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Vídeo: Saab True Collaboration – 2ª temporada

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A Saab vai iniciar uma segunda temporada de vídeos que mostram que o Programa Gripen representa muito mais do que o aumento da capacidade operacional da Força Aérea Brasileira.

Ele representa também um enorme salto tecnológico para a indústria brasileira, através de um extenso programa de transferência de tecnologia, que vai permitir que aviões supersônicos sejam desenvolvidos, produzidos e mantidos no Brasil.

Os primeiros engenheiros brasileiros chegaram na Suécia no início de 2016, para ajudar a desenvolver o futuro caça da FAB.

Até 2022, mais de 350 brasileiros vão trabalhar com o projeto Gripen NG na Suécia. Além da Embraer, as empresas AEL, Akaer, Atech e Inbra, entre outras, também estão enviando profissionais para a sede da Saab em Linköping.

Eles vão atuar no desenvolvimento da aeronave, gerenciamento de projeto, desenvolvimento de simuladores e certificação, dentre outras atividades.

Com status de parceiro no projeto Gripen NG, o Brasil tem papel de protagonista no desenvolvimento da versão biposto e nos primeiros estudos de viabilidade do Sea Gripen, modelo com adaptações necessárias para operar a bordo de porta-aviões.

Nos vídeos mostrados abaixo da série anterior divulgada pela Saab, são apresentados os primeiros brasileiros que foram para a Suécia trabalhar no projeto do novo Gripen. Eles falam da experiência de viver na Suécia e de como é trabalhar com os parceiros suecos nos projetos de desenvolvimento.

Os mais atentos poderão observar vários detalhes, como o display WAD (Wide Area Display) sendo testado em simulador na Suécia.

21 COMMENTS

  1. IRST é o Skyward-G, da Selex Galileo. Mesmo fornecedor do radar Raven ES-05.
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    WAD é da AEL, sendo que também é baseado em um produto Elbit Systems, como o HMD Targo. A AEL também fornece outros sistemas e serviços nesse contrato.
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    A AEL já entregou o WAD “modelo B”, que será montado no caça da FAB, que a SAAB ainda vai entregar.

  2. Ivanmc 2 de Março de 2018 at 12:01
    Não entendi seu comentário. Você está sugerindo que um caça de 4,5G é caro? Ou que a famosa “transferência de tecnologia” custa muito dinheiro? O que você esperava? Quem quer o melhor tem que gastar dinheiro mesmo.

  3. Senhores editores poderiam continuar e deixar ficar todos os vídeos tanto da primeira quanto da segunda temporada no mesmo post ? Desde já agradeço mais um vídeo da série !

  4. Pelo menos em fotográfia,não vejo uma linha de montagem com muita gente trabalhando,ou vários modelos na linha,posso está enganado mas não está meio devagar não poderíamos receber esses aparelho no final de 2019 e 2020.Sei que vi uma linha com Rafael com 4 ou 5 na linha de montagem.Neste meio período o Brasil pode entrar num conflito sei lá contra a Venezuela ou pode sofrer uma invasão é teríamos que lutar de f-5 contra su-27 ou 30.

  5. Ronaldo, o governo demorou 15 anos para escolher um caça, desde o F-X1, agora tem que esperar, “não se apressa a arte”. Ajudar a projetar um caça não é fácil nem trivial, é uma das máquinas mais complexas existentes.

  6. Daglian 2 de Março de 2018 at 13:24.
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    Que isso, bem capaz, o Super Gripen NG é o que de melhor o Brasil poderia adquirir, longe de mim discordar de vossa sabedoria. É que o meu teclado estava com problema. Esse caça será temido no mundo todo.

  7. Ivanmc 2 de Março de 2018 at 15:42

    Na sua opinião, qual deveria ter sido o caça escolhido pela FAB? A FAB sempre disse que queria um caça que oferecesse a maior transferência de tecnologia possível. Dos outros caças, mesmo os que não entraram na short-list, qual oferecia a possibilidade do país participar do seu desenvolvimento?

  8. Para que ficar se lamentando sobre a escolha do caça?
    1. O gripen é um bom caça. Até o atual já estaria muito bom para o brazil, considerando os países fronteiriços.
    2. Salvo melhor entendimento, não há a mínima possibilidade de haver a troca do caça escolhido. Se não vier o gripen, não vem nenhum.
    3. Se não há solução, solucionado está.

