Poder observar e fotografar bem de perto as manobras de solo da Esquadrilha da Fumaça (EDA), numa posição estratégica, é um privilégio. Mas também é uma pequena provação. A cada aeronave da fila que fazia sua curva para deixar o pátio e pegar a pista de táxi, o vento forte da hélice e os jatos dos tubos de escape levantavam poeira, lembrando ao fotógrafo que tudo na vida tem seu preço. Mas creio que esse vale a pena pagar, ano após ano.

 

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Clésio Luiz

Desgraça pouca é bobagem. Eu já um Super Hornet quase mandar um cara que estava filmando-o para o chão, quando esse estava taxiando e fez uma curva para estacionar. O pior foi o piloto ter avisado para o cara se abaixar, mas ele não entendeu e levou uma “ventada” nas fuças que deve ter doido.