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Boeing confirma oferta de pagamento de multa caso não cumpra o contrato

Wilson Tosta

vinheta-clippingFabricante dos caças F-18 Super Hornet, que disputam a concorrência FX-2 para fornecer os novos caças de ataque da Força Aérea Brasileira (FAB), a Boeing Company, dos EUA, confirmou hoje que se ofereceu ao governo do Brasil para pagar uma multa pelo não-cumprimento de eventuais obrigações contratuais.

A empresa ressaltou, porém, que o oferecimento foi feito apenas como “demonstração de confiança”, não por incerteza do cumprimento de qualquer item que venha a ser contratado. Em nota, a empresa afirmou ainda não acreditar que a FAB vá pedir a penalidade e fez um breve histórico de sua atuação na transferência de tecnologia. O maior temor do País é que, no futuro, o governo ou o Congresso americano vetem a cessão de itens tecnológicos aos brasileiros.

“A Boeing tem um registro excelente em seus programas de transferência de tecnologia no mundo. Já completamos mais de R$ 60 bilhões em programas de participação industrial, todos cumpridos integralmente antes ou dentro do prazo estipulado. É este histórico que faz a Boeing confiante de que executaremos todas as obrigações de transferência de tecnologia que fizemos no Brasil como parte da concorrência pelo programa FX-2. A Boeing não acredita que a FAB irá requerer uma penalidade financeira para obrigações não satisfeitas. No entanto, ofereceu a penalidade como demonstração de confiança, e não por incerteza do não cumprimento de qualquer obrigação”, diz o texto.

A nota foi uma reação a declarações do ministro da Defesa, Nelson Jobim. Na última sexta-feira, ele afirmou que a empresa oferecera, por carta, um seguro de 5% do valor da tecnologia a ser transferida (caso não ocorra a transferência) e disse que a oferta gerara no governo a percepção de que nem a Boeing tinha segurança sobre a possibilidade de transferência. Os americanos disputam a concorrência, de US$ 10 bilhões, contra o Rafale-C, da francesa Dassault – que tem a preferência do governo – e contra o Grippen NG, da sueca Saab.

Os EUA iniciaram recentemente uma ofensiva para tentar vencer a concorrência. O porta-aviões USS Carl Vinson, com Super Hornets a bordo, esteve no Rio. E vieram ao País autoridades americanas, como a secretária de Estado, Hillary Clinton, e o secretário de Comércio, Gary Locke.

FONTE: Agência Estado, via Notimp

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‘Pilotos de caça fazem filmes, pilotos de bombardeiro fazem história’

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Bombardeio Nivelado no simulador WarBirds

Por Francisco Bischoff

Durante a 2ª Guerra, basicamente duas “frentes” determinavam o caminho da vitória: o avanço em terra e o avanço no ar. No ar, o responsável por este papel eram os bombardeiros. Diferentemente dos aviões multi-tarefa atuais, os bombardeiros da 2ª GM tinham uma missão relativamente “simples”, entrar em território inimigo e destruir os alvos estratégicos inimigos.

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No WarBirds, o bombardeio nivelado procura representar, com algumas facilidades, o sistema de mira Norden, utilizado na época (inclusive na Coreia e Vietnam) pelos americanos. Com base na altitude e velocidade do bombardeiro, o ângulo da mira é automaticamente calculado pelo simulador, mostrando o lugar exato onde a bomba deverá atingir o alvo. Obviamente isto tudo era calculado e ajustado manualmente no avião real.

No WarBirds, a Norden possui um “atraso”, que visa simular o tempo que o responsável pelo bombardeio levava para ajustar a mira de acordo com as condições de vôo.

Basicamente necessitamos seguir os seguintes passos:

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1 – Escolher o melhor ângulo para bombardearmos o alvo: antes de iniciar uma missão de bombardeio, precisamos conhecer o alvo. Os aeroportos tem diversas orientações, alguns são orientados Norte-Sul, outros Nordeste-Sudoeste e os alvos vitais (acks – artilharia antiaérea, radar, radio hut) e secundários (hangares, warehouse, etc) possuem varias disposições, por isso precisamos saber qual aproximação é melhor para numa passagem acertarmos a maior quantidade de alvos possíveis.

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2 – Ajustar o ângulo de aproximação: ao chegarmos próximo ao alvo, convém descermos à baía de bombardeio, utilizando a tecla Y e ajustarmos minuciosamente de forma que o bombardeiro esteja indo diretamente para o alvo.