  9. Flanker 3 de Março de 2018 at 1:24
    Ivanmc 2 de Março de 2018 at 15:42

    “Na sua opinião, qual deveria ter sido o caça escolhido pela FAB?”
    .
    R: F-18SH num primeiro momento, sei que o tema do SH já está batido, mas já opinei e sempre fui defensor do SH na FAB. Mesmo gostando da família Flanker.
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    “Dos outros caças, mesmo os que não entraram na short-list, qual oferecia a possibilidade do país participar do seu desenvolvimento?”

    R: Su-35, F-15SE talvez, mas não deixaria o Gripen de fora, todos de prateleira mesmo, não como a Índia, mas dois modelos de caças modernos e num processo bem organizado, mais enxuto. Nosso país com dois caças Hi e Low, 40 caças pesados e 60 leves por exemplo. Porém, o desenvolvimento de um caça não seria relevante num processo de curto prazo, isso seria num segundo momento, vide AMX, até para reequipar a FAB mais rapidamente. Opinião minha, numa boa e sem idealismo.
    Contudo, já que apostamos tudo em um único caça e no seu desenvolvimento, que as coisas com o NG se concretize da melhor forma possível.

  10. Flanker 3 de Março de 2018 at 1:24
    Ivanmc 2 de Março de 2018 at 15:42

    “Na sua opinião, qual deveria ter sido o caça escolhido pela FAB?”
    .
    F-18SH num primeiro momento, sei que o tema do SH já está batido, mas já opinei e sempre fui defensor do SH na FAB. Mesmo gostando da família Flanker.
    .
    “Dos outros caças, mesmo os que não entraram na short-list, qual oferecia a possibilidade do país participar do seu desenvolvimento?”
    Su-35, F-15SE talvez, mas não deixaria o Gripen de fora, todos de prateleira mesmo, não como a Índia, mas dois modelos de caças modernos e num processo bem organizado, mais enxuto. Nosso país com dois caças Hi e Low, 40 caças pesados e 60 leves por exemplo. Porém, o desenvolvimento de um caça não seria relevante num processo de curto prazo, isso seria num segundo momento, vide AMX, até para reequipar a FAB mais rapidamente. Opinião minha, numa boa e sem idealismo.
    Contudo, já que apostamos tudo em um único caça e no seu desenvolvimento, que as coisas com o NG se concretize da melhor forma possível.
    Sds.

  11. Flanker, tentando reaponder aos seus questionamentos:
    O meu caça preferido era o SH para a FAB, já sei que foi esgotado esse assunto.
    E, para a fabricação de um caça nacional num primeiro momento, não seria uma ideia mais acertada porque necessitamos urgentemente de um vetor novo e moderno. Assim, um mix como F-15SE ou Su-35 como Hi do Gripen NG seria bem mais interessante, de prateleira mesmo todos. 40 caças pesados e 60 leves mais ou menos. Opinião minha e sem idealismo, numa boa. Mas, como a FAB adotou um único vetor como substituto do F-5 ok, faço votos.
    Saudações.

  12. Penso que depois da primeira entrega de 36 deve ser feita uma encomenda de no minimo mais 50. O Brasil tendo no minimo 86 Gripens até 2030 já poderia partir para um projeto de 5G, tipo FS2020. Alguns falam em mix de caças leve e pesado ou “hi-low”, eu discordo! Após os Gripens já devemos ir para um 5G puro.

  13. BMIKE 3 de Março de 2018 at 16:42
    “Penso que depois da primeira entrega de 36 deve ser feita uma encomenda de no minimo mais 50. O Brasil tendo no minimo 86 Gripens até 2030 já poderia partir para um projeto de 5G, tipo FS2020. Alguns falam em mix de caças leve e pesado ou “hi-low”, eu discordo! Após os Gripens já devemos ir para um 5G puro.”.
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    Pular etapas é temerário, sair do F-5 para um caça 5G sem ter experiência em caças mais modernos. Todos países que operam caças de 5G utilizam caças pesados de 4,5 ++g, á anos.

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