WVR_Exercise_FAB_Gripen

Kauan Munhoz
Entusiasta e leitor do Poder Aéreo

Itapetininga, 10 de junho de 2025 – O objetivo deste texto é realizar uma reflexão acerca da situação atual da frota da FAB e a lacuna intermediária, para a qual ainda não há um apontamento claro de substituição, sendo este assunto crucial não apenas por questões de tradição em nossa Força Aérea, mas também de assegurar a máxima integridade que as operações modernas exigem principalmente em um território extenso como o nosso.

Com a retirada de serviço gradual dos AMX (A-1), ficará um espaço vazio entre o A-29 Super Tucano (caça e ataque leve) e os F-39 Gripen que aos poucos começam a ocupar as fileiras de primeira linha dos antigos F-5. Essa situação expõe algumas fragilidades para nossa força em termos de operacionalidade, resposta rápida, flexibilidade em ações conjuntas  e plataformas tecnológicas adequadas para missões.

Há muitos anos, a FAB estrutura sua frota com base em categorias específicas para atender a diferentes necessidades operacionais, sendo um caso clássico a tríade composta por Xavante, AMX e F-5. Posteriormente foram adotados os A-29 no lugar do AT-26.

Além disso, devemos considerar as vantagens operacionais que o AMX proporcionava e como essa lacuna pode impactar a FAB sem um substituto adequado, entre as vantagens mais destacáveis temos a capacidade de ataque preciso (devido sua pluralidade de armamentos), a excelente navegação em baixa altitude por conta de seu design que permitia voos rasantes em alta velocidade subsônica, sua diminuta assinatura de radar, grande autonomia e por último, mas não menos importante sua flexibilidade operacional, ou seja, sua utilização para reconhecimento aéreo e treinamento avançado (principalmente na transição para o voo a jato).

Agora, tratando de possibilidades viáveis ao nosso país e que se encaixam perfeitamente no quadro de missões pelas quais o AMX era responsável temos nomes interessantes, entre eles um impressionante é o do Aermacchi M-346, um jato de treinamento avançado e ataque leve com características notáveis de voo como um teto de serviço de 45.000 pés (13.715 metros) e velocidade máxima de 1.090km/h, oferecendo ainda uma autonomia impressionante que dispensa reabastecimentos aéreos frequentes, sistemas de controle de voo contemporâneos (incluindo fly-by-wire com redundância quadrupla) e claro cinco pontos duros para fixação de armamentos ar-ar e ar-solo. Além disso, o M-346 possui um sistema de treinamento integrado que permite simular sensores, armas e forças geradas por computador, tornando-o ideal para a formação de pilotos de combate.

M-346

Em seguida, temos o americano Boeing T-7 Red Hawk, projetado para treinamento avançado, mas com potencial para missões de ataque leve sendo uma aeronave versátil e com tecnologia de ponta. Entre pontos de destaque temos a alta manobrabilidade com respostas rápidas, segurança aprimorada com um sistema de ejeção singular e um design inovador projetado digitalmente para reduzir custos e acelerar o desenvolvimento, além de um motor turbofan General Electric F404 de alto desempenho e confiabilidade. E mesmo que seja ainda apenas um treinador, sua adaptação para o emprego em ataque pode ser considerada.

T-7A Red Hawk

Há também outro pouco explorado, o KAI FA-50 desenvolvido pela Coreia do Sul, um caça leve derivado do T-50 Golden Eagle. Ele possui capacidade supersônica, aviônicos modernos e pode operar em missões de ataque leve e defesa aérea. Sendo essa uma opção de possível alcance ao Brasil tendo em vista sua diplomacia amistosa e cooperativa com os sul-coreanos em parcerias comerciais e tecnológicas em diversos setores.

FA-50

Ademais, é fundamental lembrarmos que outros países também já passaram por casos semelhantes, como a Itália, que também operava os AMX, os retirou de serviço e optou pelos modernos F-35 Lightning II. É claro que não precisamos copiá-los, mas entender como foi seu processo de substituição e adestramento para a nova tecnologia empregada, ou seja, é de suma relevância um planejamento acerca do que se espera de um modelo de reposição tendo em vista nosso território e suas exigências operacionais.

E, independentemente, de qual for a escolha do modelo, deve se ter em mente que a substituição do AMX não é apenas por uma escolha técnica ou muito menos de conservação de tradições, mas sim de estratégia, influenciando diretamente a capacidade de defesa e atuação da FAB.  Tornando a reflexão sobre esse tema essencial para garantir que a força aérea continue a cumprir seu papel com eficiência e modernização constantes.■



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Claudio L. Muller

Nenhuma delas o A-29 é leve demais, o F39 poderia até exercer essa função por ser multifuncional, mas é caro para as condições brasileiras..deveria ser uma aeronave desenvolvida para ataque ao solo (terrestre ou naval).

Angus

O Brasil não tem condições financeiras de ter e manter 108 Gripens? um caça leve (1 motor) de 4,5 geração? Tá falando sério sério ou sério de brincadeira? Não vou me alongar aqui falando de quanto é arrecadado de imposto por ano, o quanto custa manter a atual classe política brasileira, o quanto custa manter o judiciário brasileiro, o quanto são deficitárias várias estatais que ninguém sabe explicar direito para o que se destinam, etc etc etc “Haaa, mas seria necessário uma reforma completa do executivo, legislativo e judiciário, que não vai acontecer” Correto, então é simples, basta destinar entre… Read more »

EduardoSP

Para todo problema sempre há uma solução simples, rápida, barata e errada

Angus

Eduardo, não é barato e simples ter e operar 108 Gripens.

Mas um país continental como o Brasil, que nem de longe é um país pobre (como muitos adoram repetir) tem condições de sobra.

Para mim, “simples, rápido, barato e errado” é comprar meia dúzia de drones para “substituir” o A-1.

O Gripen é o substituto, a eventual compra de drones deveria ser para complementar o Gripen.

Last edited 21 dias atrás by Angus
J L

O drone funciona bem para se manter uma constância de vigilância ao meu ver em determinadas áreas sem que haja necessidade de se manter uma aeronave ou mais de uma numa eventual tarefa. O drone cai bem numa constante vigilância onde nossas fronteiras são mais defasadas que vai do sul ao norte, e também para aumentar o raio de ação de um navio patrulha na Amazônia Azul cobrindo talvez o dobro ou mais de área patrulhada. Também concordo que dinheiro não falta, se emprestamos até para países fazerem obras e onde corremos o risco como aconteceu ultimamente de não sermos… Read more »

Mauricio R.

Então essa questão já está resolvida, basta adquirirmos algum dos vários modelos reais de CCA – Collaborative Combat Aircraft, que em breve, espera-se, estejam disponíveis no mercado, em produção seriada e operação: Anduril YFQ-44A Fury, General Atomics YFQ-42A, Kratos XQ-58A Valkyrie, Boeing MQ-28A Ghost Bat, BAE Systems Brontanax, Airbus Wingman, Baykar Kızılelma e TAI Anka-3. Interessante, um país que tem uma Embraer que jacta-se de ser a 3ª maior “airframer” do mercado, não tem nada sequer similar nesta lista. Falta de ToT, dá nisso. Um cluster industrial de mais de 30 empresas, fabricantes de algum tipo de drone para uso… Read more »

BlackRiver

Concordo plenamente contigo, basta querer fazer, mas recentemente vimos a FAB perdendo uma grande oportunidade SBSM poderia ser totalmente reformada e viver em simbiose com a aviação civil dividendo custos e investimentos, mas não, por puro EGO e BU44ICE preferem ficar repetindo a ladainha que não tem dinheiro 💰

Leo Barreiro

O que seria um SBSM, por favor?

