Azorra faz novo pedido firme de 15 aeronaves Embraer E195-E2
- Programa E2 ultrapassa 500 encomendas, sendo mais de 50 da Azorra
- Acordo também garante direitos de compra para 15 aeronaves adicionais
São José dos Campos, Brasil, 5 de junho de 2026 – A Embraer e a Azorra assinaram um novo pedido firme para 15 aeronaves E195-E2, com direitos de compra para mais 15 jatos, fortalecendo ainda mais a parceria de longa data entre as duas empresas.
Com este acordo, o total de pedidos firmes da Azorra para aeronaves E2 aumenta de 39 para 54 unidades, reforçando a crescente demanda e confiança nas aeronaves narrowbodies de menor porte. Essa é a terceira vez que a Azorra aumenta seus pedidos que teve início em dezembro de 2021.
O pedido também representa um marco importante para o programa E2 da Embraer, elevando o total de pedidos para mais de 500 aeronaves. Desde sua entrada em serviço, a família E2 vem ganhando mercado com mais de 200 aeronaves em operação e 24 clientes, permitindo readequar a capacidade, melhorar a eficiência de consumo de combustível e oferecer mais conforto aos passageiros.
John Evans, CEO e fundador da Azorra, afirmou: “Nosso investimento contínuo no E2 da Embraer reflete a forte demanda que estamos observando por parte de companhias aéreas em todo o mundo por aeronaves do tamanho adequado, eficientes no consumo de combustível, que oferecem vantagens operacionais, econômicas e de planejamento de malha para nossos clientes. O E2 tem se mostrado uma solução ideal para empresas aéreas que buscam abrir novos mercados e modernizar suas frotas, ao mesmo tempo em que aprimoram a experiência dos passageiros e fortalecem suas marcas.”
E complementou: “Como um dos primeiros apoiadores do programa, a Azorra tem trabalhado em estreita colaboração com a Embraer e a Pratt & Whitney para expandir a base de clientes do E2 e levar a aeronave a novos operadores em diversas regiões do mundo. Temos orgulho de fortalecer ainda mais nossa parceria com a Embraer por meio deste pedido e de contribuir para que o programa E2 ultrapasse a marca de 500 encomendas. Com esta transação, o portfólio de pedidos firmes da Azorra para o E2 também supera 50 aeronaves — dois marcos importantes que refletem tanto nossa confiança no programa quanto o crescente impulso global por trás dessa aeronave excepcional.”
Arjan Meijer, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, declarou: “A Azorra tem sido uma parceira importante no sucesso global do E2, e este novo pedido é mais uma forte demonstração das excepcionais vantagens econômicas, de desempenho e de conforto aos passageiros dessa aeronave. Ultrapassar 500 pedidos do E2 é um momento de alegria para a Embraer e reflete a crescente demanda por aeronaves de tamanho certo e mais eficientes”.
O E195-E2 é a maior aeronave comercial da Embraer e é reconhecido pelo baixo consumo de combustível, pelas menores emissões, por ser mais silencioso, pela alta confiabilidade e excelente experiência para o passageiro. Sua configuração de assentos 2-2 significa ausência de assentos do meio, oferecendo mais conforto para os passageiros e dando às companhias aéreas a flexibilidade e eficiência necessárias para servir a uma ampla variedade de mercados.
O novo acordo com a Azorra será registrado na carteira de pedidos do segundo trimestre de 2026.
Sobre a Azorra
A Azorra é uma empresa de leasing de aeronaves que oferece soluções de leasing, financiamento, transição de frota e gestão de ativos para investidores, financiadores e operadores aéreos em todo o mundo. A equipe multicultural da Azorra reflete os mercados globais que serve e inclui competências essenciais em direito aeronáutico, finanças de aeronaves, manutenção, marketing, vendas e leasing.
Nossa equipe é liderada por veteranos experientes, com um histórico compartilhado de sucesso, complementada por jovens profissionais que trazem novas perspectivas, ideias e entusiasmo. A frota atual da Azorra compreende 338 ativos aeronáuticos, incluindo 186 aeronaves próprias e geridas, 103 motores e fuselagens próprios, e um pipeline de compromissos de 49 aeronaves. Esses compromissos incluem pedidos de novas aeronaves Airbus A220-100/300 e Embraer E190/E195-E2. A Azorra tem sede em Fort Lauderdale, Flórida, com um escritório adicional em Dublin, Irlanda.
Para mais informações, visite www.azorra.com
Sobre a Embraer
A Embraer é uma empresa aeroespacial global com sede no Brasil. Fabrica aeronaves para a aviação comercial e executiva, defesa e segurança e clientes agrícolas. A empresa também fornece serviços e suporte pós-venda por meio de uma rede mundial de entidades próprias e agentes autorizados.
Desde a sua fundação em 1969, a Embraer já entregou mais de 9.000 aeronaves. Em média, a cada 10 segundos, um avião fabricado pela Embraer decola de algum lugar no mundo, transportando mais de 150 milhões de passageiros por ano.
A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e é a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviços e de distribuição de peças nas Américas, África, Ásia e Europa.
Para mais informações, visite: www.embraer.com ■

Será que teremos uma família E3?
Viram só … Foi só o tal “+1” dar as caras por aqui desmerecendo a Embraer e seus produtos, que ela emplaca mais vendas!!!
Passamos a marca de 500 unidades vendidas.
Reza, aproveitem enquanto o A-220 dá prejuízo e o -500 é somente uma ideia no horizonte distante!