3 – Ajustar a Norden: Após termos o avião corretamente ajustado, precisamos ajustar a nossa mira. Para isso, mantemos pressionado a tecla 2 do teclado numérico (precisamos estar na baía de bombardeio para esta tecla funcionar) e neste momento temos a visão da Norden. Normalmente ela está apontando para um lado qualquer, e lentamente vai sendo ajustada para o sentido do vôo. Quando a Norden estiver pronta, aparecerá uma luz verde e a partir deste momento podemos confiar que ao largarmos uma bomba, é para lá que ela vai.

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Durante os pontos 2 e 3, podemos utilizar o comando de Aileron para fazermos ajustes na mira. Podemos até bombardear alvos em zig-zag, dependendo da habilidade do piloto.

4 – Bombardeio: Na primeira passagem, convém que acertemos a maior quantidade possível de alvos vitais, mas não vamos desperdiçar munição quando não temos garantia de acertar o alvo. No Warbirds 3, para alegria de muitos, o raio de ação das bombas é relativamente grande, dependendo da carga da mesma, por isso dificilmente necessitaremos de uma segunda passagem. Porém quando necessitarmos de uma segunda passagem, aconselhamos uma técnica que poupa algum tempo no sentido de ajuste da Norden.

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Normalmente quando pensamos em segunda passagem, imaginamos seguir em frente, fazer meia-volta e iniciar um novo ataque. Isso até resulta, porém temos algumas desvantagens. (1) precisamos passar por cima do aeroporto onde as acks tem melhor alcançe; (2) passar para o outro lado e voltar é um caminho muito longo e demorado; (3) precisamos recalibrar a Norden, pois o sentido de vôo mudou completamente.

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Com isso a técnica utilizada no WarBirds é lançar as bombas e dar meia-volta rapidamente. Assim nos afastamos das acks (artilharia antiaérea), avaliamos os estragos causados (de longe) e se não for necessário uma segunda passagem, vamos para casa. Caso a segunda passagem seja de fato necessária, basta fazermos outra meia-volta e rapidamente pularmos para o posto de bombardeio, para conferir se a Norden continua regulada e fazer os ajustes mínimos para continuarmos o bombardeio.

Claro que esta é apenas uma das várias técnicas que podemos utilizar para bombardeio nivelado, mas imaginamos ser esta a mais efetiva. Podemos também ter atenção a atitude do avião. Se ativarmos o piloto automático para manter a velocidade constante (Shift+X), podemos acelerar ou retardar o avanço da Norden pelo alvo de acordo com a aceleração que aplicamos no motor (pois para manter a velocidade constante, o piloto automático move o nariz da aeronave para cima e para baixo, o que modifica a trajetória da bomba), mas ok, não vamos complicar no início :-)

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Como voar no WarBirds?

Para voar o WarBirds conectado ao servidor Tabahost© siga os passos abaixo:

  • Baixe o simulador (arquivo de quase 1Gb) clicando aqui e instale no seu Windows, de preferência no XP.
  • Baixe o programinha THLauncher.
  • Baixe o set de medalhas (THWB3ImagePack.zip), descompacte e instale na pasta \offln\common, dentro da pasta do WarBirds.
  • Crie uma conta no fórum do Tabahost clicando aqui. Seu login e senha do fórum servirão para você conectar o seu WarBirds ao servidor Tabahost, utilizando o THLauncher.

SAIBA MAIS:

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Black Hawk Down!

O depoimento de um sobrevivente da batalha de Mogadíscio

Mike Durant era o piloto do MH-60 “Super 61″ em 5 de outubro de 1993 quando sua aeronave foi atingida no rotor de cauda por RPG. Na última sexta-feira Durant, agora na reserva, esteve no Redstone Arsenal (Alabama) e deu uma palestra sobre as lições de vida que este episódio marcante trouxe.

Confira o texto no site das Forças Terrestres.

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‘Distributed Aperture System’ do F-35

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FAB é destaque no site da FACh

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Helicópteros de Brasil se suman a acciones humanitarias

Las aeronaves realizaron una travesía por territorio argentino y cruzaron Los Andes con recursos extras de oxígeno.