BlackRiver

Procura sobre o projeto de um novo aeroporto civil para a cidade, e também a atual capacidade da atual pista de receber aviões do tamanho do 737 ou maiores.
Ja foi discutido isso aqui a tempos atrás.

BlackRiver

O prefeito de Santa Maria, Rodrigo Décimo, apresentou nesta sexta-feira (19) para lideranças locais e regionais as áreas que poderão receber o novo Aeroporto Regional de Santa Maria, durante um encontro realizado no LabCriativo. O empreendimento deve custar entre R$ 200 milhões e R$ 300 milhões e tem como objetivo permitir a operação de aeronaves de maior porte na região central do Rio Grande do Sul, hoje limitada pela estrutura da pista compartilhada com a Base Aérea de Santa Maria, que funciona como o Aeroporto Regional Brigadeiro Cherubim Rosa Filho, no bairro Camobi. A escolha da área deve ocorrer até o fim deste ano, com início… Read more »

Santamariense

Gostaria de saber como os KC-137 (Boeing 707) operavam rotineiramente em Santa Maria. A pista perdeu capacidade?

Rinaldo Nery

Há um número de máximo de operações por dia pra não afundar a pista. Como o KC-137 não ia sempre lá, não ultrapassava esse limite.

BlackRiver

Além do mais deveria operar com pouco peso.

Santamariense

Entendi. Obrigado.

BlackRiver

Da uma estudada em ACN e PCN
Você vai ver que apesar do 707 ter um peso máximo de decolagem de aproximadamente 10 toneladas a mais que um A321 ele tinha 8 pneus no trem de pouso principal, a presão dos pneus também influencia nessa questão PCN/ACN
Para você ter uma ideia num passado distante an Airbus fabricou A320 com 8 pneus no trem principal para operar exclusivamente nas pistas ruins do interior da Índia!

Amaury

Rapaz esse prefeito é bão, mas bão mesmo.
Ele deveria ligar para os prefeitos e para os governadores de São Paulo e Rio de Janeiro, pq salvo engano, a pista de Santa Maria tem o DOBRO do comprimento da pista do Santos Dumont e mais de 700 metros A MAIS do que a pista de Congonhas.
Mas pode ser que a pista de Santa Maria encolheu nos últimos tempos. Vai saber….

Lucas Fagundes

Comprimento de pista não é a única coisa que importa. No caso de Santa Maria, a restrição principal é a capacidade de peso que a pista pode receber. “Ah mas o KC-390 pousa lá” – sim, mas não é uma atividade rotineira. Eu diria que se vê o KC-390 umas 5 vezes por mês em SM.

Jaguar

Boa sorte. Aqui em Anápolis estão vendo de quem é a responsabilidade… Infraero ou governo estadual ? Acredito que vai sobrar a mesma coisa para ai

Rinaldo Nery

Aeródromo de Santa Maria, RS

Mauricio R.

É o aeroporto de Santa Maria, RS:

(https://aisweb.decea.mil.br/?i=aerodromos&codigo=SBSM)

BlackRiver

Aeroportos Civis com Bases da Força Aérea (USAF)  Charleston International Airport (CHS) – Joint Base Charleston (Carolina do Sul)  Operação: Pistas operadas pela USAF; atende aviação comercial e aviões de transporte cargueiro C-17.  Daniel K. Inouye International Airport (HNL) – Joint Base Pearl Harbor-Hickam (Havaí)  Operação: Um dos maiores hubs do Pacífico, compartilhando pistas com caças F-22 Raptor e aeronaves pesadas.  Destin-Fort Walton Beach Airport (VPS) – Eglin Air Force Base (Flórida)  Operação: Terminal civil situado inteiramente dentro de uma das maiores bases de testes de armas e caças da USAF.  Albuquerque International Sunport (ABQ) – Kirtland Air Force Base… Read more »

Paulo Sérgio

A cada AMX teria que repor 2 super tucano! É brasileiro e não perderíamos muito. Melhor q enrolação,ainda ajuda as empresas braseiras.

Mauricio R.

Melhor um UCAV a reação, a Embraer nem sabe o que é.

Fabio Mayer

Difícil é convencer o Congresso e o Executivo a destinar 1,5 a 2% do PIB para Defesa, num país que prefere dar esmola pra eleitor….

J R

Quando os militares pararem de por 80% do que destinam a eles pra pagar pensões e salários quem sabe falha a pena destinar tudo isso.

Sensato

São 80% para pessoal porque essa despesa é obrigatória por lei e eles não podem cortar. Se pudesse, o orçamento das FAs seria ainda menor. Porém, atualmente, o Brasil destina aproximadamente 1,1% (R$ 120 bilhões) do PIB (de aproximadamente R$ 10,9 trilhões) à Defesa. Desse total, cerca de 78% a 80% (R$ 93,6 bilhões a R$ 96 bilhões, entre ativos, inativos e pensionistas) são comprometidos com a folha. Se o percentual destinado à pasta subir para 2,0% do PIB (R$ 218 bilhões) sem novas contratações, o peso da folha de pagamento despencaria de 78% a 80% para 43% a 44%… Read more »

J R

conversa fiada, na última reforma da previdência fizeram uma carga danada no congresso para a previdência deles não fosse desvinculada do orçamento da defesa, só isso já aliviaria suas despesas e tiraria a ilusão que o orçamento da defesa é dos maiores da república.

J L

Destinar 1,5% ou até mesmo 2,0% seria factível para por em ordem (atualizar) e recompor em número proporcional ao tamanho do país, o negócio é poder contar com esses percentuais nos orçamentos que sempre são os primeiros a serem podados. Deveria haver na constituição algum artigo que fosse proibido mexer nas verbas da saúde, do ensino e da defesa, afinal temos quarenta e tantos ministérios, que se tirem as verbas dos demais, não que não tenham sua devida importância mas talvez esses três ministérios sejam os prioritários.

Jaguar

O brasil tem investimentos na área da defesa, até louvável o investimento, mas se perde todo em aposentadoria e pensões para militares que nunca se quer trocou um tiro… Tem americano que vai para a guerra e volta, tem que trabalhar normal até pq pensão não existe por um simples serviço.

Sensato

Pra começo de conversa. Que bom que nosso país não se envolveu em tantos conflitos quanto os EUA e é curioso ver a galera que vive criticando imperialismo americano fazer essa comparação. De qualquer forma, já nos envolvemos em conflitos e nossos militares fizeram seu papel como deveriam e estão sempre treinando (conforme a verba permite) para voltarem a fazê-lo se forem demandados pelo Executivo. Por sua lógica, já que não foram a conflito não deveriam ter direito à benefícios e aposentadoria como qualquer servidor? Muitos dos quais produziram bem pouco e não arriscaram nada além de cortar os dedos… Read more »

RLParana

Concordo plenamente com você, porém tem que ter uma regulamentação bem clara sobre este aumento, se destina 1,5% a 2,O% do PIB, tem que ter uma trava por exemplo, deste dinheiro no máximo 40% para pagamento de salários, os outros 60% para aquisição e manutenção. Se não vira bagunça que já está aí.

Salim

Concordo, novo avião com pequena assinatura radar, alta autonomia…… ficaria na lacuna entre f39. e super tucano

Leonardo

Parabéns você acabou de descrever o gripen! rsrs

J R

Rapaz, o Gripen é um caça barato pra qualquer país sério, o F-16 é um caça barato pra qualquer país sério no mundo, eles são a opção barata contra aviões como EF, Rafale, F-15, dizer que aviões monomotores são caros, é coisa pro Uruguai, pra Bolívia, não pro Brasil. Portugal, pelo amor de Deus, Portugal quer uma força aérea com F-35! E nós aqui chorando por conta do GRIPEN!!!

