Um impulso significativo para a Indústria Brasileira Aeroespacial e de Defesa com benefícios de longo prazo
- A Oferta de Transferência de Tecnologia RAFALE tem propostas para 65 projetos em cooperação com 38 entidades/empresas brasileiras potenciais, cobrindo muito mais que a exigência de 100% do valor de contrato de aeronaves.
- 39 Memorandos de Entendimento (MOU) ou Cartas de Intenção foram assinados com parceiros brasileiros, atestando seu interesse nos projetos propostos.
- Vários projetos de transferência de tecnologia abordam atividades de duplo uso, estimulando assim subprodutos na indústria brasileira.
- A implantação do Programa de Cooperação RAFALE irá gerar cerca de 29 mil empregos (novos ou manutenção de existentes) ao longo de um período de dez anos, com inúmeros benefícios econômicos adicionais resultantes de novas atividades:
- As atividades de fabricação gerarão 3,5 mil empregos diretos e 11,5 mil indiretos.
- O alto volume de transferência de tecnologia, através da criação de inúmeros subprodutos, gerará cerca de 4,5 mil empregos diretos e 9,5 mil indiretos.
ALÉM DA PARCERIA ESTRATÉGICA BRASIL-FRANÇA
Ao apresentar a proposta para a aquisição pelo Governo Brasileiro da próxima geração de aeronaves de combate (conhecido como Programa F-X2), a RAFALE International tem o firme propósito de estabelecer uma parceria de longo prazo com a Força Aérea Brasileira e indústrias brasileiras.
A RAFALE International é formada por três grandes empresas Francesas, a Dassault Aviation, Snecma (Grupo Safran) e Thales, líderes internacionais entre empresas aeroespaciais; projetistas e fabricantes das aeronaves de combate RAFALE, herdeiras dos famosos MIRAGEs. A empresa tem apoio do governo e forças armadas franceses.
A RAFALE International tem o compromisso de apoiar o desenvolvimento das capacidades tecnológicas brasileiras, viabilizando o projeto e produção da próxima geração de caças do país. Brasil & França já possuem um longo relacionamento na área de aeronaves de combate, desde a aquisição do MIRAGE III na década de 70, até o MIRAGE 2000, hoje em operação na Força Aérea.
OFERTA ILIMITADA DE TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA AO BRASIL
A equipe RAFALE está preparada para transferir tecnologias altamente sensíveis que o Brasil não conseguiria obter de outra fonte. A aprovação para transferência irrestrita de tecnologia já foi oficialmente notificada ao COMAER por autoridades francesas.
TECNOLOGIAS ESSENCIAIS OFERECIDAS AO BRASIL
- Integração aeromecânica de armas e casulos;
- Engenharia da estrutura do avião;
- Módulos de RF críticos para utilização em radares AESA;
- Tecnologias de sistemas digitais de controle de voo (DFCS) / DFCS avançados;
- Integração de motor;
- Gestão de testes de solo & voo;
- Manutenção e suporte integrados (bancada de testes, treinador de pilotos, planejamento de missão);
- Micro sistemas eletro-mecânicos (MEMS);
- Otimização multidisciplinar;
- Nanotecnologias;
- Inserção de operações de rede centralizada, interoperabilidade;
- Desenvolvimento/melhoria de sistema de missão de bordo;
- Optrônica;
- Aplicativos de pirotecnia espacial;
- Software de radar e de sistema de planejamento de missão;
- Desenvolvimento de software de simulação;
- Tecnologias de baixa detectabilidade;
- Tecnologias de projeto de redes de sistemas de veículos aéreos não tripulados.
NOVAS TECNOLOGIAS E PERSPECTIVAS DE MERCADO
Graças ao equilíbrio do mix de transferência de tecnologias de fabricação aeronáutica para materiais e processos avançados e às oportunidades de participação em programas aeronáuticos nas áreas civil e militar, os pacotes de fabricação propostos contribuirão de modo eficiente para a melhoria da capacidade, produtividade e autonomia da indústria aeronáutica brasileira.
As tecnologias de fabricação propostas para transferência cobrem as seguintes áreas:
- Processos compostos: moldagem por transferência de resina, colocação de fibras;
- Elaboração de superligas de grau aeroespacial (Inconel 718);
- Fundição de peças de alta precisão;
- Outros processos metalúrgicos: usinagem de 5 eixos com controle numérico, usinagem de alta velocidade, estiramento, técnicas de soldagem & modelagem, corte e perfuração a laser, revestimento com plasma;
- Processos de montagem: montagem sem gabarito & robótica, soldagem com feixe de elétrons, soldagem TIG robótica;
- Processos de inspeção: testagem automática não destrutiva;
- Simulações de processos de fabricação;
- Fabricação de módulos de RF para antena de radar (AESA).
As tecnologias propostas para transferência ao Brasil estão associadas a pacotes de trabalho relacionados ao mercado mundial para o RAFALE e outros programas aeronáuticos, como os jatos comerciais FALCON, motores comerciais e militares.
UM PROGRAMA DE COOPERAÇÃO QUE BENEFICIA MUITOS
A EMBRAER é a principal empresa do Programa de Cooperação RAFALE, juntamente com o COMAER/CTA. Além disso, várias pequenas e médias empresas brasileiras estão envolvidas em projetos de transferência de tecnologia de ponta e/ou processos de fabricação, associados a treinamento e co-produção, configurando assim uma parceria de longo prazo, além do Programa F-X2. A FIESP, AIAB, ABIMDE e CECOMPI deram respostas positivas as propostas de cooperação.
FOCO NO COMAER/CTA
Com o propósito de garantir a aquisição pelo Brasil das tecnologias essenciais para o domínio de futuros desenvolvimentos de aeronaves de caça, o COMAER/CTA será – além da indústria brasileira – o receptor de todas as referidas tecnologias.
Com o propósito de reforçar o papel dedicado ao CTA e outras instituições do COMAER juntamente com a FAB, as seguintes tecnologias estarão sujeitas a acordos de cooperação específicos:
- Engenharia de estrutura do avião;
- Integração de oficina aeromecânica;
- Desenvolvimento/melhoria do sistema de missão;
- Tecnologia de baixa detectabilidade e sobrevivência;
- Integração de motor;
- Optrônica;
- Ambiente de pilotagem: planejamento de missões e treinador de pilotos.
Aproveitando a experiência adquirida pela equipe RAFALE em outras áreas aeroespaciais e aeronáuticas, o CTA também tem a proposta de projetos de cooperação específicos em tecnologias sensíveis e promissoras como:
- Programa do veiculo lançador de satélites VLS-1 (Pirotecnia Espacial);
- Tecnologias de veículos aéreos não tripulados Battlelab;
- Sistemas Micro Eletro-Mecânicos (MEMS);
- Nanotecnologias;
- Cooperação para o desenvolvimento de um motor turbojet para um veículo aéreo não tripulado.
FOCO NA EMBRAER
De acordo com sua posição de fabricante aeronáutica e integradora de sistemas, a EMBRAER terá total expertise e autonomia para liderar e realizar – em cooperação com a indústria aeronáutica brasileira – adaptações e aperfeiçoamentos futuros na aeronave RAFALE e seus sistemas. Isso levará a EMBRAER a adquirir capacidades e conhecimento—aprimorando o que já havia ganhado no programa AMX – para realizar, de modo autônomo no futuro, o projeto da próxima geração de caças brasileiros.
A EMBRAER tem a proposta de, também, desempenhar um papel chave na transferência da fabricação do RAFALE para o Brasil, a partir de peças estruturais essenciais da aeronave (ex. asa) até chegar a uma linha de montagem local para o RAFALE, iniciando o primeiro lote de aeronaves F-X2.
A parceria estratégica firmada entre a equipe RAFALE e a EMBRAER se estenderá a outros programas aeronáuticos, incluindo, por exemplo, a transferência de tecnologia no campo do domínio chave e altamente sensível dos Sistemas Digitais de Controle Voo (DFCS). É importante destacar que as tecnologias DFCS são dominadas por pouquíssimas empresas no mundo e desejadas por muitas.
FOCO EM PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS
As principais tecnologias aeronáuticas também serão transferidas para outras empresas brasileiras, permitindo, em cooperação com a EMBRAER, o desenvolvimento local de funcionalidades operacionais para maiores adaptações e aperfeiçoamento da aeronave RAFALE ao longo de sua vida. Entre as empresas candidatas estão a AEROELETRÔNICA, ATECH, MECTRON e OMNISYS.
A indústria aeronáutica brasileira ganhará capacidades para fornecer suporte local à FAB em assistência técnica, inclusive na manutenção de elementos essenciais de sistemas e equipamentos da aeronave RAFALE: motor, aviônica, sensores, estrutura do avião. As empresas candidatas incluem AEROELETRÔNICA, FOCAL, MECTRON e OMNISYS.
Haverá aprimoramento da capacidade de fabricação aeronáutica do Brasil. Graças à transferência de tecnologia envolvendo processos tecnológicos de ponta, a indústria aeronáutica brasileira aumentará sua capacidade e competitividade para participar de grandes programas aeronáuticos do mercado mundial. Entre as empresas beneficiadas encontram-se a AÇOTÉCNICA, LATECOERE DO BRASIL, Grupo Empresarial HTA (ALLTEC, CAL COMPOENDE, ASTRA, GRAÚNA, STATUS USINAGEM) FRIULI, MULTIALLOY, OMNISYS, SOBRAER, VILLARES METAL.
Dentro e além do Programa F-X2, as novas tecnologias adquiridas proporcionarão a suas beneficiárias a chance de entrar em novos mercados e negócios, assim aumentando ou mantendo sua receita em larga escala.
FOCO NA COOPERAÇÃO COM UNIVERSIDADES
A equipe RAFALE atualmente coopera com mais de 100 universidades e centros de P&D no mundo todo. Ela fortalecerá seus elos com as universidades brasileiras e particularmente:
- A cooperação com o ITA em áreas como nanotecnologia e MEMS com a participação de alunos de pós-doutorado;
- A cooperação com o ITA para o desenvolvimento de motores turbojet para veículos aéreos não tripulados;
- A pesquisa cooperativa com a Universidade Federal do Rio de Janeiro focando principalmente otimização não linear.
INDÚSTRIAS BRASILEIRAS PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE COOPERAÇÃO RAFALE
AÇOTÉCNICA; AERNNOVA; AEROELETRÔNICA; ALLTEC; AMBRA SOLUTIONS; ASTRA; ATECH; AUTOMATA; CAL-COMPOENDE; CECOMPI; CONDOR S/A; CTA; EMBRAER; FIRST WAVE; FOCAL; FRIULI; GIOVANNI; GLOBO; GME AEROSPACE; GOODRICH DO BRASIL; GRANA; INBRA INDÚSTRIA QUÍMICA; ITA; LANMAR; LATECOERE DO BRASIL; MECTRON; MULTIALLOY; OMNISYS; POLARIS; SERCO; SOBRAER; STATUS USINAGEM; THYSSENKRUPP; TOYO MATIC; VEM; VILLARES METAL; WINNSTAL.
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Uau!!! O pessoal está pegando pesado nesta reta final do FX-2. Na minha opinião, nada supera o desenvolvimento de novas tecnologias. E, neste aspecto, a proposta da Rafale parece ser (muito) mais interessante que a da Boeing (no meu ponto de vista, centrada no fornecimento de armamentos; será que para os EUA isto signifique “transferência de tecnologia”???).
Em setembro saberemos (tomara…).
SDS.
Uau!!! O pessoal está pegando pesado nesta reta final do FX-2. Na minha opinião, nada supera o desenvolvimento de novas tecnologias. E, neste aspecto, a proposta da Rafale parece ser (muito) mais interessante que a da Boeing (no meu ponto de vista, centrada no fornecimento de armamentos; será que para os EUA isto signifique “transferência de tecnologia”???).
Em setembro saberemos (tomara…).
SDS.
Meu favorito, desde sempre.
Tomara que leve. Adsumus!!!
Meu favorito, desde sempre.
Tomara que leve. Adsumus!!!
É uma chance única para o Brasil. Espero que não percamos esta oportunidade.
Quero ver a Embraer pegar essa tecnologia e fabricar nosso próprio caça dentro de alguns anos.
É uma chance única para o Brasil. Espero que não percamos esta oportunidade.
Quero ver a Embraer pegar essa tecnologia e fabricar nosso próprio caça dentro de alguns anos.
Senhores,
entre as propostas dos USA e a francesa apresentada ao publico até agora, a francesa é indiscutivelmente a mais abrangente e concisa, indo claramente aos interesses pregados pelo Ministério da Defesa.
Vamos aguardar a sueca agora…
Grato.
Senhores,
entre as propostas dos USA e a francesa apresentada ao publico até agora, a francesa é indiscutivelmente a mais abrangente e concisa, indo claramente aos interesses pregados pelo Ministério da Defesa.
Vamos aguardar a sueca agora…
Grato.
COMANDANTE MELK;
O problema e que eu to aguardando desde o FX (1). Não vejo a hora dessa novala acabar….
COMANDANTE MELK;
O problema e que eu to aguardando desde o FX (1). Não vejo a hora dessa novala acabar….
novela*
novela*
Ótimo, espero que vença, americanos n são confiáveis.
Ótimo, espero que vença, americanos n são confiáveis.
ALguns pontos iniciais:
A Proposta francesa é bastante abrangente! Oferece áreas que claramente ainda não dominamos!
- mas por ser ampla também torna-se mais emblemática! Será que eles vão cumprir tudo o que tem na proposta?
- a que custo final ficaria a proposta? muito maior que a sueca e americana?
- se eles vencerem o contrato terá que ser bem amarrado e as cláusulas devem conter multas e rescisões caso não se cumpra o prometido e em prazo estabelecido!
- e por último, para nós que não estamos acostumados com compras novas deste calibre parece ser muita contrapartida para apenas 36 caças iniciais, mesmo assim!
Que Deus nos abençoe e dê discernimento para aqueles que vão decidir!
Saudações!!!
ALguns pontos iniciais:
A Proposta francesa é bastante abrangente! Oferece áreas que claramente ainda não dominamos!
- mas por ser ampla também torna-se mais emblemática! Será que eles vão cumprir tudo o que tem na proposta?
- a que custo final ficaria a proposta? muito maior que a sueca e americana?
- se eles vencerem o contrato terá que ser bem amarrado e as cláusulas devem conter multas e rescisões caso não se cumpra o prometido e em prazo estabelecido!
- e por último, para nós que não estamos acostumados com compras novas deste calibre parece ser muita contrapartida para apenas 36 caças iniciais, mesmo assim!
Que Deus nos abençoe e dê discernimento para aqueles que vão decidir!
Saudações!!!
Se a intenção da FAB é aprender com o processo e admirir, além da plataforma, conhecimento em tecnologias críticas para se preparar de fato para construir no futuro um caça de 5° geração, isso sim é uma proposta interessante.
Se a intenção da FAB é aprender com o processo e admirir, além da plataforma, conhecimento em tecnologias críticas para se preparar de fato para construir no futuro um caça de 5° geração, isso sim é uma proposta interessante.
Senhor JMRC em 08 ago, 2009 às 13:49,
“todos´´ nós estamos a “muito´´ esperando o final deste folhetim em que se transformou o FX, mas, os suecos terão que se “mexer´´ e tambem “apresentar´´ os esclarecimentos a respeito da sua proposta ao FX a opinião pública…
Portanto, exercitemos um pouco mais a nossa paciência…
Grato.
Senhor JMRC em 08 ago, 2009 às 13:49,
“todos´´ nós estamos a “muito´´ esperando o final deste folhetim em que se transformou o FX, mas, os suecos terão que se “mexer´´ e tambem “apresentar´´ os esclarecimentos a respeito da sua proposta ao FX a opinião pública…
Portanto, exercitemos um pouco mais a nossa paciência…
Grato.
THYSSENKRUPP …..Isso é empresa Brasileira ???
Att.
THYSSENKRUPP …..Isso é empresa Brasileira ???
Att.
Nossa! O negócio tá pegando fogo!
E vamu que vamu!
Abs
Nossa! O negócio tá pegando fogo!
E vamu que vamu!
Abs
Por isso o povo adiou a entrega do relatório, os gringos tão entregando a chafe do cofre no desespero.
Agora vence quem a EMBRAER indicar, podem ter certeza.
Abs
Por isso o povo adiou a entrega do relatório, os gringos tão entregando a chafe do cofre no desespero.
Agora vence quem a EMBRAER indicar, podem ter certeza.
Abs
Espero que os Franceses estejam sendo sinceros a respeito da “TT”.
Isso parece ser bom de mais pra ser verdade.TOMARA QUE SIM!!!
O Brasil ñ pode desperdiçar a oportunidade que a França esta oferecendo!
Espero que os Franceses estejam sendo sinceros a respeito da “TT”.
Isso parece ser bom de mais pra ser verdade.TOMARA QUE SIM!!!
O Brasil ñ pode desperdiçar a oportunidade que a França esta oferecendo!
o unico problema do rafale é ser mega, hiper, super caro.
tirando isso vale a pena sim!
o unico problema do rafale é ser mega, hiper, super caro.
tirando isso vale a pena sim!
… o MDF está certo .
… o MDF está certo .
Está ai o que a FAB sempre desejou e que se não existir infiltração lobista americana nos dará a melhor palataforma de combate entre os três analisados. Olhem o cockpit da máquina, só ai já mata a pau qualquer um dos outros dois. É um vetor atual com o que existe de melhor da industria aeroespacial francesa. O único que poderia contrapo-lo no FX2 seria o F35. Qualquer resultado que não nos leve ao Rafale, será um erro.
O pacote de contrapartes do Governo Francês é sem igual. Cabe a FAB e ao MD fazê-lo concretizar.
Esqueçam o briqeudinho Gripen e o meia vida F18E/F, vamos de Dassault Rafale e FREMM em breve.
Está ai o que a FAB sempre desejou e que se não existir infiltração lobista americana nos dará a melhor palataforma de combate entre os três analisados. Olhem o cockpit da máquina, só ai já mata a pau qualquer um dos outros dois. É um vetor atual com o que existe de melhor da industria aeroespacial francesa. O único que poderia contrapo-lo no FX2 seria o F35. Qualquer resultado que não nos leve ao Rafale, será um erro.
O pacote de contrapartes do Governo Francês é sem igual. Cabe a FAB e ao MD fazê-lo concretizar.
Esqueçam o briqeudinho Gripen e o meia vida F18E/F, vamos de Dassault Rafale e FREMM em breve.
Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Sei não hein
Lembrem-se:
“Quando a esmola é grande, até o Santo desconfia”
Hmmmmmmmmmmmmmmmmmmm
Sei não hein
Lembrem-se:
“Quando a esmola é grande, até o Santo desconfia”
O Rafale caro, o que todos acham da proposta da Boeing pelo minguados F18E/F e algum AIM120C e AIM9M?
7 bi é pouco?
O Rafale caro, o que todos acham da proposta da Boeing pelo minguados F18E/F e algum AIM120C e AIM9M?
7 bi é pouco?
Os detalhes de transferencia tecnologica americana nao foram detalhados assim. Antes de emitir julgamento, seria bom ter acesso ao deles tb.
Quanto aos misseis americanos, acho que quem pediu estes numeros foi a FAB mesmo…
Os detalhes de transferencia tecnologica americana nao foram detalhados assim. Antes de emitir julgamento, seria bom ter acesso ao deles tb.
Quanto aos misseis americanos, acho que quem pediu estes numeros foi a FAB mesmo…
a proposta do fx-2 é a transferencia de tecnologia,eu na minha humilde opinião,nao sei analisar qual seria a melhor proposta,porem nós temos homens capacitados para analisar proposta por proposta,eles estao pensando na tranferencia de tecnologia ,mais estão pensando tambem em um parceiro para o futuro,tudo isso está sendo levado em conta.
aliás eu acho muito provável que a proposta sueca seja apresentada ao público,pq como o MOsilva disse:…O pessoal está pegando pesado nesta reta final do FX-2…
para terminar gostaria de parabenizar o poder aéreo por estar sempre combrindo sobre o fx-2.
a proposta do fx-2 é a transferencia de tecnologia,eu na minha humilde opinião,nao sei analisar qual seria a melhor proposta,porem nós temos homens capacitados para analisar proposta por proposta,eles estao pensando na tranferencia de tecnologia ,mais estão pensando tambem em um parceiro para o futuro,tudo isso está sendo levado em conta.
aliás eu acho muito provável que a proposta sueca seja apresentada ao público,pq como o MOsilva disse:…O pessoal está pegando pesado nesta reta final do FX-2…
para terminar gostaria de parabenizar o poder aéreo por estar sempre combrindo sobre o fx-2.
Nessa ultima fase, sempre considerei o Rafale a melhor opção, mas diante deste detalhamento da proposta, não vejo alternativa melhor para a FAB. Teremos acesso a tecnologias muito sensíveis, e importante para o desenvolvimento do país em varias áreas. Valerá apena “pagar o preço político” pelo descarte do Super Hornet.
Qto ao Gripen NG, na minha opinião seria um grande erro sua escolha. Caça Monoturbina, ainda uma proposta, com muita coisa a fazer e testar. e qto ao suposto preço menor, isso pra mim é “balela”. Ainda corremos o risco de sermos o unico operador no mundo, imaginem o preço deste avião daqui uns anos, seria algo parecido com o AMX que o preço final era maior que um F-16.
Um abraço e ótimo final de semana a todos.
Nessa ultima fase, sempre considerei o Rafale a melhor opção, mas diante deste detalhamento da proposta, não vejo alternativa melhor para a FAB. Teremos acesso a tecnologias muito sensíveis, e importante para o desenvolvimento do país em varias áreas. Valerá apena “pagar o preço político” pelo descarte do Super Hornet.
Qto ao Gripen NG, na minha opinião seria um grande erro sua escolha. Caça Monoturbina, ainda uma proposta, com muita coisa a fazer e testar. e qto ao suposto preço menor, isso pra mim é “balela”. Ainda corremos o risco de sermos o unico operador no mundo, imaginem o preço deste avião daqui uns anos, seria algo parecido com o AMX que o preço final era maior que um F-16.
Um abraço e ótimo final de semana a todos.
Estamos esperando o que?
Vamo fechar logo este contrato com os franceses !
Depois dessa os suecos dançaram , uma vez que estes não tem dominio
sobre muitas tecnologias que a França oferece, o Gripen NG não existe ainda e mesmo em projeto ainda inclui muitos componentes
de fabrico americano e britânico .
Os americanos estão oferecendo um projeto antigo e com restrições
com relação a transferencia de tecnologia , isto sem falar que o
F-18 é inferior em muitos pontos ao Rafale.
Chega de demora o Rafale é o melhor para o Brasil
Estamos esperando o que?
Vamo fechar logo este contrato com os franceses !
Depois dessa os suecos dançaram , uma vez que estes não tem dominio
sobre muitas tecnologias que a França oferece, o Gripen NG não existe ainda e mesmo em projeto ainda inclui muitos componentes
de fabrico americano e britânico .
Os americanos estão oferecendo um projeto antigo e com restrições
com relação a transferencia de tecnologia , isto sem falar que o
F-18 é inferior em muitos pontos ao Rafale.
Chega de demora o Rafale é o melhor para o Brasil
Esse promete o céu e o mundo. Acho que independente do vencedor o valor será de 8 bilhões pelo menos. Esses valores de 2,2 bi, 4 bi são irreais.
Esse promete o céu e o mundo. Acho que independente do vencedor o valor será de 8 bilhões pelo menos. Esses valores de 2,2 bi, 4 bi são irreais.
Segundo o Michael Coggins da Boeing, não fazia parte da proposta para a FAB os armamentos AR-AR, pois segundo ele o Brasil desejaria integrar suas próprias armas. É muito provável que esta consulta ao Congresso Americano, seja somente o protocolo e que estes armamentos nunca sejam liberados. O pessoal do Pentágono simplesmente optou por aumentar a lista colocando-a em seu patamar maior possível. Isso é uma compra de prateleira. Como a que eles fazem com Jordânia, Egito, Coréia do Sul, Arábia Saudita. Não existe novidade nisso. Eles não sabem fazer transferência de Tecnologia. Não faz parte da doutrina americana, ensinar a pescar. Ou se começa a pescaria ao seu lado ou não têm peixe assado no final. Isso não existe, nem para Israel acredito que eles tenham dado alguma ajuda em TT. O Japão têm se virar sozinho pra desenvolver seus meios militares. O Complexo Industrial Militar AMericano é o que há de mais forte naquele país e seus desenvolvimentos não serão entregues assim de qquer forma ainda mais para um país como o Brasil.
Segundo o Michael Coggins da Boeing, não fazia parte da proposta para a FAB os armamentos AR-AR, pois segundo ele o Brasil desejaria integrar suas próprias armas. É muito provável que esta consulta ao Congresso Americano, seja somente o protocolo e que estes armamentos nunca sejam liberados. O pessoal do Pentágono simplesmente optou por aumentar a lista colocando-a em seu patamar maior possível. Isso é uma compra de prateleira. Como a que eles fazem com Jordânia, Egito, Coréia do Sul, Arábia Saudita. Não existe novidade nisso. Eles não sabem fazer transferência de Tecnologia. Não faz parte da doutrina americana, ensinar a pescar. Ou se começa a pescaria ao seu lado ou não têm peixe assado no final. Isso não existe, nem para Israel acredito que eles tenham dado alguma ajuda em TT. O Japão têm se virar sozinho pra desenvolver seus meios militares. O Complexo Industrial Militar AMericano é o que há de mais forte naquele país e seus desenvolvimentos não serão entregues assim de qquer forma ainda mais para um país como o Brasil.
THYSSENKRUPP não é empresa brasileira, mas sim alemã
Só tenho uma dúvida: qual é o melhor vetor Rafale ou Eurofighter?
Gostaria de respostas bem detalhadas,peço a colaboração de todos que conhecem estes vetores á fundo.
Maintenant, je remercie mes chers partenaires dans le blog!
THYSSENKRUPP não é empresa brasileira, mas sim alemã
Só tenho uma dúvida: qual é o melhor vetor Rafale ou Eurofighter?
Gostaria de respostas bem detalhadas,peço a colaboração de todos que conhecem estes vetores á fundo.
Maintenant, je remercie mes chers partenaires dans le blog!
Prezado Wolfpack
Americano sabe é tirar tecnologia dos outros (poucas é verdade), mas transferir? hehe pequena, limitada e defasada
abraço
Prezado Wolfpack
Americano sabe é tirar tecnologia dos outros (poucas é verdade), mas transferir? hehe pequena, limitada e defasada
abraço
É dificil imaginar que eles irão cooperar tanto assim com nossa industria, é logico que o FX é só a porta de entrada para a susbtituição da frota toda, acho que não vai ficar só nos 36 aviões.
Será que todas as empresas beneficiadas, estão capacitadas a receber esse Know-How seja qual for o vencedor, não adianta eles transferirem conhecimentos se não estivermos preparados para receber.
Outra coisa que não pensamos, é que a politica de Defesa no Brasil muda de Governo pra Governo, não sabemos quem será o proximo Presidente e essa parceria pode não agradar a próxima administração e tudo isso pode ir por agua abaixo.
