RAF estuda prolongar vida dos Typhoon

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    O Reino Unido está avaliando a possibilidade de estender a vida útil da estrutura do Typhoon para mais de 6.000 horas de voo. Desta maneira os aviões de construção mais antiga poderão voar além de 2030, data provável de sua retirada de serviço.

    No entando, estas projeções podem mudar, pois são constantemente atualizadas. Tudo depende de como as aeronaves serão utilizadas operacionalmente e a frequência dessas operações. Como comparação, a vida útil da estrutura do Tornado  possui cerca de 8.000 horas de voo, ou seja, 33% a mais que o Typhoon.

    Além de ter a maior frota de Typhoon, a RAF também é a que mais voa. Até o momento o Reino Unido acumulou mais horas de voo que os seus parceiros do consórcio (Alemanha, Itália e Espanha). Na RAF os Typhoon voam, em média, 30 horas por mês, por célula. Os outros países voam no máximo 15 horas.

    Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido a frota de caças Typhoon atingiu 25.000 horas de voo no final de 2008. Nos outros países o valor anual chega a 10.000 ou menos.

    A frota atual da RAF conta com 49 aeronaves do modelo Tranche 1 e sete do modelo Tranche 2. Estas formam dois esquadrões de linha e duas outras unidades de ensaios de voo e treinamento. Outros três esquadrões devem ser criados na Escócia entre outubro de 2010 e outubro de 2012.

    O primeiro deslocamento operacional de longo curso deste novo caça da RAF deve acontecer no final do ano, quando os Typhoon substituirão os 4 Tornado F3 do esquadrão 1435, atualmente baseado em Mount Pleasant, ilhas Falkland/Malvinas.

    FONTE: Flightglobal

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    Tiago Jeronimo
    Tiago Jeronimo
    10 anos atrás

    Sera que rola um exercicio conjunto com a FAB quando os Typhoon vierem?

    Sérgio
    Sérgio
    10 anos atrás

    Não imaginava que a vida das células de caças modernos era tão curta. Alguém sabe dados de Rafale, Gripen, Super Hornet, Flanker, F-16…?

    Baschera
    Baschera
    10 anos atrás

    Sérgio, Veja a matéria……”Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido a frota de caças Typhoon atingiu 25.000 horas de voo no final de 2008. Nos outros países o valor anual chega a 10.000 ou menos….a RAF também é a que mais voa” O número de horas de vida útil de um EF-2000 é de aproximadamente 6.000 hs de vôo. Ao se aproximar deste valor de segurança estipulado pelo fabricante, a estrutura física do vetor começa a dar sinais de exaustão e fadiga. As micro rupturas da estrutura são o primeiro sinal…. Imagine o piloto ter que fazer uma manobra… Read more »

    Bruno Rocha
    Bruno Rocha
    10 anos atrás

    Isso não acontece muito por aqui, mesmo nossos caças sendo velhos, nosso governo não tem interesse para bancar o combustível e manutenção. Então acabam parados no solo sem previsão par voos. Não estou dizendo que o Brasil não tem verbas para sustentar sua defesa aérea, até por que se fosse mesmo, não estaríamos comprando caças modernos no FX2. O que falta, é o interesse dos nossos políticos em investir na nossa segurança. Pois afirmo o que disse anteriormente. O ambiente na América Latina está se tornando aos poucos hostil, um desequilíbrio de poder. Só fico imaginado o Brasil de Rafale,… Read more »

    ARC
    ARC
    10 anos atrás

    Eles já estão projetando a substituição do EF-2000 e nós chupando o dedo. Vem logo FX-2.

    Tiago Jeronimo
    Tiago Jeronimo
    10 anos atrás

    Isso me lembra os nossos Mirage III que quando pararam de voar ainda tinham muitas horas de vôo de sobra ainda, lembro de algum brigadeiro dando uma entrevista pra Revista Força Aerea sobre isso. Aqui voavamos de menos e o avião ficou obsoleto e caro de manter estando novo ainda, será que isso vai acontecer com o escolhido do FX-2?

    Flower Flap
    Flower Flap
    10 anos atrás

    A India está reformando seus Mig-29, aumentando a vida utíl de 25 p/ 40 anos.

    Bosco
    Bosco
    10 anos atrás

    Off topic pegando o gancho de alguns. Ao invés de explorar petróleo a 8000 metros não seria melhor investir em alta tecnologia em busca de formas de energia renováveis e ecologicamente corretas? Ficamos muito preocupados com ‘nossas’ reservas no Pré-Sal e esquecemos de desenvolver baterias eficientes, energia eólica, células de combustível, fusão nuclear, tecnologias que viabilizem o uso do hidrogênio em larga escala, energia solar, marés, geotérmica, biodiesel, etc. Será que quando e se o Pré-Sal estiver sendo viável economicamente as nações mais desenvolvidas já não terão substituído grande parte de suas fontes de energia por combustíveis renováveis em detrimento… Read more »

    Tiago Jeronimo
    Tiago Jeronimo
    10 anos atrás

    Sera que rola um exercicio conjunto com a FAB quando os Typhoon vierem?

