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Segunda geração de E-Jets terá aviônica Primus Epic 2 da Honeywell

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cockpit E-Jets de segunda geração - imagem Embraer

A Embraer informou nesta segunda-feira, 4 de fevereiro, que selecionou a Honeywell para fornecer o sistema integrado de aviônica Primus Epic 2 para a segunda geração de E-Jets, cuja entrada em serviço está prevista para 2018. Segundo a empresa, a decisão é mais um importante marco no programa que tem previsão de lançamento ainda este ano. No mês passado, a Embraer selecionou a Pratt & Whitney como fornecedor de motores.

“A Honeywell tem sido um valioso parceiro comercial da Embraer por muitos anos e, por isso, é com grande confiança que estendemos nosso relacionamento para este importante programa”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial. “Acreditamos que a evolução do Honeywell Primus Epic, incluindo monitores de grandes dimensões, oferecerá a flexibilidade para uma contínua inovação no cockpit, além de oferecer um sistema maduro e uma transição suave para os pilotos entre a atual e futura geração de E-Jets.”

O sistema integrado de aviônica Honeywell Primus Epic 2 que equipará a segunda geração de E-Jets será uma evolução do sistema Primus Epic, existente na atual geração, o que garantirá um alto grau de comunalidade para os pilotos. Os cinco monitores com dimensões de 8 por 10 polegadas serão substituído por quatro grandes monitores de 13 por 10 polegadas com capacidades gráficas avançadas. O Next Generation Flight Management System (Sistema de Gestão de Voo de Nova Geração), da Honeywell, já em desenvolvimento na geração atual de E-Jets, proporcionará maior capacidade de planejamento de voo, navegação e desempenho da aeronave.

“O Honeywell Primus Epic 2 é incrivelmente inovador, altamente integrado e com tecnologia comprovada que tornam o voo mais seguro e eficiente. Nossos sistemas aviônicos são encontrados dentro dos aviões mais bem-sucedidos do mundo, incluindo a atual família de aeronaves EMBRAER 170/190”, disse John Bolton, Presidente de Air Transport & Regional Aerospace da Honeywell. “Estamos comprometidos com a continuidade de nossa parceria, enquanto procuramos oportunidades adicionais nos E-Jets com nossa ampla gama de produtos e serviços.”

Somente nos E-Jets, o sistema Honeywell Primus Epic acumula mais de nove milhões de horas de voo. Como esta aviônica é baseada em software, a Embraer será capaz de integrar de forma simples e efetiva as futuras funcionalidades de comunicação, navegação e gerenciamento de tráfego aéreo.

Assim como na atual família de jatos comerciais, a segunda geração de E-Jets estará equipada com Head-up Displays (HUD) duplos, que serão oferecidos como opcionais. A seleção do fornecedor para este sistema irá ocorrer ainda este ano.

A segunda geração de E-Jets será um passo significativo no compromisso da Embraer de investir continuamente nessa linha de jatos comerciais. Motores de última geração, juntamente com novas asas de aerodinâmica avançada, moderno sistema eletrônico de comandos de voo fly-by-wire, assim como outras evoluções de sistemas, resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo das aeronaves. O objetivo da Embraer é oferecer sempre o melhor produto e manter sua liderança no mercado de 70 a 120 assentos, no qual mais de 900 E-Jets estão em serviço em todo o mundo. Atualmente, 62 clientes de 42 países já operam ou estão prestes a receber os E-Jets da Embraer.

FONTE / IMAGEM: Embraer

Colaborou: Marcos

 

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MarcosGiordaniVaderMauricio R. Recent comment authors
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Mauricio R.
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Mauricio R.

OFF TOPIC…

…mas nem tanto, afinal é sobre um jatinho que vai dar trabalho:

(http://www.flightglobal.com/news/articles/PICTURE-G280-sets-15-new-city-pair-speed-records-381869/)

Te cuida, Embraer.

Vader
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Simplesmente espetacular esse cockpit.

Giordani
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Giordani

Tudo bem que esse manche é funcional, ergômetrico e tudo o mais, mas é feio esse guidon de bicicleta!!! Mas antes isso do que essa bobagem de joystick…

Marcos
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Marcos

Giordani

Ainda não está definido a questão do “guidon” ou do “sidestick”. Pode
ser que venha a ser alterado, como foi no caso do Legacy 500, que
inicialmente previa-se o uso de manche convencional e depois optou-se
pelo uso de sidestick. Vai depender muito do que os operadores irão querer.

Fazendo um gancho: os sucessivos anúncios de empresas que participarão do fornecimento de equipamentos, sistemas, peças e componentes do KC-390, mas só isso, tem haver com os atrasos nos repasses de verba por parte do Governo Federal, como sempre!

Mauricio R.
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Mauricio R.

“…tem haver com os atrasos nos repasses de verba por parte do Governo Federal, como sempre!”

Pensei que era necessidade de aparecer, criar urgência ou então algum fato novo, frente aos mais de 300 Super Hércules vendidos.