimo, duas vezes mais barato, já que é duas vezes menos eficiente”.

O executivo da Dassault também criticou as promessas de transferência de tecnologia dos suecos, as quais, segundo ele, não têm autonomia para decidir sobre todos os equipamentos do Gripen NG, por serem produzidos em países como os Estados Unidos “No Rafale, toda a tecnologia é francesa. Não temos de pedir autorização para nenhum outro Estado para transferir tecnologia”.

Depois do bombardeio de críticas ao caça sueco, os executivos da Dassault foram questionados sobre por que não atacavam o F-18, da Boeing, com a mesma intensidade. Um dos administradores respondeu: “como os parâmetros de comparação entre o Rafale e o F-18 são muito parecidos, a competição com a Boeing é mais política, e fica por conta do governo francês”, reconheceu. “Já a disputa com o Gripen NG é técnica e cabe a nós esclarecer as diferenças entre as duas aeronaves”.

KC-390

A última oferta da Dassault para o governo brasileiro não inclui apenas a transferência de tecnologia para a produção do Rafale. O projeto da Embraer de construir um avião de carga, o KC-390, também seria beneficiado por novos componentes técnicos. A proposta foi revelada pela cúpula da Dassault nesta terça (20). Além do compromisso do governo francês de adquirir entre 10 e 15 unidades do KC-390, a Dassault e a Thales se comprometeram a equipar o cargueiro com, entre outras, tecnologias para a produção do caixão de asas de sistemas de comando de voo digitais (DFCS). “Com a Embraer, temos intenção de fornecer aviônica integrada do nível do Airbus A-380”, afirmou um executivo da Thales, referindo-se ao avião comercial gigante fabricado pela Airbus.

FONTE: Gazeta do Povo

SAIBA MAIS:

215 COMMENTS

  1. Prefiro os Super Hornet do que o Rafale, a proposta dos Americanos caso seja confirmada é bem superior a dos Rafale.

    Rafale não!!!!!!!!!!!!!!!

    Abs.

  2. Já desisti… são muitas variáveis, muita política e interesses econômicos.

    Nenhum dos três estão muito na frente um do outro, todos têm suas vantagens…. agora cabe ao governo e aos militares a decisão. O que vier é lucro para o Brasil.

    Desejo sorte para aqueles que vão decidir o nosso futuro, porque vão precisar.

  3. Tem uma coisa errada. Mesmo que o aviao nao exista se pode saber quanto ele pode custar e tambem nao tem como falar que o gripen next generation e um aviao duas vezes mais simples.
    Tambem a noticia nao falou como que a dassault ve essa transferencia da producao para a embraer. (teclado sem acentos, sorry)
    Att. Atkinson.

  4. Eu acho que a decisão deveria ser da Embraer!

    Afinal a questão não é comprar caças simplesmente, e sim produzilos em um futoro próximo com caracteristicas Brasileira,ou eu estou errado?

  5. Como não tenho poder decisório, assim como boa parte senão todos os que aqui opinam, só me resta torcer.
    E realmente torço para que a escolha nacional recaia sobre os RAFALLE franceses.

  6. Prezados
    A questão da escolha do futuro vetor nacional tem obrigatoriamente ver o que é melhor para o Brasil e não do que a, b, c ou d gostemos ou não. Particularmente prefiro a proposta francesa, pois envolve aprendizado (verticalização)conforme o Hornet explicou didaticamente.
    Temos que ter a prudência em analisar, avaliar e questionar todas as implicações envolvendo a escolha final do vetor.
    sds

  7. “Eu acho que a decisão deveria ser da Embraer!
    Afinal a questão não é comprar caças simplesmente, e sim produzilos em um futoro próximo com caracteristicas Brasileira,ou eu estou errado?”

    Quem souber por favor me responda: Qual é o principal objetivo do F-X2?

    No projeto AMX, foi um ótimo negócio para a Embraer. Alguém me responda: Foi bom para a FAB?

  8. E tome RAFALE com camuflagem tupiniquim, recentemente tivemos o GRIPEN e aparentemente só o SH não perdeu tempo na frente do PhotoShop. Será coincidencia?

    Abs

  9. Os franceses estão muito exibidos por causa dos Rafalecos que jamais venceram uma licitação sequer , o Jas-39 gripen ganhou boa parte das licitações internacionais que disputou e tem grandes chances de ainda ser adquirido por diversos países ,ou seja o mundo reconhece a qualidade desta aeronave.

  10. Eu gosto da proposta da suecia eles parecem ser sinceros e querem realmente uma aliança com o Brasil, mas se a proposta dos EUA for verdadeira , vamos de SH, contanto que eles mantenham suas palavras, e vamos firmar um acordo com a suecia 🙂

  11. O bicho ta pegando!!!! Mas a proposta americana é bem superior!!! E confo mais no F 18, se tem 400 unidades em operação é pq não é qualquer porcaria.

  12. Concordo com o Aloísio quando diz: Nenhum dos tres está a frente um do outro e adecisão será política.

    Quanto as criticas ao gripem, foram muito descortez, apesar dos executivos da SAAB terem concentrados suas críticas aos custos do Rafale que sempre foi preferência do governo. Quanto ao silêncio em relação ao F-18 eu até concordo, pois transferiram o problema para o governo deles, já que não querem correr os mesmos riscos das outras concorrências.

    Pelo fato de concentrar as críticas ao Gripem, posso concluir que os executivos da Dassault podem estar vendo aí um forte corrente dentro dos militares, da indústria e dos políticos.

    Quanto as “propostas americanas”, quando não estiver no papel estas estórias de tucano e KC390 pra lá e F-18 pra cá, não acredito.
    Posso estar até acreditando até em uma parceria com a indústria. E nesse caso pode sair um gripem Br futuramente.

    O governo está com pressa para concluir os acordos com os americanos, para evitarem um problema político-comercial com eles. Ninguem sabe o teor e alcance, por isso é só especulação.

  13. E vOcês acham que os franceses são macho pra falar assim dos americanos…hahaha

    Minha opinião é que os gripen NG é o melhor para o BRASIL e nao fica atrás do rafale em Tecnologia

    abraço

  14. No atual cenário em que o Brasil se firma como lider econômico e busca sua supremacia bélica na América Latina, nao devemos ficar debatendo qual será o melhor caça, todos os finalistas são excelentes armas de guerra, porém o grande ponto a ser argumentado é de que maneira o Brasil deve seguir para atingir o objetivo maior, na minha opinião o quanto mais longe estivermos da Super Potencia Arrogante que sempre nos teve como seu quintal, melhor. Quem acredita que os EUA nos quer como aliados parece que nunca teve uma opinião própria formada, e se baseia apenas em revistinha Veja.
    Como assim aquele “pequeno” grande país que sempre esteve como meu dependente, se firma como líder de uma regiào que é minha, se alia a Potencias Europeias cada vez mais longe de mim e se aproxima de grandes Mercados consumidores??? Isso é um pesadelo??
    Pra eles sim, um sonho para nós brasileiros
    Um Sonho distante que pode ser Almejado.

    Vive la France

  15. Puxa, a Dassault pego pesado pro lado da Saab! Não é bonito ver esse tipo de atitude, mas fazer o que. Desmoralizar o adversário também faz parte do jogo.
    A Dassault também não ficou pra trás da saab no marketing e tratou lógo de levar vários jornalistas brasileiros a Saint Clous pra vender seu peixe…(ops caça)

    Na minha opinião a melhor proposta no quesito comercial ainda é da Saab. A americana também não seria ruim, se não fosse americana. Não sou anti-americano é que ainda fico com o pé atrás, devido a várias feridas não cicatrizadas.(embargos)

    Mas ainda assim a minha preferência vai para o rafale devido a maior tecnologia embarcada e aparentemente a maior disposição na TT. E outras coisas mais…

  16. Engraçado os franceses, que tiveram nas últimas cinco décadas sua aviação de caça de primeira linha baseada em aeronaves monomotoras, estar atacando assim o fato do Gripen só ter uma turbina. E olha que a confiabilidade da tecnologia de turbinas melhorou muito desde então.

    Os Mirage III, V, 2000, etc não prestavam?

    O Rafale, biturbina, tem capacidade supercruise?

    O avião mais desejado no Mundo, o F-35, é ruim por só ter uma turbina?

    Inventa outra desculpa Dassault! E ve pressiona a Snecma a melhorar as M-88, estas sim de classe inferior as GE F414!

  17. Dassault tremeu com a Saab. Com o Gripen podem ser 240 avioes em vez de 120. E com menor custo de manuntenção e a capacidade de operação em pistas curtas e asfalto. Sem falar que Saab seria uma parceira. Após a venda a parceria Saab Embraer continuaria para o densolvimento de um próximo caça, aviões de carga e até comerciais.

  18. Não entendo estas camuflagens “digitais”… será que é pra confundir a tela do radar inimigo? Ha ha ha… Pois olhando pro céu, não tem nenhum pixel em volta pra camufla-lo.

  19. Me considero também uma das viúvas do SU35, gostaria mesmo de que alguém chegasse aquí e abrisse o verbo, foi por isso…chego a duvidar que os russos estivessem tão bebados para despresarem um ótimo lugar para instalarem seu suporte técnico avançado no ocidente. Faço questão de uma resposta segura…
    Pois bem, daí fui para o Rafale por ser um vetor capaz, moderno, e acima de tudo, quando ví o pacote de T&T, pois prefiro também a verticalização, ela fica perene. Tenho um espinho na garganta, o tal do “carrinho de mão”, pois isso me cheirou a golpe baixo, um arroto. Agora com essas delicadezas feitas contra o Gripen NG, eu digo que fora todos os percalços da T&T estar muito ligada aos americanos, NÃO CONFIO NELES, FIQUE CLARO MESMO, eu via no Gripen NG o leque maior como projeto, e confirmo, o Hi-Low é minha preferência, mas não depender 100% dos americanos, para vir Gripen, eu por cautelas de T&T iria de França. Por logística, de olho fechado com os americanos, MAS NÃO CONFIO NELES, neles eu fico semelhante ao Dino Baby, MAS NÃO É MAMÃE…bato o pé. Temos que ser muito burros para tropeçar sempre no mesmo degrau, sempre canto da sereia dos americanos, sempre, digo sempreeee nos ferramos. Por isso só rola SH casado de graça, e com o outro sendo Rafale, e isso pois sou viúva dos SU35, e interessado no PAK-FA.

  20. vitor esse 2 por um é só em 30 anos, como vc pode conferir no video da Saab.

    mas eu acho que o problemas ainda é a quantidade de vetores,36 é poquissímo ainda mais pra que quer ser do CS.

    antes eu tava de cara com essa demora da escolha do caça, mas a tática da dando certo!

    quem dá maais!?

    obama libera o f-15SE com TTT!!

    rainha brasileira da suécia**,passa pra cá a tech embarcada nos navios da classe visby!!

    hehehe

    abs 😉

  21. Pô patriota,
    O NG não existe, então nunca foi vendido…
    logo, você tá falando do Gripen “véio”?

    Não é o NG que está sendo oferecido no FX2?
    Então você quer dizer que o NG é o Gripen velho?
    Então… para que a gente quer essa bicheira?

    Ou então você devia comparar o Gripen JAS39 com o Mirage… aí o Mirage vendeu bem mais né? Mas isso você não conta 😉 afinal, você quer é defender o Gripen NG, não importa falar a verdade, o importante é defender o seu preferido :)!

    Faça o favor, compare os caças que estão na competição.

    Eu vou te dar uma idéia da minha visão sobre os aviões:

    -Rafale,
    só a França tem,
    nunca ganhou concorrência
    segue com pedidos do próprio país pelos próximos 20 anos?
    PREÇO FIXO

    -Super Hornet,
    só os EUA tem (a austrália ainda não recebeu)
    nunca ganhou concorrência
    austrália = 24 unidades, compra direta, e já falaram que não existe a menor possibilidade de ampliar o pedido, eles só querem o F35.
    o SH segue com pedidos dos eua até 2012 quando a linha de produção deve ser fechada (austrália encerrou os pedidos)
    PREÇO FIXO

    -Gripen NG
    ninguém tem, porque a SAAB precisa de um parceiro para bancar
    nunca ganhou concorrência
    não tem pedido nenhum nem do próprio país
    PREÇO FIXO pelo avião que ainda não existe
    PREÇO VARIÁVEL pelo desenvolvimento, e isso pode ser muito caro!

    Eu prefiro falar dos detalhes que todos escondem para esclarecer a informação. Poderia atacar o NG, mas qual seria o motivo? Eu acredito que “a proposta” da Dassault+Thales+Snecma que envolve o motor, o Radar, o projeto e o avião Rafale são a melhor alternativa para o FX2, se não é para ter o Rafale, eu creio que a melhor opção seria os dois “SH e NG” o SH como caça meio pesadão e o NG como treinador ou cacinha leve, tipo F5,

    o SH já está no mercado, na ativa e ganharia uma pequena sobrevida, mas vai sair logo de linha sendo totalmente substituído pelo F35 e então teríamos o Gripen NG, que a esta altura já estaria voando, mas acho qeu ficaríamos na mesma situação de defesa de hoje em dia, com os F5 qeu são leves e inapropriados, mas isso é uma opinião pessoal.

    São duas opções, basta mergulhar nos detalhes técnicos, não precisa de seguir a paixão do pessoal que vive falando mal de um ou do outro, na verdade todos sãos bons produtos, com diferentes atuações.

    Aliás, mergulhar nos detalhes técnicos fica ainda mais interessante com o Gripen NG, porque ele não existe, então os detalhes técnicos são apenas da demonstração das tecnologias, do “Gripen JAS39 cabine dupla demo” que poderão ser usadas no futuro NG (que como disse o Saito, “não existe, é só um projeto”); mas por isso mesmo, podemos molda-lo de acordo com nossos interesses! É muito interessante, os engenheiros vão ficar emocionados se essa for a decisão.

    Abraços,
    Fernando

    PS: Eu ainda acho que vai dar Rafale, porque nós sabemos quem vai decidir. Essa novela tem mais capítulos pela frente, cada dia ficamos sabendo de um detalhe novo, conta-gotas; ou foi inventado pela mídia, ou não tinha sido esclarecido pelo governo, ou é apenas manobra para tirar nossa atenção de outros assuntos.

  22. A proposta da Dassault também dá prioridade ao Brasil para exportar unidades do caça para países vizinhos. “Não vejo país melhor do que o Brasil para exportar para a América Latina”.

    ISSO SÓ ME FAZ RIR MUITO. A AMÉRICA LATINA NÃO TEM DINHEIRO PARA COMPRAR ESSES CAÇAS CARÍSSIMOS, E MENOS AINDA PARA MANTÊ-LOS.

    A AMÉRICA LATINA É FORMADA EM SUA MAIORIA POR PAÍSES PEQUENOS E DE PEQUENA POPULAÇÃO. GRANDE PARTE É POBRE, ALGUNS SÃO RAZOAVELMENTE DESENVOLVIDOS, PORÉM COM UMA ECONOMIA MUITO PEQUENA. ESTES SÃO OS PORQUÊS DAS FORÇAS AÉREAS DESSES PAÍSES SEREM PEQUENAS E USAREM CAÇAS OBSOLETOS E USADOS. VIDE O EQUADOR AGORA.

    OS ÚNICOS PAÍSES COM ECONÔMIAS RAZOAVELMENTE GRANDES PARA COMPRÁ-LOS, SÃO O BRASIL E O MÉXICO. ESTE ÚLTIMO PARCEIRO DE LONGA DATA DOS AMERICANOS.

    LEMBREM-SE, O ABACAXI FRANCÊS VOADOR É COTADO EM EUROS, ENQUANTO QUE O SUPER HORNET É EM DOLLAR. O GRIPEN É PARCIALMENTE EM DOLLAR.

    NÃO PRECISO DIZER QUE O DOLLAR ESTÁ EM QUEDA LIVRE NO MUNDO, E VAI CONTINUAR ASSIM POR MUITO, MUITO TEMPO.

    ASSIM SENDO, OS BANCOS CENTRAIS ASIÁTICOS, BRASILEIRO….ESTÃO COMPRANDO MUITÍSSIMOS DÓLARES PARA EVITAR QUE A MOEDA SE DEPRECIE MAIS E MAIS FRENTE ÀS OUTRAS MOEDAS.

    PROVA DISSO É QUE O BRASIL JÁ FEZ VÁRIOS LEILÕES DE COMPRA DE DOLLAR, E SUBIU A ALÍQUOTA DO IOF PARA 2 %. NÃO ESQUEÇAM QUE COMPRAMOS MUITOS PAPEIS DA DÍVIDA EXTERNA AMERICANA (COMPRAMOS PAPEIS QUE AGORA JÁ ESTÃO VALENDO MUITO MENOS, OU SEJA, PERDEMOS UM DINHEIRÃO).

    ESSE ABACAXI FRANCÊS TENDE A FICAR AINDA MAIS CARO DO QUE JÁ É (COMO SE ISSO FOSSE POSSÍVEL).

    OS FRANCESES JÁ DISSERAM QUE A HORA DE VOO DO SUPER HORNET CUSTA CERCA DE 7000 DÓLARES, ENQUANTO O DO RAFALE CUSTA 15000 DÓLARES. O GRIPEN CUSTA 4500 DÓLARES.

    QUEM VAI GANHAR COM O RAFALE? A FAB CETAMENTE QUE NÃO, POIS NÃO TEM DINHEIRO PARA OPERÁ-LOS.

    AS INDÚSTRIAS? TAMBÉM NÃO, POIS O RAFALE É O ÚLTIMO DA LISTA DELAS( 1ºGRIPEN, 2ºSUPER HORNET, 3º RAFALE).

    OS ENGENHEIROS? CLARO QUE NÃO, POIS AQUI TAMBÉM O RAFALE ESTÁ EM ÚLTIMO LUGAR. QUEM ENCABEÇA A LISTA É O GRIPEN COM O CONCEITO “ON THE JOB DOING”, OU SEJA, SÓ APRENDE QUEM FAZ.

    OS PILOTOS DA FAB? A RESPOSTA É UM SONORO NÃO. JÁ FOI DIVULGADO QUE A PREFERÊNCIA RECAI SOBRE O SUPER HORNET.

    PORTANTO A PERGUNTA QUE EU TENHO É : A QUEM BENEFICIA A VENDA DESSES ABACAXIS CAROS DE SEREM COMPRADOS E CARÍSSIMOS DE SEREM MANTIDOS?

  23. “O trigésimo sexto, em teoria, talvez possa contar com 50% de peças fabricadas no país, mas depende da iniciativa da indústria brasileira”

    EM TEORIA, O 36º(E ÚLTIMO DA ENCOMENDA), TALVEZ POSSA CONTAR COM 50% DE PEÇAS FABRICADAS NO PAÍS.

    NA PRÁTICA, 80% DO PRIMEIRO GRIPEN SERÁ FABRICADO NO PAÍS. SERÁ FABRICADO EM SISTEMA DE PARCERIA. AQUI NÃO SE FALA EM RELAÇÃO TÍPICA VENDEDOR/COMPRADOR.

    AMBOS OS PAÍSES SERÃO PROPRIETÁRIOS DOS SOFTWARES….

    OK, OK. JÁ SEI: QUEM ESCOLHE É O LULA, E ASSIM SENDO, VAI DAR RAFALE.

  24. “NA PRÁTICA, 80% DO PRIMEIRO GRIPEN SERÁ FABRICADO NO PAÍS.”

    Tá Ok! Vc acha que fechamos o contrato em 2010 e em 2014 já teremos conhecimento o suficiente para fabricar 80% do Gripen NG?

    Bom né?

    Como faz essa mágica da multiplicação do conhecimento tecnológico?

    A não ser que o “Fabricar 80% do NG” se refira a uma terceirização. Tipo: mão de obra barata. Se for isso, até pode ser…

    Mas tá bom, segue o enterro…

    abraços

  25. A Dassault ta fazendo o papel dela, pode não ser legal mas guerra é guerra rs.

    Como disseram, eu também não sei mais o que pensar, penso que comercialmente e o montante de dinheiro envolvido a proposta americana é melhor. No quesito parceria estratégica, com muitas possibilidades, acho que a Saab ganha. E a proposta francesa é boa em TT também, a parceria, e, segundo o que dizem, é que os brasileiros são mais familiarizados com tecnologia francesa e a questão de o Rafale ser todo francês.

    A questão de embargos é a seguinte, a única independência que o Brasil terá, é se fabricar os componentes em solo nacional, tem que se capacitar para fabricar as partes sensíveis e não depender de ninguém, nem da superamiga França porque esta pode sofre pressões dos irmãos do norte, que muita gente teme por aqui.

    De qualquer forma, o Brasil está com a faca e o queijo na mão, ou quase. Tem que escolher logo porque eu não aguento mais rsrs.

    Eu penso que, hoje, como o Brasil tem maior projecao internacional, muitos tem receio, claro, podem ate tentar nos atrasar, mas nao podem nos parar, isto eh fato.

    @KungFusion

    a camuflagem digital serve para esconder os aviões, tanques, etc… de satélites, vants, e outros meios de informações. Na verdade no ar não tem muito o que se fazer se o avião não for stealth, mas no chão pode ajudar. E tambem acho muito bonita a camuflagem digital.

    desculpem a acentuacao, meu teclado deu problema enquanto eu digitava o comentario e preferi terminar sem acentos.

    []’s

  26. O vinho branco e a champangne é razoavel.O queijo tem gosto e cheiro de chul´r.Mas a Carla Bruni é coisa de louco…aquem esses caras pensam que são?Franceses são mesmo mal educados.O teco-teco deles so eles o tem porque ninguem os compram,so mesmo o Lula…Se o sonho pode tornar-se realidade eu sonho e imploro ao Fred Crugger HORNET JA PARA O BRASIL E A COMPRA DA SAAB TAMBEM…E ainda penso que o Gripen é a nossa cara e que apartir dele teremos um excelente Tupyniquim de quinta…Que saudades dos Tupynanbás que adoravam comer Franceses e diziam que a carne destes era doce,mas faziam careta pros Portugueses porque achavam a carne daqueles enssoça……PRA RIBA DA BOLIVARIANADA MINHA COBRADA.

