terça-feira, abril 13, 2021

Gripen para o Brasil

Pentágono compra mais mísseis AMRAAM

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

aim-120

aim-120-2

O Pentágono anunciou, no dia 11 de maio, um contrato com a Raytheon Corporation de US$ 521,2 milhões, para a compra de 105 mísseis AMRAAM (Advanced Medium Range Air-to-Air Missile), 11 mísseis AIM-120 D air vehicles instrumented, dois AIM-120D Integrated test vehicles, 72 AIM-120D captive air training, 495 AIM-120C7 FMS,  garantia para 72 CATMS e 106 unidades de instrumentação embarcadas, além de outros equipamentos.

O AMRAAM é o míssil BVR padrão dos EUA, tem 3,66m de comprimento, pesa 152kg e tem alcance em torno de 50km na versão C5, 75km na versão C7 e 110km na versão AIM-120D.

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Bosco

Esses alcances nominais devem levar em consideração a NEZ. Os alcances cinéticos eu considero serem maiores.
Também deve ser levado em consideração lançamentos em grandes altitudes em velocidade supersônica.
O que vocês acham?
Um abraço a todos.

Sopa

Opa!! Corrigindo;

Onde vão JOGAR esses ? Espero que não seja aqui !!

RJ

Bosco, a No Escape Zone é bem menor, para as ameaças atuais. (digo, alvos). O alcance publicado é o “de catálogo”, ou seja: lançamento a baixa velocidade, altitude média e nivelado com o alvo, vôo em linha reta contra alvo a baixa velocidade. O alcance efetivo do míssil varia muito, até com a temperatura ambiente.

Bosco

RJ, sem dúvida o tal do “alcance” é muito variável e só quem sabe mesmo é o programa do sistema de controle de tiro do caça, já que ele analisa todos os dados disponíveis para determinar o momento do disparo, definindo ainda se o míssil foi disparado dentro ou fora da NEZ. Como você sabe, muitas vezes os mísseis são disparados bem além do NEZ para deixar o oponente na defensiva. Falar em alcance nominal é tão difícil quanto falar em alcance de radar, de IRST e de aeronaves, etc, mas o alcance dos mísseis “C” são apresentados em geral… Read more »

Bosco

RJ,
fui deselegante com você sem querer.
Você em seu comentário disse os parâmetros prováveis em que foram aferidos os “alcances” e eu no meu, disse que não existia padronização.
Se forem esses parâmetros que você citou usados como norma, aí a coisa fica mais fácil de entender.
Um abraço.

Tiago Jeronimo

Não presta! Lixo Capitalista Imperialista! Sou mais os misseis russos!

Agora será que a gente tem direito a Versão “D” se comprar o Super Hornet? E de brinde AIM-9X? X)

Márcio

Uma pergunta de quem é leigo no assunto…
qual seria a “invisibilidade” de um Tucano frente a um missil guiado por calor? pergunto isso com base em relatos que dizem que alguns aviões americanos jogam ar frio na saida das turbinas (F-117,B2) para minimizar a fonte de calor…um turbohélice não faria o mesmo efeito?

Hornet

Tiago Jeronimo, Segundo Robert Mooney, porta-voz oficial da embaixada dos EUA no Brasil, os AMRAAM que estão sendo oferecidos ao Brasil, caso o SH vença, seria o da versão C. Além deste, o pacote incluiria: AGM-84 Harpoon AGM-88 HARM AIM-9X No entanto, ele não informou o preço disso tudo…e também não sabemos se a FAB se interessaria por todos esses mísseis, tendo em conta que usamos e/ou estamos desenvolvendo outros, tanto no CTA como na parceria com a África do Sul. E para integrar outras armas no SH, armas que não são usadas pela US Navy, precisamos dos códigos fontes… Read more »

Hornet

opa! onde está CTA, inclua também a Mectron…enfim…acho que deu pra entender, né?

abraços de novo

Bosco

Márcio, sem dúvida uma aeronave com baixo nível de emissão térmica deverá ser travado por um míssil “buscador de calor” em distâncias menores que um outro com maior nível de emissão, mas sem dúvida um Tucano poderá ser travado já que até helicópteros o são. E helicópteros são os maiores turbohélices que existem. rsrs… Mesmo com dispositivos e técnicas que inibem o calor do motor e dos gases emitidos, ainda restaria o calor do corpo da aeronave que mesmo sendo lenta é diferente do “fundo” (ambiente ao redor). Principalmente para a nova geração de mísseis (5ª) que possuem cabeças de… Read more »

Valtinho

Midando um pouco de assunto: Alguém aqui do blog tem alguma foto do desfile russo (acho que é dia da vitória), se tiver por favor me avise!!
Desde já agradeço!

