domingo, janeiro 16, 2022

Gripen para o Brasil

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RAC MiG deverá exportar 73 aeronaves entre 2010 e 2014

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

A fabricante de aeronaves russa RAC (Russian Aircraft Corporation) MiG deverá estar entre os cinco maiores construtores de aeronaves de caça no mercado mundial no período que vai de 2010 a 2014.

O Centro de análises de comércio de armas de Moscou TsAMTO apresentou recentemente um estudo sobre o mercado de caças no período 2010 a 2014. De acordo com o centro de análises russo a norte-americana Lockheed Martin deve encabeçar a lista com a entrega de 211 caças neste período, seguida de perto pela Sukhoi com 206 entregas. A chinesa Chengdu deverá exportar 156 aeronaves. Em seguida vem a Boieng com 83 vendas e a MiG com dez entregas a menos. O consórcio Eurofighter entregará possilvelmente 64 aviões e a Gripen International, fechando a lista, com um total de 27. Fato interessante foi a não consideração da fabricante francesa Dassault pelos analistas da TsAMTO.

A demanda mundial por caças no período estudado é de 923 aeronaves e considera as entregas em andamento e possíveis vendas. O quadro apresentado conta com números mais otimistas que os quinquênios anteriores. A previsão do TsAMTO inclui tanto as entregas diretas como as montagens de aeronaves no país que fechou os contratos. O estudo também leva em consideração caças usados dos estoques das Forças Aéreas de países fabricantes que eventualmente seriam exportados, após sofrerem modernizações.

TRADUÇÃO E ADAPTAÇÃO: Poder Aéreo

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tplayer

Todo mundo chutando a Dessault, está sendo bonito de ver isso.

ZE

Nem na bola de cristal da TsAMTO o Rafale aparece.

Parece que ele está fadado ao esquecimento

[ ]s

Observador

Não há nada de mais na lista.

Quantos Rafales a Dassault exportou?

ZERO.

Quantas opções de compra (vendas possíveis) pelo Rafale?

ZERO.

Se é para a Dassault aparecer na lista, teriam que incluir, por exemplo, a Indústria Japonesa Mitsubishi com 98 unidades de F-2 construídas.

Afinal de contas, ambas empresas produzem apenas para seus próprios países. Uma empresa não pode porque o Japão não permite exportar armamentos; já a outra, bem, todos nós sabemos os motivos, não?

Observador

Em tempo:

“Uma empresa não pode EXPORTAR porque o Japão não permite exportar armamentos;…”

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