segunda-feira, abril 12, 2021

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Airbus espera por mais dois anos difícies

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Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

a330-200-imagem-airbus

vinheta-clippingO presidente-executivo da Airbus, Tom Enders, afirmou em nota publicada nesta sexta-feira que a fabricante europeia enfrenta mais dois anos “difíceis” e não desconsidera fazer novos cortes na produção para se ajustar à demanda.

“Eu certamente não posso excluir que reduziremos a produção ainda mais”, disse Enders ao Wall Stret Journal em uma entrevista. “Eu acho que ainda temos dois anos difíceis à frente.”

A Airbus suspendeu no ano passado planos de aumentar a produção do modelo líder de vendas A320 para 40 unidades por mês, e em fevereiro deste ano decidiu reduzir de 36 para 34 aeronaves por mês a partir de outubro de 2009.

As taxas de produção da família de aeronaves A330/A340 serão mantidas no atual nível de 8,5 por mês, e não serão elevadas conforme planejado anteriormente, informou a fabricante em fevereiro.

A Airbus entregou uma média de 32,75 unidades por mês do modelo A320 entre janeiro e agosto, segundo recentes dados mensais. A fabricante entregou uma média de 10,6 aeronaves por mês do A330/340 no mesmo período.

Em abril, a rival norte-americana Boeing informou que a produção da aeronave 777 cairá de sete para cinco unidades por mês a partir de junho de 2010, e que adiará planos de aumentar ligeiramente a produção do novo 747-8 e dos modelos 767.

Nenhuma mudança foi planejada para a aeronave 737, que compete diretamente com a série A320 da Airbus.

Embora as novas encomendas de aviões tenham despencado por causa da crise financeira, a Airbus e a Boeing ainda estão reduzindo a diferença com a demanda após o boom de encomendas encerrado no ano passado, já que há um atraso de vários anos no registro dos pedidos.

A Airbus afirmou que está a caminho de atingir o recorde de entregas do ano passado de 483 aeronaves.

Alguns analistas da indústria e fornecedores questionaram a sustentabilidade das taxas de produção devido à escassez de capital e financiamento para as companhias aéreas, que devem pagar pelos aviões na entrega.

FONTE: Reuters/O Estado de São Paulo

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Harry

Caros
A crise lá não deve ser só financeira, enquanto a Boeing toma decisões estritamente levando em consideração a racionalidade administrativa a Airbus tendo como participantes Inglaterra, França, Alemanha e Espanha deve leva-lá a cede lugar as concessões políticas.

Atraso na construção do A380 e agora no do A400M.
Divergencias entre os principais participantes alemães e franceses.

Enquanto isso a Embraer vai encurtando os prazos dos projetos.

Abs

Bruno Rocha

É Harry, pelo visto está cada vez mais provável que o KC-390 servirá mesmo de quebra galho na Europa, até as coisas se ajustarem, até a crise acabar.
Talvez, essa crise pode ser o milagre que caiu do céu para a Embraer, agora ela pode ter mais chances de venda no mercado mundial, visto que essa crise está fazendo com que os compradores pensem em comprar algo mais em conta (mais barato) para as suas necessidades.
Há males que vem para bem!
🙂

tchau

[…] Airbus espera por mais dois anos difícies […]

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