quarta-feira, abril 14, 2021

Gripen para o Brasil

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Harriers da RAF: economia pode antecipar em 5 anos sua desativação

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Um bilhão de libras, ou aproximadamente um bilhão e meio de dólares. Em reais, são 3 bilhões e meio. É o que o Ministério da Defesa do Reino Unido (MoD) pretende economizar antecipando em cinco anos a aposentadoria da frota de Harrier GR9, operada em conjunto pela RAF (Real Força Aérea) e pela RN (Marinha Real), e planejada originariamente para ser desativada em 2018. Vale lembrar que desde março de 2006, com a baixa dos últimos Sea Harrier, a RAF e a RN passaram a operar os modelos GR9 através do Joint Force Harrier (JFH), tanto a partir de bases terrestres quanto embarcados.

Mas segundo reportagem da Jane’s do último dia 9 de dezembro, essa proposta pode estar sendo revista devido a objeções da RN, pois com a aposentadoria dos vetores em 2012 seria criado um gap operacional entre sua desativação e a chegada de seus substitutos, os F-35 Lightning II. Como solução paliativa, estaria sendo proposta a operação de um mínimo de 20 aeronaves em um único esquadrão, ao menos no período crítico entre 2012 e 2018.

Por outro lado, uma nova arma, a Paveway IV, está sendo somada ao arsenal do Harrier e de outros jatos da RAF. Custo: 400 milhões de libras.

Ainda sobre os Harriers, a RAF divulgou ontem (10 de dezembro) que a bomba guiada de nova geração Paveway IV estaria iniciando sua entrada em serviço, com previsão para em breve equipar tanto os GR9 quanto outras aeronaves, como os Tornado GR4, os Typhoon e, posteriormente, os JSF (F-35). A arma pode ser guiada tanto por GPS como por laser, tendo capacidade para ataques de precisão dia e noite, em qualquer tempo, com lançamento a partir de altitudes médias. A espoleta de aproximação pode ser pré-programada, assim como o ângulo e a direção pela qual a bomba impactará o alvo, maximizando os efeitos da carga explosiva de 500 libras (227 kg).

As coordenadas dos alvos podem ser programadas ainda em terra ou em pleno vôo, o que proporciona maior flexibilidade tática tanto aos pilotos quanto aos controladores de vôo / observadores avançados (FAC – Forward Air Controllers), já que o alvo pode ser trocado no decorrer da missão, conforme a dinâmica das operações. A Paveway IV pesa aproximadamente metade da Paveway II atualmente em uso na RAF, e o MoD divulgou um custo de 400 milhões de libras para o projeto.

Fontes: Jane’s, airforce-tech. , naval-tech. e RAF/MOD Fotos: RAF/MOD

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Invincible

SOU FÃ DESSE AVIÃO…

ELE É MUITO BONITO E REVOLUCIONÁRIO!!!

edilson

Olha o chile ai…

RL

Tb o acho muito bonito, tem um ar de imponência.

Más pelo amor de Deus, não queiram mais uma aeronave no inventário da FAB ou na MB..

Chega né? rsrrs….

Se vierem os Hornets ou o Rafael, já teremos uma aéronave capaz de atuar no NAE “Opalão” e na FAB.

RSrs…

Bosco

Até meados da década de 90 as armas guiadas por GPS só eram viáveis contra alvos fixos e que haviam tido suas coordenadas inseridas previamente à decolagem, o que limitava o uso dessas armas e impossibilitava seu uso para apoio tático ou mesmo contra alvos de oportunidade em operações de interdição. Agora, os designadores lasers (tanto em terra como aerotransportados) conseguem determinar as coordenadas de um alvo e transmiti-las via data-link para o caça em vôo em tempo real, o que possibilitou um incremento na capacidade de apoio tático. Em breve, serão inclusive capazes de atingirem alvos móveis (incluindo navios)… Read more »

edilson

Caro Bosco, a tempos li que os emirados estavam recebendo suporte técnico dos EUA d eforma a integrarem sistemas de posicionamento por GPS em foguetes de 70 mm. isto seria uma alternativa viável para um sistema como ASTRUS II ou III?, para aumentar a precisão, ou a doutrina de emprego destes sistemas é saturar o campo mesmo de forma que não vale a pena?
pelo que eu imagino (pois não sei ao certo) a orientação por este modo é bem menos dispendiosa que as por Laser ou radar,estou certo?

