AGM-84L

A Força Aérea Brasileira aprovou uma nova estratégia de suporte logístico para manter operacionais os mísseis antinavio AGM-84L Harpoon Block II empregados pelos aviões de patrulha marítima P-3AM Orion. O plano combina manutenção realizada no Brasil, apoio contratado por meio do programa norte-americano Foreign Military Sales e preparação para a obsolescência do sistema na próxima década.

As diretrizes constam do Plano de Suporte Logístico Integrado do Projeto Harpoon, aprovado pela Portaria DIRMAB/TEON-3 nº 361, de 5 de abril de 2026. O documento foi elaborado pela Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico para organizar o apoio aos mísseis durante o restante de seu ciclo de vida, reduzir riscos de indisponibilidade e evitar interrupções na cadeia de suprimentos.

Capacidade antinavio dos P-3AM

P-3AM da Força Aérea Brasileira

O Brasil adquiriu o AGM-84L Harpoon Block II por meio do FMS dos Estados Unidos para equipar os P-3AM Orion, empregados desde 2011 em missões de vigilância marítima, patrulha de longo alcance e guerra antissubmarino. Antes da incorporação do Harpoon, essas aeronaves não dispunham de um míssil antinavio operacional de longo alcance.

Assinado em 2014, o caso FMS BR-P-ASP incluiu mísseis operacionais, exemplares cativos para treinamento, peças de reposição, equipamentos de apoio e testes, treinamento de militares brasileiros e suporte técnico inicial. A integração, homologação e certificação foram conduzidas com apoio da Marinha dos Estados Unidos.

O AGM-84L utiliza navegação inercial combinada com GPS durante a fase intermediária e radar ativo na aproximação final. Segundo o documento da FAB, o míssil pode voar a distâncias superiores a 120 quilômetros, transportando uma ogiva com mais de 200 quilos.

O perfil de voo em baixa altitude reduz o horizonte de detecção dos radares adversários e, consequentemente, o tempo disponível para reação do navio atacado. O Block II também recebeu melhorias de software, maior resistência a contramedidas eletrônicas e capacidade de emprego contra embarcações em áreas costeiras ou atracadas em portos.

Manutenção já foi parcialmente internalizada

O Parque de Material Bélico da Aeronáutica do Rio de Janeiro, PAMB-RJ, atua como Parque Central do Projeto Harpoon, enquanto a Base Aérea de Santa Cruz aparece no plano como sua única organização operadora. A FAB já internalizou as atividades de manutenção de primeiro e segundo níveis, reduzindo parcialmente sua dependência do fabricante e do apoio estrangeiro.

A manutenção de primeiro nível compreende inspeções das condições de armazenamento, controle de umidade, verificação da válvula de alívio e substituição do material dessecante dos contêineres. No segundo nível, equipes brasileiras treinadas e certificadas pela Boeing e pela Marinha dos Estados Unidos realizam testes funcionais, diagnóstico de falhas e verificação do estado dos mísseis.

A FAB também adquiriu bancadas e equipamentos específicos, como o Portable Missile BIT Checker Test Set AN/DSM-173. O material permite que as avaliações intermediárias sejam executadas no país e que a capacidade seja deslocada para outra base aérea quando necessário.

Não existe, porém, uma estrutura de manutenção de terceiro nível estabelecida para o Harpoon no Brasil. Intervenções industriais mais complexas continuam dependendo da Boeing e precisam ser contratadas sob demanda. O mesmo ocorre com reparos especializados nos equipamentos de teste e apoio.

Recertificação prevista para 2030 e 2033

Os mísseis operacionais foram inspecionados pela Boeing em 2020. Depois dessa avaliação, foi atribuída a cada unidade uma validade operacional de dez anos, levando a FAB a programar a recertificação do Lote 89 para 2030 e do Lote 91 para 2033.

A orientação da Marinha dos Estados Unidos é que a contratação dessas recertificações seja iniciada com ampla antecedência. O plano recomenda que o processo comece já em 2026, de forma a evitar uma lacuna entre o fim da validade atual dos mísseis e a conclusão dos trabalhos de extensão da vida útil.

O apoio complementar é realizado pelo caso FMS BR-P-GVX, assinado em 2021, cuja vigência financeira estava prevista até setembro de 2026. O documento permite que o acordo seja renovado com recursos já reservados no sistema norte-americano, mas não informa se essa prorrogação foi efetivamente concluída.

Além das manutenções industriais e não programadas que ultrapassem a capacidade instalada no Brasil, o FMS deverá continuar oferecendo assistência de engenharia, investigação de defeitos, atualização das publicações técnicas, capacitação de pessoal e acesso a peças específicas.

Apoio dos Estados Unidos ficará comprometido em 2035

O principal limite identificado pela FAB é a decisão da Marinha dos Estados Unidos de deixar de operar a versão de lançamento aéreo do Harpoon em 2035. A retirada americana tende a reduzir progressivamente a disponibilidade de componentes, serviços especializados, conhecimento técnico e suporte governamental para os operadores estrangeiros.

Diante desse cenário, a estratégia brasileira prevê a continuidade do FMS até 2035, acompanhada pela ampliação da autonomia nacional nas manutenções de primeiro e segundo níveis e pela formação de estoques de segurança. O objetivo é reduzir os efeitos de prazos longos de aquisição e de uma eventual ruptura da cadeia internacional de suprimentos.