Renato Solon

O título da matéria gera uma interpretação diversa da pretendida pelo autor. Muitos entenderam equivocadamente que ele pergunta se o melhor substituto seria o Gripen ou o Super Tucano. Só que o texto é para falar sobre aeronaves de porte entre o Super Tucano e o Gripen, como M346, T7, KA 50. Quem leu a matéria percebeu.


Ferreras

Para o objetivo principal do AMX os drones fazem com mais eficiência por uma fração do preço.

J R

exatamente, parece que o povo ainda desconsidera esse novo mundo que os drones representam.
O governo brasileiro se não fosse hostil a Ucrânia deveria mandar nossos militares pra lá fazer um intensivão do que é a guerra moderna, e pelo jeito, nosso jornalista também.

Rick Sanches

Ucrânia?
Tem que aprender com o Irã!
Bons drones para abater intrusos e destruir áreas ilegalmente ocupadas.
Concordo que é necessária uma solução em maior escala, 108 F39 não são suficientes para patrulhar ostensivamente nossa vasta e permeável fronteira seca e os super tucanos, muito competentes não conseguem cobrir grandes áreas.

jjss-7924@protonmail.com

” O que vale pra Ucrânia vale para o Irã, e vice versa” Não é frase minha, é do Cmte, que embora eu tenha grandes divergências foi cirúrgico.

Cristiano ciclope

Não seja por isso, o nosso governo pode mandar os militares para a Rússia, China, Turquia e até o Irã para fazer essa análise do uso de drones na guerra moderna afinal a Ucrânia não foi a inventora e nem a única a usar drones na guerra!

Mauricio R.

Mas hoje são as refinarias russas, que estão ardendo sob os ataques dos drones ucranianos.
A ponto de o próprio (des)governo proibir a exportação de combustíveis, enquanto as filas nos postos só aumente.

Mauricio R.

Eu mandaria os foristas desse blog, direto pra linha de frente, ser bucha de canhão de drone russo.

Hamom

Concordo.
Fato é que caças bombardeiros de ataque leve, como o AMX, se tornaram substituíveis (com vantagens) por drones ISR/ataque, munições vagantes e mísseis de precisão, no cenário atual, substitui-lo por outro caça bombardeiro tripulado seria um anacronismo e um desperdício de dinheiro.

Last edited 22 dias atrás by Hamom
Angus

Qual o drone que você sugere, que tenha capacidade de realizar ataque tático/estratégico, percorrendo uma distância de 1000km, para atacar e destruir uma instalação militar?

Qual seria o custo de operação desse drone?

Quantos países no mundo tem essa capacidade?

Ferreras

Provavelmente ficaremos discutindo e nenhuma sugestão será aplicada por falta de recursos.

Na minha opinião usa-se os meios disponíveis e começa a se pensar em meios mais baratos (condizentes com nossa realidade) para ter uma saturação mínima para termos alguma capacidade de dissuasão.

Deadeye
Palpiteiro

Temos nacionais como tupan

Mauricio R.

Temos?
Já voa, teve todos os bugs resolvidos, encontra-se em produção seriada?
Se e qndo tudo isso tiver acontecido, aí sim teremos o drone Tupan.

Last edited 20 dias atrás by Mauricio R.
Palpiteiro

O blog poderia fazer uma matéria e mostrar

Angus

Sem dúvida é uma boa alternativa para complementar o Gripen, que é o substituto do A-1.

Palpiteiro

Pode ser esse com motor de motosserra que o ira usa. Temos vários fabricantes de drones e capacidade de fazer seus motores. Faz as contas de quanto custa mil drone. O gasto anual para deixar parado é insignificante. Quanto custa a operação anual de 1 gripen?

Angus

Drones complementam (podem complementar) o uso de aviões ou até podem ser empregados no lugar de aviões conforme a missão, mas não substituem a necessidade do avião.

Palpiteiro

Para ataque compatível com o AMX sim

Cristiano ciclope

EUA, MQ-9
Israe, Hermes 900
Turquia, baractar
China, tem 3 modelos e só pesquisar e escolher.
Qualquer um deles e mais barato que um avião pressurizado e com sistemas de defesa avançados.

Rafael Oliveira

A capacidade do AMX fazer isso, hoje, é bastante limitada. Ou você acha que se a Ucrânia tivesse AMX ela conseguiria fazer os ataques profundos no território que ela faz com drones?

Fora questão do custo e do risco de perda do piloto (morte ou captura pelo inimigo).

Salim

Nao faz,

Henrique de Freitas

Veja essa situação como oportunidade para a Embraer. AMX II.

MMerlin

O processo de concepção, desenvolvimento, construção e ensaios levaria agora em torno de 15 anos. A FAB não tem todo esse tempo. E a abertura de uma nova licitação para compra de outra aeronave além o F-39 nem deveria ser cogitada. Seria demonstrar incompetência por total falta de planejamento e comprometimento orçamentário com o programa atual. O planejado e o que deveria estar sendo feito é manter, reorganizar e, se possível, recuperar o atraso com o contrato com o a SAAB. O Gripen foi escolhido por ser multi-função. Se o objetivo otimizar os custos, é possível redistribuir suas funções entre… Read more »

Last edited 22 dias atrás by MMerlin
Brasileiro Nato

EDITADO
COMENTÁRIO BLOQUEADO DEVIDO AO USO DE MÚLTIPLOS NOMES DE USUÁRIO.

Mauricio R.

Não sabe fazer, vai como antes, precisar de ToT.
Então, esqueça.

Thulio mahaes

Tenho a melhor solução, F-16 estocados no AMARG!!!😂

Argos

Tenho visto um lobby muito forte em favor do italiano M-346. Não temos recurso para honrar o pagamento do Gripen, vamos adquirir uma nova aeronave?

Rosi

Exatamente, um forte Lobby , é melhor inverter em Drones/VANT nacional que fará o serviço do AmX…

Luciano

Se não querem operar uma aeronave de ataque complementar ao Gripen e de menor custo,…então, drones, UAvs de combate, Loyalwing. Já deveriam ter escolhido o modelo, e já deveriam estar estudando a integração com o Gripen F, pra ontem…

carvalho2008

Alternativa ao AMX é o F-39…como previsto inicialmente…um único F39, tem valor de combate de 5 a 7 de qualquer versão M-346 ou outro lift…mas eles por sua vez, podem custar 50% a 70% do preço do F-39….principalmente se computar o valor global de infra a uma aquisição… Então, se não tem grana para um, não tem lógica imaginar que haveria grana para outro… Então, se o viés for manter um minimo de assentos pilotaveis para a infraestrutura atual da FAB, que se vá de A-29 até o lapso deixar de existir e completar os F-39 ou superior a este.… Read more »

carvalho2008

A solução fora do A-29, tem de assemelhar a um tampão, algo pragmático e barato…

FA-50 poderia ser? talvez, mas mesmo ele não é tão , tão barato…

Barato e superlativo pelo preço, tem o JL-9 chines, que tem capacidade BVR pelo preço de um A-29…mas suas vantagens param ai…é como um F-5M zero km de fabrica…mas inferior a varios requisitos do AMX…

carvalho2008

Tenho uma tabela comparativa antiga lá de 2012/14….com numeros comparativos de alternativas…
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carvalho2008

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Palpiteiro

Acrescenta uma coluna com 1000 drones motor de motoserra

carvalho2008

ahhh…ai é onde mais estamos marcando touca ultimamente…pois temos um parque aeroespacial razoavel….e mutitos modelos poderiam ja estar em produção aqui…

Palpiteiro

Já existem vários fabricantes aqui, mas é mais fácil traduzir reportagem de fora.

