domingo, junho 20, 2021

Gripen para o Brasil

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Frota de Sea Harrier “groundeada” na Índia

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

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A Marinha da Índia suspendeu mais uma vez os voos com seus Sea Harrier da sua frota após um terrível acidente onde o piloto da aeronave acabou falecendo. O acidente ocorreu nas proximidades de Goa na semana passada.

O restante da frota, dez aeronaves, permanecerá “groundeada” até que o motivo da causa seja totalmente esclarecido. Com a decisão a Índia fica sem sua capacidade de operar aeronaves de asas fixas embarcadas, deixando o Viraat somente com helicópteros.

O Viraat acabou de deixar o estaleiro depois de passar por uma reforma que durou 18 meses. A reforma foi necessária para estender a vida operacional do NAe em mais cinco anos, uma vez que a modernização do Gorshikov, futuro Vikramaditya, ainda está em discussão. Em mais dois meses o Viraat estará plenamente operacional.

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Bruno Rocha

Valeu Bosco. Eu já fico feliz em saber sobre esse sistema de engrenagem. Achei muito estranho pensar que o F-35 teria uma “turbina na dianteira” com certeza o peso da aeronave seria maior, e o peso de carga de armamento seria menor, sem falar na baixa autonomia.

Obrigado pela explicação.

Marine

Sabendo que percepcao e realidade, sera que e impressao minha ou a India tem niveis de acidentes com essa aeronave altissimos comparados com o resto dos usuarios?

Sds!

Wolfpack

Para mim o F35 Lightning corre o mesmo risco dos Harriers, agravada pelas características de projeto da aeronave que deve atender com um mesmo desenho de célula a três configurações e empregos diferentes. É a historinha do pato que não faz nada direito, mas as vezes o Departamento de Defesa Norte Americano coloca estes desafios tecnológicos para a indústria militar. É o coelho para a raposa. Assim as coisas acontecem nem que seja para pagar 1.2bi por unidade como no caso dos B2 Spirit, só exemplo. A máquina têm que trabalhar.

kaleu

Off-Topic :

A América do Sul volta a discutir questões militares

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM1114836-7823-A+AMERICA+DO+SUL+VOLTA+A+DISCUTIR+QUESTOES+MILITARES,00.html

abc
Kaleu

Marine

Wolfpack,

Eu diria que nao, nos aqui perdemos muito Harriers no inicio da operacao deles devido a “learning curve” de operar uma aeronave revolucionaria na epoca e equivocos de treinamento, mas hoje esse processo e dominado faz anos ja, tanto que nao se ve acidentes fora do normal com eles no USMC.

Os pilotos de STOVL F-35 nao terao problema alguma, a doutrina e treinamento para eles ja existe.

Sds!

LBacelar

o Sea Harrier, devido as caracteristicas V/STOL é um avião que técnicamente sofre com fadiga em partes da estrutura onde aviões convencionais não sofrem. Esse problema aliado com o clima extremo indiano, destroi qualquer estrutura.

Felipe Cps

Wolfpack e Marine:

É dito que o F-35B conta com sistemas computadorizados que facilitam EM MUITO o trabalho do piloto em decolagens/pousos quando em regime STOVL, algo como “computador, coloque-me em altitude/velocidade de vôo seguras”.

É óbvio que isso não elimina a possibilidade de falha crítica do equipamento, mas não dá nem pra comparar uma aeronave com sistemas de vôo da década de 70 com o LM-F35.

Abs.

Caipira

VF-1 brazucas em processo de modernização, Harrier “groundeados” na Índia…Aviação naval de asa fixa pra países em desenvolvimente não é fácil…

Jonas Rafael

Não é só nós que sofremos com nossos A-4. E convenhamos, uma aeronave STOL tende a sofrer muito mais por problemas de manutenção do que um avião convencional. Se um avião comum tem pane nos motores ainda dá pra planar e tentar alguma manobra de emergência. Mas se um motor de um avião deses parar (ou qualquer componente do sistema de vetoração) é solo (ou água)!

Francisco AMX

Amigos, os AV-8II Harriers do US Marines e os Sea Herriers FA2 e Harriers os GR7/9 da RAF são máquinas mais modernas e novas do que os FRS51 Indianos, estes praticamente iguais aos FRS1 da guerra das Malvinas… sem os controles de vôo avançados das novas versões… além disso o fator “uso” de um caça naval, ainda mais desta sofisticação de um VSTol, conta muito para a deterioração como um todo do caça… até me surpreende, para o bem, e corrobora com o que penso dos Indianos, a sua extrema capacidade de gerir tantos meios distintos de aeronaves, e manter… Read more »

Francisco AMX

desculpem os erros de concordância e pontuação… pressa!

Bruno Rocha

Que nada Francisco. Digite seu comentário no Word e concerta as pontuações, concordância e acentos. As concordâncias, acho que já obrigação do cara saber néh!

Não é pelo fato de errar a porcaria do acento (ou a falta dele). O negocio é que aqui, temos que fazer tudo para não queimar o filme do Blog, temos que honrar o portugéz que hablamos. Se não, tem cara que pega no pé.

Viva a gramática!

Abraços Francisco

\o/

Alexandre G.R.S.

Prezado Francisco AMX,

Gostei das suas predileções. Muito concisas. E é fato que as FFAA Indianas encontram-se em uma patamar diferente da nossa. Que possamos aprender com eles sim. Acho que longe desse Eurocentrimos e American Way, existem outros players que podem nos ensinar uma forma diferente de fazer as coisas.

