sexta-feira, abril 16, 2021

Gripen para o Brasil

AMX: no topo da lista dos cortes da Itália

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

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Com a crise, Força Aérea Italiana prevê cortes drásticos e, entre as aeronaves de linha de frente, o AMX poderá ser desativado primeiro.

Cortes no orçamento para a Força Aérea Italiana poderão acarretar numa degradação significativa de suas capacidades, conforme reportagem da Flight International. Segundo declarações de uma autoridade ligada à Força, “se os cortes continuarem, há riscos concretos de desativarmos um dos componentes da aviação de linha de frente, possivelmente o AMX.” A Itália hoje dispõe de aproximadamente 65 aeronaves do tipo.  As horas de voo disponíveis para treinamento também deverão ser afetadas, o que poderá ser compensado apenas em parte através do uso de simuladores de voo. Apesar da Itália ter atraído clientes internacionais para treinamento de voo, como a Argélia e a Grécia, a  frota de treinadores Alenia Aermacchi MB-339 poderá ser reduzida, o que também afetaria a equipe de demonstração aérea Frecce Tricolori.

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Os planos da Força Aérea Italiana são manter em linha, no médio para longo prazo, uma força de 200 aviões de combate, restrita a apenas dois tipos, o Eurofighter Typhoon e o F-35 Joint Strike Fighter, com 100 aeronaves de cada modelo. O plano original era reduzir a frota de aproximadamente 95 Tornados e 65 AMX para 50 aviões de cada tipo, por volta de 2014, para gradualmente serem substituídos pelos F-35, 60 deles de decolagem e pouso convencionais (modelo A) e 40 da versão B, de decolagem e pouso curtos / verticais (VSTOL). O modelo B seria entregue antes, para reequipar dois esquadrões equipados com AMX.

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Sobre o compromisso de adquirir 121 caças Eurofighter Typhoon, a visão da Força é se ater ao orçamento total fixo, não à quantidade. Assim, espera-se que com o orçamento já fixado seja possível adquirir um total de 100 aeronaves do tipo. Quanto ao novo treinador Alenia Aermacchi M-346 Master, espera-se a confirmação de compra de 15 unidades. A Força Aérea Italiana já vem sofrendo redução nas suas horas de voo, caindo de 116.000 há três anos para apenas 87.500 no ano passado.

Fonte: Flight International Fotos: Força Aérea Italiana

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Carlinga Carenada

Tai mais uma oportunidade pra FAB: Itália, manda pra cá AMX usado …
e The END

Zero Uno

É…

O bicho tá pegando por lá também. Ainda mais agora com esses terremotos…

Carlinga Carenada

FAB 2020-2050: Que tal 80 AMX, 40 F-16 e 20 F-15 ??? Melhor impossível para a FAB e… the END

Vinicius Modolo

oba…
AMX com Vulcan no Brasil….quem viver….verá!!!

Claudio

Pessoal, a FAB não precisa mais de lata velha, nós já temos bastante.
O projeto do AMX é originário de requisitos da OTAN / AMI da década de 50, ele já nasceu ultrapassado.
Os nossos deviam ser doados para Moçambique e o Uruguai, em vez de gastar nossos pacos recursos tentando prorrogar a vida desse avião.

joao terba

Claudio,concôrdo contigo,chega de comprar equipamento usado.

Jacubão

Oba, sobressalentes, rsrsrs.

Patriota

Claudio

Tambem concordo com seu comentario

Carlos Augusto

É Jacubão você é um gozador de 1ª qualidade. Mas uns 40 F15 usados, até que não era mal não.

RJ

A LAAD já está pegando fogo! E só começa na semana que vem!
Olha quantas ofertas pintando no pedaço, para os países da AL!

Mas o Brasil deve se destacar como fornecedor de equipamentos novos! E de tecnologia.