A las 18:30 horas del jueves arribaron a la losa del aeropuerto Carriel Sur, asiento de la Guarnición Aérea de Concepción, dos helicópteros Black Hawk de la Fuerza Aérea de Brasil, FAB, al mando del Mayor Newton Zanchatti, con un contingente de 17 personas y material de primeros auxilios.

Las tripulaciones y efectivos de la FAB se sumaron a las acciones que desarrollan las fuerzas armadas chilenas para ir en ayuda de las víctimas y damnificados por la catástrofe que afectó a la zona centro sur del país. Las aeronaves realizaron una travesía por territorio argentino y cruzaron Los Andes con recursos extras de oxígeno.

Para el Teniente de la Fuerza Aérea Brasilera Bruno Roque, participar de esta misión “es muy importante, ya que es el momento de mostrar el sentimiento de fraternidad que nos une como naciones hermanas”.

En tanto, el jueves se realizaron dos evacuaciones aeromédicas para el traslado desde Curanilahue hasta Concepción de tres personas que sufrieron un accidente carretero en la zona devastada por el terremoto y posterior tsunami.

El jueves también se registró una visita de la Presidenta de la República, Michelle Bachelet a la zona afectada a bordo de un avión Casa 212, en que se trasladó a Talca y Concepción. En la oportunidad, la Mandataria resaltó la labor de las Fuerzas Armadas y enfatizó el trabajo del Personal y Pilotos quienes son los encargados de “repartir la ayuda humanitaria a los sectores en que no hay un acceso por tierra”.

En las últimas jornadas la FACh realizó labores de entrega de ayuda humanitaria a las localidades de Santa Juana, Arauco, Lota y de reconocimiento a la Isla Santa María./pma

FONTE: FACh

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Dois Black Hawk sobre os Andes

Confira abaixo o roteiro das aeronaves H-60 da FAB em missão de ajuda humanitária às vítimas dos terremotos no Chile.

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FONTE: FAB

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E o Gripen NG não foi

Segundo informações do site indiano de economia , Saab enviou os modelos D para avaliação na Índia

A fabricante de caças Saab Internacional mandou dois exemplares do seu caça Gripen D para ser avaliado em Bangalore (Índia) para a concorrência indiana MMRCA (Medium Multi-Role Fighter Aircraft).

Segundo informou o site Business Standard, a não apresentação do equipamento oferecido pode desqualificar a Saab de todo o processo. Mas mesmo que ele não seja desqualificado, os outros competidores podem até pedir a anulação de toda a concorrência pelas vias jurídicas.

Ainda segundo o site, o Gripen NG não foi enviado porque a Força Aérea da Suécia decidiu adquirir o novo modelo do caça da Saab e ordenou uma série de modificações no demonstrador. Desta forma, a agência de certificação aeronáutica da Suécia ordenou uma série de testes no avião antes que o mesmo possa deixar o espaço aéreo sueco para se dirigir à Índia.

Pilotos da Força Aérea da Índia tiveram a oportunidade de voar o demonstrador na Suécia em abril do ano passado, assim como a FAB também teve condições de analisar o caça.

FONTE: Business Standard

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F-X2: com a palavra o Presidente

Por que o senhor ainda não autorizou a compra dos super caças? Não há potência econômica sem poder militar e os riscos à nossa soberania são evidentes.

Presidente Lula – Ainda não tomamos uma decisão a respeito justamente pela importância que a escolha terá sobre a capacidade de defesa e sobre o desenvolvimento tecnológico e industrial do Brasil. Temos que ser muito cautelosos. A FAB já fez sua análise e pré-selecionou três modelos que atendem às suas necessidades técnicas. Agora é a hora de o governo fazer a análise estratégica, política e econômica para apontar qual proposta trará mais benefícios para a sociedade. Decidimos fazer da política nacional de defesa um eixo de desenvolvimento econômico e de autonomia tecnológica. Vamos bater o martelo somente depois de concluída a análise do Ministério de Defesa, de ouvir o Conselho de Defesa Nacional e considerando as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa. Posso adiantar que a empresa a ser escolhida, seja qual for, terá que se comprometer com a transferência irrestrita de toda a tecnologia de ponta.

FONTE: Tribuna do Norte, via Notimp

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Janio de Freitas: ‘não há indícios de que a decisão esteja próxima’

Para jornalista da ‘Folha’, decisão sobre o programa F-X2 não ocorrerá em breve

Amanhã se completa o mais recente, sexto na série e nem por isso último, prazo informado pelo ministro Nelson Jobim para a decisão do governo entre os aviões de caça francês, americano e sueco que disputam a multibilionária compra brasileira.

