Home Indústria Aeroespacial Alenia assina contrato com a RSAF para a venda de 12 M-346

Alenia assina contrato com a RSAF para a venda de 12 M-346

208
16

A Alenia Aeronautica, empresa do Grupo Finmeccanica, assinou um contrato avaliado em 250 milhões de euros para o fornecimento de 12 aeronaves de treinamento avançado M-346 para a Força Aérea da República de Singapura (RSAF) através do consórcio que inclui a ST Aerospace (primeira contratante) e a Boeing.

A primeira aeronave deve ser entregue em 2012. Sucessivamente, em conjunto com a ST Aerospace, a Alenia Aermacchi contribuirá com a ITS (Integrated Training System) nas atividades de apoio à frota.

FONTE/FOTO: Finmeccanica

Subscribe
Notify of
guest
16 Comentários
oldest
newest most voted
Inline Feedbacks
View all comments
Daniel Rosa
Daniel Rosa
10 anos atrás

Acho que este seria o modelo ideal para substituir nossos Xavantes! Quem sabe a Embraer, se tiver gente o suficiente, produzindo as células aqui, a exemplo do que foi feito com o Xavante! Quando finalmente surgir o FX-2, teremos que ter um avião de treinamento avançado a altura!!!!

Edu Nicácio
10 anos atrás

Pois é Daniel, uns 36 já estariam de bom tamanho pra começar…

Quanto? US$ 750 milhões, ou seja, perfeitamente possível…

F/A-18 E/F + Gripen E/F + M346 + Super Tucano = Força Aérea de 1º mundo…

Gabriel T.
Gabriel T.
10 anos atrás

Seria esse o substituto do Xavante?
Seria melhor ainda se ao menos o montássemos por aqui, mesmo que em poucas unidades. Se o MD agisse com o cérebro ao invés da (…) poderia transformar a substituição dos xavantes em mais uma forma de trazer proveitos ao país.

grifo
grifo
10 anos atrás

Caro Gabriel T., acho que sou minoria aqui nos comentaristas do blog em achar que nós não precisamos de um LIFT na FAB. Por questões de política industrial pode ser que seja interessante ter o M-346 ou algum outro, mas em termos operacionais acho que estamos cobertos com A-29 + FX-2, especialmente se este for o Gripen NG.

Justin Case
Justin Case
10 anos atrás

Faço parte da minoria, embora discorde da escolha do Grifo para o F-X2.
Abraços,

Justin

“Justin Case supports Rafale”

emanuel
emanuel
10 anos atrás

eu acho por questao de economia poderiamos fazer um xavante mais moderno com equipamentos novos e atuais sairia mais em conta na minha humilde opinião

Gabriel T.
Gabriel T.
10 anos atrás

Oi Grifo. Quando o A-29 ficou operacional ele chamou a atenção pela aviônica a bordo, ao mesmo tempo moderna era mais complexa para o piloto. Nada que um treinamento não resolvesse. Mas justamente essa modernidade foi o que chamou a atenção por se assemelhar com a aviônica presente em um caça. Existem dois grupos que defendem o uso de um LIFT e os que não querem. O A-29 é um avião sujo. No termo aeroespacial significa que ele tem um design que não é o mais indicado para o treinamento de pilotos, inclusive aqueles que irão pilotar futuros caças. Apesar… Read more »

Luan
Luan
10 anos atrás

A FAB já tem seu substituto para o Xavante,será o Fox,intedependentemente do resultado do FX-2.

celso
celso
10 anos atrás

Recordo-me de ter lido em algum lugar a um bom tempo que seria realmente pensado um LIFT para transiçao dos pilotos para a caça, visto q mesmo a modernidade de controles presentes no A 29 nao completa o treinamento adequadamente. Sobre isso Gabriel T acima, bem colocou o assunto e explicou. Estas ultimas aquisiçoes dos F5E da Jordania, teriam unicamente o objetivo de utilizar os bipostos F5F q se nao me falha seriam em numero de 3 celulas e tao somente estes seriam modernizados ao padrao M. Tbm e segundo li , ja existem em Natal F5F na versao modernizada… Read more »