Esse foi o principal erro do Governo Lula.
É preciso mostrar os outros lados da moeda, e mostra detalhes das propostas da SAAB e da Boeing.
É dificil imaginar que eles irão cooperar tanto assim com nossa industria, é logico que o FX é só a porta de entrada para a susbtituição da frota toda, acho que não vai ficar só nos 36 aviões.
Será que todas as empresas beneficiadas, estão capacitadas a receber esse Know-How seja qual for o vencedor, não adianta eles transferirem conhecimentos se não estivermos preparados para receber.
Outra coisa que não pensamos, é que a politica de Defesa no Brasil muda de Governo pra Governo, não sabemos quem será o proximo Presidente e essa parceria pode não agradar a próxima administração e tudo isso pode ir por agua abaixo.
Esse foi o principal erro do Governo Lula.
É preciso mostrar os outros lados da moeda, e mostra detalhes das propostas da SAAB e da Boeing.
Wolfpack…
Japao e Israel entre outros, mesmo que tivessem 100 por cento de TT, ainda dependeriam dos EUA para bancar uma guerra contra Coreia do Norte, Irã ou marcianos…
Tem uma questao muito mais complexa do que apenas transferir tecnologia…eles dependem dos EUA pois estao situados em uma regiao no minimo “quente” e quem pode contar com um aliado do peso dos EUA nao precisa preocupar-se tanto com a tal TT…pois nao bastaria de qualquer forma.
Hoje em dia, mais do que nunca é preciso ter aliados fortes, seja com a França ou EUA nao teremos uma completa independencia no setor até mesmo os Franceses utilizam catapultas americanas C13 e avioes americanos em seu porta-avioes.
abraços
Wolfpack…
Japao e Israel entre outros, mesmo que tivessem 100 por cento de TT, ainda dependeriam dos EUA para bancar uma guerra contra Coreia do Norte, Irã ou marcianos…
Tem uma questao muito mais complexa do que apenas transferir tecnologia…eles dependem dos EUA pois estao situados em uma regiao no minimo “quente” e quem pode contar com um aliado do peso dos EUA nao precisa preocupar-se tanto com a tal TT…pois nao bastaria de qualquer forma.
Hoje em dia, mais do que nunca é preciso ter aliados fortes, seja com a França ou EUA nao teremos uma completa independencia no setor até mesmo os Franceses utilizam catapultas americanas C13 e avioes americanos em seu porta-avioes.
abraços
O pessoal está animado com o texto. Realmente ele é muito SEDUTOR. É uma senhora tentação para “assinar logo o cheque”.
Se tudo isso for verdade, da perspectiva que pensamos, seria a solução de todos os problemas.
Porém, há de se ter muito cuidado com as “pegadinhas francesas”. O pessoal de análise das propostas e de contratos não pode se deixar iludir com essas ofertas da forma como estão escritas.
No contrato, a coisa pode não “ser tão boa assim”. Valerá o que está no contrato. E depois de assinado, não cabem reclamações ou dúvidas do tipo “interpretei desta forma e pensei que vcs queriam dizer tal coisa……”. Quem já trabalhou com franceses sabe que são mestres nessas pegadinhas de contrato. Tomara que o pessoal da FAB esteja devidamente imunizado contra essas tentações.
Minha opinião é de que isso tudo é “too good to be true”. Para vender 36 aeronaves ?? É quase certo que a perspectiva de TT deles não esteja alinhada com a nossa, embora o texto postado leve a este entendimento. Se este entendimento é preciso ou não, só o tempo vai dizer.
O pessoal está animado com o texto. Realmente ele é muito SEDUTOR. É uma senhora tentação para “assinar logo o cheque”.
Se tudo isso for verdade, da perspectiva que pensamos, seria a solução de todos os problemas.
Porém, há de se ter muito cuidado com as “pegadinhas francesas”. O pessoal de análise das propostas e de contratos não pode se deixar iludir com essas ofertas da forma como estão escritas.
No contrato, a coisa pode não “ser tão boa assim”. Valerá o que está no contrato. E depois de assinado, não cabem reclamações ou dúvidas do tipo “interpretei desta forma e pensei que vcs queriam dizer tal coisa……”. Quem já trabalhou com franceses sabe que são mestres nessas pegadinhas de contrato. Tomara que o pessoal da FAB esteja devidamente imunizado contra essas tentações.
Minha opinião é de que isso tudo é “too good to be true”. Para vender 36 aeronaves ?? É quase certo que a perspectiva de TT deles não esteja alinhada com a nossa, embora o texto postado leve a este entendimento. Se este entendimento é preciso ou não, só o tempo vai dizer.
“Eles não sabem fazer transferência de Tecnologia. Não faz parte da doutrina americana, ensinar a pescar”
talvez, mas eh exatamente o oposto q esta falando agora, inclusive a Hillary…
seja como for, espera-se que isso esteja sendo muito bem analisado pelo pessoal responsavel, no que acredito. se nao houver transferencia semelhante pelos americanos, acho q dancam. sem falar na paixao do jóba pelo sarkoza.
“Eles não sabem fazer transferência de Tecnologia. Não faz parte da doutrina americana, ensinar a pescar”
talvez, mas eh exatamente o oposto q esta falando agora, inclusive a Hillary…
seja como for, espera-se que isso esteja sendo muito bem analisado pelo pessoal responsavel, no que acredito. se nao houver transferencia semelhante pelos americanos, acho q dancam. sem falar na paixao do jóba pelo sarkoza.
Deve fazer parte do offset uma bombada do joba na carla. Deve ser esse o interesse maior.
Deve fazer parte do offset uma bombada do joba na carla. Deve ser esse o interesse maior.
gustavo em 08 ago, 2009 às 14:20
“o unico problema do rafale é ser mega, hiper, super caro.
tirando isso vale a pena sim!”
Por enquanto não temos números exatos, somente especulações. Por ex: Segundo matéria da ‘Isto É’, os preços atuais seriam:
‘Isto É’
“…Na semana passada, americanos, franceses e suecos entregaram à FAB a chamada “Best and Final Offer”, a melhor e última oferta, com a qual tiveram chance de melhorar suas propostas iniciais. A Dassault reduziu o preço do Rafale de 70 milhões de euros para 50 milhões de euros, se aproximando dos demais finalistas, o F-18 (US$ 55 milhões) e o Gripen (US$ 50 milhões)…”
gustavo em 08 ago, 2009 às 14:20
“o unico problema do rafale é ser mega, hiper, super caro.
tirando isso vale a pena sim!”
Por enquanto não temos números exatos, somente especulações. Por ex: Segundo matéria da ‘Isto É’, os preços atuais seriam:
‘Isto É’
“…Na semana passada, americanos, franceses e suecos entregaram à FAB a chamada “Best and Final Offer”, a melhor e última oferta, com a qual tiveram chance de melhorar suas propostas iniciais. A Dassault reduziu o preço do Rafale de 70 milhões de euros para 50 milhões de euros, se aproximando dos demais finalistas, o F-18 (US$ 55 milhões) e o Gripen (US$ 50 milhões)…”
O Rafale trás consigo a Transferência de tecnologia, o único que pode oferecer isso já que os americanos não tem interesse nenhum em transferir tecnologia, eles ofereceram uma grande quantidade de misseis que daria para uns “2″ disparos por caça, mas e depois vamos usar o que? Negocio bom para o Brasil é ter esse caça com esses escasso armamento? 36 caças para o Brasil é um numero muito pequeno, e depois teriamos que pedir para ser fabricado lá nos USA mais uns 36? A minha maior preocupação é essa demora, pois eu acredito que os americanos podem atrapalhar esse FX-2, e me parece que eles já estão atrapalhando. Tomara que esse FX-2 não se transforme num novo SIVAM, onde os EUA atrapalharam os Franceses e acabaram levando o projeto e dando um prejuízo para o Brasil, pois o mesmo pagou cara para os EUA, terem imagens da nossa Floresta Amazônica lá de graça pra eles. Agora o Gripen seria um excelente vetor se não tivesse a turbina americana da GE.
Meu favorito é o Rafale, porque ele trás consigo a esperança de não dependermos mais dos americanos, e num futuro bem próximo termos um caça projetado e fabricado no Brasil.
Esse é o meu sonho de ver o Brasil, independente, livre e abençoado por Deus, assim como os EUA foi .
O Rafale trás consigo a Transferência de tecnologia, o único que pode oferecer isso já que os americanos não tem interesse nenhum em transferir tecnologia, eles ofereceram uma grande quantidade de misseis que daria para uns “2″ disparos por caça, mas e depois vamos usar o que? Negocio bom para o Brasil é ter esse caça com esses escasso armamento? 36 caças para o Brasil é um numero muito pequeno, e depois teriamos que pedir para ser fabricado lá nos USA mais uns 36? A minha maior preocupação é essa demora, pois eu acredito que os americanos podem atrapalhar esse FX-2, e me parece que eles já estão atrapalhando. Tomara que esse FX-2 não se transforme num novo SIVAM, onde os EUA atrapalharam os Franceses e acabaram levando o projeto e dando um prejuízo para o Brasil, pois o mesmo pagou cara para os EUA, terem imagens da nossa Floresta Amazônica lá de graça pra eles. Agora o Gripen seria um excelente vetor se não tivesse a turbina americana da GE.
Meu favorito é o Rafale, porque ele trás consigo a esperança de não dependermos mais dos americanos, e num futuro bem próximo termos um caça projetado e fabricado no Brasil.
Esse é o meu sonho de ver o Brasil, independente, livre e abençoado por Deus, assim como os EUA foi .
Temos que pensar no nosso país e nos benefícios que irá agregar-se ao nosso parque industrial aeronautico com esse acordo.Ficarmos longe de disputas políticas internacionais, em nome de ideologias falidas,isso que importa.Se a America do norte tinha tanto interesse assim em realizar o negócio , por que não apresentou propostas antes mesmo do que seus concorrentes diretos , já que eles encaram como uma questão estratégica?, e por que relegar o nosso país em detrimento de outros, que não tem o peso específico em tecnologia e estratégicamente falando, aqui na América do Sul?
Negar acesso comercial, tecnológico, terrorismo midiático etc..
Exemplos claros, como no caso das antenas , que o cta pretendia adquirir para , na época o projeto , do atual míssil, MAR-01.É assim que se tratam , ditos parceiros ?,”O Brasil não precisa deste tipo de armamento”, resposta norte americana.
Negando-se a abrir o setor agrícola aos nossos produtos, em muitos casos bem superiores,e escondendo-se atrás da velhas desculpas, ora o nosso congresso ora o lobie muito forte dos agricultores gringos.
E agora? querem o que? ganhar ?
Só se não houvesse ainda brasileiros com muito amor à camisa e muita vergonha na cara.Fato lamentável, pois até em muitos ditos ,BRASILEIROS?, essa premissa parece não existir.
Temos que pensar no nosso país e nos benefícios que irá agregar-se ao nosso parque industrial aeronautico com esse acordo.Ficarmos longe de disputas políticas internacionais, em nome de ideologias falidas,isso que importa.Se a America do norte tinha tanto interesse assim em realizar o negócio , por que não apresentou propostas antes mesmo do que seus concorrentes diretos , já que eles encaram como uma questão estratégica?, e por que relegar o nosso país em detrimento de outros, que não tem o peso específico em tecnologia e estratégicamente falando, aqui na América do Sul?
Negar acesso comercial, tecnológico, terrorismo midiático etc..
Exemplos claros, como no caso das antenas , que o cta pretendia adquirir para , na época o projeto , do atual míssil, MAR-01.É assim que se tratam , ditos parceiros ?,”O Brasil não precisa deste tipo de armamento”, resposta norte americana.
Negando-se a abrir o setor agrícola aos nossos produtos, em muitos casos bem superiores,e escondendo-se atrás da velhas desculpas, ora o nosso congresso ora o lobie muito forte dos agricultores gringos.
E agora? querem o que? ganhar ?
Só se não houvesse ainda brasileiros com muito amor à camisa e muita vergonha na cara.Fato lamentável, pois até em muitos ditos ,BRASILEIROS?, essa premissa parece não existir.
“pagou caro”
“pagou caro”
“Só tenho uma dúvida: qual é o melhor vetor Rafale ou Eurofighter?”
EF-2000 “Typhoon” na cabeça!!!
Relação peso potência superior e melhor carga alar, então melhor manobridade.
Tão capaz de ataque ao solo e apoio tático qnto os “Rafales” que operam hoje no Afeganistão.
Aviônicos atuais superiores aos do “Rafale” em serviço de esquadrão.
Melhor motorização, desempenho e confiabilidade superiores.
Tem mtos mais no mercado, em serviço ativo e encomendados.
Desenvolvímento continuo em curso, novo padrão Trenche 3 encomendado.
Infelizmente tda essa superioridade vem c/ um preço, então é + caro de adquirir que o “Rafale”.
Mesmo assim já tem 2 clientes externos, alem dos 4 participantes originais do programa.
A transferência de tecnologia é efetiva e está em curso, empresas sul-africanas fornecem partes e sistemas p/ as aeronaves da RAF.
Empresas sauditas envolvídas na integração local das aeronaves adquiridas pela RSAF.
Os caras lá não tem Embraer p/ dar palpite e atrapalhar, então decidiram antes de nós!!!
“Só tenho uma dúvida: qual é o melhor vetor Rafale ou Eurofighter?”
EF-2000 “Typhoon” na cabeça!!!
Relação peso potência superior e melhor carga alar, então melhor manobridade.
Tão capaz de ataque ao solo e apoio tático qnto os “Rafales” que operam hoje no Afeganistão.
Aviônicos atuais superiores aos do “Rafale” em serviço de esquadrão.
Melhor motorização, desempenho e confiabilidade superiores.
Tem mtos mais no mercado, em serviço ativo e encomendados.
Desenvolvímento continuo em curso, novo padrão Trenche 3 encomendado.
Infelizmente tda essa superioridade vem c/ um preço, então é + caro de adquirir que o “Rafale”.
Mesmo assim já tem 2 clientes externos, alem dos 4 participantes originais do programa.
A transferência de tecnologia é efetiva e está em curso, empresas sul-africanas fornecem partes e sistemas p/ as aeronaves da RAF.
Empresas sauditas envolvídas na integração local das aeronaves adquiridas pela RSAF.
Os caras lá não tem Embraer p/ dar palpite e atrapalhar, então decidiram antes de nós!!!
“Exemplos claros, como no caso das antenas , que o cta pretendia adquirir para , na época o projeto , do atual míssil, MAR-01.É assim que se tratam , ditos parceiros ?,”O Brasil não precisa deste tipo de armamento”, resposta norte americana.”
Então qual é a explicação francesa p/ não nos transferirem as tecnologias dos seus helos, depois de 30 anos de Brasil????
“Exemplos claros, como no caso das antenas , que o cta pretendia adquirir para , na época o projeto , do atual míssil, MAR-01.É assim que se tratam , ditos parceiros ?,”O Brasil não precisa deste tipo de armamento”, resposta norte americana.”
Então qual é a explicação francesa p/ não nos transferirem as tecnologias dos seus helos, depois de 30 anos de Brasil????
Se é tão bom assim por que não se candidatou?
Se é tão bom assim por que não se candidatou?
“Negando-se a abrir o setor agrícola aos nossos produtos, em muitos casos bem superiores,e escondendo-se atrás da velhas desculpas, ora o nosso congresso ora o lobie muito forte dos agricultores gringos.”
Ah, mas não é a mesma posição da França na UE???
“Negando-se a abrir o setor agrícola aos nossos produtos, em muitos casos bem superiores,e escondendo-se atrás da velhas desculpas, ora o nosso congresso ora o lobie muito forte dos agricultores gringos.”
Ah, mas não é a mesma posição da França na UE???
“Não faz parte da doutrina americana, ensinar a pescar.”
“Ou se começa a pescaria ao seu lado ou não têm peixe assado no final.”
Wolfpack,
Vc sabe dizer de onde vaio a tecnologia de materiais honeycomb, usada no “Bandeirante” e no “Xavante”?
Vc sabe dizer de onde vaio a tecnologia de colagem metal/metal, usada no “Brasilia” e no “Tucano”?
Graças ao mercado de aviação regional de quem, primeiro o Brasilia, depois o ERJ-145 e hoje os ERJ-170/75 e ERJ-190/195 se tornaram sucesso???
“Não faz parte da doutrina americana, ensinar a pescar.”
“Ou se começa a pescaria ao seu lado ou não têm peixe assado no final.”
Wolfpack,
Vc sabe dizer de onde vaio a tecnologia de materiais honeycomb, usada no “Bandeirante” e no “Xavante”?
Vc sabe dizer de onde vaio a tecnologia de colagem metal/metal, usada no “Brasilia” e no “Tucano”?
Graças ao mercado de aviação regional de quem, primeiro o Brasilia, depois o ERJ-145 e hoje os ERJ-170/75 e ERJ-190/195 se tornaram sucesso???
Aliás nem diria, “sucesso” mas sim “viáveis”???
Aliás nem diria, “sucesso” mas sim “viáveis”???
Se o F 18 deu uma bola na trave, o Rafale respondeu em seguida com 3 gols. E quanto ao preço do Rafale, se vier tudo isso mesmo, vale muito mais do que 10 bi.
Quanto ao desenvolvimento do nosso caça de 5a. geração, acho que deveríamos fazer em parceria com os franceses, para diluir os custos. Seria mais vantajoso do que um projeto puramente nacional.
Se o F 18 deu uma bola na trave, o Rafale respondeu em seguida com 3 gols. E quanto ao preço do Rafale, se vier tudo isso mesmo, vale muito mais do que 10 bi.
Quanto ao desenvolvimento do nosso caça de 5a. geração, acho que deveríamos fazer em parceria com os franceses, para diluir os custos. Seria mais vantajoso do que um projeto puramente nacional.
[" General em 08 ago, 2009 às 14:56 "]
[" Só tenho uma dúvida: qual é o melhor vetor Rafale ou Eurofighter? "]
———
#
[ konner em 30 ago, 2008 às 11:44 ]
Os dois aviões são diferentes, nos objetivos para os quais foram concebidos.
Enquanto que o Rafale foi criado para ser um caça táctico, o Typhoon foi concebido de raíz, para ser um caça de superioridade aérea.
Isto confere com aquilo que se julga, que é o fato do Typhoon ser mais competente no papel de interceptor, do que o Rafale.
Contudo, o Typhoon pode levar menos peso em bombas e mísseis (6500 Kg) do que o Rafale (9500 Kg), isto num cenário em que as operações contra alvos no solo são fundamentais, é uma vantagem importante para o aparelho gaulês.
O radar do Rafale está entre os melhores que hoje existe na aviação militar, já o radar do Typhoon é de uma geração anterior e o seu upgrade inevitável, será complexo e caro.
Em termos de manobrabilidade, o Rafale é um avião melhor.
É que, o Typhoon paga o preço das suas maiores dimensões e peso.
Em dogfight, creio são equivalentes.
Em termos de furtividade, o Typhoon deveria ser mais capaz que o Rafale, mas existem informações que apontam para que o caça francês, porque é menor, tem afinal de conta um menor RCS, menos 50% que o Typhoon, ’segundo alguns’.
Se o seu uso em Aeródromo é determinante, o Rafale é a única alternativa.
Ao meu ver, de fato, o Rafale parece superior ao Typhoon.
O Rafale parece estar adiantado uns cinco anos em relação ao Typhoon e se o governo francês continuar a financiar o projeto, sendo aqui vital o encontro de algum cliente externo, esta vantagem vai manter-se com os programas de upgrade que estão já previstos e que o Typhoon dificilmente acompanhará.
Outro importante detalhe, a grande diferença entre o Typhoon e o Rafale está na banda financeira, portanto, o mercado para Typhoon/Rafale, conspira afavor do Rafale.
[" General em 08 ago, 2009 às 14:56 "]
[" Só tenho uma dúvida: qual é o melhor vetor Rafale ou Eurofighter? "]
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[ konner em 30 ago, 2008 às 11:44 ]
Os dois aviões são diferentes, nos objetivos para os quais foram concebidos.
Enquanto que o Rafale foi criado para ser um caça táctico, o Typhoon foi concebido de raíz, para ser um caça de superioridade aérea.
Isto confere com aquilo que se julga, que é o fato do Typhoon ser mais competente no papel de interceptor, do que o Rafale.
Contudo, o Typhoon pode levar menos peso em bombas e mísseis (6500 Kg) do que o Rafale (9500 Kg), isto num cenário em que as operações contra alvos no solo são fundamentais, é uma vantagem importante para o aparelho gaulês.
O radar do Rafale está entre os melhores que hoje existe na aviação militar, já o radar do Typhoon é de uma geração anterior e o seu upgrade inevitável, será complexo e caro.
Em termos de manobrabilidade, o Rafale é um avião melhor.
É que, o Typhoon paga o preço das suas maiores dimensões e peso.
Em dogfight, creio são equivalentes.
Em termos de furtividade, o Typhoon deveria ser mais capaz que o Rafale, mas existem informações que apontam para que o caça francês, porque é menor, tem afinal de conta um menor RCS, menos 50% que o Typhoon, ’segundo alguns’.
Se o seu uso em Aeródromo é determinante, o Rafale é a única alternativa.
Ao meu ver, de fato, o Rafale parece superior ao Typhoon.
O Rafale parece estar adiantado uns cinco anos em relação ao Typhoon e se o governo francês continuar a financiar o projeto, sendo aqui vital o encontro de algum cliente externo, esta vantagem vai manter-se com os programas de upgrade que estão já previstos e que o Typhoon dificilmente acompanhará.
Outro importante detalhe, a grande diferença entre o Typhoon e o Rafale está na banda financeira, portanto, o mercado para Typhoon/Rafale, conspira afavor do Rafale.
Aos responsáveis!…
Não deve penssar nem duas vezes .É assinar logo!… E mandar o resto para as cucuias.Viva o Rafale!…Quero velos nos ceus brasileiros no 7 de setembro de 2009.E favor não me decepcionar
que pago meu impostos em dias.
Aos responsáveis!…
Não deve penssar nem duas vezes .É assinar logo!… E mandar o resto para as cucuias.Viva o Rafale!…Quero velos nos ceus brasileiros no 7 de setembro de 2009.E favor não me decepcionar
que pago meu impostos em dias.
Nessa história toda me pergunto:
Qual o será o motivo da França não ter conseguido vender um único Rafale em todas as concorrências em que participou nos últimos 8 anos?
Quero ver a França repassar tecnologia como prometeu há 25 anos atrás quando da criação da Helibras, coisa que até hoje não fez!
Esperemos que a Boeing publique o requerimento completo quanto à parceria com as empresas nacionais, transferência de tecnologia e as condições de contrapartidas comerciais. O mesmo se espera no caso da SAAB, fabricante do Gripen.
Nessa história toda me pergunto:
Qual o será o motivo da França não ter conseguido vender um único Rafale em todas as concorrências em que participou nos últimos 8 anos?
Quero ver a França repassar tecnologia como prometeu há 25 anos atrás quando da criação da Helibras, coisa que até hoje não fez!
Esperemos que a Boeing publique o requerimento completo quanto à parceria com as empresas nacionais, transferência de tecnologia e as condições de contrapartidas comerciais. O mesmo se espera no caso da SAAB, fabricante do Gripen.
Caro, Mauricio R. não recebemos nada EUA que não tenhamos dado em dobro.
Agumas das coisas que demos: a nossa independencia de lutar por uma capacidade de desenvolver misseis com alcance acima de 300KM e artefatos nucleares, depois de nos boicotarem por anos.
Abraço
Caro, Mauricio R. não recebemos nada EUA que não tenhamos dado em dobro.
Agumas das coisas que demos: a nossa independencia de lutar por uma capacidade de desenvolver misseis com alcance acima de 300KM e artefatos nucleares, depois de nos boicotarem por anos.
Abraço
Vendo a lista da encomenda feita aos americanos e a proposta dos franceses e o caça em sí, dá para ficar em dúvida e optar pelo Rafale. Ele em sí parece ser um caça mais atualizado e com capacidade para novas atualizações com a transferência de tecnologia e acessos conforme prometido.
Apesar de acreditar que o F-18 é um caça pronto, ou seja, uma arma pronta para a guerra, é o revolver e as balas no coldre, e o Rafale pecar um pouco por falta de armamentos, o acesso que propòem aos sistemas parece ser melhor para o país.
Fiquei balançado com a proposta do Rafale, sinceramente, acho que é o melhor caça, no sentido de perspectiva de crescimento, enquanto o F-18 sofrerá com a concorrência do F-35.
Quem viver verá o resultado. Boa escolha FAB.
Vendo a lista da encomenda feita aos americanos e a proposta dos franceses e o caça em sí, dá para ficar em dúvida e optar pelo Rafale. Ele em sí parece ser um caça mais atualizado e com capacidade para novas atualizações com a transferência de tecnologia e acessos conforme prometido.
Apesar de acreditar que o F-18 é um caça pronto, ou seja, uma arma pronta para a guerra, é o revolver e as balas no coldre, e o Rafale pecar um pouco por falta de armamentos, o acesso que propòem aos sistemas parece ser melhor para o país.
Fiquei balançado com a proposta do Rafale, sinceramente, acho que é o melhor caça, no sentido de perspectiva de crescimento, enquanto o F-18 sofrerá com a concorrência do F-35.
Quem viver verá o resultado. Boa escolha FAB.
CAro Mauricio R. Quanto a França Mauricio R. voce tem razão, não deixa nada a dever ao EUA em termos de saco de maldade.
Então poderiamos pensar, quem tem mais força para ameaçar nossos interresses no furturo? (não esquecendo que a França já foi ate ultrapassada na produção de automovel, no PIB deve tar beirando),
e a qual dos dois interressa dar maior independencia tecnologia ao Brasil e por que motivo?
Abs
CAro Mauricio R. Quanto a França Mauricio R. voce tem razão, não deixa nada a dever ao EUA em termos de saco de maldade.
Então poderiamos pensar, quem tem mais força para ameaçar nossos interresses no furturo? (não esquecendo que a França já foi ate ultrapassada na produção de automovel, no PIB deve tar beirando),
e a qual dos dois interressa dar maior independencia tecnologia ao Brasil e por que motivo?
Abs
Aeeee!!!
Finalmente a proposta do Rafale! Parabéns ao Blog por ter postado!
Pessoal, não há proposta melhor para nós no momento do que esta. Os franceses já estiveram aqui e fizeram várias reuniões e acordos com essas empresas brasileiras. Só estão esperando a assinatura do contrato. Vamos fechar logo esse FX-2!
Aeeee!!!
Finalmente a proposta do Rafale! Parabéns ao Blog por ter postado!
Pessoal, não há proposta melhor para nós no momento do que esta. Os franceses já estiveram aqui e fizeram várias reuniões e acordos com essas empresas brasileiras. Só estão esperando a assinatura do contrato. Vamos fechar logo esse FX-2!
Até porque a concorrencia do FX-2 é da FAB e não da Marinha do Brasil. O super F-18 não foi adquirido pela USAF, seu caça atual é o F-16 e F-16, que serão sucedidos pelo F-35 e F-22.