    Sérgio
    Sérgio
    10 anos atrás

    Não imaginava que a vida das células de caças modernos era tão curta. Alguém sabe dados de Rafale, Gripen, Super Hornet, Flanker, F-16…?

    Baschera
    Baschera
    10 anos atrás

    Sérgio, Veja a matéria……”Segundo o Ministério da Defesa do Reino Unido a frota de caças Typhoon atingiu 25.000 horas de voo no final de 2008. Nos outros países o valor anual chega a 10.000 ou menos….a RAF também é a que mais voa” O número de horas de vida útil de um EF-2000 é de aproximadamente 6.000 hs de vôo. Ao se aproximar deste valor de segurança estipulado pelo fabricante, a estrutura física do vetor começa a dar sinais de exaustão e fadiga. As micro rupturas da estrutura são o primeiro sinal…. Imagine o piloto ter que fazer uma manobra… Read more »

    Bruno Rocha
    Bruno Rocha
    10 anos atrás

    Isso não acontece muito por aqui, mesmo nossos caças sendo velhos, nosso governo não tem interesse para bancar o combustível e manutenção. Então acabam parados no solo sem previsão par voos. Não estou dizendo que o Brasil não tem verbas para sustentar sua defesa aérea, até por que se fosse mesmo, não estaríamos comprando caças modernos no FX2. O que falta, é o interesse dos nossos políticos em investir na nossa segurança. Pois afirmo o que disse anteriormente. O ambiente na América Latina está se tornando aos poucos hostil, um desequilíbrio de poder. Só fico imaginado o Brasil de Rafale,… Read more »

    ARC
    ARC
    10 anos atrás

    Eles já estão projetando a substituição do EF-2000 e nós chupando o dedo. Vem logo FX-2.

    Tiago Jeronimo
    Tiago Jeronimo
    10 anos atrás

    Isso me lembra os nossos Mirage III que quando pararam de voar ainda tinham muitas horas de vôo de sobra ainda, lembro de algum brigadeiro dando uma entrevista pra Revista Força Aerea sobre isso. Aqui voavamos de menos e o avião ficou obsoleto e caro de manter estando novo ainda, será que isso vai acontecer com o escolhido do FX-2?

    evandro
    evandro
    10 anos atrás

    É verdade ARC… Nós estamos tão atrazados que enquanto discutimos qual o caça do FX2, e eles, já estão pensando quando vão desativar os EF2000. Caça esse que é muito superior aos concorrente aqui do FX2.

    Marcelo Tadeu
    Marcelo Tadeu
    10 anos atrás

    Evandro, não é verdade, o EF 2000 equivale a todos eles, acho que só o F-18 fica pra trás, pois é um desenho da década de 80. E eles não estão pensando em substituí-lo e sim aumentar a vida útil, vcs não leram direito!!!

    Marcelo Tadeu
    Marcelo Tadeu
    10 anos atrás

    Aliás, qualquer avião que for escolhido, sempre vai ter alguém dizendo que a escolha foi péssima e que o Vietnam tem uma Força Aérea melhor do que a nossa, fazer o que somos provincianos mesmo!!!

    Getulio - São Paulo
    10 anos atrás

    Como se vê na matéria, como caça de interceptação até os britânicos não abrem mão de um específico. Eles poderiam ter adotado o Gripen, já que são sócios do empreendimento. Como o F-35 ainda é projeto e mesmo assim não é um caça de interceptação, suas qualidades de voo não parecem ser destinado a esta missão. A Itália até recentemente utilizou-se do Starfighter, doado recentemente ao MUSAL (preciso ir ao Rio só para vê-lo), foram trocados pelo Typhoon. O Brasil também poderia optar pelo Typhoon, é um super-caça da atualidade, bom para prateleira face a seu alto custo de manutenção,… Read more »

    Getulio - São Paulo
    10 anos atrás

    Em tempo: Com esta história de pré-sal, daqui a pouco os ingleses vão dizer que encontraram petróleo em seu mar territorial na américa do sul! Pode? Abram os olhos argentinos!

    Fábio Mayer
    Fábio Mayer
    10 anos atrás

    Os argentinos NUNCA terão qualquer soberania sobre as Falklands.