A6MZero

Se for pra extrapolar um chines interessante seria o JL-10B… teoricamente ele é supersônico e foi concebido para ataque leve função do AMX, tem um alcance relativamente alto e capacidade de uns 3500kg de armas e equipamentos… o preço também aparenta ser baixo, por volta de 15 a 20 milhões por unidade… (claro ainda acho que a FAB tem que focar no gripen) mas se for pra testar algo diferente esse podia ser um bom produto inicial para uma aproximação mais efetiva com equipamentos chineses.

carvalho2008

sim, tambem….é uma opção….é mais barato que o M-346 mas é supersonico…é uma opção mais viavel para pressionar EUA sobre relações…mas ai o jogo é bruto..e nem temos unidade nacional interna para tal ou equipamentos militares para tal…deixamos tudo no meio do caminho….este dia sobre ser forçado e pressionado a adotar uma lado China/EUA iria chegar, mas sequer nos preparamos para garantir nossa neutralidade e lucrar com ambos…

Phacsantos

Se a FAB ao menos na teoria almejar ser uma força atualizada e em pé de igualdade com as capacidades (não em quantidade obvio) do que há de mais avançado no mundo, essa é uma lacuna que não deve ser preenchida por qualquer solução existente atualmente. Isso levando em conta o tempo necessário pra avaliar, comprar, receber e ter em operação (mais de 20 anos por experiência do FX-2). O futuro, quiçá o presente, é dos não tripulados comandados por IA. E aí o problema fica maior ainda! Não é só Hardware…que colocamos mil condições relacionadas a ToT e até… Read more »

Palpiteiro

Em caso de ataque, seremos atacados por drones

BlackRiver

Todo mundo sonha com um LIFT Ninguém sonha com INFRAESTRUTURA… Vamos priorizar a infraestrutura de qualidade e com capacidade pra operar desde um A29 até um F39 sem esquecer de um KC30 que aí as coisas ficam fáceis… Todo mundo esqueceu que a autonomia dos LIFT é baixa, e em condições de combate é mais baixa ainda, afinal ou se carrega combustível ou armamento, afinal todo e qualquer avião tem um peso máximo de decolagem, seja ele limitado por performance por pista ou limite estrutural. E aí vem a questão que eu sempre digo, NÃO TEMOS INFRAESTRUTURA, atualmente as regiões… Read more »

carvalho2008

pois é…..

Palpiteiro

O problema é que o QI médio do brasileiro é 85 e se tem limitações para fazer operações matemáticas elementares. Com o contrato de segundo lote do Gripen daria para se comprar mais de 200 mil drones padrão do irá, com fábricacao 100% brasileira. Um para cada mil habitantes, podem ter é operar de todas as cidades no Brasil. Custo de operação de zero. Mas o som da passagem do Gripen no show aéreo é muito mais legal.

Santamariense

Como se opera um drone com custo zero? Qual a mágica??

Palpiteiro

Comparado com aviões o custo é muito baixo, pois os destinados a ataque ficam estocados e só voam uma vez na vida. Treinamento, simulador e manutenção muito mais simples. Os aviões tem um OPEX que chega a ser mais caro que o capex

Santamariense

Agora você explicou. Não existe equipamento com custo zero de manutenção.

Palpiteiro

O termo exato seria comparativamente irrelevante

BlackRiver

O raio de combate do Leonardo M-346, especialmente na variante de ataque leve M-346FA, varia de acordo com o perfil da missão, a carga de armamentos, a altitude de voo e o tempo de permanência sobre a área de operações. Em missões que exigem maior tempo de patrulha ou espera, o raio de combate é reduzido; em perfis de ataque direto, com menor permanência sobre o alvo, ele aumenta significativamente. Exemplos de perfis operacionais divulgados pela Leonardo: 100 NM (185 km): missão de Patrulha Aérea de Combate (CAP), com 2 horas de permanência na área de patrulha. 130 NM (240… Read more »

Ramon Grigio

Isso são números muito próximos do F-5E..
Seria um baita retrocesso.

carvalho2008

A solução é tocar e dar sinergia com outros projetos…é a melhor forma de alguns deles realmente não ficarem parados…

A-29NG
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carvalho2008

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carvalho2008

Enquanto os A-29NG conseguem doar assentos para pilotos, investir em drones
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carvalho2008

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BlackRiver

Implantar o A29 em números suficientes distribuídos estrategicamente ao longo da fronteira, e equipá-los com tecnologia de última geração é o primeiro passo pra no futuro se pensar num LIFT

carvalho2008

Correto!!

O A-29 é o que pode manter:
a) Assentos disponiveis para pilotos;
b) Atualização de doutrinas;
c) Sinergia de atualização com outros projetos
d) Capacidade de preenchimento de lacunas na MB, Fuzileiros, Patrulha maritima

Já não se tem dinheiro…não entendo isto…se não tem, como comprar mais com algo de fora? gastanto a metade do que se não tem para ter resultado belico de 1/5 a 1/7???

Se investir no A-29…vc tem tudo isto ai…aperta os cintos e vai…

Palpiteiro

Isso custaria quantos drones?

ln(0)

Drone não é a última bolacha do pacote. A ucrânia luta com muito drone por falta de opção. Se drone substituísse tudo, ela não aceitaria os aviões doados pelos outros países e nem estaria com intenção de comprar Rafale e Gripen. Drone complementa, multiplica, mas não é a arma final.

Santamariense

Exato. O pessoal acha que drone é solução para toda e qualquer necessidade.

Palpiteiro

Para quem não tem nada um drone é mais que o doblo.

Santamariense

Dobro, você quer dizer.

Leandro Costa

Estou precisando trocar a torneira da pia de um dos meus banheiros.

Comprei uma substituta, mas de acordo com esse pessoal eu deveria ter comprado um drone autônomo com IA treinada para cuspir água.

Palpiteiro

Os de pulverização fazem exatamente isso a um tempo

Leandro Costa

Não fazem. Não substituem uma torneira à custo razoável e de forma razoável. Assim como apenas drones não substituem uma aeronave principal de combate. A guerra na Ucrânia em matéria de poder aéreo é um exemplo do que NÃO SE FAZER. O Irã usa drones em combinação com outros meios e não consegue influenciar em absolutamente nada o ritmo das operações de combate dos EUA, enquanto que os EUA estão utilizando a força de maneira errada e sem um objetivo bem definido e claro, mas seu poder aéreo está sim atingindo os alvos designados. Vocês não tem que pensar em… Read more »

Palpiteiro

Um bom exemplo. A torneira está para os drones, como os drones estão para as aeronaves

Santamariense

Cara, desapega. Drones são bons, úteis e baratos. Mas, não são solução para tudo. Caso fossem, não existiriam caças, cargueiros, treinadores e todo tipo de aeronaves em desenvolvimento. O mesmo valor para carros de combate, sistemas de artilharia de cano e de foguetes e mísseis, etc.

Santamariense

Hehehehe

Palpiteiro

É a primeira bolacha e a Ucrânia só começou a causar dano na Rússia foi com drones.

Fabio Mayer

Mas a Rússia também usa drones contra a Ucrania, porque descobriu que seus mísseis Khinzall são eficientes, mas caros pra dedéu! Se drone for solução pra tudo, ninguém mais terá estoques de hipersônicos, subsônicos e misseis continentais…

Palpiteiro

Nuclear eu acredito que não seja com drone e hoje o peso da carga útil. Antipista não tem. Mas se a saturação eliminar todos aviões estacionados, não tem necessidade da pista

Fabio Mayer

Cara! Drones servem apenas para substituir as bombas burras, que foram extintas com o advento dos misseis. O prblema é que descobriram na guerra (EUA e Russia), que mísseis custam uma fortuna e os estoques não são ilimitados, porque a produção é lenta. Drone não é solução para todos os problemas defensivos ou ofensivos, como os mísseis, que os antecederam, também não foram!

