Imagens revelam caça Gripen E FAB 4106 com novos elevons
Novas imagens divulgadas recentemente mostram o caça F-39E Gripen de matrícula FAB 4106, da Força Aérea Brasileira (FAB), equipado com novos elevons, refletindo o avanço no processo contínuo de desenvolvimento e refinamento da aeronave.
Os elevons — superfícies móveis que combinam as funções de profundor e aileron — são elementos críticos no controle de aeronaves com configuração delta-canard, como o Gripen. As modificações nesse componente visam melhorar a estabilidade, a manobrabilidade e a eficiência aerodinâmica do caça. Aos poucos, todos os caças Gripen E recebidos pela FAB estão recebendo os novos elevons.
Esse tipo de evolução incremental é característico de programas modernos de aeronaves de combate, nos quais hardware e software são atualizados continuamente com base em testes, dados operacionais e feedback dos pilotos.
O Gripen E brasileiro faz parte de um programa de 36 aeronaves contratado junto à Saab, com forte participação da indústria nacional, incluindo a Embraer. Desde sua introdução, o modelo tem passado por campanhas de testes e avaliações em diferentes condições operacionais, com diferentes cargas externas e emprego de armamentos.■




Agora só falta “elevar” o número de Gripens da FAB.
Boa sacada!
Não somente na aquisição de novos lotes como também acelerar as entregas para substituir os cansados F-5s e o que resta de A-1s
Pelo tamanho territorial Brasileiro, era pra ter em cada uma das cinco regiões pelo menos 20 caças, totalizando 100 caças.
20 Norte
20 Nordeste
20 Sudesto
20 Sul
20 Centro Oeste
“Nunca tantos dependeram de tão poucos”!
Muito lindo!
Ainda bem que está com o IRST, se não iria ser aquela choradeira toda de novo…..
Foi adicionado via IA para não ficar feio na foto.
O pessoal não entendeu que foi uma brincadeira. Vocês levam muito a sério os comentários.
Pergunta não relacionada: na FAB, qual é a proporção de pessoas adicionadas diretamente à operação de uma nova aeronave?
Não há essa regra ou cálculo.
Não se preocupe. Não existe o risco da FAB ficar com muito avião para pouca gente.
Como a FAB deu um salto enorme com o Gripen E…. Impressionante. Que mais variantes sofisticadas, nacionais e exportáveis, apareçam daqui em diante.
Seria interessante variante “Boeing EA-18G Growler” ou seja um Gripem F39 EW
Quem vai financiar a brincadeira ?
É so pagar que a Saab desenvolve rapidamente.
A Saab não precisa desenvolver. Ela já desenvolveu o por EAJP (Electronic Attack Jammer Pod). Então, bastaria a FAB adquirir alguns.
A FAB ou melhor, nós brasileiros através de impostos, e para o desenvolvimento de tecnologia como as que equipam um “Boeing EA-18G Growler” eu não me incomodo de pagar impostos, desde que não tenha corrupção, algo praticamente impossível no Brasil 🇧🇷
No Brasil e em qualquer lugar do mundo.
Não existe corrupção e mentira na maior potência militar do mundo de certo, num país onde o lobismo é legalizado e corriqueiro, só no Brasil mesmo que existe
É cada uma viu …
O F-39F poderia ser usado nesta missão, devidamente equipado com pods EAJP da Saab.
OFF
Revista ASAS – Edição 142
A FAB em busca de um novo patrulheiro
“P-390” vira Necessidade Operacional para a FAB

Imagine um P 390 equipado com 2 marsup er e um mage Mk5 ( o Instituto de pesquisa da MB desenvolveu 3 MAGEs de guerra eletrônica para 3 plataformas diferentes. O MK3 que já equipa a Fragata Tamandaré e o NDM Bahia, O MK4 para os SBr e SNBr, e o MK5 para aviões de patrulha aeronaval ). A Omnysis ( Thales) produz os MAGE sob licença do IpMB. Seria um ganho dissuatório não trivial, mesmo porque sua atuação se daria coordenadamente e simultaneamente com os misseis dos meios de superficie e submersos através do Link B2 e sisgaaz. É… Read more »
Só dá certo, se o missil tiver IA embarcada, proteção contra guerra eletrônica e interferência no radar do inimigo, que é o caso do mansup er / marsup er
A Marinha do Paquistão está convertendo jatos comerciais Embraer Lineage 1000E (baseados no ERJ-190) para patrulha marítima (ISR/ASuW), substituindo seus P-3C Orion.
