domingo, dezembro 5, 2021

Gripen para o Brasil

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Spitfire contra V-1

Destaques

Alexandre Galante
Jornalista, designer, fotógrafo e piloto virtual - alexgalante@fordefesa.com.br

Spitifire e V1 Gary Meyer

Na bela tela de Gary Meyer, uma bomba voadora V-1, precursora dos atuais mísseis de cruzeiro, está prestes a ser “tombada” por um Spitifire.

Mais de 4.261 V-1s foram destruídas por caças, fogo antiaéreo e balões de barragem.

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Wolfpack

E quem diria que têm gente estudando Pulso-Jato atualmente… Estes alemães e seus inventos fantásticos…
Ainda bem que existia uma besta humana no comando, senão…

latino

Parabens ao blog ;por essas materias historicas !!!

sobre as V-1 . Cerca de 30.000 foram feitas, pois eram muito baratas. 10.492 foram lançadas contra a Inglaterra,

As que caíram sobre a Inglaterra causaram 6.184 mortes e 17.981 feridos. O seu peculiar barulho fez com que fossem apelidadas de bombas zumbidoras .

sds

Fabio Silva

Uma matéria sobre as V-2 será muito bem vinda também.
abraços

Luan

Ainda tem os Hawker Tempest,velozes e robustos,eram notórios caçadores de tudo que tinha Motor a Jato,desde V-1 aos Rats(Me-262) O Franco-Brasileiro Pierre Closterman que o Diga.

´Recomendo “O Grande Circo” do Closterman.

Clausewitz

O know how alemão é um dos melhores! Vejam o Horten 223 e o comparem com o B2 e F117!

João Paulo Caruso

Alguns especilistas dizem que os alemães poderiam ter produzido entre 28 e 35 mil caças convencionais, com os recursos que eles gastaram fazendos a V1 e V2.

Eram armas fantásticas, só que normalmente elas só acertavam civis, serviram mais para aterrorizar os ingleses do que destruir alvos.

Galileu

Infelizmente tinha uma besta no comando na 2GM, esses eng. alemães são fora de série. Tenho uma foto de uma companhia inglesa chegando num parque industrial em berlin no fim da 2GM, e na foto mostra mines carros blindados com esteira e tudo medindo menso de 1 metro, não sei o nem técnico dessa arma, mas a pouco tempo vi no Future Weapons, os americanos mostrando seu novo brinquedinho, nada menos que um projeto semelhante aos dos eng. alemães da 2GM. Isso é um exemplo tem vários como esse da materia, imaginem se a Alemanha não tivesse perdido a 2GM,… Read more »

Rafael

O barulho acabou na versão da v2, essa sim deu trabalho para a rainha, ou rei, tanto faz. Até Churchil teve de repensar o V de vitoria, o impacto da V2 foi muito forte no psicologico de Londres.Só sabiam que estavam sendo bombardeados quando os incendios começavam.

Ozawa

A essa altura da guerra parece-me que os MK III, com as pontas das asas cortadas, já haviam sido substituídos, ou estou enganado ?

De qualquer forma, prefiro o Sptifire com as asas elípticas.

cerberosph

Galileu essa foto é de uma V1/V2?? ou o prototipo de um caça? já que tem cockpit? O que teria acontecido se em vez de fabricarem V1 e V2 tivessem usados todos os recursos para fazerem esse caça? Qual o seu desempenho contra os caças dos aliados?

PC

Prezado cerberoshp, Até onde sei, a foto é de um modelo usado nos testes iniciais de planeio (matou alguns pilotos). Prezado Ozawa, Em relação aos Spits Mk III, apenas 2 foram construídos (1940), equipados co motores Merlin XX de 1.735 HP, bequilha escamoteável e asas encurtadas. Foram construídos apenas como testadores de motores. A série de produção com asas cortadas foi a MK V em sua versão LF (baixa altitude), com motores “envenenados” para maior velocidade a baixo nível. Suas pontas das asas foram cortadas em cerca de 70 cm para lhes dar reação de aileron mais rápida em níveis… Read more »

Deivid

interessante mas oque é V-1?

luc

esses p-51 parecem tucanos do Brasil serah que esses p-51 ganhariam em um combate com os atuais tucanos? se usar somente metralhadora, pois reza a lenda que esses p-51 eram o sonho de consumo de qualquer piloto

Ozawa

Prezado PC

Grato pelos esclarecimentos.

Parodiando o ilustre Justin Case, e pedindo licença para utilização de seu famoso bordão: “Ozawa (no) support Sptifire MK V/LF”…

Aprecio a versão tradicional, com as pontas das asas elípticas.

Paulo Cezar

Ja as V2 que eram supersonicas, explodiam seu alvo e as pessoas só a ouviam caindo depois da explosão. Gerava um temor profundo.

Jean

O Pierre Closterman, nascido aqui em Curitiba, foi um dos grandes pilotos da II guerra mundial, tendo pilotado Spitfire e Tempest, segue alguns links:
http://www.grandesguerras.com.br/relatos/text01.php?art_id=101
http://en.wikipedia.org/wiki/Pierre_Clostermann

Além do livro “O grande circo” (muito bom).

airacobra

ola cerberosph,

esse fi-103 era uma versão tripulada da v-1 utilizada pelo KG200, para ataque suicida, algo como as ohka japonesas

sds

Paulo Costa

Era chegar perto e bater com a asa na V-1,que o sistema de guiagem
ficava erratico no giro,ai caia antes do local de impacto.
As noturnas eram as piores,e as V-2 sem condição de interceptação na epoca.No Smithsonian em Washington tem uma V-2 em pe,da para colocar a mão nela,e nas aletas inferiores de direção eram controladas por corrente do tipo moto.Nada como paises que podem ter uma Nasa para expandir o conhecimento cientifico e usar em
proveito proprio.