  27. é bom ressaltar que que os custos de manutenção do Rafale diminuirão à medida que a produção e manutenção do mesmo forem nacionalizadas,mesmo que não 100%, os custos serão calculados majoritariamente em moeda nacional…e isso vale para todos os concorrentes. Vale lembrar que esses custos mostrados baseiam-se em moeda estrangeira e fatores como custo mão-de-obra e logística respectivos de cada um dos três países de origem dos caças, ou seja: países desenvolvidos, de 1° mundo, onde um engenheiro ou operário nao aceita receber o mesmo salário recebido aqui, ou seja, os custos no Brasil tendem a ser muito menores para os três caças…

  28. Sinceramente sinto em vergonha ler uma entrevista como esta da Dassault. Além das bobagens ditas em relação ao Gripen NG, fruto do mais explícito desespero, o resto é uma coleção do mais puro me-engana-que-eu-gosto:

    “A partir da sétima unidade, a linha de montagem seria transferida ao Brasil, onde os caças seriam produzidos sob licença pela Embraer”

    Produzidos não, montados (CKD) com peças vindas da França. A Embraer, terceira maior indústria de aviões do mundo, vai ter a nobre missão de apertar parafusos. Até os EUA estão oferecendo mais do que isso.

    “O trigésimo sexto, em teoria, talvez possa contar com 50% de peças fabricadas no país, mas depende da iniciativa da indústria brasileira”

    Esta frase é uma pérola. Em teoria, talvez, depende… As três condicionais são usadas porque a proposta fala em uso de qualquer componente nacional somente a partir do trigésimo sétimo. O que este sr. está falando simplesmente não existe.

    Assim funciona a mistificação francesa. No fim das contas nada vai ser produzido no Brasil, e a culpa é claro vai ser nossa, porque “faltou iniciativa da indústria nacional”.

    “custo da compra dos 36 aviões – cujo montante a empresa insistiu em manter sob segredo.”

    Falar em preço com a Dassault é como falar em corda em casa de enforcado.

    “A proposta da Dassault também dá prioridade ao Brasil para exportar unidades do caça para países vizinhos. “Não vejo país melhor do que o Brasil para exportar para a América Latina””

    Você tem que admirar o talento de um sujeito que consegue falar isto com a cara séria, sem rir.

    “Além do compromisso do governo francês de adquirir entre 10 e 15 unidades do KC-390”

    Outro exemplo da mistificação francesa. Se existe um solene compromisso, porque não existe nem ao menos um número certo de aviões?

    “Me parece lógico que o Gripen deva ser, no mínimo, duas vezes mais barato, já que é duas vezes menos eficiente”.

    Aí é que está todo o problema da Dassault. Que o Rafale é duas vezes mais caro que o Gripen NG todo mundo pode ver. Os números estão lá, frios, objetivos.

    Agora, quando a ser duas vezes mais eficientes, ninguém viu isto até agora. A FAB analisou detalhadamente os aviões, e constatou que ambos cumprem os requisitos de missão estabelecidos. Eficiência aliás no meu dicionário refere-se a relação entre os resultados obtidos e os recursos empregados, e se eu faço a mesma coisa empregando metade dos recursos…

    A ToT fajuta e os custos altíssimos vão estar todos expostos em seus sórdidos detalhes no relatório da FAB. Quem viver até lá verá.

  29. mane escreveu: ” ‘Além do compromisso do governo francês de adquirir entre 10 e 15 unidades do KC-390’

    Outro exemplo da mistificação francesa. Se existe um solene compromisso, porque não existe nem ao menos um número certo de aviões? ”

    É um número certo para mim. 10 Encomendas firmes, mais 5 opções. Isso é comum na indústria aeronáutica.

    “Me parece lógico que o Gripen deva ser, no mínimo, duas vezes mais barato, já que é duas vezes menos eficiente”

    Aqui vai mais um ponto esquisito da disputa. O caça Gripen é um caça de defesa de ponto convertido em um caça de defesa de área, assim como o F-16E (F-16 block 60+)e o Mig-35. Não questiono a eficiência desses aviões, mas sim o seu potencial de crescimento. Esses aviões já estão ‘no talo’ quanto a instalar novos equipamentos. Isso fez com que os EUA não apresentassem o F-16E nem para a lista oficial do FX-2, mesmo ele sendo superior ao F-18E.

  30. E pensar que quem vai decidir tudo isso e uma torneiro semi analfabeto que provavelmente nem sucessor vai fazer.

    O pior é que as primeiras unidades só em 2014.
    É muito tempo.
    Teria que abrir um FX para escolher um caça tapa buraco até la.
    Porque a coisa esta feia.

    Se for escolhido os SHs pelo menos estaremos bem com Tio Sam (o que sempre é uma garantia).
    Agora caso contrario…. Deus nos proteja porque só temos f5.

    E tem gente que acha que Armamento atomico não faz falta.
    Uma bomba vale mais que 200 caças como dissuação.

  31. luis em 20 out, 2009 às 23:25

    LOL, torço pelos Rafales (como ja coloquei aqui), mas duvido os franceses crescerem tb pra cima dos americanos assim…. hehehehe

  32. “É um número certo para mim. 10 Encomendas firmes, mais 5 opções. Isso é comum na indústria aeronáutica.”

    Caro RJ, neste caso o compromisso seriam 10. Mas entendo o seu ponto.

    “Aqui vai mais um ponto esquisito da disputa. O caça Gripen é um caça de defesa de ponto convertido em um caça de defesa de área, assim como o F-16E (F-16 block 60+)e o Mig-35.”

    Se algo te parece esquisito, questione as suas premissas.

  33. “E pensar que quem vai decidir tudo isso e uma torneiro semi analfabeto que provavelmente nem sucessor vai fazer.”

    Pois é, e pensar que precisou ter esse torneiro na presidência para começar um aparelhamento das forças armadas que nem os “doutores” ou os próprios militares conseguiram fazer.

  34. Mudança!

    O mundo muda, não adianta analisar apenas o passado, não podemos desprezar os fatos presentes.

    Ninguém pode negar que a eleição de Obama foi um marco na história mundial. O maior poder do globo concentrado nas mãos de um afro-descendente.

    Quem conheçe a história de Obama sabe que os Estados Unidos não continuará atuando como na era Bush, a extrema direita está fora do poder.

    Assim, é possível que o governo Obama, realmente, deseje compartilhar a responsabilidade de governar o planeta, para adotar uma política de multilateralismo.

    Nesse caso, o Brasil representa não só um aliado economicamente saudável, mas um parceiro democrático, multiracial, ecumênico, populoso, com população jovem, etc.

    Isso, é claro, não implica na liberação de todas as patentes, na liberação de todos os armamentos, coisa quem ningúem faria. Mas permite dizer que os embargos seram menores e as parcerias mais interessantes para o Brasil.

    A aliança estratégica dos Estados Unidos do Norte com os do Brasil pode resultar na maior área de liberdade econômica, política e cultural do globo. Perenizar o domínio da solução capitalismo com responsabilidade social (inserta em nossa Carta Constitucional).

    Podemos, assim, conceder um voto de confiança aos americanos que elegeram Obama, pois temos fatos reais que nos permitem esperar uma mudança de atitude frente aos vetos.

  35. A dúvida que não quer calar:

    Nenhum dos pré-candidatos à Presidência do Brasil em 2010, que eu tenha lido, escutado ou visto, assumiu compromisso de manter o FX-2. Não estamos gastando energia demais com o que prometem os fabricantes e esquecendo o principal?

  36. Francês vagabundo e metido, deveria ser mais humilde e menos xcroto, porque o “aviãozinho de papel” (sic) tem dado um pau no “abacaxi voador” em termos de venda. E o Next Generation vai engoli-lo em termos técnicos e aí, pobre Dassault: vai falir por conta de sua arrogância e ambição desenfreada…

    E também deveria ser menos “busanfa mole” e falar um pouquinho do outro concorrente. Mas ai! Vai que o americano se irrita, aí os franceses vão ter que abrir as pernas e se entregar (de novo)…

    Porque que o canalha francês desta vez não vem falar que o KC-390 “é um carrinho de mão e não serve pra França?”

    E agora mudou?!! O raio do Ministro fala que todos os únicos 36 serão construídos na França e TT só após isso, e agora os caras estão mudando? Ou será que estão simplesmente mentindo?

    Estão é testando a gente! A nossa paciência!

    SUMA: FRANCESES NÃO SÃO CONFIÁVEIS!!!

    Obs: horrível e inútil essa camuflagem digital do Rafaleco…

  37. Prezados,

    Alguns pontos:

    Fica óbvio que o receio maior dos franceses não é com os EstadoUnidenses mas sim com o sistema Sueco. Não pensem que os franceses não martelariam o sistema EstadoUnidense devido a diplomacia. Conversa. Analisando as falas e os ultimos movimentos fica patente o ganho de terreno do sistema Sueco.

    Quando a possivel compra dos KC-390 pelos franceses acho mais factivel do que a compra pelos EstadosUnidenses. Explico-me. Primeiro a França ja tem uma certa tradição no uso de equipamentos Brasileiros, frutos de outros off-sets. Segundo, o KC-390 substituiria com folga os C-160 e C-130 do Armeé de l´air, ou seja, existe uma necessidade real de uso. Já a compra pelo EstadoUnidenses eu ponho algumas duvidas: todos sabemos do forte lobby das industrias armamentistas no congresso EstadoUnidense. Uma possivel compra do sistema brasileiro geraria uma onda de protestos e ameaças por parte dos lobistas, criando desconforto junto as bancadas no congresso. Se eles necessitam de fato do sistema Super Tucano eles o obterão, independente da escolha ou não do Super Hornet, já não havendo esse necessidade quanto o KC-390.

    Não é de hoje que o Brasil busca uma maior independencia no cenário internacional. E não é de hoje também que a relação com a França se estreita. O medo de que Obama vire um novo Jimmy Carter e que seu sucessos seja um próximo Reagan permeia o imaginário dos estrategistas no mundo inteiro. Não sei se o Brasil colocará um assunto tão delicado como esse aos ventos da sorte. Ainda que haja contratos firmados, sabemos que mui sutilmente eles conseguem impor suas vontades de forma ardilosa. Mas, ainda sim, a proposta EstadoUnidense deve ser analisada, ponderada onde possamos tirar o máximo proveito dela, para vermos também em até que ponto os Estados Unidos manterão seu novo discurso.

    Quanto ao sistema Sueco, um dos único entraves que sobre ele pesam, é o fato de o mesmo ser um projeto agrimentado por um consórcio, tornado a negociação quanto a TT uma ponto mais trabalhosa. Porém friso que o sistema sueco vem ganhando prestigio cada vez maior.

    Particularmente acho que o Dassault Rafale já sagrou-se vencedor… mas… como a única certeza que temos da vida é a morte… o jeito é esperar anuncios oficiais.

    Sds.

  38. Os franceses falaram uma verdade que ninguem quer ver.
    Que o gripen ng ainda é apenas um demonstrador e que fica difícil fazer qualquer previsão sem ao menos ter um esquadrão operacional.
    A grande crítica em cima do caça rafale é que o mesmo não ganhou nenhuma disputa, agora eu me pergunto e o ng se ele é tão bom então porque o governo sueco não comprou nenhum??????????
    E na noruega o ng também não perdeu??????????????????????
    Que o rafale eo sh são caças de classes diferente ao gripen isso eles são, é só ver os 3 projetos. Não adianta falar que mesmo com todas as melhorias um ng não faz o que um rafale e um sh fazem, ele não possui a mesma autonomia, a mesma capacidade de carga, a mesma relação de peso e potência e dos 3 em combate o gripen é o mais frágil pois por ser monomotor qualquer dano no mesmo acarreta em queda. Agora os suecos também não foram errados em falar que o ng custava a metade do rafale e do sh?????????????
    Isso gerou a maior polémica pois vários núcleos de impressa noticiaram isso, sendo que na verdade o que segundo eles o valor economizado da hora de vôo do gripen ng em 40 anos se valeria a outro caça. Esse cálculo foi feito levando em conta a 2500 horas de vôo do gripen e 14000 horas valores pagos por um bimetor. O que muitos não sabem é que o valor do ng não passa de USS 4000 horas(segundo a entrevista do diretor da saab para o estado) e que o valor pago dos USS 14000 seria do F15 e não do rafale ou sh. A hora de vôo do sh é USS 7000 e do rafale segundo os mesmo conseguiram baixar para abaixo dos 9000. O que torna mais coerente as comparações.

    Para quem quer uma foto do rafale com as cores da fab:

    https://4.bp.blogspot.com/_AxCuBauiBF0/Srzmp4GOSRI/AAAAAAAADB8/7b_R7-dly5Y/s400/rafale-fab.jpg

  39. uhuhuhuhuhu!!!!O RAFALE JÁ PAPOU ESSA AHAHAH!!! Facha logo Lula, porque a MB tb vai querer!!!

    F-18 NÃO – AVIÃO ULTRAPASSADO!!!

    GRIPEN NG – TÁ NO PAPEL!!!!

    Abraços

  40. Caros

    Realmente o estado de euforia com a proposta americana baixo e passamos a olhar com mais frieza, um ponto importante no ganho da dircursão realmente T.I.T. produzindo no no Brasil.

    A proposta francesa ainda não tançou luz sobre como se dará essa transferencia na pratica, ainda mais quando coloca duvida sobre a capacidade da industria e tecnicos brasileiros.

    Hornet, se me permite, 80% ” Da Estrutura ” do Gripen NG a ser fabricado no Brasil, e não 80% do çaca, claro que voce sabe.
    Os suecos demonstraram uma disposição, que os franceses não demonstram.

    Não entedi do amigo a roupagem de “vira lata”.

    Seriam a industria nacional e suecos incapazes de tal proeza?

    Abs

  41. Pelo que vejo as 3 fabricantes ja começam a entrar em um certo desespero, pois independente de com quem o Brasil fechar negocio, a Embraer que ja é a terceira maior fabricante de avioes do mundo pode crescer muito mais, pois tera tecnologia de aviões super-sonicos e podera entrar com força nesse mercado em 10 ou 15 anos, oq pode ser uma grande pedra no sapato mesmo para a Boeing, uma vez que a fabricante brasileira ja tem uma projessão de mercado muito maior doque a Dessault, a Saab e ate mesmo a Eurofighter, e poderia começar cutucar no mercado militar da Boeing.

    E ainda tem KC 390 que apesar de ser bem menor que o C17, poderia ser uma opção mais economica e fornecer uma logistica mais agil e flexivel do que a do Globemaster (oq poderia justificar o interesse americano em adquirilo), todos sabem que americano não da ponto sem nó.
    Oque as 3 concoreentes estão observando é até onde a Embraer pode chegar em 15 ou 20 anos, e ainda temos que considerar o desenvolvimento do sistema de propulssão hiper sonica que esta sendo desenvolvida pela FAB e que pode ser repassado a Embraer, oque possibilitaria o desenvolvimento dos sonhados aviões de 6ª geração num futuro não muito distante.

    Esse não é um negocio analizado so no periodo de duração do contrado, mas sim nas consequencias que ele podera trazer, e é frente a isso que todos querem a Embraer e o Brasil como parceiros, pois como concorrente a coisa pode ficar feia, mesmo para as potencias como a Boeing.

  42. Olha fazer aviao a EMBRAER sabe!
    O dificio é ter Software de ponta!
    A EMBRAER ela tem condiçao de fazer qualquel modelo de caça!
    Agora ter radar, motor,sofware,tec…
    É isso que falta para o BRASIL!
    O GRIPEN é assim!
    A SAAB faz assim!
    Motor é EUA,radar,sotfware é tudo do grupo da EUROPA!

  43. Viuvas, vamos parar com a choradeira…

    Com esse pronunciamento a Dassault deu um cheque-mate no jogo que já estava ganho!

    Que venha os RAFALE!!!

  44. Se o Rafale ganha o governo vai ter que da muita explicação ao Congresso, considerando que a proposta americana é muito mais interessante do ponto de vista comercial, oque geraria por baixo 15 mil empregos durante 10 anos.

  45. Estranho alguns se sentirem magoados com as palavras do Frances qto ao Gripen, só falou a verdade, e qto a não ser ético, os suécos foram os primeiros, com aquelea ladainha de 2 gripen de papel por um rafale de fato.
    Mas como disse o mestre “Hornet”… SEGUE O ENTERRO.

  46. Quem aqui conhece, ou já viu in loco as 3 propostas apresentadas a FAB? Só se têm suposições, mas como oque vale realmente é o que está no papel, como que se pode afirmar então que a proposta americana é a + atraente?

    E pra só pra terminar, se a proposta americana for mesmo verdadeira, onde serão criados 15 mil empregos? No Brasil? Ou nos EUA, pois a Embraer já têm uma subsidiária lá…

    E segue o enterro…e a choradeira das viúvas…

  47. KungFusion, o sistema de camuflagem digital serve para tentar ludibriar observadores e sistemas inteligentes de detecção por vídeo e sensores de formação de imagem… que são, em sua maioria hoje, digitais também, os novos são mais imunes a estas camuflagens, mas a maioria tem alguma dificuldade em “separar alhos de bugalhos” e seus observadores e sistemas de detecção “perderem o trem” na hora de analisar imagens de reconhecimento aéreo (seja por UCAS, aviões ou satélites) ou selecionar alvos para atacá-los no caso de sistemas de detecção dos caças de ataque – estes sim tem que ser rápidos e precisos… e a camuflagem digital, de certa forma, dificulta a detecção por estes meios, e não prejudica tanto a situação “optica” humana quanto a eficiência do ato “camuflar” – tem boa eficiência ocular!. Espero ter ajudado!

    Abraço!

  48. Alexandre em 21 out, 2009 às 8:31

    “A grande crítica em cima do caça rafale é que o mesmo não ganhou nenhuma disputa”

    Errado, a crítica é que ele não ganhou nenhuma disputa porque é caríssimo de se adquirir e de se operar.

    “Agora eu me pergunto e o ng se ele é tão bom então porque o governo sueco não comprou nenhum??????????”

    Porque o governo sueco está com sua frota de caças completa. À medida que os Gripen A/B e C/D forem sendo aposentados o NG será o substituto. Isso aliás foi uma promessa do governo sueco (este sim confiável).

    “E na noruega o ng também não perdeu??????????????????????”

    Perdeu pro F-35, o melhor avião do mundo (salvo o F-22). Não perdeu pra F-15 (vetor velho) ou algum russo (sempre de qualidade duvidosa).

    “Que o rafale eo sh são caças de classes diferente ao gripen isso eles são, é só ver os 3 projetos.”

    Se o amigo tiver acesso aos três projetos, com tudo que eles contém, encaminhe para nós, por favor. Ou então esclareça porque são de “classes” diferentes.

    “ele não possui a mesma autonomia”

    Verdade, a autonomia do Gripen NG será maior do que a do Rafale e similar à do Super-Hornet. Isso porque ele é monomotor e sua turbina é a mais eficiente do mundo, atualmente. Sem falar que ele (é o único que) atinge velocidade supersônica sem uso de pós-combustor, o que o faz economizar ainda mais combustível. Por outro lado, o Rafale é sabidamente um caça “beberrão”, que só tem sua propalada autonomia à custa de tanques extras.

    “a mesma capacidade de carga”

    A capacidade de carga paga do NG será similar á do Rafale e pouco abaixo da do Super-Hornet. A única capacidade de carga que o Rafale tem a mais é de tanques extras.

    “a mesma relação de peso e potência”

    Dado o fato de o Gripen NG ser bem menor, e ter uma turbina muito mais potente do que as Snecma do Rafale, sua relação peso-potência é pouquinha coisa menor do que a dos outros dois. Levando-se em conta sua superior aerodinâmica, se iguala ao Rafale e supera o SH.

    “e dos 3 em combate o gripen é o mais frágil pois por ser monomotor qualquer dano no mesmo acarreta em queda”

    A falácia de sempre: isso quer dizer que o Rafale suporta receber um míssel, por ser bimotor? E que o F-35, aeronave monomotor que está custando 5X o preço do Rafale é uma bomba? A verdade: caças biturbinados estão com os dias contados; no futuro apenas as nações muito ricas ou muito ferrenhas na sua defesa os terão, por seu alto custo de aquisição/manutenção/operação não compensar em relação aos seus pouquíssimos benefícios. Vale a pena correr o risco de perder um caça, ainda que em combate, porque pelo preço de um bimotor você compra dois monomotores! Por sinal, ninguém se recorda da última vez que um monoturbinado caiu por falha na turbina. Por fim, a FAB usou monoturbinas franceses (por sinal) nos últimos 40 anos e ninguém reclamou disso. Até inventarem essa de “bimotor ser melhor que monomotor”…

    “Agora os suecos também não foram errados em falar que o ng custava a metade do rafale e do sh?????????????”

    Não, os suecos exageraram um dado, mas deram um fato quase certeiro. Uma turbina = X USD. Duas turbinas = 2X USD (pelo menos).

    “o valor do ng não passa de USS 4000 horas(segundo a entrevista do diretor da saab para o estado) e (…) A hora de vôo do sh é USS 7000 e do rafale segundo os mesmo conseguiram baixar para abaixo dos 9000. O que torna mais coerente as comparações.”

    Sim, mais coerente. Ainda assim, a do Rafale é MAIS QUE O DOBRO da do NG.