A MB poderia enviar alguns oficiais para “trocar umas ideias” com a marinha do Paquistão e se informar sobre o projeto deles…
Muito mais barato e eficiente, imagina um https://www.embraer.com/e-jets-e2/e175e2/pt/
Não tenho dúvidas que faria um excelente serviço com um custo bem menor que o “P390”
Embraer E175-E2 = US$ 45 ~ 50 milhões com consumo medio em torno de 2000 kg/hora
Embraer KC-390 US$ 85 ~ 100 consumo medio em torno de 3000 kg/hora
Fala-se que a FAB não precisa dos 17 KC-390 contratados, uma das soluções seria converter 8 deles a P 390. Claro, tem custo adicional, mas não teria o custo da aeronave em si.
19, não 17.
Na verdade nem 19 nem 17, segundo consta na página 8 do documento divulgado no último dia 27 (que pode ser baixado no site da Embraer) referente a carteira de pedidos são 46 pedidos firmes, sendo 18 p/ a FAB, tendo sido entregues 8 unidades. Total foram entregues 14 (4 p/ Portugal e 2 p/ Hungria).
Quem quiser ver esse documento:
https://embraer.bynder.com/asset/5ba0b343-7a86-4c4a-ad83-9ddf910027e6/RI_Release_Backlog_1Q26_PT_V04.pdf
É que um KC-390 da FAB foi cedido à Embraer.
Já vi comentários sobre isso, mas eu não me lembro de ter visto confirmação oficial.
É o primeiro KC-390 de produção, o 2852…antes dele receber essa pintura cinza atual, para marketing e divulgação da aeronave, ele tinha a pintura verde e cinza com o numeral 52 no nariz e KC-390 FAB 2852 na cauda, e depois o numeral da cauda e o “FAB” foram cobertos com tinta preta. Ele manteve o numeral no nariz e recebeu a matrícula PT-ZNG.
Eita, já mudou de novo, então. Eram 19.
É pelo jeito não vai ter reposição do 2852 cedido pra Embraer
Neste coso é corrigir GRANDE ERRO com outro ERRO MAIOR!!!
Saiu em um site concorrente que o C-390 não é o ideal para patrulha. As células de aeronaves de patrulha precisam ficar horas sobrevoando uma área e, com o tempo, a célula vai diminuindo sua vida útil e, se forem usar as do inventário, ficaremos sem aeronaves de transporte rápido. Aí criam-se dois problemas: o de transporte e o de patrulha.
Quando se fala em vida útil da célula estamos falando das asas, que sofrem o maior esforço.
“Quando se fala em vida útil da célula estamos falando das asas, que sofrem o maior esforço.”
Então Nery, quer dizer que o ponto principal do tema célula envelhecida, nem é muito o “corpo do avião” e sim suas asas?
Sim. Quando é definida a vida útil da célula, na realidade, é a quantidade de horas que as longarinas das asas resistem (considerada a carga “G” máxima e média ao longo dessas horas).
Então é por isso que ícones da aviação como o B-52 e os Douglas DC-3 ainda voam?
Desde que o “corpo” esteja saudável, pode-se voar por muito tempo, desde que as atenções pelas asas seja algo prioritário…
Longarinas podem ser substituídas. Reforçadas.
A concepção do P 390 é modular, baseada em contêineres que são ” plugados” no espaço de carga da aeronave. Significa, que qualquer KC390 da frota da FAB poderá se transformar em P 390. Se a FAB fizer a rotação das aeronaves, para atuarem como P 390, o desgaste ficará diluído na frota como um todo. Haverá maior desgaste das celulas, mas bem menor se fosse alocado os mesmos KC 390 para atuar como P 390.
Suponho que faça mais sentido usar o 190/195 que o 390 para patrulha.
