segunda-feira, maio 10, 2021

Gripen para o Brasil

Array

Tratado banindo bombas cluster é assinado

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Dezenas de países começaram a assinar nesta quarta-feira um tratado banindo as bombas cluster (clicar na imagem para ver as sementinhas do mal em ação), também conhecidas como bombas de fragmentação. Os defensores da iniciativa esperam que a assinatura cause constrangimento para os EUA, Rússia, China e outros países não-signatários – entre eles o Brasil – e os leve a aposentar essas armas, denunciadas por mutilar e matar civis.

A Noruega, que lançou o movimento pela proibição das bombas cluster há 18 meses, foi o primeiro país a assinar o tratado, seguido por Laos e Líbano – ambos duramente atingidos por essas armas. Organizadores em Oslo informaram que 88 nações deveriam assinar o pacto nesta quarta-feira e cerca de 100 terão assinado até quinta-feira.

Quando lançadas, as bombas cluster se abrem e espalham dezenas ou centenas de submunições explosivas sobre áreas extensas. Algumas não explodem e permanecem no terreno durante anos, até que alguém – muitas vezes, uma criança – as encontre e as detone, como ocorre com as minas terrestres.

“Demoramos demais para proibir as bombas cluster. Gente demais perdeu os braços e as pernas”, afirmou o primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, ao abrir a cerimônia de assinatura em Oslo.

Washington, Moscou e outros não-signatários argumentam que é legítimo usar bombas cluster para fins militares, como a defesa contra o avanço de tropas inimigas. No entanto, de acordo com o grupo Handicaop International, 98% das vítimas de bombas cluster são civis e 27% são crianças.

Os defensores da proibição dizem esperar que os países contrários à medida sintam-se constrangidos e parem de usar as armas – como muitos fizeram depois da assinatura do tratado que baniu as minas terrestres em 1997.

NOTA: Conheça o movimento de proibição das bombas cluster (em inglês)

FONTE: Veja Online

- Advertisement -
Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Inline Feedbacks
View all comments
Marine

Se essa moda mundial pegar no futuro vamos lutar as guerras com insultos e palavras feias, quem ofender o outro primeiro ganha…

Sds!

RL

kkkkkkkk…marine….gostei dessa..rssr.

A modernização da guerra de insultos que você menciona, sera levada a cabo em uma nova modalidade, versão:

Joken Pôh…Acho que é assim que se escreve..rsrs.

Ou, mais moderno ainda, Tesoura, Papel e Pedra.rssr

König

Ou em uma partida de Futebol Americano ou Rugby rsrs
Agora que conseguir que essas armas não sejam usadas em centros urbanos ja seria o bastante, E agora caso Russia,China assinarem esse acordo abre um mercado para as industrias nacionais, O Brasil fabrica essas bombas não é mesmo?
Saudações

RT

“países contrários à medida sintam-se constrangidos” – Ninguém que tem fabricas e estoques destas armas vão assinar, nunca.

Leo

Causar constrangimento….kkkk

Alguns destes países legalizaram até a tortura, matam civis todos os dias e chamam de terroristas, fazem prisões ilegais, assassinatos seletivos, etc…

Só um desinformado para achar que alguma coisa causaria “constrangimento” há alguns países.

Bosco

Será que as bombas de fragmentação contendo as “submunições inteligentes” como a Skeet (BLU-108) também estão incluídas no acordo.
As Skeets são muito seletivas e são acionadas contra alvos específicos, no caso, veículos de combate. Se não encontrarem um alvo válido no momento em que são dispersas elas explodem depois de um tempo pré-programado, que em geral não excede 24 horas.
Como custam cerca de 1 milhão de dólares, seus usuários não iriam lança-las se não tivessem certeza absoluta de obterem sucesso, portanto, não são usadas aleatoriamente, reduzindo a possibilidade de dano colateral à civis.

Leo

Bosco,

Se não me falha a memória, os movimentos contra este tipo de arma surgiram numa época em que um grande percetual das submuniçoes realmente não explodia.

Os argumentos dos fabricantes e governos que se recusam a bani-las é que este percentual foi muito reduzido e se encontra próximo a zero. Portanto não vêem necessidade em banir este tipo de armas.

Bosco

Essas bombas já vão tarde, pois têm muito mais efeito psicológico que efetivo.
Não são eficientes contra blindados e contra material, pessoal e veículos, algumas MK 82 com espoletas de proximidade são tão ou mais efetivas, sem os riscos aos civis embutidos.
Agora, os EUA vão relutar ainda muitos anos até aceitarem esse acordo já que gastaram bilhões no desenvolvimento e produção de uma séria totalmente nova de bombas de fragmentação de lançamento preciso a grandes altitudes e distância, como as WCMD, WCMD-ER, JSOW. Sem falar dos seus MLRS e TACMS que também distribuem essas “granadas/minas”.