Agora, que o AMX é uma excelente plataforma para o cenário de guerra que pode se apresentar na América Latina, isso é. Desde que modernizados pela EMBRAER.

Marcelo Tadeu

Claudio e patriota, pelo amor de Deus! O AMX não é um projeto da década de 50 e sim de 80! Na Itália ele substituiu os Aermacchi 326 (xavante por aqui) e o Fiat G91. É um avião de ataque leve estratégico. Durante a Guerra da Bósnia, foi o único avião da OTAN a voar todos os dias em qualquer tempo. No Brasil, este avião já demonstrou a sua importância estratégica voando 10 hs seguidas da Base Aérea de Santa Maria até o Estado de Roraima com 3 abastecimentos no ar. Imagina como eles serão depois de modernizados e com… Read more »

Zero Uno

Marcelo Tadeu.

Tem toda a RAZÃO. Nada a acrescentar.

Abraços.

Abrivio

Para variar, discordo dos dois grupos. A desativação do AMX italiano é mais um problema do que uma solução. A aquisição e operação do AMX são caras justamente por ser operado por apenas dois países, agora será mais ainda por ser um só. Apesar da aviônica ser toda trocada na modernização, os componentes estruturais são os mesmos. Menos aeronaves, menor economia de escala, mais caro. É essencial comprar o máximo de peças possíveis dos estoques, principalmente da Spey que está fora de linha. Por outro lado, é necessário substituir os 10 perdidos no caso da corrosão, agora admitida pelo comando.… Read more »

Abrivio

12 aeronaves por esquadrão (4 na linha de voo, 4 em manutenção no esquadrão, 4 no parque)

três esquadrões = 36 aeronaves

10% de perda operacional = 40 aeronaves

3 aeronaves de sobra, muito pouco para uma aeronave com vinte anos de uso e que chegará a 40. Quanto mais velho, mais problemas, sem falar no fantasma do problema estrutural nas asas.

Abrivio

O AMX é uma aeronave especializada, para o tamanho da FAB, 53 aeronaves de ataque é suficiente, considerando que o F-5 tb pode realizar esta função. Se fosse para comprar outro lote de aeronaves para modernizar, seria do F-5 e não do AMX. Arma boa é aquela que vc domina. Você pode modernizar, você pode integrar armas, você usar, você pode vender… Se o Brasil tivesse comprado o F-16 estaríamos na seguinte situação: – vc não pode modernizar, só o pacote oficial da Lockheed (MLU) que será liberado conforme aprovação do dep de defesa – vc não pode treinar com… Read more »

Roberto CR

Aos administradores do blog

Já foi pauta por aqui uma série sobre os esquadrões de demonstração das diversas FA pelo mundo? Se não, acho que seria um tema bem interessante.

Quanto ao AMX, acho que ainda é cedo para falar sobre o velório do avião na Itália. Vai que o Typhoon fique caro demais, por conta da crise econômica que ainda não estabilizou, e aquela verba fixa não cubra nem o buraco no dente? Operar os Tornados é caro, então utiliza-se a opção econômica, ao menos para treinamento. Esta hipótese, a meu ver, também deve ser considerada.

Abs

Abrivio

Ao todo eram 26 bipostos, contudo, muitos amx italianos estão estocados faz tempo e seu estado é desconhecido. Eles pretendiam modernizar justamente os bipostos e mantê-los em operação.

Os amx brasileiros com problemas subiram no muro.

O Saito já admitiu o problema de corrosão e disse que, a princípio, não seriam modernizados. Deixou a possibilidade de uma reavaliação, mas todos nós aqui sabemos o que vai acontecer, viraram fonte de peças.

Nas FAs, reserva é a mesma coisa que sucata.

RL

Gostei da idéia Roberto CR.

Poxa, comprar mais AMX e ainda usados. Não penso ser uma opção inteligente.

O avião inegavelmente tem suas qualidades, más comprar para ainda modernizar. Com todo esse montante de dinheiro daria pra investir mais em outras necessidades da própria FAB.