Concordo.Tudo dependeria das escolhas e prioridades da FAB, alcance, consumo/custo hora voo… Olhando para as dimensões do Brasil e suas águas oceânicas, o Lineage 1000 por seu preço, autonomia de voo e consumo de combustível por hora voo, me parece bem balanceado E190-E2: US$ 64 milhões — Autonomia de até 5.278 km Consumo aproximado: 2.800 litros/combustível por hora E195-E2: US$ 73 milhões — Autonomia de aproximadamente 5.556 km ; ou 4.815 km. Consumo aproximado: 1.700 litros/combustível por hora voo Lineage 1000: US$ 60 milhões — Autonomia de 8.519 km Consumo aproximado: 2.370 litros/combustível por hora voo. *Os dados são todos da internet aberta, não… Read more »
O problema todo é que os aviões civis da Embraer não foram pensados exatamente para atuarem como.aeronaves militares. Podem ser adaptados? Óbvio que podem. Foi o caso dos ERJ 145 que se dão bem como awacs, apesar das limitações. Mas, o KC390 nasceu como aeronave militar. Seu projeto desde o início contemplou robustez, estrutura e avionicos próprios para esta utilização. Já possui capacidade de auto revo, e contra medidas defensivas como flares e chafts, além de radar de alerta para missil. Adaptar estes avionicos para uma aeronave civil é problemática. As maiores críticas que se fazem em relação aos ERJ… Read more »
É bem possível, aliás que os substitutos do E 99M e R 99M sejam os KC390 adaptados para tal uso.
No caso o P 390, com pequenas modificações do envelope ISR ,já poderia atuar como o R99 M, com óbvias vantagens na questão Revo e contra medidas de ataque de misseis.
O uso de C-390 como plataforma seria caro e contraproducente…
Existem boas razões para que a grande maioria das aeronaves de patrulha marítima com missões ISR e ASuW em operação, globalmente, sejam derivadas de plataformas originalmente concebidas para uso civil,
A célula da aeronave é geralmente civil, enquanto os sistemas de missão (radares, sonares, armamentos) são militares de ponta.
Os E-99M tem sistema de auto defesa, inclusive RWR.
– Chaft, não. É chaff.
– Auto Revo não existe, isso seria a aeronave abastecer ela mesma.
– Radar de alerta de míssil? Aí você misturou duas coisas distintas. Um é o MAWS, que detecta o lançamento de um míssil inimigo e outro é o RWR, que detecta se a aeronave está sendo iluminada por um radar inimigo.
– O E-99 recebeu o RWR quando foi modernizado, bem como lançadores de chaff e flare.
A FAB encomendando umas 10 unidades, além de poder substituir os P-3 e os P-95 com um produto nacional, teríamos também um ótimo produto para o mercado de exportações.
Poderíamos oferecer para dezenas de países, inclusive em alguns casos, poderíamos oferecer com uma versão do MANSUP incluso.
A FAB, troquei as bolas falando da MB…
Sim, vendas externas são a maneira de viabilizar o projeto comercialmente para a Embraer.
Espero que sejam da MB, e não mais da FAB. Chega de carregar esse piano.
Comandante da Aeronáutica Damasceno apresentou esta Versão, ou seja , parece que não querem largar isto para MB. Tudo passa , até a uva passa e o Damasceno também…
https://www.aereo.jor.br/2024/12/03/embraer-e-fab-assinam-acordo-para-ampliar-capacidade-do-c-390-millennium-em-missoes-especiais/
Damasceno é patrulheiro. Foi do 2°/7° GAV. Não consegue pensar fora da caixa.
As vezes até discordo de você, mas neste caso concordo 100%
Concordo
Manter aviadores de asa fixa na MB, pra manter doutrina de uma NAe q nunca virá, pode ser muito bem alterado pra asas fixas q cumprem missão pra MB, ainda q baseadas em terra, desde já.
O Damasceno já disse que “nada de Mansup” no “P-390”. Vai ser Harpoon mesmo…
Lindas fotos!
Com esta modificação aumenta capacidade de cara externa e consumo de combustível?
Carga externa
Bom, agora é só encomendar mais uns 60 gripens que ta tudo bem.