Bosco

È Leo, mas o problema é que uma bomba como a CBU-71 por exemplo, lança 650 submunições. Se forem lançadas somente cem em um determinado país, teremos 65.000 bombinhas. Mesmo que apenas 0,5 % falhem ainda ficarão umas 300 por aí arrancando pernas de desavisados, depois que a guerra acabar.

Bosco

Mesmo um país com alto nível de “inteligência” (consciência situacinal) e com um alto padrão moral como os EUA, não deixam de joga-las onde não deveriam. Na Guerra do Iraque por várias vezes a mídia noticiou e mostrou os “containers” das bombas que foram lançadas sobre cidades populosas no Iraque e submunições que não explodiram.
Elas podem até serem úteis, mas não na guerra urbana.

Thiago

Só espero que nosso país não assine e outra só podia ser país europeu.

Leo

Bosco, Se os EUA tinham um alto padrão moral, acho que eles precisam resgatá-lo. Porque nos últimos anos o que existia foi para o espaço. Infelizmente não podem dar lição de moral a ninguém. Depois da farsa da guerra do Iraque, Guantanamo, Abu Ghraib, sequestros pela Europa, tortura institucionalizada, bombardeios e assassinatos de civis no Iraque, Afeganistão e agora Paquistão, quebra de sigilo nos EUA, perseguição a funcionários públicos e espiões que eram contra a guerra… será que esqueci de algo? Os números falam por si só. Aproximadamente 600.000 mil pessoas foram mortas no Iraque (segundo uma estimativa antiga que… Read more »

gabriel

o Brasil produz esse tipo de bomba?

Leo

Gabriel,

Sim, o Brasil produz e por isso não vai assinar o tratado.

Wilson Johann

O Brasil produz essas armas e deve continuar a produzí-las. São armas de fácil aquisição e estão ao alcance de nações menores. Como tem um efeito letal sobre o campo de batalha, dá para entender por que algumas nações desenvolvidas (européias principalmente) lutam para baní-las do mercado. Creio que por trás disso exista o desejo desses países de evitarem ter suas tropas sob uma chava mortífera de metal proporcionada pelas gluster. Através de um documentário, se não me engano sobre o desenvolvimento de armas pelo CTA, assisti ao efeito devastador dessas armas. Seus balins, dispersados quuando elas explodem no ar,… Read more »

Ulisses

Eu não sabia que o Brasil produzia esse tipo de arma,obrigado aos amigos do blog.

PS-Alguém tem informações ou fotos?

Wilson Johann

Por quê esses mesmos países não lançam um movimento para banir as armas nucleares? Ah, isso não, o que eles querem somente é que países como o Brasil não possua e produza certos tipos de armamentos.
Agora mesmo algumas nações devem estar de “cabelos em pé” pela venda de mísseis MAR-1 ao Paquistão. Alguém duvida?

Abraços!!

Ulisses

Wilson Johann,está certíssimo,não duvido nada,isto é agora,imagine depois quando estivermos exportando mais armamento,aliás somos os únicos na América Latina a exportar armas e equipamentos bélicos.

Um forte abraço.

Bosco

Leo, não concordo. Eu acho que os EUA ainda conservam um alto padrão moral. Eu lembro de um episódio em mil novecentos e oitenta, ou seria setenta? Sobre aquele caso que não me lembro direito, você lembra? Bem! Não me lembro agora. Mas aquele outro episódio muito ilustrativo na década de 60 em pleno governo Kennedy? Você lembra? Ou seria no governo Nixon? Bem! Você lembra! Não precisa que eu repita! E tem também aquele caso que mostra o valor moral americano. Ficou claríssimo no ano de mil novencentos e ….. Ou seria oitocentos? AH! Não estou me lembrando direito,… Read more »

Wilson Johann

É isso aí, Bosco.
Também lembro de vários epsódios significativos do padrão e enlevo moral dos americanos, notadamente durante aquela guerra nos idos dos anos… Bom você deve lembrar!

Abraços!!!

