Drones Loyal Wingman/CCA: a nova corrida global por ‘alas autônomos’ para caças tripulados
XQ‑58A Valkyrie e o F-35
Os drones Loyal Wingman, hoje chamados nos EUA de Collaborative Combat Aircraft (CCA), representam uma das mudanças mais importantes na aviação militar desde a introdução dos caças furtivos. A ideia central é simples: em vez de enviar apenas aeronaves tripuladas caras e escassas para ambientes altamente defendidos, as forças aéreas querem operar formações mistas, nas quais caças como F-35, F-22, Su-57, J-20, Eurofighter, Gripen ou futuros caças de 6ª geração comandem drones a jato capazes de reconhecer, interferir, engajar alvos, saturar defesas ou servir como “massa” descartável ou semidescartável.
A expressão “loyal wingman” sugere um drone subordinado ao piloto humano, mas o conceito evoluiu. A doutrina atual caminha para aeronaves semiautônomas, capazes de receber intenção de missão, interpretar ameaças, voar em formação, priorizar alvos, agir em redes degradadas e executar tarefas sem microgerenciamento contínuo. A DARPA, por exemplo, define seu programa Air Combat Evolution (ACE) como uma iniciativa para aumentar a confiança em autonomia de combate por meio de dogfights colaborativos homem-máquina. Em 2024, a agência realizou testes em voo nos quais algoritmos de IA controlaram um F-16 modificado contra um F-16 pilotado por humano em cenários de combate aproximado.
Estados Unidos: o CCA como “massa acessível” para F-35 e F-47

O programa mais estruturado hoje é o Collaborative Combat Aircraft da Força Aérea dos Estados Unidos. Em março de 2025, a USAF designou formalmente dois protótipos: o YFQ-42A, da General Atomics, e o YFQ-44A, da Anduril. A própria Força Aérea apresentou essa designação como marco para uma nova categoria de aeronaves de combate não tripuladas, destinadas a operar junto a caças tripulados e também a executar missões autônomas.
A lógica norte-americana é criar quantidade a custo menor. O CCA não substitui o caça tripulado; ele amplia o alcance dos sensores, aumenta o número de armas disponíveis, força o inimigo a gastar mísseis contra alvos menos caros e permite que o piloto humano permaneça mais afastado do risco. Fontes ligadas ao programa indicam que a USAF planeja iniciar a compra dos primeiros CCAs ainda nesta década, com a meta de integrar esses drones ao F-35 e ao futuro F-47/NGAD.
O YFQ-42A, derivado da família Gambit da General Atomics, é apresentado como uma aeronave modular e reconfigurável. A empresa descreve a série Gambit como uma família de aeronaves colaborativas capaz de apoiar plataformas tripuladas de 4ª e 5ª geração, além de complementar caças de 6ª geração. Especula-se que a configuração inicial do YFQ-42A seja fortemente orientada a missões ar-ar, funcionando como “missile truck” ou sensor avançado, mas muitos detalhes de alcance, sensores e carga útil permanecem classificados ou não divulgados oficialmente.

O YFQ-44A Fury, da Anduril, tem perfil mais compacto e filosofia de produção rápida. A empresa afirma que o Fury é um veículo aéreo autônomo de alto desempenho, com arquitetura aberta, cargas úteis modulares e software de autonomia Lattice. Em outubro de 2025, a Anduril anunciou o início dos testes em voo do YFQ-44A; em fevereiro de 2026, informou novo voo com software de autonomia da Anduril e da Shield AI, reforçando a aposta em arquitetura aberta e rápida atualização de software.
Ao lado desses protótipos, o XQ-58A Valkyrie, da Kratos, continua sendo um demonstrador importante. Ele nasceu no programa Low Cost Attritable Strike Demonstrator e já serviu para testar conceitos de aeronave não tripulada de baixo custo, lançamento sem pista convencional, integração com caças e experimentação de cargas úteis. Mesmo não sendo o vencedor inicial do CCA Increment 1, o Valkyrie ajudou a validar a filosofia de “massa acessível” que hoje guia a doutrina norte-americana.