A DIRMAB determinou ainda que uma nova análise técnica seja realizada até 2032. O estudo deverá considerar os dados operacionais acumulados, o cenário geopolítico, o avanço da obsolescência e alternativas ao modelo atual de suporte.

Futuro do armamento depende do substituto do P-3AM

Boeing P-8A Poseidon lançando Harpoons

A disponibilidade do Harpoon não depende apenas do estado dos próprios mísseis. O plano ressalta que aeronave, pilone, lançador, software de missão, equipamentos de apoio e armamento formam um único sistema. Qualquer atualização do P-3AM ou processo de extensão da vida útil dos mísseis exige controle coordenado de configuração.

Essa ligação torna a futura retirada dos P-3AM um elemento central do planejamento. O documento recomenda que a estratégia de apoio considere desde já a transição dos mísseis para novas plataformas depois da desativação do Orion, embora não indique qual aeronave assumirá essa missão nem confirme que o Harpoon será integrado ao futuro vetor.

Informações sobre a quantidade de aeronaves destinadas ao emprego do míssil, esforço operacional previsto e metas anuais de disponibilidade foram classificadas como sensíveis e não aparecem na versão pública do plano. Também não é revelado o número de mísseis operacionais mantidos pela FAB.

A definição de uma plataforma sucessora e de seu armamento antinavio deverá ocorrer antes que a cadeia logística norte-americana comece a se retrair. Sem essa decisão, a FAB poderá chegar à década de 2030 com mísseis recertificados, mas vinculados a uma aeronave no final da vida operacional e a um sistema cujo principal operador estará encerrando o suporte.■



Redes Sociais

A Trilogia Forças de Defesa também está presente nas redes sociais. Para comentar e discutir as matérias com os editores e outros leitores, entre no nosso grupo no WhatsApp e no Facebook. Para correções, críticas e sugestões de pauta, contate os editores: redacao@fordefesa.com.br.
Subscribe
Notify of
guest

138 Comentários
oldest
newest most voted
BlackRiver

Ao menos quatro pontos importantes:

  • Primeiro: teoricamente teremos suporte e mísseis até 2035.
  • Segundo: teoricamente os atuais vetores vão operar até 2035.
  • Terceiro: Vamos esperar até quando para iniciar o desenvolvimento de uma aeronave “nacional”com capacidades plenas de patrulha marítima e antissubmarino compatível com nosso vasto território marinho?
  • Quarto: Vamos esperar até quando para iniciar o desenvolvimento da variante ar-superfície do Míssil Antinavio Nacional?
Fábio CDC

Terceiro: É mais fácil pavimentar com ouro a BR-101. E mais provável também.
Quarto: É questão de vontade política, dinheiro…

Mauricio R.

Creio que faltaram também: tecnologia, capacidade industrial, produto, economia de escala, etc, etc, etc…

BlackRiver

Gostei do trocadilho, perfeito pro nosso velho e bom Brasil
Dinheiro tem: https://impostometro.com.br/
Alem de vontade politica, tem querter vontade dos meninos de farda…

Fernando XO
MMerlin

Vale lembrar que a FAB já investiu no finado programa MANAER, que estava como responsável a AVIBRAS. Agora, com a SIATT responsável pela finalização do MANSUP, o MARSUP (que é uma adaptação do míssil nacional), deve seguir como planejado. Inicialmente, a versão aérea do míssil está sendo projetada para ser operada em helicópteros. Para operar nos F-39, além da integração com os sistemas do caça, serão necessárias alterações de aerodinâmica e estrutura do equipamento, uma vez que irá enfrentar voos subsônicos e supersônicos Resta saber se a FAB tem interesse no missil nacional, se vai arcar com estes custos finais… Read more »

Last edited 14 dias atrás by MMerlin
Mauricio R.

“…terá um custo unitário previsto bem inferior às suas referência europeias.”

Fake news.

MMerlin

Pesquisar faz bem…

O custo unitário previsto (ainda não fechado) para o missel nacional fica entre US$ 1.5 e US$ 2 milhões.
As gerações atuais do Exocet MM40 e RBS-15 ficam em média na faixa de US$ 3.5 milhões a unidade.

O missel nacional custa 60% do valor dos misseis estrangeiros, que é quase 1/2 e traria um economia de US$ 1.5 milhões por unidade.
O valor, se for confirmado da versão nacional, é sim bastante inferior.

Importante que não estamos falando de capacidade técnica. Apenas números financeiros.

Mauricio R.

Ah, tá!
Um artefato que sequer existe, não está em produção seriada e tem pífias encomendas.
Mas é mais barato que os concorrentes em produção e operação.

MMerlin

Mauricio. Uma das definições apontadas, lá atrás, para o equipamento era de que seus custo foi suficientemente inferior ao seu concorrente direto (Exocet) para se colocar no mercado. O motivo (não declarado) provavelmente é sua capacidade inferior relativa as mais novas versões. Talvez fique nessa faixa ou talvez um pouco mais, mas não deve diferir desse valores informados em alguns sites especializados. Ninguém, minimamente competente, desenvolve um produto sem levantar os custos, lá no planejamento inicial, de produção e de comercialização. A SIATT já incluiu o produto no seu catálogo. Não tenho dúvidas que eles já possuem um valor base… Read more »

Cristiano ciclope

Um míssil fabricado no Brasil nunca será mais caro que um europeu ou americano, simplesmente porquê o custo da mão de obra nacional e de alguém insumos e em reais e não em dólares ou euros, mesmo que o míssil seja uma cópia exata do mais moderno míssil estrangeiro, essa lógica e a mesma para o armamento Russo, chinês, ireniano ou seja qual for o país cuja a moeda não seja tão valorizada quando o dolar e o euro!