    Alfredo_Araujo
    Alfredo_Araujo
    10 anos atrás

    “Getulio – São Paulo em 01 set, 2009 às 9:43

    Os argentinos tem de começar a pensar em seu plano estratégico, pois os ingleses se consolidam a cada ano nas malvinas.”

    Os caras tem 4 interceptadores na ilha! Q consolidação é essa?
    Contingente militar nas Malvinas, a Inglaterra sempre teve… só q depois da guerra eles mantem algo mais “dissuatório” do q simples soldados…

    Raphael Barros
    Raphael Barros
    10 anos atrás

    Ainda tem Mig-17, A-4, F-4 e Mig-21 voando em vários países eu não entendo os aviões novos tinham que ser construido para ser mais resistentes que os antigos e esta sendo o contrário será por causa dos matériais compostos que usam para diminuir o RCS? Eu gostaria de saber a vida útil dos novos aviões como F-22,F-35,Jas-39,Su-30,Su-34,Su-35,Mig-35,F-18E,F-16 Bloco50,J-10 Alguem sabe?

    Fil
    Fil
    10 anos atrás

    A vida útil de um Su-27 SK é de cerca de 20 anos.

    A de um Su-30 MK é de 25 anos.

    São valores próximos dos do Typhoon.

    Bruno Rocha
    Bruno Rocha
    10 anos atrás

    Não sei!

    Não gosto dos deltas, eles são pessimos em baixa velocidade. Prefiro os convencionais mesmo.

    LBacelar
    LBacelar
    10 anos atrás

    A vida util do F22 deve ser de 15 dias, pois vivem dando problemas estruturais mesmo estando brilhando e com cheirinho de novo rsrsrs

    E quanto aos Deltas, eles ERAM péssimos a baixa velocidade há 30 anos atrás, Fly-by-wire existe hj em dia p/ isso!

    Esdras
    Esdras
    10 anos atrás

    Acho que por ser modelista e nisto agente acaba por ter o acesso melhor a “anatomia” dos aviões, observa-se que o Rafale tem uma estrutura de desenho muito mais moderna do que o Typhoon. A grande diferença, é que observa-se que Rafale tem as asas totalmente integradas à fuselagem, já o Typhoon possue uma configuração entre asas e fuselagem muito tradicional, como um A-4 por exemplo.
    Não estou julgando sistemas, apenas uma questão de arquitetura.

    Gustavo da Hora
    Gustavo da Hora
    10 anos atrás

    Não parece uma bandeira do Brasil imperial pintada no Eurofighter?

    Rodrigo
    Rodrigo
    10 anos atrás

    Quando o FX começar a voar aqui todos ja estarão na próxima geração…

    Lol
    Lol
    10 anos atrás

    Seria uma boa o brasil ser parceiro ou aliado de um país europeu já temos a frança mas mais um país poderia nos fortalecer talvez economicamente e politicamente.

    Lol
    Lol
    10 anos atrás

    e seria pior se o brasil escolhece o f18, porque além de ele ser velho, os eua vao substituir eles pelos f22, f35 e vao acabar vendendo os f18 velhos para nações pao duras como a nossa

    Lol
    Lol
    10 anos atrás

    O governo poderia pegar dinheiro do pré-sal para investir em tecnologias de energia renovável para o nosso brasil, sendo q poderíamos construir mais hidrelétricas em rios, energia solar no árido e no nordeste, e a energia eólica com cataventos nos pampas, planicies e planaltos do brasil, ah, e vi no discovery channel q eles criaram um catavento daqueles q funciona com a força da água. offtopic1!!!!!!!

    Caipira
    Caipira
    10 anos atrás

    Bosco

    Sobre o que vc comentou, li recentemente na revista “SuperInteressane” que as divisas geradas pelos negócios em fontes de energias “limpas” já corresponde por uma boa fatia do PIB da Alemanha por exemplo(não me recordo números exatos)…realmente deveríamos ficar de olho nesse “mercado”, mas discordo de você em um ponto, acho que os investimentos em novos meios de energia deveriam acontecer paralelamente com a exploração do pré-sal e não substituílo….afinal o petróleo ainda vai ser a principal matriz energética do mundo por um bom tempo ainda…

    Um abraço meu amigo!

