sexta-feira, outubro 22, 2021

Gripen para o Brasil

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A volta dos ‘gunships’

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Com a destruição de grande parte do sistema de defesa aéreo da Líbia e a inutilização das bases aéreas e seus caças, as ações da coalizão sobre o território líbio passam para um novo estágio.

Com a garantia do estabelecimento da superioridade aérea, desde o começo desta semana os países da coalizão começaram a empregar suas aeronaves de forma mais sistemática nas missões de apoio aéreo aproximado (CAS – Close Air Support).

Dentro deste contexto, a USAF passou a empregar aeronaves como o A-10 Thunderbolt II e o AC-130 Spectre, que operam em altitudes mais baixas e auxiliam as tropas em solo. Porém, o Vice-Almirante William Gortney, do Estado -Maior dos EUA insistiu que o seu país não coordena ataques com as forças rebeldes líbias.

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Agora sim que a vaca do Kadhafi vai pro brejo.

Antonio M

Vai chover chumbo quente na Líbia ….

Rodrigo

Eles não coordenam, eu que coordeno com os rebeldes e passo via MSN para o comando da OTAN…

KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Não precisa ser um gênio para ter certeza que desde antes do início dos ataques Forças Especiais, estão na Líbia fazendo recon e marcando alvos.

Renato Oliveira

Concordo, Rodrigo, se não fosse assim já teríamos muito mais baixas civis…

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