Leo

Esta questão de gosto é algo difícil… Eu por exemplo, acho o Harrier um dos caças mais feios jamais produzidos… Fazer o quê gosto é assim, cada um tem o seu.

Mas o interessante da notícia é a seriedade com que os outros países conduzem a questão do orçamento. Eles cortam na carne, não importa o quanto doa, para manter as contas equilibradas.

Aqui, o governo central é incapaz de respeitar leis e cumprir um orçamento. Impressionante…

Invincible

Olha! Falaram do Chile aí!!!

Eu não duvido que ofereçam para eles um PA com esses Harriers… Ja pensaram???

Do jeito que o Chile é…

So acho difícil isso acontecer agora por causa do preço do cobre…

Bosco

Edilson, que eu saiba os foguetes de 70 mm (geralmente lançados por helicópteros) receberão um kit capacitando-os a serem guiados por um laser de modo semi-ativo. É o DAGR, que irá fazer o papel do Hellfire II contra alvos de menor valor e não blindados. Também li sobre uma parceria com algum páis do OM mas não me recordo bem, mas com certeza o sistema de orientação é por laser e não GPS. Outro programa americano usa um sistema de imagem térmica e sistema de orientação automático (fire and forget), travando na imagem do alvo. Usar o sistema GPS com… Read more »

Bosco

O foguete americano que será guiado por IIR é o LOGIR (nome do programa e não necessariamente do “míssil”)
Todos esses “foguetes” guiados (na realidade são mísseis) pesam cerca de 12 kg, velocidade em torno de mach 4, alcance de 5 a 6 km e 70 mm de diâmetro.

Hornet

Como o Leo disse, esse negócio de gosto por aviões é complicado…eu também não acho o Harrier um “primor de belezura”, mas, por outro lado, sou fã de carterinha da RAF (acho que é por causa do Spitfire, esse sim, um avião que acho lindo, na minha opinião o mais bonito de todos os tempos) e acho uma pena eles desativarem esses caças. Os ingleses ficarão com um gap grande na sua força aero-naval se fizerem isso… se bem que eles estão em fase de transição mesmo, nem os porta-aviões (os 3 “Fuscão” da Royal Navy) eles estão operando na… Read more »

Francisco AMX

Este avião, sem a capacidade de pouso vertical (pois para decolar armado ele não consegue) é menos capaz do que seria um AMX modernizado nos moldes do F-5M, foi-se seu tempo, na verdade acredito que a Inglaterra não queira falar toda a verdade, o Harrier está obsoleto como vetor aeronáutico e seu desempenho que já era fraco, ficou evidentemente perigoso, nos teatros modernos! No futuro próximo aviões subsônicos terão que, obrigatoriamente, ser providos de tecnologias furtivas, senão….
Mas que o Harrier nos leva para o mundo “grotesco” da guerra, isso leva….

Storm

Acho também que o Harrier nunca foi um avião que provocasse suspiros, o bicho é meio esquisitinho mesmo, mas foi revolucionário e marcou época.

O fato é que sempre foi muito caro de operar, podem ficar tranquilos que nunca irão operar no Brasil e acho que também em nenhuma outra força áerea aqui da América do Sul, é muito caro de manter p/ os nossos padrões. Vai aposentar e ir direto pro Museu

Mas que os Sea Harrier provocaram muitos “arrepios” em nossos hermanos nas Marvinas isso fizeram…

Almeida

Os ingleses devem estar arrancando os cabelos com os atrasos no JSF… ficar sem aviaçao embarcada de 2012 a 2018 eh algo mto serio para um pais na posiçao deles! Ainda mais com a diminuiçao nas encomendas dos type 45!

