terça-feira, abril 13, 2021

Gripen para o Brasil

A volta do CBA-123

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

CBA-123

A embraer apresenta amanhã a aeronave CBA 123, restaurada em parceria com alunos do Senai de São José dos Campos. O avião é resultado de um acordo de cooperação entre o Brasil e a Argentina, assinado em 1987 -a sigla CBA significa Cooperação Brasil-Argentina.

FONTE: Folha de São Paulo
FOTO: Airliners.net
IMAGEM: Flightglobal

- Advertisement -
Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Mauricio R.

O museu da TAM, o “Asas de um Sonho” tava querendo esse ac.

konner

Apesar do estrondoso fracasso comercial e de contribuir significativamente para a grave crise vivida pela empresa, o CBA-123 Vector trouxe uma série de valiosas lições. Além dos avanços técnicos obtidos, o programa 123 mostrou claramente a necessidade de uma análise mercadológica apurada, e a importância de se entender corretamente os requisitos dos futuros potenciais clientes.

Essas lições foram assimiladas e colocadas em prática no projeto da próxima aeronave da empresa, o ERJ-145.

Noel

konner, concordo com suas colocações, mas espero que a EMBRAER não se deixe levar mais por acertos políticos, pois na época do CBA-123, ela era estatal.

Vinicius Modolo

poe pra vora de novo!!!!!!!

desenterra e joga pro ar. ele é muito bonito!

konner

Noel, Contra o seu maior medo, tem justamente o fato de hoje a EMBRAER não ser uma estatal.

Robson Bandeira

Vinicius Modolo

Tenho que concorda com vç, realmente é um avião muito bonito, e estava a frente de seu tempo quando foi concebido, é pena uma pena não ter sido colocado em produção, não importam os motivos, é muito bonito.

Sds a todos

Leo

Noel,

Infelizmente parece que ela já esqueceu as lições aprendidas com o fracasso do CBA-123. O novo acordo com a Argentina, é uma nuvem no horizonte da Embraer.

McNamara

Este projeto revelou também, àquela época, as estrondosas diferenças tecnológicas nos processos industriais, estando a nossa Embraer, anos-luz à frente da então FMA argentina. Acordo com a Argentina na área aeroespacial, só se for de venda de produto acabado. Lembremos que os Kirchner são bons de calote, e as perspectivas econômicas para a Argentina não são nada boas, segundo especialistas da área.

Noel

Leo, realmente, podem ser nuvens negras, tomara que não.
Sds

Piramboia

Os indianos estão resgatando o conceito desta aeronave com o SARAS. Será um mercado a ser reavaliado?

Piramboia
Mauricio R.

“Os indianos estão resgatando o conceito desta aeronave com o SARAS.”

Não tem um avião italiano bastante semelhante ao CBA-123???
Creio que seria o Piaggio Avantí.

Ricardo

Eu ja vi este avião voando… É lindo ! Foi em uma das festividades do Campo de Marte em SP

Assim como o Starship, não vingou 🙁

Nossa que pecado…

Piramboia

Mauricio R., O porte do SARAS e do Piaggio, são bastantes distintos. O italiano atua como um turbo-hélice executivo (um Xingu, p.ex.). Já o CBA-123 visaria o mercado regional. Seria o substituto do Bandeirantes. A Embraer ainda não o criou. Talvez tal tipo de aeronave não seja mais atraente para ela. Aí entram os CASA espanhóis, os LET checos os Skytruck poloneses e também os russos e chineses com os Antonovs e suas cópias, respectivamente. O NAL SARAS, com certeza também visa o mercado aéreo Regional. Ainda está em fase experimental. Talvez seja um protótipo de uma aeronave maior. A… Read more »

Sérgio

O cara que escreveu q tinha uma bandeira da Escócia nos Flankers navais da Russia, se visse essa foto provavelmente postaria que o avião voava de marcha-a-ré e o piloto “dirigia” pelo retrovisor.

