quarta-feira, abril 21, 2021

Gripen para o Brasil

Um quilombo no caminho da ACS

Destaques

Guilherme Poggiohttp://www.aereo.jor.br
Membro do corpo editorial da revista Forças de Defesa e sites Poder Aéreo, Poder Naval e Forças Terrestres

Impasse pode atrasar voo previsto para 2010

Mesmo após a última disputa territorial entre quilombolas e o Programa Espacial brasileiro ter sido resolvida, a construção de uma nova base para lançar foguetes em Alcântara (MA) está gerando conflito. Segundo a ACS (Alcântara-Cyclone Space) -empresa binacional brasileira e ucraniana que vai se instalar no local- comunidades da região impedem a realização de um estudo de impacto ambiental e um levantamento socioeconômico da região.

O impasse, diz a empresa, atrasa o cronograma de seu primeiro lançamento, programado para 2010. Desde
outubro do ano passado, a ACS abdicou áreas pleiteadas pelos quilombolas das comunidades de Mamuna e Baracatatiua, dando fim a uma disputa de seis anos.

Agora, a binacional ficará no Centro de Lançamento de Alcântara, da Aeronáutica, vizinho à área. Para começar suas construções, porém, a ACS precisa entregar ao Ibama um estudo de impacto com dados de vários pontos da região, o que requer a entrada de funcionários em território quilombola.

“Para fazer esse estudo, temos de pegar materiais além do nosso sítio, mas eles [quilombolas] não deixam”, disse à Folha Gustavo Tourinho, assessor de imprensa da ACS. “E, para deitar um único tijolo lá, precisamos do estudo.”

O que perturbou o aparente acordo atingido após a ACS abdicar áreas das comunidades é que, apesar de o Incra já ter dado início à demarcação das terras, a vitória quilombola é parcial. Segundo a antropóloga Maristela de Paula Andrade, da Universidade Federal do Maranhão, comunidades têm receio em deixar a ACS entrar na área, temendo perder mais terras.

“Esse recuo da empresa se deveu à resistência dos trabalhadores, porque os engenheiros simplesmente entraram com as máquinas dentro do povoado, começaram a fazer perfuração e derrubaram mata sem autorização”, diz. “Existe uma história recente muito complicada, e essa empresa [ACS] tem um significado político. Houve várias tentativas de expropriar essas famílias, e eles estão resistindo há cinco ou seis presidentes da República.”

Em agosto último, uma barricada chegou a ser feita, conta Benedito Carvalho, representante do Movimento dos Atingidos pela Base de Alcântara. Houve tensão, mas não conflito. “Agora, não há a possibilidade de sairmos de lá”, diz. Carvalho está em Belém agora para o Fórum Social Mundial, que começou ontem e terá eventos sobre a causa quilombola.

Para Carvalho, o problema é que parte dos descendentes já foram expulsos das terras na década de 1980, à época da criação da base. E, segundo ele, o governo federal não cumpriu promessas como incentivo à agricultura familiar e assistência médica. “Se eles não cumpriram aquilo, porque a gente vai acreditar agora?”

FONTE: Folha de São Paulo

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Roberto

Como sempre acontece neste país, índios, quilombolas, MST, etc… tem mais autoridade que o próprio governo federal. Sempre procurando meios de atravancar o desenvolvimento do país com discursos vazios e sempre se agarrando a algum “motivo ecológico” entre outros…

Erich Hartmann

Eu sei que o assunto requer estudo aprofundado dos contratos e processos e falta de respeito e proteção com comunidades locais ao longo de décadas de lides/pendências,mas fico às vezes chocado com a facilidade de que destroem as encostas de mata atlântica em diversas cidades (aqui no Rio de Janeiro então estão em extinção) com crescimento desordenado de favelas (legistação ambiental municipal,estadual e federal são concorrentes)que ninguém demonstra ímpeto em controlar e combater com o mesmo “ímpeto” dos licensiamentos ambientais (EIA/RIMA) do IBAMA para projetos que podem fazer avançar em muito a indústria nacional(pois da teconologia aeroespacial advém um inúmero… Read more »

Rodrigo

esse pais é uma vergonha mesmo, a gente tenta ser patriota, mas tá difícil, porra um pais sendo impedido de crescer por causa de quilombolas? a Africa ta cheia de terra pq eles não vão pra lá?

