segunda-feira, abril 12, 2021

Gripen para o Brasil

Solução ‘Hi-Low’ novamente para a FAB?

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

mirage-iiiebr

Na década de 1970 o Brasil adotou duas aeronaves de combate para atuar na primeira linha da sua aviação de caça: o Dassault Mirage IIIEBR e o Northrop F-5E Tiger II.

Os Mirage IIIE atuaram principalmente como interceptadores, embora tivessem capacidade de ataque ao solo.

Os F-5E atuaram como caças táticos, acumulando as funções de interceptação e ataque.

Agora que o Programa F-X2 está na reta final, surge o impasse: a aeronave favorita do atual Governo é o Dassault Rafale, mas a proposta economicamente mais atraente é a do Saab Gripen.

Será que nossas autoridades já pensaram em continuar com a filosofia de manter dois vetores de caça na primeira linha da FAB, adquirindo o Rafale para substituir os Dassault Mirage 2000 e o Saab Gripen, para substituir os F-5EM e AMX?

Tudo indica que a aeronave que tem a preferência da FAB é o Gripen, pelo custo de aquisição e de operação mais baixo, mas essa escolha vai contra a opção do Governo Lula pelo Rafale. Adquirir as duas aeronaves seria uma forma de conciliar as duas opções, viabilizando a aquisição de um número bem maior de aeronaves para a futura substituição dos F-5EM e A-1M.

Resta saber como se daria a produção de duas aeronaves de combate distintas no país.

f-5e

- Advertisement -

173 Comments

Subscribe
Notify of
guest
173 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
AMX

Já escutei entre membros da FAB que se os partidos de oposição, leia-se “serra e cia” ganharem a eleição. Vão cancelar todo o programa. E vão optar por comprar caças de segunda mão do EUAs.

Mas já escutei tanta coisa que não duvido de mais nada.

Abraço

Wolfpack

No Way! A FAB procura um único vetor multitarefa que cumpra as funções dos F5EM, A1 e Mirage2000 atuais. Seja qual for o vencedor será um único vetor Eu penso o FX2 com uma forma de capacitação da industria aeronautica local e é uma solução temporaria apesar dos provaveis 20/30 anos de operação, mas acredito que o Brasil deseja a tecnologia e esta servir de impulso para o caça de 6a geração Made in Brazil.

Rodrigo Rauta

Desde o inicio era favoravel ao Gripen , pelo s mesmos motivos que a FAB. Mas tb achava essa ideia hi-low muito interessante e ainda a acho, principalmente devido a ofersta dos franceses e suecos em termos de pacotes off-sets e TT. Acho que seria muito interessante o Governo avaliar isso, além do que iriamos operar dois aviões modernissimos ao mesmo tempo! So um adendo: a unica coisa de faria diferentes seria que no lugar dos Rafales , eu iria de F-15K com esse novo radar dele, o APG-82! Ia ser bem bacana ter a “aguia” tomando conta dos nossos… Read more »

Challenger

Acho interessante essa solução, mas talvez para o futuro, isso também vai de encontro com a tendencia mundial de maximizar recursos de manutenção.

E a Embraer, noiva cortejada do momento como fica?

O Gripen NG ainda não está pronto, é preciso saber como ficará no final. Um novo Governo está a vista, quem sabe?

Challenger

Rodrigo
O F-15, é bem mais caro de manter que o Rafale, que é criticado justamente por seu preço.

Bronco1

Eu compraria logo tudo de Gripen (até chegar aos 120 tão desejados pela FAB) e partiria imediatamente para um projeto de 5° geração para começar a ser incorporado imediatamente depois que o último lote de Gripens tivesse sido recebido. Assim haveria ainda um bom tempo com FX-3 e FX-2 voando em conjunto e uma substituição lenta e gradual dos Gripens pelos caças mais avançados de 2025/2030 em diante. O que falta é planejamento. E é justamente por falta de planejamento, inclusivo o financeiro e os contingenciamentos, que a frota passa boa parte do ano groundeada. É triste dizer isso, mas… Read more »

Rodrigo Rauta

Challenger , a questão do f-15 é apenas um gosto pessoal, uma opinião minha, só isso! Mas se for pra pagar caro com o Rafalle, que se pague caro pelo F-15, que é muito mais avião!