Francisco AMX

Storm, nas Malvinas o que realmente se provou foram: 1 – Doutrina adequada ao material 2 – Sidewinder AIM-9L 4 – Maior tempo para CAP pelos SeaHarriers 5 – HUD O vetor na verdade ficava devendo em desempenho, tanto que existem relatos de pilotos de seaharriers sobre a tensão de combater contra os Mirages III num ´hipotético dogfight com canhões! era o pesadelo dos ingleses este cenário, pois o Harrier nada poderia fazer para escapar! nem velocidade nem manobrabilidade para enfrentar um Mirage, porém os sistemas funcionaram muito bem, com alat disponibilidade e os AIM-9L mostraram sua supremacia frente aos… Read more »

Sergio

Mirage X Harrier nas malvinas, na minha opinião a coisa não é, e não foi tão simples assim. A superioridade dos mirages se dava em torno de 10 mil metros, devido a velocidade maior, mas a baixa altitude (3,5 mil metros) onde o grosso dos combates ocorreu, a balança pendia para o lado inglês, missel de uma versão melhor, subsonico, etc. Os mirages tinham que voar com enormes tanques externos o q era mais um fator contra, além de terem pouquíssimo tempo para combater. Mas com certeza o respeito mutuo ocorreu sim, lembro de um relato de piloto que dizia… Read more »

Fábio Max

Os governos trabalhistas na Inglaterra, tradicionalmente apertam os orçamentos militares. Como eles estão no poder há mais de 10 anos, as forças armadas estão sentindo o baque e diminuindo, até porque, a Inglaterra não tem mais a influência política do passado, uma super esquadra não é mais necessária.

Tomcat

Sinal dos tempos! Aviões-símbolo da minha infância sendo desativados pouco a pouco…:
– F-14 Tomcat
– A-6 intruder
– A-7 Corsair
– Sea Harrier
– SR-71 Blackbird

E agora o Harrier…

Definitivamente, estou ficando velho! 😉

Hornet

Tomcat,

eu idem…tá feia a coisa pra nós, né?

abraços

Almeida

Mas vc Hornet parece mais novo q o Tomcat. Pelo menos no apelido! 🙂

Hornet

Bem lembrado Almeida!!! Eu, pelo menos, ainda estou na ativa…hehehe

abraços

edilson

Salve Bosco, obrigado pela informação, de fato agora não sei se era por GPS .
Creio que é uma opção para a artilharia Astrus, bem como o senhor disse.
creio que o custo seria menor que o do desenvolvimento de um sistema de guiamento por IV ou laser ou sejalá qual for os sistema
obrigado pelos esclarecimentos e um grande abraço

madvad

“…existem relatos de pilotos de seaharriers sobre a tensão de combater contra os Mirages III num ´hipotético dogfight com canhões! era o pesadelo dos ingleses este cenário, pois o Harrier nada poderia fazer para escapar! nem velocidade nem manobrabilidade para enfrentar um Mirage…”

Não concordo..os Harriers são agilíssimos, justamente por poderem usar o empuxo vetorial a seu favor.

Em dogfights de treinamento,aniquilaram F-15,F-14,F-16..e etc

eu é que não queria ter um no meu six!

kaleu

galera onde o chile entrou n/história ???

Tomcat

Kaleu, ia perguntar a mesma coisa: o que o Chile tem a ver?

madvad

acho que fez referência ao Chile por ele ser um conhecido aliado inglês.

por causa daquele lance das Malvinas e etc.

edilson

senhores peço desculpas pelo post sobre o Chile, na verdade trata-se de um engano pois esta mensagem era direcionada à outro tema. na verdade era para a post sobre a visita do comandante da força aérea equatoriana o qual pilotou o F-16 Chileno. escrevi errado e sem ver onde postava e acabou parando aqui, portanto… mas falando em Harrier, um tempo atrás falou-se que o chile estaria avaliando a possibilidade de adiquir AV-8B dos US-Marines para operá-los em um possível LHD ou A já não lembro. mas claro virou poeira, alguém saberia dizer se isto procede ou não? abraço a… Read more »

Francisco AMX

Madvad, de onde vc tirou que o empuxo vetorado do harrier pode ser usado em atitudes de vôo, principalmente em combate? a vetoração do harrier é praticamente manual, e perigosa! Harrier dando pau em F-15 e F-16? tá loco!?!? de onde tu tirou isso? se aconteceu alguma coisa parecida foi pq os pilotos do F-16 e F-15 combinaram de não passar dos 800km hora! Se um dia um harrier ousar fazer um envelope de 7Gs ele perde as asas! o F-16 puxa mais de 9Gs, tem uma razão de subida 2x maior, uma celeração brutal! uma das melhores relação peso… Read more »