    Bosco
    Bosco
    10 anos atrás

    Caipira, eu sei que o Brasil está muito adiantado no desenvolvimento de várias fontes alternativas de energia, sendo inclusive ‘referência’ em várias delas. O que quero dizer é que não podemos investir bilhões nessa tal de pré-sal, politizar o tema, fazer dele um trampolim político, injetando bilhões, cabide de emprego, fisiologismo político, criar mais uma ‘estatal’, etc, e esquecer o resto. Enquanto isso outros países vão adiante com suas pesquisas e investindo pesadamente em ‘educação’ e daqui a alguns anos veremos carros movidos a células de combustível abastecidas com álcool, carros elétricos viáveis e carros com motores híbridos movidos a… Read more »

    Roberto CR
    Roberto CR
    10 anos atrás

    Bosco Concordo com o que fala sobre as alternativas ao pré-sal, mas o que eu acredito é que o governo atual quer usá-lo, também, como barganha dentro de um quadro geopolítico que está surgindo agora. Como você afirmou o petróleo ainda será a matriz energética dos próximos 40 anos quando começam a secar os poços de algumas fontes importantes. Seria interessante acompanhar o que a Embrapa anda produzindo desde 1998, você vai se surpreender. O problema, sob meu ponto de vista, é que não temos indústrias 100% nacionais que possam absorver a tecnologia que já está disponível para combustíveis alternativos.… Read more »

    Lucas Calabrio
    Lucas Calabrio
    10 anos atrás

    Prezado Bosco A montadoras, produziram em 2007 49,13 milhões de veículos(somente as 10 maiores confome esse site http://rankz.wordpress.com/2008/08/13/as-dez-maiores-fabricantes-de-carros-do-mundo/) e segundo outra fonte, o mundo produzirá 12,6 milhões de veículos a mais até 2012, diz pesquisa (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u326324.shtml) Olhando que um veículo dura tem um vida útil de 10 a 15 anos e que apesar dos “esforços” em substituir os veículos movido a combustivel fóssil, o pré-sal vai vingar sim, pois ele não é somente gasolina e diesel, envolve uma podereosa indústria química dos diversos segmentos, inclusive a de fertilizante, vital para o agronegócio. A substituição se dará,mas vai demorar um pouquinho,… Read more »

    Lucas Calabrio
    Lucas Calabrio
    10 anos atrás

    Prezado Bosco Pré-sal A montadoras, produziram em 2007 49,13 milhões de veículos(somente as 10 maiores confome esse site http://rankz.wordpress.com/2008/08/13/as-dez-maiores-fabricantes-de-carros-do-mundo/) e segundo outra fonte, o mundo produzirá 12,6 milhões de veículos a mais até 2012, diz pesquisa (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u326324.shtml) Olhando que um veículo dura tem um vida útil de 10 a 15 anos e que apesar dos “esforços” em substituir os veículos movido a combustivel fóssil, o pré-sal vai vingar sim, pois ele não é somente gasolina e diesel, envolve uma podereosa indústria química dos diversos segmentos, inclusive a de fertilizante, vital para o agronegócio. A substituição se dará,mas vai demorar um… Read more »

    Bruno Rocha
    Bruno Rocha
    10 anos atrás

    Boa Bosco, boa Caipira, boa Roberto, finalmente entenderam que política mudam os rumos de um país, e não só a área militar. Até que enfim. Deus existe!

    Rsrsrsrsr

    Abração o/

    Baschera
    Baschera
    10 anos atrás

    Bosco, Como vai…. olha, assisti, recentemente uma matéria na DW sobre a corrida as energias limpas e renováveis na Alemanha. Tanto a solar quanto a eólica. É impressionante o que já fizeram e como estas tecnologias estão desenvolvidas e já em uso perene no dia a dia das pessoas daquele país. No entanto, acho válido o investimento do pré-sal brasileiro. Deveríamos ter o bom senço de somente exportar os derivados nobres do petróleo, já agregando valor e não o óleo crú. Parece que é isto que vão fazer. Já li no WSJ e no NYT que o preço do óleo… Read more »

    Wolfpack
    Wolfpack
    10 anos atrás

    Baschera, talvez a DW não apontou que sua matriz energética é totalmente dependente da energia nuclear importada da França e do gás vindo da Rússia. Os Greenpeace/Partido Verde conseguiram apagar as usinas nucleares na Alemanha, mas até hoje os cataventos e painéis solares não conseguem dar conta da demanda naquele país. A superfície de seu território talvez não seja suficiente para instalação de paineis solares para suas industrias. Talvez deixem de plantar para gerar energia limpa, sem contar a poluição visual e sonora dos cataventos. É lindo ver um campo coberto de ventiladores gigantes ou pranchas de vidros refletindo na… Read more »

    Edmar
    Edmar
    10 anos atrás

    Caros Amigos.:

    Estamos falando das estruturas dos aviões; e como está a dos “F-5M?

    Será que vão aguentar até 2020?

    Abraços.

    Bosco
    Bosco
    10 anos atrás

    Valeu pessoal!
    Um abraço a todos.