Jefferson Ferreira

Acho muito difícil esses valores se concretizarem se não houver uma nacionalização de grande parte dos componentes do míssil, oq não vislumbra-se em um horizonte próximo e nem longínquo…

Ademais montando o míssil aqui, ficará a mercê das variações cambiais e de cotação de componentes sensíveis (processador, radar, eletrônicos, etc etc etc…)

Cristiano ciclope

Esse custo e do míssil nacional amigo e não do AGM-84!

Heli

Míssil

MMerlin

Indeed.

Santamariense

“Resta saber se a FAB tem interesse no missil nacional, se vai arcar com estes custos finais de desenvolvimento (para atender suas aeronaves) ou se vai comprar misseis de prateleira como o RBS-15.

Pode ser até que venham a adquirir os dois (nacional e sueco).”

Na minha opinião, esse deveria ser o caminho. Adquirir o RBS-15 e, enquanto isso, continuar desenvolvendo a versão ar-mar do míssil nacional.

Tomcat4.8

Concordo contigo. Pega uns RBS-15 pra não ficar sem nada e desenvolve o nacional o qual é a prioridade. Quanto mais variedade e diversidade de mísseis com produção local tivermos melhor, além das demais munições.

BlackRiver

Obrigado pela informação,
A intenção é boa, mas estamos atrasadissimos.

Skyhawk

A aviação de patrulha da FAB é nula, só existe no papel. Com apenas uma em condição de voo para uma área continental, vc já percebe a real capacidade da FAB.

Edmond Dantes

Isso mesmo. Somente uma em operação,

deadeye

Não era para esse missão ser MB?

Camargoer

Tanto faz…. pode até ser o EB. O importante é que os sistemas estejam integrados em uma rede envolvendo diferentes equipamentos e níveis de operacionalidade.

A FAB faz a patrulha naval desde que foi criada na dédade de 40 para combater na II Guerra.

Last edited 14 dias atrás by Camargoer
Rinaldo Nery

Porque a Aviação Naval e do Exército foram extintas e fundidas pra criar a FAB…

Cristiano ciclope

Porquê era mais barato do que gastar mais dinheiro para comprar aeronaves novas para uso só dá FAB.

Camargoer

Então…. é como eu disse.. tanto faz quem vai operar os aviões.. se quiser, cria-se uma quarta força de guarda-costeira para fazer a patrulha nos ceus e sobre as águas

A FAB faz a patrulha desde que foi criada… se quiser, o EB faz a patrulha ou a MB… o que importa é que a patrulha esteja integrada ao sistema de comunicações do MiDef

Last edited 14 dias atrás by Camargoer
BlackRiver

Fiz uma pesquisa da cronologia do desenvolvimento no P8 Poseidon e do novo míssel que vai substituir o HARPON na US NAVY, mas ficou preso na moderação e não liberaram.
Mas em resumo são 26 anos!

art

ja existe versão de um Míssil Antinavio nacional é o MANSUP, a versão lançada do Ar está na prancheta. O Gripen também precisa de um missil antinavio, na Suécia é o RBS 15, que ja é certificado, e aqui qual será?

Last edited 14 dias atrás by art
Álvaro

O Harbon usa GPS, o mansup terá outras fontes de geolicalização? GPS tem falhado nas guerras?

Last edited 14 dias atrás by Álvaro
Cristiano ciclope

Todos os os mísseis e bombas planadores guiadas por satélite, também usam o sistema INS, que não usa satélites ou rádio, e menos preciso, mas se a arma tiver um sistema de guia terminal, como radar por exemplo ele cumpre a missão!

Mauricio R.

O terceiro e quarto pontos dependem da indústria, prover produtos que possam atender as necessidades percebidas para essas missões.
Mas esses eventuais produtos, devem forçosamente serem avaliados ante a concorrência internacional.
As ffaa tem obrigatoriamente que adquirir produtos que assegurem capacidades custo efetivas, não somente por serem “nacionais”.

Rinaldo Nery

Vamos esperar até quando pra MB assumir essa missão? Vamos esperar até quando um drone compatível realizar essa missão no Bradil?

BlackRiver

Se depender da MB creio que não será tão cedo, lembra dos Turbo Tracker, o retorno 🤔🤔🤔
Ja quanto aos drones eu também tinha pra mim que fariam o serviço (mas eu fiz uma pesquisa hoje… até respondi um comentário seu logo abaixo mas ficou preso na moderação…
P8 Poseidon começou quando o Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk / MQ-4C Triton já voava mesmo assim os EUA optaram pelo 737.
A321 MPA está em fase de estudo…

Agora uma das coisas mais sem sentido é um C390 MPA, imagina o custo.