Hornet

Bosco, poxa! Vc esqueceu de citar aquele episódio, naquele dia, em que todo o processo foi mediado pelo Michael Jackson. Isso deu muita moral pros EUA também….rs.rs.rs. um forte abraço Brincadeiras á parte, cuidado para não confundirmos os EUA “oficial”, ou ainda os EUA do Bush, com os EUA. Os EUA é um país admirável (o que não quer dizer exemplar e nem mesmo invejável) em muitos aspectos….o que estraga um pouco às vezes (nos últimos tempos, muitas vezes) é a sua política internacional um tanto quanto truculenta e a relação um tanto quanto afastada do resto do mundo que… Read more »

Bosco

Eu particularmente não gosto dessas armas “burríssimas” e de altíssima imprecisão, mas uma coisa eu concordo, elas estão sendo tidas como desumanas pelos países “civilizados” porque já não interessam mais aos mesmo. A alta tecnologia (com altos custos) só acessível aos países ricos os faz detentores de armas muito mais eficazes, dando-lhes ao luxo de descartarem outras. Ato contínuo ao descarte vem a tentativa de impedir que os outros as usem, sob pena de serem acusados de “criminosos”, desumanos, etc. Caso típico são as minas terrestres anti-tanques que foram substituídas eficientemente pelas mísseis de precisão, helicópteros de ataque, etc. Um… Read more »

Wilson Johann

É o que eu digo, Bosco!

Saudações!!

Paulo Costa

O Brasil participou de uma campanha contra o uso de minas
terrestres,me parece que não vende mais minas para o exterior.
Notadamente na Africa,e Asia ,nos quais muitas vezes não
fazem os mapas,ou guardam os mapas de localização,daí a
campanha.As bombas cluster são lançadas de aviões dai
mais dificeis de serem usadas em certas areas,alem de
na nossa região ser dissuasor….

Almeida

Ideal, ideal mesmo, era nao usar arma nenhuma. Nunca. Como nao eh o caso e podemos fazer bom uso dessas bombas, acho q o Brasil nao deveria assinar este acordo. Ate pq, dado nosso historico “placido”, se um dia usarmos tais armas eh pq a coisa estara realmente feia. Ja basta termos assinado o Tratado de Nao-Proliferacao de Armas Nucleares num Mundo onde pelo menos 8 paises as possuem. Concordo com os colegas sobre a analise do interesse europeu nestes assuntos. Daqui a pouco vao dizer q submarinos convencionais sao covardes e irao promover um tratado banindo tais armas do… Read more »

Almeida

Quanto ao constrangimento de nao assinar tal acordo, pq sentiriamos remorso se NUNCA usamos tais armas? Nao temos do q ter vergonha, gracas a Deus!

Basta nao vendermos tais bombas por ai e mantemros nossa posiçao pacifista porem dissuasoria.

Almeida

Bosco, concordo contigo q o uso indiscriminado destas armas eh um horror. Mas lembre-se de q a capacidade de combate de uma unidade cresce exponencialmente com a concentracao de meios. Estas bombas tem tanto poder dissuasorio justamente pq causam receio na força oponente de concentrar seus meios. E este receio pode ate mesmo levar tal força a desconsiderar um ataque uma vez que concentrar seus meios seria perigoso demais e atacar sem ter superiodade numerica eh tao perigoso quanto. Ninguem eh maior e mais forte q ninguem, ninguem briga, ninguem se machuca!

To prolixo hj hehehe…

Hornet

Bosco, concordo contigo, e até acho que o Brasil não assinou esse tratado devido ao que vc falou: nos falta meios mais eficazes para nos livrarmos dessas bombas QI de Michael Jackson que temos e que ainda nos servem como um meio eficaz de dissuasão. No entanto, vendo o processo civilizatório da humanidade, desde os primórdios, parece que a tendência é, cada vez mais, matar sem ser considerado um bárbaro…vide a guilhotina, decepa a cabeça mas não faz o condenado sofrer…um aprimoramento tecnológico muito eficaz. Ao menos, muito mais “civilizado” que o machado, que às vezes cortava o braço antes… Read more »

Almeida

E, finalmente, sobre minha posiçao quanto ao Tratado de Nao-Proliferacao de Armas Nucleares, antes q alguem me taque uma pedra, deixe-me explicar minha posiçao: NAO sou a favor do Brasil desenvolver armas nucleares. Cruz-credo, eu cresci durante a Guerra Fria! Sou a favor de termos este direito caso, algum dia, se necessario, precisarmos delas. Ja basta termos isto claramente delineado em nossa Constituiçao.