Abraços!!!

Antonio

Eu realmente já esperava por este post a algum tempo, e acho válido o questionamento. Embora pareça absurda logo de cara, pq implica em treinamento diferente, logísticas diferentes e etc, talvez os aviões possam se complementar. O Rafale para a proteção do litoral, por ser uma aeronave com maior autonomia e que já tem integrado ao seu pacote de armas os mísseis antinavio. O Gripen para as bases na fronteira do país. Quando se olha para a END, vê-se que a ampliação quantitativa dos vetores de combate da FAB pode trazer sérias implicações orçamentárias. Se realmente o Gripen NG (que… Read more »

Alexandre Galante

Obrigado Conde, corrigido. Ficou mais simples e claro agora.

Junior

Com dois vetores o Brasil tem muito a ganhar em tecnologia,e possivelmente não teremos mais que comprar caças.
Isso seguindo a lógica mais sei lá!!?

Challenger

Rodrigo, entendo.

Mas gosto por gosto, se for pra escolher um caça monomotor, prefiro o F-16C/D, que é bem mais potente que o Gripen, e mais testado, e o RAFALE é logico.

O F-16 embora muitos o considerem ultrapassado, é um senhor Caça, perguntem aos Chilenos.

URUTAU

Caros senhores

Agora a conversa mudou esta sim sempre foi a melhor solução creio eu
36 Rafales ou 36 F-15K na vanguarda fazendo a limpeza mais grossa digamos assim e os Gripens NG na sobra ou no apoio como queiram
Essa idéia sim me entusiasma de verdade

Forte abraço

Conde Edmundo Dantas

Atenção redatores: “ir de encontro” significa concordar”. Para expressar posição contrária deve-se usar “ir contra”.

Eduardo

Caro Conde Edmundo Dantas,

Creio que o sr. se enganou, amigo.
“Ir de encontro” significa ir contra; já “ir ao encontro” significa concordar.
Abs.

Fabio

Essa idéia beira o absurdo!! Quando nações muito mais poderosas economicamentes e com verbas fixas para defesa estão optando por um UNICO avião capaz de executar todas as missões, o Brasil que hoje não conseguiu acabar de modernizar todos os F5 vai adotar DOIS aviões com praticamente tudo diferente um do outro??? É brincadeira né? piada de mal gosto?? Já basta o Exército alguns anos atrás ter “engolido” trabalhar com os Leopard e M60, uma dificuldade tremende pois os carros eram totalmente diferentes!!! Tem que escolher um dos 03 logo, qualquer um, e pronto!! qualquer um dos 03 será mais… Read more »

emerson

Hei, Vamos à história para entender a compra do Mirage III e di F5. A Fab no fim da década de 60 estava com um grande problema em relação à sua aviação de caça, por causa da retirada prematura dos Gloster Meteor (F-8 na Fab) que foram substituidos emergencialmente pelos treinadores T-33. O problema era tão grave que a Fab chegou a usar o xavante como caça por algum tempo. Na época, a FAB buscou aparelhos inclusive americanos (o próprio F5 era o preferido, assim como o F4). Mas os americanos não aprovaram a venda. Foi quando a FAB escolheu… Read more »

João Curitiba

Prezados Galante e Conde

Ir “de encontro” é ir contra. A favor é ir “ao encontro”.

Saudações

João Curitiba

Caro Eduardo

Enquanto eu escrevia você postava. Foi mais rápido no gatilho.

Abraços

RL

Penso que seria interessante a FAB ter seus 120 Gripen NG e ao mesmo tempo ter dois esquadrões de RAFALES em Anapolis, totalizando 24 unidades.

Os RAFALES poderiam ter ainda os seus irmãos da MB, uma quantidade de 30 unidades.

Girpen NG – 120.
Rafale F3 – 24
Rafale F3M – 30

Alexandre Galante

João, obrigado, tinha usado “de encontro”, mas mudei pra ficar mais objetivo.

Alexandre Galante

Emerson, ótimo comentário, adicionando a história à discussão. Mas como você mesmo disse, “A opção Hi-Low foi um jogo comercial e não uma estrategia operacional”.