[…] do Blog: clique aqui para ver artigo no Blog do Poder Aéreo sobre outro fator que torna ainda mais delicado o […]

[…] ao solo, num programa que também integrará um pod designador laser (LDP) e novas armas como a Paveway IV e a EGBU-16. As aeronaves do Block 8 (Tranche 2) começaram a ser entregues às forças aéreas dos […]

[…] Nota do Blog: recentemente, circulou a notícia de que a aposentadoria da aeronave poderia chegar antes de 10 anos. O contrato noticiado agora parece afastar esse fantasma que preocupava principalmente a RN. Para ler essa notícia anterior, que também trata da incorporação da Paveway IV ao arsenal do Harrier GR9A, clique aqui. […]

[…] com bombas guiadas Paveway IV na unidade da EADS em Manching, além de mísseis ar-ar (clique aqui para acessar matéria com dados sobre a Paveway […]

[…] Harriers da RAF: economia pode antecipar em 5 anos sua desativação […]

Invincible

SOU FÃ DESSE AVIÃO…

ELE É MUITO BONITO E REVOLUCIONÁRIO!!!

edilson

Olha o chile ai…

RL

Tb o acho muito bonito, tem um ar de imponência.

Más pelo amor de Deus, não queiram mais uma aeronave no inventário da FAB ou na MB..

Chega né? rsrrs….

Se vierem os Hornets ou o Rafael, já teremos uma aéronave capaz de atuar no NAE “Opalão” e na FAB.

RSrs…

Bosco

Até meados da década de 90 as armas guiadas por GPS só eram viáveis contra alvos fixos e que haviam tido suas coordenadas inseridas previamente à decolagem, o que limitava o uso dessas armas e impossibilitava seu uso para apoio tático ou mesmo contra alvos de oportunidade em operações de interdição. Agora, os designadores lasers (tanto em terra como aerotransportados) conseguem determinar as coordenadas de um alvo e transmiti-las via data-link para o caça em vôo em tempo real, o que possibilitou um incremento na capacidade de apoio tático. Em breve, serão inclusive capazes de atingirem alvos móveis (incluindo navios)… Read more »

edilson

Caro Bosco, a tempos li que os emirados estavam recebendo suporte técnico dos EUA d eforma a integrarem sistemas de posicionamento por GPS em foguetes de 70 mm. isto seria uma alternativa viável para um sistema como ASTRUS II ou III?, para aumentar a precisão, ou a doutrina de emprego destes sistemas é saturar o campo mesmo de forma que não vale a pena?
pelo que eu imagino (pois não sei ao certo) a orientação por este modo é bem menos dispendiosa que as por Laser ou radar,estou certo?

Leo

Esta questão de gosto é algo difícil… Eu por exemplo, acho o Harrier um dos caças mais feios jamais produzidos… Fazer o quê gosto é assim, cada um tem o seu.

Mas o interessante da notícia é a seriedade com que os outros países conduzem a questão do orçamento. Eles cortam na carne, não importa o quanto doa, para manter as contas equilibradas.

Aqui, o governo central é incapaz de respeitar leis e cumprir um orçamento. Impressionante…

Invincible

Olha! Falaram do Chile aí!!!

Eu não duvido que ofereçam para eles um PA com esses Harriers… Ja pensaram???

Do jeito que o Chile é…

So acho difícil isso acontecer agora por causa do preço do cobre…

Bosco

Edilson, que eu saiba os foguetes de 70 mm (geralmente lançados por helicópteros) receberão um kit capacitando-os a serem guiados por um laser de modo semi-ativo. É o DAGR, que irá fazer o papel do Hellfire II contra alvos de menor valor e não blindados. Também li sobre uma parceria com algum páis do OM mas não me recordo bem, mas com certeza o sistema de orientação é por laser e não GPS. Outro programa americano usa um sistema de imagem térmica e sistema de orientação automático (fire and forget), travando na imagem do alvo. Usar o sistema GPS com… Read more »

Bosco

O foguete americano que será guiado por IIR é o LOGIR (nome do programa e não necessariamente do “míssil”)
Todos esses “foguetes” guiados (na realidade são mísseis) pesam cerca de 12 kg, velocidade em torno de mach 4, alcance de 5 a 6 km e 70 mm de diâmetro.