Até porque a concorrencia do FX-2 é da FAB e não da Marinha do Brasil. O super F-18 não foi adquirido pela USAF, seu caça atual é o F-16 e F-16, que serão sucedidos pelo F-35 e F-22.
digo F-15 sucedido pelo F-22.
digo F-15 sucedido pelo F-22.
tranferência do prejuízo.
tranferência do prejuízo.
essa o Rafale já levou. a proposta francesa é mais abrangente. porém conhecendo os franceses e sua desonestidade clássica, queira Deus que eles cumpram metade disso.
o obama deu um tiro no pé, pois a instalação das bases na colômbia vai ser a desculpa política perfeita para não comprar o F18
essa o Rafale já levou. a proposta francesa é mais abrangente. porém conhecendo os franceses e sua desonestidade clássica, queira Deus que eles cumpram metade disso.
o obama deu um tiro no pé, pois a instalação das bases na colômbia vai ser a desculpa política perfeita para não comprar o F18
A grande realidade hoje é que o governo americano é dos democratas e a tendência deles, não que seja um mal, mas é de evitar a proliferação de armas, não é um governo pró-venda-de-armas, como os republicanos, principalmente em relação ao que saiu de cena.
Portanto, a proposta americana será esta que foi notificado ao Congresso Americano, é super enxuta face a crise economica americana e a política de desarmamento, inclusive dos amigos. Se o governo anterior apresentou um pacotaço para a venda do F-16 no programa FX, neste é este quadro enxuto, não dá nem para ter dois mísseis AIM9 para cada um dos 36 aviões, nem é do último tipo AIM9-X, visto que eles entendem que este modelo AIM9-M supre as necessidades da FAB, pode?
A grande realidade hoje é que o governo americano é dos democratas e a tendência deles, não que seja um mal, mas é de evitar a proliferação de armas, não é um governo pró-venda-de-armas, como os republicanos, principalmente em relação ao que saiu de cena.
Portanto, a proposta americana será esta que foi notificado ao Congresso Americano, é super enxuta face a crise economica americana e a política de desarmamento, inclusive dos amigos. Se o governo anterior apresentou um pacotaço para a venda do F-16 no programa FX, neste é este quadro enxuto, não dá nem para ter dois mísseis AIM9 para cada um dos 36 aviões, nem é do último tipo AIM9-X, visto que eles entendem que este modelo AIM9-M supre as necessidades da FAB, pode?
“Enquanto que o Rafale foi criado para ser um caça táctico, o Typhoon foi concebido de raíz, para ser um caça de superioridade aérea.”
-O “Typhoon” é tão “tático” qnto o “Rafale”, as necessidades da RAF, AMI e da Luftwffe em desativarem outras aeronaves de superioridade aérea de desempenho inferior, determinaram sua entrada em serviço nesta capacidade inicialmente.
“O radar do Rafale está entre os melhores que hoje existe na aviação militar,…”
-O radar PESA do “Rafale” em serviço de esquadrão hoje em dia, não agrega nada que o atual radar MESA do Typhoon não supere em processamento de sinal, discriminação de alvos e alcance.
“…já o radar do Typhoon é de uma geração anterior e o seu upgrade inevitável, será complexo e caro.”
-O atual radar PESA do “Rafale” tb deverá ser substituído, a tecnologia é comum ao do “Typhoon”, um front-end AESA acrscentado no lugar da antena existente.
“Em termos de manobrabilidade, o Rafale é um avião melhor.
É que, o Typhoon paga o preço das suas maiores dimensões e peso.”
-A relação peso/potência superior e melhor carga alar, as turbinas do Typhoon são superiores, então este tem melhor manobridade.
“Em termos de furtividade, o Typhoon deveria ser mais capaz que o Rafale, mas existem informações que apontam para que o caça francês, porque é menor,”
-Nem um nem o outro design tem sequer o nível de furtividade incorporada ao “F/A-18 Super Hornet”, não são “stealth”!!!
-Os ausencia de cantos arredondados, que espalham o retorno de radar em qq direção sem critério, e a não visibilidade da face do compressor primário das turbinas, são os postos fortes da furtividade do “Typhoon”.
“…e se o governo francês continuar a financiar o projeto, sendo aqui vital o encontro de algum cliente externo, esta vantagem vai manter-se…”
-O Rafale TEM que acha um otário p/ pagar as contas, o governo frances não tem dinheiro novo p/ investir no projeto, a falta de encomendas afeta a fabricação, que não deslancha, aumentando os custos do projeto.
“…os programas de upgrade que estão já previstos e que o Typhoon dificilmente acompanhará.”
-Watch your six, “Rafale”!!! O “Typhoon” já incorpora a mesma capacidade ar-terra que os “Rafales” em uso no Afeganistão.
-E ao contrário do ac frances, está certificado p/ operar uma variedade mto maior de armamentos, que somente franceses.
“…a grande diferença entre o Typhoon e o Rafale está na banda financeira, portanto, o mercado para Typhoon/Rafale, conspira afavor do Rafale.”
-O “Typhoon” tem 6 operadores sendo 2 externos, o “Rafale” é somente operado pela França.
-A base instalada e em operação é pelo menos o dobro da do ac frances e as encomendas, pelo menos 7 vezes superiores.
“Enquanto que o Rafale foi criado para ser um caça táctico, o Typhoon foi concebido de raíz, para ser um caça de superioridade aérea.”
-O “Typhoon” é tão “tático” qnto o “Rafale”, as necessidades da RAF, AMI e da Luftwffe em desativarem outras aeronaves de superioridade aérea de desempenho inferior, determinaram sua entrada em serviço nesta capacidade inicialmente.
“O radar do Rafale está entre os melhores que hoje existe na aviação militar,…”
-O radar PESA do “Rafale” em serviço de esquadrão hoje em dia, não agrega nada que o atual radar MESA do Typhoon não supere em processamento de sinal, discriminação de alvos e alcance.
“…já o radar do Typhoon é de uma geração anterior e o seu upgrade inevitável, será complexo e caro.”
-O atual radar PESA do “Rafale” tb deverá ser substituído, a tecnologia é comum ao do “Typhoon”, um front-end AESA acrscentado no lugar da antena existente.
“Em termos de manobrabilidade, o Rafale é um avião melhor.
É que, o Typhoon paga o preço das suas maiores dimensões e peso.”
-A relação peso/potência superior e melhor carga alar, as turbinas do Typhoon são superiores, então este tem melhor manobridade.
“Em termos de furtividade, o Typhoon deveria ser mais capaz que o Rafale, mas existem informações que apontam para que o caça francês, porque é menor,”
-Nem um nem o outro design tem sequer o nível de furtividade incorporada ao “F/A-18 Super Hornet”, não são “stealth”!!!
-Os ausencia de cantos arredondados, que espalham o retorno de radar em qq direção sem critério, e a não visibilidade da face do compressor primário das turbinas, são os postos fortes da furtividade do “Typhoon”.
“…e se o governo francês continuar a financiar o projeto, sendo aqui vital o encontro de algum cliente externo, esta vantagem vai manter-se…”
-O Rafale TEM que acha um otário p/ pagar as contas, o governo frances não tem dinheiro novo p/ investir no projeto, a falta de encomendas afeta a fabricação, que não deslancha, aumentando os custos do projeto.
“…os programas de upgrade que estão já previstos e que o Typhoon dificilmente acompanhará.”
-Watch your six, “Rafale”!!! O “Typhoon” já incorpora a mesma capacidade ar-terra que os “Rafales” em uso no Afeganistão.
-E ao contrário do ac frances, está certificado p/ operar uma variedade mto maior de armamentos, que somente franceses.
“…a grande diferença entre o Typhoon e o Rafale está na banda financeira, portanto, o mercado para Typhoon/Rafale, conspira afavor do Rafale.”
-O “Typhoon” tem 6 operadores sendo 2 externos, o “Rafale” é somente operado pela França.
-A base instalada e em operação é pelo menos o dobro da do ac frances e as encomendas, pelo menos 7 vezes superiores.
Como disse o amigo João Curitiba, a Boeing deu uma na trave a a Dassault marcou 3 gols. Ainda acho que será difícil o Rafale ser preterido no FX2.
Sobre o quesito preço (eu estava viajando e não acompanhei os últimos posts, só li agora), em outros sites de defesa, publicações de hoje, consta que na BAFO a Dassalt reduziu o preço do Rafale, exclusivamente para o Brasil. Reduziu em função da parceria que a França assinou com o Brasil.
Assim, de acordo com uma matéria da Isto É, publicada hoje no site DefesaBrasil, a Dassault reduziu o preço do Rafale de 70 milhões de euros para 50 milhões de euros, se aproximando dos demais finalistas, o F-18 (US$ 55 milhões) e o Gripen (US$ 50 milhões).
Continua um pouco mais caro que os demais, no entanto, a parceria proposta pela Dassault é mais ampla que as demais.
Continuo defendendo o Rafale como a melhor opção para o Brasil, em todos os aspectos. Desde, é claro, que o Jobim ou qualquer outro intrometido não se aproxime da Carla Bruni….hehehe
Com a Carlinha, pode deixar que eu negocio pessoalmente. Minha contribuição voluntária para o processo FX2…hehe
abraços a todos
Como disse o amigo João Curitiba, a Boeing deu uma na trave a a Dassault marcou 3 gols. Ainda acho que será difícil o Rafale ser preterido no FX2.
Sobre o quesito preço (eu estava viajando e não acompanhei os últimos posts, só li agora), em outros sites de defesa, publicações de hoje, consta que na BAFO a Dassalt reduziu o preço do Rafale, exclusivamente para o Brasil. Reduziu em função da parceria que a França assinou com o Brasil.
Assim, de acordo com uma matéria da Isto É, publicada hoje no site DefesaBrasil, a Dassault reduziu o preço do Rafale de 70 milhões de euros para 50 milhões de euros, se aproximando dos demais finalistas, o F-18 (US$ 55 milhões) e o Gripen (US$ 50 milhões).
Continua um pouco mais caro que os demais, no entanto, a parceria proposta pela Dassault é mais ampla que as demais.
Continuo defendendo o Rafale como a melhor opção para o Brasil, em todos os aspectos. Desde, é claro, que o Jobim ou qualquer outro intrometido não se aproxime da Carla Bruni….hehehe
Com a Carlinha, pode deixar que eu negocio pessoalmente. Minha contribuição voluntária para o processo FX2…hehe
abraços a todos
“…a nossa independencia de lutar por uma capacidade de desenvolver misseis com alcance acima de 300KM e artefatos nucleares…”
Não somos o unico pais afetado pelo “Regime de Controle de Tecnologia de Misseis”, este é um tratado internacional.
“…a nossa independencia de lutar por uma capacidade de desenvolver misseis com alcance acima de 300KM e artefatos nucleares…”
Não somos o unico pais afetado pelo “Regime de Controle de Tecnologia de Misseis”, este é um tratado internacional.
Pessoal,
A coisa é mais ou menos simples. Peguemos esta proposta francesa e passamos por fax ao Obama com o seguinte complemento: -Aí camarada, o que você tem a oferecer de melhor para nós?
Lembrando que NÓS somos o cliente…
Ps. Alô Gripen, isto é assunto de gente grande, favor não se intrometer…
Pessoal,
A coisa é mais ou menos simples. Peguemos esta proposta francesa e passamos por fax ao Obama com o seguinte complemento: -Aí camarada, o que você tem a oferecer de melhor para nós?
Lembrando que NÓS somos o cliente…
Ps. Alô Gripen, isto é assunto de gente grande, favor não se intrometer…
“Alô Gripen, isto é assunto de gente grande, favor não se intrometer…”
Resposta do Gripen:
Repassa p/ o francesinho mimmado e chorão, já sou operado por 4 paises e tenho encomenda de +1, até o momento!!!
“Alô Gripen, isto é assunto de gente grande, favor não se intrometer…”
Resposta do Gripen:
Repassa p/ o francesinho mimmado e chorão, já sou operado por 4 paises e tenho encomenda de +1, até o momento!!!
Ainda segundo a matéria da Isto É, publicada no site defesaBrasil:
“Na análise comparativa feita pela FAB, as três aeronaves se destacaram de diferentes maneiras, ficando F-18 e Rafale tecnicamente empatados. Equipado com componentes de quinta geração e armamentos de ponta, o caça francês saiu vitorioso no quesito tecnológico. O Super Hornet venceu na logística, pois suas peças e seus armamentos são mais baratos e fáceis de ser encontrados.”
Este trecho esclarece muito bem a posição da FAB no tocante as suas preferências ficando o F-18 e o Rafale tecnicamente empatados. Ou seja, na análise técnica do FX2 o Rafale e o SH se sobressaíram ao Gripen NG.
O Rafale, para a FAB, saiu vitorioso no quesito tecnológico. O Super Hornet leva vantagem, para a FAB, no quesito de logística (aspecto que a parceria com a França pode resolver facilmente e igualar o Rafale ao SH neste quesito também).
Portanto, se der Rafale, que está esconhendo não é o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.
Já no que se refere ao Gripen NG, a matéria diz o seguinte:
“O Gripen NG, por sua vez, ainda é um protótipo, o que colocou o avião sueco como preferido da FAB para o desenvolvimento do projeto desde sua fase inicial. Mas, para a cúpula da Defesa, não ter o aparelho completamente operacional é um problema. Assim como o fato de o Gripen NG apresentar diversos componentes de fabricação americana, portanto suscetível a embargo para a transferência tecnológica.”
O Gripen é o preferido em termos políticos para a FAB, mas na avaliação técnica o Rafale e o SH foram os escolhidos. Com vantagem para o Rafale: “o caça francês saiu vitorioso no quesito tecnológico”. Ou seja, para a FAB, o Rafale, dentre os 3 caças, é o mais moderno, o mais avançado tecnologicamente.
abraços a todos
Ainda segundo a matéria da Isto É, publicada no site defesaBrasil:
“Na análise comparativa feita pela FAB, as três aeronaves se destacaram de diferentes maneiras, ficando F-18 e Rafale tecnicamente empatados. Equipado com componentes de quinta geração e armamentos de ponta, o caça francês saiu vitorioso no quesito tecnológico. O Super Hornet venceu na logística, pois suas peças e seus armamentos são mais baratos e fáceis de ser encontrados.”
Este trecho esclarece muito bem a posição da FAB no tocante as suas preferências ficando o F-18 e o Rafale tecnicamente empatados. Ou seja, na análise técnica do FX2 o Rafale e o SH se sobressaíram ao Gripen NG.
O Rafale, para a FAB, saiu vitorioso no quesito tecnológico. O Super Hornet leva vantagem, para a FAB, no quesito de logística (aspecto que a parceria com a França pode resolver facilmente e igualar o Rafale ao SH neste quesito também).
Portanto, se der Rafale, que está esconhendo não é o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.
Já no que se refere ao Gripen NG, a matéria diz o seguinte:
“O Gripen NG, por sua vez, ainda é um protótipo, o que colocou o avião sueco como preferido da FAB para o desenvolvimento do projeto desde sua fase inicial. Mas, para a cúpula da Defesa, não ter o aparelho completamente operacional é um problema. Assim como o fato de o Gripen NG apresentar diversos componentes de fabricação americana, portanto suscetível a embargo para a transferência tecnológica.”
O Gripen é o preferido em termos políticos para a FAB, mas na avaliação técnica o Rafale e o SH foram os escolhidos. Com vantagem para o Rafale: “o caça francês saiu vitorioso no quesito tecnológico”. Ou seja, para a FAB, o Rafale, dentre os 3 caças, é o mais moderno, o mais avançado tecnologicamente.
abraços a todos
Para quem quiser ler a matéria da Isto É na íntegra, aqui está o link:
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2074/artigo146127-1.htm
abraços a todos
Para quem quiser ler a matéria da Isto É na íntegra, aqui está o link:
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2074/artigo146127-1.htm
abraços a todos
ops! “Portanto, se der Rafale, que está esconhendo não é o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.”
correção:
Portanto, se der Rafale, quem está escolhendo não é apenas o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.
ops! “Portanto, se der Rafale, que está esconhendo não é o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.”
correção:
Portanto, se der Rafale, quem está escolhendo não é apenas o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.
E só pra concluir: é justificável que o preço do Rafale seja um pouco maior que os demais. Se, como a própria FAB avaliou, ele é “equipado com componentes de quinta geração e armamentos de ponta, o caça francês saiu vitorioso no quesito tecnológico.”
Ou seja, o melhor, geralmente é mais caro mesmo. A melhor calça sai mais cara que uma calça não tão boa e assim por diante.
A decisão, neste quesito de preço é a seguinte: queremos o melhor ou um bom? Estamos dispostos a pagar pelo melhor?
ao que parece, estamos.
abraços a todos
E só pra concluir: é justificável que o preço do Rafale seja um pouco maior que os demais. Se, como a própria FAB avaliou, ele é “equipado com componentes de quinta geração e armamentos de ponta, o caça francês saiu vitorioso no quesito tecnológico.”
Ou seja, o melhor, geralmente é mais caro mesmo. A melhor calça sai mais cara que uma calça não tão boa e assim por diante.
A decisão, neste quesito de preço é a seguinte: queremos o melhor ou um bom? Estamos dispostos a pagar pelo melhor?
ao que parece, estamos.
abraços a todos
Hornet,
Já que vc está citando várias fontes…. permita-me citar uma outra, a qual achei totalmente coerente :
Se jogarem pesado pata vencerem, ninguém mais chegará sequer aos pés deles em termos de compensações comerciais e industriais. Mas essa decisão é temerosa.
E é aí que entra a Embraer e os interesses de toda a nossa indústria de Defesa. Para o lado que a indústria brasileira tender, o governo terá que confirmar.
“Segundo a revista EXAME, a tão propalada preferência do governo pelos franceses encontraria forte resistência entre os pilotos da FAB e na Embraer que, nos bastidores, estaria tentando convencer o governo de que o negócio seria ruim para a indústria nacional.
Isso ocorre porque a Dassault, mal das pernas, é uma das principais concorrentes da Embraer no mercado de aviões executivos com os jatos Falcon. E uma encomenda desse porte daria um fôlego extra aos franceses. Então, de qual lado estará a Embraer nesse quadro, se não estiver com os franceses? ”
Acredito que a oferta da Dassault (e o restante do grupo) com o aval do governo francês, se deve a própria sobrevivência do Rafale e de seu fabricante e contratista mor.
Simples assim.
Sds.
Hornet,
Já que vc está citando várias fontes…. permita-me citar uma outra, a qual achei totalmente coerente :
Se jogarem pesado pata vencerem, ninguém mais chegará sequer aos pés deles em termos de compensações comerciais e industriais. Mas essa decisão é temerosa.
E é aí que entra a Embraer e os interesses de toda a nossa indústria de Defesa. Para o lado que a indústria brasileira tender, o governo terá que confirmar.
“Segundo a revista EXAME, a tão propalada preferência do governo pelos franceses encontraria forte resistência entre os pilotos da FAB e na Embraer que, nos bastidores, estaria tentando convencer o governo de que o negócio seria ruim para a indústria nacional.
Isso ocorre porque a Dassault, mal das pernas, é uma das principais concorrentes da Embraer no mercado de aviões executivos com os jatos Falcon. E uma encomenda desse porte daria um fôlego extra aos franceses. Então, de qual lado estará a Embraer nesse quadro, se não estiver com os franceses? ”
Acredito que a oferta da Dassault (e o restante do grupo) com o aval do governo francês, se deve a própria sobrevivência do Rafale e de seu fabricante e contratista mor.
Simples assim.
Sds.
“Equipado com componentes de quinta geração…”
Seria interessante saber o que, a FAB entende por “componentes de 5ª geração”???
“…e armamentos de ponta,…”
Outro problema, pois de acordo c/ a Boeing, a FAB pretende integrar seus próprios armamentos.
E os armamentos homologados no “Rafale”, são quase que exclusivamente franceses, o que cria problemas de disponibilidade e preço.
“O Super Hornet venceu na logística, pois suas peças e seus armamentos são mais baratos e fáceis de ser encontrados.”
Em outras palavras, o “Rafale” pode até ser tdo modernoso, mas o mais em conta é o americano.
“Equipado com componentes de quinta geração…”
Seria interessante saber o que, a FAB entende por “componentes de 5ª geração”???
“…e armamentos de ponta,…”
Outro problema, pois de acordo c/ a Boeing, a FAB pretende integrar seus próprios armamentos.
E os armamentos homologados no “Rafale”, são quase que exclusivamente franceses, o que cria problemas de disponibilidade e preço.
“O Super Hornet venceu na logística, pois suas peças e seus armamentos são mais baratos e fáceis de ser encontrados.”
Em outras palavras, o “Rafale” pode até ser tdo modernoso, mas o mais em conta é o americano.
Eu suponho, que a França, esteja olhandobem mais à frente, pois é dito aos 4 ventos, que num tempo relativamente curto em termos internacionais, que o Brasil, alçará um patamar bem mais elevado do que apresenta atualmente.
Isso, inclusive na área econômica, a França, deve estar avaliando isso também, objetivando ter um parceiro com reais possibilidades de crescimento e projeção internacionais.
Certamente a FAB saberá avaliar o melhor para o pais.
SDS.
Eu suponho, que a França, esteja olhandobem mais à frente, pois é dito aos 4 ventos, que num tempo relativamente curto em termos internacionais, que o Brasil, alçará um patamar bem mais elevado do que apresenta atualmente.
Isso, inclusive na área econômica, a França, deve estar avaliando isso também, objetivando ter um parceiro com reais possibilidades de crescimento e projeção internacionais.
Certamente a FAB saberá avaliar o melhor para o pais.
SDS.
“Portanto, se der Rafale, quem está escolhendo não é apenas o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.”
Mas os critérios da avaliação da FAB, dizem EXPRESSAMENTE que o “quesito tecnológico” tem MAIOR PESO que o “quesito logístico”???
“Portanto, se der Rafale, quem está escolhendo não é apenas o Jobim, é a própria FAB que o considerou um caça melhor que os outros.”
Mas os critérios da avaliação da FAB, dizem EXPRESSAMENTE que o “quesito tecnológico” tem MAIOR PESO que o “quesito logístico”???
Do jeito que a coisa está andando, daqui a pouco os franceses irão dizer: “os caças da foto da linha de produção já estão reservados para o Brasil!”.
Do jeito que a coisa está andando, daqui a pouco os franceses irão dizer: “os caças da foto da linha de produção já estão reservados para o Brasil!”.
Após acompanhar muitos comentários dos prezados colegas, e ler esta matéria começo a acreditar que o Rafale é a melhor opção para o Brasil. Antes, achava que daria F-18SH. A dúvida e desconfiança sobre a transferência de tecnologia vai persistir até que aconteça na prática, mas sempre pensei que se o país conseguir trazer a produção deste caça em nosso território, pode ser (possibilidade) que alguns vizinhos se beneficiem do acordo, e isso o francês sabe tão bem quanto o americano e o sueco.
Eles devem investir no Brasil para aproveitar as oportunidades na AL como um todo (exceto por 2 países que apreciam material bélico russo). Acho que é a chance que eles tem de criar uma linha de produção em larga escala do caça. Se o Brasil acompanhar com o desenvolvimento dos mísseis, pode até sobrar uma fatia do bolo.
O futuro a Deus pertence, mas se a parceria com a França sair, e com os EUA montando suas bases na Colombia, será que eles (franceses) terão base(s) por aqui também? Ou uma coisa não tem nada haver com outra!
Após acompanhar muitos comentários dos prezados colegas, e ler esta matéria começo a acreditar que o Rafale é a melhor opção para o Brasil. Antes, achava que daria F-18SH. A dúvida e desconfiança sobre a transferência de tecnologia vai persistir até que aconteça na prática, mas sempre pensei que se o país conseguir trazer a produção deste caça em nosso território, pode ser (possibilidade) que alguns vizinhos se beneficiem do acordo, e isso o francês sabe tão bem quanto o americano e o sueco.
Eles devem investir no Brasil para aproveitar as oportunidades na AL como um todo (exceto por 2 países que apreciam material bélico russo). Acho que é a chance que eles tem de criar uma linha de produção em larga escala do caça. Se o Brasil acompanhar com o desenvolvimento dos mísseis, pode até sobrar uma fatia do bolo.
O futuro a Deus pertence, mas se a parceria com a França sair, e com os EUA montando suas bases na Colombia, será que eles (franceses) terão base(s) por aqui também? Ou uma coisa não tem nada haver com outra!
“E é aí que entra a Embraer e os interesses de toda a nossa indústria de Defesa.”
-Confundir os interesses da Embraer c/ os do restante da industria de defesa, é um tremendo exagero.
“Para o lado que a indústria brasileira tender, o governo terá que confirmar.”
-Uma industria que pouca ou nenhuma tecnologia própria de classe mundial desenvolve, c/ dinheiro do próprio bolso, se assim o fizer vai estar se dando um tiro no próprio pé.
“…mal das pernas, é uma das principais concorrentes da Embraer no mercado de aviões executivos com os jatos Falcon.”
-Até aí a Embraer pode se defender no mercado de aviação regional, no qual a Dassault sequer compete.
“E é aí que entra a Embraer e os interesses de toda a nossa indústria de Defesa.”
-Confundir os interesses da Embraer c/ os do restante da industria de defesa, é um tremendo exagero.
“Para o lado que a indústria brasileira tender, o governo terá que confirmar.”
-Uma industria que pouca ou nenhuma tecnologia própria de classe mundial desenvolve, c/ dinheiro do próprio bolso, se assim o fizer vai estar se dando um tiro no próprio pé.
“…mal das pernas, é uma das principais concorrentes da Embraer no mercado de aviões executivos com os jatos Falcon.”
-Até aí a Embraer pode se defender no mercado de aviação regional, no qual a Dassault sequer compete.
“dizer: “os caças da foto da linha de produção…”
Aliás linha de produção um tanto qnto deserta essa aí. Ou era algum feriado???
“dizer: “os caças da foto da linha de produção…”
Aliás linha de produção um tanto qnto deserta essa aí. Ou era algum feriado???
Baschera,
pois é, mais um ponto pra se pensar.
No entanto, quando disse acima “FAB”, o sentido não é a opinião do “piloto”, mas sim a posição da FAB como instituição. Ao menos penso assim e acho que a matéria da Isto É vai por este caminho.
Supondo que ambas matérias estejam corretas, pois não se excluem, temos a seguinte situação:
1) A equipe da FAB que trabalha na escolha do FX2 fez sua avaliação técnica: Rafale e Super Hornet se equivalem, o Rafale leva uma vantagem no quesito tecnológico e o SH no quesito logística.
2) A Embraer, apoiada por alguns pilotos da FAB, não querem o caça francês devido ao fato de a Dassault ser uma “concorrente”. E o Estado brasileiro, FAB e MD, não vêm problemas nisso. Acho que aqui a situação mistura interesses nacionais com interesses particulares de uma empresa. Mas enfim…
Já sobre a Dassault estar “mal das pernas ou pedindo água”, acho um exagero. Está como a Boeing, a Embraer e demais empresas do ramo…todas foram impactadas pela crise mundial. A SAAB também…enfim, todas demitiram funcionários, todas tiveram suas carteiras de pedidos diminuídas, todas tiveram intervenção estatal pra socorrê-las da quebradeira etc.
