domingo, abril 18, 2021

Gripen para o Brasil

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Zero: onze. Buffalo: zero.

Destaques

Fernando "Nunão" De Martini
Pesquisador de História da Ciência, Técnica e Tecnologia, membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Nas primeiras semanas de dezembro de 1941, há 67 anos, os Brewster Buffalo da Força Aérea Australiana (RAAF – Royal Australian Air Force) estavam sendo varridos do céu da Malásia pelos Mitsubishi A6M2 Zero da Marinha Japonesa. Uma das unidades da RAAF na área era o 453º Esquadrão, para o qual o jovem piloto australiano Gregory-Richmond Board havia sido designado meses antes, a tempo de presenciar o recebimento dos primeiros Buffalos pela unidade, após os aviões serem desencaixotados e montados no local. 

Inicialmente, o esquadrão tinha a missão de proteger Singapura de esperados ataques japoneses, tarefa que, conforme instruções do Serviço de Inteligência, seria fácil: “eles nos contaram que os melhores caças japoneses eram velhos biplanos com revestimento de lona, que não teriam a menor chance contra os Buffalos“.

Nos primeiros dias da luta, a unidade partilhava o aeródromo de Sambawang, na Malásia, com o 21º Esquadrão da RAAF, cujas aeronaves são retratadas na foto abaixo. Em 10 de dezembro, conforme o relato de Board, o 21º “foi varrido do céu até o último homem. Subitamente compreendemos o que realmente representava para nós o Buffalo – um barril que os Zeros superavam em performance, em brusca ascensão, em armamento, em manobrabilidade e em tudo o mais que constava dos manuais de aviões de caça.”

Logo depois, chegou a vez dos Buffalos do 453º enfrentarem os Zeros partindo de Butterworth, para onde haviam sido destacados após a destruição do 21º:”É uma espécie de luta que não se esquece jamais”, murmurou Board, ao falar sobre o combate. “Os Zeros prostraram onze dos nossos treze Buffalos, que caíram em chamas dos céus. Um outro piloto e eu fomos os únicos a pousar os nossos aviões no aeródromo. ”

Fonte: CAIDIN, Martin. Chacina nos céus do extremo oriente. São Paulo: Flamboyant, 1968. pp. 285-294.

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Vinicius Modolo

Para quem joga IL-2 1946, sabe o que é isso.

Esso jogo eh muito bom.

Invincible

Aí você assiste o Combates Aéreos no HISTORY Channel…

Parece que os pilotos alemães e japoneses pilotavam com um olho uma mão e com o motor a meia potência.

Eu adoro aviões e o programa é legal, mas da tanto nojo que nem assisto mais.

Por que eles não fazem um programa sobre Adolf Galand??? Sabe por que? Vai ser possível notar a qualidade desse cara que muitas vezes deixou de abarter aviões inimigos que estavam com problemas e até escoltou alguns inimigos até a Inglaterra… Bom não vou me alongar…

Corsario-DF

Invinvible você hoje está demais, mais um excelente comentário. Só para lembrar a você e os colegas, a história quem conta é quem ganha, então temos que “engolir” os EUA… Isso que é triste.

Sds.

dumont

Os Bufalos realmente não foram grandes aviões… Porém foram também uma prova de que treinamento e uma boa doutrina podem igualar um jogo “perdu d´avance”. O finlandeses na segunda guerra seguraram os russos com os Bufalos e os usaram até o fim, mesmo com a melhora da aviação russa (é verdade que combinados com os caças 109 de origem alema). Tiveram uma razão de vitória/derrotas enorme (a fonte é um artigo inesquecivel publicado a algum tempo na ASAS).

Invincible

Corsario-DF,

Obrigado pelo elogio!

Mas é que a história não deve ser esquecida.

Um abraço!

LeoPaiva

Invencible

Perfeito seu comentário, eu já havia falado o que você postou há alguns dias.

Será que só os EUA tiveram ases e bons aviões? Eu não agüento mais nem a propaganda desse programa. Tudo bem que quem conta a história são sempre os vencedores, mas daquele jeito é demais pra mim.

Sds.

