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Hornet quebrando a barreira do som

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Um F/A-18C Hornet do Strike Fighter Squadron (VFA) da Marinha dos EUA quebra a barreira do som a baixa altitude, durante uma “demonstração de poder aéreo” ao lado do USS Carl Vinson (CVN 70), no dia 6 de junho. O Carl Vinson e sua Carrier Air Wing (CVW) 17 está operando na área da Sétima Frota americana.

FOTO: US Navy

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Giordani RS
Giordani RS
8 anos atrás

Fascinante!

Mauricio R.
Mauricio R.
8 anos atrás

Usados até o osso, sem chace de ser reformado e voando supersônico a baixa altitude…

joseboscojr
joseboscojr
8 anos atrás

Pelo visto a foto foi no exato momento em que a barreira do som foi quebrada já que dizem que há como que uma súbita desaceleração, literalmente um choque, tendo em vista que o piloto está com a cabeça afastada do assento.
Será que falei besteira?

Vader
8 anos atrás

Boscão, é isso mesmo, essa é a onda de choque que se forma a partir da compressão do ar, quando um objeto atinge a velocidade supersônica.

Clésio Luiz
Clésio Luiz
8 anos atrás

Bosco, eu posso estar enganado, mas essas ondas de choque são contínuas a partir do momento que se está em velocidade supersônica, e não apenas na transição de subsônico para supersônico. É por isso que o Concorde não podia voar supersônico acima de cidades, na prática só podendo voar “do jeito que Deus quis que ele voasse” sobre os oceanos. E a entrada na velocidade supersônica é suave, nos piores casos sendo apenas uma leve vibração na aeronave. Me parece que no Condorde não se sentia nada ao voar supersônico.

joseboscojr
joseboscojr
8 anos atrás

Clesão, Pelo que sei há um leve choque quando se rompe a barreira do som e depois o vôo é tranquilo. Já o boom sônico, esse sim acompanha todo o vôo, tanto na transição quanto no vôo supersônico, incomodando quem está embaixo, mas não a aeronave, já que leigamente falando o boom se move mais lentamente que a aeronave, não a alcançando. No caso desse F-18 o “leve choque” deve ter sido uma “leve paulada” já que a transição em baixa altitude deve ser mais violenta do que ocorria com o Concorde que o fazia a grande altitude. Pelo tanto… Read more »

Observador
Observador
8 anos atrás

Caro Clésio,

Conheci um senhor (rico, claro!) que viajou em um concorde. Ele dizia que colocou um cigarro “em pé” sobre o próprio filtro no braço da poltrona e o cigarro ficou, até ele cansar da brincadeira.

Ele contava que era como se o cigarro estivesse equilibrado sobre a mesa da sala da casa dele.

E tem gente que acha que dinheiro não traz felicidade…

Justin Case
Justin Case
8 anos atrás

Amigos, Ao entrar no voo transsônico, a partir do mach crítico (quando ocorre o primeiro escoamento supersônico na superfície da aeronave), há um significativo aumento de arrasto. Esse aumento de arrasto é comumente chamado de “barreira do som”. Se o avião tiver potência suficiente para superar o arrasto, entrará em voo supersônico. Para um avião de caça supersônico, o voo transsônico está normalmente entre Mach 0,95 e 1,05. O arrasto começa a diminuir após Mach 1,0 e a aceleração supersônica pode prosseguir. Em um avião com sistema adequado de comandos de voo, o piloto sente apenas uma diminuição da aceleração… Read more »

Alexandre Galante
8 anos atrás

Falou a voz da experiência…rs

Clésio Luiz
Clésio Luiz
8 anos atrás

Bosco, esse efeito no piloto que você descreve deve ser uma lenda urbana, pois eu nunca tinha ouvido falar disso em nenhum relato de pilotos de aeronaves supersônicas. E eu já li muito. O que o Justin Case descreve é o que eu tinha lido nos relatos. Você poderia citar uma fonte onde um piloto descreve esse efeito que você citou?

joseboscojr
joseboscojr
8 anos atrás

Clésio, Não tenho fonte pra citar não a não ser meu “neural processetor tabajara”. rsrsss Eu só citei o fato porque achei muito pra frente a cabeça do piloto, mas já li algo a respeito do momento em que um caça rompe a barreira, o que não é muito diferente do que o Justin citou de forma técnica. Quanto ao Concorde também já li que a única maneira dos passageiros saberem que o avião havia rompido a barreira do som era um mostrador digital na cabine de passageiros mostrando o Mach e ultrapassando a casa do 1. Mas foi só… Read more »

joseboscojr
joseboscojr
8 anos atrás

Mas ainda acredito que a sensação de romper a barreira do som estando em um caça de 10 ou 20 t a 30 metros (?) do nível do mar e estando no Concorde (200 t ?) a 15.000 metros deve ser diferente.