E neste sentido acho que o FX2 tornou-se um negócio pra lá de interessante para as 3 empresas. Em época de crise não dá pra descartar nenhum cliente. Veja o caso dos americanos: antes eram cheios de “não me toques”, agora, pra não perder o negócio, estão oferecendo até uma passagem na Disney acompanhado pelo próprio Obama, caso fechem o contrato com o Brasil. Crise é crise, e todas as empresas sabem disso.
A diferença da Dassault para as demais é que a Dassault é de capital misto. O Estado francês detém grande parte do capital da empresa. Isso faz com que a negociação possa ser mais direta entre empresa e país comprador. Pois o interesse do Estado (França, no caso) se alinha com o interessa da empresa, e vice-versa.
Enfim…
abração
Baschera,
pois é, mais um ponto pra se pensar.
No entanto, quando disse acima “FAB”, o sentido não é a opinião do “piloto”, mas sim a posição da FAB como instituição. Ao menos penso assim e acho que a matéria da Isto É vai por este caminho.
Supondo que ambas matérias estejam corretas, pois não se excluem, temos a seguinte situação:
1) A equipe da FAB que trabalha na escolha do FX2 fez sua avaliação técnica: Rafale e Super Hornet se equivalem, o Rafale leva uma vantagem no quesito tecnológico e o SH no quesito logística.
2) A Embraer, apoiada por alguns pilotos da FAB, não querem o caça francês devido ao fato de a Dassault ser uma “concorrente”. E o Estado brasileiro, FAB e MD, não vêm problemas nisso. Acho que aqui a situação mistura interesses nacionais com interesses particulares de uma empresa. Mas enfim…
Já sobre a Dassault estar “mal das pernas ou pedindo água”, acho um exagero. Está como a Boeing, a Embraer e demais empresas do ramo…todas foram impactadas pela crise mundial. A SAAB também…enfim, todas demitiram funcionários, todas tiveram suas carteiras de pedidos diminuídas, todas tiveram intervenção estatal pra socorrê-las da quebradeira etc.
E neste sentido acho que o FX2 tornou-se um negócio pra lá de interessante para as 3 empresas. Em época de crise não dá pra descartar nenhum cliente. Veja o caso dos americanos: antes eram cheios de “não me toques”, agora, pra não perder o negócio, estão oferecendo até uma passagem na Disney acompanhado pelo próprio Obama, caso fechem o contrato com o Brasil. Crise é crise, e todas as empresas sabem disso.
A diferença da Dassault para as demais é que a Dassault é de capital misto. O Estado francês detém grande parte do capital da empresa. Isso faz com que a negociação possa ser mais direta entre empresa e país comprador. Pois o interesse do Estado (França, no caso) se alinha com o interessa da empresa, e vice-versa.
Enfim…
abração
Boa pergunta. O que seriam ‘componentes de quinta geração’?
E os tais armamentos de ponta?
Todos os concorrentes usam armamentos de ponta, alguns, diga-se de passagem, sequer cogitamos de usar como por exemplo os mísseis cruise Apache, SCALP EG, Slam-er, Jassm.
Vale lembrar que a única arma não francesa atualmente homologada para ser usada no Rafale é a bomba GBU-12 guiada a laser e no futuro o Meteor.
Um abraço a todos.
Boa pergunta. O que seriam ‘componentes de quinta geração’?
E os tais armamentos de ponta?
Todos os concorrentes usam armamentos de ponta, alguns, diga-se de passagem, sequer cogitamos de usar como por exemplo os mísseis cruise Apache, SCALP EG, Slam-er, Jassm.
Vale lembrar que a única arma não francesa atualmente homologada para ser usada no Rafale é a bomba GBU-12 guiada a laser e no futuro o Meteor.
Um abraço a todos.
Hoje, as armas disponíveis ao F-18SH são mais modernas (e variadas) que as equivalentes disponíveis para o Rafale e continuarão a ser num futuro previsível.
Hoje, as armas disponíveis ao F-18SH são mais modernas (e variadas) que as equivalentes disponíveis para o Rafale e continuarão a ser num futuro previsível.
Mauricio R.,
O que quis dizer foi:
a FAB considera o Rafale um caça tecnologicamente mais avançado que o SH.
E estava também me referindo àqueles aqui no Blog que acham que é só o Jobim que quer o Rafale e que a FAB o rejeita. Ora, se a FAB o considerou o caça mais moderno dentre os 3, o mais avançado etc…isto desmonta o mito daqueles que, por defenderem a escolha de um outro caça, inventaram essa “lorota” de que o Rafale não encontra apoio dentro da FAB. Ao que parece, trata-se de uma grande mentira essa posição. A FAB considera o Rafale o caça mais avançado dentro os 3 concorrentes, e destacou em seu relatório técnico tanto o Rafale quanto o Super Hornet, por motivos diferentes.
A FAB, corretamente e racionalmente, considera o SH o caça mais fácil de se manter devido à escala de produção que o SH já tem. Mas o Rafale pode vir a ter uma escala de produção semelhante à do SH em breve. A US Navy já comprou o que tinha que comprar de Super Hornet. E a França ainda está comprando os Rafales. Mas em médio prazo, os Rafales chegarão ao mesmo número de produção que os Super Hornets possuem. Só que, sabiamente, o relatório da FAB não deve trabalhar com conjecturas futuras, mas apenas com o que existe no momento, por isso que considera o SH mais fácil de se manter (no momento). No entanto, sabemos que a tendência do Rafale se equiparar ao SH neste quesito é só uma questão de tempo. E a FAB, certamente, sabe disso também, ainda que não possa explicitar tal coisa em um relatório técnico.
É isso.
abraços
Mauricio R.,
O que quis dizer foi:
a FAB considera o Rafale um caça tecnologicamente mais avançado que o SH.
E estava também me referindo àqueles aqui no Blog que acham que é só o Jobim que quer o Rafale e que a FAB o rejeita. Ora, se a FAB o considerou o caça mais moderno dentre os 3, o mais avançado etc…isto desmonta o mito daqueles que, por defenderem a escolha de um outro caça, inventaram essa “lorota” de que o Rafale não encontra apoio dentro da FAB. Ao que parece, trata-se de uma grande mentira essa posição. A FAB considera o Rafale o caça mais avançado dentro os 3 concorrentes, e destacou em seu relatório técnico tanto o Rafale quanto o Super Hornet, por motivos diferentes.
A FAB, corretamente e racionalmente, considera o SH o caça mais fácil de se manter devido à escala de produção que o SH já tem. Mas o Rafale pode vir a ter uma escala de produção semelhante à do SH em breve. A US Navy já comprou o que tinha que comprar de Super Hornet. E a França ainda está comprando os Rafales. Mas em médio prazo, os Rafales chegarão ao mesmo número de produção que os Super Hornets possuem. Só que, sabiamente, o relatório da FAB não deve trabalhar com conjecturas futuras, mas apenas com o que existe no momento, por isso que considera o SH mais fácil de se manter (no momento). No entanto, sabemos que a tendência do Rafale se equiparar ao SH neste quesito é só uma questão de tempo. E a FAB, certamente, sabe disso também, ainda que não possa explicitar tal coisa em um relatório técnico.
É isso.
abraços
Vale salientar que considero as armas disponíveis ao F-18SH mais avançadas tendo em vista o que existe disponível e não o programa F-X2.
No caso específico brasileiro haveria de se tecer considerações na dependência do que seria liberado pela Governo Americano e do que a FAB deseja realmente.
Como não sabemos o que a FAB quer em termos de armamentos (eu pelo menos não sei) só podemos especular.
Um abraço a todos.
Vale salientar que considero as armas disponíveis ao F-18SH mais avançadas tendo em vista o que existe disponível e não o programa F-X2.
No caso específico brasileiro haveria de se tecer considerações na dependência do que seria liberado pela Governo Americano e do que a FAB deseja realmente.
Como não sabemos o que a FAB quer em termos de armamentos (eu pelo menos não sei) só podemos especular.
Um abraço a todos.
Amigo Bosco,
precisamos levar em conta, para saber quem é o mais moderno e o mais avançado, e porque a FAB disse ser esse o caso do Rafale o seguinte ponto:
Não se trata dos caças em si, mas dos caças oferecidos para a FAB e testados pela FAB.
O SH oferecido e testado pela FAB é o mesmo, com a mesma configuração, mesmas armas etc., dos usados pela US Navy? Não sei te responder. Vc tem a resposta?
Já com o Rafale é bem mais provável que o caça que a FAB testou seja o mesmo usado pelos franceses, sem nenhuma restrição de armas ou sensores. E será o caça, completo (sem restrições), que virá para a FAB, caso o Rafale seja o escolhido.
Estou só colocando um ponto para refletirmos juntos, ok?
abração
Amigo Bosco,
precisamos levar em conta, para saber quem é o mais moderno e o mais avançado, e porque a FAB disse ser esse o caso do Rafale o seguinte ponto:
Não se trata dos caças em si, mas dos caças oferecidos para a FAB e testados pela FAB.
O SH oferecido e testado pela FAB é o mesmo, com a mesma configuração, mesmas armas etc., dos usados pela US Navy? Não sei te responder. Vc tem a resposta?
Já com o Rafale é bem mais provável que o caça que a FAB testou seja o mesmo usado pelos franceses, sem nenhuma restrição de armas ou sensores. E será o caça, completo (sem restrições), que virá para a FAB, caso o Rafale seja o escolhido.
Estou só colocando um ponto para refletirmos juntos, ok?
abração
Bosco em 08 ago, 2009 às 19:29
vc foi rápido no raciocínio, mais veloz que um torpedo fotônico disparado em velocidade de dobra…hehehe
Equanto eu escrevia meu post acima, vc escrevia o seu.
pois é, este é o ponto.
abração de novo
Bosco em 08 ago, 2009 às 19:29
vc foi rápido no raciocínio, mais veloz que um torpedo fotônico disparado em velocidade de dobra…hehehe
Equanto eu escrevia meu post acima, vc escrevia o seu.
pois é, este é o ponto.
abração de novo
Comparar os aviônicos do SH com o do Rafale é de c*g*r… A concepção é totalmente diferente, quem tem duvidas, basta procurar qual computador central do SH e comparar com o do Rafale.
Falando nisso, qual radar vai ser oferecido? O RBE 2 AESA?
Bosco, e oque importa? A inteção da FAB é a nacionalização de todos estes meios. O primeiro lote provalemente só servirá de tapa buraco até a chegada dos meios nacionais.
Comparar os aviônicos do SH com o do Rafale é de c*g*r… A concepção é totalmente diferente, quem tem duvidas, basta procurar qual computador central do SH e comparar com o do Rafale.
Falando nisso, qual radar vai ser oferecido? O RBE 2 AESA?
Bosco, e oque importa? A inteção da FAB é a nacionalização de todos estes meios. O primeiro lote provalemente só servirá de tapa buraco até a chegada dos meios nacionais.
Hornet em 08 ago, 2009 às 18:20
Hornet … como conseguiram “enfiar” o Jobim naquele cockpit ??? rsrsrs
Hornet em 08 ago, 2009 às 18:20
Hornet … como conseguiram “enfiar” o Jobim naquele cockpit ??? rsrsrs
Hornet em 08 ago, 2009 às 18:20
Parece que o cara não tá nem respirando …. rsrsrs
áh Hornet … então a Carla Bruni agora é a “Carlinha” ? … tá intimo dela em brow ???
E…. vc deve estar tendo “orgasmos” com este post … rsrsrs
Se forem pelas razões certas … que venham os Rafales !
abc
Kaleu
Hornet em 08 ago, 2009 às 18:20
Parece que o cara não tá nem respirando …. rsrsrs
áh Hornet … então a Carla Bruni agora é a “Carlinha” ? … tá intimo dela em brow ???
E…. vc deve estar tendo “orgasmos” com este post … rsrsrs
Se forem pelas razões certas … que venham os Rafales !
abc
Kaleu
Kaleu,
hahaha…boa pergunta!!! Acho que é montagem….kkkkk
Ou então, não se trata de um cockpit, mas sim da cabine de um 747…e com o Jobim tomando conta da cabine toda do jumbo parece ser o cockpit de um caça….kkkkk
abração
Kaleu,
hahaha…boa pergunta!!! Acho que é montagem….kkkkk
Ou então, não se trata de um cockpit, mas sim da cabine de um 747…e com o Jobim tomando conta da cabine toda do jumbo parece ser o cockpit de um caça….kkkkk
abração
Kaleu,
não é de hoje…a Carlinha é de casa…hehehe
abração
Kaleu,
não é de hoje…a Carlinha é de casa…hehehe
abração
Musashi,
meu comentário foi em referência ao artigo que o Hornet postou da revista ‘Isto É’ que me pareceu dizer serem os armamentos do Rafale mais avançados que os do SH, e isto ter sido levado em consideração pela FAB.
Quanto aos armamentos serem ‘tapa buraco’ eu sou um pouco mais pessimista. A menos que o Governo Brasileiro tenha chegado a conclusão que no TO da América Latina não vamos precisar de armamentos em ‘estado da arte’, salvo engano não se faz mísseis competitivos (nem no mercado e nem no combate) de uma hora para outra.
Levaremos no mínimo 20 anos para termos algo equivalente as armas hora em uso pela potências centrais do Globo.
E pior, os países que já estão no ramo desde meados do século passado levam décadas no desenvolvimento de seus mísseis. E nós? Que ainda não fizemos nem unzinho sequer? Já vamos logo produzir mísseis do porte de um Meteor, de um Asraam ou de um Mica?
Será que vamos pular etapas e já partiremos para os mísseis em estado da arte? A única parceria no setor que sei que existe atualmente é com a África do Sul no desenvolvimento do A-Darter. Daí não sei mais nada já que nem o site das empresas envolvidas existe referência ao produto em desenvolvimento.
Um abraço.
Musashi,
meu comentário foi em referência ao artigo que o Hornet postou da revista ‘Isto É’ que me pareceu dizer serem os armamentos do Rafale mais avançados que os do SH, e isto ter sido levado em consideração pela FAB.
Quanto aos armamentos serem ‘tapa buraco’ eu sou um pouco mais pessimista. A menos que o Governo Brasileiro tenha chegado a conclusão que no TO da América Latina não vamos precisar de armamentos em ‘estado da arte’, salvo engano não se faz mísseis competitivos (nem no mercado e nem no combate) de uma hora para outra.
Levaremos no mínimo 20 anos para termos algo equivalente as armas hora em uso pela potências centrais do Globo.
E pior, os países que já estão no ramo desde meados do século passado levam décadas no desenvolvimento de seus mísseis. E nós? Que ainda não fizemos nem unzinho sequer? Já vamos logo produzir mísseis do porte de um Meteor, de um Asraam ou de um Mica?
Será que vamos pular etapas e já partiremos para os mísseis em estado da arte? A única parceria no setor que sei que existe atualmente é com a África do Sul no desenvolvimento do A-Darter. Daí não sei mais nada já que nem o site das empresas envolvidas existe referência ao produto em desenvolvimento.
Um abraço.
O QUE EU MAIS GOSTEI >>>
Graças ao equilíbrio do mix de transferência de tecnologias de fabricação aeronáutica para materiais e processos avançados e às oportunidades de participação em programas aeronáuticos nas áreas civil e militar, os pacotes de fabricação propostos contribuirão de modo eficiente para a melhoria da capacidade, produtividade e autonomia da indústria aeronáutica brasileira.
De acordo com sua posição de fabricante aeronáutica e integradora de sistemas, a EMBRAER terá total expertise e autonomia para liderar e realizar – em cooperação com a indústria aeronáutica brasileira – adaptações e aperfeiçoamentos futuros na aeronave RAFALE e seus sistemas. Isso levará a EMBRAER a adquirir capacidades e conhecimento—aprimorando o que já havia ganhado no programa AMX – “PARA REALIZAR DE MODO AUTÔNOMO, NO FUTURO, O PROJETO DA PRÓXIMA GERAÇÃO DE CAÇAS BRASILEIROS.”
abc
Kaleu
O QUE EU MAIS GOSTEI >>>
Graças ao equilíbrio do mix de transferência de tecnologias de fabricação aeronáutica para materiais e processos avançados e às oportunidades de participação em programas aeronáuticos nas áreas civil e militar, os pacotes de fabricação propostos contribuirão de modo eficiente para a melhoria da capacidade, produtividade e autonomia da indústria aeronáutica brasileira.
De acordo com sua posição de fabricante aeronáutica e integradora de sistemas, a EMBRAER terá total expertise e autonomia para liderar e realizar – em cooperação com a indústria aeronáutica brasileira – adaptações e aperfeiçoamentos futuros na aeronave RAFALE e seus sistemas. Isso levará a EMBRAER a adquirir capacidades e conhecimento—aprimorando o que já havia ganhado no programa AMX – “PARA REALIZAR DE MODO AUTÔNOMO, NO FUTURO, O PROJETO DA PRÓXIMA GERAÇÃO DE CAÇAS BRASILEIROS.”
abc
Kaleu
Os mísseis MSS-1 e MAA-1 pelo jeito foram comprados pelas Forças Armadas Brasileiras mas ‘cadê’?
Alguém sabe alguma coisa? Pagaram? Receberam? A quantas anda os testes de tiro real?
Os MAR-1 foram vendidos às pencas ao Paquistão. Pagaram? Já receberam? O míssil já esta pronto? Já foi testado? Qual a taxa de acertos? 70%?
Integrado em quais aeronaves?
E o míssil antinavio que ninguém sabe ninguém viu. O MAN-1. Cadê?
Super secreto?
E as bombas guiadas da Britanite? Como está o desenvolvimento delas? Quanto receberam do Governo Brasileiro? Tiveram incentivos de qual natureza? Vão estar operacionais quando?
Ou seja, no papel e no orgulho de ser um brasileiro que não desiste nunca tudo está caminhando muito bem. Será?
E quanto a ‘nacionalizarmos’ um míssil ar-ar de médio alcance? Um Derby já seria de bom tamanho? Alguém sabe de alguma coisa a respeito? Vamos gastar alguns bilhões com caças com radares AESA e devemos investir também em um míssil ar-ar BVR.
Um abraço a todos.
Os mísseis MSS-1 e MAA-1 pelo jeito foram comprados pelas Forças Armadas Brasileiras mas ‘cadê’?
Alguém sabe alguma coisa? Pagaram? Receberam? A quantas anda os testes de tiro real?
Os MAR-1 foram vendidos às pencas ao Paquistão. Pagaram? Já receberam? O míssil já esta pronto? Já foi testado? Qual a taxa de acertos? 70%?
Integrado em quais aeronaves?
E o míssil antinavio que ninguém sabe ninguém viu. O MAN-1. Cadê?
Super secreto?
E as bombas guiadas da Britanite? Como está o desenvolvimento delas? Quanto receberam do Governo Brasileiro? Tiveram incentivos de qual natureza? Vão estar operacionais quando?
Ou seja, no papel e no orgulho de ser um brasileiro que não desiste nunca tudo está caminhando muito bem. Será?
E quanto a ‘nacionalizarmos’ um míssil ar-ar de médio alcance? Um Derby já seria de bom tamanho? Alguém sabe de alguma coisa a respeito? Vamos gastar alguns bilhões com caças com radares AESA e devemos investir também em um míssil ar-ar BVR.
Um abraço a todos.
O QUE MAIS PREOCUPOU >>>
Com o propósito de reforçar o papel dedicado ao CTA e outras instituições do COMAER juntamente com a FAB, AS SEGUINTES TECNOLOGIAS ESTARÃO SUJEITAS A ACORDOS DE COOPERAÇÃO ESPECÍFICOS :
Além da falta de informações consistentes com relação aos preços, aramamentos, configurações e sensores … o que acham os amigos ?
abc
Kaleu
O QUE MAIS PREOCUPOU >>>
Com o propósito de reforçar o papel dedicado ao CTA e outras instituições do COMAER juntamente com a FAB, AS SEGUINTES TECNOLOGIAS ESTARÃO SUJEITAS A ACORDOS DE COOPERAÇÃO ESPECÍFICOS :
Além da falta de informações consistentes com relação aos preços, aramamentos, configurações e sensores … o que acham os amigos ?
abc
Kaleu
Caro General, qual avião é melhor? Rafale ou Eurofighter?
Não podemos falar em Super Trunfo, ou ei gosto mais de um então detono o outro…
Os dois possuem DNA muito parecidos, gemeos até.
Mas são aviões diferentes em seus propósitos:
O Typhoon nasceu para ser um caça de superioridade aérea, daí seu motor mais potente..
O Rafale nasceu para ser o caça padrão das FFAA francesas tanto da marinha como da aeronautica e nasceu multi função, coisa que o Typhoon AINDA não é, deverá se tornar, mas NÂO é.
Não se tem uma prova cabal, nesse ramo isto é difícil, mas fala-se que a assinatura radar do Rafale é bem menor…no mais, um leva mais armas do q o outro pois, nasceu para isso. O Rafale F3 já está operacional e é superior ao Typhoon ‘tranche 3′ (escrevi certo?)
Espero ter ajudado
{}s
Caro General, qual avião é melhor? Rafale ou Eurofighter?
Não podemos falar em Super Trunfo, ou ei gosto mais de um então detono o outro…
Os dois possuem DNA muito parecidos, gemeos até.
Mas são aviões diferentes em seus propósitos:
O Typhoon nasceu para ser um caça de superioridade aérea, daí seu motor mais potente..
O Rafale nasceu para ser o caça padrão das FFAA francesas tanto da marinha como da aeronautica e nasceu multi função, coisa que o Typhoon AINDA não é, deverá se tornar, mas NÂO é.
Não se tem uma prova cabal, nesse ramo isto é difícil, mas fala-se que a assinatura radar do Rafale é bem menor…no mais, um leva mais armas do q o outro pois, nasceu para isso. O Rafale F3 já está operacional e é superior ao Typhoon ‘tranche 3′ (escrevi certo?)
Espero ter ajudado
{}s
Agradeço a todos por me ajudarem
Boa Noite para todos!
Agradeço a todos por me ajudarem
Boa Noite para todos!
“O Typhoon nasceu para ser um caça de superioridade aérea, daí seu motor mais potente.”
-Nasceu da necessidade da RAF, AMI e Luftwaffe em retirarem de serviço “Tornado ADV”, “F-104S-ASA” e “Mig-29″/”F-4F-ICE”.
-Ao contrário dos franceses, do outro lado do espectro essas forças áereas estavem mais bem servidas pois operam o “Tornado IDS/ECR”.
-Este tem a motorização adquada ao nivel de manobridade que foi especificado p/ poder cumprir suas missões.
“…tanto da marinha como da aeronautica e nasceu multi função,…”
-A versão inicial F-1 era tão ar-ar qnto o “Typhoon” da época.
“…coisa que o Typhoon AINDA não é, deverá se tornar, mas NÂO é.”
-O “Typhoon” de hoje é tão multí-role qnto aqueles “Rafale” que combatem no Afeganistão.
“O Rafale F3 já está operacional e é superior ao Typhoon ‘tranche 3′ (escrevi certo?)”
-Não são aeronaves novas, mas antigos “F-2″ sendo retrofitados p/ o novo padrão, há somente 1(UM) em serviço.
-O radar, do qual mto se fala mas pouco se vê, não estará em serviço de esquadrão antes de 2012.
-As turbinas M-88-2 continuam a ser um problema de falta de potência e confiabilidade.
-E a capacidade dos misseis franceses MICA IR e RF, está sendo questionada frente á capacidade da forte concorrência.
“O Typhoon nasceu para ser um caça de superioridade aérea, daí seu motor mais potente.”
-Nasceu da necessidade da RAF, AMI e Luftwaffe em retirarem de serviço “Tornado ADV”, “F-104S-ASA” e “Mig-29″/”F-4F-ICE”.
-Ao contrário dos franceses, do outro lado do espectro essas forças áereas estavem mais bem servidas pois operam o “Tornado IDS/ECR”.
-Este tem a motorização adquada ao nivel de manobridade que foi especificado p/ poder cumprir suas missões.
“…tanto da marinha como da aeronautica e nasceu multi função,…”
-A versão inicial F-1 era tão ar-ar qnto o “Typhoon” da época.
“…coisa que o Typhoon AINDA não é, deverá se tornar, mas NÂO é.”
-O “Typhoon” de hoje é tão multí-role qnto aqueles “Rafale” que combatem no Afeganistão.
“O Rafale F3 já está operacional e é superior ao Typhoon ‘tranche 3′ (escrevi certo?)”
-Não são aeronaves novas, mas antigos “F-2″ sendo retrofitados p/ o novo padrão, há somente 1(UM) em serviço.
-O radar, do qual mto se fala mas pouco se vê, não estará em serviço de esquadrão antes de 2012.
-As turbinas M-88-2 continuam a ser um problema de falta de potência e confiabilidade.
-E a capacidade dos misseis franceses MICA IR e RF, está sendo questionada frente á capacidade da forte concorrência.
kkkkkk…
Hornet acho que sua teoria ta certa … prestando detida atenção … só pode ser a gabine do Jumbo ….. rsrsrs
abc
Kaleu
kkkkkk…
Hornet acho que sua teoria ta certa … prestando detida atenção … só pode ser a gabine do Jumbo ….. rsrsrs
abc
Kaleu
Caros, Todos estão considerando o SAAB cachorro morto? e quanto a possibilidade de compra da Saab ou parte dela pela Embraer com dinheiro do BNDS não passou de historia? sera que a SAAB ja se deu como vencida? muita coisa vai rolar.
Mauricio R. Bela desculpa que voce achou para justificar a atitude de FHC, Color, que nos deixaram como patos, uns cordeiros, “Não somos o unico pais afetado pelo “Regime de Controle de Tecnologia de Misseis”, este é um tratado internacional. Desce tratado internacional EUA, China, França, Russia e quem mais tiver vergonha na cara não assinou e se assinaram deixaram de cumprir.
Abs
Caros, Todos estão considerando o SAAB cachorro morto? e quanto a possibilidade de compra da Saab ou parte dela pela Embraer com dinheiro do BNDS não passou de historia? sera que a SAAB ja se deu como vencida? muita coisa vai rolar.
Mauricio R. Bela desculpa que voce achou para justificar a atitude de FHC, Color, que nos deixaram como patos, uns cordeiros, “Não somos o unico pais afetado pelo “Regime de Controle de Tecnologia de Misseis”, este é um tratado internacional. Desce tratado internacional EUA, China, França, Russia e quem mais tiver vergonha na cara não assinou e se assinaram deixaram de cumprir.
Abs
Disculpe: Desse e não Desce.
Disculpe: Desse e não Desce.
Dizer que o SH embarca menos tecno que Rafale … HUMMM …
http://www.raytheon.com/businesses/rtnw … lr67v3.pdf
http://www.raytheon.com/businesses/stel … /ale50.pdf
http://www.raytheon.com/businesses/stel … lir_ds.pdf
http://www.baesystems.com/ProductsServi … ale47.html
sei não …
abc
Kaleu
Dizer que o SH embarca menos tecno que Rafale … HUMMM …
http://www.raytheon.com/businesses/rtnw … lr67v3.pdf
http://www.raytheon.com/businesses/stel … /ale50.pdf
http://www.raytheon.com/businesses/stel … lir_ds.pdf
http://www.baesystems.com/ProductsServi … ale47.html
sei não …
abc
Kaleu
Na prática o f18 e o rafale cumpririam muito bem o serviço. Então o que faz a diferença é a oferta de tecnologia, que não dá para comparar.
