sábado, maio 15, 2021

Gripen para o Brasil

O canhão e o fusquinha

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

O canhão GAU-8 de 30mm do jato de ataque A-10 Thunderbolt II ao lado do Volkswagen Fusca.

GAU-8 30mm VW

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Francoorp

Olhando desta prospectiva… medonho hein??

Luan

Ja pensei em fazer um diorama baseado nessa foto,dificil é achar o fusca e o canhão sozinho na mesma escala.

PC

Acho que com o nosso transito atual, o “veículo” da esquerda até que cairia bem…
sds

Musashi

Uma coisa que não entendo.
O nosso Super Tucano esta participando de uma concorrência para sustituir o A-10. Mas algum dos concorrentes da concorrência (mesmo o ST) conseguem se equivaler em poder de fogo com o A-10?
Certamente a Avenger não cabe no ST. Existe equivalência com alguma outra?

Luan

Não vão substituir os A-10 Musashi.Tanto que o A-10 é da USAF e os ST vão para a Marinha.Apenas vão fazer missões parecidas contra insurgentes.

O A-10 ainda vai fazer muita terra-planagem mas queria ver uns video tipo” Super Tucano Clearing Insurgents”

[]’s

Felipe Cps

Que monstro! 🙂

Bosco

Luan e Musashi, existe sim um programa da USAF em que nosso ST está participando, mas como disse o Luan ele não é para substituir o A-10, e sim para ser usado em outros cenários. O requisito de tal aeronave, além de um razoável poder de fogo, é ter um custo (aquisição e operação) extremamente baixo (menos de 1000 dólares hora). O A-10 deverá ser substituído daqui uns 10 anos pelos F-35A mas somente em operações de alta intensidade em guerras convencionais. O canhão GAU-8 é usado como uma arma anti-tanque de alta precisão como uma alternativa de baixo custo… Read more »

Bosco

A arma guiada mais comum que deverá ser usada pelo F-35 nas mesmas situações em que se usava antes o GAU-8 será a bomba SDB II que poderá fazer apoio aproximado a partir de grandes altitudes e distâncias (80 km +) da linha de frente.

Baschera

É mas….. o poder de fogo de um ST com quatro conjuntos lançadores de foquetes SBAT-70 também não é desprezível…… principalmente se disparar tudo só de uma vez.

Sds.

Bosco

Sem dúvida Baschera. O problema é a falta de precisão.
Contra alvos de ponto e reforçados ou blindados não serve, mas sem dúvida para o tipo de situações que ele pode enfrentar, como na guerra assimétrica, em que os alvos em geral são espalhados e não blindados os foguetes são ótimos.

Bosco

Uma rajada do GAU-8 tem um CEP de 3 metros quando disparado de 3000 metros.
Uma solução que daria uma capacidade similar ao Super Tucano seria dotar os foguetes de 70 mm com kits de guiagem laser como os do APKWS para alvos macios e Hellfires, Mavericks ou GBU-12 para alvos blindados.

Musashi

Bosco,
as 12,7mm das asas seriam uteis para suporte de fogo aproximado?
Ou este ficaria mais a cargo do Pod GIAT 20mm?
(Existe algum pod de canhão com maior poder?)

Baschera

Bosco,

Concordo, se os foguetes tivessem maior precisão seria melhor.

Mas que a rajada dos quatro pods é o inferno é….. para quem estiver lá em baixo….:)

Sds.

Bosco

Musashi,
servir serve mas tem que torcer pro cara lá em baixo não ter uma .50 ou um Stinger.rsrsr….
Eu acho que o casulo com canhão de 20 mm é o máximo que o ST suporta. Outros seriam muito pesados para os pontos duros existentes.
Só de curiosidade na década de 80 se cogitou em armar o F-16 com um casulo com canhão conhecido como GEPOD (GAU-13), ele era um mini GAU-8, só que com 4 canos ao invés de 7. O projeto não foi pra frente.

Bosco

O problema é que pelo que sei, e se a minha memória não me falha, existem no mundo em torno de 200.000 mísseis antiaéreos portáteis (Manpads), grande parte deles nas mãos de forças irregulares. Chega a ser surpreendente não ter tantos atentados terroristas contra aviões civis usando esse artifício, dada a quantidade desses mísseis espalhados por aí. Um avião como o Super Tucano tem a vantagem de ter uma pequena assinatura térmica se comparado a um avião a jato, mas mesmo assim um desses mísseis é eficiente, mesmo que em distâncias menores. Helicópteros também têm baixa assinatura térmica comparada aos… Read more »

Ivan

Bosco, Valeu pela aula. Operacionalmente as metralhadoras são úteis em missões de polícia aérea (aviso e abate de pequenas aeronaves ilegais), bem como em situações de baixa intensidade (como infantaria e veículos leves em campo aberto). Nas situações de média intensidade ou com riscos de mísseis (manpads) ou artilharia leve anti-aérea é melhor usar os recursos tecnológicos que possuem (ou podem possuir), com armas guiadas como bombas guiadas a Laser/GPS, mísseis como Hellfire ou Mokopa, até mesmo um Maverick, além da ótiva alternativa de “foguetes de 70 mm com kits de guiagem laser como os do APKWS”. Bem que poderiamos… Read more »

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