BlackRiver

Considerando um raio de combate máximo de aproximadamente 300 NM (555 km), o M-346FA apresenta a seguinte capacidade operacional: Distâncias entre as bases (linha reta): Campo Grande – Porto Velho: aproximadamente 1.634 km.Porto Velho – Boa Vista: aproximadamente 1.330 km.Lacunas de cobertura: Entre Campo Grande e Porto Velho permanece uma lacuna de aproximadamente 524 km.Entre Porto Velho e Boa Vista permanece uma lacuna de aproximadamente 220 km. Base Aérea de Campo Grande (MS): cobre todo o Mato Grosso do Sul, grande parte do Mato Grosso, sul de Goiás, oeste de São Paulo e áreas fronteiriças do Paraguai e da Bolívia.… Read more »

Last edited 21 dias atrás by BlackRiver
Palpiteiro

Compara com 2000 drones padrão irá nas mesas bases

Santamariense

Ideia fixa…

Palpiteiro

Fez a conta? Análise baseada em números.

Leandro Costa

Mas não em capacidades.

Palpiteiro

Em eficácia

Santamariense

Continua com ideia fixa …

Leandro Costa

Se não tem as mesmas capacidades, não pode ter a mesma eficácia. Pensa de maneira lógica ao invés de se basear em apenas o que vê bombando nas notícias.

Santamariense

Não em funções, capacidades e missões.

Antunes 1980

Sem sombra de dúvidas, a melhor opção é o M-346 italiano. Trata-se do vetor com a melhor relação custo-benefício da categoria e um desempenho superior ao de seus concorrentes. Além de ser uma plataforma plenamente consolidada no mercado internacional, sua escolha fortalece os excelentes laços comerciais e diplomáticos que já mantemos com o governo italiano

carvalho2008

Caro demais…custa quase 50% de um F-39….mas um F-39 tem valor de combate ar-ar 5 a 7 vezes um M-346…
Então…se o cenario é apenas conseguir estar em mais lugares ao mesmo tempo, existem outras opções mais baratas que fariam o mesmo…

Last edited 21 dias atrás by carvalho2008
BlackRiver

Vai fazer o que com uma BOBCAT onde precisa de um CAT D8

Adriano Madureira

Preferiria o FA-50, que tem uma gama de armamentos melhor e maior que o italiano… A aeronave sul-coreana pode ser armada com mísseis ar-ar de curto alcance AIM-9 Sidewinder, mísseis táticos ar-solo (AGM) AGM-65 Maverick, Munições Conjuntas de Ataque Direto (JDAM) GBU-38/B, Arma de Fusão Sensorial (SFW) CBU-105, bombas de Uso Geral de Baixo Arrasto (LDGP) Mk-82 e Unidades de Bombas de Fragmentação (CBUs). Mas está em planejamento a adoção do AIM-120 AMRAAM, do MBDA Meteor, do IRIS-T e do Python 5,o Spear 3 e o MBDA Brimstone. Fora que o FA-50 receberá uma atualização e ficará mais mortal com… Read more »

Dagor Dagorath

Uma dúvida genuína, mas o ataque em profundidade em baixa altitude não se mostrou ineficaz na Guerra do Golfo, com vários Tornado da RAF atingidos?

Penso que o ideal para a FAB seria continuar apenas com o Gripen, equipado com armas stand-off para substituir o A-1 nas missões de ataque ao solo, complementado por loitering munitions e mísseis de cruzeiro.

carvalho2008

Na guerra do golfo, ate B-52 realizou incursões rasantes…por incrivel que pareça….o rasante ainda é muito importante….

No caso Brasileiro…ainda essencial….

Vide inclusive Ucrania…onde até SU-34 lambe o chão tendo de voar como um SU-25….

Rinaldo Nery

Não, não é mais tão importante.

BlackRiver

Ainda mais se olharmos para o volume de dinheiro investido nos últimos anos por muitos países em aviões com capacidade: Sistemas e Missões AWACS: Sistema Aerotransportado de Alerta e Controle. AEW: Alerta Antecipado Aerotransportado. AEW&C: Alerta Antecipado e Controle Aerotransportado. Tecnologias de Radar AESA: Radar de Varredura Eletrônica Ativa (moderno, feixe digital). PESA: Radar de Varredura Eletrônica Passiva (geração anterior). MESA: Radar de Varredura Eletrônica Multimissão. IFF: Identificação de Amigo ou Inimigo. PRF: Frequência de Repetição de Pulso. Comando e Inteligência C2: Comando e Controle. BMC2: Gerenciamento de Batalha, Comando e Controle. C4ISR: Comando, Controle, Comunicações, Computadores, Inteligência, Vigilância e… Read more »

carvalho2008

não concordo…em area contestada…todo mundo está voando baixo…é o fato….não avaliem de forma independente…avaiem como está ocorrendo hoje….

Voce pode ter até um radar aereo….mas em meio a guerra eletronica…mesmo quem enxerga “de cima”….na guerra eletronia enxerga menos quem está abaixo…é o que estamos testemunhando…ou não?

Rinaldo Nery

Não use o conflito Rússia/Ucrânia como parâmetro. “Hoje” quem? Estão voando rasante lá no Irã? Exceto o A-10, que já levou chumbo.

carvalho2008

rasante com o F-35 ou B-2???seria de carcar o boné, certo mestre Nery??! A defesa anti aerea iraniana se compara a Ucraniana? Não….ela está correndo atras…mas muito longe…. o emprego stand off tem viabilizado ataques de fronteira a grande altitude, mas na medida que estes armamentos rareiam, outros perfis de missões precisam ser incluidos e ai, entra a necessidade… No caso do Brasil não seria mais agudo? Se aqueles que tem o pote do tesouro, os misseis de longo alcance ameaçam acabar, imagina aqui…e sim, os americanos tem realizado este perfil com viés de aumento na medida que reposições de… Read more »

Lucas Fagundes

O Irã atacou com sucesso uma base americana com dois F5 voando rasante e saíram ilesos. Apesar que alguns não queiram admitir…

Santamariense

Tem mais informações sobre isso? Fiquei curioso.

Palpiteiro

Tem que ver qual é o requisito que isso atende e verificar se existem novos atributos mais eficazes

Palpiteiro

Para ataque a questão é quantos drones de longo alcance equivalem a 1 gripen?

Rinaldo Nery

Ucrânia atacou São Petersburgo hoje, com drones. Assisti ao vídeo.

Palpiteiro

É isso. Quantos gripens partindo da Ucrânia conseguiriam esse feito? Qual gera emprego no país? Tenho a impressão que para ataque, somente nuclear se precisa de avião.

YUFERFLLO

Avião consegue fazer ataques baratos e aumentar o alcance de vários ataques, uma bomba com planador é muito barato e vemos isso na Ucrânia com a Russia usando muitas bombas planadoras

Gabriel

Para além de ser um substituto ao Amx e sua função de caça bombardeio, a FAB precisa de um combatente em volume. E uma opção de custo reduzido que me parece interessante para justamente fazer volume seria o JF 17 Thunder, especialmente na sua última versão Block 3.
Muitos torcem o nariz mas o Paquistão atrelou a sua dissuasão nuclear a esse vetor. Fora sobre sua performance recente contra a Índia, que gera questionamentos, claro. Mas poderíamos avaliar como um vetor de volume e baixo custo.

EUSEBIO

M346 FA

TJLopes

Em um mundo ideal, o Gripen deveria ser o substituto do M-2000, do F-5 e do AMX.

Na desorganização que é o Brasil, nem vale a pena conjecturar.

MMerlin

Mais desorganizada que a IAF é difícil. Ela opera 6 caças de 5 fabricantes diferentes. Os programas da FAB não são desorganizados. O programa FX foi e é pé no chão. O complicado é gerenciar projetos com problemas de recursos, contingenciamento de orçamento, etc. Além de atrasar as entregas, sofre-se multas por atraso. Complicado é ver a FAB se quebrando para voar e receber novos caças enquanto a MB torra bilhões em um projeto que sabe-se lá quando ficará pronto. Apenas um adendo. Veja que o programa FX traz cláusula que encarem em muito um contrato, que é o ToT.… Read more »

Last edited 21 dias atrás by MMerlin
MMerlin

Esta função, que é o desenvolvimento da economia e setores industriais, é responsabilidade de outros Ministérios e Instituições de fomento.