Na prática o f18 e o rafale cumpririam muito bem o serviço. Então o que faz a diferença é a oferta de tecnologia, que não dá para comparar.
Caro Baschera teu racionio como diz Hornet da o que pensar?
Quem ganharia mais a Embraer ou Dassault?. Como diz Hornet os franceses não precisam de ninguem, teem caminhado com suas próprias pernas, fica a pergunta até quando? ou até onde poderam ir? se não fizerem esse negocio com o Brasil, porque até aqui não venderam pra ninguem e ai a validade do seu texto vale a pena ajuda um
morto-vivo ou ajuda-los a se enterra assim tiramos um concorrente.
Mais ai o concorrente é da Embraer não é do governo.
E a França como parceiro? ai fica um dúvida principalmente pela abrangencia dos acordos Subs, Caças, Soldado do Futuro…etc
Ainda acho que ainda teremos noticia da SAAB, e de todas é a que mais depende da venda, até mesmo pra o Gripen-NG decolar.
Passarinho que tiver mais fome deve piar mais alto.
Abs.
Caro Baschera teu racionio como diz Hornet da o que pensar?
Quem ganharia mais a Embraer ou Dassault?. Como diz Hornet os franceses não precisam de ninguem, teem caminhado com suas próprias pernas, fica a pergunta até quando? ou até onde poderam ir? se não fizerem esse negocio com o Brasil, porque até aqui não venderam pra ninguem e ai a validade do seu texto vale a pena ajuda um
morto-vivo ou ajuda-los a se enterra assim tiramos um concorrente.
Mais ai o concorrente é da Embraer não é do governo.
E a França como parceiro? ai fica um dúvida principalmente pela abrangencia dos acordos Subs, Caças, Soldado do Futuro…etc
Ainda acho que ainda teremos noticia da SAAB, e de todas é a que mais depende da venda, até mesmo pra o Gripen-NG decolar.
Passarinho que tiver mais fome deve piar mais alto.
Abs.
“a FAB considera o Rafale um caça tecnologicamente mais avançado que o SH.”
Hornet,
Não são as paixões aqui do blog que nortearam as avaliações de “Rafale”, “Super Hornet” e do “Gripen NG”, pela FAB.
Então torno a repetir:
“Mas os critérios da avaliação da FAB, dizem EXPRESSAMENTE que o “quesito tecnológico” tem MAIOR PESO que o “quesito logístico”???”
Falar em “mentira”, “lorota”, “que é só o Jobim que quer”, “que não tem apoio dentro da FAB”, não acrescenta nada ao debate.
No mais as colocações a seguir são questionaveis:
“No entanto, sabemos que a tendência do Rafale se equiparar ao SH neste quesito é só uma questão de tempo.”
“Mas o Rafale pode vir a ter uma escala de produção semelhante à do SH em breve.”
“Mas em médio prazo, os Rafales chegarão ao mesmo número de produção que os Super Hornets possuem.”
“Mas o Rafale pode vir a ter uma escala de produção semelhante à do SH em breve.”
-Altamente improvável pois não depende somente da França, mas de conseguir encomendas novas.
-Por outro lado a RAAF acaba de adquirir 24 “Super Hornet” e a US Navy ainda deve deslanchar as aquisições de EF-18 Growler, o que acrescenta mais células á base instalada.
“E a França ainda está comprando os Rafales.”
-De maneira nenhuma, está é retrofitando antigos “F-2″ em “F-3″, p/ a Aeronavale inicialmente.
“a FAB considera o Rafale um caça tecnologicamente mais avançado que o SH.”
Hornet,
Não são as paixões aqui do blog que nortearam as avaliações de “Rafale”, “Super Hornet” e do “Gripen NG”, pela FAB.
Então torno a repetir:
“Mas os critérios da avaliação da FAB, dizem EXPRESSAMENTE que o “quesito tecnológico” tem MAIOR PESO que o “quesito logístico”???”
Falar em “mentira”, “lorota”, “que é só o Jobim que quer”, “que não tem apoio dentro da FAB”, não acrescenta nada ao debate.
No mais as colocações a seguir são questionaveis:
“No entanto, sabemos que a tendência do Rafale se equiparar ao SH neste quesito é só uma questão de tempo.”
“Mas o Rafale pode vir a ter uma escala de produção semelhante à do SH em breve.”
“Mas em médio prazo, os Rafales chegarão ao mesmo número de produção que os Super Hornets possuem.”
“Mas o Rafale pode vir a ter uma escala de produção semelhante à do SH em breve.”
-Altamente improvável pois não depende somente da França, mas de conseguir encomendas novas.
-Por outro lado a RAAF acaba de adquirir 24 “Super Hornet” e a US Navy ainda deve deslanchar as aquisições de EF-18 Growler, o que acrescenta mais células á base instalada.
“E a França ainda está comprando os Rafales.”
-De maneira nenhuma, está é retrofitando antigos “F-2″ em “F-3″, p/ a Aeronavale inicialmente.
“…e quanto a possibilidade de compra da Saab ou parte dela pela Embraer com dinheiro do BNDS não passou de historia?”
Esse hoax ainda!!!
“…e quanto a possibilidade de compra da Saab ou parte dela pela Embraer com dinheiro do BNDS não passou de historia?”
Esse hoax ainda!!!
“Bela desculpa que voce achou para justificar a atitude de FHC, Color, que nos deixaram como patos, uns cordeiros…”
É a realidade da geopolitica, quer ser tratado tal qual Irã e Coreia do Norte, quebre o tratado.
“Bela desculpa que voce achou para justificar a atitude de FHC, Color, que nos deixaram como patos, uns cordeiros…”
É a realidade da geopolitica, quer ser tratado tal qual Irã e Coreia do Norte, quebre o tratado.
Dei enter sem corrigir o texto
Caro Baschera teu racionio como diz Hornet da o que pensar.
Quem ganharia mais a Embraer ou Dassault?. Como diz Hornet os franceses não precisam de ninguem, teem caminhado com suas próprias pernas, fica a pergunta até quando? ou até onde poderam ir se não fizerem esse negocio com o Brasil? porque até aqui não venderam pra ninguem e ai a validade do seu texto, vale a pena ajuda um
morto-vivo ou ajuda-los a se enterra? e assim tiramos um concorrente.
Mais ai o concorrente é da Embraer não é do governo.
E a França como parceiro? ai fica um dúvida principalmente pela abrangencia dos acordos Subs, Caças, Soldado do Futuro…etc e muita dependencia.
Ainda acho que ainda teremos noticia da SAAB, e de todas é a que mais depende da venda, até mesmo pra o Gripen-NG decolar.
Passarinho que tiver mais fome deve piar mais alto.
Abs.
Dei enter sem corrigir o texto
Caro Baschera teu racionio como diz Hornet da o que pensar.
Quem ganharia mais a Embraer ou Dassault?. Como diz Hornet os franceses não precisam de ninguem, teem caminhado com suas próprias pernas, fica a pergunta até quando? ou até onde poderam ir se não fizerem esse negocio com o Brasil? porque até aqui não venderam pra ninguem e ai a validade do seu texto, vale a pena ajuda um
morto-vivo ou ajuda-los a se enterra? e assim tiramos um concorrente.
Mais ai o concorrente é da Embraer não é do governo.
E a França como parceiro? ai fica um dúvida principalmente pela abrangencia dos acordos Subs, Caças, Soldado do Futuro…etc e muita dependencia.
Ainda acho que ainda teremos noticia da SAAB, e de todas é a que mais depende da venda, até mesmo pra o Gripen-NG decolar.
Passarinho que tiver mais fome deve piar mais alto.
Abs.
Caro Mauricio R. só se for com Hunger Mangabeira, porque o Eneas já morreu. He, He,
Caro Mauricio R. só se for com Hunger Mangabeira, porque o Eneas já morreu. He, He,
“Ainda acho que ainda teremos noticia da SAAB, e de todas é a que mais depende da venda, até mesmo pra o Gripen-NG decolar.”
Seria o caso de c/ as avaliações de “Rafale” e “Super Hornet”, a FAB criar uma situação de “espada de Dâmocles”, nada a ver c/ o aviônico do ac frances, p/ a dupla Lula/Jobim e o Conselho de Defesa.
Ou de “biscoito Tostines”, como preferirem.
Escolho o “Rafale” pq é mais moderno ou o “SH” pq é mais barato???
Ou escolho o “SH” pq é + em conta ou escolho o “Rafale” pq é + avançado???
Ah, quer saber, não sei de nada, escolhe o “sueco” e tá resolvído!!!
“Ainda acho que ainda teremos noticia da SAAB, e de todas é a que mais depende da venda, até mesmo pra o Gripen-NG decolar.”
Seria o caso de c/ as avaliações de “Rafale” e “Super Hornet”, a FAB criar uma situação de “espada de Dâmocles”, nada a ver c/ o aviônico do ac frances, p/ a dupla Lula/Jobim e o Conselho de Defesa.
Ou de “biscoito Tostines”, como preferirem.
Escolho o “Rafale” pq é mais moderno ou o “SH” pq é mais barato???
Ou escolho o “SH” pq é + em conta ou escolho o “Rafale” pq é + avançado???
Ah, quer saber, não sei de nada, escolhe o “sueco” e tá resolvído!!!
Mauricio R,
“Mas os critérios da avaliação da FAB, dizem EXPRESSAMENTE que o “quesito tecnológico” tem MAIOR PESO que o “quesito logístico”???”
Não. E nem diz o contrário.
São tópicos diferentes de análise. A FAB faz o relatório, aponta os prós e os contras de cada caça. Mas quem decide é o CDN, que se reunirá em setembro (a reunião seria agora em agosto, mas parece que foi adiada para setembro em função do atraso da Boeing em entregar sua última oferta).
De qualquer modo, volto a dizer, o que quis destacar foi o fato de a FAB considerar o Rafale o caça (dentre os 3) mais avançado que podemos ter no FX2. Em oposição aos discursos aqui do Blog que diziam que a FAB não queria o Rafale, que o caça era uma porcaria e tal. Os “experts” aqui do blog, até podem achar o Rafale uma porcaria, direito deles. Mas a FAB não acha. Ao contrário, o considera o mais avançado dentre os 3 que foram testados pela FAB.
Pelo o que está na matéria da Isto É, a FAB considera o Rafale não o caça mais avançado do mundo ou coisa do tipo, mas o caça mais avançado que podemos ter no momento.
Assim como a FAB acha o Super Hornet o caça mais fácil de operar, dentre os 3 candidatos, no momento.
tais posições serão levadas ao CDN para discussão. Não será um ponto isolado que fará com que o caça X ou Y vença o FX2. Será um conjunto de fatores. E na minha modesta opinião, o Rafale leva vantagem sobre os demais em pelo menos uns 70 ou 80% dos fatores que serão avaliados pelo CDN (parceria estratégica já feita com a França, a própria FAB o destacou em seu relatório técnico como o mais avançado em termos de tecnologia embarcada, caça que preenche as especificações todas da FAB e com sobras, facilidade de transferência de tecnologia, armas sem restrições etc.).
abraços
Mauricio R,
“Mas os critérios da avaliação da FAB, dizem EXPRESSAMENTE que o “quesito tecnológico” tem MAIOR PESO que o “quesito logístico”???”
Não. E nem diz o contrário.
São tópicos diferentes de análise. A FAB faz o relatório, aponta os prós e os contras de cada caça. Mas quem decide é o CDN, que se reunirá em setembro (a reunião seria agora em agosto, mas parece que foi adiada para setembro em função do atraso da Boeing em entregar sua última oferta).
De qualquer modo, volto a dizer, o que quis destacar foi o fato de a FAB considerar o Rafale o caça (dentre os 3) mais avançado que podemos ter no FX2. Em oposição aos discursos aqui do Blog que diziam que a FAB não queria o Rafale, que o caça era uma porcaria e tal. Os “experts” aqui do blog, até podem achar o Rafale uma porcaria, direito deles. Mas a FAB não acha. Ao contrário, o considera o mais avançado dentre os 3 que foram testados pela FAB.
Pelo o que está na matéria da Isto É, a FAB considera o Rafale não o caça mais avançado do mundo ou coisa do tipo, mas o caça mais avançado que podemos ter no momento.
Assim como a FAB acha o Super Hornet o caça mais fácil de operar, dentre os 3 candidatos, no momento.
tais posições serão levadas ao CDN para discussão. Não será um ponto isolado que fará com que o caça X ou Y vença o FX2. Será um conjunto de fatores. E na minha modesta opinião, o Rafale leva vantagem sobre os demais em pelo menos uns 70 ou 80% dos fatores que serão avaliados pelo CDN (parceria estratégica já feita com a França, a própria FAB o destacou em seu relatório técnico como o mais avançado em termos de tecnologia embarcada, caça que preenche as especificações todas da FAB e com sobras, facilidade de transferência de tecnologia, armas sem restrições etc.).
abraços
Hornet em 08 ago, 2009 às 22:39
“Não será um ponto isolado que fará com que o caça X ou Y vença o FX2. Será um conjunto de fatores0…”
Exato Hornet! Já vimos exemplos assim como na competição em que o YF-16 venceu o YF-17, dentre tantas outras. Falar que “há mais o SH já tem 400 aeronaves feitas…” é apenas explicar a metade do que pode acontecer. A verdade é que o Rafale por ser um caça mais novo tem mais tempo de sobre-vida que o SH, ou seja, ainda é possível desenvolver ainda mais o caça, fora que ainda teremos muitas outras concorrências de caças e certamente o caça francês irá participar! Provavelmente não será apenas a Armée L’air que terá ele nas seus hangares!
Pessoalmente vejo qualidades óbvias nos dois caças (SH e Rafale) e diferentes, com a minha preferência pelo Rafale por ser projeto mais recente (vamos opera-lo por uns 30 anos no mínimo), mas resumindo um pouco a história seria como escolher o “experiente” e já provado em combate, contra o novo, moderno, mas ainda no começo de vida operacional!
Estaremos bem servidos por qualquer um destes, e a proposta que nos tratar como Estado e não como “mera força aérea” deverá ser a escolhida!
Saudações!!!
Hornet em 08 ago, 2009 às 22:39
“Não será um ponto isolado que fará com que o caça X ou Y vença o FX2. Será um conjunto de fatores0…”
Exato Hornet! Já vimos exemplos assim como na competição em que o YF-16 venceu o YF-17, dentre tantas outras. Falar que “há mais o SH já tem 400 aeronaves feitas…” é apenas explicar a metade do que pode acontecer. A verdade é que o Rafale por ser um caça mais novo tem mais tempo de sobre-vida que o SH, ou seja, ainda é possível desenvolver ainda mais o caça, fora que ainda teremos muitas outras concorrências de caças e certamente o caça francês irá participar! Provavelmente não será apenas a Armée L’air que terá ele nas seus hangares!
Pessoalmente vejo qualidades óbvias nos dois caças (SH e Rafale) e diferentes, com a minha preferência pelo Rafale por ser projeto mais recente (vamos opera-lo por uns 30 anos no mínimo), mas resumindo um pouco a história seria como escolher o “experiente” e já provado em combate, contra o novo, moderno, mas ainda no começo de vida operacional!
Estaremos bem servidos por qualquer um destes, e a proposta que nos tratar como Estado e não como “mera força aérea” deverá ser a escolhida!
Saudações!!!
Srs. em audiencia no senado dia 04.08 o Sr. Horácio Forjaz, EMBRAER, destacou que só é possível haver transferêcia de tecnologia participando do projeto. Segundo Horacio, que participou do projeto AMX, é com erros e acertos do projeto que se aprende fazer. Além do FX-2 o KC390 tb foi lembrado.
Pergunta: Ele estava falando do fx-2 ou do proximo caça brasileiro?
Abs
Srs. em audiencia no senado dia 04.08 o Sr. Horácio Forjaz, EMBRAER, destacou que só é possível haver transferêcia de tecnologia participando do projeto. Segundo Horacio, que participou do projeto AMX, é com erros e acertos do projeto que se aprende fazer. Além do FX-2 o KC390 tb foi lembrado.
Pergunta: Ele estava falando do fx-2 ou do proximo caça brasileiro?
Abs
http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codNoticia=86759&dataEdicaoVer=20090805&dataEdicaoAtual=20090805&codEditoria=22&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es
Nao encontrei o video da audiencia. Abs
http://www.senado.gov.br/jornal/noticia.asp?codNoticia=86759&dataEdicaoVer=20090805&dataEdicaoAtual=20090805&codEditoria=22&nomeEditoria=Comiss%C3%B5es
Nao encontrei o video da audiencia. Abs
“e a proposta que nos tratar como Estado e não como “mera força aérea” deverá ser a escolhida!”
Concordo plenamente, Jony Costa.
abração meu caro.
“e a proposta que nos tratar como Estado e não como “mera força aérea” deverá ser a escolhida!”
Concordo plenamente, Jony Costa.
abração meu caro.
Resposta do Francesinho mimado e chorão: – Estou ficando esquizofrênico ou vocês, pois estão falando com um tal de Gripen, aquele monomotor de curto alcance totalmente inadequado para o “pequeno” Brasil…
Ou ainda pior, estão falando com um tal de Gripen NG que nem existe… Dizem as boas línguas que em combates simulados ele bate até em um tal de SU-35, mas aí é mole, pois em protótipo x protótipo, vence o protótipo do fabricante no simulador do fabricante, falem sério!
Outra. Páreo para mim nesta concorrência só o F-18SH e ainda sim com um pacote de armas, transferência de tecnologia e financiamentos mais abrangentes que o meu, além é claro de sua experiência em situações reais ( não digo combate, pois Iraque e Afeganistão são parques de diversão para nós, a gente vai lá joga umas bombas e dá no pé). Agora, Gripen, vá para a Hungria, Austria, Suécia, Africa do Sul, etc… países com uma dimensão geográfica e peso político mais adequada a sua pequenez.
Passa Fora Guri!
Falando sério agora, essa proposta, se realmente verdadeira e aplicável, é um salto nas relações políticas do Brasil com o 1º mundo, com um membro permanente do CS da ONU que não dá satisfações a ninguém de suas politicas e métodos e que está nos passando, na teoria, não sejamos inocentes, toda a tecnologia de seu principal vetor, do casco de um submarino nuclear, está nos vendo e tratando como um igual, algo impensável há anos atrás, e isto nada tem haver com politica, diga-se de passagem, tem haver com os grandes empreendedores do Brasil, no campo e na industria, apesar dos nossos governantes e nao por causa deles, TODOS.
As oportunidades estão nas nossas mãos, está na hora de crescer e não deixar passar, mais uma vez.
Abs
Resposta do Francesinho mimado e chorão: – Estou ficando esquizofrênico ou vocês, pois estão falando com um tal de Gripen, aquele monomotor de curto alcance totalmente inadequado para o “pequeno” Brasil…
Ou ainda pior, estão falando com um tal de Gripen NG que nem existe… Dizem as boas línguas que em combates simulados ele bate até em um tal de SU-35, mas aí é mole, pois em protótipo x protótipo, vence o protótipo do fabricante no simulador do fabricante, falem sério!
Outra. Páreo para mim nesta concorrência só o F-18SH e ainda sim com um pacote de armas, transferência de tecnologia e financiamentos mais abrangentes que o meu, além é claro de sua experiência em situações reais ( não digo combate, pois Iraque e Afeganistão são parques de diversão para nós, a gente vai lá joga umas bombas e dá no pé). Agora, Gripen, vá para a Hungria, Austria, Suécia, Africa do Sul, etc… países com uma dimensão geográfica e peso político mais adequada a sua pequenez.
Passa Fora Guri!
Falando sério agora, essa proposta, se realmente verdadeira e aplicável, é um salto nas relações políticas do Brasil com o 1º mundo, com um membro permanente do CS da ONU que não dá satisfações a ninguém de suas politicas e métodos e que está nos passando, na teoria, não sejamos inocentes, toda a tecnologia de seu principal vetor, do casco de um submarino nuclear, está nos vendo e tratando como um igual, algo impensável há anos atrás, e isto nada tem haver com politica, diga-se de passagem, tem haver com os grandes empreendedores do Brasil, no campo e na industria, apesar dos nossos governantes e nao por causa deles, TODOS.
As oportunidades estão nas nossas mãos, está na hora de crescer e não deixar passar, mais uma vez.
Abs
Mauricio R.
Você esquece das origens da aviação. Santos Dumont voo no Campo de Marte em Paris com o 14bis não em Tomahawk na Carolina do Norte. E o projeto do Bandeirantes teve grande contribuição francesa. O que está na origem da Embraer. Hoje a França opera mais EMB190 que os Estados Unidos. A Boeing não deseja a concorrência dos EMB190 no mercado americano.
O EF2000 é um caça de superioridade aérea e como exemplo não fará na RAF as funcões destinadas ao F35. Na origem do projeto EF2000 a França fazia parte, mas desistiu em tempo para definir seu próprio avião de combate o Rafale, a principal plataforma de combate de um país que queíramos ou não têm fronteiras com o Brasil na Guiana.
A Embraer apresenta um objetivo claro de aumentar o conteúdo de produtos militares em seu portfolio, o que está conseguindo com relativo sucesso. Uma parceira com a Boeing não seria mais danosa a próppria Embraer. A Dassault era até anos atrás dona de parte das ações da Embraer, portanto o caminho do negócio é mais natural com a Embraer do que com a Boeing. O escritório Europeu da Embraer fica em Le Bourget, quer lugar mais simbólico do que este?
O Rafale é e sempre foi o objetivo da FAB e do Brasil desde o FX1, por;em naquela época, uma iniciativa errada da Embraer em fazer uma parceria com a Dassault milindou os militares que não gostaram nada da história. Na época o Governo Francês se negou a colocar o Rafale na competição. A FAB conseguiu trazê-lo como opção no FX2, e será assim, queira ou não os americanos e seus fãs.
Os armamentos não fazem parte do FX2. Isso foi deixado claro em entrevista do Sr Michael Coggins da Boeing. O Brasil optou por integrar seu próprio armamento e não vejo dificuldades para isso com o Rafale.
O F18E/F sobreviverá aos F35? Qual a chance que isto ocorra?
Quando se fala que os Americanos não ensinam a pescar, entenda-se ou você faz parte do projeto desde do início ou não existe interação tecnológica. O exemplo disso é o F35 Lightning. Não espere que grandes transferência de tecnologia exista nesta fase de desenvolvimento do F18E/F. A Boeing vem seguidas vezes perdendo espaço nas Forças Armadas Americanas. O F35 e F22 foram desenvolvidos pela Lockheed Martin.
Portanto é só esperar o resultado lógico que é o Rafale e estourar o Champagne.
O Máximo que conseguimos dos americanos nestes anos foram alguns P3A Orion sucateados no deserto do AMARC em Tucson Arizona. Nada mais, agora chegam com esta gentileza estranha. Ou estão ao nosso lado sempre, ou não estão. Já levaram o SIVAM com a Raytheon, o que querem mais? Compra de prateleira e conta de padeiro faz o Chaves e a Venezuela ou Chile não o Brasil que deseja mais. Só que isso os Americanos ainda não entenderam.
Mauricio R.
Você esquece das origens da aviação. Santos Dumont voo no Campo de Marte em Paris com o 14bis não em Tomahawk na Carolina do Norte. E o projeto do Bandeirantes teve grande contribuição francesa. O que está na origem da Embraer. Hoje a França opera mais EMB190 que os Estados Unidos. A Boeing não deseja a concorrência dos EMB190 no mercado americano.
O EF2000 é um caça de superioridade aérea e como exemplo não fará na RAF as funcões destinadas ao F35. Na origem do projeto EF2000 a França fazia parte, mas desistiu em tempo para definir seu próprio avião de combate o Rafale, a principal plataforma de combate de um país que queíramos ou não têm fronteiras com o Brasil na Guiana.
A Embraer apresenta um objetivo claro de aumentar o conteúdo de produtos militares em seu portfolio, o que está conseguindo com relativo sucesso. Uma parceira com a Boeing não seria mais danosa a próppria Embraer. A Dassault era até anos atrás dona de parte das ações da Embraer, portanto o caminho do negócio é mais natural com a Embraer do que com a Boeing. O escritório Europeu da Embraer fica em Le Bourget, quer lugar mais simbólico do que este?
O Rafale é e sempre foi o objetivo da FAB e do Brasil desde o FX1, por;em naquela época, uma iniciativa errada da Embraer em fazer uma parceria com a Dassault milindou os militares que não gostaram nada da história. Na época o Governo Francês se negou a colocar o Rafale na competição. A FAB conseguiu trazê-lo como opção no FX2, e será assim, queira ou não os americanos e seus fãs.
Os armamentos não fazem parte do FX2. Isso foi deixado claro em entrevista do Sr Michael Coggins da Boeing. O Brasil optou por integrar seu próprio armamento e não vejo dificuldades para isso com o Rafale.
O F18E/F sobreviverá aos F35? Qual a chance que isto ocorra?
Quando se fala que os Americanos não ensinam a pescar, entenda-se ou você faz parte do projeto desde do início ou não existe interação tecnológica. O exemplo disso é o F35 Lightning. Não espere que grandes transferência de tecnologia exista nesta fase de desenvolvimento do F18E/F. A Boeing vem seguidas vezes perdendo espaço nas Forças Armadas Americanas. O F35 e F22 foram desenvolvidos pela Lockheed Martin.
Portanto é só esperar o resultado lógico que é o Rafale e estourar o Champagne.
O Máximo que conseguimos dos americanos nestes anos foram alguns P3A Orion sucateados no deserto do AMARC em Tucson Arizona. Nada mais, agora chegam com esta gentileza estranha. Ou estão ao nosso lado sempre, ou não estão. Já levaram o SIVAM com a Raytheon, o que querem mais? Compra de prateleira e conta de padeiro faz o Chaves e a Venezuela ou Chile não o Brasil que deseja mais. Só que isso os Americanos ainda não entenderam.
A, somente uma coisa, vá ao Google e digite Gripen leasing e verá que os países do Leste Europeu estão adquirindo este aparelho da Suécia as versões C/D na forma de leasing. Depois de um tempo podem devolver o produto ao fabricante. Dizem que a própria Suécia têm um superávite de mais de 100 aeronaves em encomendas que não deseja mais concluir. E ainda desejam que o Brasil banque o NG, brincadeira. E as contra partidas da Suécia? Vão mandar algumas loiras pra cá?
O F18E/F meia vida, é boi de piranha, entrou no FX2 somente para viabilizar o Rafale economicamente como proposta mais realista as condições financeiras do MD.
A, somente uma coisa, vá ao Google e digite Gripen leasing e verá que os países do Leste Europeu estão adquirindo este aparelho da Suécia as versões C/D na forma de leasing. Depois de um tempo podem devolver o produto ao fabricante. Dizem que a própria Suécia têm um superávite de mais de 100 aeronaves em encomendas que não deseja mais concluir. E ainda desejam que o Brasil banque o NG, brincadeira. E as contra partidas da Suécia? Vão mandar algumas loiras pra cá?