Bosco

O alcance nominal do míssil (alcance cinético) seria aquele quando lançado a partir de uma determinada altitude e velocidade, e levando em conta sua taxa de aceleração, o tempo de queima do combustível e o perfil de vôo (direto ou loft) ainda conservaria alguma capacidade de manobra e sua sustentação aerodinâmica, antes de “cair”, provavelmente acionando um dispositivo de auto-destruição, ou até que a energia de suas baterias se esvaem (pouco provável de ocorrer já que revelaria uma falha no projeto). Alguns fatores poderiam aumentar o alcance nominal (que é intrínseco às características do lançador e do míssil), tais como… Read more »

Bosco

No meu comentário das 20:48 eu fui muito simplista com o alcance de 5 km contra um caça se “afastando”.
Mas no caso hipotético de um disparo de míssil com alcance nominal de 70 km e velocidade média de Mach 3.0 sendo lançado contra um caça se afastando a uma velocidade de Mach 1.5, a distância de disparo se reduziria para algo em torno de 25 km no máximo.
Mais afastado que isso o caça conseguiria sair do “envelope” do míssil sem ser “alcançado”, após o que o mesmo teria percorrido a distância de 70 km e cairia inerte.

Bosco

Vale salientar que se o míssil fosse disparado estando os caças a uma distância de 25 km ele conseguiria sair da “zona sem escapatória”, portanto, efetivamente, para o caça obter uma máxima possibilidade de acerto a distância entre os caças não deveria ser maior que uns 15 km (se tanto). Não é tão pouco como eu havia afirmado (5 km) mas é bem reduzido em relação a distância nominal de 70 km. Do mesmo modo, no meu comentário das 11:31, eu hipotetizo uma situação ótima, e não levo em consideração vários fatores, inclusive a NEZ. Levando em consideração a NEZ… Read more »

Bosco

Só complementado, para um dado míssil, o “alcance máximo” (cinético) é variável na medida em que varia a “atitude” (velocidade, aceleração, altitude, taxa de ascensão, etc) do vetor e o perfil de vôo do míssil (direto ou loft, manobrando ou não). Já a distância de disparo, ou seja, a distância entre o vetor e o alvo no momento do disparo, é variável na dependência da “atitude” (trajetória, velocidade, altitude, posição em relação ao vetor, manobras, etc.) do alvo. A situação ótima seria aquela em que o vetor conseguisse extrair o máximo das características cinéticas do míssil e conseguisse se posicionar… Read more »

Ivan

Bosco,
Valeu.
Ivan.

Vassili Zaitsev

Bosco,

Hoje o sr. se superou.

abraços.

Sopa

Opa!! Corrigindo;

Onde vão JOGAR esses ? Espero que não seja aqui !!

Bosco

Esses alcances nominais devem levar em consideração a NEZ. Os alcances cinéticos eu considero serem maiores.
Também deve ser levado em consideração lançamentos em grandes altitudes em velocidade supersônica.
O que vocês acham?
Um abraço a todos.

RJ

Bosco, a No Escape Zone é bem menor, para as ameaças atuais. (digo, alvos). O alcance publicado é o “de catálogo”, ou seja: lançamento a baixa velocidade, altitude média e nivelado com o alvo, vôo em linha reta contra alvo a baixa velocidade. O alcance efetivo do míssil varia muito, até com a temperatura ambiente.

Bosco

RJ, sem dúvida o tal do “alcance” é muito variável e só quem sabe mesmo é o programa do sistema de controle de tiro do caça, já que ele analisa todos os dados disponíveis para determinar o momento do disparo, definindo ainda se o míssil foi disparado dentro ou fora da NEZ. Como você sabe, muitas vezes os mísseis são disparados bem além do NEZ para deixar o oponente na defensiva. Falar em alcance nominal é tão difícil quanto falar em alcance de radar, de IRST e de aeronaves, etc, mas o alcance dos mísseis “C” são apresentados em geral… Read more »

Bosco

RJ,
fui deselegante com você sem querer.
Você em seu comentário disse os parâmetros prováveis em que foram aferidos os “alcances” e eu no meu, disse que não existia padronização.
Se forem esses parâmetros que você citou usados como norma, aí a coisa fica mais fácil de entender.
Um abraço.

Tiago Jeronimo

Não presta! Lixo Capitalista Imperialista! Sou mais os misseis russos!