Adriano RA

Penso que o ideal seria fazermos como os suecos fazem. Um treinador leve a jato, talvez um M-346 mais simples e barato, seria o ideal para a transição para o Gripen. Quanto ao AMX, o Gripen substitui com vantagem.

Rinaldo Nery

Por que você acha que é ideal?

Palpiteiro

Viés cognitivo

Rinaldo Nery

Deve ser.

Clecio Dias

A matéria esqueceu de considerar o turco Hurjet, desenvolvido com a participação da brasileira Akaer e que conta com um acordo de cooperação Brasil-Turquia.

Artur

O FA 50 seria a escolha mais racional.
Mais potente e rápido, com a vantagem de poder levar mais carga útil, que o M346, e substancialmente mais barato que o Gripen.
Uns 12 aviões seriam o suficiente para substituir o AMX, e não creio que pusessem em causa a possibilidade de a FAB adquirir mais Gripens, até porque o custo não deverá ser assim tão proibitivo.

carvalho2008

Sim, concordo….em se comparando os dois…o Fa-50 é mais efetivo que o M-346FA….e uns 30% mais barato….

O pessoal tem uma vibe com o M-346…mas está claro que no Ar-ar ele é similar aos AF-1M da MB com seu ELM-2032 se ambos usarem o mesmo inventario? Como que pode? é muita grana para acrescentar o que ao menos em teoria, já se tem…

Tem de acrescentar mais que isto…pois isto já é um piso baixo hoje em dia….se vc quer algo equivalente a isto…tem de ser mais barato isto ai…

Bardini

A opinião é construída sobre uma noção de “lacuna intermediária” que simplesmente não existe. . O AMX nunca foi uma aeronave intermediária, já que era ponta de lança da nossa capacidade de ataque. Isso, por si só, derruba toda a fundamentação para a compra de um LIFT, que nada mais é do que um substituto de nicho para remediar temporariamente o verdadeiro gargalo da nossa aviação de caça. . Qual é o real problema da aviação de caça da FAB? . Nunca houve um planejamento conjunto de força, alinhado a uma estrutura financeira capaz de sustentar um fluxo contínuo de… Read more »

Last edited 21 dias atrás by Bardini
Rinaldo Nery

Excelente comentário. O povo aqui não consegue pensar fora da caixa.

BlackRiver

Exatamente isso, mas aqui é uma desorganização total, como eu disse em outro post.
120 F39, um por mês, manteria a linha de montagem e a cadeia de fornecedores por no mínimo 10 anos, nesse meio tempo começasse a planejar o próximo vetor, mas não, aqui se vem com a ladainha de TOT quando na verdade se faz uma compra de prateleira cada 50 anos.

Afonso Bebiano

Calma, gente! Esse gap será preenchido pelo Draken e pelo Viggen que estão prometidos para o MAPA.

Isso foi uma ironia, OK?

Hoje em dia, é sempre bom avisar.

Last edited 21 dias atrás by Afonso Bebiano
Marco

Eu queria que fosse o Gripen; mas como não temos dinheiro para isso e não temos inimigos declarados fico com o A-29.

Rinaldo Nery

O substituto do A-1 será o F-39. Daí vem um entusiasta escrever matéria com abobrinha. Difícil entrar nas cabecinhas ocas…

Josmar Augusto

Um AMX Millenium (uma reengenharia do AMX que a EMBRAER tem competência técnica de sobra para fazer, pode colocar o AMX Millenium como caça subsíndico “de 6° geração” perfeito para cobrir a lacuna entre o T-26 e o Gripen).
Com um pouco de boa vontade e destinação de recursos adequados, nossa Força Aérea poderia absorver até 120 unidades para patrulhamento de fronteiras e controle de restrições de espaço aéreo.
Os “Mosquitos” são indispensáveis!

Josmar Augusto

Maldito corretor ortográfico. Eu escreveri SUB SÔNICO e a porcaria do corretor mandou um “caça subsíndico”…. KKK me perdoem

Junior

Não entendo porquê a EMBRAER não compra a linha de montagem do AMX e coloca nele os aviônicos do GRIPEN E. Outra sugestão, fácil e certa, fazer um UPGRADE do ALX-29 colocando uma turbina e aviônicos do GRIPEN E. Criando o ALX-30.
Mas se acharem ruim, tem a opção do GRIPEN C/D usados ou novos montados totalmente no Brasil com aviônicos do GRIPEN E.

Rinaldo Nery

Porque não tem motor, amigo… “Ah, troca o motor”. Daí é outra reengenharia, e os custos não compensam. Foca no F-39 e esquece essa idiotice de outro avião.

Luís Henrique

A melhor aeronave de ataque da atualidade e disponível é o F-35A.
Seria o melhor substituto do AMX.

A segunda melhor opção, caso queiram uma aeronave mais barata e não furtiva é o Su-34M.

Caso prefiram manter a padronização e não façam questão pela furtividade do F-35A ou pelo porte, alcance e carga de armas do Su-34M, ai poderia ser mais Gripen E/F.

Se todas estas opções forem consideradas caras demais, F-16 MLU usados como fez a Argentina.

Lifts novos não são boas opções, possuem poder de combate muito limitado e custam bem mais caros que F-16 usados.

BrunoFN

Claro que e o Gripen …se for pensar no que a FAB deveria substituir em relação aos caças que tinha .. seriam 32-26 Mirage 3 / 62-51 F-5 / 52-41 AMX … se vira com isso ae.. reduzir isso a meros 66 Gripens é um crime …

Leonardo

Nunca tiveram essas quantidades operando ao mesmo tempo!

BrunoFN

mais pelo segundo numero , no caso sao numeros de aeronaves adquiridas, modelo em numeros absoluto ao longa da vida operativa etc / ativas em algum momento em seu auge …

Santamariense

Há muitos anos, a FAB estrutura sua frota com base em categorias específicas para atender a diferentes necessidades operacionais, sendo um caso clássico a tríade composta por Xavante, AMX e F-5. Posteriormente foram adotados os A-29 no lugar do AT-26.” Na realidade, por décadas a FAB operou Mirage III, F-5 e AT-26. No finalzinho dos anos 80, os AMX começaram a entrar em operação, no então recém criado 1⁰/16⁰ GAV e depois substituindo os AT-26 no 1⁰/10⁰ GAV e no 3⁰/10⁰ GAV. No ano de 2004 o A-29 substituiu os AT-26 no 2⁰/5⁰ GAV e o Xavante finalmente deixou a… Read more »

Rinaldo Nery

Entusiasta escrevendo m****…

Santamariense

Pois é. Louvo a intenção e a dedicação, mas precisaria pesquisar um pouco mais antes de escrever um artigo.

Rinaldo Nery

E conhecer.

Gabriel Ertel

O FA-50 Block 20 hoje apresenta a maior comunidade de peças com o Gripen, tendo um motor irmão do F414 do Gripen, uma fração do custo operacional do Gripen e um pacote tecnológico semelhante ao Gripen, diferente do M-346 que é uma variante de um caça Russo de filosofia e propósito completamente diferente do Gripen de do FA-50 e ainda mais diferente o T-7A que não tem sequer desenvolvido uma variante armada e o projeto hoje é apenas de treinamento. Hoje o Super Tucano e Helicópteros de ataque leve podem suprir as missões dos AMX-A1 sem uma perda significativa de… Read more »

Rosi

Boeing T-7 Red Hawk é um projeto com algumas poucas aeronaves protótipos construídas ,não deveria nem entrar nesta matéria em comparação com aeronaves em linha de produção e sendo entregas…
No mais AMX é F39 ou VANt
A29 precisam de grana para serem modernizados e estender a vida operacional deles …

Santamariense

Segundo conversas daqui e dali, parece, repito, parece que a BASM será a segunda Base da FAB a receber o F-39. Inclusive, alguns militares de apoio já foram realizar treinamentos na BAAN. Nos resta apenas aguardar.