Se as aeronaves (as 36), eram totalmente financiadas, com o primeiro pagamento após as entregas, como não há recursos para entrega das 36 unidades?
porque nem o financiamento o governo brasileiro é capaz de honrar! É mais importante pagar salários e penduricalhos de 6 dígitos para certa turminha bacana!
Tem várias matérias aqui no site explicando isso.
fotos lindas do nosso caçinha….
não temos caças para uma guerra de atrito…façam as contas ucrania ja perdeu 90 aviões
É impressão minha ou ele esta um pouco oxidado no dorso?
Fuligem, resíduos de óleo e graxa, poeira acumulada….
Oxidação seria ferrugem. Não!
Ferrugem em material composto… Difícil…
Oĺa Rinaldo… uma curiosidade… é preciso oxidar a superfície de material compósito para pintar. Geralmete, oficina de fundo de quintal pega um maçarico para dar uma queimada no parachoque para poder pintar. Este tipo de tratamento, que pode ser feito com um laser, plasma ou uma corona… além do maçarico de fundo de quintal é também uma oxidação… mas é muito diferente de ferrugem.
Pintura queimada pelo sol inclemente do centro-oeste e também poeira…aquela terra vermelha mancha pra caramba.
Falta de infraestrutura, lugar de avião ou é no ar ou no hangar.
Em Anápolis tem hangaretes e hangares. Conhece a BAAN?
Tipo hangares para aeronaves de médio porte?
Sim. Tem hangar p E/R-99 e KC-390. O dos E/R-99 eu vi ser construído e participei da confecção da planta.
Salvo engano, o hangar do 2⁰/6⁰ GAV não comporta um KC-390. O hangar do 1⁰ GTT está em construção há anos e ainda não está pronto.
O hangar do 2⁰/6⁰ comporta sim o KC 390. É o hangar que tem o bandeirao do Brasil.
O hangar mede 68×68 metros. Cabe sim.
Investimento que dura para sempre, ou pelo menos por décadas, muito bom
Certo. Eu achava que não cabia. O que está faltando é terminarem a construção do hangar do Zeus, que nunca termina.
Fui ver no Google e eu tinha em mente os dois hangares que ficam de frente para o pátio de estacionamento, não lembrava do hangar que fica atrás deles, que é o hangar de fato do 2⁰/6⁰ GAV. É bem grande, um KC-390 cabe nele com folga, acho que até mesmo dois.
Não,
Não conheço pessoalmente, mas fui ver no Google e tem infraestrutura lá, muito boa ao que parece.
Mas os aviões não ficam só por lá, mas nesse caso dever ser poeira do planalto central
Tem 10 hangaretes em um hangar só para o GDA em Anápolis. Mas, poeira não respeita hangar nem hangaretes. E a aeronave opera em vários locais e em alguns não tem infraestrutura, ficando a céu aberto.
Todas as Bases onde há Esquadrão de Caça tem hangaretes. Até São Gabriel da Cachoeira e Eurunepé têm.
Claro que sim. Em SM são 23 hangaretes. Em Canoas são 10, em Campo Grande, Porto Velho e Boa Vista são 12, em cada uma. Em Santa Cruz já existiram 18, mas hoje são 8. Em Natal são 52!
Me parece que tem um SC-105, do Esq. Pelicano, que me chama atenção, que nas fotos, sempre está com a pintura mais clara, na parte superior, como um queimado pelo sol, … pergunto, esses SC não podem ficar angariados devido a sua missão de alerta, ou não tem hangar suficiente?