Hornet

Concordo contigo Almeida. Sou contra as armas nucleares, e sou mais contra ainda a posse delas por apenas um “clube privê”. Ou acabamos de vez com isso, ou então libera geral…não acho que o Brasil deveria ter armas nucleares, mas deveria e deve ter o direito de tê-las se quiser.

um forte abraço

Hornet

E reafirmo, para deixar mais claro, sou contra as armas nucleares. Inclusive no Brasil. Mas não sou contra o direito de o Brasil ter armas nucleares.

abraços

Hornet

eitcha! tá difícil de me expressar direito…sou contra a decisão do Brasil não ter armas nucleares…ou seja, sou a favor do direto do Brasil ter armas nucleares se assim desejar… Não somos nem mais bonitos e nem mais feios que americanos, franceses, ingleses, russos, chineses, indianos, israelenses e paquistaneses (esqueci de alguém?)… Se esses malucos e encrenqueiros (vivem se enfiando em guerras, nunca vi coisa igual, deve ser falta melhor do que fazer…rs.) aí de cima podem ter armas nucleares, nós deveríamos poder também… mas para o bem do planeta e da humanidade, o certo seria ninguém ter…até porque, com… Read more »

Marlos Barcelos

sou a favor das armas nucleares, se todos os países tivessem armas nucleares não haveria mais guerras, porque não poderiam haver vencedores.

Vassily Zaitsev

Sou à favor de possuir-mos ambas: tanto as nucleares (coisa que acho impossível, vide a Constituição), como as clusters. Não somente sou à favor de o Brasil possuir bombas de fragmentação, como é imperioso tal necessidade. Em caso de necessidade de uso, que venha à ser usada somente em campo aberto, longe das cidades; pois dentro de perímetros urbanos, é como pedir para que inocêntes virem “picadinho”. Mas, como os conflitos atuais são caracterizados como assimétricos, ou seja, conflitos irregulares, quase nunca se sabe quem é inimigo ou civil. Pelo menos é o que está acontecendo com os EUA, no… Read more »

Wolfpack

Talvez Suiça + Luxemburgo + Costa Rica + Liechtenstein + o Vaticano + Andorra + a Noruega assinem este tratado. O mundo está tomado por hiprocrisias baratas. Temos armas de todos os tipos espalhadas por ai, minas terrestres de todos os tipos… Me desculpe Gandhi, mas com papel não se ganha nada… e acho até a própria Índia já consegue enchergar isso com estes últimos atentados em Mumbai. Se vc não estiver preparado alguém estará pronto para aproveitar esta fraqueza. Bem é o que penso… Alguém criou isso ai para aparecer bem na foto, só isso.

Marine

Me impressiona esse mundo utopico em que certos europeus pensam que vivemos hoje…sua ingenuidade e comica! Como o Hornet disse, tem gente que tenta fazer guerra menos barbarie como se matar o inimigo fosse ser menos barbarie dependendo da arma que voce usa… Gente o negocio e o seguinte: A natureza da guerra ainda e matar ou morrer, sempre foi assim, continua sendo e sempre sera! Por mais que o ser humano tente “embelezar” a guerra, o sofrimento, o inferno que ela e; Nao adianta! Esse negocio de Desert Storm de guerra por video, tudo bonitinho em que nao se… Read more »

Daniel Souza

Sou contra o uso das mesmas nos bombardeamentos táticos de zonas civis. Agora contra soldados inimigos não pode se considerar como crime de guerra, desse jeito vamos abolir as granadas de fragmentação.

Como o Vassily Zaitsev falou, nas guerras atuais é difícil discernir entre civis e militares, pois as guerras atuais são contra guerrilhas, contra civis, nessas guerras o uso de bomba de fragmentação é absurdo como essas próprias guerras no Iraque e Afeganistão, guerras imperialistas e absurdas que também deveriam ser abolidas.

Bosco

Marine, mas mesmo em uma guerra podem ser estabelecidos limites, caso contrário como poderemos julgar a uns “terroristas” por atentarem contra civis “inocentes”. Seriam “inocentes” os cidadãos dos países ocidentais que elegem democraticamente seus governantes? Na cabeça de um terrorista com certeza esses cidadãos não têm nada de inocentes. Por isso, há de se estabelecer regras, caso contrário a cabeça de cada um dita a norma e a barbárie impera. Armas especificamente anti-pessoais e que têm como objetivo direto causar sofrimento excessivo ao ser humano, não são consideradas politicamente corretas. É claro que esses acordos internacionais visam em última análise… Read more »

Marine

Bosco, Concordo plenamente e nao foi isso que quis dizer. Apenas me assusta essa mania de tudo hoje ser politicamente correto e aonde vamos parar com esse negocio de proibicao de armas consideradas desuhamanas… Eu vejo nas minhas viagens pelo mundo hoje um certo atrofiamento do “espirito guerreiro” que me preocupa…Obviamente gostariamos que o mundo vivesse em paz mas a realidade e que isso nunca acontecera e embora ninguem goste de briga, alguem tem que saber como e estar disposto a defender sua nacao, sua familia e essa linha de pensamento pra mim me assusta pois na minha humilde opiniao… Read more »

Bosco

Marine,
plagiando alguém:
A paz se estabelece não pela falta de conflitos, (já que o conflito é inerente à espécie humana) mas pela imposição da justiça.
Tem tudo a ver com o que falou.
Um abraço.