    Ou seja, caro Alexandre: você até pode defender o Rafale por razões políticas, como muitos o fazem (ex: Hornet). E eu respeito isso, embora critique com base nos fatos histórico. Mas não há como defendê-lo por razões técnicas, pois ele sequer tem um radar AESA operacional, ou financeiras, porque ele é claramente o mais caro dos três. Na verdade, os três vetores se equivalem muito; não à toa os três estão no short-list da FAB, e esta já declarou que TODOS OS TRÊS atingiram os requisitos operacionais do FX2. O que fará assim a diferença é o lado econômico-financeiro, TT e político. O lado técnico não.

    Sds.

  49. Felipe Cps, não gostou da camuflagem digital do Rafale ? agora tu tá sendo paradoxal! sabe pq: não é tu que vive dizendo que o Rafale não vai sair do chão!? rsrsrsr, quer melhor camuflagem que esta?! he he

    Sem brincadeiras, se o escolhido for o melhor, o rafale, acho que o padraão deve ser digital em tons de cinza e azul pálido, superioridade aérea!
    Se for SH, idem!
    E se for o NG, poderia ser um misto de F-5M com um pouco mais de semi-tons verdes! já que deveríamos explorar as características de uso em estradas especiais (trechos preparados, espalhados pelo país, com estruturas especiais e super-camufladas em áreas estratégicas, em florestas, próximas a estes trechos… a exemplo do que se faz na suécia…
    Por isso, hoje, torço para um misto hi-low com Rafale e NG, analisando a parte de desempenho e estratégico militar.
    Porém simpatizo com uma estratégia comercial ampla com os USA! para que estes saibam, de uma vez por todas, que queremos paz e pareceiros de fato! principalmente os USA, e nunca os ameaçaremos ou quebraremos a confiança… e nesta linha o SH não seria tão ruim, ao meu ver…

    Abraços

  50. Caro Cdr,

    Você errou em duas coisas no seu pronunciamento…

    1º Os 15 mil empregos durante 10 anos seriam para os americanos, pois tanto o KC-390 quanto o A-29ST se forem escolhidos serão produzidos e montados inteiramente nos EUA, pois a constituição do Im´perio não permite que os mesmos comprem armamento e tecnologia bélicas de países estrangeiros.
    Cito como exemplo a Heckler & Koch que transferiu parte da sua linha de montagem p/ os EUA para conseguir vender.

    2ª De acordo com o Nelson Jobim o acordo com o EUA e o programa FX são coisas não relacionadas, por favor, não baseie o seu comentários em achismos e suposições de meros leitores como eu e vc. não existe nada oficial sobre a compra dos ST ou dos KC-390 por parte dos americanos, então como podemos falar em empregos e prazos?

    forte abraço

  51. Fco AMX: concordo com tudo de seu úlimo coment. Usar camuflagem verde num Rafale é um desperdício tremendo, pois ele deve ser camuflado como vetor de superioridade aérea.

    Sds.

  52. Felipe,

    “Porque o governo sueco está com sua frota de caças completa. À medida que os Gripen A/B e C/D forem sendo aposentados o NG será o substituto. Isso aliás foi uma promessa do governo sueco (este sim confiável).”

    Vc só pode estar brincando ao nos passar uma informação tão incorreta como essa!

    Os Gripen A/B estão sendo recolhidos e os C/D não foram produzidos na totalidade desejada por que o governo sueco não tem mais dinheiro, como vão custear sozinhos o projeto do NG?

    Depois é o RAFALE que é rainha do hangar!

    Outra coisa, tem certeza que o governo sueco é confiável? Que o diga os sul-coreanos que quase foram sabotados por esse governo tão confiável.

    Caso o Gripen seja escolhido, temos que mudar o nome de FX2 p/ AMX2 pois virá sem canhões, sem turbina, sem radar e etc.

    abcs, e te aconselho a pesquisar um pouquinho mais sobre as condições da real força aerea sueca

  53. Ah Felipe, lendo sua explanação, “quase” sempre boa, rsrsrs, ainda não entendo que o amigo não dê o braço a torcer sobre o assunto mono, bi-reator, sobre a capacidade maior, muito maior, de sobrevivência e persistência em combate de um Bi, nem falo do Rafale para não te irritar, falemos de outros como o F-22, Typhoon, SH…, e não precisa me dizer tudo denovo! rsrsrs só “exijo” que o amigo se retrate! he he ou vou te pegar na saída! mas para te levar par um shop geladinho, para ver se o amigo relaxa, e, depois de estar bem relax, assuma que está equivocado quanto ao assunto bi/mono..! uhauhauha (se compensa ser bi-reator? eu tenho plena convicção que sim! – principalmente pq tenho certeza que não teremos o dobro de caças pq o escolhido custa a metade! e nem que ele voará mais por custar mais barato! não é assim que funciona no Brasil! o negócio é decidido por números de horas e deu! se ela for 4000 dólares é isso só que virá! se for 50.000 idem! e continuaremos a voar o mesmo número de horas! e o troco não vai voltar para nosso bolso e nem para a FAB! esta é a verdade! – portanto esta diferença de operação não se traduzirá em mais horas! pode esquecer! nem F-5M, modernos, que tem hora vôo muito mais barata que o Gripen voam o que deveriam…)

    Outra coisa que tu escreveu ao amigo acima, sobre o rafal não ter Radar AESA, tem sim está já instalado em algumas células fazendo conversão e adaptação… o NG é que está carecendo deste sistema!

    Abraço Brodi!

  54. Eu vejo a questão NG/SH/Rafale assim:

    Rafale e SH = a um MAC, fechadinho, com tecnologia super experimentada e desenvolvida com bases em experiência, com segredos e funções estratégicas – vc não pode sari desmontando e fuçando num MAC com componentes que não sejam da Apple! vai perder o que de melhor tem o conjunto! desempenho e confiabilidade!

    NG = a um PC comum (arquitetura aberta)! com processador último tipo, com gabinete bacana, com mother-board de marca legal, tudo modular, vc pode trocar a qualquer hora qualquer componente do mercado comum, tem tudo para fazer up-grade! porém, perde-se desempenho, as coisas não resultam no esperado, os componentes não se falam como deveriam, dá pau mais do que deveria, e nunca se faz o tal de up-grade, pois não compensa! é o mais caro do PC! e acaba-se comprando um outro! e começa-se tudo de novo, e o principal, desempenho e confiabilidade vão para o espaço! de fato se aprende com isso! de que não vale a pena!

    Falo por experiência própria, tenho 10 estações PC aqui na empresa, e 4 MACs, 2 Imac e 2 G5, estes são mais antigos, cerca de 2 anos mais, que meu melhor PC, não perdem em nada para meu melhor PC que deveria ser, em tese, superior aos MACs G5! mas não é! e um detalhe, 2 macs rodam, também, o Windows! é mole!?

    Amigos, não existe mágica! se um caça é mais barato é pq ele é inferior! não é pq é feito na Suécia ou na França, é pq ele é inferior mesmo! A Volvo é Suéca! pq seus carros são mais caros que os Tops da Renault Francesa??? um Volvo pé-de-boi C60 custa bem mais que um novo C5! pq? pq o Volvo é melhor! mais seguro e confiável! logo, custa bem mais, na proporção!!

    Toda vez que ouço que um Gripen custa barato, fico com medo! de onde a SAAB tira seus componentes? do Além??! não! muitos deles vem da zona do EURO, a maioria! até mesmo formidável motor é feito na Suécia sob licença!… que mágica é essa! n~~ao existe mágica! existe Ilusão!

    saudações!

  55. LBacelar em 21 out, 2009 às 9:56

    “Os Gripen A/B estão sendo recolhidos e os C/D não foram produzidos na totalidade desejada por que o governo sueco não tem mais dinheiro, como vão custear sozinhos o projeto do NG?”

    LBacelar, os Gripen A/B não estão sendo recolhidos, aliás, nunca ouvi falar dessa informação. Mas ainda que o sejam, se deve certamente ao excesso de aparelhos da FA Sueca. E os Gripen C/D estão sendo produzidos na medida em que há encomendas externas, haja vista a recente recepção dos mesmos pela África do Sul. Quanto à FA Sueca, eles já tem números suficientes de aparelhos para sua defesa, motivo pelo qual não irão adquirir o Gripen E/F por hora.

    “Outra coisa, tem certeza que o governo sueco é confiável? Que o diga os sul-coreanos que quase foram sabotados por esse governo tão confiável.”

    Amigo, se você achava que esse mundo de armamentos é um mundo limpinho e repleto de santinhos, tenho uma surpresa bombástica para você: NÃO É NEM UM POUCO!

    Quer o maior exemplo disso? Os FRANCESES! Procure saber o que aconteceu em Ruanda, com eles vendendo armas à etnia Hutu ao mesmo tempo em que estes massacravam os Tutsis, no maior genocídio das últimas décadas… E eu digo: LITERALMENTE ao mesmo tempo: os genocidas recebiam as armas e munição à sombra do cargueiro francês e já saiam do aeroporto disparando e matando!

    Não há bobos ou santos nesse mundo. No mais, o que há é uma investigação em andamento, e seria contra alguns contratantes da SAAB naquele país e não contra o Reino da Suécia.

    “Caso o Gripen seja escolhido, temos que mudar o nome de FX2 p/ AMX2 pois virá sem canhões, sem turbina, sem radar e etc.”

    Falácia tão sem-vergonha esta que nem vou comentar.

    Sds.

  56. A proposta da Dassault também dá prioridade ao Brasil para exportar unidades do caça para países vizinhos. “Não vejo país melhor do que oBrasil para exportar para a América Latina”

    Isso é uma piada… quem alem de Brasil (o Chile ja fez sua opção)vai comprar um bimotor caro e com um custo operacional que doi no bolso dos franceses…Quanto ao ataque ao Gripen é no minimo lamentavel…coisa de quem não tem mais certeza se vai guanhar ou não.
    Ja a Boeng ta ganhando espaço com sua proposta comercial as compras de 150 ST e 50 C390 pelogoverno americano é sem duvida um grande argumento para sua escolha sem contar as qualidades do vetor, que não perde em nada pros concorrentes.

  57. Francisco AMX em 21 out, 2009 às 9:59:

    Chicão, a única pessoa para a qual compensa um caça ser bimotor, e ainda assim só em combate, é seu piloto! 🙂

    Mas como todo militar tem de ir pra guerra tendo internalizado em sua mente que VAI morrer (guerra é guerra e é assim que se prepara mentalmente um combatente, gostemos ou não), pra Força Aérea em que o piloto opera não faz a menor diferença.

    Quanto ao choppinho, estamos a combinar mesmo (demorou), mas parece que o amigo é do Sul, e eu estou aqui no “entereor” de SP, rsrsrs.

    Gde abraço.

  58. Qualquer um que vier tá bom. E o bom é que a decisão final seja do presidente, afinal é ele quem está bancando o reaparelhamento e a nova defesa estratégica. Não esqueçamos do sub com casco para nosso reator nuclear. O importante é que se bata o martelo logo. O resto é fla-flu que não valem nada: sou Cruzeiro.

  59. Para terminar de “matar” o Gripen e o Rafale, falta só aquele pacote básico:

    Alguns M-109;
    Trocar os M-60 pelos M-1 modernizados;
    Revitalização do A12…

  60. Prezado Felipe Cps
    “a única pessoa para a qual compensa um caça ser bimotor, e ainda assim só em combate, é seu piloto!”
    Mas todo caça foi construido para brigar e não desfilar pelos céus dizendo que é lindo ou feio
    Abraços

  61. Lucas Calabrio em 21 out, 2009 às 11:08:

    “e todo piloto quer volta das suas missões vivos”

    Se possível DEVE voltar Lucas. Mas na guerra o mais provável é que não volte. De qq maneira o militar não pode saber disso, ele tem q se conscientizar (ou ser conscientizado) de que NÃO voltará vivo; do contrário, se ele ficar o tempo todo pensando em sobreviver, ele não cumpre a missão. A missão é mais importante do que a vida dele. É assim que funciona meu caro.

    Assim, para a força armada em que o militar opera tanto faz.

    Sds.

  62. Ué mas os cara não tinham dito que não seria viável produzir os Rafales aqui se fossem comprados apenas 36 segundo um post anterior aqui no blog?

    http://www.aereo.jor.br/2009/10/20/o-frances-perdeu-pontos/

    A Dassault, que afirmava que seu avião era 100% francês e que estaria disposta a fazer uma ampla transferência de tecnologia foi defrontada com alguns dados inconvenientes. Claramente municiados pela sueca Saab, que produz os caças Gripen, alguns deputados questionaram dois pontos importantes. O representante da Dassault teve de admitir que seu avião utiliza componentes suecos e disse que só seria viável fabricar os aviões no Brasil se a encomenda fosse superior a 120 unidades. Os suecos dizem que podem fabricar os Gripen aqui com a encomenda prevista de 36 aeronaves.

    Estarão os Franceses se contradizendo?

    É interessante ver também os próprios executivos franceses dizerem que o Rafale e o Super Hornet se equivalem em desempenho ao contrário dos que alguns dos “especialistas” que comentam aqui no Blog vinham dizendo e me crucificando por o Rafale ser muito superior ao SH.

    *rolleyes*

  63. Felipe Cps em 21 out, 2009 às 10:40

    Caro Felipe, quanto ao texto

    Chicão, a única pessoa para a qual compensa um caça ser bimotor, e ainda assim só em combate, é seu piloto! 🙂

    Mas como todo militar tem de ir pra guerra tendo internalizado em sua mente que VAI morrer (guerra é guerra e é assim que se prepara mentalmente um combatente, gostemos ou não), pra Força Aérea em que o piloto opera não faz a menor diferença.

    Uma coisa é como são treinados os infantes, outra são os pilotos. Enfim, o custo de um piloto brem treinado é altissímo, muitas vezes ultrapassando o valor do caça que o mesmo opera. (Só somar as horas voo em treinadores e caças pelo custo-hora de voo do mesmo, levnado-sem em conta que um bom piloto demora anos para ser formado).
    Ponto 2, se o caça bimotor leva vantagem em uma batalha aérea, e essa vantagem pode significar a perda ou não de uma base ou determinado ponto, com qual caça vc iria?
    Ah, espero que ao dizer que o bimotor só leva vantagem em combate, tenha se referido a dogfight, que senão, para que mais serve um caça senão o combate? 7 de setembro e ‘portões abertos’ não conta…

    Mais um adendo, se defende tanto que o Rafale será ‘rainha de angar’, teria de defender que o custo do mesmo é o mais baixo, afinal de contas ficará só no chão mesmo. (essa foi brincadeira … )

    Mas enfim, deixo esta dicussão para o Sr. e o Francismo AMX, já que pelo jeito vai rolar um chopp!

  64. Pois é Felipe Caps o bicho está pegando né, rs..rs..rs…

    Mas na verdade o rafale é um caça muito caro e pensam que ele no futuro possa ser negociado com algum País do cone Sul se enganam, qual País na A.S tem condições de comprar o Rafale, Qual foi a concorrencia que o Rafale ganhou até o momento, então dando o SH ou
    o Gripen NG estaremos bem servidos.

    A França como foi dito pelo Caps não pode ser considerada de confiança pois tinha dado garantias que o Rafale era 100% Francês e não é, e ainda o colocou igual ao SH deixando a decisão para a Política.

    Então meus caros se o SH vier e ainda com uma proposta robusta que abrange as outras Forças será mesmo a melhor coisa a ser feita.
    Se optarem pelo GripenNG tb será bem vindo mas sabendo que podemoms ficar somente nos caças e não abrange as outras Forças.

    O que interessa é no futuro podermos fazer o nosso próprio vetor, enquanto isso uma aliança com os Americanos não seria ruim não.

  65. Não gostei do tom que foi usado pelo pessoal da Dassault, muito mal-educado.

    Mas, tou achando uma coisa estranha. A proposta que os EUA ofereceram fala como compensação pela compra dos F18, a compra de 150 ST + 50 KC390, acho que é mais ou menos isso.

    Pois bem, muita gente, devido a esta oferta por parte dos EUA, esta maravilhada. Parece que o sonho de todo mundo agora é comprar F18 só porque os EUA vão comprar ST, ou seja, parece que todo mundo agora só pensa em troca de dinheiro por dinheiro. Oras, mas acho que esse não é o objetivo aqui, certo? Não seria o objetivo a maior TT e um bom vetor para a FAB.

    Tá certo que a compensação comercial é necessária, diria até, indispensável. Porém, acho que muito mais importante que essa compensação seria uma real e NECESSÁRIA TT, necessária dentro do que a FAB solicitou. O que vier a mais de TT, é lucro.

    Não podemos esquecer que os 3 caças estão no short-list, logo, TODOS ESTÃO DE ACORDO COM O QUE A FAB PRECISA.

    Espero que vença o melhor para o BRASIL, e acredito que é isso que ocorrerá.

    Preferência pessoal: Rafale, explicando: mais por questões políticas do que técnicas, como disse, todos os 3 servem para o que a FAB precisa. Não sou anti-americano, mas também não sou pró-americano e o histórico deles não é dos melhores, inclusive, existem embargos recentes de tecnologia ao BRASIL. Com relação a SAAB, não tenho muito o que dizer, só não gosto muito o fato de o Gripen ser cheio de componentes de vários países, principalmente com relação aos “principais componentes – motor, radar”, Apesar de os “componentes de redes” serem suecos . Minha preferência pelos franceses vem do fato de eles terem sido os primeiros a propor/aceitar parceria com o BRASIL.

    Espero que o melhor venha para o BRASIL!!!
    E, espero que venha o Rafale.

    BRASIL!!!

  66. Felipe, eu nunca “teria” um piloto, até pq já desisti de ser “rico”, nem na mega sena eu jogo! tu já deveria saber…se um dia eu tiver que ter, ele vai ficar só me assistindo! he he, eu vou ser o meu piloto! e ninguém mais “tasca”! rsrsrs to trabalhando nessa vida para um dia ter meu “viãozinho” só pra mim! 🙂

    Sobre a sobrecivência to piloto/caça em combate, tenho certeza que o amigo não tá falando sério! não é? Felipe se um piloto da FAB “dança” com seu caça, dentre nossos escassos recursos, é uma batalha perdida! um piloto sem reposição! já temos poucos! esta batalha perdida pode sevoluir para guerra perdida! não somos a França, os USA, a Russia… que tem material de “sobra”, teremos 36 caças para 20 anos! perder um cça e um piloto é um preço alto! pois continuo afirmando, não serão 72 NG no lugar de 36 Rafales! serão em mesma quantidade! e voarão as mesma horas… escreve aí!

    Abraço

  67. Felipe Cps

    Cara, havia me esquecido do episódio em Ruanda, da imensa sacanagem que os franceses fizeram lá, bem como os americanos e a própria ONU de negar que havia genocídio, mas a França fez pior. Politicamente, os suecos estão limpos.

    E pra quê a pressa de ter um caça em 2014 heim?!?!?! O custo benefício de ter um Grippen em 2000 e sei lá quanto é incomparável e não vai levar o Brasil a falência.

  68. Felipe CPS, quando for para Presidente Prudente no final do ano, vou tentar passar aí para um chopp. Embora o convite tenha sido para o Francisco AMX. Mas aproveitoa oportunidade e deixo o convite. Só vai depender do trecho que eu optar fazer, então, se passar aí por perto estico até Campinas (é onde vc mora, não? morei em Indaiatuba).

    Senhores, a proposta americana é muito boa, mas vejam a diferença tênue entre ambas. A França ajudará a desenvolver e comprará o KC. A Boieng que ajudar a produzir, sendo este produzidos nos EUA. A encomenda da Boeing pode ser maior, mas qual vai ser o custo real dessa oferta? Aquele custo embutido, aquele que está no contrato. Aquele que diz que é produção conjunta. Aquele que não diz que muitos segredos industriais não serão repassados, senão não seriam mais segredos. Aquele custo que não está especificado quanto o Brasil vai receber, quanto a FAB vai receber e quanto que a Embraer lucrar.

    Existe uma linha de raciocínio muito tênue entre as duas propostas, mas que com algumas vírgulas, pode tomar um rumo totalmente diferente do que estamos prevendo.

    Resumindo, a proposta Francesa é a mais clara das três, pois diz o que será feito no Brasil, em que porcentagem, quando, e como. Só não gostei da parte: de acordo com a “indústria nacional”.

    Para mim, se a indústria nacional não se manifestar, cabe ao governo brasileiro montar toda a estrutura (a empresa em si) e partir para a produção local sob supervisão dos franceses, e após buscar uma parceria no mercado de capitais como a bolsa.

  69. Caríssimos,

    O que Governo, já mencionou que quem não transferir tecnologia está fora. Agora, urge que seja analisado o que “realmente” vai ser transferido, “como”, “quando” e em “quanto tempo”.
    Transferência de tecnologia não se adquiri com compras eventuais em intervalos considerável de tempo. O conhecimento tecnológico deve ser contínuo e isto demanda tempo e investimentos constantes em Centros de Pesquisa e Desenvolvimento. O FX-2, poderá ser a ponta de lança desse avanço para que tenhamos uma indústria aeronáutica de defesa altamente qualificada.
    Além disso, é requisito mandatório que a plataforma escolhida seja capaz de receber a integração de todos os armamentos brasileiros em operação e em desenvolvimento, como os mísseis A-DARTER, além do anti-radiação e dos sensores de imagens e iluminação de alvos, já integrados ou em processo de integração.
    De modo análogo os requisitos de transferência de tecnologia exigem a capacitação nacional para o gerenciamento autônomo destas atividades e de outras futuras.
    Ou seja, independente da escolha, o avião vencedor (qualquer 1 dos 3) estará comprometido com esses requisitos mínimos.

    Sds.