BlackRiver

CRONOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO: P-8A POSEIDON E AGM-158C LRASM 1 CRONOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO DO P-8A POSEIDON PARA SUBSTITUIR OS P-3 ORION NA MARINHA DOS ESTADOS UNIDOS 2000 — Fase de Estudos: A Marinha americana lança o programa MMA (Multimission Maritime Aircraft) para definir os requisitos do novo avião de patrulha marítima e caça a submarinos. 2004 — Assinatura do Contrato: A Boeing vence a competição utilizando a célula do jato comercial 737-800 como base e inicia oficialmente a fabricação dos protótipos e sistemas de missão. 2009 — Primeiro Voo: O protótipo realiza seu voo de testes inaugural, iniciando a fase de… Read more »

Adriano Madureira

Terceiro: Vamos esperar até quando para iniciar o desenvolvimento de uma aeronave “nacional”com capacidades plenas de patrulha marítima e antissubmarino compatível com nosso vasto território marinho?Quarto: Vamos esperar até quando para iniciar o desenvolvimento da variante ar-superfície do Míssil Antinavio Nacional?Acho que devemos adquirir um plataforma que seja adequada para as necessidades do Brasil e não porquê ela é eficiente para seu país de origem ou demais países que possam adquirir tal plataforma. Sonhar com Boeing P-8A Poseidon, não passa de um sonho molhado de uma noite quente de verão ou um delírio febril. Devemos usar as ferramentas que temos… Read more »

Last edited 13 dias atrás by Adriano Madureira
Mauricio R.

Quando uma aeronave militar de determinadas capacidades e custos é um delírio?
Quando é comparada com uma aeronave ánaloga da Embraer, que sequer existe.

Joao

Primeiramente:
Interessante para se aprender nessa matéria é a complexidade do cuidado com material de emprego militar, particularmente, munição.

Imaginem quanto é fazer tudo isso?

Em segundo lugar:

Como ficará nossa aviação de patrulha após isso?
– Compraremos aeronaves?
– Desenvolveremos a nossa, com base em algum EMBRAER?
– Teremos um binômio Gripen com misses anti navio + aeronave (podendo ser drone) de detecção?
– será um míssel nacional?

Pouco tempo para definição e desenvolvimento…

Tudo indica uma lacuna…

Mauricio R.

Não vejo essa lacuna.
A indústria nacional tem um produto concorrente?
Não, somente um “power point” de algo, que ainda precisa ser transformado em produto acabado.
Assim creio eu, a questão está definida.
Será uma concorrência entre o P-8 da Boeing ou, o P-72 da Leonardo e quem sabe talvez o produto da Airbus, que está sendo desenvolvido para a França.
Se a Embraer quiser participar, que corra e desenvolva o seu produto e entre na concorrência.

Kit Carson

Os P3 ainda estão operacionais? Se sim quantos estão em condições de voo?

Skyhawk

Saiu em um site concorrente que apenas um está em condições de voo.

Fabio

Última vez que vi só 4 tinham condições de vôo e com atual governo cortando basicamente o dinheiro do MDF , não vai ter nenhum no ar, tem um novo corte chegando de novo vai pegar geral nos ministérios! Agora os P3 acho que não tem capacidade de usar Harpoon.

Santamariense

São apenas um ou dois P-3AM operacionais. Quanto a ter capacidade de operar o Harpoon, creio que podem operar, sim. Quando os mísseis foram recebidos, todas as células certamente foram preparadas para operar com o armamento.

Mauricio R.

A FAB e o MD precisam explicar isso, nos mínimos detalhes.

Fabio Araujo

Em paralelo estão pensando em alguma versão aérea do Mansup? Esses Harpoon podem ser usados pelos Gripens?

Nilo

A Marinha tem caças, não os pretende ter no futuro novos caças?
Não desenvolver uma versão para caças do Mansup-ER é um sinal de que a MB está abrindo mão de aquisição de futuras caças e aviões patrulha.
Se não pretende ter novos caças o que faz a MB com essa velharia dos AF-1?

Fabio Araujo

Uma versão ar-superfície também pode ser lançada de helicópteros, inclusive a marinha tenha a versão ar-superfície do Excocet para equipar seus helicópteros.

Rinaldo Nery

A MB precisa ter navios, primeiro. Coisa que não tem em número tampouco qualidade.

Nilo

Pois é

Fabio Araujo

Eu pensava assim, mas a Ucrânia sem um navio praticamente tirou do Mar Negro a frota russa! Os drones navais e aéreos podem ser uma solução eficaz para complementar a frota!

Mauricio R.

O míssil R-360 Neptune acha que você é um navio russo da frota do Mar Negro e portanto é dever dele te afundar!!!!

YUFERFLLO

O mar negro é fechado, no Atlântico as ondas médias iriam fazer com que a maioria dos drones lá usados não consigam ser usados aqui, por isso que os drones navais em desenvolvimento do Brasil são um tanto grandes.

Mauricio R.

Qualquer versão do MANSUP, está a anos de se realizar.

Claudio Moreno

Pessoalmente a FAB deveria obrigar a MB assumir essa “phikka”. Patrulhamento marítimo é obrigação da MB! Mas esperar ô que de uma marinha que mal consegue botar NaPaOc de 500t na água sem que isso leve uma década.

Sgt Moreno

Nilo

Caro isso é falta de autoridade do MD, que só as tem quando lhe é cedida pelas três Forças.
Esse míssil deveria já ter projeto de versão para os Gripens.

Mauricio R.

A MB já faria muito se somente empurrasse água, pedir para também deslocarem ar, creio hoje em dia ser demais.

Saldanha da Gama

Também acho que patrulhamento marítimo é dever da gloriosa MARINHA BRASILEIRA=!

Rinaldo Nery

Exato. Difícil aqui compreenderem isso. É a mesma história do substituto do A-1.