Bosco

Daniel, mesmo contra soldados no campo de batalha eu acho essas armas muito desumanas, já que em geral mutilam e causam um sofrimento excessivo àqueles que não matam de imediato. Fragmentos voando em um campo de batalha é o que mais tem, mas em geral são tidos como “efeitos secundários” provocando “danos colaterais”. Essas bombas cluster ao contrário tem como efeito primário exatamente produzirem esses fragmentos erráticos na grande maioria dos modelos. E as que não explodem suas “minas” no ar e que visão atingir um alvo explodindo no impacto, não possuem nenhuma precisão, sendo muito ineficientes. Sem falar no… Read more »

Paulo Costa

Concordo que o mundo ainda é feito no braço,e o pais que não se prepara em termos de segurança ,pode ter complicações a frente. Mas isto não muda fatos que ocorrem no mundo como as campanhas contra exportar minas a certos locais sem consiencia do que pode ocorrer no futuro.Na Bosnia ,com observdores da ONU, minaram uma area para defesa de uma cidade ,as minas lançadas por ar ou sistema movel,era na cor amarela para evitar que crianças as manuseassem com o tempo,dai uns meses,a cidade foi cercada ,e os alimentos foram lançados pelo ar em pacotes, mas os pacotes… Read more »

[…] Iraque, Coreia do Norte, Paquistão e Brasil estão entre os países que se recusam a assinar um tratado para banir as bombas cluster, um tipo de armamento considerado obsoleto e altamente letal para civis. Noventa e cinco países […]

Marine

Se essa moda mundial pegar no futuro vamos lutar as guerras com insultos e palavras feias, quem ofender o outro primeiro ganha…

Sds!

RL

kkkkkkkk…marine….gostei dessa..rssr.

A modernização da guerra de insultos que você menciona, sera levada a cabo em uma nova modalidade, versão:

Joken Pôh…Acho que é assim que se escreve..rsrs.

Ou, mais moderno ainda, Tesoura, Papel e Pedra.rssr

König

Ou em uma partida de Futebol Americano ou Rugby rsrs
Agora que conseguir que essas armas não sejam usadas em centros urbanos ja seria o bastante, E agora caso Russia,China assinarem esse acordo abre um mercado para as industrias nacionais, O Brasil fabrica essas bombas não é mesmo?
Saudações

RT

“países contrários à medida sintam-se constrangidos” – Ninguém que tem fabricas e estoques destas armas vão assinar, nunca.

Leo

Causar constrangimento….kkkk

Alguns destes países legalizaram até a tortura, matam civis todos os dias e chamam de terroristas, fazem prisões ilegais, assassinatos seletivos, etc…

Só um desinformado para achar que alguma coisa causaria “constrangimento” há alguns países.

Bosco

Será que as bombas de fragmentação contendo as “submunições inteligentes” como a Skeet (BLU-108) também estão incluídas no acordo.
As Skeets são muito seletivas e são acionadas contra alvos específicos, no caso, veículos de combate. Se não encontrarem um alvo válido no momento em que são dispersas elas explodem depois de um tempo pré-programado, que em geral não excede 24 horas.
Como custam cerca de 1 milhão de dólares, seus usuários não iriam lança-las se não tivessem certeza absoluta de obterem sucesso, portanto, não são usadas aleatoriamente, reduzindo a possibilidade de dano colateral à civis.

Leo

Bosco,

Se não me falha a memória, os movimentos contra este tipo de arma surgiram numa época em que um grande percetual das submuniçoes realmente não explodia.

Os argumentos dos fabricantes e governos que se recusam a bani-las é que este percentual foi muito reduzido e se encontra próximo a zero. Portanto não vêem necessidade em banir este tipo de armas.

Reportagens especiais

Poder Aéreo no Fort Worth Alliance Air Show 2015

Em setembro participamos do Fort Worth Alliance Air Show 2015, realizado no aeroporto Worth Alliance em Fort Worth, no Texas. Este show aéreo...
- Advertisement -
- Advertisement -