Agora será que a gente tem direito a Versão “D” se comprar o Super Hornet? E de brinde AIM-9X? X)

Márcio

Uma pergunta de quem é leigo no assunto…
qual seria a “invisibilidade” de um Tucano frente a um missil guiado por calor? pergunto isso com base em relatos que dizem que alguns aviões americanos jogam ar frio na saida das turbinas (F-117,B2) para minimizar a fonte de calor…um turbohélice não faria o mesmo efeito?

Hornet

Tiago Jeronimo, Segundo Robert Mooney, porta-voz oficial da embaixada dos EUA no Brasil, os AMRAAM que estão sendo oferecidos ao Brasil, caso o SH vença, seria o da versão C. Além deste, o pacote incluiria: AGM-84 Harpoon AGM-88 HARM AIM-9X No entanto, ele não informou o preço disso tudo…e também não sabemos se a FAB se interessaria por todos esses mísseis, tendo em conta que usamos e/ou estamos desenvolvendo outros, tanto no CTA como na parceria com a África do Sul. E para integrar outras armas no SH, armas que não são usadas pela US Navy, precisamos dos códigos fontes… Read more »

Hornet

opa! onde está CTA, inclua também a Mectron…enfim…acho que deu pra entender, né?

abraços de novo

Bosco

Márcio, sem dúvida uma aeronave com baixo nível de emissão térmica deverá ser travado por um míssil “buscador de calor” em distâncias menores que um outro com maior nível de emissão, mas sem dúvida um Tucano poderá ser travado já que até helicópteros o são. E helicópteros são os maiores turbohélices que existem. rsrs… Mesmo com dispositivos e técnicas que inibem o calor do motor e dos gases emitidos, ainda restaria o calor do corpo da aeronave que mesmo sendo lenta é diferente do “fundo” (ambiente ao redor). Principalmente para a nova geração de mísseis (5ª) que possuem cabeças de… Read more »

Valtinho

Midando um pouco de assunto: Alguém aqui do blog tem alguma foto do desfile russo (acho que é dia da vitória), se tiver por favor me avise!!
Desde já agradeço!

Bosco

O alcance nominal do míssil (alcance cinético) seria aquele quando lançado a partir de uma determinada altitude e velocidade, e levando em conta sua taxa de aceleração, o tempo de queima do combustível e o perfil de vôo (direto ou loft) ainda conservaria alguma capacidade de manobra e sua sustentação aerodinâmica, antes de “cair”, provavelmente acionando um dispositivo de auto-destruição, ou até que a energia de suas baterias se esvaem (pouco provável de ocorrer já que revelaria uma falha no projeto). Alguns fatores poderiam aumentar o alcance nominal (que é intrínseco às características do lançador e do míssil), tais como… Read more »

Bosco

No meu comentário das 20:48 eu fui muito simplista com o alcance de 5 km contra um caça se “afastando”.
Mas no caso hipotético de um disparo de míssil com alcance nominal de 70 km e velocidade média de Mach 3.0 sendo lançado contra um caça se afastando a uma velocidade de Mach 1.5, a distância de disparo se reduziria para algo em torno de 25 km no máximo.
Mais afastado que isso o caça conseguiria sair do “envelope” do míssil sem ser “alcançado”, após o que o mesmo teria percorrido a distância de 70 km e cairia inerte.

Bosco

Vale salientar que se o míssil fosse disparado estando os caças a uma distância de 25 km ele conseguiria sair da “zona sem escapatória”, portanto, efetivamente, para o caça obter uma máxima possibilidade de acerto a distância entre os caças não deveria ser maior que uns 15 km (se tanto). Não é tão pouco como eu havia afirmado (5 km) mas é bem reduzido em relação a distância nominal de 70 km. Do mesmo modo, no meu comentário das 11:31, eu hipotetizo uma situação ótima, e não levo em consideração vários fatores, inclusive a NEZ. Levando em consideração a NEZ… Read more »

Bosco

Só complementado, para um dado míssil, o “alcance máximo” (cinético) é variável na medida em que varia a “atitude” (velocidade, aceleração, altitude, taxa de ascensão, etc) do vetor e o perfil de vôo do míssil (direto ou loft, manobrando ou não). Já a distância de disparo, ou seja, a distância entre o vetor e o alvo no momento do disparo, é variável na dependência da “atitude” (trajetória, velocidade, altitude, posição em relação ao vetor, manobras, etc.) do alvo. A situação ótima seria aquela em que o vetor conseguisse extrair o máximo das características cinéticas do míssil e conseguisse se posicionar… Read more »

Ivan

Bosco,
Valeu.
Ivan.

Vassili Zaitsev

Bosco,

Hoje o sr. se superou.

abraços.

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