O F18E/F meia vida, é boi de piranha, entrou no FX2 somente para viabilizar o Rafale economicamente como proposta mais realista as condições financeiras do MD.
o rafale é o meu preferido por não ter tanta dependencia americana.
e talvez a dassault esteja vendendo mais que um caça,taUveS¹ eles estejam vendendo a sobrevivencia como dassault e quiçá um parceiro para projetos futuros
alguém sabe de quantos caças +/- o brasil precisava para ter uma FA
forte e com certa projeção de poder??
acho que gira em torno de 1200…+/-
eu nunca encontrei um artigo a respeito.
abs
o rafale é o meu preferido por não ter tanta dependencia americana.
e talvez a dassault esteja vendendo mais que um caça,taUveS¹ eles estejam vendendo a sobrevivencia como dassault e quiçá um parceiro para projetos futuros
alguém sabe de quantos caças +/- o brasil precisava para ter uma FA
forte e com certa projeção de poder??
acho que gira em torno de 1200…+/-
eu nunca encontrei um artigo a respeito.
abs
Propostinha razoável, não fosse o fator preço e o fato de que franceses não são confiáveis…
Mas o que me preocupa realmente são as armas que poderão ser integradas ao vetor. Tudo armamento francês? Se for isso, amigos, tamos “hodidos” com o preço que eles nos cobrarão.
Bem, o texto fala muito sobre TT, mas nada dos vetores. Aguardemos uma explanação mais completa, como a oferecida pela Boeing.
Sds.
Propostinha razoável, não fosse o fator preço e o fato de que franceses não são confiáveis…
Mas o que me preocupa realmente são as armas que poderão ser integradas ao vetor. Tudo armamento francês? Se for isso, amigos, tamos “hodidos” com o preço que eles nos cobrarão.
Bem, o texto fala muito sobre TT, mas nada dos vetores. Aguardemos uma explanação mais completa, como a oferecida pela Boeing.
Sds.
¹=lembra quando alguém escreveu talvez assim??
hahaha
¹=lembra quando alguém escreveu talvez assim??
hahaha
1- Pra mim o Rafale só perde para F-35, F-22 e SU-35 (SU-30 depende da versão e mesmo assim da capacidade do piloto, mas ainda tenho dúvidas). O Eurofighter é menos completo que o Rafale por questões já descritas aqui. Sendo assim e com a TT citada, além de acordos estratégicos e políticos (voto no CS da ONU)…não acho tão caro.
2- Penso que os americanos têm 3 níveis de aliados para questões militares: Nível 1 (Inglaterra, Japão, Israel), Nível 2 (Austrália, Paquistão, Colômbia, etc) e Nível 3 (aqui estamos nós). Acho que a proposta da Boeing simplesmente mostra que os EEUU estão dispostos (por dinheiro apenas) a nos elevar de Nìvel 3 para 2. Só isso!!! A restrição para armamentos “top” continua a mesma.
3- Espero que o adiamento para setembro não embarelhe as cartas de novo…pq ai pode zerar e demorar mais ainda…
abço!
1- Pra mim o Rafale só perde para F-35, F-22 e SU-35 (SU-30 depende da versão e mesmo assim da capacidade do piloto, mas ainda tenho dúvidas). O Eurofighter é menos completo que o Rafale por questões já descritas aqui. Sendo assim e com a TT citada, além de acordos estratégicos e políticos (voto no CS da ONU)…não acho tão caro.
2- Penso que os americanos têm 3 níveis de aliados para questões militares: Nível 1 (Inglaterra, Japão, Israel), Nível 2 (Austrália, Paquistão, Colômbia, etc) e Nível 3 (aqui estamos nós). Acho que a proposta da Boeing simplesmente mostra que os EEUU estão dispostos (por dinheiro apenas) a nos elevar de Nìvel 3 para 2. Só isso!!! A restrição para armamentos “top” continua a mesma.
3- Espero que o adiamento para setembro não embarelhe as cartas de novo…pq ai pode zerar e demorar mais ainda…
abço!
Felipe Cps…aqui está a proposta técnica do Rafale. Abço!
http://www.rafale.com.br/pdf/folder_tecnico.pdf
ps…não to ganhando nada da França, hein…rs
Felipe Cps…aqui está a proposta técnica do Rafale. Abço!
http://www.rafale.com.br/pdf/folder_tecnico.pdf
ps…não to ganhando nada da França, hein…rs
Cara como eu queria que o F-18 ganhase, mais tudo indica que vai ser o Rafale. Bom de qualquer forma seja F-18 ou Rafale o Brasil vai restruturar para uma força aerea de respeito na America Latina, e é isso o que importa.
Abraços.
Cara como eu queria que o F-18 ganhase, mais tudo indica que vai ser o Rafale. Bom de qualquer forma seja F-18 ou Rafale o Brasil vai restruturar para uma força aerea de respeito na America Latina, e é isso o que importa.
Abraços.
Caros amigos, sou leiga nos assuntos tratados mas quero deixar aqui minha humilde opinião.
Se realmente os EUA tivessem interesse de ajudar o Brasil desenvolver tecnologicamente de uma forma esplendorosa já nos terias feito, não com conta gotas. Lembras do OSORIO, não querendo culpá-los por completo, mas em partes nos ferraram. E os F5 que foi comprados com diversas restrições, E a bomba anti-radiação que foi negada, e o impedimento de vender os Super Tucano a Venezuela, e tantos outros caso… Sem duvida o EUA é um dos maiores parceiros comercial do Brasil, mas isto esta bem ligado as suas necessidades de suprimentos. É bem verdade que ha uma boa relação diplomática com o Brasil. Mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Não sou um especialista para entender que no jogo dos interesses e nas projeções futuras os EUA planejam suas estratégias com muito seriedade e as executam, Lá nos EUA tem vários almirantes Mário César Flores que ficam por conta de estudar e planejar os futuros cenários Geopolíticos para os EUA. Obama não contrariará o Pentágono, pelo contrario quem governa os EUA seguem a cartilha do Pentágono. Os políticos americanos sabem muito bem quem garante a soberania de seu país.
Fiquem certos de uma coisa, desde os povos mais antigo tudo no mundo gira na base do interesse e do que se ganhara em troca .
O que eles, EUA e a França estão querendo em troca? Certamente o que exigir menos em troca (menor pressão política) e com menor risco para o BRASIL levara O FX2
Não sou contra os EUA, sei que suas riqueza e o domínio do mundo estão diretamente ligados as suas armas, e eles estão certos por ser assim, em defender seus interesses de forma a se manter a mais poderosos nação do mundo, insanos somos nos que não fazemos o mesmo.
Boa sorte para quem definir o FX2, está decisão é importantíssima para nós, para o Brasil no concerto das nações, e diga se de passagem as nações da América do Sul.
Perdoe me, se tiver equivocada.
Caros amigos, sou leiga nos assuntos tratados mas quero deixar aqui minha humilde opinião.
Se realmente os EUA tivessem interesse de ajudar o Brasil desenvolver tecnologicamente de uma forma esplendorosa já nos terias feito, não com conta gotas. Lembras do OSORIO, não querendo culpá-los por completo, mas em partes nos ferraram. E os F5 que foi comprados com diversas restrições, E a bomba anti-radiação que foi negada, e o impedimento de vender os Super Tucano a Venezuela, e tantos outros caso… Sem duvida o EUA é um dos maiores parceiros comercial do Brasil, mas isto esta bem ligado as suas necessidades de suprimentos. É bem verdade que ha uma boa relação diplomática com o Brasil. Mas uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. Não sou um especialista para entender que no jogo dos interesses e nas projeções futuras os EUA planejam suas estratégias com muito seriedade e as executam, Lá nos EUA tem vários almirantes Mário César Flores que ficam por conta de estudar e planejar os futuros cenários Geopolíticos para os EUA. Obama não contrariará o Pentágono, pelo contrario quem governa os EUA seguem a cartilha do Pentágono. Os políticos americanos sabem muito bem quem garante a soberania de seu país.
Fiquem certos de uma coisa, desde os povos mais antigo tudo no mundo gira na base do interesse e do que se ganhara em troca .
O que eles, EUA e a França estão querendo em troca? Certamente o que exigir menos em troca (menor pressão política) e com menor risco para o BRASIL levara O FX2
Não sou contra os EUA, sei que suas riqueza e o domínio do mundo estão diretamente ligados as suas armas, e eles estão certos por ser assim, em defender seus interesses de forma a se manter a mais poderosos nação do mundo, insanos somos nos que não fazemos o mesmo.
Boa sorte para quem definir o FX2, está decisão é importantíssima para nós, para o Brasil no concerto das nações, e diga se de passagem as nações da América do Sul.
Perdoe me, se tiver equivocada.
pra quem não manja do ingles compia e cola no google tradutor.
o primerio conta um pouco sobre o afegenistão, do fx, e da evolução do jato.e o segundo sobre a empresa dassault e a fabricação do jato executivo além da área militar.
1)rafale fighting chance
http://www.flightglobal.com/articles/2009/06/10/327206/paris-air-show-rafales-fighting-chance.html
2)dassault goes to offensive.
http://www.flightglobal.com/articles/2009/07/31/330405/dassault-goes-on-the-offensive.html
pra quem não manja do ingles compia e cola no google tradutor.
o primerio conta um pouco sobre o afegenistão, do fx, e da evolução do jato.e o segundo sobre a empresa dassault e a fabricação do jato executivo além da área militar.
1)rafale fighting chance
http://www.flightglobal.com/articles/2009/06/10/327206/paris-air-show-rafales-fighting-chance.html
2)dassault goes to offensive.
http://www.flightglobal.com/articles/2009/07/31/330405/dassault-goes-on-the-offensive.html
Ponto interessante, o SH dificilmente sobrevivera ao F-35, pelo menos na USNavy, e a Boeing? A divisão militar vai sobreviver até uma possivel 6ª geração? Vai se manter só da venda de SH para paises menores, UCAVs e outros menos?
Isso não seria interessante para Embraer?
Ponto interessante, o SH dificilmente sobrevivera ao F-35, pelo menos na USNavy, e a Boeing? A divisão militar vai sobreviver até uma possivel 6ª geração? Vai se manter só da venda de SH para paises menores, UCAVs e outros menos?
Isso não seria interessante para Embraer?
Prezados Hornet, Bosco e Bschera
Resumindo
O melhor avião é o Rafale.
Melhores armamento são americanos (mais não muito,porém mas ibarato)
Melhor preço do conjunto atual é americano
O gripen passou a ser projeto secundário (mas não descartavel)
Abração
Prezados Hornet, Bosco e Bschera
Resumindo
O melhor avião é o Rafale.
Melhores armamento são americanos (mais não muito,porém mas ibarato)
Melhor preço do conjunto atual é americano
O gripen passou a ser projeto secundário (mas não descartavel)
Abração
pergunta
qual o nível de diferença tecnologica entre ambos?
sds
pergunta
qual o nível de diferença tecnologica entre ambos?
sds
Prezado Amigo Hornet
Seráque existea possibilidade da tranferência da Carala Bruni para o Brasil? rsrsrs
Abração
Prezado Amigo Hornet
Seráque existea possibilidade da tranferência da Carala Bruni para o Brasil? rsrsrs
Abração
Prezado Amigo Hornet
Será que existe a possibilidade da tranferência da Carala Bruni (pacote francês) para o Brasil? rsrsrs
Abração
Prezado Amigo Hornet
Será que existe a possibilidade da tranferência da Carala Bruni (pacote francês) para o Brasil? rsrsrs
Abração
Amigo Lucas,
espero que sim…e que ela tenha muitas primas, irmãs, amigas etc….hehehe
abração
Amigo Lucas,
espero que sim…e que ela tenha muitas primas, irmãs, amigas etc….hehehe
abração
Hornet, Lucas, Sonic, Felipe, Bosco, Jony e demais …
A que tudo indica SAAB foi eliminada … porém ta muito QUIETA para um eliminado … será que não quer entrar na briga dos GIGANTES ou será que tem algo nos BASTIDORES ???
Seria possível que vencem SH ou Rafale e continuamos com a parceria com a SAAB para o desenvolvimento do caçador Brasileiro ?
Haveria possibilidade de “aplicarmos” no futuro caçador brasileiro o que adquirirmos de tecno no FX-2 ? … Fazendo assim uma composição Hi-Lo para FAB para substituição dos F-5 / A-1 / Mirage e A-4 ??
o que acham os amigos ?
abc
Kaleu
Hornet, Lucas, Sonic, Felipe, Bosco, Jony e demais …
A que tudo indica SAAB foi eliminada … porém ta muito QUIETA para um eliminado … será que não quer entrar na briga dos GIGANTES ou será que tem algo nos BASTIDORES ???
Seria possível que vencem SH ou Rafale e continuamos com a parceria com a SAAB para o desenvolvimento do caçador Brasileiro ?
Haveria possibilidade de “aplicarmos” no futuro caçador brasileiro o que adquirirmos de tecno no FX-2 ? … Fazendo assim uma composição Hi-Lo para FAB para substituição dos F-5 / A-1 / Mirage e A-4 ??
o que acham os amigos ?
abc
Kaleu
Kaleu: hi-low é um conceito que a FAB não quer adotar por questões financeiras e logísticas, e pra falar a verdade não acho que com as modernas aeronaves multitarefas seja muito útil. Vença quem vencer, iremos até o final com uma só.
Abs.
Kaleu: hi-low é um conceito que a FAB não quer adotar por questões financeiras e logísticas, e pra falar a verdade não acho que com as modernas aeronaves multitarefas seja muito útil. Vença quem vencer, iremos até o final com uma só.
Abs.
Caríssimos
Uma carta na manga dos americanos pode ser o seguinte:
1Aquisição do f-18 (na última proposta com armamentos)
2liberação do modelo mias recente da turbina f-414 para o gripen ng
3associação coma SAAB
Acho meio difícil mas como esles não estão dispostos a liberar a TT dos produtos americanos
mas do jeito que as coisasestão caminhando nãome surpreenderia com mais nada
sds
Feliz DIAS DOS PAIS
Abração
Caríssimos
Uma carta na manga dos americanos pode ser o seguinte:
1Aquisição do f-18 (na última proposta com armamentos)
2liberação do modelo mias recente da turbina f-414 para o gripen ng
3associação coma SAAB
Acho meio difícil mas como esles não estão dispostos a liberar a TT dos produtos americanos
mas do jeito que as coisasestão caminhando nãome surpreenderia com mais nada
sds
Feliz DIAS DOS PAIS
Abração
A proposta francesa tambem inclui transferencia de codigos fonte
tornando possivel tanto a integração de armamentos de fabricação nacional como tambem de outros países como Israel , Suecia e etc.
Vale lembrar tambem que a Dassault baixou o preço do Rafale.
ta na hora de fechar este contrato com os franceses
A proposta francesa tambem inclui transferencia de codigos fonte
tornando possivel tanto a integração de armamentos de fabricação nacional como tambem de outros países como Israel , Suecia e etc.
Vale lembrar tambem que a Dassault baixou o preço do Rafale.
ta na hora de fechar este contrato com os franceses
Prezados
Uma curiosidade.
O que é algo branco na segunda foto?
Abraços
Prezados
Uma curiosidade.
O que é algo branco na segunda foto?
Abraços
É o pod de navegação/designador de alvos no solo ‘Damocles’, equivalente ao ATFLIR americano.
É o pod de navegação/designador de alvos no solo ‘Damocles’, equivalente ao ATFLIR americano.
Avaliando o quadro politico/americano, uma venda deste equipamento militar ao Brasil serviria para alavancar a economia deles, mostrar que o governo está comprometido com os empregos dos americanos, etc.
Para o Brasil vejo que em termos de progresso tecnologico para a FAB/CTA/ITA seria inquestionável, pois a proposta americana é meramente comercial.
De todo modo, como é fato que o caça americano é mais barato, ou um pouco mais barato e tem armas que também nos interessam, pois não adianta, pensando no dia de hoje, se precisassemos disparar uma arma, somente os americanos possuem os misseis que nos interessam. Apesar de estar claro na resposta da Boeing que o míssil AIM9, será o -M e não o -X, demonstrando que não somos clientes preferenciais, como aqueles que os americanos já venderam, como Israel, Japão, Reino Unido, Austrália, etc.Vendem para todos o top de linha, menos para nós.
Penso que seria possível ter armas dos dois países.
O Brasil, sendo grande potencia regional como é, só nós e o nosso governo é que não reconheceram ainda, pode e deveria comprar de quem bem entender, inclusive da Russia, o SU-35, ou o SU-30, avião que seria extremamente útil, e seria (acredito eu) bem mais barato que estes que aí estão sendo apresentados.
O Brasil como a índia tem capacidade e recursos para comprar de vários países.
Até porque, a compensação comercial obrigará o vendedor a reinvestir (off set) no país. Portanto, salvo melhor juízo, a compra ainda que de vários fornecedores dos aviões, será uma alavança de desenvolvimento de nosso próprio pais. Cada centavo investido nos aviões, seja americano, francês ou sueco (que ainda, tb. seria um bom negócio), retornará para nossa economia e indiretamente aos cofres públicos.
Estamos perdendo muito tempo com isso, com esta história.
Cada bilhão reverterá em bilhão de investimento avançado em nosso país, portanto, este modalidade proposta pela FAB e agora Pela Marinha do Brasil é a melhor solução de todas. Se os franceses reinvestirem os 20bilhões aqui, estaremos ganhando.
Avaliando o quadro politico/americano, uma venda deste equipamento militar ao Brasil serviria para alavancar a economia deles, mostrar que o governo está comprometido com os empregos dos americanos, etc.
Para o Brasil vejo que em termos de progresso tecnologico para a FAB/CTA/ITA seria inquestionável, pois a proposta americana é meramente comercial.
De todo modo, como é fato que o caça americano é mais barato, ou um pouco mais barato e tem armas que também nos interessam, pois não adianta, pensando no dia de hoje, se precisassemos disparar uma arma, somente os americanos possuem os misseis que nos interessam. Apesar de estar claro na resposta da Boeing que o míssil AIM9, será o -M e não o -X, demonstrando que não somos clientes preferenciais, como aqueles que os americanos já venderam, como Israel, Japão, Reino Unido, Austrália, etc.Vendem para todos o top de linha, menos para nós.
Penso que seria possível ter armas dos dois países.
O Brasil, sendo grande potencia regional como é, só nós e o nosso governo é que não reconheceram ainda, pode e deveria comprar de quem bem entender, inclusive da Russia, o SU-35, ou o SU-30, avião que seria extremamente útil, e seria (acredito eu) bem mais barato que estes que aí estão sendo apresentados.
O Brasil como a índia tem capacidade e recursos para comprar de vários países.
Até porque, a compensação comercial obrigará o vendedor a reinvestir (off set) no país. Portanto, salvo melhor juízo, a compra ainda que de vários fornecedores dos aviões, será uma alavança de desenvolvimento de nosso próprio pais. Cada centavo investido nos aviões, seja americano, francês ou sueco (que ainda, tb. seria um bom negócio), retornará para nossa economia e indiretamente aos cofres públicos.
Estamos perdendo muito tempo com isso, com esta história.
Cada bilhão reverterá em bilhão de investimento avançado em nosso país, portanto, este modalidade proposta pela FAB e agora Pela Marinha do Brasil é a melhor solução de todas. Se os franceses reinvestirem os 20bilhões aqui, estaremos ganhando.
Rafaele é o meu favorito. Merecemos uma aeronave deste porte defendendo nossas fronteiras!
Abs!
Rafaele é o meu favorito. Merecemos uma aeronave deste porte defendendo nossas fronteiras!
Abs!
Wolfpack…
sei que foi apenas um “branco” seu, mas nao pude deixar de rir quando confundiu Tomahawk com Kitty Hawk na Carolina do Norte.
Quanto ao F18 Super Hornet sobreviver ao F35, espera-se que o Super hornet tenha uma vida operacional tao longa quanto o F14, ou seja cerca de 30 anos. Portanto de 2000 a 2030.
O F35C veio para substituir os F18C que deveriam durar mais tempo mas foram e estao sendo tao utilizados no Iraque que sua vida util esgotou antes que o esperado.
F35C dividirá o conves dos porta-avioes americanos com os F18 E/F
e com os EA18G que ainda nem entraram em serviço mas dezenas serão adquiridos para substituir os EA6.
Se o De Gaulle disse ou nao que o Brasil nao era um Pais sério o fato é que já tivemos problemas com os franceses também…a geopolitica é uma coisa dinamica, se os EUA estao se aproximando mais de nós e os franceses também ,vejo isso como natural mas apenas saberemos se os franceses sao “mais bonzinhos” daqui há muitos anos quando os avioes estiverem sendo enteregues, com total transferencia de tecnologia, os submarinos estiverem na agua e por aí vai…até lá muita agua passara embaixo da ponte.
abraços
Wolfpack…
sei que foi apenas um “branco” seu, mas nao pude deixar de rir quando confundiu Tomahawk com Kitty Hawk na Carolina do Norte.
Quanto ao F18 Super Hornet sobreviver ao F35, espera-se que o Super hornet tenha uma vida operacional tao longa quanto o F14, ou seja cerca de 30 anos. Portanto de 2000 a 2030.
O F35C veio para substituir os F18C que deveriam durar mais tempo mas foram e estao sendo tao utilizados no Iraque que sua vida util esgotou antes que o esperado.
F35C dividirá o conves dos porta-avioes americanos com os F18 E/F
e com os EA18G que ainda nem entraram em serviço mas dezenas serão adquiridos para substituir os EA6.
Se o De Gaulle disse ou nao que o Brasil nao era um Pais sério o fato é que já tivemos problemas com os franceses também…a geopolitica é uma coisa dinamica, se os EUA estao se aproximando mais de nós e os franceses também ,vejo isso como natural mas apenas saberemos se os franceses sao “mais bonzinhos” daqui há muitos anos quando os avioes estiverem sendo enteregues, com total transferencia de tecnologia, os submarinos estiverem na agua e por aí vai…até lá muita agua passara embaixo da ponte.
abraços
A Dassault vai fazer de tudo para vender este avião mesmo. Estamos sentindo na pele a razão de o Rafale não ter vendido uma unidade sequer para outros países: a pressão dos EUA. Se soubermos negociar a proposta com a Dassault ela nos será muito vantajosa.
abc
Iron
A Dassault vai fazer de tudo para vender este avião mesmo. Estamos sentindo na pele a razão de o Rafale não ter vendido uma unidade sequer para outros países: a pressão dos EUA. Se soubermos negociar a proposta com a Dassault ela nos será muito vantajosa.
abc
Iron
Na verdade, pelo volume de recursos a ser pago pelo país, é uma história mal contada esta da transferência de tecnologia.
Seria preferível e justificável aos olhos da população, do contribuinte, que a contrapartida (offset) também fosse ampliada para investimento em infra estrutura no país, como ocorreu na Polônia, com a aquisição dos F-16 e em contrapartida foi reformada toda rede de telefonia do país, assim dizem os noticiários, saíram da idade da pedra para alta tecnologia em comunicações.
O governo brasileiro deveria contratar infraestrutura como trem bala, metro, etc.
Na verdade, pelo volume de recursos a ser pago pelo país, é uma história mal contada esta da transferência de tecnologia.
Seria preferível e justificável aos olhos da população, do contribuinte, que a contrapartida (offset) também fosse ampliada para investimento em infra estrutura no país, como ocorreu na Polônia, com a aquisição dos F-16 e em contrapartida foi reformada toda rede de telefonia do país, assim dizem os noticiários, saíram da idade da pedra para alta tecnologia em comunicações.
O governo brasileiro deveria contratar infraestrutura como trem bala, metro, etc.
Assim penso eu, até por que quem aguenta estes serviços das prestadoras de telefonias em São Paulo. Ninguém aguenta mais a Telefonica dos espanhois e sua rede de internet.
Assim penso eu, até por que quem aguenta estes serviços das prestadoras de telefonias em São Paulo. Ninguém aguenta mais a Telefonica dos espanhois e sua rede de internet.
Kaleu,
em princípio eu acho interessante o conceito Hi-Lo. O caça ‘Hi’ seria usada para defesa aérea, superioridade aérea, ataque, supressão de defesa, interdição, reconhecimento, guerra eletrônica, reabastecimento e ataque naval. Inclusive para operação em NAe futuramente.
O caça ‘Lo’ poderia ser monomotor para interdição, apoio tático, treinamento avançado e com boa capacidade de combate ar-ar com mísseis BVR ‘menos capazes’ e mais baratos, como por exemplo o Derby.
Sem dúvida mesmo que o vencedor não seja o Gripen NG no meu modo de ver poderia ser vantajoso uma parceria com os suecos para esse caça ‘Lo’, que na verdade não é muito diferente do Gripen atual.
No plano mais baixo do conceito estaria o Super Tucano.
Um abraço.
Kaleu,
em princípio eu acho interessante o conceito Hi-Lo. O caça ‘Hi’ seria usada para defesa aérea, superioridade aérea, ataque, supressão de defesa, interdição, reconhecimento, guerra eletrônica, reabastecimento e ataque naval. Inclusive para operação em NAe futuramente.
O caça ‘Lo’ poderia ser monomotor para interdição, apoio tático, treinamento avançado e com boa capacidade de combate ar-ar com mísseis BVR ‘menos capazes’ e mais baratos, como por exemplo o Derby.
Sem dúvida mesmo que o vencedor não seja o Gripen NG no meu modo de ver poderia ser vantajoso uma parceria com os suecos para esse caça ‘Lo’, que na verdade não é muito diferente do Gripen atual.
No plano mais baixo do conceito estaria o Super Tucano.
Um abraço.
“…o Rafale não ter vendido uma unidade sequer para outros países: a pressão dos EUA.”
Alegar a pressão dos americanos, não explica totalmente o fracasso desta aeronave no mercado atual e depois, se saiu na chuva é p/ se molhar.
Então se for somente pressão, até a Suécia tem mais cacife que a França, alem dos + calejados de russos e britânicos.
Seria o caso de considerar a percepção que os diversos paises que não adquiriram o “Rafale”, tem da França.
Existe mta confusão, afobação e urgência do lado frances, isso ficou clarissimo na Arábia Saudita.
Alí havia o interesse em adquirir não somente o “Typhoon”, mas tb o “Rafale”, alem de uma mega encomenda de + de 150 helicópteros da Eurocopter.
Os próprios franceses insistiram em incluir “Leclerc”, “Cesar”, “FREMM” e outros tanto que tais.
Os sauditas se encheram e os mandaram ás favas, a encomenda de helicópteros, se foi p/ frente, foi p/ os russos.
Porem no Marrocos, a França foi percebida como menos confiável que os EUA, de tdo não foi tão ruim pois ainda emplacaram uma fragata “FREMM”.
“…o Rafale não ter vendido uma unidade sequer para outros países: a pressão dos EUA.”
Alegar a pressão dos americanos, não explica totalmente o fracasso desta aeronave no mercado atual e depois, se saiu na chuva é p/ se molhar.
Então se for somente pressão, até a Suécia tem mais cacife que a França, alem dos + calejados de russos e britânicos.