Austrália: MQ-28 Ghost Bat, o pioneiro operacional do conceito
O Boeing MQ-28 Ghost Bat, desenvolvido na Austrália com a Royal Australian Air Force, é um dos programas mais maduros fora dos EUA. A Boeing o define como uma aeronave colaborativa não tripulada, projetada para operar com aeronaves existentes e oferecer relevância operacional, persistência e sobrevivência em ambientes contestados. A RAAF, por sua vez, descreve o Ghost Bat como um “pathfinder” para integrar autonomia e inteligência artificial em equipes homem-máquina.

A aeronave tem arquitetura modular, com seção de nariz intercambiável para diferentes missões, como ISR, guerra eletrônica, reconhecimento avançado ou, futuramente, emprego de armas. O alcance divulgado em fontes especializadas é superior a 2.000 milhas náuticas, cerca de 3.700 km, o que faz sentido para a geografia australiana e para operações de grande distância no Indo-Pacífico.
A doutrina australiana tende a usar o MQ-28 como extensão dos sensores e da presença de aeronaves tripuladas como F-35A, F/A-18F, E-7A Wedgetail e KC-30A. Em vez de pensar apenas em um drone de ataque, Camberra parece tratar o Ghost Bat como peça de uma arquitetura distribuída: uma aeronave que pode voar à frente, detectar ameaças, retransmitir dados, confundir defesas e, em versões futuras, eventualmente engajar alvos.
Turquia: KIZILELMA e ANKA-3, a aposta em UCAVs de combate
A Turquia é hoje um dos países mais agressivos no desenvolvimento de drones de combate a jato. O Bayraktar KIZILELMA, da Baykar, é uma aeronave não tripulada de combate com turbofan, concebida para missões ar-solo e ar-ar. Segundo a própria Baykar, o KIZILELMA tem raio de combate de 500 milhas náuticas, altitude operacional de 25.000 pés, peso máximo de decolagem de 8,5 toneladas, velocidade de cruzeiro Mach 0,6, velocidade máxima Mach 0,9, autonomia superior a três horas e capacidade de carga de 1,5 tonelada.
A plataforma também é pensada para operações embarcadas, especialmente a partir do navio-aeródromo leve TCG Anadolu, ainda que essa capacidade exija amadurecimento. Em termos de sensores, a versão divulgada inclui possibilidade de radar AESA, sistema eletro-óptico de mira, IRST e comunicações LOS/BLOS. Isso coloca o KIZILELMA mais perto de um UCAV de combate de primeira linha do que de um simples drone auxiliar.

O ANKA-3, da Turkish Aerospace, segue uma filosofia diferente: é uma aeronave de asa voadora, com maior ênfase em baixa observabilidade e ataque a alvos terrestres e marítimos. Dados divulgados por fontes especializadas indicam peso máximo de decolagem de cerca de 6,5 toneladas, carga útil de 1.200 kg, altitude máxima de 40.000 pés, autonomia de até 10 horas, velocidade de cruzeiro de 250 nós e velocidade máxima de 425 nós.

A doutrina turca parece caminhar para uma combinação de plataformas: drones MALE armados para persistência, UCAVs a jato como KIZILELMA para combate de maior intensidade, e ANKA-3 para penetração furtiva e ataque. Em um futuro ecossistema turco, o caça KAAN poderá comandar ou coordenar esses drones, criando uma estrutura nacional de combate aéreo tripulado-não tripulado.
Rússia: S-70 Okhotnik como ala pesado do Su-57