Cristiano ciclope

Minha opinião, caças F-39 gripens para ataques de precisão e superioridade aérea; apoio aéreo aproximado a ataque a pista de pouso no meio do mato, drones!
Para interceptar um caça, avião a jato, 60 gripens espalhados pelas 5 regiões do Brasil dão conta, numa guerra com um país da região, também dão conta!
O Brasil precisa de 108 gripens mas pode se virar com 72 desde quê ataque leve e apoio aéreo aproximado fiquem com um drone, drone até para substituir o super-tucano!

Romanov

A-29 bem Leve para cumprir função de Ataque pesado do Amx , Gripen Seria Uma opção ATUAL Bem Mais Realista isso claro se a FAB avançar com a compra de mais Gripens No Minimo 66 Unidades Mais Oque poderia também seria a compra do M-346F Block 20, com eles além De Conseguirmos Um Jato treinamento avançado teremos Um substituo Para tal função atuando Como um Meio entre Gripen e Super tucano Como o atual Amx, uma quantidade ideal seria 24 Unidades Mais Claro que 24 M-346 e 66 Gripens são o Mínimo possível Já que para um país como nosso… Read more »

Leandro

O AMX nunca foi usado para treinamento avançado, nunca! Essa nunca foi a sua função e ele não foi desenvolvido para isso. O texto está tentando justificar uma compra que o Brasil não precisa. Precisamos de caça de verdade, não avião “SABOR CAÇA”. Em uma FAB com um histórico de baixo orçamento, ter mais de um modelo de caça, em uma era onde o lema é caça multifuncional, é jogar direito no ralo. A FAB desde o programa FX e no FX-2 sempre falou que o vencedor da concorrência (independente do modelo) seria o caça padrão da frota, substituto dos… Read more »

Rinaldo Nery

Muito bom!

Luís Henrique

Concordo.
Caso tivéssemos um orçamento militar digno e compatível com o tamanho do nosso país, ai seria possível FAB ter 300 ou 400 ou até 500 caças. Neste caso seria natural um mix envolvendo caças 4,5 G e caças 5G ou talvez um mix envolvendo caças mais leve com pesados, mas com o orçamento ridículo que temos e com a intenção ridícula de 66 caças, faz todo o sentido a padronização com o Gripen E/F.

Rodrigo Silveira

300, 400, 500 caças? Meu Deus. Que país além de no máximo meia dúzia tem isso de caça e só quem tem ou manda no mundo ou tem vizinhos que querem exterminá-los ou vice-versa. Não somos nenhum desses. Se ficar nos cento e poucos caças que foram planejados seria excelente de bom. Mas como aqui é a banânia e estamos deitados eternamente em berço esplêndido, duvido muito que se concretizará.

José Gregório

F-16

Adriano Madureira

“Se” o problema é “La plata” e não há oque fazer, que se use os Super Tucanos.
Mas se houver possibilidade de aquisição externa, que aeronaves como o M-346 e FA-50 Fighting Falcon possam ser vistos como alternativas para suceder o AMX…

BlackRiver

Antes de mais nada precisamos fazer o dever de casa, coisa simples, que tal começar fechado a fronteira! E sem INFRAESTRUTURA jamais iremos a lugar nenhum, que tal começar com o básico! Meia dúzia de A29 cada 500Km, já temos uma boa infraestrutura de radares, mas pode ser melhorada, e qual tal alguns MQ9 pra acompanhar esses A29? O general Carlos Eduardo Barbosa da Costa apresentou hoje, 22 de julho, em Brasília, um retrato desconfortável do crime organizado no Brasil. O comandante do Centro de Inteligência do Exército (CIE) descreve um país transformado em entreposto logístico do tráfico internacional e… Read more »

Leandro Costa

A fronteira seca jamais será fechada inteiramente. Existem planejamentos de drones sim atuando na vigilância, sensores terrestres, radares, etc. Mesmo assim não vai fechar tudo. Pode diminuir bastante, mas nunca vai fechar. Pensa na fronteira dos EUA com o México? Praticamente desértica em sua totalidade, não falta investimento e ainda assim passa muita coisa. Agora pensa na trilha Ho-Chi-Minh, ambas são bem menores que as fronteiras secas do Brasil. Mas fechar o máximo possível, isso sim seria uma boa, e como eu disse, faz parte dos planos a utilização de tecnologia para aumentar o nível de vigilância nas nossas fronteiras… Read more »

Rinaldo Nery

Pra vigiar a fronteira seca tem um tal de SISFRON aí, que é do EB…

BlackRiver

Não basta só vigiar, temos que ter meios aéreos em quantidade e distribuídos estrategicamente e geograficamente de modo a vigiar e controlar esse espaço aéreo.
Para essa função temos uma ferramenta excelente que se chama A29, falta planejamento e investimento em infraestrutura pensando no longo prazo.

Rinaldo Nery

Que tipo de infraestrutura, exatamente? Pra A-29. Você vive repetindo esse mantra.

BlackRiver

Qual o alcance do A29 em configuração de combate, que tal um destacamento com 6 aeronaves hangar mecânicos o básico pra funcionar em Rondonópolis, Caceres, Vilhena, São Gabriel da Cachoeira, Macapá?
Qantas pistas públicas asfaltadas com capacidade para operar um KC30 e um F39 temos numa faixa de 250 milhas da fronteira nos estados MS MT RO AC AM RR?

Last edited 20 dias atrás by BlackRiver
Rinaldo Nery

Vilhena e São Gabriel da Cachoeira já tem. Você conhece o princípio da mobilidade? É só pegar os aviões e deslocar pra qualquer um desses aeroportos? Hangar? Usa o que tiver lá, do aeroclube local, privado. É só requisitar. F-39? Opera em qualquer pista,asfaltada na fronteira, seja onde for. As pistas existentes proveêm capacidade em termos de alcance, tanto pro A-29 quanto pro F-39. Pega um mapa aí, marca as pistas e posta aqui. F-39 opera em 1800 m, frouxo!

Franz A. Neeracher

Não se esquecendo de Eirunupé, Tefé, Tabatinga, Rio Branco ou Cruzeiro do sul….tão ruim em termos de infra-estrutura, o país não está….os verdadeiros problemas são outros.

Não é necessário ter uma base aérea completa perto assim de outra….nem países com os EUA, China ou Rússia fazem isso.

BlackRiver

A questão é que não se tem infraestrutura pra manter presença minimamente decente pra negar o espaço aéreo ao crime nessas regiões.
Faça um estudo do raio de combate do A29 e velocidade, compare com as distâncias das bases, aí você vai entender.

Franz A. Neeracher

Ok, se vc está referindo-se somente ao tráfico de drogas; o problema e as soluções são outras….

Não existe somente o tráfico com pequenos aviões….mas tb por via terrestre e marítima…..o que fazer?

Colocar um soldado a cada 50 metros ao longo das fronteiras?
Parar e fiscalizar todos os automóveis, barcos e jegues?

As Forças Armadas contribuem no combate ao tráfico, mas não é a principal função delas.

Tém que ser um trabalho conjunto da PF, Receita Federal, Polícias Civis e etc….

Rinaldo Nery

Exato. E conheço todas. O caboclo quer um A-29 de Alerta a cada 200 km! Fumou bosta de cavalo seca!