O jogo comercial não se repete agora?

emerson

Olá RL, Sua ideia me parece equivocada. Uma das coisas legais da FAB é o uso de aeronaves em pool. Ou seja, não há aeronaves que pertençam a esse esquadrão ou para aquele outro. Elas giram em funçao da lista de manutenção. E agora, com a unificação dos modelos F5M e A29, ocorre o mesmo entre os grupos. Com isso, voce reduz o custo de manutençao, de treinamento e a propria estrategia de distribuição de aeronaves no territorio. Se ha problemas em uma região, voce reforça apenas alocando mais aeronaves, se o problema aparece em outro ponto, voce refaz a… Read more »

Robson Br

o Gripen NG seria quase uma solução paliativa e não daria a superioridade necessária. Concordo com o Challenger que a solução muito mais barata seria o F-16 C/D, já que os principais componentes do Gripen é anglo/americano e o NG ainda está no papel. A idéia do mix é absurda e vai de encontro com a modernidade das FFAA atuais. Veja os EEUU que praticamente vão padronizar a força aérea e a aviação naval com um só caça. Está tendo reação contrária lá tambem, mas já esta decidido a muitos anos atras e o planejamento é esse. Essa idéia que… Read more »

emerson

Olá Galente, De fato, o fator comercial continua mas a preseça da Embraer muda o cenario. Em 1970 a Embraer somente podia montar os Xavante, não dava para pensar nela montando supersonicos. Acho que chegaram a acreditar que a Embraer forneceria os FX-0 no fim da década de 90, mas a crise economica pegou a FAB e a Embraer. Hoje, o negocio é colocar a embraer para atuar na montagem do FX-2 mas para se tornar a parceira do FX-3. Me parece que é esse o grande negocio em jogo. Os americanos já têm o F-35, e os russos o… Read more »

FelipeTP

A dupla Hi-Lo só deveria existir se for 5ª geração + 4ª geração. Ter duas aeronaves de 4ª geração é um tiro no pé, e mais futuramente, poderiamos ter 3 vetores, com um futuro 5ª geração. Acho uma ideia muito absurda ter Rafales + Gripens. Não é simplesmente porque gripen é mais barato que o Rafale, que uma dupla será mais barata do que operar só Rafales. Existem outros fatores como escala, por exemplo. Devemos concentrar em apenas uma aeronave, para diluir mais o preço de manter uma logística. Ter dois caças, necessida manter duas logísticas. Dependendo da quantidade pode… Read more »

emerson

O F-16 logo logo fecha a produção, assim como o F2000 já fez. O Grippen, mesmo o NG, não pode ser navalizado.

Sinceramente, entre F16 usados e os F5M ou F2000 de segunda mão da força aerea francesa, melhor ficar com o que já sabemos usar, e bem.

Mas entr F16 novos, e os Rafales ou F18, o F16 seria uma escolha infeliz.. sem falar que ele não pode ser navalizado.

roda roda roda… chego ao F18 e ao RAfale.

Junior

Será que o pessoal não percebe,!!!
Tem gente q fica falando q esse aquele caça é melhor,na minha opinião isso não interessa o que interessa é a transferência de tecnologia e se o Brasil consegue assimilar e desenvolver em cima dessa tecnologia.

Afinal essas armas vão servir apenas para poder de dissuasão, a change de uma guerra é de menos de 1%.

E mesmo que houvesse uma guerra,o que fariamos com 36 su-35, torceriamos para não quebrar nenhuma peça até o fim da guerra?

emerson

Felipe,

Voce colocou bem. Se o problma é preço então é melhor ficar com os Grippens totalmente e equipar a MB com Rafales ou F18. Sem HI-Low na FAB.

Mas o custo de unificar a FAB e a MB tambem deve pesar na escolha.

emerson

CAro AMX

O medo dos pilotos da Fab é compreensivel. Basta lembrar que FHC não comprou nem o avião presidencial, preferindo alugar os jatos da TAM, e não tiveram coragem de completar o FX-1 (quando concorriam o F16, Mirage 2000 e Su35). MAs o FX-1 era uma compra de prateleira com o pais em crise economica, sem dolares e sem credito.

Challenger

Emerson

O foco do FX1 era capacidade BVR, que a FAB , não tinha.