Francisco AMX

Simpatizo com o AMX, mas tem gente que não consegue esconder uma paixão “nosense” por este avião, o AMX foi projetado nos anos 80, sim, com tecnologia dos 60/70… é um treinador avançado “convertido” para avião de ataque, este vetor, que custou 3 F-16 para o Brasil, e impulsionou a EMBRAER para produzir E-jets, mas que pagou bem caro por isso, nada mais justo que aproveitasse, pois que pagou por isso foi a União com empréstimos, digamos, dos sonhos…na verdade quem financiou o sonho real da EMBRAER fomos nós mesmos, com impostos ordinários, dos quais muitas vezes temos que recorrer… Read more »

Ricardo

“…Marcelo, já te ocorreu que pode ter sido porque ele foi o único que eles usaram desta forma?? tu acredita que um AMX é mais disponível que um F-16???? fala sério!…” Se a mecânica do AMX for mais simples do que o “jato elétrico” porque não ? Só porque foi feito aqui ? O Amx tem seus problemas, mas atende a solicitação da FAB não ? A gente precisa dar mais valor a que temos, por esta de que a grama do vizinho esta mais verde da no saco, igual a maldita lei de Gerson que fode este pais… Desculpe… Read more »

Henrique

Manutenção cara ou não eu queria mesmo éra ver os “Tornados” no Brasil… para desespero de nossos “queridos” hermanos Paraguaios, Bolivianos, Venezuelanos e etc…
Abraço

RJ

Francisco AMX, o AMX nunca foi projetado como treinador. Sempre foi pensado como avião de ataque, e essa é a sua grande virtude.

O seu grande “defeito” é que ele é uma aeronave especializada, pensada seguindo uma doutrina muito em desuso nos dias de hoje (onde se pensa em multifuncionalidades).

Foi com o AMX que a FAB aprendeu o que é CCIP e CCRP.

Quando ele ganhar o radar Scipio, aí sim estará completo para ser o bombardeiro brasileiro especializado.

Francisco AMX

Ricardo, fica bravo não! 🙂 E a mecânica do AMX, já que vc tocou no assunto, é a mais problemática, pelo que me consta. E a “grama do vizinho” quer gostamos ou não, é mais verde, principalmente do vizinho do Norte! Achar que só porque é feito no Brasil, mesmo que os dados demonstrem o contrário, é melhor é que é o erro! gostaria que o amigo me dissesse um só avião de combate que foi projetado no Brasil, feito no Brasil, que esteja no mesmo patamar de qualidade, eficiência e etc etc.. de um mesmo par na Russia, USA… Read more »

Francisco AMX

RJ, agora vc falou uma verdade, que de certa forma é um paradoxo, o AMX foi projetado, sim, com a sintese de ser um caça bombardeiro leve, porém esqueceram de comunicar para nós, que este projeto foi praticamente oriundo de características de treinados: Asa alta com baixo desempenho, bordos de ataque e fuga, tudo característica de um treinador avançado… dae vc me diz: mas e o Tornado? tem asa alta! sim mas tem geometria variável e voa a MACH 2! Entenda, amigo, o AMX, quando nasceu, já era uma aeronave com baixa taxa de sobrevivência para aquilo que foi concebido,… Read more »

J Roberto

Esse AMX italiano tá bem na foto!!! Que venham os AMX italianos! Armados com Vulcan ainda!Vamos montar mais um esquadrão de AMX! Durante o projeto do AMX estava previsto na década de 80,166 aeronaves para a FAB e 169 para a Força aérea Italiana,portanto falta um pouco mais de 110 aviões para a FAB. Durante a Red Flag/98,os AMX do esquadrão Adhelfi pensavam que iam ser varridos do espaço aéreo americano,mas usando contra-medidas eletrônicas conseguiram atravessar o espaço aéreo americano,atacar seus “alvos” e voltarem sem serem detectados e ainda tiveram que escoltar uma aeronave A&WC que perdeu suas escoltas,imaginem eles… Read more »

Wolfpack

Que força aérea considerável têm a Itália, não imaginava tamanho poder aéreo da Velha Bota. É mais que suficiente uma força com 100 EF2000 e mais 100 F35. O que pode-se desejar mais?