celso
celso
10 anos atrás

Prezado Grifo, este assunto foi amplamente debatido pelo comando da FAB a epoca e como vc, houve uma divisao de opinioes a respeito (sobre isso existem inclusive inumeras outras opinioes tbm em outras Forças Aereas pelo mundo). Outras forças acabaram tbm por manter um LIFT, mesmoq com menor numero de horas voadas. Ex; RAF, Força aerea Francesa, etc… Leio entao, que fontes oficiais da FAB no Catre, confirmam q falta esta transiçao sem a qual o treinamento fica imconpleto. Por isso segundo li, a transferencia dos bipostos F5Fm para o Catre, afim de unificar este treinamento e prejudicar mais o… Read more »

celso
celso
10 anos atrás

completando/ratificando,

e nao prejudicar….

Sds

Águia
Águia
10 anos atrás

Pilotar um A-29 é uma coisa. Que a suite eletrônica é familiar aos dos F-5M, A-1M… tudo bem, mas o perfil de vôo, desempenho e manobrabilidade, etc é outra coisa absolutamente distinta… O A-29 não elimina a necessidade de um treinador a jato, lembrando que os A-1, F-5M, biplace servem (originariamente) para a adaptação do caçador à aeronave propriamente dita e suas peculiaridade, mas não é ideal para o treinamento de toda uma doutrina própria de um caça à jato. Portanto, concordo plenamente com o amigo Gabriel quanto à utilidade de um LIFT, e nesse sentido o M-346 seria uma… Read more »

Zorann
10 anos atrás

Vamos dce novo para a “conta da padaria”. 12 aeronaves por R$700.000.000,00. Oque daria aí cerca de R$51.000.000,00 por aeronave. Tudo bem que o pacote para Singapura deve incluir outros equipamentos, treinamento e manutenção. Mas cada SH custar R$80.000.000,00 é muito barato! Sei que são aeronaves distintas, com funções distintas, mas por 80 milhões de Reais, não seria mais interessante comprar logo as 120 aeronaves de caça SH que precisamos ? A FAB não precisa de transferência de tecnologia e sim de aviões baratos, eficientes e modernos. Quem precisa de transferência de tecnologia é sim nossa indústria “privada” e não… Read more »

grifo
grifo
10 anos atrás

Caros, existe uma diversidade de opiniões porque neste caso não existe uma resposta “certa”. Cada FA tem o seu próprio modelo que funciona melhor para ela. Por exemplo, na Flygvapnet o piloto faz o treinamento básico e o primário no Saab 105, e depois passa diretamente para o Gripen. Alguns pilotos jamais pilotaram um avião a hélice. Na IAF, os pilotos fazem o treinamento básico no Grob, primário em Fouga Magister (em breve T-6 II) e depois passam direto para o A-4. Para um modelo como esses funcionar é necessário uma seleção agressiva dos melhores pilotos. Em Israel e na… Read more »

Fábio Mayer
Fábio Mayer
10 anos atrás

Penso que o Brasil precisa de um jato de transição entre o treinamento nos AT-29 e os aviões da primeira linha de caça F5M, A1M, M2000 e FX-2.

Este aí seria o ideal, mas há outras opções.

Esses dias um colega nosso aqui do blog, a partir de um comentário meu sobre o LIFT, deu uma verdadeira aula sobre o assunto, mas não consigo lembrar o post, nem quem foi o professor… de qualquer modo, embora brilhante, não me convenceu da desnecessidade de um jato de transição.

Daniel Rosa
Daniel Rosa
10 anos atrás

Edu Nicácio disse: 29 de setembro de 2010 às 17:51 Bom dia Edu, concordo com você. Entre os caças, minha preferência é pelo Gripen. Acho que governos passam, e quem vai ficar com o avião obviamente é a FAB! Ela optou por ele, mas o MD a fez mudar o relatório… vamos esperar. Diz a lenda que após as eleições o presidente anuncia o ganhador.. Gabriel T. disse: 29 de setembro de 2010 às 18:05 …e dizer mais o que Gabriel! Acho que vc esta correto! grifo disse: 29 de setembro de 2010 às 18:35 Bom dia Grifo, tudo bem?… Read more »