BlackRiver

Estou falando de presença de estado, uma ou duas vezes por ano não resolve nada, ainda mais quando é em grandes operações que são divulgadas meses antes.
Operar em pistas de 1800 metros esporadicamente pra tirar foto e postar é uma coisa, marcar presença constante é outra bem diferente!
Deslocar um A29 que demora duas horas pra chegar no ponto onde o intruso chega em 30 descarrega a carga (crime organizando comemora) intruso decola vai embora A29 chega lá olha, constata e vai embora, só mais um evento nas estatísticas!

Leandro Costa

Alguns anos atrás, o EB vinha procurando integrar drones e sensores terrestres ao SISFRON, quase como uma central de coleta de dados para coordenar meios, etc. Lembro que haviam até propostas de drones ‘tethered’ para aumentar o endurance deles no ar. Cheguei à visitar um dos envolvidos nesse projeto, que também estava trabalhando em drones para inspeção de poços para a Petrobrás.Naquela época (isso tem uns 10 a 15 anos + ou – ) as baterias não tinham essa capacidade toda. Achei extremamente interessante, mas também esbarrava nos problemas de sempre. Investimento, industrialização, escala, etc. Então… para variar… não deu… Read more »

Rinaldo Nery

Inferno brasileiro: tem m**** mas não tem balde.

BlackRiver

Exatamente fechar o máximo possível, esse é o lance, mas não adianta vigiar se não tem meios para negar essa fronteira ao crime.

Rinaldo Nery

Nem os EUA conseguem lá.

BlackRiver

Ninguém consegue, mas não custa ao menos se esforçar para fazer o máximo possível, ou que tal um projeto que permita forças policiais dos estados operarem equipamentos como A29, MQ9?

Rinaldo Nery

MQ9 já podem. Se o Estado tiver dinheiro, compre e opere. Eles não tem helicópteros?

Mauricio R.

Façam o L!!!!

Rinaldo Nery

Correto também.

BlackRiver

Santa Maria poderia ser a base principal do Sul, poderíamos desenvolver um F39 dedicado a guerra eletrônica para o Centauro, algo muito mais útil nos dias atuais que um AMX / LIFT

Jaguar

Elogiou o AMX e coloca como possíveis substitutos os treinadores avançados? Surreal. Garanto que tem aeronaves de 4° e 4.5, que fazem o Ataque ao solo/reconhecimento aéreo com maestria. Opções:’ F-16block60, Rafale B, até mesmo o gripen na versão biposto. Acho que pegar um treinador avançado para uma dimensão geográfica como o Brasil é dar um tiro no pé.

Santamariense

Para ataque e reconhecimento, por que precisa ser o Gripen biposto??? Por que Rafael B??? Quem disse que precisam ser aeronaves bipostos??

Last edited 20 dias atrás by Santamariense
Leandro Costa

Graaaaaaandes mistérios da humanidade…. Talvez Freud explique.

Santamariense

Hehehehe…pois é!

Rinaldo Nery

Alguém tem q pilotar enquanto o outro toma o Toddynho do lanche… Ah, o F-39 tem auto pilot!

Mauricio R.

Alguém sabe do convescote que ocorreu ontem na Avibrás e teve a presença de sua excelência, o presidente Lula? Ele até foi agraciado com um modelo do míssil de cruzeiro MTC, pelo CEO/ diretor da Avibrás Aeroco, Sami Youssef Hassuani. “Nesta sexta, 24, o petista visitou uma fábrica da Avibras em Jacareí, no interior de São Paulo. Trata-se de uma empresa privada, que produz e exporta lançadores de foguetes, mísseis e veículos blindados, e estava em recuperação judicial desde 2022” Perguntas: Qual míssil a Avibrás concebeu, projetou, fez funcionar, fabrica regularmente e vende? Qual veículo blindado a Avibrás concebeu, projetou,… Read more »

Rinaldo Nery

Lula aprendeu a roubar.

Leandro Costa

Finalmente concordamos em alguma coisa.

Esse cara não aprende nada. Vi que na mesma visita ele declarou mais investimentos no área militar, mas ao mesmo tempo corta mais grana. É politicagem da pior espécie.

Santamariense

“Perguntas:
Qual míssil a Avibrás concebeu, projetou, fez funcionar, fabrica regularmente e vende?
Qual veículo blindado a Avibrás concebeu, projetou, fez funcionar, fabrica regularmente e vende?”
Essas perguntas tem importância para pessoas que se interessam, decreto, pela defesa do Brasil. Mas, para o tipo de sujeito que fez o discurso e para o tipo de sujeito que o apoia e bate palmas, essas perguntas não tem a menor importância.

Fabio Araujo

Eu acho que deveríamos ter um caça lift para complementar a função do ST e do Gripen! Tanto nas funções de treinamento avançado, de ataque ao solo e até mesmo na função de patrulhamento aéreo. E um caça lift mais barato vai ajudar a ter uma quantidade de caças mais próximo do ideal para o tamanho do país.

Rinaldo Nery

Fica achando… Mas sentado.

Medina

A estrutura da base aérea de Santa Maria é enorme,,existe vilas militares de Sgt e oficiais espalhadas pela cidade,o quantitativo de um bairro grande, o que esse pessoal todo vai ficar fazendo se o motivo de existir de uma base aérea é o avião de combate, e o AMX saindo no máximo ano que vem e sem previsão de substituição .

BlackRiver

Não é só Santa Maria,
A quantidade de imóveis que as forças armadas tem espalhadas por aí sem lógica nenhuma, não está no gibi.

Atirador

Uma pergunta aos especialistas, a Itália encostou 166 AMX muito mais modernos que os nossos, não tem como fazer uma xepa e montar uns 12 para serem usados até se conseguir os Gripens que precisamos ?

Rinaldo Nery

Não. Se alguém aqui tiver paciência, explica pro forista que não há spare p motor.

Mauricio R.

A Itália não encostou 166 A-11 Ghibli, encostou a metade do que tinham e fizeram um upgrade na metade restante.
A metade encostada, serviu para retirar peças, para reposição e manutenção.
Qndo essas aeronaves encostadas não mais tinham peças que pudessem ser reaproveitadas, encerraram o uso da aeronave.
O substituto do A-11 Ghibli na AMI é em parte o supracitado F-35.

Emerson

Outro AMX A-1 aeronave linda, robusta que deveria ter uma versão atualizada A-2..

Mauricio R.

Não, no caótico sistema de versionamento de aeronaves da FAB, deveria ter havido o A-1C/D, E/F, G/H e assim por diante.
Mas creio que a crônica falta de verbas, verbas contingenciadas e/ou suspensas, afetou isso também.

Isak

Fairchild Republic A-10 Thunderbolt II (EUA)

Marcos

Com o T7 só não pode voar com chuva kkkkkk

Gleyson

De acordo com a FAB o substituto dos AMX e F-5 é o Saab Gripen E/F, não foi eu que fiz o projeto e estudo FX2, foi a própria FAB, se quer um caça mais barato, é possível que a Suécia disponibilize alguns Gripen C/D usados em poucos anos a medida que os seus novos Gripen E sejam construídos e introduzidos na Suécia, um esquadrão de 12 Gripen C/D já seria mais que suficiente para substituir meia dúzia de AMX, esse negócio de gastar bilhões com transferência de tecnologia, construção de uma fábrica de Gripen no Brasil, etc… só faz… Read more »

Gustavo

O Brasil não precisa de outro avião.
É só comprar a quantidade correta de F-39 e…
Será o A-29 e o F-39.
Ponto.

Renato Solon

O título da matéria gera uma interpretação diversa da pretendida pelo autor. Muitos entenderam equivocadamente que ele pergunta qual seria seria o melhor substituto: o Gripen ou o Super Tucano. Só que o texto é para falar sobre aeronaves de porte entre o super tucano e o gripen, como M346, T7, KA 50.