O FX2, é bem mais ambicioso, visa capacidade de construir e manter sem muita dependencia do fabricante, não acredito nessa coisa de TT irrestrita de nenhum dos fabricantes, mas os Franceses por hora tem a proposta mais coerente.

O FX1 foi cancelado com a desculpa do Fome zero, mas a FAB concordou porque queria trocar o M2000BR pelo RAFALE.

ferrazfa

Perdoe-me a intromissão, mas discordo do Conde Edmundo Dantas no tocante à sua nota: “ir de encontro” significa concordar”. Para expressar posição contrária deve-se usar “ir contra”. Pois quando eu estudei português, ir ao encontro significava ir em sentido contrário. O correto seria “ir ao encontro…”
Meu conterrâneo esta totalmente correto.
OBS: a menos que com a nova ortografia isto tenha mudado…
SDS

emerson

Olá Wolf,

Não haverá um 6G-BR. O custo de desenvolvimento seria proibitivo. Voce poderia pensar em um 6G franco-brasileiro ou sueco-brasileiro. Também acho dificil um 6G russo-brasileiro. Os americanso já tem o consorcio tradicional de colaborar com os ingleses e estamos fora. Basta ver que até o Japão esta fora do F-35 e F22.

Ou nos associamos com os franceses ou com os suecos. Caso contrario, o 6G será uma nova compra de prateleira.

FelipeTP

AMX,

Dizem muita coisa, eu já ouvi que seriam mais M-2000.

Challenger

Qual seria a quantidade ideal de Caças pra FAB, sem comprometer sua boa operação?

RenanZ

Taí uma solução extremamente coerente !!!

Claudio

Na verdade tanto os EUA, Russia, China, Índia usam e vão continuar usando diferentes caças para diferentes missões.
Alguém acha que os paises da Europa que vão comprar os F-35 e que usam atualmente os Typhoon, vão aposentar estes nos próximos 20 anos. É ruim.

emerson

Olá Challenger. Verdade. Além do que o desempenho do F5M na Cruzex mudou completamente a cabeça da FAB, até porque eles abateram o Mirage2000 francês (quando o F5M operou com o R99). Eles perceberam que o F5M foi o FX-1 exatamente nesses termos: capacidade BVR. Lembra da confusão que deu com o Chile? Na verdade, o F16 do Chile foi quase uma resposta ao F5M. Por isso também acredito que quando falam em F16 para a FAB esquecem que o F5M já cumpre muito bem o papel desses aviões. Tambem acho que o FX2 tem outro objetivo. Se cancelar o… Read more »

Azul&branco

Já estão arregando??

emerson

Claudio,

Claro que eles vão usar o F35 junto com os atuais pelos proximos vinte anos, pois a capacidade de fabricação dessas aeronaves é limitada. Há a expectativa de se contruirem 3000 F35 até 2040, ou seja, por 30 anos, cerca de 1000 por ano, 100 por mês… riso.. parece a fabrica da Fiat de Betin fazendo UNOS…. Mas em 2040, eles estaão com as frotas unificadas por mais 20 anos, até a entrada do 6G deles.

carlos  argus vieira

O sr Lula ñ é burro é vai adquirir esses dois vetores, apesar do gripen NG ter tecnológia dos ianks…ai é q entra os dois por um+ conhecimento sensível ,e ser parceiro de ambos , sendo com os francos tbm na construção dos SMB , pelos menos 05, uns 20 subs SSKs escopens e tecnológia espacial, p nos ensinarem a como se fazer um veículo lançador de satélite; q a anos estamos tentando..Talvez agr saia, vire realidade..Quem viver verá.

Hornet

Que eu saiba só existe um país, mais poderoso economicamente que o Brasil (mas que na verdade já está dando empate técnico em termos de PIB), que optou por um único caça padrão de suas forças: a França (embora já projete o nEUROn). Todos as demais potências militares mundiais estão optando por (ou continuando com) um mix hi-lo. EUA – F-22, F-35 e Super Hornet. Inglaterra: Typhoon e F-35. Ìndia – SU-30, FX deles (que tem os nossos 3 candidatos e mais o MIG-35 e o Typhoon na concorrência) e ainda tem aquela história com o PAK-FA. Russia – SU-30,… Read more »

Getulio - São Paulo

Penso que se der Rafale, como 6 serão fabricados na França, para garantir eles serão entregues antecipadamente no próximo 7 de setembro. Os franceses e o governo brasileiro faria disso um fato consumado até porque há interesse no nosso sócio em mostrar que as coisas sairão como foi combinado. É possível conviver com o Rafale e F-2000.