  70. Fricthe,

    Li uma vez que um piloto da USNAVY, de F-18C/D, custa para ser treinado até terminar seu curso de conversão ao NAE, por volta de 5 milhões de doletas! bem menos que o valor do caça!
    Porém o fator determinante aí é o tempo! principalmente para quem tem poucas unidades e pilotos! não se forma um piloto em e menso de 5 anos!
    De resto vc falou uma verdade, piloto de caça não é infante! tem que voltar para casa! o Felipe se equivoca feio! se não puder cumprir a missão agora, fique vivo, para tentar em outra surtida! o tempo de kamikase já foi! traga o avião para casa! de nada adianta lnçar uma bomba num alvo, que, muito provavelmente não valha 10% do peso estratégico de um caça “vivo” para dizer! cumprir a missão! isto é coisa de filme! de Hollyhood! tanto que os caças são a principal arma de defesa em terra que uma nação que os tem pode prezar!

    abraço caro amigo!

  71. Alexandre em 21 out, 2009 às 8:31

    “O que muitos não sabem é que o valor do ng não passa de USS 4000 horas(segundo a entrevista do diretor da saab para o estado) e que o valor pago dos USS 14000 seria do F15 e não do rafale ou sh. A hora de vôo do sh é USS 7000 e do rafale segundo os mesmo conseguiram baixar para abaixo dos 9000. O que torna mais coerente as comparações”

    CARO ALEXANDRE, GOSTARIA QUE VOCÊ POSTASSE AS SUAS FONTES.

    OS DADOS QUE TODOS TEMOS NÃO BATEM COM O QUE VOCÊ POSTOU.

    PARA SE TER UMA IDEIA, EM 2004 HAVIA UM COMPROMISSO DE DIMINUIR OS CUSTOS DO RAFALE PARA 10.000 EUROS (E NÃO DÓLARES). O ANO ALVO PARA A DIMINUIÇÃO SERIA 2012.FONTE:

    http://www.ccomptes.fr/fr/CC/documents/RPT/McoRapport.pdf

    RECENTEMENTE, EDOUARD GUILLAUD, CHEFE DO ESTADO-MAIOR PARTICULAR DO PRESIDENTE SARKOZY CONCEDEU UMA ENTREVISTA QUE FOI, INCLUSIVE, REPRODUZIDA NESTE BLOG. DIZ ELE:

    ” E o custo da hora de voo do Rafale está em contrato. Não é uma avaliação. É de 9,8 mil euros por hora, nos próximos dez anos.”

    COMO VÊ,O CUSTO É DE 9.800 EUROS POR HORA DE VOO, OU 14.300 DÓLARES.
    FONTE:

    http://www.aereo.jor.br/2009/09/24/entrevista-com-edouard-guillaud-chefe-do-gabinete-militar-frances/

    O RAFALE É CARO DE SE COMPRAR E CARÍSSIMO DE SE MANTER.

    OS CUSTOS DE OPERAÇÃO/HORA VOO SÃO:

    GRIPEN NG BRASIL: 4.500 DÓLARES

    SUPER HORNET: 7.000 DÓLARES

    RAFALE: 14.300 DÓLARES

    SABEMOS QUE O DÓLAR, NOS PRÓXIMOS ANOS VAI SE DEPRECIAR AINDA MAIS FACE ÀS OUTRAS MOEDAS COMO O EURO. OS BANCOS CENTRAIS DE DIVERSOS PAÍSES TÊM FEITO LEILÕES DE COMPRA DE DÓLAR PARA AMENIZAR SUA QUEDA (NA MINHA OPINIÃO, DE FORMA INÚTIL). TERÇA-FEIRA, AUMENTARAM A ALÍQUOTA DO IOF DE 0% PARA 2%, PARA TENTAR CONTER A QUEDA LIVRE DA MOEDA AMERICANA.

    A CADA DIA QUE PASSA, OS PRODUTOS COTADOS EM EUROS (RAFALE) FICAM MAIS CAROS, ENQUANTO QUE OS COTADOS EM DÓLAR FICAM MAIS BARATOS (SUPER HORNET, E PARCIALMENTE O GRIPEN).

    CUMPTOS.

  72. E se agora vamos falar de “genocídio”, não podemos deixar o USA de fora e sua “invasão” ao IRAQUE! onde a sorte das pessoas de bem de lá ficaram nas mãos do bom senso dos soldados invasores! porém bom senso não adianta, e sabemos que prudência numa guerra é coisa para inglês ver! portanto, em suma, atrocidades “extras” foram e continuam sendo cometidas, por culpa exclusiva dos americanos (governo passado diga-se de passagem) … pois o que a ONU falou não valeu nada! foi uma invasão pútrida para tirar um nefasto do caminho econômico! esta é a única verdade sobre! e acabou em um genocídio mascarado!…pois o Bush e cia sabiam que iria acontecer isso! foram os carrascos das crianças do Iraque!

  73. Srs
    Deu para sentir que a Dassault sentiu o contraataque da Boeing e Saab e apelou nessa entrevista. Ridículo. O Gripen 2x menos efeciente?? Só rindo 😀 E ainda já preparando o terreno no caso de os Rafales a serem montados aqui não terem un índice de nacionalização elevado. Transferência de teconologia failed? culpa das empresas nacionais que não foram capazes de absorver a tecnologia…
    Impressionante como eles são capazes de serem vagos dizendo nas respostas, e isso qdo dão respostas. Custos = segredo de Estado?? 😀 Sinceramente queria ver os valores das 3 propostas que estão nas mãos da FAB e MD.

    Sobre a pintura de Camuflagem Digital nada contra, só deveria ser no padrão de Superioridade Aérea . No mais o do ponto de vista design o Rafale é um belo caça … mas faltou alguns pontos como baias internas e uma geometria mais sthealt. O Rafale como projeto não é tão novo assim.

    []’s

  74. Respondendo ao colega Felipe.

    O rafale perdeu licitações na coreia por questões politicas,lembrando que sempre as decisõs são politicas. Os eua tem uma enorme influência naquele pais, e claro na licitação em questão foram disputadas com caças birreator como ef2000, f15 e o finado su35.Lembrando que a decisão final ficou entre o f15 e o rafale, o caça francês era mais barato e de menor operação e mais moderno que o f15 ofertado mas como eu falei é tudo politica.Nas outras licitações pelo mundo o fator off set comercial falou mais alto frente ao ef2000 já que por meios comerciais sõa 4 paises contra apenas um.

    Quanto ao super cruise o rafale também consegue só que o mesmo só faz limpo ou seja com dois misseis, como comparativo o ef2000 conseque com 4 misseis. Com no novo motor o mesmo tem 30% a mais de potência o que permite que o mesmo consiga o super cruise com mais armamento. O gripen consegue porém lembro ao colega que o mesmo o fez limpo ou seja sem armamento.

    Quanto a noruega foi só um exemplo que eu citei, lembro ao colega que nem o governo sueco o adquiriu.

    Mesmo não tendo o projeto dos dois fica fácil de saber que são de classes diferentes, olhe a quantidade de armamento que o rafale carrega e o sueco. Fica difícial acreditar que um avião bem menor e com uma motorização consegue ter uma desempenho igual ao de uma aeronave de maior e birreator.

    Quanto ao custo da aeronave o que encarece o rafale é o euro pois o mesmo tem uma manutenção simples, porém o gasto pode ser reduzido tornando essa manutenção no brasil.

    O que torna o sueco preocupante é o fato do governo sueco não ter comprado nenhum, ou seja caso o governo sueco decida vamos para um avião de 5 geração e não de 4,5 o que a saab vai fazer?????
    Seriamos os únicos operadores do avião.

  75. Caro Alexandre,
    É simples então vamos de Super Hornet e pronto.

    Antes que eu me esqueça o SU35 não é falido é um ótimo vetor meu caro, seria a melhor opção entre os finalistas.

    Abs.

  76. Francisco…

    só acrescentando ao que vc postou para o fricthe, o fato de ter aumentado a “letalidade” dos avioes também contribuiu para a sobrevivencia dos pilotos e tripulaçoes, pois antigamente para se atingir um alvo eram necessarias dezenas de aeronaves e hoje o mesmo trabalho pode ser feito por duas.

    Quanto a guerra do Iraque, é um assunto polemico, mas vc há de concordar que o Saddam estava no “minimo” pedindo, quando atirava em avioes americanos sobrevoando zonas pre-estabelecidas após Saddam ter sido expulso do Kuwait, protegendo criminosos terroristas em seu territorio, dificultando o trabalho dos inspetores da ONU ou mesmo tentando matar o pai do Bush, Bush SR
    através de sua policia secreta…eles quase conseguiram.

    nao estou defendendo a invasão, mas também Saddam não era nenhum “santo”.

    abraços

  77. Nesta disputa toda de “gente grande” nós torcedores, só podemos discutir como poderia ser o caça ideal.
    Na minha opinião um caça deveria ter cor chocante, tipo vermelho ou amarelo laranja. Esta história de cor furtiva é só para aqueles que querem fugir da briga.
    Se tivessemos um SU-35 por exemplo ele deveria ter cor bem visível para os inimigos verem de longe e sumirem de vista, sabendo que temos o melhor caça do mundo. Mesmo porque os sensores são eletrônicos, não dependendo mais da acuidade visual, este negócio de cor é pura balela, tanto que com falta de tinta, os americanos na segunda guerra só pintavam meia asa. Posteriormente os avióes saiam prateados por falta de tinta, mesmo, ou seja economia de guerra.

  78. Caro Alexandre

    Gostaria de saber onde você viu essa notícia de Supercruise com o Rafale.

    E sobre o supercruise Gripen NG ele foi testado no Gripen DEMO em configuração de combate ar-ar(não sei ao certo qtos misseis se 2 ou 4 e se estava com tanque ventral) atingindo 1.1 mach. A previsão é que o supercruise do Gripen NG chegue atingir 1.3/1.4 mach.

    Todo mundo fala sobre a capacidade de armamento se é 8 tons no SU-35, se é 6 tons no F-18 E ou Rafale ou 4 tons no caso do Gripen NG( valores só para comparação). Mas minha visão da guerra aérea atual e futura,(leigo), não vejo isso uma como uma vantagem . Com a utilização de armas inteligentes, inclusive bombas, para que ficar despejando toneladas e toneladas de bombas? talvez em algumas situações, mas quais?
    []’s

  79. Mais uma vez somos obrigados a ouvir as baboseiras do sr. pé de poeira Felipe Cps…
    Kra sai dessa… na boa uma conselho: teu lugar é na infantaria…vc não tem argumentos e discute na base do grito… sério… Infantaria já!

  80. Se o Rafale ganhar vai ser a maior M que o Governo vai fazer.
    Teremos vários Rafales no Hangar e apenas voando no 7 de Setembro.

    Já fizeram M na compra dos EC725, apenas os SUB na minha opinião foi uma escolha razoável.

    Agora é esperar a escolha do nosso Presidente.

    Abs.

  81. Muito bons os comentários desse post. Não é a toa que a maioria dos blogs que repercutem o F-X2 usam como referência o Poder Aéreo. Nem tenho mais o que acrescentar ou polemizar. Como disse em outro comentário, nessa altura do campeonato, estou achando tudo muito bom pra nós, amantes das Forças Armadas e do Brasil.

    Tirando um comentário estúpido (“e uma torneiro semi analfabeto que provavelmente nem sucessor vai fazer.”), estamos todos contruindo um conhecimento MUITO sólido para balizarmos nossaa discussões.

    Parabéns para todos nós !!!

  82. gente é o seguinte;

    Gripen = um projeto. FAB não boba.
    SH= Dependencia imperialista. FAB liberdade.
    Rafale= TT. FAB bom!

    O resto é choro de criança pequena que o pai não deixou assistir o chapolim hahahahah

  83. Sou Rafale desde pequeno, mas que os executivos da Dassault deram tiro no pé com algumas declarações isso deram….esculhambar monoreator não vale, como um amigo lá encima falou, a família Mirage, o f16 e o f35 estão aí pra mostrar que esxiste espaço sim para os monoreatores….outro dia foi o Sarkô na reunião da ONU dizendo qe o Rafale é o melhor caça do mundo, sacanagem….hehehe

    Pra mim o Rafale se encaixa, sim, melhor nas necessidades da FAB e do Brasil que o NG, se ele custa mais caro por isso, normal, quanto melhor o desempenho, maior o custo de manutenção(por estar errado né).

    Um abraço aos amigos.

  84. Ahhh mais uma coisa….o Rafale fico bunitão com esquema de camo digital…acho mais bonito que o modelo adotado nos nossos f5 por exemplo…não sei se é mais ou menos eficiente…

  85. Quanto a compra do caça Rafale se for ele o vencedor, o preço é o pedágio que se paga pela transferëncia de tecnologia, vide o caso do programa AMX. Todos diziam na época que custava três vezes mais do que valia e a FAB levou “tiros”, “tapas”, e críticas de todos os lados, mas penso que valeu a pena, pois a própria Embraer alega que seus avanços tecnológicos vieram deste investimento.
    Só falta o Sarcozy anunciar que os seis primeiros fabricados lá serão entregues no próximo 7 de setembro, e a linha de produção no Brasil ocorrerá no ano seguinte. Seria ótima notícia.

  86. Roberto,
    com o advento de armas ‘atire e esqueça’ de precisão tipo as bombas JDAM, SDB, JSOW, etc, uma maior capacidade de carga redundaria num maior número de alvos atingidos por ‘saída’.
    Um F-18E pode levar 14 bombas JDAM de 500 lbs e lançá-las simultaneamente contra 14 alvos indempendentes. Somando ao tanque de combustível e aos mísseis ar-ar, pod ATFLIR, etc.
    Daí ser interessante ainda em determinadas situações, como você mesmo disse, uma capacidade de carga maior.
    Um abraço.

  87. Não devemos nos equecer que no FX-1, o Maurício Botelho presidente da Embraer na época, garoto propaganda do Mirage-2000BR, anunciava o avanço tecnológico que a empresa teria acesso com o programa supers&onico naquela época. Portanto, com toda a exigência que o governo está fazendo, com relação transferência de tecnologia o tamanho do ganho para a indústria, não só a Embraer, pois não existe só esta empresa, existem muitas que o governo deveria investir por aqui neste programa, Avibrás, etc.

  88. Como foi dito e debatido acima a disputa entre os dois grandes é política E.U.A e França.
    A proposta americana é quase irrecusável, eu particularmente iria por esta proposta a lista final do Bob Gower foi de arrebentar, tunel de vento tri-sônico, tecnologia furtiva, etc. Os franceses nesta perderam feio, só vão levar se o LULA quiser, mas aparentemente pelo que foi divulgado não dá para negar, os americanos querem participar do bolo da festa.

  89. Fritche em 21 out, 2009 às 11:20

    “o custo de um piloto brem treinado é altissímo”

    Fritche, o custo é alto, embora não seja o que vc falou, como bem disse o Fco AMX. Mas o que estava questionando é do ponto de vista puramente psicológico, estar ou não pilotando um bimotor não faz, ou pelo menos não deve fazer diferença. Mas é mais que óbvio que o piloto deve voltar pra casa, jamais disse que ele deve ser um kamikaze. Apenas que a missão deve ser mais importante que sua vida. E isso é igual pra infantes ou para pilotos de alta performance.

    No mais, vc deixa de considerar um ponto importante: nem todo piloto que é abatido morre, na verdade a maioria sobrevive.

    “Ponto 2, se o caça bimotor leva vantagem em uma batalha aérea, e essa vantagem pode significar a perda ou não de uma base ou determinado ponto, com qual caça vc iria?”

    Que vantagem que o bimotor leva, se ambos caem do mesmo jeito, ou praticamente do mesmo jeito, quando atingidos (exceto talvez o A-10, aquele tanque voador, rs)? E mais, ainda que essa vantagem exista, ela compensa o preço a se pagar, ao longo das décadas de vida útil de um aparelho? E mais, na linha do que disse Chico, ainda que demore pra formar um piloto, com a economia de dinheiro que um monomotor propicia ao longo do tempo dá para se formar vários pilotos!

    “Ah, espero que ao dizer que o bimotor só leva vantagem em combate, tenha se referido a dogfight, que senão, para que mais serve um caça senão o combate? 7 de setembro e ‘portões abertos’ não conta…”

    Amigo, confesso que não entendi o que vc disse. Mas decerto eu não me referia a desfiles.

    Gde abraço e está convidado pro chopp de final de ano em Cps. Aliás, todos estão: a primeira rodada é por minha conta (as demais vão por conta dos outros, rsrsrs).

  90. Os americanos só vão levar esta se detonarem os financiadores dos franceses, bancos europeus ligados a paraísos fiscais, mandando para lá o FBI e a CIA.
    O financiamento americano é o melhor indiscutivelmente do próprio povo americano, ainda melhor que o financiamento do BNDES.

  91. Alexandre em 21 out, 2009 às 11:53

    “O rafale perdeu licitações na coreia por questões politicas”

    Será, amigo? o que lhe dá tanta certeza? De qualquer maneira, a França não é tão fraca politicamente. E isso não muda o fato de que o Rafale é um caça uniencomenda…

    “O gripen consegue porém lembro ao colega que o mesmo o fez limpo ou seja sem armamento.”

    Amigo, a info que tenho, s.m.j. aqui mesmo do Blog, é que o Gripen NG atingiu supercruzeiro (mach 1,1) em configuração ar-ar. Não foi “limpo”.

    “Mesmo não tendo o projeto dos dois fica fácil de saber que são de classes diferentes, olhe a quantidade de armamento que o rafale carrega e o sueco.”

    O Rafale carrega quantidade de armamentos? Acho que o amigo está confundindo armamentos com tanques hein? No mais, posso lhe mostrar fotos de Gipen C/D (nem é o NG) com uma penca de armas em seus cabides duplos. Aliás, deve ter até aqui mesmo no Blog.

    “Fica difícial acreditar que um avião bem menor e com uma motorização consegue ter uma desempenho igual ao de uma aeronave de maior e birreator.”

    Amigo, como diz o ditado, “tamanho não é documento”. Muitas vezes, aliás, é o contrário que se dá.

    “Quanto ao custo da aeronave o que encarece o rafale é o euro pois o mesmo tem uma manutenção simples, porém o gasto pode ser reduzido tornando essa manutenção no brasil.”

    O Rafale já era caro antes da escalada do Euro, e esta se mantendo será ainda mais caro no futuro. O único jeito do Rafale não ser tão caro é ser integralmente fabricado no Brasil, o que os francos não querem e sabemos ser inviável no momento.

    “O que torna o sueco preocupante é o fato do governo sueco não ter comprado nenhum, ou seja caso o governo sueco decida vamos para um avião de 5 geração e não de 4,5 o que a saab vai fazer????? Seriamos os únicos operadores do avião.”

    O Gripen NG é inteiramente modular (vantagem única entre os concorrentes) e pode ser atualizado/modernizado quase que integralmente a um baixíssimo custo. Se a SAAB for para um 5G, podes crer que o governo da Suécia vai preferir instalar capacidades Stealth nos Gripen que já possui, do que adquirir um vetor completamente novo.

    Sds.

  92. Bem quanto ao comentário sobre a pintura, eu acho que o MD tinha que pensar em camuflagem digital primeiro p/ EB, que utiliza um padrão baseado em padrões dos anos 70.

    Quanto ao valor do RAFALE, ele virá com radar AESA, suite eletronica Spectra e duas Snecma M-88…

    Quanto ao Gripen, virar com um radar PESA, suite eletronica de qualidade duvidosa, pois a Suécia nunca entrou em combate aéreo, portanto não possui experiência sobre o assunto (Alguma viúva chorona vai falar que o red flag é combate?) e a turbina com certeza não será a mesma que é oferecida, talvez uma cópia chinesa!

    Alguém se habilita a jogar a pá de cal???

  93. eu ja desistia de ler esses comentarios daqui, com exeção de alguns poucos, as opiniões são muito inflamadas e baseadas em visões muito restritas da realidade da situação.

  94. A diferença entre o PESA e o AESA é mais no sentido da ‘versatilidade’ já que o segundo consegue ativar várias funções simultaneamente. Exemplo: busca aérea e mapeamento do solo.
    O PESA fica limitado a uma função de cada vez já que possui apenas uma fonte de radiofrequência, embora com todas as vantagens inerentes da varredura eletrônica.
    Com um processador adequado e com a fusão de dados, as informações podem ser apresentadas ao piloto quase de modo semelhante ao do AESA, já que o PESA consegue rapidamente mudar de função de modo rápido e intermitente. O sistema de fusão de dados e de apresentação sintética de informação faz o piloto ‘acreditar’ que é em tempo real já que ele ‘congela’ as informações e as atualiza e apresenta de modo dinâmico.
    Mas claro, o AESA é muito superior no geral. Meu comentário foi só no sentido de dizer que no tocante, por exemplo ao combate aéreo, a capacidade de busca e trancamento não é muito diferente entre um PESA e um AESA. E nada impende até que um PESA seja melhor pontualmente em uma determinada função.
    Um abraço a todos.

  95. Um bom exemplo é o radar PESA do Su-30 que não sei a designação. Ele é tido como capaz de detectar e rastrear um ‘grelin de pulga’ a zentos quilômetros. rsrs…..

  96. A SAAB concentrou sua oferta nos custos e em possível TT, que na realidade era para FAB bancar o témino do desenvolvimento do mesmo, para atingir a Dassault que tem a preferência do governo.
    Agora a Dassault faz o mesmo dando o troco fazendo até criticas ruins do gripen.
    Parece que a disputa vai ficar mesmo entre os dois, se não as críticas teriam outras dimensões, já que o governo brasileiro percebeu do peso da oferta da SAAB na opinião pública.

    Duvido que a comissão da FAB vai sair do pensamento do governo, já que desde o início foi direcionada para o Rafale. A própria lista tríplice (short list) dá esta idéia, pois afastaram concorrentes de peso.

    Depois da escolha e assinatura do acordo e contrato de financiamento dos subs, alguem voltou a falar do assunto. Vai acontecer o mesmo com os caças. Estes comentários jornalísticos são na maioria para tentar influenciar e amendrontar.

    Como a escolha não é escambo, duvido que alguns fatores vão pesar.