RJ

As pessoas falam muito do Vulcan do AMX italiano.

Junto com outras características do AMX, o Vulcan foi posto lá numa época de ameaças diferentes das de hoje. Para o nosso cenário, acredito que os canhões da versão nacional são mais apropriados.

O Vulcan do AMX italiano já foi bastante criticado por esvair sua munição rapido demais. Para o tipo de alvo que se supõe os AMX enfrentarão, a cadência de tiro é mais alta que o necessário.

Francisco AMX

J Roberto, o amigo deve acreditar em Coelho da Páscoa tb? 😉

J Roberto

Francisco AMX

Pior,o ovo da Páscoa sempre é um segredo,vc olha o que tem por fora mas nunca se sabe o que tem por dentro!!! rsrsrs

Boa Páscoa para todos!

Francisco AMX

Mauro, no Rio Grande, com esse governo que temos, totalmente corrupto e inoperante, não tem como ser mais cético! 😉 Gosto do A-1, como ele está! ele serve bem assim, é muito gasto para fazer um papel que o A-29 pode fazer, dada as proporções de carga claro, lembrem dos Super Tucanos da Colômbia! será que precisamos de um AMX modernizado, aqui para a AL?, o AMX não sobreviverá num campo de batalha nacional caso sejamos atacados por uma força de coalizão suprema, mesmo que modernizado, ele será um Stuka, quando os Alemãoes tentaram usa-lo contra a RAF na BI… Read more »

RJ

Francisco, o A-1 não foi feito para combater caças de superioridade aérea, mas para atacar alvos no solo. Nisso, um NAV-FLIR e um Radar designador de alvos melhorarão bastante sua precisão de navegação e ataque. Inclusive contra alvos navais, o que ele não tem condições de atacar hoje.
Acredito que, mesmo com o FX-2, continuaremos precisando do A-1 em sua melhor forma. Nem todas as missões são iguais, e no que o A-1 é melhor, o FX-2 seria muito mais caro de operar.

Francisco AMX

RJ, sei disso, e justamente o que estou falando o A-1 não se garante, precisa de escolta, se vamos operar aviões multirole, pq modernizar os A_1, pq gastar com isso, pq não compramos baterias de SAMs para nossas Bases?
Esta modernização já veio tarde… e será executada muito mais tarde ainda! uma pena….

Abraço cara!

Francisco

Higgins

Para quem se encanta, com o desempenho do pequeno AMX em 98…
Naquela RED FLAG ele foi abatido à toda volta!
Agressors viam de longe a fumaça da SPEY. Além do mais, não superou plenamente às detecções e muito menos à simulação de defesas aéreas.
Ouvi isso de um Brigadeiro, diretamente, e não lendo matéria de Revista Chapa-branca.
E por saber das limitações do projeto, a FAB só irá pegar aeronaves italianas (se pegar) como fonte de peças.
Nada mais.

J Roberto

Higgins Pelo jeito vc deve ser de Capitão pra cima,porque pelo que eu sei,Brigadeiro não fala com soldado. O AMX é um avião de ataque,não um caça. Em 1999, o AMX, que na Itália é conhecido como “Ghibli” (nome de um vento que sopra da Líbia para a Europa), cumpriu 274 missões em 1.200 horas de combate na guerra do Kosovo, com aproveitamento efetivo de 99,5%. A AMI (Força Aérea Italiana) empregou munições guiadas, de origem israelense, nas missões em apoio às operações da OTAN, quando destruíram estações de radar das forças sérvias voando a menos de 100 metros e… Read more »