Todos os 3 SC-105 vieram da Espanha pintados com a camuflagem padrão verde e cinza, mas a tinta não era das mais adequadas para o padrão de calor e sol do centro-oeste. Os 3 tiveram a pintura queimada pelo sol. Dois deles já receberam pintura nova com a mesma tinta usada pelos outros aviões da FAB e o último deve receber pintura nova quando passar pela próxima revisão. Quanto aos hangares, não tem capacidade suficiente para hangar todos. Além disso, tem outros 3 C-105 no Esquadrão Onça, além dos +/- 15 A-29, 4 H-60L e 1 C-98. Mesmo com o… Read more »
Fui ver no Google, tem infraestrutura por lá, deve ser poeira mesmo
Então…. vamos lá. O alumínio e o cobre perdem brilho por causa da oxidação, mas isso é bem diferente de falar que estes metais estão enferrujados. Ação naval forma uma camada de ferrugem que protege o metal de ser corroído. Materiais compósitos que são obtidos combinando um resida (que pode ser epóxi) com algum tipo de fibra até pode oxidar, gerando gripos carboxilados. Por exemplo, quando o rapaz pela um maçarico que dá aquela flambada na superfície de um parachoque antes de pintar serve para criar uma camada oxidade na qual a tinta vai se fixar. Sem este tratamento a… Read more »
Mesmo com todos os problemas, o Gripen foi a escolha certa. Se tivessem vindo F-18 ou Rafale, a discussão hoje seria o alto custo das horas de vôo, da manutenção e da impossibilidade de todos voarem, por conta desse alto custo.
Apenas ficamos na expectativa de que venham todos os 36 Gripen e mais alguns depois.
muito bom, têm uma coisa no gripen e já vi de perto, que me chama atenção, claro que não denigre a funcionalidade,o o IRST , parece que ele foi encaixado ali na marra, ele não é harmônico com a fuselagem, como se tivessem projetado a fuselagem e depois pensado onde ele iria entrar, outros caça esse sensor emerge da fuselagem e ficam encaixados como se fuselagem parte dela, sem espaços ,o do gripem quando vc olha de perto da a impressão que foi algo pensado depois ,como o radome e essa extensão dos elevons,como disse nada que denigra o desempenho.
O IRST Sky Ward, de fato, não é integrado. Ele é modular, podendo ser retirado, se necessário. É diferente do PIRATE do Typhoon, do qual deriva, que é integrado.
Que máquina linda. Parabéns FAB pela escolha.
Parabéns a nós que trabalhamos para pagar!
Ansioso por mais 1 ou 2 lotes….sabemos que 36 caças não é o bastante…se formos considerar o que tínhamos e o tamanho do espaço aéreo brasileiro teríamos que ter muitos…mas muitos…mais, mas penso que no mínimo 108 unidades já seria muito bom.
Presta atenção.
Toda vez que o GF reúne a si e outros em torno de si, quem são os outros? Saúde e educação.
Inovação, tecnologias, conhecimentos, espaço, solo, mares, fronteiras…algum desses assuntos é tema principal? Não.
O que os chineses estão trazendo? Carros. Os chineses estão trazendo carros porque o GF vive no tempo do ABC e suas montadoras norte-americanas ou 1980.
“ – Esse é o avião da paz.”
Maldito seja quem está obliterando o incumprimento do contrato. Cadê os aviões?
Essa história do C-390 MPA dói. Foi debatido.
Aumento do peso estrutural, mais arrasto, mais fadiga, manutenção pesada, redução do desempenho da aeronave e…o avião não foi projetado para isso. Tem quase uma dezena de fatores limitantes e desestimulantes no estudo do C-390 MPA.
Logo…isso é problema para a MB: radar marítimo, sonoboias, torpedos/mísseis, consoles de missão. fadiga mental intensa, ruído constante, necessidade de descanso.
Gripen
Vergonha. Quando a Trilogia publicou a última atualização do contrato havíamos perdido 2 aviões para os juros da desonra no descumprimento do cronograma.
Esse país parece querer viver no tempo de Jesus.
Só 2, quando li eram mais!Gripen é um ótimo caça, mas essa novela do recebimento é tão cansativa/Flopou, que percebo que a galera têm desgosto de debater sobre esse caça, deveria ser a rainha do hangar aqui, mas somos mais empolgados em falar de C390 e suas vendas , do tucano, o gripen é assunto tangencial, poucas novidades, entregas a conta gotas etc….acredito que movimentação só se vazar informações sobre os combates simulados com o F35 e F16 no chile,só…
Penso que o GF leva a opinião pública na conversa. O C-390 é um cargueiro. Qual o problema em elogiar? Cargueiro leva carga. Apaga incêndio. Leva ajuda.
Avião caça e diferente. Se elogia avião de combate é porque tá de olho na guerra, no vizinho, no golpe…então chama de avião da paz.