Seria o caso de considerar a percepção que os diversos paises que não adquiriram o “Rafale”, tem da França.
Existe mta confusão, afobação e urgência do lado frances, isso ficou clarissimo na Arábia Saudita.
Alí havia o interesse em adquirir não somente o “Typhoon”, mas tb o “Rafale”, alem de uma mega encomenda de + de 150 helicópteros da Eurocopter.
Os próprios franceses insistiram em incluir “Leclerc”, “Cesar”, “FREMM” e outros tanto que tais.
Os sauditas se encheram e os mandaram ás favas, a encomenda de helicópteros, se foi p/ frente, foi p/ os russos.
Porem no Marrocos, a França foi percebida como menos confiável que os EUA, de tdo não foi tão ruim pois ainda emplacaram uma fragata “FREMM”.
Prezado Bosco
Obrigado pela informação ,mas pensei que estivesse integrado sem interferência no rcs.
Abraço
Prezado Bosco
Obrigado pela informação ,mas pensei que estivesse integrado sem interferência no rcs.
Abraço
Isso parece até matéria paga…. Pelo bem da credibilidade deste site, espero que não seja.
Isso parece até matéria paga…. Pelo bem da credibilidade deste site, espero que não seja.
Lucas,
o que está integrado é o IRST (OSF) com função ar-ar (dentre outras), que vale salientar é bem mais que um simples IRST.
O Damocles é um casulo de ataque ar-sup com função de designar alvos para armas guiadas por laser e extrair as coordenadas geográficas do alvo para as bombas guiadas por IN/GPS. Também pode ser usado com armas não guiadas à noite, reconhecimento, etc.
Outra função é a navegação em baixa altitude usando uma câmara térmica de grande ângulo que projeta imagens no HUD.
Um abraço.
Lucas,
o que está integrado é o IRST (OSF) com função ar-ar (dentre outras), que vale salientar é bem mais que um simples IRST.
O Damocles é um casulo de ataque ar-sup com função de designar alvos para armas guiadas por laser e extrair as coordenadas geográficas do alvo para as bombas guiadas por IN/GPS. Também pode ser usado com armas não guiadas à noite, reconhecimento, etc.
Outra função é a navegação em baixa altitude usando uma câmara térmica de grande ângulo que projeta imagens no HUD.
Um abraço.
Caramba essa proposta é muito boa !!!
Vai dar França !!!
Abs.
Caramba essa proposta é muito boa !!!
Vai dar França !!!
Abs.
Uma outra função interessante do pod Damocles é a capacidade de ‘tirar fotos’ (rsrs…) térmicas de um determinado alvo a fim de extrair as ‘características’ do mesmo e ‘alimentar’ em tempo real a cabeça de busca das futuras AASM guiadas por imagem térmica de forma autônoma (ATA), sem necessidade de d-link e com travamento após o disparo, aumentando a precisão para o nível ‘submétrico’.
Mas até onde eu sei as AASM são guiadas ‘apenas’ por INS/GPS, sem orientação terminal e com precisão na casa dos 5 metros mais ou menos. Só se a versão IIR entrou em operação e não me contaram. rsrs….
Uma outra função interessante do pod Damocles é a capacidade de ‘tirar fotos’ (rsrs…) térmicas de um determinado alvo a fim de extrair as ‘características’ do mesmo e ‘alimentar’ em tempo real a cabeça de busca das futuras AASM guiadas por imagem térmica de forma autônoma (ATA), sem necessidade de d-link e com travamento após o disparo, aumentando a precisão para o nível ‘submétrico’.
Mas até onde eu sei as AASM são guiadas ‘apenas’ por INS/GPS, sem orientação terminal e com precisão na casa dos 5 metros mais ou menos. Só se a versão IIR entrou em operação e não me contaram. rsrs….
A oferta de tecnologias é interessante, mas também seria interessante analisar a capacidade da nossa industria / centros de pesquisa de absorver as informações e transformar a mesma em produtos.
Em muitos casos a posse da tecnologia fica restrita a um centro de pesquisa, pela inviabilidade econômica da mesma ser aplicada, vamos ver o caso do radar AESA, caso essa tecnologia seja repassada quantos radares desse tipo pode vamos fabricar?
A transferência de informações é importante, mas deve-se ter clareza sobre como vamos utilizá-las, se não ela será pouco útil.
A oferta de tecnologias é interessante, mas também seria interessante analisar a capacidade da nossa industria / centros de pesquisa de absorver as informações e transformar a mesma em produtos.
Em muitos casos a posse da tecnologia fica restrita a um centro de pesquisa, pela inviabilidade econômica da mesma ser aplicada, vamos ver o caso do radar AESA, caso essa tecnologia seja repassada quantos radares desse tipo pode vamos fabricar?
A transferência de informações é importante, mas deve-se ter clareza sobre como vamos utilizá-las, se não ela será pouco útil.
Importante – Segundo informações colocadas na impressa os franceses abaixaram o preço do Rafale, para 50 milhões de Euros. (US $ 71 milhões)
Destaco parte do artigo:
Na semana passada, americanos, franceses e suecos entregaram à FAB a chamada “Best and Final Offer”, a melhor e última oferta, com a qual tiveram chance de melhorar suas propostas iniciais. A Dassault reduziu o preço do Rafale de 70 milhões de euros para 50 milhões de euros, se aproximando dos demais finalistas, o F-18 (US$ 55 milhões) e o Gripen (US$ 50 milhões).
O texto completo está em: http://defesabrasil.com/site/noticias/fab/os-cacas-de-jobim.php
Importante – Segundo informações colocadas na impressa os franceses abaixaram o preço do Rafale, para 50 milhões de Euros. (US $ 71 milhões)
Destaco parte do artigo:
Na semana passada, americanos, franceses e suecos entregaram à FAB a chamada “Best and Final Offer”, a melhor e última oferta, com a qual tiveram chance de melhorar suas propostas iniciais. A Dassault reduziu o preço do Rafale de 70 milhões de euros para 50 milhões de euros, se aproximando dos demais finalistas, o F-18 (US$ 55 milhões) e o Gripen (US$ 50 milhões).
O texto completo está em: http://defesabrasil.com/site/noticias/fab/os-cacas-de-jobim.php
Dalton, bem lembrado amigo, os Wright foram catapultados por uma C30 eheheheheh de KittyHawk. Por sinal outra polêmica é esta história dos Irmãos Wright, dizem que mesmo os franceses durante demonstração de seu avião (evolução) um ou dois anos depois na França como prova de que eles realmente fizeram aquele vôo não aferido internacionalmente antes de Santos Dumont, mas o fato mais importante desta história e que nos trás aos dias atuais é que eles evitaram ao máximo a presença de observadores, pois desejavam patentear sua criação. Fato que Santos Dumont se opunha ferrenhamente, pois era realmente um gênio e nobre. Voava pelo prazer não pelo negócio e dividendos que este invento traria. Isso nos trás aos dias atuais e como está no sangue americano o negócio, o valor de seus desenvolvimentos, nada é dado de graça, e sim faz parte da cultura americana o resultado através do esforço, seja ele técnico, científico ou braçal. Os Franceses não ficam distante, são latinos, não nos esqueçamos, têm mais afinidades com o Brasil que os americanos, gostam do Brasil. Trabalhar com ambos é difícil, pois são arrogantes na operação de seus negócios. Não precisamos de visto para entrar na comunidade Européia, nos Estados Unidos sim e por ai vai… O importante é que se não soubermos aproveitar esta oportunidade nada será nos passado. Devemos ter o mesmo nível cientifico e industrial de entendimentos e troca de informação, senão isso tudo se perderá. Ganhe A,B ou C.
Getúlio, bem lembrado, deveríamos já colocar nossas compensações, como os trem de alta velocidade ou ajuda no VLS (a França já aponta para isso, embora seja nosso concorrente). Precisamos mudar nossa base industrial de exportação de produtos primários (minério de ferro, farelo de soja, alcool, etc…) para produtos com marca e valor agregado, ou vamos nos tornar a fonte de matéria prima eterna para a China.
Bosco, eu acredito que a FAB e a Marinha desejam ter um único vetor que desempenhe todas as funções Hi-Lo. É um desafio, mas para um país como o nosso que deseja sempre manter o Status Quo, quer dizer, não intervir sobre outros territórios e sim garantir nossas fronteiras e interesses dentro de nosso território, pode ser viável. O Rafale cumpriria com sucesso este papel no começo deste século, mas hoje mesmo a FAB já deveria estar pensando em sua sucessão, quem virá depois, um vetor de 5a geração, ou um UCAVs?
Abs
Bom dia dos Pais a todos.
Que ganhe a FAB e o Brasil acima de tudo. Acredito que nossas instituições embora desgastadas saberão escolher, e eu vou dar apoio ao vencedor.
Dalton, bem lembrado amigo, os Wright foram catapultados por uma C30 eheheheheh de KittyHawk. Por sinal outra polêmica é esta história dos Irmãos Wright, dizem que mesmo os franceses durante demonstração de seu avião (evolução) um ou dois anos depois na França como prova de que eles realmente fizeram aquele vôo não aferido internacionalmente antes de Santos Dumont, mas o fato mais importante desta história e que nos trás aos dias atuais é que eles evitaram ao máximo a presença de observadores, pois desejavam patentear sua criação. Fato que Santos Dumont se opunha ferrenhamente, pois era realmente um gênio e nobre. Voava pelo prazer não pelo negócio e dividendos que este invento traria. Isso nos trás aos dias atuais e como está no sangue americano o negócio, o valor de seus desenvolvimentos, nada é dado de graça, e sim faz parte da cultura americana o resultado através do esforço, seja ele técnico, científico ou braçal. Os Franceses não ficam distante, são latinos, não nos esqueçamos, têm mais afinidades com o Brasil que os americanos, gostam do Brasil. Trabalhar com ambos é difícil, pois são arrogantes na operação de seus negócios. Não precisamos de visto para entrar na comunidade Européia, nos Estados Unidos sim e por ai vai… O importante é que se não soubermos aproveitar esta oportunidade nada será nos passado. Devemos ter o mesmo nível cientifico e industrial de entendimentos e troca de informação, senão isso tudo se perderá. Ganhe A,B ou C.
Getúlio, bem lembrado, deveríamos já colocar nossas compensações, como os trem de alta velocidade ou ajuda no VLS (a França já aponta para isso, embora seja nosso concorrente). Precisamos mudar nossa base industrial de exportação de produtos primários (minério de ferro, farelo de soja, alcool, etc…) para produtos com marca e valor agregado, ou vamos nos tornar a fonte de matéria prima eterna para a China.
Bosco, eu acredito que a FAB e a Marinha desejam ter um único vetor que desempenhe todas as funções Hi-Lo. É um desafio, mas para um país como o nosso que deseja sempre manter o Status Quo, quer dizer, não intervir sobre outros territórios e sim garantir nossas fronteiras e interesses dentro de nosso território, pode ser viável. O Rafale cumpriria com sucesso este papel no começo deste século, mas hoje mesmo a FAB já deveria estar pensando em sua sucessão, quem virá depois, um vetor de 5a geração, ou um UCAVs?
Abs
Bom dia dos Pais a todos.
Que ganhe a FAB e o Brasil acima de tudo. Acredito que nossas instituições embora desgastadas saberão escolher, e eu vou dar apoio ao vencedor.
Seja que for o ganhador, a FAB e o MD devem fazer o comunicado com muito cuidado para não fechar portas, explicar ponto a ponto sua escolha e não deixar dúvidas por parte dos não escolhidos, explico: a Embraer precisa de equipamentos americanos para seus aviões, dá Suécia vem os radares Ericsson PS-890 Erieye para os R99, e da França virão outros meios para a FAB e Marinha do Brasil. Muito cuidado para não criar um mal estar com Estados Unidos, França e Suécia. Deve-se agir de forma profissional.
Seja que for o ganhador, a FAB e o MD devem fazer o comunicado com muito cuidado para não fechar portas, explicar ponto a ponto sua escolha e não deixar dúvidas por parte dos não escolhidos, explico: a Embraer precisa de equipamentos americanos para seus aviões, dá Suécia vem os radares Ericsson PS-890 Erieye para os R99, e da França virão outros meios para a FAB e Marinha do Brasil. Muito cuidado para não criar um mal estar com Estados Unidos, França e Suécia. Deve-se agir de forma profissional.
“Não. E nem diz o contrário.
São tópicos diferentes de análise. A FAB faz o relatório, aponta os prós e os contras de cada caça. Mas quem decide é o CDN,…”
Hornet,
A FAB em algum momento tem que dizer ao CDN que 2 laranjas não valem 2 limões, pq esse pessoal aí manja de material bélico o que eu manjo de futebol; ou seja nada!!!
Tb repetir que a FAB devido á sua avaliação considera o “Rafale” o mais avançado dos 3, não acrescenta nada ao discutido até agora no blog, a FAB sequer explicou as razões de sua decisão ainda.
Tecnologia tem 2 inconvenientes mto sérios, preço e confiabilidade.
Se vc acompanha o mercado, deve saber que o “Rafale” tem 3 grandes problemas nesse quesito, aliás expostos recentemente por um possível futuro cliente.
“…caça que preenche as especificações todas da FAB e com sobras,…”
A FAB tb disse isso ou é sua opinião pessoal???
“…facilidade de transferência de tecnologia,…”
Discutível, pois não é o que nos mostram 30 anos de Aerospatiale/Helibrás no Brasil.
“Não. E nem diz o contrário.
São tópicos diferentes de análise. A FAB faz o relatório, aponta os prós e os contras de cada caça. Mas quem decide é o CDN,…”
Hornet,
A FAB em algum momento tem que dizer ao CDN que 2 laranjas não valem 2 limões, pq esse pessoal aí manja de material bélico o que eu manjo de futebol; ou seja nada!!!
Tb repetir que a FAB devido á sua avaliação considera o “Rafale” o mais avançado dos 3, não acrescenta nada ao discutido até agora no blog, a FAB sequer explicou as razões de sua decisão ainda.
Tecnologia tem 2 inconvenientes mto sérios, preço e confiabilidade.
Se vc acompanha o mercado, deve saber que o “Rafale” tem 3 grandes problemas nesse quesito, aliás expostos recentemente por um possível futuro cliente.
“…caça que preenche as especificações todas da FAB e com sobras,…”
A FAB tb disse isso ou é sua opinião pessoal???
“…facilidade de transferência de tecnologia,…”
Discutível, pois não é o que nos mostram 30 anos de Aerospatiale/Helibrás no Brasil.
“O que está na origem da Embraer.”
-A origem da Embraer é o CTA, que por sua vez foi moldado ao MTI americano, que inclusive em seus primeiros anos teve vários professores da escola americana.
“Hoje a França opera mais EMB190 que os Estados Unidos.”
-Discutível, pois alem da concorrência na Europa há uma forte preferência pelos turbo-hélice.
-E o mercado regional europeu é menor que o americano.
“A Boeing não deseja a concorrência dos EMB190 no mercado americano.”
-Discutível alem de um viez antí-americano patológico.
“O EF2000 é um caça de superioridade aérea e como exemplo não fará na RAF as funcões destinadas ao F35.”
-O Eurofigter EF-2000 “Typhoon”, tem capacidade ar-terra desde o programa “Austere” da RAF e desde o Tranche 2 Block 5 p/ aeronaves novas de fábrica.
“Na origem do projeto EF2000 a França fazia parte, mas desistiu…”
-Puxaram o carro pq queriam mandar no projeto só eles, mas os outros 4 parceiros não aceitaram.
“A Dassault era até anos atrás dona de parte das ações da Embraer, portanto o caminho…”
-A restrição á Dassault vem da Embraer, devido a concorrência no mercado de aeronaves executivas.
“Quando se fala que os Americanos não ensinam a pescar, entenda-se ou você faz parte do projeto desde do início ou não existe interação tecnológica.”
-Qndo é mesmo que haverá alguma pescaria na Helibrás???
-Lá não tem americanos, mas tem os franceses.
“A Boeing vem seguidas vezes perdendo espaço nas Forças Armadas Americanas.”
-P-8A; F-15; F/A-18; AV-8B; C-17; A-10; CH-47; AH-64; V-22, são tds produtos da Boeing ou suportados por ela devido a aquisição da MDD ou em parceria c/ a Bell.
-Enquanto que, a Lochheed tem : F-16; C-130 e o F-22, e neste ultimo a Boeing é a principal sub-contratada.
“O Máximo que conseguimos dos americanos nestes anos foram alguns P3A Orion sucateados no deserto do AMARC em Tucson Arizona.”
-Sem entrar no mérito dos diversos “Blackhawk/S-70B” recém adquiridos, tb temos alguns “Mirage” 2000B/C em Anápolis que não foram adquiridos novos.
“O que está na origem da Embraer.”
-A origem da Embraer é o CTA, que por sua vez foi moldado ao MTI americano, que inclusive em seus primeiros anos teve vários professores da escola americana.
“Hoje a França opera mais EMB190 que os Estados Unidos.”
-Discutível, pois alem da concorrência na Europa há uma forte preferência pelos turbo-hélice.
-E o mercado regional europeu é menor que o americano.
“A Boeing não deseja a concorrência dos EMB190 no mercado americano.”
-Discutível alem de um viez antí-americano patológico.
“O EF2000 é um caça de superioridade aérea e como exemplo não fará na RAF as funcões destinadas ao F35.”
-O Eurofigter EF-2000 “Typhoon”, tem capacidade ar-terra desde o programa “Austere” da RAF e desde o Tranche 2 Block 5 p/ aeronaves novas de fábrica.
“Na origem do projeto EF2000 a França fazia parte, mas desistiu…”
-Puxaram o carro pq queriam mandar no projeto só eles, mas os outros 4 parceiros não aceitaram.
“A Dassault era até anos atrás dona de parte das ações da Embraer, portanto o caminho…”
-A restrição á Dassault vem da Embraer, devido a concorrência no mercado de aeronaves executivas.
“Quando se fala que os Americanos não ensinam a pescar, entenda-se ou você faz parte do projeto desde do início ou não existe interação tecnológica.”
-Qndo é mesmo que haverá alguma pescaria na Helibrás???
-Lá não tem americanos, mas tem os franceses.
“A Boeing vem seguidas vezes perdendo espaço nas Forças Armadas Americanas.”
-P-8A; F-15; F/A-18; AV-8B; C-17; A-10; CH-47; AH-64; V-22, são tds produtos da Boeing ou suportados por ela devido a aquisição da MDD ou em parceria c/ a Bell.
-Enquanto que, a Lochheed tem : F-16; C-130 e o F-22, e neste ultimo a Boeing é a principal sub-contratada.
“O Máximo que conseguimos dos americanos nestes anos foram alguns P3A Orion sucateados no deserto do AMARC em Tucson Arizona.”
-Sem entrar no mérito dos diversos “Blackhawk/S-70B” recém adquiridos, tb temos alguns “Mirage” 2000B/C em Anápolis que não foram adquiridos novos.
Boa Tarde Amigos
Vou dar uma de louco, o Brasil deveria comprar os 36 Rafales com toda a sua tecnologia e comprar também os 36 Gripen com toda a tecnologia, depois fazer os seus 86 caças com a tecnologia que nos teremos em mãos, sim, tecnologia de ambos, de preferência desenvolvendo o de 6ª geração com um dos dois ou com ambos, se eles se interessarem.
Saudações a todos.
Boa Tarde Amigos
Vou dar uma de louco, o Brasil deveria comprar os 36 Rafales com toda a sua tecnologia e comprar também os 36 Gripen com toda a tecnologia, depois fazer os seus 86 caças com a tecnologia que nos teremos em mãos, sim, tecnologia de ambos, de preferência desenvolvendo o de 6ª geração com um dos dois ou com ambos, se eles se interessarem.
Saudações a todos.
“Não precisamos de visto para entrar na comunidade Européia, nos Estados Unidos sim e por ai vai…”
Não há necessidade de visto p/ a EU se vc tem um passaporte comunitário, senão França e UK exigem visto sim.
“Não precisamos de visto para entrar na comunidade Européia, nos Estados Unidos sim e por ai vai…”
Não há necessidade de visto p/ a EU se vc tem um passaporte comunitário, senão França e UK exigem visto sim.
Wolfpack…
nao querendo “pegar no seu pé” de novo…rs, mas, esta estoria de que brasileiro nao precisa de visto para entrar na Europa???
Bem, precisar nao precisa…mas Espanha, Inglaterra, Portugal e mesmo a queridinha de ultima hora a França deram ordens expressas no sentido de nao permitir brasileiros…a menos que haja forte comprovaçao de que estao lá apenas para turismo…ao contrario dos EUA, sao hipocritas, que exijam o visto de uma vez!
O que tem de brasileiro sendo impedido de permanecer por lá assim que desce do aviao…já passou de dez mil por ano!
EUA e Japao ficaram abarrotados de brasileiros que iam para lá principalmente trabalhar, por isso o visto…mas na Europa embora o volume de brasileiros seja menor…se aumentar, terá mais represalias do que as que hoje acontecem.
abraços sem tomahawks!
Wolfpack…
nao querendo “pegar no seu pé” de novo…rs, mas, esta estoria de que brasileiro nao precisa de visto para entrar na Europa???
Bem, precisar nao precisa…mas Espanha, Inglaterra, Portugal e mesmo a queridinha de ultima hora a França deram ordens expressas no sentido de nao permitir brasileiros…a menos que haja forte comprovaçao de que estao lá apenas para turismo…ao contrario dos EUA, sao hipocritas, que exijam o visto de uma vez!
O que tem de brasileiro sendo impedido de permanecer por lá assim que desce do aviao…já passou de dez mil por ano!
EUA e Japao ficaram abarrotados de brasileiros que iam para lá principalmente trabalhar, por isso o visto…mas na Europa embora o volume de brasileiros seja menor…se aumentar, terá mais represalias do que as que hoje acontecem.
abraços sem tomahawks!
“Apesar de estar claro na resposta da Boeing que o míssil AIM9, será o -M e não o -X, demonstrando que não somos clientes preferenciais,…”
Getulio,
-De acordo c/ a própria Boeing, o Brasil decidiu que integrará seus próprios armamnetos na aeronave escolhida.
“Apesar de estar claro na resposta da Boeing que o míssil AIM9, será o -M e não o -X, demonstrando que não somos clientes preferenciais,…”
Getulio,
-De acordo c/ a própria Boeing, o Brasil decidiu que integrará seus próprios armamnetos na aeronave escolhida.
O rafale sem duvida nenhuma ,apesar de ser o mais caro ,e o pacote ,que esta sendo oferecido pelos franceses ,éo que mais trara beneficios,e principalmente o mais importante ,conhecimento para nossas empresas e instituições de ensino, da-lhe Rafale.
O rafale sem duvida nenhuma ,apesar de ser o mais caro ,e o pacote ,que esta sendo oferecido pelos franceses ,éo que mais trara beneficios,e principalmente o mais importante ,conhecimento para nossas empresas e instituições de ensino, da-lhe Rafale.
É como eu sempre suspeitei o governo americano está fazendo uma pressão danada no governo brasileiro para comprar os caça F-18 e agora o primeiro-ministro de Israel está fazendo um enorme lobby ele vai vir em Brasília para conversa com Lula para que o Brasil fica com o caça sueco.
O governo pode fatiar a compra do caça os suecos estão desesperados para vender os gripen e os franceses não consegui vender até agora nenhum rafale e a Índia aguarda a decição do Brasil concluir qual o caça que vai compra ficou muito complicado foi por isso que o pessoal mudou.
Isso que dizer não teremos vencedor o acordo será os três finalista porque acho os americanos não vão abrir a mão os franceses e os suecos também e o pior de tudo tem os rússio com tal do projetos PAK-FA/50 debaixo do banos está mais vivo do que nunca.
Se alguém do Blog duvida aguarda se não estou certo sabem porque?Não sabemos dizer não, eles não querem magoar ninguem aguardo o comentário.
Obrigados as amigos
É como eu sempre suspeitei o governo americano está fazendo uma pressão danada no governo brasileiro para comprar os caça F-18 e agora o primeiro-ministro de Israel está fazendo um enorme lobby ele vai vir em Brasília para conversa com Lula para que o Brasil fica com o caça sueco.
O governo pode fatiar a compra do caça os suecos estão desesperados para vender os gripen e os franceses não consegui vender até agora nenhum rafale e a Índia aguarda a decição do Brasil concluir qual o caça que vai compra ficou muito complicado foi por isso que o pessoal mudou.
Isso que dizer não teremos vencedor o acordo será os três finalista porque acho os americanos não vão abrir a mão os franceses e os suecos também e o pior de tudo tem os rússio com tal do projetos PAK-FA/50 debaixo do banos está mais vivo do que nunca.
Se alguém do Blog duvida aguarda se não estou certo sabem porque?Não sabemos dizer não, eles não querem magoar ninguem aguardo o comentário.
Obrigados as amigos
O Brasil vai rachar o recurso ao meio
abraço
O Brasil vai rachar o recurso ao meio
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Da mesma fonte que o Baschera anunciou que o caça escolhido é um bi-reator disse HOJE que o escolhido da FAB não “agradou” a cúpula do Governo … daí o embróglio em que nos metemos … lembro que são os mesmos motivos que culminaram no cancelamentos do FX e FX-1.5 … FAB escolhe um Governo outro … e aí amigos qual deve ser a decisão ???
abc
Kaleu
PS :- Lembrando a fonte é um ex-foicial da FAB que tem contatos junto à GPF-X2.
Da mesma fonte que o Baschera anunciou que o caça escolhido é um bi-reator disse HOJE que o escolhido da FAB não “agradou” a cúpula do Governo … daí o embróglio em que nos metemos … lembro que são os mesmos motivos que culminaram no cancelamentos do FX e FX-1.5 … FAB escolhe um Governo outro … e aí amigos qual deve ser a decisão ???
abc
Kaleu
PS :- Lembrando a fonte é um ex-foicial da FAB que tem contatos junto à GPF-X2.
Caros a discussão ta otima mais ainda ta “biscoito Tostines”,
escolho o “SH” pq é + em conta ou escolho o “Rafale” pq é + avançado???
Sera que Aeronautica ta tambem assim so limitada a esses dois concorrentes, ou é só uma percepção nossa?
A ponto como diz Mauricio R. de, se reintroduzir na discussão a Gripen-NG cria-se “espada de Dâmocles” .
E Afinal A Aeronautica realmente não recebe mais nenhuma proposta? HE HE,
E outras proposta que não necessariamente tecnicas ou de preço ou de transferencia tecnologia, mas propostas de politica comercial ou outras que não estamos considerando agora e que poderia vir via governo sem passar pela Aeronautica sera essas possibilidades inexistentes?
Abs
Caros a discussão ta otima mais ainda ta “biscoito Tostines”,
escolho o “SH” pq é + em conta ou escolho o “Rafale” pq é + avançado???
Sera que Aeronautica ta tambem assim so limitada a esses dois concorrentes, ou é só uma percepção nossa?
A ponto como diz Mauricio R. de, se reintroduzir na discussão a Gripen-NG cria-se “espada de Dâmocles” .