O Sukhoi S-70 Okhotnik-B é a principal aposta russa no conceito de ala não tripulado pesado. Trata-se de uma aeronave de asa voadora, de grande porte, desenvolvida por Sukhoi/MiG para operar com o Su-57. Fontes abertas indicam envergadura em torno de 20 metros, peso na faixa de 20 toneladas, velocidade máxima próxima de 1.000 km/h e capacidade de transportar armas internamente para preservar a baixa assinatura radar.
O S-70 é mais pesado e menos “atrável” que os CCAs norte-americanos de primeira geração. Seu papel provável é atuar como plataforma de ataque, reconhecimento ou penetração em conjunto com o Su-57, transportando munições guiadas em baias internas e eventualmente expandindo o alcance de sensores e armas da formação russa.
O programa, porém, também mostra os riscos tecnológicos dessa categoria. Relatos de 2024 indicaram a queda ou derrubada de um S-70 sobre a Ucrânia, possivelmente após perda de controle, o que teria exposto partes do programa a análise ocidental. Mesmo que os detalhes permaneçam incertos, o episódio ilustra que autonomia, enlace de dados, segurança cibernética e confiabilidade de missão são tão importantes quanto aerodinâmica e furtividade.
China: FH-97A, GJ-11 e a lógica de enxames e saturação

A China desenvolve vários sistemas que se encaixam total ou parcialmente na categoria loyal wingman. O FH-97/FH-97A, da Aerospace Times Feihong Technology Corporation, foi apresentado como drone de combate capaz de acompanhar caças como o J-20, suprimir defesas aéreas, voar à frente da formação, fornecer alerta antecipado, absorver ataques e realizar reconhecimento. O FH-97A teria foco maior em combate ar-ar e poderia transportar até oito mísseis ar-ar ou munições loitering, segundo dados divulgados em fontes abertas.
O GJ-11 Sharp Sword é outro vetor importante. Ao contrário do FH-97A, que se aproxima mais do conceito de ala colaborativo, o GJ-11 é uma aeronave furtiva de asa voadora, provavelmente voltada a reconhecimento, ataque de precisão e penetração em áreas defendidas. Fontes abertas indicam comprimento de cerca de 12 metros, envergadura de 14 metros e capacidade de carga interna de até 2.000 kg.