Sérgio

Não esta na hora de parar o Xavante, manda-se os A-1 para Natal e pelos comentários acima, para ataque ao solo vai de A-29. Se não suporta AA – acho que o A-29 também não, ambos precisam de escolta, ficamos com algo q gaste menos e faz o mesmo. O Investimento já teve o seu retorno com o desenvolvimento dos E-jets da Embraer. A fila anda.
Só tenho uma dúvida: Quem e como fariamos reconhecimentos? Poderia ser até pelos VANTS, mas essa lacuna fica aberta.

RJ

Sérgio, o A-1 é alto-subsônico, com um alcançe continental. Trocar ele por um turbo-hélice de alcance reduzido é para países de pequeno território. Aqui eles se complementam.

E usar o FX-2 para missões de ataque estratégico ainda é mais caro para o Brasil que utilizar um pacote de ataque A-1 + R-99 + FX-2 + F-5M. Quando a manutenção do A-1M ficar cara demais (com todo o novo equipamento já obsoleto) aí sim valerá a pena substituí-lo 100% pelo FX-2.

Francisco AMX

J Roberto, vc acredita demais em fantasias amigo, isto que vc falou eu li em vários posts, revistas etc.. etc.. como não via nada confirmado nem pela FAB, legítima lenda! vi sim, muitos especialistas derrubando este mito! isso vi sim! vou de dar um exemplo, o amigo acha mesmo, que em Kosovo os AMX atacavam a baixíssima altura, mesmo sabendo que havariam muitos canhões AA, que o partiriam ao meio se ele voasse a 900km/h a 100mts, além do mais a região é montanhosa…???? li um artigo mais completo e relata, em que o AMX era usado apenas onde não… Read more »

Abrivio

Caro Francisco AMX, Novamente discordando, a “modernização” é para diminuir os problemas relatados por vc, por isso mesmo é que deve ser feita. No passo que está, não fazendo a modernização, as aeronaves só voariam poucos anos, muito antes do F-X chegar em número suficiente, e aí? Os objetivos da “modernização” (para mim é revitalização, ou pior, acabar de produzi-los, pois estavam incompletos) são: – padronizar os três lotes e facilitar a manutenção; – finalmente colocar o AMX operacional com mísseis para auodefesa e radar; – integrar armas inteligentes, evitando a exposição com lançamento de bombas em vôos a baixa… Read more »

J Roberto

Caro Francisco AMX Estas informações sobre o A-1 são do site da FAB,sobre suas aeronaves(www.fab.mil.br),se a FAB não acredita em seus aviões ou colocam informações que não condiz com a realidade, então é melhor parar tudo. “A aeronave A-1, ou AM-X como é popularmente conhecida, é um caça-bombardeio-reconhecedor-leve, projetado, desenvolvido e produzido por um consórcio formado entre as empresas EMBRAER, ALENIA e AERMACCHI, dentro do contexto de um Programa Conjunto entre o Brasil e a Itália. É uma excelente aeronave de ataque e reconhecimento, que por suas características tecnológicas e capacidade operacional, colocou a FAB em posição destacada no cenário… Read more »

Abrivio

A “modernização” do AMX é:
– acabar de produzi-los, pois estão incompletos;
– literalmente, dar um jeito na carroceria, tirar a “ferrugem” e dar uma tinta;
– diminuir algumas de suas deficiências (radar, mísseis de autodefesa, pods e armas guiadas);
– manter os esquadrões operacionais e com um mínimo de capacidade de combate.

Melhor do que sonhar com o F-X, enquanto olhamos as aeronaves pegando poeira no solo.

Francisco AMX

Abrivio, concordo com quase tudo que vc escreveu, só acho que a modernização veio tarde e está muti cara para o que vai ser feito, e não mudará substancialmente o emprego do AMX, como disse ele ainda contiunuará com capacidade revo, voará bastante e atacará com a mesma carga, só vejo razão uma pequena reforma com gasto não passando de 2 milhas (USD) por aeronave!