Oba, aproveitaremos, e muito. Pode deixar.
https://aeroin.net/airbus-desacelera-projeto-do-a220-500-apos-potenciais-clientes-nao-quererem-perder-alcance-do-jato-canadense/?amp=1
Lembrando: Embraer dando show porque foi graças à PRIVATIZAÇÃO! Imagina então a IMBEL privatizada, teríamos uma segunda empresa brasileira a dar show mundial, mas infelizmente ainda temos que aturar esse dinossauro que faz armas antiquadas, inacabadas, a conta-gotas.
Boa notícia……porém a perda na concorrência de 150 aeronaves para a AirAsia ainda dói.
Torcer por novas encomendas!!
AirAsia é exclusivo Airbus.
Verdade…..porém isso seria mais um motivo para diversificar a frota; não ficar dependente de somente um fabricante….
Mas é aquilo….tudo tem suas vantagens e desvantagens.
Contrato de exclusividade tem compensação financeira.
Não sei dizer……não conheço os detalhes do contrato.
É, mas por trás da Airbus tem a UE “facilitando” a aquisição através de financiamentos e condições de crédito e prazo favoráveis ao distinto cliente.
Não se pode ganhar todas.
Verdade!!
Acredito que a Embraer não tenha (ainda) capacidade industrial para fornecer 150 aeronaves de um único modelo, a não ser num longo prazo.
Outro ponto é que a produção de 150 aeronaves requer uma enorme capacidade de financiamento (leia-se endividamento) por parte do fabricante e do comprador.
É aí onde entra o interesse econômico e capacidade de negociação dos países envolvidos, que certamente acordarão condições de crédito e prazo favoráveis a ambos.
Sou de outra opinião.
Fornecer 150 aeronaves é algo que leva muito tempo, seja lá quem for o fabricante.
Nem o operador tem capacidade e interesse de receber tantos aviões em curto prazo.
O caso é que a AirAsia vai colocar 160 assentos nos A220…….aí fica difícil para a Embraer…
O ideal teria sido a empresa dividir a encomenda…..algo como 100 A220 e 50 Emb-195.
A Embraer não iria entrar nessa concorrência se não tivesse condições de cumprir os requirimentos.
No passado a Embraer já entregou mais e 100 unidades do E1 em um ano. Não há incapacidade industrial para atender uma encomenda de 150 unidades, especialmente porque em grandes aquisições de aeronaves a entrega se dá, usualmente, ao longo de vários anos.
Excelente notícia. Imagino que a linha de produção da Embraer esteja ocupada pelos próximos 30 mêses, somando todas as encomendas certas e provisionadas de outras empresas.
Vôos de curta/média distância de alta demanda são uma tendência irreversível na maioria dos países.
Mesmo aqui no Brasi, parece que aos poucos a aviação regional vai criando musculatura, apesar dos problemas econômicos e logísticos.
OFF – https://www.abcmais.com/pais/aeronave-c-98-caravan-da-forca-aerea-brasileira-sai-da-pista-em-porto-seguro-durante-voo-de-instrucao/
Aeronave C-98 Caravan da Força Aérea Brasileira sai da pista em Porto Seguro durante voo de instrução
Acidente aconteceu nesta sexta-feira (5) com avião do Esquadrão Rumba
Excelente notícia. Parabéns Embraer e sua equipe.
“A total of 1109 A220 family aircraft have been ordered of which 517 units have been delivered and 513 units are in service with 25 operators.”
Infelizmente a fonte não oferece datas, para melhorar a comparação.
“The A220 family complements the A319neo in the Airbus range and competes with Boeing 737 MAX 7, as well as the smaller four-abreast Embraer E195-E2 and E190-E2, with the A220 holding over 55% market share in this small airliner category.”
Fonte: Verbete do airbus A-220, na Wikipédia em inglês.
E…
A Embraer ultrapassou a marca de 500 E2 vendidos, isso sem ter o peso de uma Airbus por trás, e sem ter o apoio de governos europeus.
É uma marca expressiva e que garante o sucesso do programa E2. Isso é o que importa.
Quase metade grounded.
Ironicamente, tem operador do A220 fazendo wet lease do E2 porque todos os seus A220 estão no chão.
Fora da internet, no chão de fábrica, a realidade é soberana.
Tem mesmo? Parece que não é exatamente assim, até por que o que afeta o A-220, também afeta aos E-2: a baixa disponibilidade de turbinas P&W GTF. Da IA do Google: “The Pratt & Whitney engine crisis has heavily impacted both the A220 and E2 families, making short-term capacity replacements difficult. However, Embraer E2s (E190-E2 and E195-E2) remain the closest direct competitors for A220-100/300s in passenger capacity and range. [1, 2, 3, 4]” “Finding an available Embraer E2 for an immediate wet-lease is highly challenging due to global fleet groundings, but there are specialized ACMI (Aircraft, Crew, Maintenance, and Insurance)… Read more »
Bem, a IA do Google não faz a menor ideia do que está falando. Veja o exemplo da Swiss, que recentemente armazenou todos os seus A220-100 e expandiu o contrato de wet lease para usar os E2 da Helvetic até 2030. Logo depois disso, a Helvetic aumentou o seu pedido de E2, uns 6 meses atrás. “Fleet Commonality” só pode ser piada. Pelo visto o Gemini não sabe o que é wet lease. Os pilotos também estão inclusos no pacote. “Route Fit” não poderia estar mais errado. Qual outra aeronave além do E2 e do A220-100 consegue pousar em LCY?… Read more »