Fábio Max

No The Historu Channel eles comentam apenas as batalhas aéreas que os americanos venceram, jamais dão o braço a torcer.

Do mesmo jeito, a série ASAS, só falava de aviões americanos e,quando fugiu disso, tratou doo COMET, avião problemático que sofreu vários acidentes por despressurização.

Em apenas uma ocasião, vi um programa desses diferente, que elogiava alguns aviões alemães da II Guerra.

kaleu

O History Channel é gringo, e, as marcas da guerra são dolorosas, mesmo pros vencedores, então daí a tendenciosidade, explica, porém não justifica, lembrando que a chamada PROPAGANDA nazista, também absolutamente tendenciosa, foi responsável pela adoção massificada da entrega e eliminação dos Judeus, então concluímos que a mídia é uma ferramenta poderosa nas mãos do poder dominante.

Não devemos esquecer que se os vitoriosos fossem o EIXO estaríamos assistindo as mesmas propagandas, somente com protagonistas diferentes

putz viajei!
abraços
Kaleu

kaleu

Gostei muito do Titulo dessa Chamada ” Zero: onze, Buffalo: zero”, parabéns! Genial

Flavio

Kaleu,
Como disse Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do III Reich, “Uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade”.
sds.

Storm

O Zero é uma lenda, até hoje os Japas se orgulham desse avião

Legal é a cena do filme: “Nimitz – De Volta ao Inferno” (título horiginal: The Final Countdown, 1980) Onde os Zero lutam contra o F-14 tomcat é só procurar no youtube.

Ricardo

Bom, Primeira coisa que se aprende que quem ganha a guerra conta a historia do jeito que quiser, cabê a nós questionar até onde a coisa é correta… Como ? Estudando… O Búfalo era fraco, mas também é manobravel, se souber usar isto ainda consegue sair vivo de uma briga com o Zero, que é bem mais frágil do que ele por não ter blindagem… Zero dominou os seus do Pacifico, até a entrada do F6F HellCat, mas não quer dizer que o F4F WildCat não era pareo duro para ele, pois era, bem pilotado e com boa doutrina fez… Read more »

Ricardo

Ahhh

Outra coisa…

Quero ver um piloto de 109 ou Zero ficar com “meio motor” com um P-51 ou um Corsair no six… Esta eu queria ver 🙂

[ ]´s

Storm

Esqueci de falar esta cena é a mais lembrada do filme porque mostra o combate entre dois F-14 e dois Zeros japoneses, toda filmada em tempo real e com aviões reais !!!

notar que os tomcat são do famoso esquadrão “Jolly Rogers”

http://www.youtube.com/watch?v=H3iM4IXQKW4
2
http://www.youtube.com/watch?v=gChU-mGeBaM&feature=related

Essa também é muito legal, várias decolagens de Tomcats, F-8, A-6 intruder, e também do Viking

http://www.youtube.com/watch?v=tyQE7uQ8k9U&feature=related

Ivan

Ricardo,
O Me109 e o Zero são projetos do começo da 2ªGrande Guerra, tiveram que lutar até o final, mas não é muito justo comparar com o P-51 Mustang ou F-4U Corsair, que são projetos do meio da mesma guerra…
Bem, tambêm não era justo eles se enfrentarem, mas se enfrentavam…
Então bota o Me-262 no meio do rolo e mistura tudo.

Ivan

Dumont,
Seu comentário sobre a Força Aérea Filandesa é muito importante, pois eles REALMENTE sabiam lutar e tiravam o melhor de cada equipamento. MERECIAM UMA MATÉRIA INTEIRA SOBRE SEUS FEITOS.
Saba aquela formação legal com dois elementos de dois aviões, dando cobertura mútua, parece que se chama finger four ou four fingers (peço ajuda aos universitários)… foram eles que primeiro utilizaram contra os soviéticos em 40. A formação “tá” valendo até hoje.