Caipira

Er…hanm…Aprender algo com os indianos? Vejamos as últimas notícias sobre os indianos aqui nos 3 blogs: Sub lançado ao mar sem reator(virou motivo de piada); Compra do NAe russo mais enrolada que fumo de corda(também virou piada); A força aérea dos caras é uma salada, operam uns trocentos tipos de caças; A construção dos Scorpènes dos bigodudos sofre constantes atrasos(Deuzulivre disso acontecer com os nossos); Enfim, a impressão que passa é que os militares indianos gastam muito mal sua verba (que por sinal é bem maior que a daqui) e quem deveria aprender algo com nossas Fas são eles. Só… Read more »

Bosco

O maior problema do Harrier é na fase de ‘transição’ do vôo horizontal para o vertical onde as superfícies de controle e de sustentação deixam de ser atuantes e suas funções ficam por conta da exaustão de gases vindos do motor.
Para uma época em que não havia os sistemas de controle ‘fly by wire’ eu acho até que a aeronave se mostrou muito segura.
Um abraço a todos.

Wolfpack

É, sempre existe um preço a ser pago pelo pionerismo.
Para a Royal Navy e a RAF, o Harrier já se pagou na Guerra da Malvinas, mas naquele conflito, a vantagem dada pelos Sidewinder americanos foi fundamental.
Abs

Bruno Rocha

BOSCO

O Harrier que você se refere é o Jump Jet ??????

Bosco

Bruno,
Jump Jet é só um apelido né Bruno. É o Harrier da RAF (GR7/9), o Sea Harrier da RN e o AV-8B dos Marines, além dos operados pela Índia, Espanha, Itália e Tailândia (?). Eu acho.

Bruno Rocha

Ah, eu sei, é que o jump jet ja se relaciona ao AV-8B. Esse sim eu gosto, mais bonito que o F-35 heheee

Bosco

O Harrier (todos os membros da família) possue 4 ‘válvulas’ de escape de gases drenados dos motores para o controle da ‘atitude’ do avião em baixa velocidade, quando as superfícies aerodinâmicas não funcionam. Essas ‘válvulas’ substituem as superfícies de controle tradicionais (leme, profundores e ailerons), controlando o caça em torno dos 3 eixos (vertical, longitudinal e horizontal). Esses dispositivos estão nas pontas das asas, no final da cauda e próximo do ‘nariz’ do caça e são controlados pelos mesmos comandos que controlam as respectivas superfícies de controle (pedais e manche). No caso do Harrier existe uma pequena ‘alavanca’ ao lado… Read more »

Bosco

Bruno,
concordo!
O AV-8B é uma obra de arte. Na década de 80 havia um projeto para torná-lo ‘supersônico’ com a montagem de pós-combustores nos bocais dianteiros e um refinamento da aerodinâmica melhorando o coeficiente de arrasto.
Teria sido fantástico ver esse caça.
Um projeto mais ousado previa que o mesmo tivesse apenas 3 bocais direcionáveis e não os 4. Muito parecido com o sistema proposto para o X-32 que perdeu a concorrência para o F-35.
Um abraço.

Bruno Rocha

Obrigado por mais essa explicação Bosco. Mas quero dizer a minha opinião. Acho muito mais seguro um caça desses na mão de um piloto experiente, que de um F-35 ( também com um piloto experiente) cheio de sistemas disso e daquilo que deixa o piloto quase a toa sentado enquanto o computador faz tudo.
Não confio em computadores. No Maximo deveriam ser utilizados para ações secundárias, algo que não tivesse relação no controle direto da aeronave.

Abraço

Bruno Rocha

Não desmerecendo o F-35. Mas o Jump é mais legal.

Só mais uma coisa. Vi em um filme o F-35 manobrando como se fosse um helicóptero de combate. Terá o F-35 uma capacidade dessas como foi mostrada nas cenas.
Pena eu não lembrar o nome do filme, mostraria o link.

Vou dever essa pra você.

Até amanhã

Bruno Rocha

Não desmerecendo o F-35. Mas o Jump é mais legal.

Só mais uma coisa. Vi em um filme o F-35 manobrando como se fosse um helicóptero de combate. Terá o F-35 uma capacidade dessas como foi mostrada nas cenas.
Pena eu não lembrar o nome do filme, mostraria o link.

Vou dever essa pra você.

Até amanhã

Bosco

Bruno, hoje esses sistemas digitais são muito confiáveis Bruno. Há até redundância quádrupla de muitos deles. O filme é o “Duro de Matar 4” que deveria mesmo era chamar ‘duro de assistir 2’ já que o 3 também não valeu o preço da entrada.rsrsrs…. Ele com certeza não pode fazer esse tipo de manobra mostrada no filme. Sua capacidade de ‘pairar’ é muito limitada devido ao grande consumo de combustível e a não ser possível efetuar manobras radicais. O F-35 jamais poderia usar qualquer tipo de armas no modo ‘pairado’. Bruno, só um lembrete, você disse em outro post que… Read more »

Francisco AMX

he he Caipira, vai acreditando nisso… e achando que a FAB é uma “super corporação” que podes ter uma surpresa. A FAB faz um excelente trabalho, agora imaginar que uma força que foi privada durante 30 anos de “sentir o gostinho” de tecnologia mediana, quanto mais avançada, poder ter bola de cristal, saber de tudo, ser a melhor sem ter experiência recente de guerra, é uma presunção que muitos aqui continuam a fomentar, não sei se é o seu caso, mas está errado! temos que confrontar as ações de países como o nosso, que estão mais adiantados, e não desdenhar… Read more »

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