Não há indício algum, hoje, de que a decisão entre os três possíveis fornecedores esteja ao menos próxima. Apesar de completados, quando em 19 de fevereiro Nelson Jobim avisou que em 20 dias sairia a decisão, já um ano e duas semanas da advertência do comandante da Aeronáutica de que a compra precisava ser fechada em 2009, sendo 2010 ano de eleição presidencial. E ainda se completavam nada menos do que dois anos da notícia dada ao país, por Lula, de haver “negociações muito adiantadas para a compra do caça francês” Rafale, do qual o presidente Sarkozy se fez agente de venda.

Nelson Jobim não conseguiu demover a FAB das conclusões a que chegou a análise, extensa e minuciosa, das conveniências de cada avião e das respectivas propostas para os seus planos de modernização e autonomia industrial.

O argumento brandido pelo Ministério das Relações Exteriores, supõe-se que baseado em conhecimentos aeronáuticos e financeiros nunca pressentidos, de que “às vezes o barato sai caro”, não se limitou ao autor dessa percepção extraordinária, ministro Celso Amorim. Foi adotado contra a FAB e a opinião crítica.

É, porém, nesse mesmo quesito financeiro, embora considerado em outra de suas incidências, que está uma das importantes constatações da FAB que os associados ao projeto Rafale não conseguem derrubar.

Seja qual for a redução de preço oferecida pelo fabricante Dassault e pelo governo francês, o Rafale continua sendo, de longe, mais caro do que o americano F-18E e o sueco Gripen NG. Mas não é aí que está a mais forte restrição financeira ao caça francês. É que, mesmo vindo o seu preço a tornar-se milagrosamente inferior aos outros dois, o custo de sua hora de voo continuará a mesma. E exigirá da FAB gasto de três vezes e meia a hora de voo do Gripen, o indicado pelas conclusões da análise tripla.

Ou seja, com o gasto de uma hora de exercício em um Rafale o piloto da FAB pode fazer três horas e meia com o Gripen. Além de querer seus pilotos capacitando-se o máximo possível, a FAB tem ciência de que o seu orçamento não será jamais, em todo o futuro antevisto, um presente dos deuses.

A par de questões como o fornecimento de peças, sobre o qual a FAB não teve experiência satisfatória com a Dassault para os seus Mirage, e a transferência de tecnologia, a preferência de Lula e de Jobim pelos franceses encontrou mais obstáculos resistentes. E, como previu o comandante Juniti Saito, o ano de campanha para eleição de presidente não é apropriado para negócios bilionários. Ainda mais tratando-se de uma insistência pelo que é mais bilionário e, apesar de tentativas variadas, não se explica de maneira convincente. Muito pelo contrário.

FONTE: Folha de São Paulo, via Notimp

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Realeza sueca chega no final do mês

Gripen está na bagagem

Samanta Sallum

vinheta-clippingEstocolmo Depois de 25 anos sem vir ao Brasil em caráter oficial, a realeza sueca se prepara para visitar o país no fim deste mês. O rei Carl Gustaf XVI e a rainha Silivia chegam a Recife no dia 22, com grande expectativa pelas praias, e cumprem agenda a partir do dia seguinte, em Brasília. O casal real aceitou um convite feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano passado, e chega acompanhado de uma grande delegação de empresários. Já atuam no Brasil 220 multinacionais de origem sueca, como a Ericsson e a Volvo. A programação prevê um encontro com o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, que levará o rei e a rainha para conhecer a Amazônia.

Nas conversas, um assunto polêmico não poderá ser deixado de lado: a licitação para compra de 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB). A Suécia participa com o Gripen NG, projeto da Saab, e ainda tem esperança de que Lula reveja a preferência já explicitada pelo francês Rafale. O americano Super Hornet, da Boeing, também está no páreo.

O governo sueco afirma que a viagem não está relacionada diretamente aos caças, mas ela se segue à visita do presidente francês, Nicolas Sarkozy (em setembro), e à da secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, que acaba de se reunir com Lula e o chanceler Celso Amorim, em Brasília. Nada mais oportuno do que o casal real e representantes do governo sueco também marcarem presença. Foi mera coincidência a ida do casal real ao Brasil neste momento, de grande expectativa pela definição do contrato. A viagem estava sendo programada havia muito tempo, e acreditávamos até que o assunto já estivesse resolvido a essa altura, explica o vice-ministro das Relações Exteriores para Comércio, Gunnar Wieslander. Não pretendemos fazer qualquer tipo de pressão. Só vamos continuar mostrando que a Suécia e o Brasil têm longa tradição em parcerias industriais, e que realmente é possível desenvolver um projeto conjunto com efetiva transferencia de tecnologia.