Wolfpack

O Problema dos Japas é a lentidão no desenvolvimento, só fizeram o Mitsubishi A6M2 Zero e pararam ai… Os americanos logo conseguiram um Zero “zerinho” que foi encontrado, acredito na China, e o levaram para o pessoal da Grumman trabalhar em cima, reformaram o bicho e colocaram para os melhores pilotos de testes voarem e apontarem falhas no projeto… Logo, logo estavam dominando os céus no Pacífico. Os Alemães foram os melhores na WWII, mas suas glórias e vitórias não foram suficientes para derrotar a Máquina Militar Americana.

Marcos

O Zero foi localizado nas Aleutas, quando um Zero fez um pouso forçado e o piloto morreu ao quebrar o pescoço.

Tomcat

Storm, esse filme é muito legal. Lembro que meu pai havia me levado ao cinema para ver este filme, quando eu ainda era moleque, acho que eu tinha uns 7, 8 anos. Foi aí que aprendi a gostar de aviões e me tornei fã do F-14 Tomcat, que “mexia as asas”! Rsrsrsrs. Hoje tenho alguns kits do F-14 montados. É claro, todos do Jolly Rogers. De quebra, também tenho o DVD do filme 🙂

Aluisio

Cadê o Marlos pra falar que o Rafale é melhor que o Zero? ;]

cesar

Ivan,

Finger four.
Não foi a Luftwaffe a 1ª a usar esta formação?

Sds.

Madvad

Storm, no filme Nimitz em que os Zero aparecem em dogfights contra os Tomcat, na verdade, não eram Zeros, e sim T-6 e Beechs “adaptados” 😉

Para quem gosta de sims da WW2 , eu recomendo o Warbirds 3.

ÓTIMO simulador, mas ao contrário do Il-2,onde é basicamente um mata-mata ao estilo Quake, no Warbirds vc tem que capturar todos os campos inimigos, com utilização de cargo planes com páraquedistas e tal.

E o mlehor, tanto o jogo,quanto a arena, são totalmente FREE.

Acessem http://www.tabajarahost.dreamhosters.com 😉

Madvad

Desculpem, o endereço correto é este abaixo:

Acessem http://tabahost.dreamhosters.com/news/

Luciano Baqueiro

Não existe máquina perfeita. O Zero foi um excelente caça, mas tinha várias deficiências, pois existem características no seu projeto que são privilegiadas em detrimento de outras. Por exemplo : para se ter um fantástico alcance ( maior que qualquer outro, mesmo baseado em terra ) ele tinha ter uma estrutura muito leve, o que determinou uma ausência de total de blindagem ou tanques auto-vedantes e se não me engano, a construção também era mais complexa, especialmente a fixação asa-fuselagem, sempre visando menor peso. Seu motor e suas variantes ao longo da guerra tinham pouca potência – chegaram a redesenhar… Read more »

dumont

Pois é Ivan, tive o prazer de conhecer a Finlandia e um pouco de sua historia, realmente um exemplo objetividade e organização, espro que role mesmo O TO é simples e assustador, um pais de 5 milhões de habitantes pronto para responder uma invasão russa. Para quem acha impossivel é só lembrar o que aconteceu na II gguerra, simplemente tornaram o esforço de guerra russo insuportavel. So para aproveitar o blog. Eles tem sua FA baseada no F18 (cerca de 60 caças) e operaram por muito tempo o MIG 21. O F18 ganhou na epoca do Gripen, que foi muito… Read more »

Ricardo

Ivan

O 109 tem variantes ate o final da guerra, um 109K ou um 109G10 por exemplo com canhão de 30mm não pode e nem deve ser comparado a um 109E3 ou E4 ou F0 ou F2 ou F4… Idem ao Zeke que pode ser um A6M52 por exemplo que também não pode e não deve ser comparados ao A6M21 inicial…

Se ver por este lado não estou errado, é tudo questão de visão global do assunto… nada mais que isto

[ ]´s

Ricardo

Madvad

Por favor eu voo o warbirds desde 1995 quando era conhecido como Confirmed kill , por favor não faça um julgamento deste sem conhecer a comunidade do IL2

Existe sim fronts virtuais que simulam as batalhas da WWII com inicio em 1939 até o final de 1945