    Talvez o governo só está esperando o novo acordo militar com os EEUU para diminuir o impacto da escolha e anunciar aquilo que todos já estão esperando.

    A proposta da França é estratégico e envolve outros fatores, já a americana é mais comercial.

    Como disse o Hornet, a proposta da dassault envolve até os centros tecnológicos.

  97. Amigos so para deixar claro. O Rafale nao tem supercruise tanto e que para a India eles nao conseguiram demonstrar essa capacidade. Atualmente na europa somente o EF-2000 e o Gripen Demo tem essa capacidade. Att. Atkinson. (teclado sem acento, sorry)

  98. LBacelar em 21 out, 2009 às 12:46

    “Quanto ao Gripen, virar com um radar PESA”

    Amigo, até onde sei o Gripen virá com Radar AESA, que está sendo desenvolvido pela italiana Galileo.

    “suite eletronica de qualidade duvidosa, pois a Suécia nunca entrou em combate aéreo”

    AHAHAHAHAHAHA!!! Essa foi boa!!!! E A FRANÇA ENTROU EM COMBATE AÉREO QUANDO? NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL??? E O RAFALE? ENFRENTOU QUANTAS AERONAVES DO TALEBAN??? 🙂

    Abs.

  99. Pois é RenanZ, você está certo… o pessoal fica discutindo, mas tem muito lobby de todo lado, muita notinha repetitiva, muita mentira repetida para ver se cola… de todos os lados. Eu não entendo porque tanta discussão, no fim das contas “O Cara” vai decidir, e vai decidir entre os três eleitos pela FAB como sendo os melhores.

    Como eu comentei antes, eu sou a favor do Rafale, mas não vejo maiores problemas com o SH ou com o NG… acho que é mais questão de retórica porque o SH vai sair de linha… vai sair de linha mas vai continuar com manutenção por um bocado de tempo… quanto ao NG, como o Felipecps comentou, já falaram até que ele não passa de um avião de papel… na verdade tem um modelo Gripen antigo de demonstração modificado que está testando todos os equipamentos que serão usados no novo avião e eles só estão esperando os fundos para tocar o projeto.

    O SH tem qeu desconectar pedaços do equipamento de infra-vermelho antes de engajar inimigos 🙂 e o próprio Rafale, tá cheio de coisas que ainda precisam de ser implantadas.

    Agora… a FAB não colocou os três no shortlist?

    Então ela deve saber o que faz, e se o Gripen for o escolhido, vai ser por algum motivo. O mesmo com relação ao Rafale e ao SH, um deles vai ser escolhido e o pessoal que tá recebendo grana da SAAB e da Boeing estão fazendo o papel deles, estão sendo pagos para isso.

    Você vai continuar vendo a choradeira da turminha do lobby seja a favor do SH ou do Gripen… e como o Rafale deve ser o escolhido, o Rafale segue como o principal foco dos ataques. Com o Gripen em segundo lugar.

    Aí você lê que o gripen é uma colcha de retalhos, que os suecos não podem transferir a tecnologia do motor nem do radar, que francês não é confiável, que o Lula é o pior presidente que o Brasil já teve (sim, porque foi o único a investir nas FAs), que inglês é legal e nunca vendeu arma em troco de diamante para a África, que os americanos nunca ferraram com a gente, e que os eua sim são confiáveis 😉 eu já lí até uma palhaçada dizendo que o Brasil devia comprar harriers para a nossa Marinha 😉 o pessoal viaja na maionese mesmo, hehe veja só onde chegou o medo, só porque o Rafale é um avião que foi testado inicialmente no SP e o SH é pesado demais para o nosso NAE.

    Bem, o choro faz parte da novela… e como dizia o Ribeiro um baiano sabido, dono de um bar onde eu jogava sinuca quando eu era moleque:

    “Enquanto os cães ladram a caravana passa”

    … é seguir acompanhando a novela do FX2.

    Abraços,
    Fernando

  100. Oi para todo o mundo

    Thomson – Raytheon…..

    1/SUL CORÉIA 2002 F15
    1/ COREE DU SUD 2002 F 15-Rafale

    « 
    The U.S., which stations 37,000 troops in South Korea as a bulwark against communist North Korea, has had a virtual monopoly in the sale of fighter jets here since the 1950-53 Korean War. Two years ago, when they started shopping for a new fleet of fighters, the Koreans decided to put the contract out to bid with a new and more open procurement process.
    Seven companies submitted bids, and the contest was whittled down through various rounds of evaluations to Dassault, which makes the Rafale fighter, and Boeing, which is to manufacture an updated version, known as the F-15K, of its classic jet. That’s when the bidding war began to get interesting.
    During President Bush’s visit to Asia in February, a popular conspiracy theory took root here that the ulterior motive of the trip was to sell weapons and that the White House would support South Korean President Kim Dae Jung’s policies of greater openness toward North Korea only if Boeing won the bid.
    The idea of a conspiracy seemed to gain credence in March when a South Korean air force colonel involved in the bidding appeared on television–his voice and image altered to disguise his identity–to allege that superiors had told him the U.S. threatened to pull its troops out of the Korean peninsula if Boeing did not win the contract. »
    LA Times 2002

    « La Corée du Sud a connu une poussée de fièvre anti-américaine après le choix du gouvernement en faveur de l’avion de chasse de Boeing pour équiper l’armée de l’air. Au terme de la première évaluation, le F-15K américain et le Rafale français ont obtenu presque les mêmes notes. Cependant, la deuxième série d’examens doit tenir compte des enjeux diplomatiques et c’est pourquoi le F-15K américain est quasi assuré d’emporter le marché de 4,6 milliards d’euros. Ce choix confirme le monopole de fait des entreprises américaines dans le secteur militaire sud-coréen. Le Washington Post rapporte que des sites internet américains ont été saturés par des messages d’insulte contre les Etats-Unis et contre Boeing. A Séoul, des associations ont manifesté dans la rue leur mécontentement. Les militants coréens font valoir les meilleurs résultats du Rafale ainsi que le faible coût de l’avion français. De son coté, Dassault a demandé aux autorités sud-coréennes de faire leur choix dans la transparence et l’équité. Sans écarter la possibilité d’un recours en justice en cas de litige.
    Le constructeur aéronautique français Dassault va porter plainte et demander la suspension de la procédure d’appel d’offre de l’armée de l’air sud-coréenne. L’entreprise a annoncé aujourd’hui son intention de déposer un recours devant un tribunal de Séoul. Elle estime que son avion de chasse le Rafale a été injustement lésé face à son concurrent le F-15K de Boeing. Ces deux appareils se disputent un marché de 4 milliards de dollars en Corée du Sud. Selon les premières évaluations du gouvernement de Séoul publiées la semaine dernière, le Rafale de Dassault a obtenu de meilleurs résultats que son concurrent américain
    « 
    Site association France-Corée 2002

    « Le Rafale en terrain miné en Corée du Sud
    Perquisitions, intimidations, pugilat publicitaire… Pour Dassault, le suspense autour de la commande de quarante avions de chasse par l’armée de l’air sud-coréenne tourne au western. Après la mise en cause, mi-mars, de son agent local soupçonné d’avoir versé un pot-de-vin de 7 000 dollars (8 000 euros) à un colonel incarcéré depuis (Libération du14 mars), l’avionneur français qui tente d’imposer son Rafale a subi vendredi les foudres de la sécurité militaire. Une vingtaine d’inspecteurs, munis d’un mandat dans le cadre d’une enquête sur la fuite de secrets défense, ont perquisitionné les bureaux de son agence de relations publiques locale, Alfred Communication, et tout embarqué sans explication : ordinateurs, CD-Roms, dossiers, etc.
    « 
    « Transparence
    «On veut nous bâillonner, s’énerve Yves Robins, vice-président de Dassault. Nos employés sont terrorisés. Tous les moyens sont bons pour empêcher le déroulement du processus de façon transparente comme le gouvernement l’avait promis.» Dimanche, la firme a demandé «fermement» le retour du matériel saisi, indispensable à sa communication à la veille d’une semaine décisive. En théorie, le ministère de la Défense sud-coréen doit annoncer d’ici au 29 mars le résultat de son audit des quatre appareils en lice (le Rafale, le F15 de Boeing, le Typhoon d’Eurofighter (1) et le Sukhoi russe). Avec, à la clé, un contrat d’environ 4 milliards de dollars (4,56 milliards d’euros). Les accusations de Dassault visent les partisans de Boeing, dont le F15 est le concurrent le plus sérieux pour d’évidentes raisons politiques : liés à la Corée du Sud par un pacte de sécurité, les …tats-Unis y ont 37 000 hommes stationnés. Le coup porté à son agence de communication intervient moins de deux semaines après l’affaire dite du pot-de-vin, et alors que Boeing mène une offensive médiatique tous azimuts.
    Le camp tricolore fait aussi remarquer que les malheurs du Rafale ont débuté fin février, juste après la visite à Séoul du président Bush venu y faire l’éloge de l’alliance entre les deux pays face à la Corée du Nord. Chez Boeing, on qualifie de «paranoïaque» cette théorie du complot : «Nous-même avons fait l’objet d’enquêtes», répond un de ses porte-parole, sans préciser que celles-ci en sont restées au stade administratif. Or, l’enquête lancée contre Dassault est, elle, beaucoup plus musclée : «Ce genre de descente rappelle les méthodes barbouzes des années de dictature, confie Kong Hyun Kung, patron de la boîte de communication perquisitionnée. Le Rafale gêne. La compétition vire au duel sans merci.» De fait, ajoute Yves Robins, «personne, côté coréen, n’a démenti les affirmations de la presse locale selon lesquelles l’offre Rafale est non seulement moins chère que le F15, mais, en plus, supérieure dans toutes les catégories retenues pour l’audit».
    « 

    Les F-15 tirent plus vite que les rafales
    L’avionneur français Dassault Aviation pourrait perdre un contrat de plusieurs milliards de dollars en Corée du Sud car son agent local serait impliqué dans une affaire de corruption. (selon les termes de l’appel d’offres, le vainqueur peut perdre tout ou partie de son contrat s’il est convaincu de corruption) MAIS cette vision simpliste ne satisfait pas l’équipe guerreco.
    Avec son Rafale, Dassault Aviation est en concurrence avec l’Américain Boeing et son F-15, le Russe Sukhoï et son Su-35 et le consortium européen Eurofighter avec son Typhon pour la fourniture de 40 chasseurs à l’armée de l’air sud-coréenne d’ici 2008 pour un contrat de 3,2 milliards de dollars (3,62 milliards d’euros).
    Le quotidien ”JoongAng Ilbo” et d’autres médias affirment qu’un colonel, identifié simplement par son prénom Cho, a reçu de l’argent pour ses ”conseils” sur le prix et d’autres critères entrant dans le mode de sélection de l’appel d’offre. Tous les médias ont cité des sources proches de l’enquête militaire.
    La société Dassault aviation quand a elle, nie toute implication dans un processus de corruption de ce colonel Coréen. Un porte-parole de Dassault affirmait d’ailleurs le 12 Mars ” tout le monde sait que le processus d’évaluation a placé le Rafale en tête. Nous craignons qu’il y ait une manipulation initiée par des personnes gênées de voir le Rafale être de meilleure qualité.”
    On a également rapporté que des responsables de la défense favorisaient le produit des USA en raison de l’alliance militaire étroite entre Séoul et Washington. La semaine dernière, certains législateurs accusaient le gouvernement Coréen de succomber à la pression politique de Washington afin de porter leur choix sur le F-15.
    Plusieurs éléments sont ici a prendre en compte :
    1. Lors de sa visite en Corée du 19 au 21 Février, le président George W. Bush avait sollicité son homologue coréen pour qu’il achète une centaine d’avions de combat américains F-15. Cette information aurait été confirmée par une source coréenne à Washington. Selon certaines sources, la demande des avions F-15 est en baisse continuelle depuis que Washington a équipé son armée de l’Air des avions furtifs Stealth. Par conséquent, il était possible que les Etats-Unis cessent la production de leurs F-15…
    2. Au début du mois de mars, Cho était apparu le visage masqué sur la chaîne MBC-TV accusant les hauts responsables du ministère de la Défense de faire pression sur son équipe d’essais en vol pour qu’elle change ses méthodes d’évaluation en faveur de Boeing. Il affirmait alors que le Rafale devançait ses concurrents lors des essais en vol. La semaine dernière, le ministre de la Défense Kim Dong-shin avait démenti toute pression en faveur de Boeing.
    3.On ne peut que s’extasier devant la générosité des Français qui aurait corrompu un colonel Coréen pour la somme dérisoire de 9508 euros sur un contrat global avoisinant les 3.62 milliards d’euros (si j’ai bien compris avec un petit crédit, je peux donc facilement remporter un contrat de plusieurs milliards d’euros ?)
    « 

    Liberation+Guerreeco+…

  101. Olha, pelo que eu lí, o Rafale faz supercruzeiro, mas como não tenho saco de verificar a documentação nem os sites, vou ficar calado quanto a isso.

    E quanto ao NG… Eu não vou discutir o supercruise do gripen ng.

    Não há o que discutir porque o NG ainda não existe. O NG foi vendido no FX2 como um projeto… não como um avião que existe, conforme o Saito comentou.

    Quando o gripen ng começar a ser produzido, quando o governo da suécia botar dinheiro no projeto e fizer um “único” pedido, quando houver um caça chamado Gripen NG demonstrando o supercruise… aí eu vou acreditar.

    Por enquanto a SAAB tem um caça gripen velho, pelado, alterado e com um motor mais potente… que a propaganda diz que demonstrou que voa em supercruzeiro. mas é o gripen demo, certo?

    Abraços,
    Fernando.

  102. 1/ COREE DU SUD 2002 F 15-Rafale ( or Thomson CSF- Raytheon or etc etc)

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    The U.S., which stations 37,000 troops in South Korea as a bulwark against communist North Korea, has had a virtual monopoly in the sale of fighter jets here since the 1950-53 Korean War. Two years ago, when they started shopping for a new fleet of fighters, the Koreans decided to put the contract out to bid with a new and more open procurement process.
    Seven companies submitted bids, and the contest was whittled down through various rounds of evaluations to Dassault, which makes the Rafale fighter, and Boeing, which is to manufacture an updated version, known as the F-15K, of its classic jet. That’s when the bidding war began to get interesting.
    During President Bush’s visit to Asia in February, a popular conspiracy theory took root here that the ulterior motive of the trip was to sell weapons and that the White House would support South Korean President Kim Dae Jung’s policies of greater openness toward North Korea only if Boeing won the bid.
    The idea of a conspiracy seemed to gain credence in March when a South Korean air force colonel involved in the bidding appeared on television–his voice and image altered to disguise his identity–to allege that superiors had told him the U.S. threatened to pull its troops out of the Korean peninsula if Boeing did not win the contract. »
    LA Times 2002

    « La Corée du Sud a connu une poussée de fièvre anti-américaine après le choix du gouvernement en faveur de l’avion de chasse de Boeing pour équiper l’armée de l’air. Au terme de la première évaluation, le F-15K américain et le Rafale français ont obtenu presque les mêmes notes. Cependant, la deuxième série d’examens doit tenir compte des enjeux diplomatiques et c’est pourquoi le F-15K américain est quasi assuré d’emporter le marché de 4,6 milliards d’euros. Ce choix confirme le monopole de fait des entreprises américaines dans le secteur militaire sud-coréen. Le Washington Post rapporte que des sites internet américains ont été saturés par des messages d’insulte contre les Etats-Unis et contre Boeing. A Séoul, des associations ont manifesté dans la rue leur mécontentement. Les militants coréens font valoir les meilleurs résultats du Rafale ainsi que le faible coût de l’avion français. De son coté, Dassault a demandé aux autorités sud-coréennes de faire leur choix dans la transparence et l’équité. Sans écarter la possibilité d’un recours en justice en cas de litige.
    Le constructeur aéronautique français Dassault va porter plainte et demander la suspension de la procédure d’appel d’offre de l’armée de l’air sud-coréenne. L’entreprise a annoncé aujourd’hui son intention de déposer un recours devant un tribunal de Séoul. Elle estime que son avion de chasse le Rafale a été injustement lésé face à son concurrent le F-15K de Boeing. Ces deux appareils se disputent un marché de 4 milliards de dollars en Corée du Sud. Selon les premières évaluations du gouvernement de Séoul publiées la semaine dernière, le Rafale de Dassault a obtenu de meilleurs résultats que son concurrent américain
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    Site association France-Corée 2002

    « Le Rafale en terrain miné en Corée du Sud
    Perquisitions, intimidations, pugilat publicitaire… Pour Dassault, le suspense autour de la commande de quarante avions de chasse par l’armée de l’air sud-coréenne tourne au western. Après la mise en cause, mi-mars, de son agent local soupçonné d’avoir versé un pot-de-vin de 7 000 dollars (8 000 euros) à un colonel incarcéré depuis (Libération du14 mars), l’avionneur français qui tente d’imposer son Rafale a subi vendredi les foudres de la sécurité militaire. Une vingtaine d’inspecteurs, munis d’un mandat dans le cadre d’une enquête sur la fuite de secrets défense, ont perquisitionné les bureaux de son agence de relations publiques locale, Alfred Communication, et tout embarqué sans explication : ordinateurs, CD-Roms, dossiers, etc.
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    « Transparence
    «On veut nous bâillonner, s’énerve Yves Robins, vice-président de Dassault. Nos employés sont terrorisés. Tous les moyens sont bons pour empêcher le déroulement du processus de façon transparente comme le gouvernement l’avait promis.» Dimanche, la firme a demandé «fermement» le retour du matériel saisi, indispensable à sa communication à la veille d’une semaine décisive. En théorie, le ministère de la Défense sud-coréen doit annoncer d’ici au 29 mars le résultat de son audit des quatre appareils en lice (le Rafale, le F15 de Boeing, le Typhoon d’Eurofighter (1) et le Sukhoi russe). Avec, à la clé, un contrat d’environ 4 milliards de dollars (4,56 milliards d’euros). Les accusations de Dassault visent les partisans de Boeing, dont le F15 est le concurrent le plus sérieux pour d’évidentes raisons politiques : liés à la Corée du Sud par un pacte de sécurité, les …tats-Unis y ont 37 000 hommes stationnés. Le coup porté à son agence de communication intervient moins de deux semaines après l’affaire dite du pot-de-vin, et alors que Boeing mène une offensive médiatique tous azimuts.
    Le camp tricolore fait aussi remarquer que les malheurs du Rafale ont débuté fin février, juste après la visite à Séoul du président Bush venu y faire l’éloge de l’alliance entre les deux pays face à la Corée du Nord. Chez Boeing, on qualifie de «paranoïaque» cette théorie du complot : «Nous-même avons fait l’objet d’enquêtes», répond un de ses porte-parole, sans préciser que celles-ci en sont restées au stade administratif. Or, l’enquête lancée contre Dassault est, elle, beaucoup plus musclée : «Ce genre de descente rappelle les méthodes barbouzes des années de dictature, confie Kong Hyun Kung, patron de la boîte de communication perquisitionnée. Le Rafale gêne. La compétition vire au duel sans merci.» De fait, ajoute Yves Robins, «personne, côté coréen, n’a démenti les affirmations de la presse locale selon lesquelles l’offre Rafale est non seulement moins chère que le F15, mais, en plus, supérieure dans toutes les catégories retenues pour l’audit».
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    Les F-15 tirent plus vite que les rafales
    L’avionneur français Dassault Aviation pourrait perdre un contrat de plusieurs milliards de dollars en Corée du Sud car son agent local serait impliqué dans une affaire de corruption. (selon les termes de l’appel d’offres, le vainqueur peut perdre tout ou partie de son contrat s’il est convaincu de corruption) MAIS cette vision simpliste ne satisfait pas l’équipe guerreco.
    Avec son Rafale, Dassault Aviation est en concurrence avec l’Américain Boeing et son F-15, le Russe Sukhoï et son Su-35 et le consortium européen Eurofighter avec son Typhon pour la fourniture de 40 chasseurs à l’armée de l’air sud-coréenne d’ici 2008 pour un contrat de 3,2 milliards de dollars (3,62 milliards d’euros).
    Le quotidien ”JoongAng Ilbo” et d’autres médias affirment qu’un colonel, identifié simplement par son prénom Cho, a reçu de l’argent pour ses ”conseils” sur le prix et d’autres critères entrant dans le mode de sélection de l’appel d’offre. Tous les médias ont cité des sources proches de l’enquête militaire.
    La société Dassault aviation quand a elle, nie toute implication dans un processus de corruption de ce colonel Coréen. Un porte-parole de Dassault affirmait d’ailleurs le 12 Mars ” tout le monde sait que le processus d’évaluation a placé le Rafale en tête. Nous craignons qu’il y ait une manipulation initiée par des personnes gênées de voir le Rafale être de meilleure qualité.”
    On a également rapporté que des responsables de la défense favorisaient le produit des USA en raison de l’alliance militaire étroite entre Séoul et Washington. La semaine dernière, certains législateurs accusaient le gouvernement Coréen de succomber à la pression politique de Washington afin de porter leur choix sur le F-15.
    Plusieurs éléments sont ici a prendre en compte :
    1. Lors de sa visite en Corée du 19 au 21 Février, le président George W. Bush avait sollicité son homologue coréen pour qu’il achète une centaine d’avions de combat américains F-15. Cette information aurait été confirmée par une source coréenne à Washington. Selon certaines sources, la demande des avions F-15 est en baisse continuelle depuis que Washington a équipé son armée de l’Air des avions furtifs Stealth. Par conséquent, il était possible que les Etats-Unis cessent la production de leurs F-15…
    2. Au début du mois de mars, Cho était apparu le visage masqué sur la chaîne MBC-TV accusant les hauts responsables du ministère de la Défense de faire pression sur son équipe d’essais en vol pour qu’elle change ses méthodes d’évaluation en faveur de Boeing. Il affirmait alors que le Rafale devançait ses concurrents lors des essais en vol. La semaine dernière, le ministre de la Défense Kim Dong-shin avait démenti toute pression en faveur de Boeing.
    3.On ne peut que s’extasier devant la générosité des Français qui aurait corrompu un colonel Coréen pour la somme dérisoire de 9508 euros sur un contrat global avoisinant les 3.62 milliards d’euros (si j’ai bien compris avec un petit crédit, je peux donc facilement remporter un contrat de plusieurs milliards d’euros ?)
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    Liberation+Guerreeco+…

  103. Valeu ae Bosco,

    Pensando bem .. mesmo usando armas “dispare e esqueça” uma capacidade maior de carga tem algumas vantagens, mas acredito que 2 gripens Ng compensariam com sobras em relação 1 Rafale, por exemplo. Acho q só perderia para um SU-35 BM.. esse não tem como discutir.

