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A-1 modernizado pousa pela primeira vez na Base Aérea de Santa Cruz

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A-1 modernizado pousa em Sta Cruz - foto FAB

Um dos protótipos da aeronave A-1 modernizada (A-1M) pousou pela primeira vez na Base Aérea de Santa Cruz (BASC) na última segunda-feira (04/03), onde fará testes no seu sistema de armamento. Os equipamentos de última geração instalados no avião devem proporcionar um ganho operacional na precisão dos sistemas de navegação, ataque e comunicação criptografada.

A entrega do primeiro A-1M para a Força Aérea Brasileira está prevista para abril deste ano. O Esquadrão Adelphi (1º/16º Grupo de Aviação) da BASC será o primeiro a receber a aeronave. Enquanto isso, seus militares se prepararam em cursos ministrados em São José dos Campos (SP) pela EMBRAER.

A-1 modernizado pousa em Sta Cruz - foto 2 FAB

FONTE e FOTOS: FAB (1°/16° GAVCA)

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11 COMMENTS

  1. Interessante. Achava que não seria necessária uma modificação nesta área, visto que o A-1 é relativamente “espaçoso”, ao contrário do F-5.
    Bom, o projeto desde o início já visava o “crescimento” do jacto. Eu gosto desse avião. Apesar dos custos de aquisição, da falta de escala e do fim da Guerra Fria, o avião é um ótimo projeto!

    Valeu Nunão!

    E bate uma nostálgia essas imagens de hangar…de manutenção…o salário é de fome, mas é divertido! 🙂

    • De fato, Giordani, o A-1 é espaçoso internamente, especialmente por ter fuselagem profunda, então há muitas baias para aviônicos abaixo do piso da cabine.

      Mas a modificação no nariz era necessária porque a antena do radar novo (e os demais sistemas correlatos) é maior do que a prevista no desenvolvimento original da aeronave.

      Mas isso não implica em aumentar o comprimento do avião, apenas aumentar a área do radome (que é de um material composto específico) à custa de parte da fuselagem anterior para permitir a instalação do radar numa posição mais recuada do que seria com o modelo original (por exemplo, o diminuto radar que equipa os AMX italianos), mantendo o comprimento original. A comparação do radome do A-1 com o do A-1M mostra isso claramente.

      A diferença em relação ao F-5M é que o A-1 originariamente tinha espaço para crescimento que permitiu uma modificação talvez menos “traumática” na área, ao passo que o F-5M teve que passar por um corte maior para instalar a antena do radar mais recuada e perder um canhão para arranjar espaço para a instalação de novos sistemas.

  2. Nunao, boa tarde (extendido a todos)!!
    Nao haveria possibilidade da Embraer retomar o projeto do AMX e dar uma repaginada no avião, remotorizando, e integrando um radar com funcionalidades ao menos próximas de um AESA, elevando sua capacidade de carga e manobrabilidade ( talves colocando os canards como os do modelo no tunel de vento ) ??
    Nao seria uma boa para a FAB retirar dele (AMX) um possível multifunçao nacional ( já que agora até interceptaçao os pilotos de A-1 terão (oportunamente)de fazer ??

    • Eduardo, boa tarde.

      Eu acho que não valeria a pena quanto ao custo-benefício, porque a necessidade premente da FAB é de jatos de desempenho bem mais alto do que o possível com essa repaginada que você descreveu (que só no quesito remotorização já significaria um gasto muito elevado). Essas mudanças não tornariam a nova aeronave um substituto ao que a FAB realmente precisa, que é de supersônicos modernos.

      Mas não quero me estender em justificar mais essa opinião. Prefiro ler a opinião dos demais.

  3. Acho que a modernização que está sendo feita já dá uma grande repaginada no A-1 e o colocará no estado da arte quanto às missões de reconhecimento e ataque, para o qual ele foi projetado. Não é preciso mais do que isso, nem mesmo canards…

  4. Nunao, repaginar. a partir do projeto,modificando partes essenciais como dissse antes ,mas no sentido de utilizar(ja q demorara muito desenvolver do zero) o projeto como base para um novo vetor adicionando as tecnologias atuais e chegar a um projeto nacional em tempo habil ja que tanto enrolam o FX2 (mesmo crendo q na LAAD a novela acaba c/ vitoria da Boeing). Sobre a modernizaçao ja em curso dos A-1 só tenho elogios pois fizeram muito dentro da ffragilidade de um projeto hoje obsoleto.

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