Vide esta : http://www.il2war.com/

Não julgue ou fale sem conher a coisa…

Depois que se voa o IL2 WB é passado…

Vassily Zaitsev

Ricardo, mesmo que o ME-109 e o Zero ganhassem novas versões, cada vez mais aperfeiçoadas, não deixaram de ser caças desenvolvidos no final da década de 30. Por mais que se modernize um F-5 com eletrônicos do F-22, nunca deixará de ser um F-5. Sou fã dos “warbirds”, concordo que o ME-109, mesmo em Abril de 1945 era um adversário perigoso, porém a instrução dada aos jovens pilotos alemães eram considerado elementar, enquanto que os americanos e ingleses treinavam por um longo período antes de irem para a linha de frente. Além é claro; P-51, P-47, Spitfire, P-38 e compania… Read more »

Madvad

Ricardo, tbam vôo o Il2.

Em termos de graficos e simulação de vôo (FM), obviamente não tem como comparar. O Il2 eh beeem mais recente e o Olegg fez um trabalho incrível.

Mas isso que eu disse, é uma opinião minha,e tenho o direito de tê-la.

E isso tbem é compartilhado por outros pilotos de Wb que voam o il2.

Vinicius Modolo

Para quem joga IL-2 1946, sabe o que é isso.

Esso jogo eh muito bom.

Invincible

Aí você assiste o Combates Aéreos no HISTORY Channel…

Parece que os pilotos alemães e japoneses pilotavam com um olho uma mão e com o motor a meia potência.

Eu adoro aviões e o programa é legal, mas da tanto nojo que nem assisto mais.

Por que eles não fazem um programa sobre Adolf Galand??? Sabe por que? Vai ser possível notar a qualidade desse cara que muitas vezes deixou de abarter aviões inimigos que estavam com problemas e até escoltou alguns inimigos até a Inglaterra… Bom não vou me alongar…

Corsario-DF

Invinvible você hoje está demais, mais um excelente comentário. Só para lembrar a você e os colegas, a história quem conta é quem ganha, então temos que “engolir” os EUA… Isso que é triste.

Sds.

dumont

Os Bufalos realmente não foram grandes aviões… Porém foram também uma prova de que treinamento e uma boa doutrina podem igualar um jogo “perdu d´avance”. O finlandeses na segunda guerra seguraram os russos com os Bufalos e os usaram até o fim, mesmo com a melhora da aviação russa (é verdade que combinados com os caças 109 de origem alema). Tiveram uma razão de vitória/derrotas enorme (a fonte é um artigo inesquecivel publicado a algum tempo na ASAS).

Invincible

Corsario-DF,

Obrigado pelo elogio!

Mas é que a história não deve ser esquecida.

Um abraço!

LeoPaiva

Invencible

Perfeito seu comentário, eu já havia falado o que você postou há alguns dias.

Será que só os EUA tiveram ases e bons aviões? Eu não agüento mais nem a propaganda desse programa. Tudo bem que quem conta a história são sempre os vencedores, mas daquele jeito é demais pra mim.

Sds.

Fábio Max

No The Historu Channel eles comentam apenas as batalhas aéreas que os americanos venceram, jamais dão o braço a torcer.

Do mesmo jeito, a série ASAS, só falava de aviões americanos e,quando fugiu disso, tratou doo COMET, avião problemático que sofreu vários acidentes por despressurização.

Em apenas uma ocasião, vi um programa desses diferente, que elogiava alguns aviões alemães da II Guerra.

kaleu

O History Channel é gringo, e, as marcas da guerra são dolorosas, mesmo pros vencedores, então daí a tendenciosidade, explica, porém não justifica, lembrando que a chamada PROPAGANDA nazista, também absolutamente tendenciosa, foi responsável pela adoção massificada da entrega e eliminação dos Judeus, então concluímos que a mídia é uma ferramenta poderosa nas mãos do poder dominante.

Não devemos esquecer que se os vitoriosos fossem o EIXO estaríamos assistindo as mesmas propagandas, somente com protagonistas diferentes

putz viajei!
abraços
Kaleu

kaleu

Gostei muito do Titulo dessa Chamada ” Zero: onze, Buffalo: zero”, parabéns! Genial

Flavio

Kaleu,
Como disse Joseph Goebbels, ministro da Propaganda do III Reich, “Uma mentira repetida mil vezes torna-se uma verdade”.
sds.