A doutrina chinesa parece combinar três elementos: caças tripulados furtivos, como J-20 e J-35; drones de acompanhamento e saturação, como FH-97A; e UCAVs furtivos de penetração, como GJ-11. O objetivo provável é ampliar a consciência situacional, desgastar defesas aéreas inimigas, criar múltiplos eixos de ataque e aumentar a quantidade de armas disponíveis sem multiplicar o número de pilotos.
Europa: FCAS, Remote Carriers e Airbus Wingman
Na Europa, o conceito aparece principalmente em torno do recentemente cancelado FCAS/SCAF franco-alemão-espanhol e de iniciativas paralelas da Airbus, Saab e BAE Systems. A Airbus apresentou em 2024 o conceito Wingman, uma aeronave não tripulada destinada a operar com caças tripulados, como o Eurofighter, recebendo tarefas do piloto da aeronave de comando. O foco declarado inclui reconhecimento, interferência, ataque a alvos terrestres e aéreos e uso como multiplicador de força.
O FCAS também previa Remote Carriers, drones ou efetores remotos que podem ser lançados de aeronaves, operar em rede e executar missões de reconhecimento, guerra eletrônica, saturação e ataque. A diferença europeia é que parte desses sistemas pode ser menor e mais “consumível” do que um CCA do tipo norte-americano ou australiano.
A própria Airbus também tem avançado em testes de autonomia usando plataformas existentes. Em 2026, a empresa indicou a intenção de demonstrar capacidade de aeronave colaborativa não tripulada combinando o XQ-58A Valkyrie com software de missão próprio, operando ao lado de um Eurofighter. Isso mostra que a Europa pode adotar um caminho híbrido: desenvolver seu futuro sistema FCAS, mas ao mesmo tempo testar soluções intermediárias com plataformas já existentes.
| Sistema | País / Empresa | Papel provável | Alcance / Autonomia divulgados | Armamento / Carga | Sensores e arquitetura |
|---|---|---|---|---|---|
| YFQ-42A | EUA / General Atomics | CCA ar-ar, sensor avançado, “missile truck” | Não divulgado oficialmente | Provável baia interna; detalhes classificados | Arquitetura modular, autonomia, integração com F-35/F-47 |
| YFQ-44A Fury | EUA / Anduril | CCA leve, modular, de produção rápida | Não divulgado oficialmente; fontes abertas indicam alto subsônico | Configuração com cargas modulares e pontos externos | Lattice, arquitetura aberta, autonomia de missão |
| XQ-58A Valkyrie | EUA / Kratos | Demonstrador de baixo custo/atrível | Dados variam por configuração | Carga interna/externa experimental | Plataforma de testes para autonomia, comunicações e cargas úteis |
| MQ-28 Ghost Bat | Austrália / Boeing | ISR, guerra eletrônica, escolta, futura capacidade armada | Mais de 2.000 milhas náuticas em fontes abertas | Nariz modular; armamento em evolução | Pacotes modulares, IA, integração com F-35, F/A-18F e E-7A |
| KIZILELMA | Turquia / Baykar | UCAV de combate ar-ar/ar-solo, possível operação embarcada | Raio de combate de 500 milhas náuticas; 3+ h | 1,5 t de carga útil | EO, IRST, AESA previsto, LOS/BLOS |
| ANKA-3 | Turquia / TAI | Ataque furtivo, ISR, alvos terrestres e navais | Até 10 h; raio superior a 1.000 km em fontes abertas | 1,2 t ou mais, conforme configuração | Asa voadora, sensores internos/modulares |
| S-70 Okhotnik | Rússia / Sukhoi | Ala pesado do Su-57, ataque e reconhecimento | Até 6.000 km em fontes abertas; números incertos | Cerca de 2 t em baias internas | Furtividade, enlace com Su-57, sensores não detalhados |
| FH-97A | China / CASC | Ala do J-20/J-35, ar-ar, SEAD, enxames | Não confirmado; fontes abertas falam em médio alcance | Até oito mísseis ou loitering munitions, segundo fontes abertas | Eletro-óptico, datalink multibanda, IA |
| GJ-11 | China / Hongdu/AVIC | UCAV furtivo de penetração e ataque | Dados não oficiais; fontes abertas indicam grande alcance | Até 2 t em baias internas | EO/IR, SAR/AESA em hipóteses abertas |
| Airbus Wingman / Remote Carriers | Europa / Airbus, FCAS | Escolta, guerra eletrônica, ISR, ataque, saturação | Não divulgado | Variável; de efetores leves a UCAVs maiores | Controle por caça tripulado, integração em nuvem de combate |
Fonte: levantamento com base em dados divulgados por fabricantes, programas nacionais e fontes abertas. Valores de alcance, carga e sensores podem variar conforme configuração, versão e grau de sigilo de cada programa.
Sensores: o drone como extensão dos olhos do caça
A tendência mais importante não é apenas colocar armas em drones. O CCA é antes de tudo uma plataforma de sensores distribuídos. Ele pode voar à frente do caça tripulado, iluminar alvos, gerar dados radar ou eletro-ópticos, triangular emissões, detectar radares inimigos, retransmitir comunicações e alimentar uma rede de combate.
Isso muda a lógica tradicional. O caça tripulado deixa de ser apenas atirador e passa a ser nó de comando. Um F-35, F-47, KAAN, J-20 ou Eurofighter pode usar drones para aumentar seu volume de busca, forçar o inimigo a ligar radares, criar alvos falsos e lançar armas de posições mais vantajosas.
Armamento: de “missile truck” a isca armada