Uma coisa é o contrato. Pagar pelos juros + obrigações sem receber o principal tem o nome de jenguendem.
Somente Governo jenguendem compra uma quantidade irrisória de avião de combate pra depois chamar de avião da paz e…cadê o avião?
Tem toda razão. Excelente comentário.
Se o MPF prestasse tinha denunciado as obrigações do contrato.
O país assinou contrato para receber avião. O país não assinou contrato para pagar juros.
Exato.
Se for somar o que já foi pago nesse contrato, acredito que já chegou no montante inicial, que era de +/- 22 bilhões de reais…só que ainda falta pagar um monte…e receber o resto das aeronaves. Brasileiro é otário e gosta de ser…
O pior é que o contrato dava tempo para o comprador se programar, não era pagamento imediato.
Pois é…
O Brasil não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade.
Pois é… mas no meio do caminho alguém colou o teto dos gastos. Repito o comentário que fiz ao Esteves. Os valores envovidos no pagamento das parcelas dos financiamentos do FX2 e do Prosub são apenas uma fração dos gastos federais. Os técnicos da Fazenda e do Planejamento possuem suficiente informação mas são limitados pela legislação. A emenda do teto dos gasto foi um desatino. Acho que pouca gente.. ou ninguém além de mim… apontou que aquela emenda constitucional implemendata no fim de 2016 violava o mais basal de macroeconomia, tanto que nunca funcionou e foi substituida pelo arcabouçou fiscal,… Read more »
Uma década de atraso. Defasagem de 25 aviões.
Exato.
Esteves.
Os problemas no pagamento dos contrados do Gripen e do Probub estão relacionados com aquela emenda constitucional do teto de gastos, que depois foi abrandada pela lei do arcabouço fiscal
Os valores absolutos das parcelas do financiaento deste dois programas é irrisório. Assumir que faltou dinheiro para manter os pagamentos é um equívoco e uma simplificação inadequada.
O comando das forças armadas fez a mesma leitura ao soliciatar a isenção dos progamas prioritários por 6 anos…
Olá Professor, Eu não disse que faltou grana. Afirmo que pagamos multas e juros referentes ao atraso nas entregas. Assunto velho e sabido. Na verdade, penso, esse cronograma deveria ter sido antecipado assim que o mundo tornou-se mais instável e perigoso. Alianças já não prestam. Mais de 100. O Governo e os Governos anteriores contrataram essa quantidade irrisória (36 – 11) em razão das bases (não as bases militares, evidentemente), de um “castigo&receio” aos/dos militares, desse medo medonho dos vizinhos, da falta de visão&ocupacao das esquerdas debruçadas na CF, do atraso inovador que o país recusa-se a construir contentando-se em… Read more »
Não foram “perdidos” dois aviões. O que a matéria explica foi que, só em juros dos aditivos, pagamos o equivalente a mais dois aviões. O contrato é para 36 aeronaves e continua sendo.
Teu comentário é uma resposta à vossa própria colocação.
Pagamos juros dos aditivos. Não são juros do negócio. São juros referentes ao atraso no cronograma ou desprezo pelo erário, pelos parcos recursos, pela arrecadação pública.
Fosse cadeira de dentista tava entregue.
O que o Esteves quis dizer foi que se perdeu, em juros e multas, o equivalente a dois aviões.
Tenho visto um outro mundo depois da guerra da ucrania/ russia e Irã / USA Misseis, satélites de vigilância, sistemas próprios de GPS e drones tem equiparado pequenos país e suas modestas forças armadas a grandes potencias militares. A CNN dos EUA fez uma grande reportagem mostrando o estrago nas bases americanas no oriente médio causados por misseis e drones iranianos https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/ira-danificou-maioria-das-instalacoes-militares-dos-eua-no-oriente-medio/ drones e misseis são mais baratos que aviões de caça, levam menos combustível, só precisa ir e não precisam voltar, não tem piloto e podem ser fabricados em larga escala. Se falhar e cair, não se perde vidas… Read more »
Uma pergunta para a FAB, em relação ao número de pilotos treinados para atuar na aeronave, será proporcional para o número de aeronaves que serão fabricadas em diante?