Sérgio Cintra

Pessoalmente acho que deveria acabar com Marinha, Exército e Aeronáutica e criar uma força de Defesa. Acabaria com a chiadeira e os “clubes”, criava sinergia, economia de recursos e interoperabilidade de conhecimento. Um Oficial de Defesa com conhecimento amplo e o emprego da melhor arma aplicada a uma operação.

Adriano RA

Quem sabe algum dia a MB consegue trocar seus A-4M por Gripens E/F armados com RBS-15 Mk3.

Mauricio R.

A MB tem que trocar os A-4, primeiro por umas poucas aeronaves de transporte e depois, por muitas aeronaves de patrulha marítima, ASW e ASuW.
Os caças poucos ou muitos, armados com RBS-15, que fiquem com a FAB.

Magalhaes

Também tenho esse pensamento. MB com transporte e ASW/ASuW… sem iventar moda de projetar C-390 nessa versão. Tem ai a versão ASW do C-295 já pronta e com custo operacional aceitável para operar.
P-8 deve ser um absurdo de caro pra manter.

Rinaldo Nery

Tem drone capaz de cumprir essa missão.

BlackRiver

Teoricamente, os drones deverão se tornar vetores de grande importância em grande parte das missões militares ao redor do mundo, inclusive em missões de Patrulha Marítima (MPA – Maritime Patrol Aircraft), Guerra Antissubmarino (ASW – Anti-Submarine Warfare), Guerra Antissuperfície (ASuW – Anti-Surface Warfare), Busca e Salvamento (SAR – Search and Rescue) e Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR – Intelligence, Surveillance and Reconnaissance). Mas aí surge uma pergunta: Por que os principais países do mundo — embora eu ainda não tenha pesquisado especificamente os casos da China e da Rússia — estão investindo, como no caso dos Estados Unidos, no Boeing… Read more »

Bosco

Tem aquela máxima a respeito das aeronaves não tripuladas de que se não há necessidade de transportar um ser humano do ponto A ao ponto B não haerá necessidade de ter gente dentro de um avião.

Last edited 12 dias atrás by Bosco
Mauricio R.

Sim, algo terá que substituir aos “Bandeirulhas”, se é que ainda estão em serviço, um dia.

Adriano Madureira

Quem sabe uns Praetor-600E?

comment image

Se for para fazer o mesmo trabalho dos Dassault Falcon, acho que seria uma boa escolha, há não ser que opções como turbohélices sejam cogitadas.

comment image

comment image

Last edited 13 dias atrás by Adriano Madureira
Mauricio R.

A ideia é colocar um drone, no lugar do “Bandeirulha”.
Não precisa ser uma aeronave tripulada, nem um jato executivo modificado, ou o próprio MQ-4C Triton da US Navy.
Basta ser um drone MALE, obtido através de concorrência, pra evitar que levem Embraer e Stella pelas asinhas…

Magalhaes

É mesmo. Concordo também.

Mauricio R.

Ué, não querem uma aeronave derivada do 195, que existe somente em power point?
E dizem na mais lavada das caras, que será mais barato de adquirir e operar?
E ai de repente o P-8 que tem vários operadores pelo planeta e foi desenvolvido a partir do B-737, que tem várias vezes mais células vendidas que o 190 e o 195, é que é caro de comprar, operar e manter?

Rinaldo Nery

A MB tem q adquirir navios, primeiro.

Saldanha da Gama

Dificilmente a gloriosa MARINHA BRASILEIRA, iria de gripen…
Aos que são contra a MB possuir caças, eles podem demorar, mas que virão um dia, virão!

Rinaldo Nery

A MB tem que adquirir navios, primeiro.

Saldanha da Gama

Sem dúvida, mas a aquisição de caças e CV, jamais sairá do desejoi do almirantado, pode demorar, mas um dia eles irão adquirir. Abraços

Mauricio R.

Sei não, acho que o submarino de ataque convencional de propulsão nuclear, na “lista de desejos” da MB, vem antes.

Adriano Madureira

Para que botar um supersônico no lugar dos A-4 SkyHawk?
implemente outro Subsônico!
Mas caso conseguirem grana para pôr na carteira, adquirir uns FA-50 Golden Eagle poderiam cair bem…

Ficam tendo delírios de adquirir F/A-18 Super Hornet ou Rafales enquanto não temos grana nem para cumprir com obrigações contratuais e termos que ficar contando com o dinheiro economizado no porquinho, enfrentando como podem restrições orçamentárias severas que comprometem a compra de combustível, a manutenção de equipamentos e o estoque de munição.

Não dá para termos devaneios e arroubos de Us Navy ou Marine nationale, enquanto situações não forem resolvidas.

Last edited 13 dias atrás by Adriano Madureira
Fabio

Que bela reportagem, fazia tempo que não se via um trabalho tão completo e bem escrito! Para bens.

Bosco

Caças Gripen armados com mísseis antinavios não substituem aviões de patrulha armados com mísseis antinavios.
Como regra um avião de patrulha não sai armado com mísseis antinavios. Isso só ocorre no caso de haver um tensionamento das tensões entre países ou no caso de um avião patrulha ser empregado como avião de ataque pura e simplesmente, contra um ameaça previamente detectada.
Um caça armado com mísseis antinavios não tem capacidade de patrulha e como regra é enviado numa missão de ataque antinavio, cujos alvos já foram detectados previamente.

