quarta-feira, abril 21, 2021

Gripen para o Brasil

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Marrocos: Programa de aquisição dos T-6C dá mais um passo

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Com a ajuda do governo dos EUA, através da USAF, o Marrocos segue em frente com o seu plano de adquirir 24 turboélices Hawker Beechcraft T-6.

A companhia que fabrica a aeronave recebeu no último dia 21 de setembro a primeira parcela de 37 milhões de dólares, de um total de 185 milhões, para dar início à produção.

A agência DSCA anunciou o acordo, via FMS (Foreign Military Sales), em dezembro de 2007. O Marrocos pretende aposentar seus 14 Cessna T-37 com a incorporação dos T-6C.

Esta foi mais uma derrota do Super Tucano no mercado externo. Até o momento os seguintes usuários operaram ou operarão o T-6: Grécia, Estados Unidos, Israel, Iraque e o NATO Flying Training Canada (NFTC).

Aos poucos o T-6 firma-se como o mais forte concorrente do Super Tucano no mercado de treinadores e aeronaves COIN/CAS.

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RL

Gente.

Qual o espanto da matéria?

Não esta correto o acontecimento no Marrocos?

Nada de novidade.

ToP GuN

O Baschera disse tudo:
“Baschera em 24 set, 2009 às 16:30
Acredito que para os países que apenas necessitem de um treinador, o T6 é mais em conta (…) Já para os que necessitam de um vetor focando às operações COIN, o ST é o mais apropriado.”

Eu acredito que o Super Tucano tenha chances de emplacar nos EUA. Por que não?

Abraços

Crsitovan

E ainda deixaram na lista FX2 o FA-18…
La o A-29 fez figuração no NFTC.
Muitas “concorrencias” ja são de cartas marcadas.
Nos EUA poucos produtos externos conseguem entrar, por causa de um protecionismo (não é patriotismo).

emerson

Claro que existe uma diferença entre o Supertucano e o Rafale, mas todas essas concorrências que ele perdeu me leva a fazer um paralelo com o caça francês. Fica mesmo a pergunta… o T-6 II é mesmo melhor que o A-29? Ou apenas cacife político americando que banca o financiamento do negócio? O T-6 II parece custar algo como 8 mihões de dólares, um pouco menos do que o A-29 (cerca de 9,5 milhões). Será que esta diferença de preço tem levado ao ST perder as concorrências? Acho que o paralelo entre as concorrências do ST e o FX2 é… Read more »

Mirage

Financiamento é tudo.

Joaquim Coutinho Rocha Neto

“Esta foi mais uma derrota do Super Tucano no mercado externo”
Acho que não é bem o ST que foi derrotado. O FMS conta muito nessa hora.

Rafael

Fico triste com essa noticia.. torço muito pelo sucesso da EMBRAER..
mas não foi uma derrota somente da EMBRAER foi uma derrota do brasil.. São alguns milhoes de dolares a mais q vao para os EUA..
acho q são dois avioes mt parecidos tecnicamente.. mas como no FX brasileiro td é politica.. sera q o embaixador do brasil deu uma força para EMBRAER nos “contatos” com o alto poder do Marrocos.. se nao tem politicagem ai fica dificil..
Abraço..

Repsol

Para fora da América Latina acho dificil vender os SH, muitos paises tem grande influencia estadunidense.

Para o pessoal mais sabido ai.. qual é melhor? o ST ou o T6.

Repsol

Desculpa, onde se le SH, na verdade é ST.

LBacelar

O ST é muito superior ao T6, porém, o Marrocos está fechando uma grande parceria no comercio estratégico com os EUA, vide a derrota do RAFALE para o F16, sendo assim, oq ganhou a concorrencia foram as condições de preço e financiamento, e não o avião em si

Fábio Mayer

O FMS implica em compras de governo para governo, com pouca burocracia, mesmo com a necessidade de autorização do Congresso dos EUA, que não leva milênios para tratar de questões sérias como o seu par em certo país ao sul do Equador. O preço, 1,5 milhão menor também influi, principalmente em forças aéreas de países pobres como o Marrocos. A lobby diplomático americano, sabidamente poderoso, também influi. Boas relações com os EUA, influem, porque, afinal, é um país cujas eventuais aquisições de qualquer produto vindo de fora sempre são relevantes em razão do tamanho de sua economia, mesmo com o… Read more »

José

Senhores, eu particularmente prefiro o Super Tucano que é um avião bem mais capaz que este apresentado.