Erich Hartmann

Complementando (postando do trabalho às pressas…) acerca do post acima …após “ímpeto” dos rigores dos Licensiamentos …etc.

Carlos

Quero que todos os índios e quilombos vão todos PQP, queria ver se fosse nos USA ou na Rússia acontece isso duvido, na RUSSIA PUTIN já tinha mandado fuzilar todos que tentasse atrasa o programa espacial da RUSSIA, item nos USA, os americanos acabaram com todos os índios deles, depois vem fala que o BRASIL tem que da terra a esses povos, expulsa todos da terra do centro espacial.

Hornet

Carlos,

veja como são as coisas, eu já prefiro a democracia e o estado de direito ao invés do estado autoritário e anti-democrático, que manda fuzilar, prender, matar…fazer o quê, né? Cada um tem um gosto…

abraços

ps. Em tempo, também não tenho nada contra os índios e nem contra os quilombos, entre outras coisas, por serem todos cidadãos brasileiros com os mesmos direitos que o seus. E também não tenho nada contra Alcântara e a base de lançamentos.

Jose Adelino

Para se fazer qualquer que seja o projeto neste pais temos mil dificuldades com licenças ambientais< mas quando uma “comunidade” resolve invadir mangues, areas de proteção ambiental nunca vi as “otoridades” irem lá p/ impedirem ou retirarem. “ai pode”. Impedir o desenvolvimento do pais é o pior dos crimes que se pode cometer. A miseria vai atingir os mais pobres, justamente os que estão sendo “beneficiados” agora. Provavelmente “apoiados” pelas ONG sustentadas por dinheiro vindo de sei lá onde.

welington

Dêem novas terras em novos pontos para estes povos, mantenham e aumentem a base de Alcântara, mas não podemos parar o nosso programa espacial que trará ganhos para todos, é simples construam casas dêem novas terras em outros locais mandem o EB a policia federal e retirem a força e mandem para as novas terras e/ou casas, estes cidadãos tem que ter seus pertences e terras garantidos porem eles estão em uma região estratégica para o país e tem que entender e sair de lá se tiverem seus direitos garantidos, pois estão atrasando a nação.
Um abraço a todos.

Pedro

Esse papo de reserva, quilombola, indio, mst já deu.
Façamos como os EUA, rin-tin-tin e cavalaria rusticana neles!
Imagino uns Sioux, ou Comanches, ou Black Foots invadindo a area 51 ou o centro de lançamento deles “pra requisitar seus direitos”…ia tudo virar betume….
2 AMX armados com napalm resolvem o caso limpando a área como deve ser.
Seria uma boa hora para um treino com munição viva em população de gafanhotos…..

Ademir

Eles (os pseudo-quilombolas) criam toda essa dificuldade, não é por terra não! É por DINHEIRO!!! Eles querem receber indenizações do governo!!! Por isso criam esse inferno todo, atrapalhando o desenvolvimento do Brasil!! Uma frase pra eles: “Vai trabalhar VAGABUNDO!!!!”

FERNANDO

Uma pena, acredito que eles vão encontrar uma solução! Os quilombolas tem razão em revindicar, eles pelo que eu sei ja estavam, antes no local.Portanto tem a prioridade! Não aceitar esta revindicação e cometer o mesmo erro que se cometeu com Canudos, qdo centenas de brasileiros, foram massacrados pelo exercito brasileiro, não que o exercito enquanto instituiçao, tenha culpa. Mais ela é proporcional a todos os envolvidos, políticos, coroneis da região, militares, etc. Isto de dizer que eles não trabalham, por favor ne gente! O desenvolvimento tecnologico não deve vir descolado de uma melhor distribuição social, político, econômica e cultural.… Read more »