Billy

Esqueceu da US Navy:
F-35 B/C
F-18 E

A-Bomb

“AMX em 26 set, 2009 às 19:10 Já escutei entre membros da FAB que se os partidos de oposição, leia-se “serra e cia” ganharem a eleição. Vão cancelar todo o programa. E vão optar por comprar caças de segunda mão do EUAs. Mas já escutei tanta coisa que não duvido de mais nada.” Então esta ferrado o FX2. Acho bem dificil a Dilma levar essa. Ela e antipatica e de experiência politica duvidosa. Se Ciro Gomes não entrar no pareo acho que o Serra leva em primeiro turno. Se Aercio for vice então…. Não sei porque o Mula empacou na… Read more »

emerson

Hoje a frota da FAB é de 12 (mirage) F2000, 75 A29 (com mais 24 para serem entregues), 35 F5M (com mais 25 para serem modernizados), 53 AMX (dos quais apenas 48 serão modernizados), 22 xavantes que serão subtituidos pelos F5M, e a MB tem 22 A4 (dos quais apenas 12 serão modernizados). total: 268 contabilizados, sendo 169 jatos. total efetivo (considerando apenas os que foram ou serão modernizados): 231, sendo 132 jatos. daí podemos imaginar que o FX2 irá fornecer cerca de 100 caças para a FAB e 20 para a MB, chegando a 120 no total, provavelmente 12… Read more »

emerson

Pelo contrario, O F2000 será o primeiro a dar baixa na FAB (aposto que acaba pousando em Buenos Aires, junto com outro lote direto da França) porque ele não faz datalink com o R/E 99. Já o F5M, A1M e A29 estão todos conectados e o FX2 também estará. Ao invés da FAB investir no F2000 para torna-lo conectado ao datalink, melhor é substitui-lo pelo FX-2, criando uma rede dos F5M, A1M, A29, FX-2 e E/R-99. HOje o F2000 cumpre o mesmo papel dos velhos Mirage III, guiados pelo CIndacta, claro que com vantagens com melhor radar, turbinas mais potentes… Read more »

Felipe Cps

Hi-low entre Rafale ou F-18 e o Gripen NG seria a solução dos sonhos, contanto que tivéssemos a vinculação de percentual do PIB (mínimo de 1%) exclusivamente para INVESTIMENTO em defesa, excluídas (por óbvio) as despesas correntes e com pessoal. Como não temos isso, a FAB vai de uma única aeronave e seja o que Deus quiser. ____________ Dizer que este ou aquele que ganhar a eleição irá cancelar o FX2 ou o ProSub é nada mais do que propaganda pré-eleitoral da mais farsante. Não há dados para afirmar esse tipo de coisa, de maneira que se torna uma afirmação… Read more »

Felipe Cps

emerson em 26 set, 2009 às 20:14

“daí podemos imaginar que o FX2 irá fornecer cerca de 100 caças para a FAB e 20 para a MB” e “Já a MB ficaria com 10 embarcados e 5 em Macega e 5 em manutençao.”

DADOS QUE CORROBOREM TAL ASSERTIVA, POR FAVOR???

emerson

Fico pensando como ficará o Centauro com o Pampa, operando juntos, e o Adelph e os SentaPua/RompeMato em Santa Cruz.

Acho que o primeiro a receber o FX-2 será o Jaguar, depois o Pampa. O Sentapua/rompemato e Pacau ficarão com os F5M até o segundo lote de FX-2.

Já o Adelph e Centauro…. alguem tem um palpite?

BOSS

Seria o ideal.

Teriamos mais tempo pra desenvolver os Gripen, inclusive substituir a turbina americana por uma francesa.

Combates Aéreos

Caça J-20 marca 17 x 0 em exercício de combate aéreo

Apesar de estar em desvantagem numérica, um piloto do Exército de Libertação Popular da China (PLA) voando um caça...
- Advertisement -
- Advertisement -