Hornet

Como o Leo disse, esse negócio de gosto por aviões é complicado…eu também não acho o Harrier um “primor de belezura”, mas, por outro lado, sou fã de carterinha da RAF (acho que é por causa do Spitfire, esse sim, um avião que acho lindo, na minha opinião o mais bonito de todos os tempos) e acho uma pena eles desativarem esses caças. Os ingleses ficarão com um gap grande na sua força aero-naval se fizerem isso… se bem que eles estão em fase de transição mesmo, nem os porta-aviões (os 3 “Fuscão” da Royal Navy) eles estão operando na… Read more »

Francisco AMX

Este avião, sem a capacidade de pouso vertical (pois para decolar armado ele não consegue) é menos capaz do que seria um AMX modernizado nos moldes do F-5M, foi-se seu tempo, na verdade acredito que a Inglaterra não queira falar toda a verdade, o Harrier está obsoleto como vetor aeronáutico e seu desempenho que já era fraco, ficou evidentemente perigoso, nos teatros modernos! No futuro próximo aviões subsônicos terão que, obrigatoriamente, ser providos de tecnologias furtivas, senão….
Mas que o Harrier nos leva para o mundo “grotesco” da guerra, isso leva….

Storm

Acho também que o Harrier nunca foi um avião que provocasse suspiros, o bicho é meio esquisitinho mesmo, mas foi revolucionário e marcou época.

O fato é que sempre foi muito caro de operar, podem ficar tranquilos que nunca irão operar no Brasil e acho que também em nenhuma outra força áerea aqui da América do Sul, é muito caro de manter p/ os nossos padrões. Vai aposentar e ir direto pro Museu

Mas que os Sea Harrier provocaram muitos “arrepios” em nossos hermanos nas Marvinas isso fizeram…

Almeida

Os ingleses devem estar arrancando os cabelos com os atrasos no JSF… ficar sem aviaçao embarcada de 2012 a 2018 eh algo mto serio para um pais na posiçao deles! Ainda mais com a diminuiçao nas encomendas dos type 45!

Francisco AMX

Storm, nas Malvinas o que realmente se provou foram: 1 – Doutrina adequada ao material 2 – Sidewinder AIM-9L 4 – Maior tempo para CAP pelos SeaHarriers 5 – HUD O vetor na verdade ficava devendo em desempenho, tanto que existem relatos de pilotos de seaharriers sobre a tensão de combater contra os Mirages III num ´hipotético dogfight com canhões! era o pesadelo dos ingleses este cenário, pois o Harrier nada poderia fazer para escapar! nem velocidade nem manobrabilidade para enfrentar um Mirage, porém os sistemas funcionaram muito bem, com alat disponibilidade e os AIM-9L mostraram sua supremacia frente aos… Read more »

Sergio

Mirage X Harrier nas malvinas, na minha opinião a coisa não é, e não foi tão simples assim. A superioridade dos mirages se dava em torno de 10 mil metros, devido a velocidade maior, mas a baixa altitude (3,5 mil metros) onde o grosso dos combates ocorreu, a balança pendia para o lado inglês, missel de uma versão melhor, subsonico, etc. Os mirages tinham que voar com enormes tanques externos o q era mais um fator contra, além de terem pouquíssimo tempo para combater. Mas com certeza o respeito mutuo ocorreu sim, lembro de um relato de piloto que dizia… Read more »

Fábio Max

Os governos trabalhistas na Inglaterra, tradicionalmente apertam os orçamentos militares. Como eles estão no poder há mais de 10 anos, as forças armadas estão sentindo o baque e diminuindo, até porque, a Inglaterra não tem mais a influência política do passado, uma super esquadra não é mais necessária.

Tomcat

Sinal dos tempos! Aviões-símbolo da minha infância sendo desativados pouco a pouco…:
– F-14 Tomcat
– A-6 intruder
– A-7 Corsair
– Sea Harrier
– SR-71 Blackbird

E agora o Harrier…

Definitivamente, estou ficando velho! 😉

Hornet

Tomcat,

eu idem…tá feia a coisa pra nós, né?

abraços

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