Mas babaquices ao ar, esse conceito viria após o projeto do Xingú, que também não foi grande sucesso, mas deu uma alavancada nos Brasília’s e Erj-145 posteriormente e infelizmente “los hermanos” não tiveram “punche” financeiro para aproveitar a onda e afundaram com o final melancólico de ter q arrendar as instalações de Córdoba para os “imperialistas do Norte”.

lucas lasota

Nao entendo as vozes no sentido contrario da relacao da embraer com a argentina. Creio que esse pais provou o que e ser ridicularizado no exterior quando lida erroneamente com dinheiro alheio.

Logicamente sempre ha um risco a ser corrido, mas nesse caso o risco tende a ser superado pelo aumento da influencia brasileira naquele pais.

Marcelo Tadeu

Um avião muito avançado para a época que foi concebido, além de que, os mercados regionais americano e europeu já sinalizavam para aviões à jato de maior capacidade como o EMB-145, entretanto, o conhecimento adquirido não se perdeu, e hoje, existem projetos de propulsores Turboprop para aviões de grande capacidade.

sds

marujo

De repente, a fábrica de Córdoba pode fabricar esse avião em parceria com a Embraer, para atender um nicho de mercado que não ineressa à empresa brasileira mas, sim, a fabricantes menores. Pode representar a reativação da indústria aeronautica argentina, um projeto (ou um sonho) dos Kirchners. A recuperação de um dos protótipos pela Embraer pode ser uma sinalização neste sentido.

Marcos Pesado

O que não interessava, pode voltar a interessar. Isso porque, o que faltou ao CBA-123 foi mercado. Era caro demais para um nicho – aviões até 19 passageiros – que estava se reduzindo.
Hoje, quem sabe, um avião da sua classe não tenha sucesso. É só ver o sucesso que os aviões bimotores regionais de maior capacidade estão alcançando (vg, Q-400, ATR-42 e 72)

Lucas

Uma pergunta, essa restauração foi completa ?

A aeronave voltou a voar, ou foi só um “mockup” ?

Valeu !

Mauricio R.

O museu da TAM, o “Asas de um Sonho” tava querendo esse ac.

konner

Apesar do estrondoso fracasso comercial e de contribuir significativamente para a grave crise vivida pela empresa, o CBA-123 Vector trouxe uma série de valiosas lições. Além dos avanços técnicos obtidos, o programa 123 mostrou claramente a necessidade de uma análise mercadológica apurada, e a importância de se entender corretamente os requisitos dos futuros potenciais clientes.

Essas lições foram assimiladas e colocadas em prática no projeto da próxima aeronave da empresa, o ERJ-145.

Noel

konner, concordo com suas colocações, mas espero que a EMBRAER não se deixe levar mais por acertos políticos, pois na época do CBA-123, ela era estatal.

Vinicius Modolo

poe pra vora de novo!!!!!!!

desenterra e joga pro ar. ele é muito bonito!

konner

Noel, Contra o seu maior medo, tem justamente o fato de hoje a EMBRAER não ser uma estatal.

Robson Bandeira

Vinicius Modolo

Tenho que concorda com vç, realmente é um avião muito bonito, e estava a frente de seu tempo quando foi concebido, é pena uma pena não ter sido colocado em produção, não importam os motivos, é muito bonito.

Sds a todos

Leo

Noel,

Infelizmente parece que ela já esqueceu as lições aprendidas com o fracasso do CBA-123. O novo acordo com a Argentina, é uma nuvem no horizonte da Embraer.

McNamara

Este projeto revelou também, àquela época, as estrondosas diferenças tecnológicas nos processos industriais, estando a nossa Embraer, anos-luz à frente da então FMA argentina. Acordo com a Argentina na área aeroespacial, só se for de venda de produto acabado. Lembremos que os Kirchner são bons de calote, e as perspectivas econômicas para a Argentina não são nada boas, segundo especialistas da área.