Abraço amigo!

Francisco AMX

Amigo J Roberto, vc esperaria que a FAB falasse o que no site, sobre os exercícios do A-1? e acho que está correto, porem, cá entre nós, não precisamos acreditar nisso, e certamente o inimigo não acreditará….
Ah, e lendo meus post, percebi minha indelicadeza! normal… 🙁
Desculpe o mau jeito!

Grande abraço!
Francisco

Francisco AMX

Mauro, é o Estadual mesmo, e acho que o vice é bem mais coerente que a antipática e estrelosa Ieda! muita corrupção neste governo!

Abraço!

Abrivio

Francisco, Então nossa diferença seria essa: – Vc acredita que o valor da modernização é muito caro, pois as capacidades de Revo e carga são as mesmas. – Eu simplesmente digo que de “modernização” não há nada. Metade do trabalho é completar o que não foi feito e a outra metade é revitalizar. Um exemplo: o mirage III em fim de carreira só servia para espantar corvo em milharal. Chegaram em 72 e deveriam ter sido substituídos pelo F-X em 2005. Isto é, 32 anos de serviço planejados. O AMX já tem 20 anos (1989) e operaria até 2025 (36… Read more »

Abrivio

E com os 6 milhões de dólares que estão gastando faríamos o quê? Um A-29 custa 5 milhões.

Compraríamos F-16 usados por 10 milhões? (não pode treinar, não pode modernizar, não pode integrar armas…)

O AMX é o que temos e é com ele que vamos…

Francisco AMX

Sim com o AMX! mas com uma reforminha caprichada já estaria bom!
se te disser que quando o AMX estiver sendo modernizado, terá mais usados (igual ao AMX) no mercado, muito mais capaz que ele, por preços pouco mais caros que 10 milhôes! Incluso aí, os Mirages 2000, F-18 e F-16.. eu não tenho dúvidas disso.
Mas como vc disse, vamos de AMX e deu pra bola! 🙂

Abraço Abrivio, e torço por seu ponto de vista ser o mais correto! pois em primeiro vem o Brasil, depois a massagem para meu ego rsrsrs

Abraço amigo!

Francisco

J Roberto

Eu acho que o Abrivio já complementou bastante sobre o A-1,mas só para ressaltar,existe uma descrepância grande em relação ao poderio do AMX brasileiro com o italiano,que veremos mais abaixo. Existe um mal entendido sobre o AMX que acaba por levar a um preconceito. Esse mal entendido é chamá-lo de “caça”. Podem acreditar… o AMX não é um caça. Ele é um avião de ataque especializado. Ele poderia até participar de um combate aéreo, sim, mas em legítima defesa. O AMX não vai atrás de outros aviões de combate para abatê-los. E uma coisa interessante foi quando um coronel da… Read more »

RJ

J Roberto, faltou falar do NAV-FLIR, capaz de projetar imagens do FLIR no HUD e tornando a noite dia para o piloto, possibilitando vôos a baixa altura durante a noite em alta velocidade. Aliado ao LRF, o NAV-FLIR dá uma capacidade única de precisão com bombas burras além da topografia do terreno.

Baschera

O amigo J.Roberto só poder ser ex-piloto de A-1….rsrsrsrs…
Sobre o AMX, não escrevo mais…..O Mauro sabe por que !!! rsrsrs..

Sds.

Francisco AMX

Não é não Baschera! se fosse ele não taria falando isso! 🙂

Caderinha J.Beto! só para descontrair!

Se a maioria acha que temos que modernizar… pensando bem… este dinheiro vai sumir mesmo! que modernizem o AMX! mas tem que durar mais 20 anos poh! vamos modernizar até os 38 da polícia e os FAL do EB!

Abraços
Francisco

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