E Afinal A Aeronautica realmente não recebe mais nenhuma proposta? HE HE,
E outras proposta que não necessariamente tecnicas ou de preço ou de transferencia tecnologia, mas propostas de politica comercial ou outras que não estamos considerando agora e que poderia vir via governo sem passar pela Aeronautica sera essas possibilidades inexistentes?
Abs
Kaleu,
Foi anunciado para os próximos dias a visita de alguém do alto escalão do governo sueco, no entanto por não ser um país de grande peso político não ganham muita mídia com suas visitas, estar alinhado a Suecia não é o mesmo que aos EUA.
No entanto o lobby sueco é forte dentro da FAB, através de alguns nomes importantes do meio. E recentemente tem visto crescer o interesse da própria EMBRAER pela parceria.
Mas temos que aguardar, não tem outro jeito, torcendo pela melhor parceria, uma vez que em termos de vetor acredito que qualquer dos 3 estaremos bem atendidos.
Abs
Kaleu,
Foi anunciado para os próximos dias a visita de alguém do alto escalão do governo sueco, no entanto por não ser um país de grande peso político não ganham muita mídia com suas visitas, estar alinhado a Suecia não é o mesmo que aos EUA.
No entanto o lobby sueco é forte dentro da FAB, através de alguns nomes importantes do meio. E recentemente tem visto crescer o interesse da própria EMBRAER pela parceria.
Mas temos que aguardar, não tem outro jeito, torcendo pela melhor parceria, uma vez que em termos de vetor acredito que qualquer dos 3 estaremos bem atendidos.
Abs
Senhores,
Vamos ordenar as coisas…… e no final uma novidade !!
1)Não se trata da FAB adquirir os caças, mas do Estado Brasileiro.
2)O governo deve avaliar que o Estado Brasileiro está tomando uma decisão estratégica e que terá reflexos importantes daqui para a frente e por longo período de tempo.
3)Acima dos interesses de empresas, está o interesse de Estados que estão propondo uma nova e inexorável posição brasileira a nível internacional. Neste quesito o caça suéco perde importantes pontos.
4)O País está passando por uma fase de transição, onde o modelo até então seguido e consequentemente o poder da diplomacia brasileira está esgotado, nestes moldes.
5)O poder militar é necessário para prover o desenvolvimento e a eficácia do poder diplomático nos foros e instituições multilaterais, daí o estigma pela cadeira no CS da ONU, o G-20, UNASUL, MERCOSUL e outros. Idem para o aspecto comercial, tecnológico, desenvolvimento humano, etc.
6)O crescimento, aprimoramento e investimento de defesa significam uma mudança na direção estratégica de um país. Exemplos: China, Índia, etc.
7)Democracia e qualidade política nem sempre são fatores chaves ou explicitamente dominantes. O inverso para o fator econômico, este sim, condicionante e alavancador. A diplomacia é o fator de equilíbrio destas varáveis.
Neste contexto, o atual governo pende ou tenta puxar para o lado que mais lhe agrada politicamente. Leia-se ideológicamente.
A novidade…..
O fato é, surpresa para muitos, que a FAB escolheu sim e entregou a sua escolha ao MD conforme solicitado, em 1/08/2009.
Dito isto, a força escolheu UM vetor que tecnicamente mais pontos e melhor colocado ficou em uma planilha com centenas de fatores técnico operacionais.
O vetor escolhido NÃO foi do agrado da cúpula do atual Governo, fato pelo qual se explica a não divulgação na data primária de 04/08/2009. A “bola” agora está com o Governo.
Comentário: Isto explica as “férias” do ministro Nelson Jobim na metade do ano corrente ?? Seria “muito” estresse ??
Sds.
Senhores,
Vamos ordenar as coisas…… e no final uma novidade !!
1)Não se trata da FAB adquirir os caças, mas do Estado Brasileiro.
2)O governo deve avaliar que o Estado Brasileiro está tomando uma decisão estratégica e que terá reflexos importantes daqui para a frente e por longo período de tempo.
3)Acima dos interesses de empresas, está o interesse de Estados que estão propondo uma nova e inexorável posição brasileira a nível internacional. Neste quesito o caça suéco perde importantes pontos.
4)O País está passando por uma fase de transição, onde o modelo até então seguido e consequentemente o poder da diplomacia brasileira está esgotado, nestes moldes.
5)O poder militar é necessário para prover o desenvolvimento e a eficácia do poder diplomático nos foros e instituições multilaterais, daí o estigma pela cadeira no CS da ONU, o G-20, UNASUL, MERCOSUL e outros. Idem para o aspecto comercial, tecnológico, desenvolvimento humano, etc.
6)O crescimento, aprimoramento e investimento de defesa significam uma mudança na direção estratégica de um país. Exemplos: China, Índia, etc.
7)Democracia e qualidade política nem sempre são fatores chaves ou explicitamente dominantes. O inverso para o fator econômico, este sim, condicionante e alavancador. A diplomacia é o fator de equilíbrio destas varáveis.
Neste contexto, o atual governo pende ou tenta puxar para o lado que mais lhe agrada politicamente. Leia-se ideológicamente.
A novidade…..
O fato é, surpresa para muitos, que a FAB escolheu sim e entregou a sua escolha ao MD conforme solicitado, em 1/08/2009.
Dito isto, a força escolheu UM vetor que tecnicamente mais pontos e melhor colocado ficou em uma planilha com centenas de fatores técnico operacionais.
O vetor escolhido NÃO foi do agrado da cúpula do atual Governo, fato pelo qual se explica a não divulgação na data primária de 04/08/2009. A “bola” agora está com o Governo.
Comentário: Isto explica as “férias” do ministro Nelson Jobim na metade do ano corrente ?? Seria “muito” estresse ??
Sds.
Isso mesmo Kaleu o governo tem três escolha ou cancela o FX e FX-1.5…ou escolhe um e pode deixa qualquer outro chateado e ter problemas no acordo do comercio com os que perderam que pode ter uma grande dor de cabeça ou fatiar a compra dos caças sendo em vista o acordo são os mesmo.
Na minha opinião ficaria com a última fatiava a compra dos caças tendo em vista se cancela perde a confiança dos participantes.
E você Kaleu que acha?
Isso mesmo Kaleu o governo tem três escolha ou cancela o FX e FX-1.5…ou escolhe um e pode deixa qualquer outro chateado e ter problemas no acordo do comercio com os que perderam que pode ter uma grande dor de cabeça ou fatiar a compra dos caças sendo em vista o acordo são os mesmo.
Na minha opinião ficaria com a última fatiava a compra dos caças tendo em vista se cancela perde a confiança dos participantes.
E você Kaleu que acha?
Esse abacaxi ficara pro próximo governo
Esse abacaxi ficara pro próximo governo
Felipe Cps, Hornet, Wolpack, Bosco …
Estou falndo do after-day … após escolha do FX-2 não podemos perder de vista que temos que substituir TODA nossa frota de caçadores.
É exatamente sobre custos que estou falando (felipe) veja :
- Mirages 12
- F-5M 53
- AMX 48
- A-4 12
____________________
Total 125 – caçadores
Minha opinião é que esta é a quantidade minima do minimo necessário para proteção de nosso espaço aéreo, então …
Atual 125
FX-2 36 -
____________________
Total 89
Para os próximos anos precisamos de + 90 caçadores que operando em rede com E/R-99 e radares em terra e mar, serão um fator de dissuasão respeitável … então minha pergunta :
Na sua(s) opinião(ões) temos condições de manter operacionais 125 Rafales ou 125 Super Hornets ?
Não seria uma solução mais economicamente viável fazer um composição Hi-Lo com 36 SH ou Rafale e + 90 caçadores brasileiros mono-reatores desenvolvidos sob os requizitos da FAB e muito menor custo hora/vôo ?
Não seria este o passo lógico para o desenvolvimento de nossa indústria aeroespacial ?
Já não seria o caso de “botar as cartas na mesa” exigindo do vencedor do FX-2 Cod-fonte para integração do D-link suéco para o Projeto de uma Força aérea TOTALMENTE INTEGRADA, bem como, know-how de caças embarcados, e partirmos para o desenvolvimento de um “derivado” do Gripen algum X-BR sob medida para as nossas necessidades ?
Tô viajando na maionese ou faz sentido ?
abc
Kaleu
Felipe Cps, Hornet, Wolpack, Bosco …
Estou falndo do after-day … após escolha do FX-2 não podemos perder de vista que temos que substituir TODA nossa frota de caçadores.
É exatamente sobre custos que estou falando (felipe) veja :
- Mirages 12
- F-5M 53
- AMX 48
- A-4 12
____________________
Total 125 – caçadores
Minha opinião é que esta é a quantidade minima do minimo necessário para proteção de nosso espaço aéreo, então …
Atual 125
FX-2 36 -
____________________
Total 89
Para os próximos anos precisamos de + 90 caçadores que operando em rede com E/R-99 e radares em terra e mar, serão um fator de dissuasão respeitável … então minha pergunta :
Na sua(s) opinião(ões) temos condições de manter operacionais 125 Rafales ou 125 Super Hornets ?
Não seria uma solução mais economicamente viável fazer um composição Hi-Lo com 36 SH ou Rafale e + 90 caçadores brasileiros mono-reatores desenvolvidos sob os requizitos da FAB e muito menor custo hora/vôo ?
Não seria este o passo lógico para o desenvolvimento de nossa indústria aeroespacial ?
Já não seria o caso de “botar as cartas na mesa” exigindo do vencedor do FX-2 Cod-fonte para integração do D-link suéco para o Projeto de uma Força aérea TOTALMENTE INTEGRADA, bem como, know-how de caças embarcados, e partirmos para o desenvolvimento de um “derivado” do Gripen algum X-BR sob medida para as nossas necessidades ?
Tô viajando na maionese ou faz sentido ?
abc
Kaleu
kaleu em 08 ago, 2009 às 21:33
Os links que você postou estão quebrados. Pelo menos não abriram pra mim.
SOCIEDADELEIGA em 09 ago, 2009 às 1:25
“Fiquem certos de uma coisa, desde os povos mais antigo tudo no mundo gira na base do interesse e do que se ganhara em troca .
O que eles, EUA e a França estão querendo em troca? Certamente o que exigir menos em troca (menor pressão política) e com menor risco para o BRASIL levara O FX2.”
Ar novo sempre faz bem. Bem vinda.
Wolfpack em 09 ago, 2009 às 0:01
Obrigado
Claudio em 09 ago, 2009 às 13:27
“A transferência de informações é importante, mas deve-se ter clareza sobre como vamos utilizá-las, se não ela será pouco útil.”
Isto também me preocupa: restrição no uso da informação, o que não nos beneficiaria em nada. Porém, também sou daqueles que já estão cansados de ver o Brasil copiando tecnologia.
Srs(a).
No post sobre a proposta da Boeing há uma frase que não vi ser discutida e que acho extremamente importante:
“The proposed sale of this equipment and support will not alter the basic military balance in the region.”
Tradução meia boca: a proposta de venda destes equipamentos não irá alterar o equilíbrio militar na região (se quiserem melhorar a tradução fiquem a vontade).
Pode ser uma dessas frases que sempre aparecem em documentos governamentais (pro forma), mas me faz questionar qual o objetivo da proposta. Ou o quanto ela é séria, se vale a pena se debruçar sobre ela, analisando prós e contras.
O governo brasileiro claramente dá mostras de que não quer ser apenas mais um na geopolítica mundial. Pode-se criticar a forma, mas o objetivo é claro e não poderá ser abandonado pelo próximo governo em 2011. Como posso criar uma parceria com um governo que declara oficialmente que o status político/militar de um provável parceiro comercial (Brasil), não será alterado na região em que se localiza (América do Sul), por conta deste acordo? É por essas e outras que a desconfiança com relação ao comércio com os EUA é grande. Não considero franceses uns santos, nem mais cretinos ou coisa do tipo. Mas o “risco” que corremos nos próximos 50 anos de controlarmos importantes recursos econômicos não está sendo levado muito a sério (aparentemente) pelos EUA. E não é só petróleo. Se a nossa influência sobre o comércio da América do Sul chegar a bom termo, podemos chegar até a decidir o tipo de tecnologia será empregada futuramente em computadores, baterias, sistemas alimentares, estruturas agrícolas, etc. Não seremos os donos do mundo, porém não seremos mais invisíveis. É nesse ponto que acho que as propostas da SAAB e Dassault mais consistentes, mais sérias, como se os governos sueco e francês estivessem percebendo que devem ter boas relações com o Brasil. Parece-me que os EUA estão nos vendo como concorrente e procurando minar nossa capacidade desde este momento, o que não conta a favor de boas relações no futuro.
Talvez tenha exagerado um pouco nas conclusões, mas é o que me parece.
Abs
kaleu em 08 ago, 2009 às 21:33
Os links que você postou estão quebrados. Pelo menos não abriram pra mim.
SOCIEDADELEIGA em 09 ago, 2009 às 1:25
“Fiquem certos de uma coisa, desde os povos mais antigo tudo no mundo gira na base do interesse e do que se ganhara em troca .
O que eles, EUA e a França estão querendo em troca? Certamente o que exigir menos em troca (menor pressão política) e com menor risco para o BRASIL levara O FX2.”
Ar novo sempre faz bem. Bem vinda.
Wolfpack em 09 ago, 2009 às 0:01
Obrigado
Claudio em 09 ago, 2009 às 13:27
“A transferência de informações é importante, mas deve-se ter clareza sobre como vamos utilizá-las, se não ela será pouco útil.”
Isto também me preocupa: restrição no uso da informação, o que não nos beneficiaria em nada. Porém, também sou daqueles que já estão cansados de ver o Brasil copiando tecnologia.
Srs(a).
No post sobre a proposta da Boeing há uma frase que não vi ser discutida e que acho extremamente importante:
“The proposed sale of this equipment and support will not alter the basic military balance in the region.”
Tradução meia boca: a proposta de venda destes equipamentos não irá alterar o equilíbrio militar na região (se quiserem melhorar a tradução fiquem a vontade).
Pode ser uma dessas frases que sempre aparecem em documentos governamentais (pro forma), mas me faz questionar qual o objetivo da proposta. Ou o quanto ela é séria, se vale a pena se debruçar sobre ela, analisando prós e contras.
O governo brasileiro claramente dá mostras de que não quer ser apenas mais um na geopolítica mundial. Pode-se criticar a forma, mas o objetivo é claro e não poderá ser abandonado pelo próximo governo em 2011. Como posso criar uma parceria com um governo que declara oficialmente que o status político/militar de um provável parceiro comercial (Brasil), não será alterado na região em que se localiza (América do Sul), por conta deste acordo? É por essas e outras que a desconfiança com relação ao comércio com os EUA é grande. Não considero franceses uns santos, nem mais cretinos ou coisa do tipo. Mas o “risco” que corremos nos próximos 50 anos de controlarmos importantes recursos econômicos não está sendo levado muito a sério (aparentemente) pelos EUA. E não é só petróleo. Se a nossa influência sobre o comércio da América do Sul chegar a bom termo, podemos chegar até a decidir o tipo de tecnologia será empregada futuramente em computadores, baterias, sistemas alimentares, estruturas agrícolas, etc. Não seremos os donos do mundo, porém não seremos mais invisíveis. É nesse ponto que acho que as propostas da SAAB e Dassault mais consistentes, mais sérias, como se os governos sueco e francês estivessem percebendo que devem ter boas relações com o Brasil. Parece-me que os EUA estão nos vendo como concorrente e procurando minar nossa capacidade desde este momento, o que não conta a favor de boas relações no futuro.
Talvez tenha exagerado um pouco nas conclusões, mas é o que me parece.
Abs
Agora o governo tem uma carta na manga pode então comprar esses caça tampão e fazer em segredo com a Rússia o tal PAK-FA/50, o que o blog acham??
saudação
Agora o governo tem uma carta na manga pode então comprar esses caça tampão e fazer em segredo com a Rússia o tal PAK-FA/50, o que o blog acham??
saudação
‘A novidade…..’
em sendo correto….confirma o boato, me parece, da preferencia da força pelo F18, e o governinho querendo o rafa.
E agora?
‘A novidade…..’
em sendo correto….confirma o boato, me parece, da preferencia da força pelo F18, e o governinho querendo o rafa.
E agora?
Roberto respondo a sua pergunta o pré-sal o Brasil está se tornando o terceiros país em envestimento estrangeiro só isso daqui alguns anos ficaram dificil viver neste mundo eles estão plantando hoje pra colher amanhã
obrigado
Roberto respondo a sua pergunta o pré-sal o Brasil está se tornando o terceiros país em envestimento estrangeiro só isso daqui alguns anos ficaram dificil viver neste mundo eles estão plantando hoje pra colher amanhã
obrigado
Mauricio R.
Não tenho nada de anti-americano por sinal já morei por lá e tenho ótimos amigos red necks rsrsrsrs. Com algumas exceções é um povo espetacular. Gostaria muito que as relações entre Brasil x USA fosse mais próxima, uma conversa de iguais, mas o que vem acontecendo a muito tempo é sempre uma postura de tratamento desigual ao Brasil por parte do Big Brother. Não nos consideram em suas políticas, damos aos americanos a oportunidade de consumir energia limpa e renovável como o Alcool e ele nos dão barreiras. Elegem a China e o México como parceiros previlegiados de negócios. Apresentam sempre que possível o poder de veto a venda de equipamentos com alguma tecnologia embarcada americana. Acaba de vetar a venda dos perigosos Aero L 159 ALCA (Advanced Light Combat Aircraft) a Bolivia (sem entrar no mérito se este é inimigo que apresenta risco aos interesses americanos na região), mas vetaram. O que pode vir acontecer com o F18E/F (vetos). Isso sempre nos assobrará, Governos mudam. Obama e Hilary podem estar longe daqui em 2020. E como ficará nossa situação com um Governo ultraconservador nos Estados Unidos?
Não existe esta história de transferência de tecnologia por parte dos Estados Unidos, meus amigos do Norte absorvem tecnologia, não as transferem. Foi assim que criaram esta Grande Nação.
Hoje não é necessário visto de turista para a Comunidade Européia. Para os Estados Unidos e inclusive o México (devido a pressão Americana), o cidadão brasileiro deve se deslocar até um consulado americano no Rio, São Paulo, Brasília e Recife e pedir seu visto, com entrevista e tudo mais… Eles não nos enchergam como iguais.
Claro todos nós sabemos do que ocorreu com brasileiros na Inglaterra e Espanha nos últimos anos, mas alguém ouviu alguma história similar neste ano? Não lembro.
O Brasil está a um passo importante que determinará seu futuro próximo. Ainda bem que o assunto Defesa está tendo ampla cobertura pela imprensa, pois devemos ter FFAA do tamanho da nossa riqueza e interesse global.
A França foi a única que nos atendeu quando colocada a questão submarino nuclear. E apresenta agora a melhor proposta para o futuro vetor de combate da FAB. Confiabilidade, não espero outra coisa do F18E/F, um tanque naval com base em um proeto da década de 70, do que ser confiável. É o mínimo que pode-se esperar de uma plataforma de combate embarcada. Precisamos de tudo isso para operações em Terra? Como podemos falar de confiabilidade de um vetor como o Rafale que mal entrou em operação de combate no Afeganistão. Pelo contrário, as notícias são as melhores possíveis. Me desculpe mas o F18E/F é um caça tampão na USNAVY até a entrada em serviço dos Lockheed F35 Lightning e dos novos UCAVs. Apenas isso, volto a dizer que se a direção da FAB for pelo F18E/F estaremos repetindo a história dos F5E Tiger II na década de 70 (mais um história de como os Estados Unidos da América nos consideram. Nos deixaram este tempo todo com esta plataforma desatualizada, sendo no ARMAG existem dezenas de F16 disponíveis.
Leia por favor o texto de Mauricio Novis Botelho quando do recebimento do Prêmio personalidade da França Brasil em 2004.
O papel da França no desenvolvimento de nossa indústria aeroespacial está bem definida e clara (http://www.ccfb.com.br/_pdfs/discurso2.pdf)
A única peça que liga a Embraer a Boeing são os winglets e nada mais. Alguém pode imaginar que a Embraer prefira se unir a Boeing a um retorno nas relações com a Dassault? Só pode ser brincadeira. Um Falcon concorrente dos Phenon, é isso mesmo… São mercados totalmente opostos o que não se pode dizer da Boeing e seus 737… A Azul opera quais aviões regionais? 737 ou EMB190/195? E esta faz as mesmas rotas que os Airbus A320 da TAM e 737 800 da GOL? Quem concorre com quem? Quantos Falcon existem no Brasil? Quantos 737 existem no Brasil? Por favor!
A Embraer está rezando para que seja o escolhido o Rafale. Alguém imagina um F18E/F saindo da linha de montagem da Embraer em Gavião Peixoto/Botucatu ou São José dos Campos? Alguém imagina que os Americanos vão nos passar alguma coisa além da manutenção dos F414 da G&E e dos radares AESA da Raytheon, e olhe que compramos mutia coisa deles no projeto Sivam.
Quando da formação da Helibras, como alguns afirmam, existiu alguma clausula para transferência de tecnologia? Mesmo sem a TT ainda montamos muitos helicopteros no Brasil, a única planta da América Latina. O que montamos de origem Norte Americana neste mesmo período? (nada absolutamente nada, zero)
O resultado lógico é o Rafale. Nós elegemos a França como parceiro estratégico, descartando Estados Unidos e Russia. Destes países continuaremos a fazer compras de prateleiras como os Mil Mi35 ou alguns Iglas a e se sobrar mais algum P3A em Tucson podemos buscar e reformar, somente isso. Estamos criando maturidade suficiente para optar e não nos deixar levar por pressões do Norte. A França está nos oferencendo a opção de pescar com eles, e não podemos desperdiçar a oportunidade.
Mauricio R.
Não tenho nada de anti-americano por sinal já morei por lá e tenho ótimos amigos red necks rsrsrsrs. Com algumas exceções é um povo espetacular. Gostaria muito que as relações entre Brasil x USA fosse mais próxima, uma conversa de iguais, mas o que vem acontecendo a muito tempo é sempre uma postura de tratamento desigual ao Brasil por parte do Big Brother. Não nos consideram em suas políticas, damos aos americanos a oportunidade de consumir energia limpa e renovável como o Alcool e ele nos dão barreiras. Elegem a China e o México como parceiros previlegiados de negócios. Apresentam sempre que possível o poder de veto a venda de equipamentos com alguma tecnologia embarcada americana. Acaba de vetar a venda dos perigosos Aero L 159 ALCA (Advanced Light Combat Aircraft) a Bolivia (sem entrar no mérito se este é inimigo que apresenta risco aos interesses americanos na região), mas vetaram. O que pode vir acontecer com o F18E/F (vetos). Isso sempre nos assobrará, Governos mudam. Obama e Hilary podem estar longe daqui em 2020. E como ficará nossa situação com um Governo ultraconservador nos Estados Unidos?
Não existe esta história de transferência de tecnologia por parte dos Estados Unidos, meus amigos do Norte absorvem tecnologia, não as transferem. Foi assim que criaram esta Grande Nação.
Hoje não é necessário visto de turista para a Comunidade Européia. Para os Estados Unidos e inclusive o México (devido a pressão Americana), o cidadão brasileiro deve se deslocar até um consulado americano no Rio, São Paulo, Brasília e Recife e pedir seu visto, com entrevista e tudo mais… Eles não nos enchergam como iguais.
Claro todos nós sabemos do que ocorreu com brasileiros na Inglaterra e Espanha nos últimos anos, mas alguém ouviu alguma história similar neste ano? Não lembro.
O Brasil está a um passo importante que determinará seu futuro próximo. Ainda bem que o assunto Defesa está tendo ampla cobertura pela imprensa, pois devemos ter FFAA do tamanho da nossa riqueza e interesse global.
A França foi a única que nos atendeu quando colocada a questão submarino nuclear. E apresenta agora a melhor proposta para o futuro vetor de combate da FAB. Confiabilidade, não espero outra coisa do F18E/F, um tanque naval com base em um proeto da década de 70, do que ser confiável. É o mínimo que pode-se esperar de uma plataforma de combate embarcada. Precisamos de tudo isso para operações em Terra? Como podemos falar de confiabilidade de um vetor como o Rafale que mal entrou em operação de combate no Afeganistão. Pelo contrário, as notícias são as melhores possíveis. Me desculpe mas o F18E/F é um caça tampão na USNAVY até a entrada em serviço dos Lockheed F35 Lightning e dos novos UCAVs. Apenas isso, volto a dizer que se a direção da FAB for pelo F18E/F estaremos repetindo a história dos F5E Tiger II na década de 70 (mais um história de como os Estados Unidos da América nos consideram. Nos deixaram este tempo todo com esta plataforma desatualizada, sendo no ARMAG existem dezenas de F16 disponíveis.
Leia por favor o texto de Mauricio Novis Botelho quando do recebimento do Prêmio personalidade da França Brasil em 2004.
O papel da França no desenvolvimento de nossa indústria aeroespacial está bem definida e clara (http://www.ccfb.com.br/_pdfs/discurso2.pdf)
A única peça que liga a Embraer a Boeing são os winglets e nada mais. Alguém pode imaginar que a Embraer prefira se unir a Boeing a um retorno nas relações com a Dassault? Só pode ser brincadeira. Um Falcon concorrente dos Phenon, é isso mesmo… São mercados totalmente opostos o que não se pode dizer da Boeing e seus 737… A Azul opera quais aviões regionais? 737 ou EMB190/195? E esta faz as mesmas rotas que os Airbus A320 da TAM e 737 800 da GOL? Quem concorre com quem? Quantos Falcon existem no Brasil? Quantos 737 existem no Brasil? Por favor!
A Embraer está rezando para que seja o escolhido o Rafale. Alguém imagina um F18E/F saindo da linha de montagem da Embraer em Gavião Peixoto/Botucatu ou São José dos Campos? Alguém imagina que os Americanos vão nos passar alguma coisa além da manutenção dos F414 da G&E e dos radares AESA da Raytheon, e olhe que compramos mutia coisa deles no projeto Sivam.
Quando da formação da Helibras, como alguns afirmam, existiu alguma clausula para transferência de tecnologia? Mesmo sem a TT ainda montamos muitos helicopteros no Brasil, a única planta da América Latina. O que montamos de origem Norte Americana neste mesmo período? (nada absolutamente nada, zero)
O resultado lógico é o Rafale. Nós elegemos a França como parceiro estratégico, descartando Estados Unidos e Russia. Destes países continuaremos a fazer compras de prateleiras como os Mil Mi35 ou alguns Iglas a e se sobrar mais algum P3A em Tucson podemos buscar e reformar, somente isso. Estamos criando maturidade suficiente para optar e não nos deixar levar por pressões do Norte. A França está nos oferencendo a opção de pescar com eles, e não podemos desperdiçar a oportunidade.
sonic wings em 09 ago, 2009 às 18:40
Foi anunciado para os próximos dias a visita de alguém do alto escalão do governo sueco …
Onde ?
abc
Kaleu
sonic wings em 09 ago, 2009 às 18:40
Foi anunciado para os próximos dias a visita de alguém do alto escalão do governo sueco …
Onde ?
abc
Kaleu
ninguém sabe JC nem mesmo o governo estão perdido igual cego em tiroteio