João-Curitiba

Pode ser eles estejam mesmo querendo levantar uma grana com indenizações. Também pode ser que eles já estejam escolados com as promessas do governo, que nunca são cumpridas. Não tenho condições de saber e julgar. Mas eu gostaria de deixar aqui o que aconteceu em Camboriú-SC. Quem já foi lá conhece o teleférico, que sai da Barra Sul, passa sobre a foz do rio Camboriú, vai até o alto do morro e depois desce para o outro lado, até a praia de Laranjeiras. Não é preciso dizer que os órgãos ambientais colocaram trocentos entraves na obra. O que foi feito?… Read more »

Wolfpack

Sem comentários. Isso ai virou esculhambação pura. Isso é uma vergonha, uma piada de mau gosto…

Mirage

BRASIL

Noel

Pô, lembrem-se, também, que tem uma “comunidade” quilombola querendo dar um pé na bunda da Marinha na Marambaia, e um grupo de políticos, do Pará, doidos prá fatiar um bom naco do CPBV, Cachimbo, prá “reforma agrária”.

Rosemberg

Não costumo comentar as matérias, mas estou viciado no site, a + ou – 8 meses.

Essa questão dos quilombolas, já deu o que tinha que dar. Não é possível uma “meia dúzia”, atrapalhar um programa de milhões de reais, como o espacial.

Estou com o Joao de Curitiba, falta autoridade, como dizem por aqui, saco roxo, pra acabar com esta palhaçada.
Se deixarem, daqui a pouco o Mst, também vai querer sua parte.
É dificil, mas vamos ser otimistas…..

… e assim caminha a humanidade….

Um abraço.

Nelson Lima

Curioso,o argumento do Rodrigo é muito parecido com o da Ku Klux Klan no pempo de Martin Luther King.

koala

por que vcs não tem vergonha? sinceramente não aguento ver estes discursos praticamente nazistas de vcs. não conheço a história dessa comunidade quilombola mas creio que deve existir alguma preocupação com eles, afinal de contas eles são nossos antepaçados, são a história viva do nosso pais! em vez de tentar expulsar estas pessoas de seu lar o governo deve olha mais para as camadas menos favorecidas da sociedade! é muito fácil falar quando não se conhece a realidade, até por que os “avanços espaciais” só serviram para melhorar as condições de vida de uma minoria, como tudo no nosso pais!… Read more »

[…] Folha de São Paulo perguntou para duas pessoas, com visões distintas, o que elas acham da questão das terras quilombolas próximas à Alcântara. Leia os argumentos abaixo de cada […]

[…] A sombra da espionagem ronda o CLA desde a explosão, em agosto de 2003, do terceiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS), que matou 21 pessoas. Jamais se provou nada e o episódio ficou creditado a uma fatalidade. O fracasso com o VLS foi um baque para o governo, que patina nas tentativas de retomar o programa espacial. A Cyclone espera lançar seu primeiro foguete em julho do ano que vem. O problema é que esse cronograma já foi atrasado diversas vezes por uma disputa de terras com os quilombolas. […]

Wantemberg

E lamentavel ver o nosso País ser multilado desta forma. Por ONG de quilombolas, inimigas do desenvolvimento da nossa nação, e ninguem faz nada! Será que não existe politicos, de bom senso e patriota, neste país, para abraçar esta causa. De dienheiro pra essa gente,ou faça um acordo para que eles saiam da area do projeto. O nosso país precisa se desenvolver tecnológicamente para lançar seus satélites. Será que vamos ficar eternamente dependente das outras nações? Isso é uma grande vergonha.