Bosco

…tensionamento das “RELAÇÕES”…

Last edited 14 dias atrás by Bosco
Saldanha da Gama

Assunto fora do tópico, vi a pouco, que ucrânia está triangulando com país da otan, aquisição de 24 super tucanos para uso contra drones. Poder aéreo poderia apurar as possibilidades? |Obrigado

Mauricio R.
Saldanha da Gama

Boa tarde!
No caso, seria a triangulaçãoda ucrânica com um país da otan para adquirir os A29.
Provavelmentre seria portugal e como o BRASIL irá se comportar?
Abraços

Mauricio R.

A matéria no link acima dá uma ideia de qual seria, pelo menos sob a administração atual, o comportamento do Brasil:

“But problem is Brazil specifically refuses to sell Ukraine weapons due to its Russophile sentiments under any schemes, even when U.S. acted as intermediary. For illustration recall 2023 stories, when Brazil refused to deliver us even decommissioned Mi-35s once purchased from russia, which will now rot as scrap metal, or when it refused to deliver shells for Gepard and Leopard 1.”

David

Que eu saiba, a questão da plataforma está a ser estudada em conjunto entre Portugal e o Brasil. Portugal também vai ter de retirar os P-3 um dia, e fala-se de uma versão naval do KC-390. Se isso vai para a frente, não sei, mas se for para a frente, todos ganhámos. A segunda opção seria fazer o que o Paquistão está a fazer a um par de E190s. Tanto Portugal como o Brasil vão precisar de substituir os seus P-3s a longo prazo. Fumo branco há-de aparecer. Quanto ao Harpoon, o problema é semelhante, mas contrariamente ao Brasil não… Read more »

Carvalho2008

Off topic:

Embraer prepara demonstração inédita de versão anti drone do A29 para um país nao revelado.

Nilo

Ucrânia

Mauricio R.

Se e qndo trocarem o governo, quem sabe?
Até lá, a Ucrânia já pode ter optado por outra solução.

Carvalho2008

O que parecia 5 a 10 anos atrás como viagem na maionese, vira realidade….

A-29 como plataforma anti aerea movel….sei que escrevi estranho para ser provocativo…mas é isto aí….tal como falei antes….nao será apenas anti drone….aguardem…anti drone é apenas uma etapa …

Nilo

Vai mudar de nome, passará a se chamar ” Hiper Tucano “.

carvalho2008

O Super Tucano pode ser usado como uma bateria antiaerea movel, que se locomove a 500 km/h, dentro de um anel interno de defesa. Drones, Helis e até caças, precisam se aproximar para lançar seus armamentos contra o alvo a ser defendido. Neste caso, ele não faz interceptação externa, mas sim interna no menor anel de defesa. Sistemas como APKWS, podem fazer facilmente e em grande quantidade, a interceptação de drones. Não é excludente a possibilidade de além de dois casulos de foguetes, poder levar 1 ou 2 misseis anti aereos para uma eventualidade BVR não tão distante, para algum… Read more »

carvalho2008

comment image

carvalho2008

Para caças especificamente, obvio e já conhecida a pouca energia cinetica que um A-29 concede ao missil para ampliar seu alcance mas, ainda assim, vejam que versões terrestres do MICA dentre outros usam boosters para compensar o alcance limitado disparado parado em terra. O A-29 compensa parte do booster. Radar? Talvez um…talvez nenhum, já que seu painel possibilitaria simular um usando um link com estações de terra, outros caças de 1a linha (Gripen) ou aeronaves AEW…guerra em rede….nós veremos isto…basta o alfaiate costurar este terno…quem desejar, critique a moda….mas ela chega, tal como varias coisas ja chegaram e arrombaram os… Read more »

Manuel Flávio Vieira

O documento da FAB cita o perfil de voo dele: 2 a 5 metros. O do MANSUP é 3 vezes mais alto.

Bosco

Não sei se o perfil de voo terminal do Mansup é tão mais alto que o do Harpoon mas há um complicador no Mansup (e nos Exocets propulsados por foguete) que é sua propulsão por foguete sólido.
Em tese há um RCS maior de um míssil propulsado por foguete sólido do que o propulsado por um “jato” por conta de que o produto da queima do propelente sólido (ex: óxido de alumínio) é refletivo aos radares.
Também o calor da pluma produzida por um foguete é maior que o calor da exaustão de um jato.

Last edited 14 dias atrás by Bosco
Bosco

Vale salientar que a característica do míssil Harpoon Block II que o faz mais capaz de operar próximo à costa se deve à sua capacidade de empregar o sistema GNSS GPS, o que permite a ele navegar empregando pontos de baliza (waypoint) diversos, possibilitando ao míssil dar voltas em ilhotas, etc. Apesar de ser benéfico para operar em áreas próximas à costa , principalmente em mares fechados, o que raramente seria o caso da operação do Harpoon pela FAB, o sistema de orientação terminal por radar ativo não permite o míssil “desviar” de navios “civis” (não alvos) por não contar… Read more »

Last edited 14 dias atrás by Bosco
Bosco

Mudando de pato pra ganso, a capacidade de empregar pontos de baliza de modo a mudar radicalmente sua trajetória como forma de desviar de sítios de radares e de defesa AA é que diferencia um míssil hipersônico de um mero míssil que atinge velocidade hipersônica.

Cristiano Salles (Taubaté-SP)

BOA TARDE a todos!!!