Há quatro linhas principais de armamento em desenvolvimento:
- Porta-mísseis ar-ar, capaz de transportar AIM-120, Meteor, PL-15, R-77 ou equivalentes nacionais. Nesse modelo, o caça tripulado detecta e comanda, enquanto o drone lança.
- Ataque de precisão, com bombas guiadas pequenas, mísseis ar-solo, armas antirradiação ou munições loitering.
- Guerra eletrônica, armado menos com explosivos e mais com interferidores, emissores, iscas rebocadas, decoys e sistemas de ataque eletrônico.
- Isca ou saturador, mais barato, projetado para absorver mísseis, revelar defesas aéreas e abrir caminho para aeronaves mais valiosas.
Doutrina de emprego: o piloto deixa de voar sozinho
A doutrina ainda está em formação, mas cinco modelos já aparecem com clareza.
- Escort wingman: um ou mais CCAs acompanham o caça tripulado, ampliando sensores e armas.
- Forward scout: o drone voa à frente, entra primeiro na zona de ameaça e transmite dados de radar, IRST, ESM ou imagem.
- Weapons truck: o drone leva mísseis extras e recebe ordens de disparo do caça ou da rede de comando.
- Electronic attack node: o CCA interfere radares, comunicações e datalinks inimigos, abrindo corredores para a força principal.
- Attritable penetrator: drones mais baratos entram em áreas altamente defendidas, aceitando perdas que seriam politicamente e operacionalmente inaceitáveis para aeronaves tripuladas.
A grande questão doutrinária é o nível de autonomia. As forças aéreas ainda querem manter o humano no ciclo decisório de uso letal da força, especialmente para identificação e autorização de engajamento. Mas, em ambientes com comunicações degradadas, guerra eletrônica intensa e janelas de decisão de segundos, os drones precisarão executar parte da missão com base em regras pré-definidas, intenção do comandante e algoritmos embarcados.
O impacto estratégico
Os Loyal Wingman/CCA prometem resolver um problema central da aviação moderna: caças tripulados ficaram caros demais para serem numerosos. Um F-35, Rafale, Eurofighter, Su-57 ou futuro caça de 6ª geração é caro, exige anos de formação de pilotos e não pode ser arriscado em massa. O CCA oferece uma saída: menos custo por unidade, menor risco político em caso de perda e possibilidade de aumentar rapidamente a densidade de sensores e armas no campo de batalha.
Mas há limites. Drones colaborativos dependem de enlaces seguros, autonomia confiável, resistência a guerra eletrônica, certificação de software, regras claras de engajamento e uma cadeia industrial capaz de produzir em quantidade. Também exigem nova cultura operacional: pilotos precisarão comandar formações de máquinas, e não apenas pilotar sua própria aeronave.
A corrida global está apenas começando. Os EUA lideram em doutrina e escala programática; a Austrália tem um dos programas mais maduros de teste; a Turquia avança com UCAVs de combate reais; China e Rússia perseguem modelos próprios ligados a caças furtivos; e a Europa tenta integrar o conceito a soluções intermediárias. O resultado provável é que, na próxima década, o combate aéreo passe a ser um confronto entre redes de aeronaves tripuladas, drones autônomos, sensores distribuídos e armas lançadas de múltiplos pontos.■





É a alternativa pra FAB aumentar a frota de caças.
108 Gripens? Quase impossível…. Mas 60 Gripens e 20 ou 30 alas? É de se pensar…
A Defesa teve um corte de mais de 4 bi…
Os pacotes de “bondade” e “desenrolo” já chegam a 215 bi.
$$ tem, mas não estão nem aí.
As FFAA tem de vestir logo essa ideia, essa consciência e partir pras alternativas.
E ter UCAV autônomo armado e de origem estrangeira garantindo o segurança do espaço aéreo nacional?
Antes de mais nada, é preciso dominar a tecnologia por trás do Mission Autonomy System que é o componente mais complexo e caro dessas aeronaves.
E esqueça o ToT para esta tecnologia. Nenhum país vai transferir tal conhecimento.
Melhor. Antes de mais nada, é preciso se comprometer e cumprir com os custos e cronograma do contrato do F-39 com a SAAB.
Na verdade não tem dinheiro…o governo esta imprimindo dinheiro a rodo. E esta com enorme dificuldade de rola a divida. Só vê os valores de juros que estão sendo pago no titulo do governo…15% a.a e mesmo assim não esta conseguindo vende
Pra mim a ‘aeronave de sexta geração’ não será UMA aeronave, e sim um sistema, vários drones, liderados ou não por aeronave tripulada, cumprindo todas as etapas das missões, com drones integrados e especializados, alguns carregando os armamentos (ar-ar, ar-solo, ar-mar) outros cuidando de sensores e outros de contramedidas de defesa. Com aeronaves menores do que hoje são os caças, mais furtivas, com capacidades descentralizadas e com redundância.