Vantagens

Na forma diplomática de demonstrar que oferece a opção mais adequada, o governo sueco argumenta que não está sujeito a injunções de terceiros países em questões geopolíticas e militares. O fato de a Suécia não ter presença permanente no Conselhos de Segurança da ONU, por exemplo, é exibido não como desvantagem, mas como garantia de que não seria suscetível a pressões para retaliar o Brasil, caso contrarie interesses de outro país. Temos tradição. Quando assinamos um contrato, cumprimos rigorosamente, destaca o vice-ministro.

Ele não menciona casos específicos, mas não é difícil compreender a referência lembrando o fato de a França ter apoiado o Reino Unido na Guerra das Malvinas (1982), o que dificultou para o governo de Paris o cumprimento de contratos que tinha com a Argentina na área militar.

Negócios sólidos

O Brasil está entre os 10 países onde a Suécia mais investe. Por outro lado, a Suécia é a maior consumidora de etanol na Europa, compradora do Brasil. Queremos aprofundar as relações e buscar formas de facilitar os negócios, diz o vice-ministro de Relações Exteriores para Comércio, Gunnar Wieslander. Ele se refere aos impostos e sobretaxas cobrados reciprocamente. O casal real e a comitiva de empresários passarão dois dias em São Paulo, onde terão encontros na Fiesp e farão uma visita à Embraer, em São José dos Campos mostra do interesse sueco na indústria Aeronáutica.

O presidente brasileiro conhece bem o peso das multinacionais suecas, que hoje empregam 50 mil trabalhadores no país. O próprio Lula foi um deles: trabalhou na Scania, onde liderou uma de suas primeiras greves o que, na Suécia, é motivo de admiração e simpatia entre autoridades e empresários. E foi Lula quem disse que a melhor fabrica da Suécia, fora da Suécia, é o Brasil. São Paulo é considerado o maior centro industrial sueco, por concentrar 220 empresas do país. Os suecos gostam de lembrar que veio de seu país o cimento usado na construção do Cristo Redentor, e de que foi em Estocolmo que a Seleção Brasileira conquistou a Copa do Mundo pela primeira vez, em 1958.

Mas a maior referencia brasileira para os suecos é Silvia, chamada de rainha brasileira porque sua mãe nasceu no Brasil. Silvia foi criada em São Paulo e esteve no Brasil mais recentemente em 2008 sozinha, para participar de uma conferência sobre direitos da infância.

FONTE: Correio Braziliense, via Notimp

NOTA DO BLOG: é possível que a decisão do F-X2 saia somente após a visita do casal real.

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Flanker e PAK-FA lado a lado

Flanker_X_T-50 1

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Para quem ainda não teve a chance de comparar as duas aeronaves lado a lado, aqui vão duas fotos da Sukhoi.

Quiz: quais são aquelas duas aeronaves no alto da segunda foto?  Dica: são da mesma fábrica que produz os caças.

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Boeing NewGen Tanker para o KC-X

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A Boeing revelou imagens do seu ‘NewGen Tanker’, para atender aos requisitos do Programa KC-X da USAF. A nova aeronave usará um “boom” de reabastecimento controlado por “fly-by-wire” de capacidade maior e terá winglets mas pontas das asas para economizar 4% de combustível.

O NewGen Tanker será baseado no Boeing 767 e vai incorporar tecnologias do Boeing 787 Dreamliner. Ele concorrerá com o Airbus A330 na disputa.

A Boeing diz que o B767 queima 24% menos de combustível que o Airbus e que o NewGen Tanker economizará US$ 10 bilhões de combustível em 40 anos de operação.

As novas winglets, as pequenas extensões na ponta das asas, melhoram a performance do jato reduzindo o arrasto. Dados de testes de voo revelam que as winglets reduziram o consumo e as emissões de dióxido de carbono em 4,4% no 767. Elas também melhoram a performance na decolagem, ajudando a reduzir as emissões e o ruído.

NewGen Tanker KC-X 2

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