Storm

O Zero é uma lenda, até hoje os Japas se orgulham desse avião

Legal é a cena do filme: “Nimitz – De Volta ao Inferno” (título horiginal: The Final Countdown, 1980) Onde os Zero lutam contra o F-14 tomcat é só procurar no youtube.

Ricardo

Bom, Primeira coisa que se aprende que quem ganha a guerra conta a historia do jeito que quiser, cabê a nós questionar até onde a coisa é correta… Como ? Estudando… O Búfalo era fraco, mas também é manobravel, se souber usar isto ainda consegue sair vivo de uma briga com o Zero, que é bem mais frágil do que ele por não ter blindagem… Zero dominou os seus do Pacifico, até a entrada do F6F HellCat, mas não quer dizer que o F4F WildCat não era pareo duro para ele, pois era, bem pilotado e com boa doutrina fez… Read more »

Ricardo

Ahhh

Outra coisa…

Quero ver um piloto de 109 ou Zero ficar com “meio motor” com um P-51 ou um Corsair no six… Esta eu queria ver 🙂

[ ]´s

Storm

Esqueci de falar esta cena é a mais lembrada do filme porque mostra o combate entre dois F-14 e dois Zeros japoneses, toda filmada em tempo real e com aviões reais !!!

notar que os tomcat são do famoso esquadrão “Jolly Rogers”

http://www.youtube.com/watch?v=H3iM4IXQKW4
2
http://www.youtube.com/watch?v=gChU-mGeBaM&feature=related

Essa também é muito legal, várias decolagens de Tomcats, F-8, A-6 intruder, e também do Viking

http://www.youtube.com/watch?v=tyQE7uQ8k9U&feature=related

Ivan

Ricardo,
O Me109 e o Zero são projetos do começo da 2ªGrande Guerra, tiveram que lutar até o final, mas não é muito justo comparar com o P-51 Mustang ou F-4U Corsair, que são projetos do meio da mesma guerra…
Bem, tambêm não era justo eles se enfrentarem, mas se enfrentavam…
Então bota o Me-262 no meio do rolo e mistura tudo.

Ivan

Dumont,
Seu comentário sobre a Força Aérea Filandesa é muito importante, pois eles REALMENTE sabiam lutar e tiravam o melhor de cada equipamento. MERECIAM UMA MATÉRIA INTEIRA SOBRE SEUS FEITOS.
Saba aquela formação legal com dois elementos de dois aviões, dando cobertura mútua, parece que se chama finger four ou four fingers (peço ajuda aos universitários)… foram eles que primeiro utilizaram contra os soviéticos em 40. A formação “tá” valendo até hoje.

Wolfpack

O Problema dos Japas é a lentidão no desenvolvimento, só fizeram o Mitsubishi A6M2 Zero e pararam ai… Os americanos logo conseguiram um Zero “zerinho” que foi encontrado, acredito na China, e o levaram para o pessoal da Grumman trabalhar em cima, reformaram o bicho e colocaram para os melhores pilotos de testes voarem e apontarem falhas no projeto… Logo, logo estavam dominando os céus no Pacífico. Os Alemães foram os melhores na WWII, mas suas glórias e vitórias não foram suficientes para derrotar a Máquina Militar Americana.

Marcos

O Zero foi localizado nas Aleutas, quando um Zero fez um pouso forçado e o piloto morreu ao quebrar o pescoço.

Tomcat

Storm, esse filme é muito legal. Lembro que meu pai havia me levado ao cinema para ver este filme, quando eu ainda era moleque, acho que eu tinha uns 7, 8 anos. Foi aí que aprendi a gostar de aviões e me tornei fã do F-14 Tomcat, que “mexia as asas”! Rsrsrsrs. Hoje tenho alguns kits do F-14 montados. É claro, todos do Jolly Rogers. De quebra, também tenho o DVD do filme 🙂

Aluisio

Cadê o Marlos pra falar que o Rafale é melhor que o Zero? ;]

cesar

Ivan,

Finger four.
Não foi a Luftwaffe a 1ª a usar esta formação?

Sds.

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