  104. Caro amigo Hornet,

    gostaria de saber sua opinião, sempre bem ponderada, em relação à proposta da SAAB. Ela envolve a verticalização? Ou não? Digo isso porque achei uma boa proposta para o Brasil.

    Um abraço.

  105. Paulo essa fonte que vc citou não é confiável.
    O senhor Jânio de freitas foi o mesmo que publicou informando que o submarino scorpone adquirido pela marinha do brasil era 5 vezes mais caro que o modelo 214, a marinha imediantamente publicou uma resposta onde a mesma rebate todas as informações do autor e provando que a escolha do scorpone foi a mais acertada.
    Esse mesmo senhor publicou uma nota informando que os 3 concorrentes eram inferior ao su 30 da venezuela, onde o mesmo se mostrava contra a qualquer investimento por parte do governo a compra de equipamentos para as forças armadas.
    A frança é confiável, o que não é confiável é esse senhor Jânio de Freitas jornalista da folha.

  106. Fernando. O Rafale nao tem supercruise porque ele nunca foi projetado para ter. Quando ele foi desenvolvido nao queriam um aviao Mach 2.0 e supercruise ainda nao era explorado. Se hoje o Rafale fosse ter essa capacidade, ele tinha que tem um motor mais potente e as entradas de ar dos motores deveriam ser bem maiores. Para voce mudar o tamanho das entradas de ar dos motores, tem que reprojetar parte da celula do aviao.

    O Gripen DEMO foi desenhado desde o comeco para ter supercruise. E conseguiu voar em supercruise. Voce deve estar perguntando porque. Porque o DEMO e uma plataforma de demonstracao para o Next Generation, e esse Ng tem como requisito ter supercruise, antes mesmo do aviao for passado para o papel. O Rafale e um projeto que ja tem decadas e o Next Generation e de agora. Att. Atkinson.

  107. Para o ze em, eu escrevi o que foi dito pelos dois diretores na entrevista que eles deram para o estado(é só procurar no youtube). O diretor da saab informou que o valor não passava dos 4000 e o diretor da dasault informou que eram de 9800 euros. O jornalista indagou esse valor para o francês e o mesmo informou que esses valores poderiam ser negociados, sendo que se for feita a revisão do equipamento no brasil esse valor diminui. O que encarece o rafale é que o mesmo é um produto cotato em euro, mas eu friso que tanto o estado quanto o defesanet publicaram noticiais informando da diminuição desses valores.Agora temos que lembrar que a manutenção são feitas em ciclos ou seja tem que ser avaliar qual caça pede manutenção primeiro.

  108. Olha eu nao sou contra o RAFALE-3!
    Eu acho que se o BRASIL que ser grande, tem que pensar grande!
    RAFALE-3 é um otimo aviao. Mas para a marinha!
    Agora para defesa total o GRIPEN JAS-39 NG é otimo!
    È bom ter sempre dois modelo de caça para defesa nacional!
    Moro em BH/MG estou cansado de ver o mesmo caça MIRAGE 2OOO,F-5 II,AMX-A1 e o ALX-29!
    Quero ver um super caça cortando as montanhas de MINAS!
    Vamos ser grande!
    Tem mais uma coisa nao dianta ter um super caça se nao tem armamento!
    È a mesma coisa voçÊ estir uma FERRARI com motor FUSCA!
    Nao te leva lugar nem um!
    Quem venha o melhor!

  109. bom so para não deixar em branco

    “Em relação ao “super cruise” (capacidade de manter velocidades supersônicas sem o uso de pós-queimador) o Rafale é sim capaz de executá-lo, desde que o mesmo encontre-se em altitude ideal para tal.”

    fonte = Poder Aereo http://www.aereo.jor.br/2009/04/15/o-rafale-apresentado-por-quem-entende/

    mas particularmente não achei exagerado a Dassault falar do Gripen do jeito que disse, afinal é obvio que eles pertencem a categorias diferentes, isso é evidente para qualquer com um minimo de criterio.

  110. A gente não pode esquecer que o supercruise aumenta a persistência supersônica mas não aumenta o alcance. Pelo menos de modo significativo.
    Ou seja, mesmo para quem tem, no caso o F-22, deve ser usado com parcimônia já que o uso do mesmo reduz a ‘autonomia’, portanto, só deve ser usado em situações táticas de engajamento ou desengajamento.

  111. Quanto a história de componentes eletrônicos no rafale:

    Sobre o radar RBE2, do tipo AESA (active electronically scanned array), foi dito que o programa de desenvolvimento do mesmo está completo e a Força Aérea da França o terá a partir de 2012. No início do desenvolvimento do radar, foram utilizados componentes eletrônicos de origem norte-americana. No entanto, esta última versão do radar já conta com todos os componentes fabricados na França.

    http://www.aereo.jor.br/2009/04/15/o-rafale-apresentado-por-quem-entende/

  112. Case: Thomson-Alcatel v Raytheon
    Who: CIA/NSA
    When: 1994
    What: Award to the French firm Thomson-Alcatel of a Brazilian contract for the satellite monitoring of the Amazon Basin (US$ 1.4 bn)
    How: Interception of communications to and from the successful tenderer (Thomson-Alcatel)
    Aim: Uncovering corruption (payment of bribes)
    Consequences: Clinton complains to the Brazilian Government; under pressure from the US Government, the contract is awarded to the US firm Raytheon
    Source: ‘Maulwürfe in Nadelstreifen’, Andreas Förster, p. 91

    Case: Thomson-Alcatel v Raytheon
    Who: US Department of Commerce ‘made efforts’
    When: 1994
    What: Negotiations on a project worth billions of dollars concerning the radar monitoring of the Brazilian rainforest
    How: INot stated
    Aim: Win contract
    Consequences: The French firms Thomson CSF and Alcatel lose the contract to the US firm Raytheon
    Source: „Antennen gedreht”, Wirtschaftswoche Nr.46 / 9 November 2000

    Case: Thomson-Alcatel v Raytheon
    Who: NSA Department of Commerce
    When: Not Stated
    What: – Negotiations concerning a project worth US$ 1.4 bn concerning the monitoring of Amazon Basin (SIVA)
    – Discovery that the Brazilian selection panel had accepted bribes.
    – Comment by Campbell: Raytheon supplies equipment for the Sugar Grove interception station
    How: Surveillance of the negotiations between Thomson-CSF and Brazil and forwarding of the findings to Raytheon Corp.
    Aim: Uncovering bribery and winning of the contract
    Consequences: Raytheon wins the contract
    Source: Duncan Campbell in STOA, 1999, Part 2/5, with reference to New York Times, How Washington Inc. Makes a Sale, by David Sanger, 19 February 1995, and http://www:raytheon:com/sivam/contract:html

  113. Bom a própria fonte do blog aéreo cita o piloto Martel que foi piloto do rafale pela frança e que o mesmo consegue supercruise dependedo das condições de altitude e armamento.
    O supercruise é uma coisa muito relativa depende muito da altitude e da quantidade de carga. Existem relatos sobre o SNECMA M88-2 que o mesmo consegue com o rafale limpo e outras fontes que dizem que não. O mais provável é que com a SNECMA M88-3 não fique dúvidas dessa capacidade já que o mesmo possui 20% a mais de potência que o SNECMA M88-2.

  114. Alguém viu o NG atingir supercruise? alguém viu o NG afinal? pois se existe alguém que viu nos conte paa nós avisarmos a SAAB para ela poder dizer “o NG existe” pelo menos em algum lugar!…

  115. Eles n]ao falam de preços porque os bobos que conduzem a negociação são movidos por ressentimentos passados.Eles pararam no tempo,não evoluiram so acumularam magoas.Os Franceses ja botaram o preço pra eles e eles ja aceitaram.E a FAB ? E o povo ? Estamos todos fazendo papel de bobo pra eles e ainda vem depois o caroço de cajá,com Tio Sam boicotando tudo e mais tudo que for possivel.

  116. Gripen é lindo e não transmite HIV porque é como se relacionar pelo MSN e o prazer é virtual embora seu projeto,a tecnologia e acima de tudo o carater Sueco me encantam.

  117. Amigo Walderson,

    na minha opinião a proposta da SAAB é para a indústria, e não para a C&T do país.

    A industria pode se capacitar com ela (com a SAAB), mas dificilmente a C&T do país ganhará muita coisa (alguma coisa sempre ganha, mas nada de muito estraordinário tendo em vista o investimento que faremos, de bilhões). Se vc prestar bem a atenção na proposta da SAAB está escrito lá que eles oferecem uma TT que visa a integração de componentes. E é nesta parte que eles garantem 100% de TT. E acho que eles cumprem o que prometem. Não duvido disso.

    No entanto, como a SAAB não detém a capacidade de produzir 3 itens fundamentais de um caça – o motor, o radar e as armas – então eles propõe um TT que visa a liberdade para se integrar esses itens. E eu acredito, sinceramente, na oferta de TT da SAAB.

    Só que, integrar componentes não é a mesma coisa que projetá-los. E o problema aqui nem é boicote dos EUA ou dos marcianos. O problema é que a SAAB não detém a tecnologia para construir motores modernos, radares AESA e mísseis de última geração. Então, mesmo que queira, não haverá TT completo desses itens, pois a SAAB não sabe projetá-los (só sabe integrá-los).

    Nós certamente aprenderemos como faz para integrar esses itens em um caça. Mas não saberemos como projetá-los individualmente. Teremos que procurar no mercado esses componentes já prontos. Componentes é modo de falar, pois não estou me referindo a fios elétricos e rebites aeronáuticos, mas sim a turbinas supersônicas modernas, mísseis de última geração e radares AESA.

    Para a Embraer essa proposta é boa, porque a Embraer de certo modo trabalha assim. Ela é uma montadora também. E participar de um projeto que dá liberdade de escolha dos componentes vitais de um caça para a Embraer é algo positivo.

    Só que, para a autonomia efetiva do conhecimento aeroespacial por parte do Brasil a proposta Suéca é fraca. Ela (a proposta suéca) não envolve a parceria com o CTA, ITA, universidades etc. E por que não faz isso? Porque os itens principais que poderiam ser desenvolvidos (projetados) no CTA, por exemplo, como um radar AESA, a SAAB não domina.

    E não podemos confundir as coisas. Indústria é só uma parte da questão. Sem envolvimento dos centros de pesquisa brasileiros não há capacitação tenológica, ou seja, sem envolvimento dos cientistas e engenheiros do CTA, ITA etc. não aprenderemos a projetar nada. E se não aprendemos a projetar, não temos TT efetiva. Por isso que eu afirmo sem medo de errar: a proposta da SAAB e da Boeing, quando muito, é para a indústria apenas, é horizontal. A única proposta que eu li até agora que vai além do chão de fábrica é a da Dassault.

    Proposta horizontal é assim: vc pode incluir um milhão de itens nela (como fez a Boeing, por exemplo) – eu vou lhe passar o conhecimento disso, daquilo e daquilo outro. Só que nada aprofundado. Já a proposta vertical concentra nos itens fundamentais de um caça e lhe passa o projeto e ensina como projetar. Projetar não é fabricar. Fabricar qualquer um fabrica. Projetar não é assim.

    Todo mundo aqui no blog eu imagino que conheça essa equação: E=m.c(ao quadrado), correto?

    Com essa fórmula vc pode calcular muita coisa e aplicar na indústria para a produção de laser por exemplo.

    A aplicação da fórmula é o que a indústria faz.

    O que queremos é o conhecimento efetivo (matemático, filosófico) da Teoria da Relatividade (para continuar no exemplo que eu dei) e não a aplicação da fórmula. Entendeu?

    E isso demora, leva anos e anos. Por isso que o que o cara da Dassault disse no post da matéria do Blog é real, é verdadeiro: ao final de 36 caças talvez teremos 50% de TT absorvida. Talvez. Isso pensando em aprendizado completo, que vai do projeto até a fábrica e ao usuário final.

    Se for só pra montar e integrar componentes…basta ajustar a linha de montagem da Embraer que se resolve em pouco tempo. Mas isso não é TT. Isso é apenas terceirização. A mesma coisa que a Embraer vai fazer na Colômbia com os Super Tucanos…e quem sabe nos EUA também, com os mesmos Super Tucanos (quando vender os 100 caças pra USAF e tal).

    Quem acredita que em 3 ou 4 anos possamos ter TT completa, ou de 80% de um caça como o Gripen NG, ou não tem a menor idéia do que está falando ou está caindo no conto do vendedor…ou as duas coisas ao mesmo tempo.

    abração

    ps. Ficou longo o comentário, mas é que pra esplicar essas coisa não consigo sintetiar muito, não…desculpa aí!

  118. Só de curiosidade sobre supercruise.
    O F-22 leva cerca de 9 t de combustível internamente. (No caso do supercruise só pode ser evidentemente com o combustível interno apenas.)
    O consumo específico de combustível dos dois F-119 combinados é de 18 toneladas por hora em potência seca o que faria com que o combustível interno se exaurisse em 30 minutos no máximo.
    Em geral o F-22 persiste em supercruise por 20 minuntos e cobre neste período algo em torno de 600 km.

  119. Walderson,

    para confirmar o que acabei de escrever acima:

    “Proposta sueca atrai indústria

    O diretor do Departamento da Indústria de Defesa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Jairo Cândido, que presidiu as apresentações das propostas da francesa Dassault, da sueca Saab e da norte-americana Boeing para os empresários paulistas, afirma que a única tecnologia “aberta” é a apresentada pela Saab. “Ficou claro que quem está disposto a fazer uma transferência ampla, total e irrestrita, e a trabalhar com as empresas brasileiras são os concorrentes suecos”, diz Cândido. Segundo o diretor, o projeto do Gripen NG “viabiliza uma produção nacional das 36 aeronaves e envolve a indústria nacional desde o primeiro momento no programa”. “A sensação é de que nós teremos ampla e total competência de produzir uma aeronave supersônica no Brasil ao final desse programa”, avalia.”

    http://defesabrasil.com/site/noticias/projeto-f-x2/proposta-sueca-atrai-industria.php

    abração

    ps. Eu sei que a FAB não enviou as propostas apenas paras a Indústria avaliar, mas também para os centros de pesquisa. Só que isso não aparece nos jornais. E os centros de pesquisa tem uma opinião diferente da Indústria. É um jogo de empurra-empurra, um jogo político que ocorre internamente (no Brasil mesmo) em torno do FX2. Cada um querendo puxar a sardinha pra sua brasa. Não tenha dúvida disso.

  120. “Bosco em 21 out, 2009 às 14:02

    A gente não pode esquecer que o supercruise aumenta a persistência supersônica mas não aumenta o alcance. Pelo menos de modo significativo.
    Ou seja, mesmo para quem tem, no caso o F-22, deve ser usado com parcimônia já que o uso do mesmo reduz a ‘autonomia’, portanto, só deve ser usado em situações táticas de engajamento ou desengajamento.”
    Foi o que eu li também. As características de vôo acima de Mach 1 seriam diferentes, oferecendo muito mais resistência do ar. O que faz com que o vôo supersônico ainda que sem pós-combustão, seja bastante ineficiente.

  121. Aconselho aos NG maníacos a lerem o post do Hornet acima! para entenderem de vez que a SAAB não pode transferir e ensinar o que ela não sabe fazer sozinha! será que é difícil entender isso! poh!
    ficam falando que o Rafale não é 100% francês pq tem um chip da Intel, pq usa um fusível coreano, pq tem um componente do sistema OFS da suécia, mesmo sabendo que esses componentes são ofertados no mercado, são, talvez uma compra de melhor custo benefício, e que os fabricantes destes estão super contentes que o Rafale os use pois certamente há um contrato e se eles não cumprirem, mesmo que por motivos de força maior, serão processados dentro dos seus países e na França! além do mais são componentes de 2 escalão – não são radares, motores, fuselagem e asas suopersônicos e, que certamente a França, se preciso for, fabricará ou encomendará de outro país! Mais uma vez afirmo; A FRANÇA É INDEPENDENTE SIM, SEMPRE FOI E SEMPRE SERÁ, EM TERMOS DE EQUIPAGEM MILITAR! É UMA BANDEIRA QUE ELES DEFENDEM! NUNCA DEPENDER DE OUTROS PARA SE DEFENDER! E JUSTAMENTE, NUM MUNDO DE HOJE, DE POSSIBILIDADES MAIS, ELA VAI FICAR NA MÃO DE UM FABRICANTE DE CHIP??? nunca!…. pensem bem nisso!

  122. Amigo Hornet,

    Obrigado pela explicação. Eu tinha achado essa proposta boa demais para ser verdade. Era muita coisa num pacote só. Então, viva o Rafale. Este sempre foi o meu preferido, mas confesso que fiquei balançado pelo papai noel sueco.

    Um abração.

  123. O velocípede da minha filha também tem super cruise em situações especiais, tipo, empurrado ladeira abaixo e com vento a favor e ainda com um cara bem pesado, ele atinge 50 Kms por hora, assim como os esqueites na super rampa, me poupem.

  124. Alexandre
    Caro amigo sinto e dizer porque eu também queria que fosse verdade, mas, nem no site da snecma fala mais sobre o m88-3, é projeto praticamente abandonado, o que se sabe é do projeto dos m88-2 eco que futuramente se tornaram a versão padrão do rafale, eles são cerca de 15% mais potentes e de quebra são 5% ou 6% mais econômicos

  125. Trecho do topico
    Gripen Demo atinge supercruise em teste
    http://www.aereo.jor.br/2009/01/22/gripen-demo-atinge-supercruise-em-teste/

    O teste desta quarta-feira faz parte de um programa abrangente de voos supersônicos com diferentes cargas transportadas. Porém, não foi divulgada em que configuração a aeronave estava quando demonstrou a capacidade supercruise. Segundo Ljungdah, a manutenção da velocidade de Mach 1,2 sem o uso de pós-combustor deu-se na altitude de 28.000 pés, sobre o mar Báltico, e o experimento foi interrompido quando a aeronave chegou ao limite da área de testes.

    Fonte e foto: Gripen International

    agora me digam, não é a mesma situação do rafale? eles disseram que o supercruis se deu a uma altitude especifica em condições especicicas, digam o que difere o super cruise anunciado do gripen e do rafale que tambem foi dito que é capaz de executar a uma altitude especifica?

  126. É só pra refletir!!! Será que essa demora do Governo brasileiro, não acabou complicando a própria decisão final do mesmo? Haveria as pressões que nós simples especuladores se quer sonhamos, nos bastidores políticos e econômicos, se o governo não adiasse tanto sua escolha? A Questão real é, quem tem poder de persuazão entre os três concorrentes? Particularmente duvido que os Americanos venham a perder de fato, é só análisar o comportamento dos mesmos e a sua entrada final no negócio!!!

  127. Srs.
    Se der Rafale (ainda favorito, apesar de tudo), que venha pelo menos com esse m88-3 ae…sempre considerei uma deficiencias do Rafale seu motor e se ele tiver realmente 20% a mais de potencia ae acreditaria no seu supercruise. Supercruise para mim não significa simplesmente voando em mach 1.3/1.6 a vantagem que eu vejo é a alta relação Peso/Potência que poderia se traduzir em vantagens em combate . Poderia inclusive equipar um Gripen NG por que não??.

    []’s

  128. Felipe Cps em 21 out, 2009 às 13:19

    LBacelar em 21 out, 2009 às 12:46

    “Quanto ao Gripen, virar com um radar PESA”

    Amigo, até onde sei o Gripen virá com Radar AESA, que está sendo desenvolvido pela italiana Galileo.

    “suite eletronica de qualidade duvidosa, pois a Suécia nunca entrou em combate aéreo”

    AHAHAHAHAHAHA!!! Essa foi boa!!!! E A FRANÇA ENTROU EM COMBATE AÉREO QUANDO? NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL??? E O RAFALE? ENFRENTOU QUANTAS AERONAVES DO TALEBAN??? 🙂

    Abs.

    Se voce lece ao menos resvista em quadrinho saberia que ele ja foi testado no Iraque e afegaquistão.
    No entanto a unica coisa que voce sabe fazer e criticar o presidente Lula.
    E sem apresentar argumentos ainda por cima.

  129. logo se ve que quem diz que o rafale não foi testado em combate não deve entender muito do assunto, se o rafale é mult-missão incluindo ar-terra, se ele atacar com sucesso alvo em terra é um teste de combate legitimo, pois ele esta executando uma das tarefas para qual foi projetado.

  130. Alexandre em 21 out, 2009 às 13:58

    “…o diretor da dasault informou que eram de 9800 euros.”

    Alexandre, o que você postou vai ao encontro e não de encontro ao que eu falei, pois 9.800 euros equivalem a 14.300 dólares.
    A manutenção sendo feita no Brasil iria baratear o custo para todos e não só para o Rafale.
    Ainda assim, o Rafale seria o mais caro de longe. Ouso comentar que, o vetor Francês, permaneceria com sua hora/voo proibitiva.