Assim como a Embraer viu oportunidade na substituição dos Hércules e Búfalos pelo mundo…, criou o KC-390…

Olha uma grande oportunidade de substituição dos P-3 pelo mundo com o próprio KC-390 com Mansup integrado…, e ou…, outra plataforma da Embraer como os E2 numa versão patrulha naval com mísseis mansup…

Embraer e Avibrás são perto uma da outra…

Um bem bolado dessa nova aquisição do grupo JBS da Avibrás (mísseis) e Embraer com o avião ✈️ teria tudo para ser um case de sucesso…

Abraço a todos…

Mauricio R.

Então, o que a Embraer está esperando para lançar seu produto MPA baseado no 190, 195 ou mesmo no “+1” no mercado?
Ela banca o desenvolvimento e recupera o capital investido, com as vendas do produto apresentado, claro se houverem vendas.
A FAB compra se ao avaliar esse produto contra a concorrência, entender que seu custo benefício lhe é favorável.
Senão compra o concorrente.

Flight_Falcon

Interessante, mas para lançar de onde mesmo?
Se não tem nem navio para isso, quiça aeronaves…
As pessoas pensando em F-35, Gripen, F-18 para a MB, primeiro temos que ter navios, depois assumirem a patrulha marítima, coisa que não é de competência da FAB e depois disso tudo, a gente senta, toma um chopp e conversa sobre ter aeronave de combate…

Ahhh mas vão perder o investimento feito… Triste, mas já perderam porta aviões, tantas outras belonaves e nem por isso deixou de existir. Infelizmente aqui é Brasil e dinheiro jogado no ralo é comum, INDEPENDENTE de governo.

YUFERFLLO

P-3. A FAB sempre cuidou da patrulha maritima, então sempre foi da FAB essa responsabilidade

Rinaldo Nery

Sempre foi e já passou da hora de deixar de ser. Sai da caixa.

Adriano Madureira

A definição de uma plataforma sucessora e de seu armamento antinavio deverá ocorrer antes que a cadeia logística norte-americana comece a se retrair. Sem essa decisão, a FAB poderá chegar à década de 2030 com mísseis recertificados, mas vinculados a uma aeronave no final da vida operacional e a um sistema cujo principal operador estará encerrando o suporte Espero que não tenham a ridícula e risível idéia de aventarem a possibilidade de aeronaves Boeing P-8A Poseidon na patrulha marítima Brasileira… O custo unitário do Boeing P-8A Poseidon fica em média entre US$ 175 milhões e US$ 200 milhões, variando conforme… Read more »

carvalho2008
carvalho2008

comment image

carvalho2008

comment image

carvalho2008

comment image

carvalho2008

comment image

Mauricio R.

A questão não é de que o que é melhor para os EUA, é melhor para o Brasil.
Sua comparação só avalia os custos do P-8A, não o que ele entrega em capacidades.
E nem há o que comparar, pois não há produto MPA da Embraer para tanto.
Os tão alardeados MPA sobre plataformas 190, 195 e “+1” simplesmente não existem.
Ao passo que o P-8A, com todos esses custos apresentado por você, já tem 10 usuários.

Adriano Madureira

“Ao passo que o P-8A, com todos esses custos apresentado por você, já tem 10 usuários”. Agora veja o Bolso fundo desses usuários Maurício! Só gente com grana ! Estados Unidos( 120 unidades contratadas ou em serviço),Índia (Marinha Indiana).Austrália (Força Aérea Real Australiana),Reino Unido (Força Aérea Real Britânica):Noruega (Força Aérea Real Norueguesa)Nova Zelândia (Força Aérea Real da Nova Zelândia): Coreia do Sul (Marinha da Coreia do Sul):Alemanha (Marinha Alemã),Canadá (Força Aérea Real Canadense) e por último Singapura (Força Aérea da República de Singapura). Enquanto usamos cartão de crédito Magazine Luisa, o nível desses senhores é “Very,very High”,usam o exclusivo American… Read more »

Mauricio R.

Chora!!!! Que abobrina de cartão de crédito o que, são contas públicas em dia, isso sim. Melhor isso do que a Embraer, que nem produto tem pra oferecer, somente um “power point”, algo datado. Como se fosse sair barato transformar um 190 ou um 195 em um análogo de P-8. Só nesse blog, que projeto de aeronave especializada sobre plataforma Embraer, sai baratinho. Vão amortizar o investimento em quantas células? 10,12, 20 células? Vão exportar? Qntos “Bandeirulhas” conseguiram exportar? Uns 7, foram 6 pro Chile que nem mais em serviço como patrulha marítima estão e 1 pro Gabão. E do… Read more »

Adriano Madureira

“Melhor isso do que a Embraer, que nem produto tem pra oferecer, somente um “power point”, algo datado”. Prefiro uma aeronave nacional ou até da Airbus ou Bombardier do que um monstrengo caro como o Boeing poseidon “Como se fosse sair barato transformar um 190 ou um 195 em um análogo de P-8. Só nesse blog, que projeto de aeronave especializada sobre plataforma Embraer, sai baratinho”. Não sai barato mas certamente não sairia a um preço de um Poseidon e seus pacotes “Vão amortizar o investimento em quantas células? 10,12, 20 células? Vão exportar?” Depende, poderá ocorrer o mesmo que… Read more »

Last edited 11 dias atrás by Adriano Madureira
Mauricio R.

Power point de produto Embraer que sequer existe, não faz falta.