Roberto

Como sempre acontece neste país, índios, quilombolas, MST, etc… tem mais autoridade que o próprio governo federal. Sempre procurando meios de atravancar o desenvolvimento do país com discursos vazios e sempre se agarrando a algum “motivo ecológico” entre outros…

Erich Hartmann

Eu sei que o assunto requer estudo aprofundado dos contratos e processos e falta de respeito e proteção com comunidades locais ao longo de décadas de lides/pendências,mas fico às vezes chocado com a facilidade de que destroem as encostas de mata atlântica em diversas cidades (aqui no Rio de Janeiro então estão em extinção) com crescimento desordenado de favelas (legistação ambiental municipal,estadual e federal são concorrentes)que ninguém demonstra ímpeto em controlar e combater com o mesmo “ímpeto” dos licensiamentos ambientais (EIA/RIMA) do IBAMA para projetos que podem fazer avançar em muito a indústria nacional(pois da teconologia aeroespacial advém um inúmero… Read more »

Rodrigo

esse pais é uma vergonha mesmo, a gente tenta ser patriota, mas tá difícil, porra um pais sendo impedido de crescer por causa de quilombolas? a Africa ta cheia de terra pq eles não vão pra lá?

Erich Hartmann

Complementando (postando do trabalho às pressas…) acerca do post acima …após “ímpeto” dos rigores dos Licensiamentos …etc.

Carlos

Quero que todos os índios e quilombos vão todos PQP, queria ver se fosse nos USA ou na Rússia acontece isso duvido, na RUSSIA PUTIN já tinha mandado fuzilar todos que tentasse atrasa o programa espacial da RUSSIA, item nos USA, os americanos acabaram com todos os índios deles, depois vem fala que o BRASIL tem que da terra a esses povos, expulsa todos da terra do centro espacial.

Hornet

Carlos,

veja como são as coisas, eu já prefiro a democracia e o estado de direito ao invés do estado autoritário e anti-democrático, que manda fuzilar, prender, matar…fazer o quê, né? Cada um tem um gosto…

abraços

ps. Em tempo, também não tenho nada contra os índios e nem contra os quilombos, entre outras coisas, por serem todos cidadãos brasileiros com os mesmos direitos que o seus. E também não tenho nada contra Alcântara e a base de lançamentos.

Jose Adelino

Para se fazer qualquer que seja o projeto neste pais temos mil dificuldades com licenças ambientais< mas quando uma “comunidade” resolve invadir mangues, areas de proteção ambiental nunca vi as “otoridades” irem lá p/ impedirem ou retirarem. “ai pode”. Impedir o desenvolvimento do pais é o pior dos crimes que se pode cometer. A miseria vai atingir os mais pobres, justamente os que estão sendo “beneficiados” agora. Provavelmente “apoiados” pelas ONG sustentadas por dinheiro vindo de sei lá onde.

welington

Dêem novas terras em novos pontos para estes povos, mantenham e aumentem a base de Alcântara, mas não podemos parar o nosso programa espacial que trará ganhos para todos, é simples construam casas dêem novas terras em outros locais mandem o EB a policia federal e retirem a força e mandem para as novas terras e/ou casas, estes cidadãos tem que ter seus pertences e terras garantidos porem eles estão em uma região estratégica para o país e tem que entender e sair de lá se tiverem seus direitos garantidos, pois estão atrasando a nação.
Um abraço a todos.

Pedro

Esse papo de reserva, quilombola, indio, mst já deu.
Façamos como os EUA, rin-tin-tin e cavalaria rusticana neles!
Imagino uns Sioux, ou Comanches, ou Black Foots invadindo a area 51 ou o centro de lançamento deles “pra requisitar seus direitos”…ia tudo virar betume….
2 AMX armados com napalm resolvem o caso limpando a área como deve ser.
Seria uma boa hora para um treino com munição viva em população de gafanhotos…..

Ademir

Eles (os pseudo-quilombolas) criam toda essa dificuldade, não é por terra não! É por DINHEIRO!!! Eles querem receber indenizações do governo!!! Por isso criam esse inferno todo, atrapalhando o desenvolvimento do Brasil!! Uma frase pra eles: “Vai trabalhar VAGABUNDO!!!!”