  131. Hornet, só um complemento, mostrando que a coisa é um pouco mais complexa:

    A SAAB não domina a tecnologia de produção de radares, armamento ou turbinas porque isso não é o foco dela. Assim como a Dassault não tem seu foco nessas áreas que são da Thales, da MBDA e da Snecma, respectivamente. E, no caso da Boeing, temos a Raytheon e a GE como fornecedores desses equipamentos.

    O que se pode argumentar, isso sim, é que a Suécia, como país, não tem fornecedores próprios desses itens. Mas a Saab, como empresa, tem parcerias de longa data com empresas (de outros países) que projetam, produzem e fornecem esses equipamentos. Assim como a Dassault e a Boeing também têm, porém a diferença é que são fornecedores de seus próprios países (embora isso, hoje seja relativo devido a todo o processo dos últimos anos de internacionalização das companhias de defesa, caso da MBDA).

    O que as propostas dos três concorrentes devem conter, sobre transferência de tecnologia relativa a esses itens, é o que os fornecedores dos mesmos garantiram, tendo os 3 fabricantes como líderes nos respectivos projetos. Assim, na minha opinião, e levando-se em consideração a internacionalização que citei, não vejo muita diferença nessa questão específica em relação aos três países dos três fabricantes – as garantias políticas têm sempre que ser garantidas pelas fábricas e vice-versa, como vimos na discussão relativa ao que Sarkozy prometeu e o que a Dassault vai cumprir (e vice-versa de novo), só para dar um exemplo (o mesmo vale para as autoridades norte-americanas e suecas)

    Sobre a questão do que é transferência para a indústria e o que é transferência para organizações como o DCTA, por exemplo, isso só no detalhamento completo das propostas. O que dá pra fazer é intuir, como você está fazendo.

    Saudações!

  132. Caro Ronaldo

    Poderia sim dizer que o Rafale foi testado em combate no Afeganistão. Mas não passou 100% visto que precisa de um avião designador de alvos (um SuperEtandart ou Mirage 2000)para realizar suas missões. Seu sistema OSF pelo que andei lendo, simplesmente não funciona.

    []’s

  133. Caro Roberto, o sistema OSF funciona o que acontece foi que o rafale F2 ainda não dispounha do mesmo e precisava do 2000 para iluminar o alvo. Agora com a proposta do F3 o mesmo já vai estar operacional.

  134. Nunão,

    e pra completar ainda a idéia.

    Quem está oferecendo o Rafale ao Brasil não é a Dassault apenas, mas sim o consórcio “Rafale Internacional” (que inclui a Dassault, a Thales, a Snecma e a MDA).

    Falamos Dassault que é só pra não dar trabalho na digitação…hehehe

    E é isso que estou querendo mostrar: a Dassault (sic) está oferecendo um leque completo de opções. Já a SAAB só pode oferecer o que tem, e não é um leque completo. E isso faz uma grande diferença.

    abração

  135. “…Segundo a companhia francesa, das 36 aeronaves que deverão ser vendidas na primeira etapa do projeto FX-2, as seis primeiras – construídas a partir de 2013 – serão produzidas na França, quase que de forma integral com peças francesas. A partir da sétima unidade, a linha de montagem seria transferida ao Brasil, onde os caças seriam produzidos sob licença pela Embraer – empresa da qual a Dassault têm 0,9% das ações. “Desde os primeiros aviões, poderemos produzir no Brasil”, disse Trapier, concluindo a seguir: “a partir do sétimo avião”…

    Propostas cheias de contradições:uma hora diz uma coisa,outra hora,outra!

    Por que se negaram a fornecer os preços dos caças? Achando melhor,mante-los em segredo.

    Tinha que haver um detalhamento completo das propostas ,passar tudo em prato limpo,visto que Novembro é o mês esperado para decidir definitivamente qual caça equipará a FAB,na qual ela já pontuou os 3 concorrentes,todos os 3 aviões preenchem perfeitamente os requisitos exigidos por ela no que diz ao processo técnico e entregue ao Conselho de Defesa,ficando a cargo do min. Jobim e o presidente Lula.

  136. Amigão essa de manter os preços em segredo os 3 estão fazendo, ninguem quer dar informação que pode ser usado para a melhoria de proposta dos concorrentes. No final das contas ninguem sabe o preço de cada aeronave.

  137. Que beleza! É sempre ver os bons (!argh!) e velhos argumentos, dos dois lados, já batidos a muito tempo mas que server para botar lenha na fogueira. Felizmente sempre temos comentários explicativos e úteis.

    Obrigado pela explicação sobre a ‘TT’ Hornet.

    No fundo, todas propostas são boas, mas só uma vai ganhar, e ai as viúvas vão aparecer.

  138. Projeto F-X2
    Entrevista com Anatoly Isaikin
    Diretor General da EEFU “Rosoboronexport”
    sobre o Projeto F-X2

    É conhecido que no fim de Outubro o Brasil vai anunciar o resultado do Projeto F-X2. Quais os seus comentários?

    Sabemos que no fim de Outubro deste ano é esperada a decisão sobre os resultados da licitação da Força Aérea Brasileira (FAB) dentro do Projeto F-X2 para substituição dos seus envelhecidos caças de vários tipos por um novo modelo de aeronave. É prevista dentro da licitação que até o ano 2015 (primeira etapa) sejam adquiridos 36 aeronaves multifuncão e na segunda etapa que vai até 2024 a produção conjunta no Brasil de mais 84 caças. De tal maneira a quantidade total dos aviões será 120 unidades.

    Certamente que nós gostaríamos de vencer essa licitação. Por isso o caça Su-35, nossa super-aeronave russa foi proposta ao Brasil.

    Mas na imprensa apareceu a informação de que Rússia não está participando nessa licitação. É isso assim?

    Consideramos que somos os participantes legítimos dessa licitação. Dassault/França com Rafale F3, Boeing/EUA com F/A-18E/F Block II e a SAAB/Suécia com Gripen NG são os nossos concorrentes.

    Como a proposta russa atende às exigências da licitação?

    Recentemente Brasil adotou uma nova Estratégia Nacional da Defesa. O documento prevê que no caso de aquisição dos sistemas bélicos modernos o pais vendedor do armamento deve transferir tecnologia em várias áreas para permitir a consolidação da “Base Industrial de Defesa do Brasil”, assegurar a sua participação direta na execução do programa, envolvendo a capacitação de manutenção em qualquer nível da complexidade da aeronave e seus sistemas, a produção de todo o armamento envolvido, permitindo desta maneira independência de fontes estrangeiros.

    Exatamente isso pode ser visto no processo seletivo adotado nos requisitos do Projeto F-X2. O volume e a profundidade da transferência tecnológica foram declarados pelo Brasil como fatores decisivos. Tomando isso em conta, nos preparamos e entregamos ao Ministério da Defesa do Brasil nossa proposta melhorada da cooperação tecnológica, que atendeu completamente aos requisitos brasileiros.

    Nossa proposta contém um grande programa da transferência tecnológica que envolve o ciclo completo da manutenção e reparação da aeronave e seus sistemas no Brasil, incluindo a produção do Su-35 no Brasil. Simultaneamente nós declaramos que a transferência das várias tecnologias envolvidas somente pode ser limitada pela capacidade técnica e financeira das empresas receptoras brasileiras.

    Nos temos ainda uma grande vantagem em relação aos nossos concorrentes, ou seja, a nossa experiência real da transferência tecnológica para produção das aeronaves Su-27 para China e Su-30 para Índia.

    Além disso, depois das conversações realizadas no Brasil, ficou claro que hoje nós podemos cooperar com empresas brasileiras nestes tipos de projetos, como:

    – integração da eletrônica de bordo brasileira unificada das aeronaves existentes e futuras da FAB (inclusive telas, sistemas de comunicação, sensores de bordo, computadores etc.) no Su-35;
    – integração dos mísseis e foguetes de produção brasileira no Su-35.
    Um pacote de programas de contrapartidas comerciais e indústriais (offset) também é parte da nossa proposta. O foco deles está na transferência tecnológica. Vale a pena mencionar que trabalhamos junto com empresas brasileiras para realização de programas similares como aqueles contidos no contrato para fornecimento das aeronaves com asa rotativa Mi-35M para a FAB. Essa é uma boa experiência para nós e para o Brasil.

    Gostaria de acentuar mais um assunto. O Brasil e a Rússia são parceiros estratégicos. Este fato foi declarado pelos Presidentes dos nossos países. O projeto para fornecimento dos Su-35 poderia tornar-se como salto qualitativo no desenvolvimento das relações russo-brasileiras. Por isso a proposta da EFEU ROSOBORONEXPORT vem recebendo suporte do senhor Dmitry Medvedev, Presidente da Rússia.

    Quais são as vantagens técnicas do Su-35?

    Por suas características técnicas e operacionais o Su-35 supera significativamente todas as aeronaves apresentadas pelos nossos concorrentes.

    Nosso caça é mais veloz (2400 km/h em altura de 11000m), tem maior relação empuxo/peso, tem quase duas vezes maior vantagem no alcance (3600 km sem tanques externos de combustível) em comparação com aeronaves francesas e suecas. O Gripen NG é equipado somente com uma turbina, um fator que diminui significativamente a segurança e a sobrevivência de aeronave no combate. Já F/A-18 possui menor teto de vôo.

    Assim, o caça russo é mais adequado para o Brasil com seu vasto território e fronteiras terrestres e marítimas estendidas.

    O Su-35 também apresenta superior eficácia de combate. O caça pode levar 8 toneladas de armamento, que é 1,5 vezes superior às do Rafale e do Gripen.

    Fator importante é a conhecida característica supermanobrabilidade do Su-35 que drasticamente aumenta as possibilidades de sucesso em combate. Os aviões dos concorrentes não possuem essa característica superior.

    A cabine do piloto do Su-35 está equipada com modernos meios de visualização da informação, fator que facilita muito o trabalho de pilotagem e permite ao piloto se concentrar exclusivamente no comprimento das tarefas de combate.

    A aeronave russa é equipada com novo radar, que supera em 1.5–2 vezes os radares dos caças concorrentes, mesmo no que concerne ao alcance e outras características importantes.

    É difícil acreditar, que com todas estas características positivas, permitem simultaneamente diminuir os gastos com a operação deste avião, influindo significativamente no baixo custo total do seu ciclo de vida. Ademais, com maior alcance da aeronave se precisa menos bases aéreas, bem como, com maior eficácia da aeronave em combate a FAB precisará menos aeronaves para o comprimento das missões.

    Por estas qualidades o Su-35 entrou no serviço da Força Aérea Russa. Na última Feira Internacional MAKS-2009 ocorrida em agosto, em Moscou, a Empresa Sukhoi e Força Aérea Russa assinaram um contrato para o fornecimento de 48 Su-35.
    Qual são outras vantagens da proposta Russa para o Brasil?

    Um dos mais atrativos fatores é o preço das nossas aeronaves. Nossas análise e experiência em concorrência permanente com empresas da França, dos EUA e da Suécia indicam que em comparação com preços deles o preço russo é significativamente baixo. A Comissão Gerencial do Projeto F-X2 da FAB sabe bem desta diferença.

    Então eu acredito que a nossa proposta atende às exigências brasileiras em todos os sentidos, por um custo total bastante atrativo. Foi isso que nós tivemos em conta durante de preparação da nossa proposta.

    Pode contar brevemente a historia da cooperação técnico-militar entre o Brasil e a Rússia?

    O Brasil conhece muito bem os armamentos russos. Ainda no ano de 1994 a Força Aérea Brasileira e Exército Brasileiro adquiriram sistemas portáteis antiaéreas de mísseis Igla de produção russa. A propósito, o Igla está em uso no Brasil até agora.

    De 2003 até 2005 EFEU ROSOBORONEXPORT participou na licitação da FAB para aquisição de caças modernos e naquela altura teve grande chance de vencer. Pelas avaliações brasileiras o Su-35, por critérios técnicos era o mais favorável. Nossa proposta de offset também recebeu uma excelente avaliação. Mas, em 2005 esta licitação foi cancelada e agora renovada com requisitos diferentes para o Projeto F-X2.

    O ano 2008 foi marcado com assinatura do maior contrato na historia da cooperação brasileiro-russa. Este não é simplesmente contrato para fornecimento dos modernos helicópteros de transporte e combate Mi-35M para FAB, mas também é o projeto da transferência tecnológica, treinamento dos pilotos e técnicos, inclusive os programas de offset. Agora a EFEU ROSOBORONEXPORT junto com JSC ROSTVERTOL e outras organizações russas estão trabalhando para realizá-lo.

    Ministério da Defesa e as Forças Armadas do Brasil mostram cada vez mais interesse no material do emprego militar russo, tal como meios da defesa antiaérea, material aeronáutico, simuladores, material para o Exército, entre outros.

    Eu acho que o lula tambem não sabe desta proposta dos russos como foi a da Suécia.

  139. athalyba em 21 out, 2009 às 18:34

    “Se voce lece ao menos resvista em quadrinho saberia que ele ja foi testado no Iraque e afegaquistão.
    No entanto a unica coisa que voce sabe fazer e criticar o presidente Lula.
    E sem apresentar argumentos ainda por cima.”

    Amigo, não reconheço “lece”, “resvista” e “afegaquistão” (e olha que nem falei dos acentos). Mas fazendo alguma força dá para compreender a algaravia do cidadão…

    Digo quase o mesmo: se o amigo fosse mais atento e menos precipitado nas conclusões, teria percebido que eu estava a falar de COMBATE AÉREO!!! LEIA-SE: AR-AR!

    De modo que repito: A FRANÇA ENTROU EM COMBATE AÉREO QUANDO? NA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL??? E O RAFALE? ABATEU QUANTAS AERONAVES DO TALEBAN??? 🙂

    E teria percebido que eu não falei sequer uma única vírgula, no post todo, do seu presidente cefalópode…

    Sds.

    PS: os editores me pediram ontem para “pegar leve” com os PeTralhas, motivo pelo qual não vou responder à sua provocação como gostaria…

  140. A frança não entrou em combates ar-ar diretamente mas seus vetores mirage e superetandart lutaram a maioria dos conflitos contenporaneos, com resultados variaveis, dependendo do nivel profissional da nação que os usava.

  141. Hornet! Mais uma vez desse uma aula. Concordo com todos os teus argumentos.
    Vc tbem foi rápido na resposta ao “Nunão”, estava prestes a comentar citando a “Rafale Internacional”, que é o consórcio FRANCES formado para o FX-2.
    Nunão, entendo o que vc falou sobre a parceria que a SAAB tem com seus fornecedores, sobre a internacionalização destas parcerias, mas discordo que isso “hoje seja relativo” como vc argumentou. Cada uma destas empresas estam sujeitas as pressões e politicas de seus governos, e fica muito mais dificil conseguir e negociar as garantias com mais de um governo. E neste processo todo os governos são intermediarios e avalizadores no negócio.

  142. Hornet em 21 out, 2009 às 16:24

    Você foi perfeito e completo em suas colocações. Lembrando que tenho tentado alertar para as diferenças em cada proposta, e principalmente ao que foi comentado pelo governo, onde o mesmo deixou claro: “a decisão será política”.

    Política entende-se que não é porque o governo tem sentimento anti-americano e que o Brasil está se alinhando com a França. Apenas que a França foi a que fez a melhor proposta, por exemplo, para a Marinha, e agora tenta ganhar a licitação da FAB também.
    Assim como a Rússia vendeu os Mi-35.

    Talvez por isso que o NJ disse que o acordo com os EUA não tem relação com o FX-2. O governo dá a enteder que está apostando no futuro com o FX-2 e o reaparelhamento da Marinha, e pode sair uma compra de balcão e imediata com os EUA.

  143. Também concordo com o Hornet sobre a questão de TT Nunão! a SAAB e Suécia não podem prometer o que não depende delas! simples assim!

    Abraços

  144. athalyba em 21 out, 2009 às 21:05:

    Não cidadão, o problema não são seus erros de digitação, você não sabe ler mesmo. E quem não sabe ler, óbvio que muito menos sabe escrever. Mas nessa vc se deu mal, porque, como dito, não falei uma única vírgula da mulla, seu presidente.

    Sds.

  145. Amigos, por favor nao fiquem bravos comigo. Minhas mensagens sao sem acentos porque o teclado aqui nao tem acento. Mil desculpas.
    Att. Atkinson

  146. Atkinson/Arjuna, É bom encontrar alguém educado como você.

    Eu concordo! fui procurar nos meus documentos e em alguns lugares +/- confiáveis na net consta que o Rafale não faz supercruzeiro, para isso ele teria que contar com outros motores, mais potentes talvês por isso os Emirados tenham pedido o novo motor.

    Mas eu discordo de uma coisa no seu comentário, talvês apenas um detalhe de semântica:

    Você comenta que o Gripen Demo “foi desenhado desde o começo para ter supercruise”… O Gripen demo não foi desenhado para isso, certo?

    O Gripen Demo só foi “utilizado” para os testes… nada de desenho especial.

    Não me venha com essa de que o Gripen demo é o NG, se for assim é sacanagem, o demo é apenas um demonstrador do que está sendo testado.

    Ele nada mais é do que o gripen jas39 para dois pilotos, é um projeto mais antigo que o Rafale e pelo que eu sei, talvez apenas as asas tenham sido modificadas. Então o supercruzeiro só foi conseguido pelo novo motor, pela altitude, tempo do teste e pelo peso dele, não pelo desenho.

    “Bem, talvêz as novas asas tenham ajudado com a sustentação no vôo quase picado para tentar o supercruzeiro”.

    Mas demonstrou voar a mais de match 1.0 sem o afterburner, isso ele demonstrou mesmo. Não tenho dúvidas.

    Pelo qeu lí, se o gripen estiver carregando armamento acho que ele não faz supercruzeiro, então qual é o resultado prático disso? Bem, também não interessa, não quero polemizar. Vamos olhar para o lado bom das coisas.

    Acho que o fato do gripen demo fazer supercruzeiro nos testes do demo implicam que o NG um dia também vai poder fazer supercruzeiro, voando a velocidades supersônicas sem o afterburner, e portanto economizando combustível e aumentando o range “com armamentos”.

    Eu cito “com armamentos” porque senão, ele só valeria para transportar o avião de um lugar para o outro, vazio… uma operação com pouco valor.

    O que eles precisam de certificar é que isso tem que ter um uso prático, tem que dar um jeito do Gripen fazer supercruzeiro a uma velocidade mais altas, fazer supercruise a mais de 1.5 match, com algum armamento importante, pelo menos com os mísseis anti-radiação nos pilones (e não só com os sidewinders), e com equipamento infra-vermelho. Mas isso virá com o tempo, com certeza.

    Eu tinha o problema dos acentos aqui também… tenta mudar o tipo de teclado para o US-Internacional e escolhe língua portuguesa, isso resolve.

    Ahhh só para deixar claras as minhas críticas ao NG, eu acho que o NG é um bom projeto, mas temo que vamos gastar muito mais dinheiro no projeto NG do que gastaríamos com o Rafale ou com o SH, por isso está cheio de gente já de olho nessa grana gigantesca que vai ser enfiada no projeto.

    Lembre que o SH e o Rafale tem preços fizos para a transferência de conhecimento e fabricação-montagem-venda e manutenção dos caças. E que já anunciaram que podem fabricar um lote de aviões no Brasil (mas isso vai custar mais… vai precisar do tal 🙂 PAC do FX-2 😉 ).

    O NG pode ter uma “previsão” de preço de manutenção e venda dos caças, mas é “só uma previsão”. Os caras da SAAB e do governo Sueco estão mentindo descaradamente com relação ao preço das aeronaves pelo simples fato de que você não pode ter o preço de algo que não existe ainda.
    E ninguém está falando até agora que o projeto deve consumir bilhões e bilhões até estar pronto para ser produzido… isso ninguém está comentando.
    E se falarem que o projeto está pronto, é mentira, se o projeto está pronto então não é mais projeto, nesse caso o ng nada mais seria do que o gripen velho, demo, sendo vendido com motor novo… eu não caio nessa conversa, essa comida sueca cheira mal e nós não vamos comer isso.

    Abraços,
    Fernando

  147. Hornet, Gunter e Francisco AMX,

    Assim como existe “Rafale International”, liderado pela Dassault, existe “Gripen International”, liderado pela Saab. Cabe à FAB, e depois ao conselho de Defesa / MD e Lula verem se podem confiar nas garantias de cada uma, postas no papel, em relação a seus parceiros e fornecedores.

    Cada empresa / grupo (incluindo a Boeing) tem o seu próprio leque para oferecer, não dá pra dizer que “um concorrente tem um leque completo e outro não tem”. São coisas diferentes que cada um oferece (e se não fossem diferentes, onde estaria o diferencial de cada proposta, ora pois?). Caberia aos citados no parágrafo de cima verem qual leque é o mais adequado, em todos os quesitos (econômico, industrial, político etc).

    Em tempo: isso não é defesa minha de um ou outro concorrente. É um esforço para fazer o debate incluir cada vez mais argumentos, evitando a guerra de torcida (promover quem se prefere simplesmente desqualificando adversários). Os três finalistas estão na reta final porque suas propostas (que poucos conhecem por completo, o que está disponível são resumos, pontos, propaganda) mostraram-se as três melhores.

  148. Pessoal,
    o sistema OSF do Rafale funciona e bem. Sua função é ar-ar, com algumas exceções, e por isso não serve para designar alvos no solo.
    Ele agrega um IRST, um sistema de TV de alta definição e um telêmtro laser para uso ar-ar.
    O que não estava disponível no Afeganistão era o casulo designador ‘DAMOCLES’. O fato do mesmo não ser usado não inviabiliza nenhuma missão ar-sup de precisão qualquer tempo. Só complica por precisar em algumas situações de designação externa (avião ou do solo).
    Mas um caça do nível do Rafale consegue efetuar missões de ataque/interdição/apoio tático muito bem sem um pod designador próprio e sem apoio externo usando armas não guiadas ou mesmo armas guiadas por GPS que não sejam alvos de oportunidade e que já tenham suas coordenadas geográficas inseridas previamente.
    Um casulo como o Damocles (Rafale) ou o ATFLIR (SH) apenas agrega versatilidade, mas não tê-lo não significa que o caça em questão esteja ‘desdentado’ ou seja ineficaz.
    Um abraço a todos.