Adriano Madureira

Off-Topic: FAB fez sobrevoo de 13 horas para encontrar destroços de helicóptero com cantor Rick e outras 4 pessoasAeronave SC-105 Amazonas da Força Aérea Brasileira foi empregada nas buscas pelo helicóptero Bell 430, que saiu de Porto Belo (SC) com destino a São Joaquim, na serra de Santa Catarina. É uma pena! Que os espíritos superiores e benévolos recebam com carinho e amparo aqueles que concluem sua jornada terrena. Mais um grande nome da MPB que entra para a lista de vocal principal que morreram, como Claudinho, João Paulo,Leandro,Belmonte e Chrystian. A maquina era boa e moderna, mas quando chega… Read more »

Last edited 13 dias atrás by Adriano Madureira
Rinaldo Nery

Se a FAB tivesse instalado o radar SAR banda P no avião (que eu sugeri quando estava na COPAC, nesse projeto) ao invés de radar marítimo, talvez tivessem encontrado o helicóptero mais cedo.

Bueno

Uma pena que não foi implantado.

O C925 FAB6551 chegou em Florianópolis as 23:27 UTC.

O drone SARVANT (projeto das empresas OrbiSat, AGX e Aeroálcool) e o radar RD350 (das bandas C, L e P, desenvolvido pela Radaz) foram avaliados no contexto militar brasileiro, mas não integram a frota ativa das Forças Armadas.

 Quando o mapeamento em Banda P é necessário, os militares contratam empresas civis especializadas para a prestação do serviço.”

https://www.defesanet.com.br/tecnologia/brasil-tera-seu-primeiro-vant-com-radar-sar-aeroembarcado/

https://ebrevistas.eb.mil.br/index.php/DMT/issue/view/48

Last edited 13 dias atrás by Bueno
Rinaldo Nery

Conheci o Ikedo, da Radaz, quando ele trabalhava na EMBRAER.

Adriano Madureira

Mas aí poderia haver chance de encontrarem pessoas vivas ou o inevitável iria ocorrer do mesmo jeito?Quatro mortos…

Colombelli

Sao apenas 4 misseis operacionais

Samuka

Tudo isso?

BlackRiver

E nos aqui animados kkkkk
Ledo engano kkkk

Manuel Flávio Vieira

Não. 4 mísseis são os de treinamento CATM-84L. Operacionais são 16 mesmo.

Adriano Madureira

16 Harpoon?! Eita! Que evolução…

“Brasil já vai a guerra, comprou misseis Harpoon 
Um viva para os EUA de US$ 169 milhões
Ahhhh! Mas que ladrões”

Colombelli

16 foi o pedido e a compra autorizada sendo que 12 eram operacionais. A efetivada foi de somente 4 por 27 milhoes.e saiu junto.com um lote que tinha Egito e Coreia do Sul.

Colombelli

Errado. Foram sim so 4 misseis operacionais por 27 milhoes de dolares. Junto veio um de manejo e os de treinamento/ exercicio. Nao existiu esta compra de 16. Isso era a autorizaçao pedida. Se tivessem sido comprados todos teriam sido quase 170 milhoes

Last edited 5 dias atrás by Colombelli
GUSTAVO

Eu gostaria de ver uma versão do KC-390 desenvolvida para substituir o P-3. Não me parece impossível. Melhor ainda usando o MANSUP

Last edited 13 dias atrás by GUSTAVO
Mauricio R.

Basta a Embraer desenvolve-lo, se interessar e qndo avaliado contra a concorrência, se apresentar custo benefício favorável, desempenho adequado, preço acessível e prazo de entrega de acordo com a necessidade da força singular, compramos.
Senão, bem tem a concorrência a disposição.

carvalho2008

comment image

carvalho2008

comment image

Adriano Madureira

“Eu gostaria de ver uma versão do KC-390 desenvolvida para substituir o P-3. Não me parece impossível. Melhor ainda usando o MANSUP”

Sim,KC-390 para substituir os P-3 Órion e Praetor 600 para substituir bandeirulhas…

O Embraer Praetor 600E em sua evolução recente possui uma autonomia de voo maior do que o lendário Bandeirulha .
Se for somente para cumprir a função de Aeronave MP, seria um excelente sucessor.



carvalho2008

O Praetor AEW tem de fato excelentes caracteristicas para sua categoria:
comment image

carvalho2008

comment image

carvalho2008

comment image

Adriano Madureira

Já vi comentários, não aqui, dizendo que deveriam substituir os P-3 e Bandeirulhas por uma plataforma única, mas isso é algo que não tem lógica.

Pois cada uma das aeronaves tem funções distintas, o P-3 Órion faz patrulha marítima de longo alcance e à guerra antissubmarino (ASW).

Enquanto o bandeirulha é dedicado a patrulha marítima geral, reconhecimento, vigilância do litoral e controle da zona econômica exclusiva.



carvalho2008

comment image

Marcelo

Ainda não entendi por que a FAB opera esse tipo de aeronave para essa missão, em vez de a Marinha ser responsável por essa função.

Fernando Vidal

Seguindo no caminho em que estamos, muito em breve o Brasil não precisará mais gastar com defesa. Afinal estamos a alguns meses da possibilidade de nós tornarmos um grande protetorado norte-americano. Aliás, possivelmente dessa vez dificilmente a Embraer escape de ter o seu controle acionário repassado para a Boeing. Finalmente estaremos em segurança dos comunistas sob o guarda chuva da defesa Norte Americana. Dessa forma as nossas FFAA poderão se dedicar integralmente ao combate do narcotráfico. Para isso não precisamos de caças, submarinos ou Tanques de batalha.