FERNANDO

Uma pena, acredito que eles vão encontrar uma solução! Os quilombolas tem razão em revindicar, eles pelo que eu sei ja estavam, antes no local.Portanto tem a prioridade! Não aceitar esta revindicação e cometer o mesmo erro que se cometeu com Canudos, qdo centenas de brasileiros, foram massacrados pelo exercito brasileiro, não que o exercito enquanto instituiçao, tenha culpa. Mais ela é proporcional a todos os envolvidos, políticos, coroneis da região, militares, etc. Isto de dizer que eles não trabalham, por favor ne gente! O desenvolvimento tecnologico não deve vir descolado de uma melhor distribuição social, político, econômica e cultural.… Read more »

João-Curitiba

Pode ser eles estejam mesmo querendo levantar uma grana com indenizações. Também pode ser que eles já estejam escolados com as promessas do governo, que nunca são cumpridas. Não tenho condições de saber e julgar. Mas eu gostaria de deixar aqui o que aconteceu em Camboriú-SC. Quem já foi lá conhece o teleférico, que sai da Barra Sul, passa sobre a foz do rio Camboriú, vai até o alto do morro e depois desce para o outro lado, até a praia de Laranjeiras. Não é preciso dizer que os órgãos ambientais colocaram trocentos entraves na obra. O que foi feito?… Read more »

Wolfpack

Sem comentários. Isso ai virou esculhambação pura. Isso é uma vergonha, uma piada de mau gosto…

Mirage

BRASIL

Noel

Pô, lembrem-se, também, que tem uma “comunidade” quilombola querendo dar um pé na bunda da Marinha na Marambaia, e um grupo de políticos, do Pará, doidos prá fatiar um bom naco do CPBV, Cachimbo, prá “reforma agrária”.

Rosemberg

Não costumo comentar as matérias, mas estou viciado no site, a + ou – 8 meses.

Essa questão dos quilombolas, já deu o que tinha que dar. Não é possível uma “meia dúzia”, atrapalhar um programa de milhões de reais, como o espacial.

Estou com o Joao de Curitiba, falta autoridade, como dizem por aqui, saco roxo, pra acabar com esta palhaçada.
Se deixarem, daqui a pouco o Mst, também vai querer sua parte.
É dificil, mas vamos ser otimistas…..

… e assim caminha a humanidade….

Um abraço.

Nelson Lima

Curioso,o argumento do Rodrigo é muito parecido com o da Ku Klux Klan no pempo de Martin Luther King.

koala

por que vcs não tem vergonha? sinceramente não aguento ver estes discursos praticamente nazistas de vcs. não conheço a história dessa comunidade quilombola mas creio que deve existir alguma preocupação com eles, afinal de contas eles são nossos antepaçados, são a história viva do nosso pais! em vez de tentar expulsar estas pessoas de seu lar o governo deve olha mais para as camadas menos favorecidas da sociedade! é muito fácil falar quando não se conhece a realidade, até por que os “avanços espaciais” só serviram para melhorar as condições de vida de uma minoria, como tudo no nosso pais!… Read more »

[…] Folha de São Paulo perguntou para duas pessoas, com visões distintas, o que elas acham da questão das terras quilombolas próximas à Alcântara. Leia os argumentos abaixo de cada […]

[…] A sombra da espionagem ronda o CLA desde a explosão, em agosto de 2003, do terceiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS), que matou 21 pessoas. Jamais se provou nada e o episódio ficou creditado a uma fatalidade. O fracasso com o VLS foi um baque para o governo, que patina nas tentativas de retomar o programa espacial. A Cyclone espera lançar seu primeiro foguete em julho do ano que vem. O problema é que esse cronograma já foi atrasado diversas vezes por uma disputa de terras com os quilombolas. […]

Wantemberg

E lamentavel ver o nosso País ser multilado desta forma. Por ONG de quilombolas, inimigas do desenvolvimento da nossa nação, e ninguem faz nada! Será que não existe politicos, de bom senso e patriota, neste país, para abraçar esta causa. De dienheiro pra essa gente,ou faça um acordo para que eles saiam da area do projeto. O nosso país precisa se desenvolver tecnológicamente para lançar seus satélites. Será que vamos ficar eternamente dependente das outras nações? Isso é uma grande vergonha.

JORGE TERRA NACER

Deviamos usar uns quilombolas contra a Dilma Rousssef, porque eles tem mais poder que o governo federal. Se fosse um branco que tivesse uma terra ali ja tinha saido a cacetada.

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