terça-feira, agosto 16, 2022

Gripen para o Brasil

Embraer está prestes a fechar outra grande venda de Super Tucanos, desta vez na Ásia

Destaques

Alexandre Galante
Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Super Tucano avionics

O site Flightglobal noticiou que a Embraer está em negociações com mais de cinco países da Ásia para a venda do EMB-314 Super Tucano.

Segundo entrevista realizada na feira Singapore 2010, com o vice-presidente da Embraer para o Mercado de Defesa Orlando Neto, um dos potenciais clientes pode ser tornar o segundo maior operador do Super Tucano depois da FAB.

A Embraer já vendeu o EMB-314 para a Colômbia, Chile, República Dominicana e Equador.

Orlando Neto disse que a vantagem do Super Tucano é que ele pode ser usado como treinador de pilotos militares, graças à sua aviônica de quarta geração, mas também pode ser usado para vigilância, com sua baixa velocidade de turboélice.

A elevada gama de armas que ele pode carregar e o fato de poder operar em pistas mal preparadas, dão ao avião um caráter único.

Na semana passada, o comandante da Força Aérea da Indonésia disse à mídia local que planeja comprar 16 Super Tucanos.

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Democracia

Quais os outros cinco ?

Viva a República !!!

marujo

Esta é mais uma prova de que a política da
Embraer de investir em nichos de mercado está correta. Agora, está na hora da empresa começar a pensar numa nova plataforma, intermediária entre os Super Tucanos e os caças de 4,5 geração. Um caça moderno, polivalente e de baixo custo, acessível aos paises com poucos recursos para a defesa.

brujhar

Linda foto do post.

brujhar

Marujo,

Eu acho difícil a Embraer pensar em tal caça intermediário, acredito que o foco dela seja o KC-390. Tomara que tenha o sucesso de vendas igual ao tucano e super tucano.

CosmeBR

Tomara que não ocorra veto dos EUA!

dumont

Boa nova, acho que ainda há muito espaço para o ST. Ainda poderia ser desenvolvida a capacidade de patrulha naval leve (util principalmente para paises com pequenas fachas litorais). O sistemadearmas tem uma proposta em detalhes…). E uma versão anti carro (equipado com o spike ou o hell fire). Se fosse tudo modular teriamos um vetor exepcionalmente versatil que substituiria/concorreria com uma gama de vetores, a maioria mais caros, inclusive de asas rotativas. É claro que haveriam desvantagens mas haveriam vantagens também e o ganho logistico seria grande. Marujo, acho que os custos dos caças de 5a geração acabam abrindo… Read more »

Rafael

O Super Tucano possui alguma medida de proteção contra misseis, ou é so na fé e na sorte?

A-Bomb

#
CosmeBR em 03 fev, 2010 às 11:12

Tomara que não ocorra veto dos EUA!

Pouco provavel.
A não ser que a Embraer tente vender os ST para o Irã ou Coreia do Norte.
Caso contrario acho que não vai ter veto.

Fábio

Rafael,

O ST tem “provision for” para lançadores de chaff&flare.

carl94fn

Me lembro quando aqui no blog tinha um monte de gente que só falava mal do ST, e aí daquele que falasse bem… que bom que mudou né…

sds

Flanker

Os ST têm acento ejetor?

Marcelo Tadeu

A Embraer sempre soube explorar nichos de mercado. Foi assim com o Bandeirante, o Brasilia, o Tucano e até o AMX. Este último iria ter boas vendas, mas o fim da Guerra Fria com a invasão de vários aviões de segunda mão soviéticos no mercado desfez as pretenções.

Vejam o que está acontecendo com a linha executiva, a linha E-jets e futuramente, o KC-390, pois, têm países interessados em deixar o A400M porque o preço está nas alturas, como já fez a Africa do Sul, futura cliente do KC-390.

Ivan

Marujo, Sua proposta de Caça Leve (e barato) passa primeiramente pelo resultado do F-X2. Se ganhar o Gripen NG não haveria a necessidade de um Caça Leve, por ser ele um monomotor e projetando tendo em vista um baixo custo operacional, pelo menos em relação aos bimotores contemporâneos como SuperHornet, Rafale e Typhoon. Contudo, vencendo o SuperHornet (improvável) ou o Rafale (provável) haverá sim uma necessidade grande de um Caça Leve, como vc propos, que poderia ser derivado (ou desenvolvido em conjunto) com um LIFT, que acredito igualmente necessário. Apenas como referência os UAE – Emirados Árabes Unidos, que tem… Read more »

Soldier

Flanker

TEM ACENTO EJETOR nas 02 versões.

Alexandre M.P.

Veto americano? alem de vendas para Iran e Corea do Norte, eles podem querer nos vetar pra favorecimento de vendas do T6, como ja estao fazendo pressão internamente (deputados) para favorecimento da Beechcraft nas concorrencias internas. Voces se lembram do Osorio, que levou a concorrencia na Arabia mas perdeu a venda pro Abrahans americano? Temos que tomar muito cuidado com eles.

Alexandre Marcondes

skywalker

Turma:

Um amigo meu da colônia judaica me informou que recentemente uma missão de técnicos da Elbit em Israel esteve visitando a Malásia, Tailândia, Filipinas e Indonésia, avaliando aspectos de customização, manutenção e adaptação de aviônicos. . . Seriam esses possíveis usuários do ST?

Carlito

“Segundo entrevista realizada na feira Singapore 2010, com o vice-presidente da Embraer para o Mercado de Defesa Orlando Neto, um dos potenciais clientes pode ser tornar o segundo maior operador do Super Tucano depois da FAB.”

Alguma chance de ser a India?

bruno luiz

Boa galante, agora comentário vale nota, assim o Bosco vai virar o campeão sempre rsrs.

Mauricio R.

A Malásia trocou a ECM israelense em seus Su-30MKM, por equipamento sul-africano.

Mauricio R.

A agua no chopp italiano está a tdo vapor.

(http://www.defensenews.com/story.php?i=4473037&c=MID&s=TOP)

Ramir

Aff!

Até a Africa do Sul produz seus proprios aviônicos, pq nois naum ? Digo por empresas brasileiras!

Justin Case

Ramir, boa noite.

A África do Sul investiu pesado, no passado.
“Importou” muitos engenheiros israelenses que ficaram disponíveis quando cancelaram o projeto Lavi.
É uma maneira interessante de fazer “transferência de tecnologia”.
Abraço,

Justin

“Justin Case supports Rafale”

Carlito

A África do Sul, na verdade, priorizou outras áreas de conhecimento. Investiram no projeto de mísses e aviônicos, enquanto o Brasil deu maior ênfase ao projeto e fabricação de aeronaves.

Não produzimos mísseis e aviônicos como eles, mas eles também não produzem aviões como nós. Quem investiu melhor, só o tempo dirá. Acho que cada um aqui deve ter uma opinião formada sobre o assunto.

Mas eu arriscaria a dizer que hoje as áreas de conhecimento dos dois países se complementam em vários setores.

zaquel013@hotmail.com

como seria bom se houve-se uma
parceria maior do que VANTS…
um tucano trubinado com armamento
da africa do sul com maior area de
atuação e baixo custo.
que pude-se nos livra de embargos
americanos !

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