José Maria Bravo

Várias versões do Spit, após a V, tiveram pontas de asas cortadas para melhorar rolamentos e velocidade a baixa altitude, e todas levavam o sufixo LF (Low Alttitude Fighter). Mas o da pintura é um com motor Grifon, acho que Spit XIV. Um especialista pode nos dizer qual o esquadrão. Ao contrário da crença, nem Spits, nem Tempests chocavam asa com asa para desestabilizar as V-1, o que também causaria danos às asas dos caças. Os pilotos alinhavam-se em formação, com a asa do caça sob a da V-1, e bruscamente rolavam esta asa para baixo, causando a perda de… Read more »

Dalton

Longe de mim ser “especialista”, mas pelas marcas da fuselagem
o spit pertence ao esquadrão 41.

Em 1943 o “41” tornou-se o primeiro esquadrão dos dois unicos a receber o novo Spit Mark 12 com motor griffon usados com razoavel sucesso contra as V1.

abs

José Maria Bravo

Pessoal, foi fácil. A unidade ainda existe (com Tornado F.3), e foi a primeira a usar Spits motorizados com Griffon. Mas, além da grafia do grifo em “língua de bárbaro”, errei no modelo. Era o XIII. O Squadron é o 41, e a nformação final veio da Wikipedia, donde recortei poucas linhas:

“In February 1943, they became the first squadron of only two to ever receive the new Griffon-engined Spitfire Mark XII, and used these with some success against the V1 flying bomb from June-August 1944.”

José Maria Bravo

Ops, tá certo, Dalton. XII e não XIII.

Giordani RS

No filme Operação “Crossbow” aparece a construção das primeiras V-1, aonde, os giroscópios eram defeituosos e após decolarem, sempre caíam. Ocorre que os alemães recorrem a pilotos na tentativa de descobrirem o por quê, e esses voam nelas! Todos os pilotos germanicos vão morrendo enquanto tentam voa-las, mas UMA piloto, durante o voo, descobre que o defeito da V-1 são suas superfícies de comando descalibradas e resolve o problema.

Os Alemães sempre a frente de seu Tempo.

Pulso-jato…há quem diga que o motor do AURORA é um pulso-jato. Será?

Wolfpack

Não se deve iludir com o futuro Alemão, sendo estes, os vencedores da WWII. A Rússia seria provedor de alimentos, escravos e petróleo, só pra ter uma idéia, e claro raças sul americanas seriam extintas, ou se tornariam escravos, como judeos, ciganos, e negros… Mas até mesmo os Alemães sabiam que seria impossível ganhar aquela Guerra devido ao fanatismo a quantidade de inimigos de peso. A solução que daria uma pequena vantagem para os Alemães seria uma arma atômica, muito bem acompanhada pelos serviços de inteligência Inglês e a retaliação com arma nuclear por parte dos Americanos seria de igual… Read more »

Paulo Costa

Senhor Jose Maria,no livro os Principes do Ceu,escrito por Georges Blond da Editora Flamboyant nas pag61 e 62,tem a descrição completa
do procedimento para com a asa desestabilizar as V-1 ,autorizado
pelo comando aereo britanico,visto que o risco de explosão com
o uso de canhões,e perda da aeronave era constante.Existe uma lista de ases que com a asa derrubavam as V-1.Boelke, as da Luftwaffe
pegava lenço no chão com seu biplano,com a ponta da asa ,tem filme sobre isto……

Ozawa

O agradável desse blog é a infinidade de links de abordagem que determinado assunto suscita. No caso em tela, mencionou-se a célebre Hannah Reitsch, piloto de testes alemã, que, aliás, vou no RJ em 1932, e visitou e palestrou no CTA 20 depois. Pois bem, em sua autobiografia, parece-me que ela nega sua autoria na correção dos giroscópios V1 num vôo de testes. Mais um caso há ser debatido e esclarecido pelos ilustres colegas do blog, se assim desejarem. P.S. Nazista convicta, mesmo após a guerra, usava sua Cruz de Ferro com diamantes dada pelo próprio Hitler, e lamentava o… Read more »

Roberto

Teste de comentário e avatar.
Sorry for the off-topic.

Fsinzato

Parabéns a todos!

Um excelente post com várias informações e curiosidades históricas.

Que o blog continue sempre assim.

Abs.

Paulo Silva

Bom, com relação as V1 X Spitfire’s, as V1 não eram mais que alvos de treinamentos de tiro para os pilotos!Depois quando descobriram que não precisavam de balas para derrubar a V1, passaram então a encostar as asas e forçar para baixo, deixando assim elas sem controle.Hoje deveriam fazer, estas V1 para treinamentos de tiro..rs rs rs rs rs

Abraços

Paulo

vassili

teste do Gravatar.

vassili

desisto, fiz tudo conforme as explicações……..

ou talvez quase tudo….

Jefferson

O blog deveria fazer uma matéria sobre o Goliath.

José Maria Bravo

Prezados Paulos, Costa e Silva É verdade sobre biplanos de tela e madeira a 100KPH apanharem lenços sobre gramados, e é verdade que o Gen. Yeagger, quando ainda em treinamento, “podou” a ponta de um pinheiro, a pedido de um fazendeiro, com a ponta da asa de seu P-39. Mas sobre Spits e V-1, cito a fonte: “Late Marque Spitfire Ace – 1942-45” (Núm. 5 da série “Aircraft of the Aces”, da Osprey. A descrição do método a que me referi – no qual não se batiam as pontas das asas – é feita pelo piloto Paul Leva, do Squadron… Read more »

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