Noel

Leo, realmente, podem ser nuvens negras, tomara que não.
Sds

Piramboia

Os indianos estão resgatando o conceito desta aeronave com o SARAS. Será um mercado a ser reavaliado?

Piramboia
Mauricio R.

“Os indianos estão resgatando o conceito desta aeronave com o SARAS.”

Não tem um avião italiano bastante semelhante ao CBA-123???
Creio que seria o Piaggio Avantí.

Ricardo

Eu ja vi este avião voando… É lindo ! Foi em uma das festividades do Campo de Marte em SP

Assim como o Starship, não vingou 🙁

Nossa que pecado…

Piramboia

Mauricio R., O porte do SARAS e do Piaggio, são bastantes distintos. O italiano atua como um turbo-hélice executivo (um Xingu, p.ex.). Já o CBA-123 visaria o mercado regional. Seria o substituto do Bandeirantes. A Embraer ainda não o criou. Talvez tal tipo de aeronave não seja mais atraente para ela. Aí entram os CASA espanhóis, os LET checos os Skytruck poloneses e também os russos e chineses com os Antonovs e suas cópias, respectivamente. O NAL SARAS, com certeza também visa o mercado aéreo Regional. Ainda está em fase experimental. Talvez seja um protótipo de uma aeronave maior. A… Read more »

Sérgio

O cara que escreveu q tinha uma bandeira da Escócia nos Flankers navais da Russia, se visse essa foto provavelmente postaria que o avião voava de marcha-a-ré e o piloto “dirigia” pelo retrovisor.

Mas babaquices ao ar, esse conceito viria após o projeto do Xingú, que também não foi grande sucesso, mas deu uma alavancada nos Brasília’s e Erj-145 posteriormente e infelizmente “los hermanos” não tiveram “punche” financeiro para aproveitar a onda e afundaram com o final melancólico de ter q arrendar as instalações de Córdoba para os “imperialistas do Norte”.

lucas lasota

Nao entendo as vozes no sentido contrario da relacao da embraer com a argentina. Creio que esse pais provou o que e ser ridicularizado no exterior quando lida erroneamente com dinheiro alheio.

Logicamente sempre ha um risco a ser corrido, mas nesse caso o risco tende a ser superado pelo aumento da influencia brasileira naquele pais.

Marcelo Tadeu

Um avião muito avançado para a época que foi concebido, além de que, os mercados regionais americano e europeu já sinalizavam para aviões à jato de maior capacidade como o EMB-145, entretanto, o conhecimento adquirido não se perdeu, e hoje, existem projetos de propulsores Turboprop para aviões de grande capacidade.

sds

marujo

De repente, a fábrica de Córdoba pode fabricar esse avião em parceria com a Embraer, para atender um nicho de mercado que não ineressa à empresa brasileira mas, sim, a fabricantes menores. Pode representar a reativação da indústria aeronautica argentina, um projeto (ou um sonho) dos Kirchners. A recuperação de um dos protótipos pela Embraer pode ser uma sinalização neste sentido.

Marcos Pesado

O que não interessava, pode voltar a interessar. Isso porque, o que faltou ao CBA-123 foi mercado. Era caro demais para um nicho – aviões até 19 passageiros – que estava se reduzindo.
Hoje, quem sabe, um avião da sua classe não tenha sucesso. É só ver o sucesso que os aviões bimotores regionais de maior capacidade estão alcançando (vg, Q-400, ATR-42 e 72)

Lucas

Uma pergunta, essa restauração foi completa ?

A aeronave voltou a voar, ou foi só um “mockup” ?

Valeu !

Combates Aéreos

Caça Gripen derrotou o F-16 e F/A-18 em exercícios

Em vários exercícios realizados entre os caças Gripen C suecos e aviões de combate de países europeus, o Gripen...
- Advertisement -
- Advertisement -