  149. Alguns alvos de oportunidade podem ter suas coordenadas geográficas extraidas pelo radar não fazendo necessário o uso de pods designadores e os mesmos podem ser atacados por armas guiadas por GPS.
    Os casulos são fundamentais em missões isoladas (sem apoio) em que se usará armas guiadas por laser e para extrair as coordenadas geográficas de alvos de oportunidade que não podem ser ‘trancados’ pelo radar quando no modo de varredura do solo (abertura sintética).
    Um casulo de ataque também ajuda muito na solução de tiro mesmo quando se usam armas não guiadas, devido ao telêmetro laser, já que o mesmo gera uma simbologia no HUD no modo de ‘ponto de lançamento continuamente computado’.

  150. Jonas,
    pode sim, mas nem todos os alvos são passíveis de terem sua distância aferida pelo radar. Em geral para uso de bombas burras contra alvos de área.
    Radares mais modernos conseguem não só determinar a distância para a solução de tiro como extrair as coordenadas GPS de alvos pontuais.
    E pode também de forma visual usando o HUD já que mesmo aeronaves sem radar podem fazer uso desse modo de operação. Para isso é importante conhecer previamente a posição do alvo e ter um bom sistema de navegação (inercial, GPS, etc) para aferir a distância do alvo em relação à posição da aeronave. Juntando esses dados a altitude da aeronave faz-se a solução de tiro apresentada no HUD.
    Um abraço.

  151. Complementando,
    até mesmo os HUDs podem oferecer uma boa solução de tiro contra alvos de oportunidade. Mirando a retícula do HUD sobre o alvo por um determinado tempo o sistema de controle de tiro consegue calcular o alcance aproximado do alvo em relação a aeronave e efetuar a solução de tiro. Nem precisa necessariamente de um radar, nem de um ‘pod’ e nem de coordenadas conhecidas para o uso de armas não guiadas lançadas em salvas contra alvos de área ou memso para bombas guiadas por laser ou radar. Lembra dos Tucanos com as Paveway?
    E salvo engano os nossos AMX foram os pioneiros na utilização do ‘ponto de lançamento continuamente computado’ mesmo não tendo radares.
    Um abraço.

  152. Nunão,

    a diferença é que a “Gripen Internacional” é de fato internacional (tipo: Liga das Nações…hehehe).

    O que chamamos a atenção (eu, Chicão e Gunter) é que o “Internacional” do consórcio Rafale é francês, ou controlado por capital francês. E neste caso o leque completo a que me referi, significa o seguinte: do bico do avião até a tubeira do motor está sob domínio e controle político de um só país.

    E é aí que entra a questão geopolítica.

    abração

  153. Nunão,

    só pra deixar mais clara a idéia.

    No Kuwait (deixei isso em off-topic em algum post aqui), o Rafale está quase acertado. Qual o motivo (entre outros)? Motivos geopolíticos. Não se pode desprezar a tendência multilateral que está sendo construída no mundo, no qual a França se coloca como alternativa viável e real para quem não quer mais ficar na dependência dos EUA (não se trata de brigar com os EUA, declarar guerra aos EUA e nem nada disso…se trata apenas da construção de uma nova ordem mundial, multilateral).

    um trecho da matéria:

    Wednesday’s comments came as the French and Kuwaiti ministers signed a broader accord over defence cooperation, building on the considerable energy Sarkozy has devoted towards boosting France’s presence in the Gulf.

    “France has decided to regain its place and to play a full role to secure the stability and security of this strategic region,” Morin said.

    He said France was capable of offering countries in the region an alternative to their traditional reliance on the United States.

    “Countries in the Gulf know that they can find in France a second partner, one which is a friend of the Americans but which has its own vision of security and stability,” he said.

    http://www.khaleejtimes.com/DisplayArticle08.asp?xfile=data/middleeast/2009/October/middleeast_October558.xml&section=middleeast

    abração de novo

  154. Beleza, Hornet (aproveitando que acabei, por coincidência, de ver você postar).

    Acho importante ressaltar o que é questão política e geopolítica dentro do contexto geral das propostas, e o que é industrial e tecnológica. Há horas em que ambas se combinam, há horas em que não, e deve-se atentar bastante para detalhes para não fazer tábua rasa, nem esquecer detalhes importantes nesse mundo bem complexo das relações internacionais e das indústrias de defesa.

    Saudações!

  155. Roberto,
    interessante! Outro colega já havia postado anteriormente que a Dassault estava cogitando de remover o IRST da versão F-3 já que o radar AESA iria ocupar o espaço do mesmo e que sua função poderia ser suprida pelo pod Damocles.
    Agora essa notícia da obsolência do OSF, que era tido como um item diferencial do Rafale em relação aos outros competidores do F-X2.
    No mínimo interessante.
    Vale salientar que o F-18 teria teoricamente capacidade de usar os sensores de formação de imagem IR do AIM-9X como um IRST, para busca furtiva. Basta saber se há possibilidade de energizar a cabeça de busca a partir de uma fonte do caça poupando a bateria do míssil. No caso de poder, assim como deve ser no caso do Rafale com o Mica IR, tem o inconveniente de reduzir a vida útil do míssil, já que tais mísseis tem um número limitado de vezes em que pode ser transportado e novamente armazenado.
    Isso já é feito com o Maverick D e F por exemplo, que pode funcionar como um sensor de formação de imagem IR para os caças que não possuem um dedicado.
    Será que a tal da obsolência do OSF não estaria relacionada à integração do AESA corroborando a doutrina dos EUA (USN e USAF) de que o AESA responde perfeitamente a todas as necessidades ar-ar do momento?
    Vale lembrar que o F-14 foi um dos pioneiros no uso de sensores eletroópticos para a função ar-ar e no F-22 tais sensores foram julgados desnecessários.
    Um abraço.

  156. Nunão,

    ok. Mas na minha cabeça só faz sentido procurar independência tecnológica (especialmente na área de Defesa) olhando pelo lado geopolítico (que é complexo, não é um dado fácil de resolver).

    Senão vira negócios ($$$) apenas…e negócio por negócio, sairia mais barato e prático comprar caças de prateleira. Enfim…

    abração

  157. Ehehe, compreendo sua posição, Hornet. Aliás, não só compreendo como concordo em muitos pontos, principalmente em relação à complexidade.

    Para independência tecnológica, F-X2 é só um passo, e nenhuma das três propostas, na minha opinião, garante essa independência por si só, seja por escolha política – geopolítica ou industrial, econômica etc. Nenhuma das três é salvadora da pátria nessa questão, são um passo que depende mais de nós do que daquilo que eles prometem lá fora. Nenhum dos três países vai resolver nossos problemas nesse aspecto.

    Antes de mais nada, não se pode esquecer a coisa mais prioritária do F-X2: um novo caça para a FAB. O lado bom do F-X2 é que ele vai além disso, além da compra de prateleira, mas não se pode deixar de pensar no caça, na sua operação, no seu domínio tecnológico para sua função principal, e se concentrar só na questão da independência tecnológica colocando o caça como um acessório, quase um brinde. Muita gente (e não estou falando de comentários do blog, estou falando no geral), tende a fazer essa inversão, de maneira inadequada, na minha opinião.

    Enfim, é assim que eu penso – o que vem depois, depende da escolha do caça sim, mas depende muito mais do Brasil, do DCTA, da Embraer, da Indústria de Defesa, da pesquisa, do que dos fornecedores do caça.

    Saudações!

  158. Bosco e Roberto,

    Essa conversa de vocês está muito interessante.
    Mas até que ponto os sensores dos novos mísseis ar-ar podem suprir as necessidades de sensores ar-ar integrados a distâncias maiores? Já vi essa discussão muitas vezes mas poucas conclusões. Há avanços recentes interessantes.

    Quanto à arena ar-terra, os pods resolvem muito bem. Mesmo assim, para aviões dedicados à função (exemplo: modernização dos A-1) vale a pena ter o sensor integrado à fuselagem, economizando um ponto duro.

    Saudações!

  159. Nunão, hehehe…

    É complexo no sentido do jogo político internacional. Neste jogo, vc tem que agradar gregos e baianos…sabecumé, né?

    E é claro, nenhuma das propostas vai deixar o Brasil no top de linha da produção tecnológica aeroespacial mundial (ao menos não em 10 ou 20 anos, essas coisas demoram bem mais tempo). Mas pode diminuir o gap (e é claro que o Brasil, em termos de tecnologia aeroespacial, não se resume no FX2 – existem vários outros projetos paralelos como vc sabe melhor que eu) . O segredo é ver qual (ou quais) das propostas do FX2 diminui este gap de forma efetiva.

    abração

  160. Boa pergunta Nunão. Mas eu também só sei que cabeças de busca com formação de imagem de alguns mísseis, em alguns caças, podem ser usados como sensores, mas não sei a extensão dessa capacidade.
    Quanto à integração de sistemas de designação de alvos na fuselagem dos aviões de ataque eu acho que depende. rsr..
    No AMX brasileiro eu não sei se seria interessante por ele ser pequeno e por não termos armas guiadas de precisão em profusão a ponto de ter uma relação de custo/benefício satisfatória. Embora é claro esses sistemas ajudam também na solução de tiro de armas ‘burras’ também aumentando a precisão.
    Um abraço.

    Mudando de assunto, bem que você poderia elaborar uma matéria sobre HUDs e sobre as técnicas de solução de tiro ar-sup (ponto de impacto e ponto de lançameno continuamente computado)
    Outro abraço.

  161. Xiii, Bosco, achei que justamente vc ia economizar essa pesquisa avançada e abrangente sobre CCIP e CCRP pra mim, rsrsrs.

    Brincadeira, anotado!

    (imagino que vc deve ter lido meu comentário, quer dizer, minha baita simplificação sobre o sistema no post dos A-1 na Salitre)

  162. Nunão,
    como diria o Robin: Santa coincidência!
    Juro por tudo que é mais sagrado que não tinha lido o seu comentário no post do A1 no Salitre. Na verdade o assunto não me interessou e não havia entrado no post e não tinha lido nenhum.
    Uma verdadeira transmissão de pensamento. Impressionante.
    Eu só comecei com essa estória de HUD devido as críticas que o Rafale sofreu nesse post por não ter usado um pod designador. Meus comentários foram no sentido de dizer que o tal pod é importante mas não é fundamental e daí eu cheguei até o HUD e até o ponto de impacto e o ponto de lançamento CC (não me lembro das siglas.rsr…)
    Até que eu me saí bem usando apenas o que estava registrado aqui no meu disco rígido de carbono. rsrs….
    Um abraço.

  163. Macacos me mordam, Bosco!

    É, realmente alguns assuntos pairam no ar e são captados pelas parabólicas do tal do “transmimento de pensação”, ou vai saber, pode ser o sensor infravermelho também…

    E falando no mesmo, citei o A-1 porque saiu e foi publicado aqui no blog: http://www.aereo.jor.br/2009/06/15/flir-nos-amx-da-fab/ notícia sobre instalação do sistema na modernização da aeronave. Mas me confundi, é um NavFLIR, voltado mais para navegação, observação do terreno e identificação sob quaisquer condições, do que um designador propriamente dito (mas creio que pode ajudar nessa função). De qualquer forma, para um avião de ataque como o A-1 eu acho um equipamento fundamental para aumentar sua capacidade. Além disso, instalado no nariz da aeronave, com visada para a frente, ele economiza um sistema equivalente instalado em um pod. E aproveita o gigantesco (proporcionalmente, em relação ao porte pequeno da aeronave) espaço da baia de aviônicos do A-1, um dos pontos altos do design na minha opinião.

    Saudações

  164. Caro Nunão

    Essa solução de usar o sensor do MICA pelo que andei lendo é uma “gambiarra” que os franceses estão fazendo por conta de não estarem priorizando desenvolvimento de um novo sensor IR do OSF. de qualquer maneira, já seria mais eficiente que o que estava originalmente instalado. Mas existem planos para terem um novo OSF em futura versão do Rafale -> F3+ ou um F4.

    Caro Bosco,

    Sinceramente não sei se com o radar AESA substitui ou torna desnecessário na arena AR-AR um IRST. Talvez com as novas tecnologias furtivas de IR, um IRST atual não seja capaz de trackear a uma distancia para o qual foi originalmente projetado??

    []’s

  165. Roberto, só complementando, na verdade não é bem uma “gambiarra”.

    A utilização do sensor do Mica IR nessa função foi uma solução introduzida no Mirage 2000-5, não no Rafale, já que o primeiro não previa a instalação de um IRST, como é o caso do segundo.

    Saudações!

  166. Blz Nunão!

    Mas para mim ainda parecer ser uma “gambiarra” 😀

    Exemplificando: Se você disparar seus 2 MICAS IR fica sem IRST?? Não seria mais certo um POD IRST instalado???

  167. 24 heures,Suíça
    http://psk.blog.24heures.ch/archive/2009/10/19/rafale-amelioration-des-moteurs.html

    (Tradução reverso.net.Softissimo)
    O motoriste SNECMA começou há pouco as provas (composições) de máquinas M88-2 CGP de Rajada para Villaroche. Esta versão nova da máquina integra (une) melhorias tecnológicas que permitem reduzir as despesas de manutenção e preparar um aumento do poder de máquinas.

    Estas modificações interessarão o compressor de alta pressão (o terceiro chão) e a turbina pressão alta. Esta modernização interessará as próximas 16 máquinas da Rajada plana que deve ser entregada.

    Encha uma falta de poder:

    Esta melhoria segue em provas (composições) de qual o propósito e encher uma falta sensível de poder de Rajada. Os desempenhos estabilizados pela máquina com um regulamento em versão 7,5 toneladas de empurrão atual têm que alcançar (afete) 9 toneladas de empurrão gás completo com combustão de poste.

    Programe (programa) ECO:

    M88-2 CGP (custo global de propriedade) surge de procuras (pesquisas) começadas (empreendido) dentro do projeto ECO.
    Terminado em 2007, este programa apontou a demonstrar os salários (ganhos) em custo operacional e em disponibilidade operacional da máquina de Rajada. Ele (isto) também apontou a estudar a viabilidade de um desenvolvimento em empurrão da máquina enquanto mantendo (preservando) um nível alto de desempenho.

    Este programa encheu (executado) todos os objetivos de inicial nos domínios da probabilidade de vida (ciclo) dos quartos (partes, jogos) da máquina, uns salários (ganho) em custo de propriedade e os maiores desempenhos.

    A manutenção também é para as ordens do dia com o programa CGP e fará benefício em M88-2 de uma ajuda para a diagnose de desarranjo aprimorado.

    Satisfaça as necessidades de clientes:

    O motoriste francês responde aqui necessidades expressas para o desenvolvimento futuro de Rajada, mas ele também permite Dassault que ele pode garantir uma melhoria em poder, mas com uma diminuição das despesas para os prospectos dele.

  168. Roberto,
    o problema maior do IRST é sua pouca ‘previsibilidade’.
    A confiabilidade desse equipamento é dependente de uma quantidade imensa de variáveis relativas à altitude do caça que o utiliza, a altitude e ‘atitude’ do ‘alvo’, às condições meteorológicas, etc.
    Mas é claro não deixa de ser útil. A própria USN quer a partir de 2012 que seus Super Hornets tenham um a disposição para fazer frente a crescente capacidade de contra-medidas eletrônicas dos chineses que começa a incomodar.
    Isso pra não falar da introdução de caças Stealths a partir de meados da próxima década que irão deteriorar a performance dos radares (AESA inclusive) e que talvez faça o uso de um IRST ser importante para aumentar a distância de detecção e ampliar a ‘consciência situacional” que em um céu repleto de caças, UAVs, mísseis furtivos, irá reduzir muito num processo curioso de reversão histórica.
    Hoje a consciência situacional de um piloto em um caça de alta tecnologia e apoiado por uma força aérea competente está situado em torno de 500 km de raio tendo o caça como o centro. Com a introdução da tecnologia Stealth, a consciência situacional poderá voltar aos níveis existentes na SGM.
    Um abraço.

  169. source :aviationweek.com – another dose of french lobbying- French defense minister Herve Morin heads to Brazil next week.

    “Rafale: Keeping the French Government Busy
    Posted by Robert Wall at 10/23/2009 3:55 AM CDT

    The Brazilian government is about to get another dose of French lobbying to buy the Dassault Aviation Rafale strike fighter.
    At least that’s what one has to assume will happen when French defense minister Herve Morin heads to Brazil next week….”

  170. + Embraer KC 390 planned for delivery in France 2017 +

    source :French national assembly,Commission de la défense nationale et des forces armées
    Mardi 20 octobre 2009
    Séance de 17 heures 30
    Compte rendu n° 9

    “Quant au KC 390, je n’envisage pas son entrée en service avant 2017, c’est-à-dire au moment où nous devrons remplacer nos C 130. Nous devrions alors réussir à opérer la transition sans multiplier les flottes. Toutefois, il faut rester prudent, l’appareil n’en est encore qu’à l’état de la conception et toutes ses spécifications ne nous sont pas encore connues.”
    source:
    http://www.assemblee-nationale.fr/13/cr-cdef/09-10/c0910009.asp#P3_69

  171. Thierry Ami:

    “Pouvez-vous par ailleurs faire un point sur le programme A 400 M ? Dans l’attente de leur livraison, l’achat d’un A320 ou d’un A330 avait été évoqué, sous réserve de l’employer ensuite en tant que MRTT. Pourtant on nous annonce l’achat de KC 390 qui ne semble pas correspondre à nos besoins. J’ajoute que cet appareil est mal connu et qu’il va conduire à la création d’une nouvelle micro-flotte ! De surcroît, il ne serait livré qu’en 2015 alors que le besoin est immédiat. Pourriez-vous nous indiquer quelle est votre action sur ce dossier, et quel est le besoin pour ce type d’appareil ?”

    TRADUÇÃO GOOGLE:

    “Você pode também fazer um ponto a cerca de 400 milhões de um programa? Até à sua entrega, a compra de um A320 ou A330 foi levantada, sem prejuízo, em seguida, usar como MRTT. No entanto, anunciou, a compra de 390 KC não parece enquadrar-se às nossas necessidades. Devo acrescentar que esta unidade é pouco conhecida e que irá conduzir à criação de um novo micro-flutua! Além disso, seria entregue em 2015, quando a necessidade é imediata. Você poderia nos dizer qual é a sua ação sobre esta questão e qual é a necessidade para este tipo de dispositivo?”

    E:

    “Quant au KC 390, je n’envisage pas son entrée en service avant 2017, c’est-à-dire au moment où nous devrons remplacer nos C 130. Nous devrions alors réussir à opérer la transition sans multiplier les flottes. Toutefois, il faut rester prudent, l’appareil n’en est encore qu’à l’état de la conception et toutes ses spécifications ne nous sont pas encore connues.”

    TRADUÇÃO GOOGLE:

    “Quanto ao KC 390, eu não planejar sua entrada em serviço até 2017, isto é, quando vamos substituir o nosso C 130. Devemos então fazer com sucesso a transição sem expansão das frotas. No entanto, devemos manter a cautela, o dispositivo ainda está em estado de todas as suas especificações de projeto e nós ainda não são conhecidos.”

    En d’autres termes, mon ami, rien n’est certain encore. L’Assemblée Nationale est encore à débattre s’il vaut la peine d’acheter nos Embraer KC-390, péjorativement appelé par un certain ministre français de la “brouette”…

    Salutations.

    Ou seja, meu amigo, não há nada de certo ainda. A Assembléia Nacional ainda está a discutir se vale a pena adquirir nosso Embraer KC-390, depreciativamente chamado por um certo ministro francês de “carrinho de mão”…

    Saudações.

  172. Dark Vador Felipe,bonjour

    (Google translate)

    Não, Felipe não é assim que funciona. O legislador = Assembléia Nacional eleita a nação = votar o orçamento, leis, etc, mas não tem nada a dizer sobre a escolha de qualquer compra de equipamento “se não dar a sua opinião
    A compra de equipamento, o Estado, o poder executivo, o governo, com o tomador de decisão final, o Presidente da República
    Morin é um ator bom, mas nem sempre muito efeito.
    Um carrinho de mão ou balde = 2 recipientes diferentes e 2 diferentes usos
    Finalmente, o KC 390 está no plano, ainda não construiu um protótipo?, Especificações bloqueado permanentemente?
    Non,Felipe, c’est pas comme ça que cela marche .Le pouvoir legislatif=Assemblée nationale=élus de la nation = vote le budget,les lois,etc mais n’a rien à dire sur le choix de tel ou tel achat d’equipement si ce n’est donner leur avis
    L’achat d’equipement,c’est l’Etat,le pouvoir executif,le gouvernement,avec le décideur final,le Président de la République
    Morin est un bon exécutant de Sarkozy mais n’est pas toujours très fin.
    Une brouette ou une benne=2 contenants differents et 2 usages differents
    Enfin, le KC 390 n’existe que sur plan, pas encore de prototype construit?,cahier des charges definitif bloqué?

  173. ola tenho visto que as forças armadas tem perdido a fora mesmo ,pois a aeronáutica recomendou um tipo de aeronave,ams o presidente lula que nao tem conhecimentos tecnicos e ele e quem esta decidindo ate pelo mais caro,sera que vem grana por ai?kkkkkk esse Brasil quem compra carro e quem nao sabe dirigir,e alem do mais um certo paiz sueco ira trasferir tecnologia total e a do jato mais caro so trsfere 50 % da tecnologia sera quem vem pizza por ai de qual paiz sera francesa ou americana.rsrsr aleguem consegue me dar uma resposta coerente?????????

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