Baschera

Acredito que para os países que apenas necessitem de um treinador, o T6 é mais em conta, financeiramente, isto sem falar da influência política do Gov. Americano e do poder econômico do FMS.
Já para os que necessitam de um vetor desta categoria com algo mais, focando as operações COIN, o ST é o mais apropriado. Porém sabemos que, obviamente, é mais caro, além de ter de haver outro investimento correlato em armamentos para que se execute suas missões.

Sds.

sonic wings

Srs. o ST esta perdendo concorrencia no Marrocos pro T6, quem dirá nos EUA.

Abs

Zeke A6M

….off topic… “PARIS – Dois aviões Rafale do porta-aviões Charles-de-Gaulle da marinha francesa caíram nesta quinta-feira no Mar Mediterrâneo, e o piloto de um dos aparelhos foi resgatado, anunciou a marinha em comunicado. “Importantes meios aéreos e náuticos foram imediatamente mobilizados para recuperar os dois pilotos. Um deles já foi resgatado”, destacou a marinha. “As operações continuam para encontrar o segundo piloto”, acrescentou. O acidente ocorreu às 13h de Brasília, cerca de 30 km a leste de Perpignan (sul da França), durante um simulacro de missão do qual participavam os dois aparelhos. O caça Rafale, fabricado pela Dassault, nunca foi… Read more »

eduardo

O T6 Texan II é basicamente um avião de treinamento, com pouca capacidade de ataque. Acho que ele concorre mais com o Tucano do que com o Super-Tucano. Esse é para treinamento avançado e muito mais sofisticado em termos de aviônica. Vai ver o Marrocos achou que era melhor ter um treinador básico mais simples e um treinador avançado a jato, ao contrário de nós, que vamos de turboélice do básico ao avançado.

Wallacy

Pois é Eduardo, vendo essas concorrências, estive pensando como o Super Tucano é superior e mais caro, acho que Embraer deveria ter lançado o Tucano modernizado se fosse possível, para esse países que não querem um turboélice tão avançado assim.

alvespereira

Boa Noite, Na américa latina os EUA, embargam a venda do ST por possuir tecnologia americana embarcada, nos outros países o financiamento americano aliado ao valor final e influência do governo EUA derrota nosso supertucano, então eu pergunto praquê adquirir f-18 SH se de nada vai servir para embraer ou para o Brasil, pergunto ainda, porque não foi desenvolvida tecnologia nacional para substituir a americana embarcada no A-29 ST, ou se essa tecnologia já existe no Brasil, porque ainda não foi incorporada no projeto do ST para que o mesmo seja 100% nacional? se alguém souber, Nunão, Galante e outros… Read more »

Bruno Rocha

_____________Antes de falarem___________ Antes de “meter o pau” nessa decisão meus amigos brasileiros. Temos que lembrar que por trás dessa venda, há uma negociação política, assim como ocorre no FX2, lembram? Vamos comprar um caça mais caro em prol de um acordo que vai nos beneficiar muito, politicamente e geopoliticamente. Eles também vão comprar dos americanos em troca de “facilidades”, financiamentos e etc. E essas coisas (jogo de poder). Essa não foi uma perda total para a Embraer, muito pelo contrário, é caindo que sem aprende a andar. Agora ela aprende a negociar politicamente. Outra coisa, essa negociação com os… Read more »

RenanZ

Nestas horas, não ha qualidades técnicas
que vençam a politica….

Lembrem-se do caso do Osório.!!

Jotapecosta

Sempre vai haver numa relação custo/benefício muitos fatores envolvidos. No caso do T-6 não foi diferente de quando o F-16 e o F-18 passaram a frente de concorrentes mais fortes. Simplesmente os EUA financiam uma aquisição ao mesmo tempo que têm mais um cliente na sua mão para a manutenção dos aparelhos. E isso envolve tantos fatores técnicos como políticos, o que significa “jamais desagradar Washington”. Um mercado em que a Embraer vai disputar concorrência diretamente com os EUA nunca será favorável. Acho que não há nada a lamentar nisso e as pessoas precisam aprender a analisar as variantes com… Read more »

Jotapecosta

É verdade Renan, os EUA difamaram clamorosamente o nosso blindado, que era nitidamente superior, e a ENGESA foi a banca rota sem contratos. O ruim nisso é que uma mera palavra deles bastou pra se consolidar. Esse histórico deles contra nós é longo e tem cabeças duras que não entendem isso…

Marcelo Tadeu

Bruno Rocha,

Tá perdoado!!! Mas leia Carta Capital!! rsrsrs

Abraços

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