A carteira de pedidos da Embraer alcançou US$32,1 bilhões no 1T26, marcando seu sexto recorde histórico
DESTAQUES:
- A carteira de pedidos consolidada da companhia cresceu +22% na comparação anual no 1T26.
- A Aviação Comercial registrou uma carteira de pedidos de US$15,0 bilhões, com crescimento de 50% na comparação anual.
- O E195‑E2 foi selecionado pela Finnair, com um pedido de até 46 aeronaves.
- A Aviação Executiva reportou uma carteira de pedidos de US$7,6 bilhões, estável na comparação trimestral e anual.
- A família Phenom 300 foi reconhecida como o jato leve mais vendido do mundo pelo 14º ano consecutivo.
- Defesa & Segurança entregou 1 KC‑390 a Portugal e 4 aeronaves A‑29 Super Tucano ao Uruguai, Portugal e a um cliente não divulgado.
- Serviços & Suporte atingiu o nível recorde de US$5,1 bilhões, com crescimento de 11% em relação ao ano anterior.
Para maiores informações acesse aqui.
Sobre a Embraer
Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.
Desde sua fundação, em 1969, a Embraer já entregou mais de 9 mil eronaves. Em média, a cada 10 segundos, uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 150 milhões de passageiros.
A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.■

Sucesso!!! E que venham novos recordes!
Todas as Unidades de Negócio (Comercial, Executiva, Defesa e Suporte & Serviços) vendendo bem. Que fantástico. É a prova de que com trabalho sério, competência e determinação, o Brasil pode dar certo.
prova que a privatização bem feita e o segredo do sucesso….se fosse estatal estaria dando prejuízo
Depende: a Airbus tem participação estatal e não dá prejuízo.
Minoritária e não do estado brasileiro.
O A-220 dá prejuízo, e é somente isso que dificulta o lançamento da versão -500, o que pra Embraer é um baita de um negócio.
Afinal é uma aeronave a menos da conorrência, pra espancar o E-2 ao seu bel prazer…
A Airbus é semelhante à Embraer. Corporation sem acionista controlador e com participação minoritária do Estado.
Se quiser dar um exemplo de estatal que dá lucro existem algumas petroleiras estatais lucrativas, tais como a Petrobrás. Mas aí tem mais a ver com o produto do que com a governança corporativo.
A HAL é estatal mas concebeu, fez voar e fabrica o seu próprio design de avião de caça, além de estar ativamente em busca de sua aeronave de 5ª geração, aqui desde o Xavante somente fabricamos sob licença.
Mas não é Brasileira!
A Embraer também poderia desenvolver sua própria aeronave de caça. Tem competência de sobra. Mas para que se não temos “Força Aérea”. Sem demanda, sem produto. Simples assim.
Me parece que não adianta investir bilhões em P&D se não tiver mercado para vender depois. O Brasil não tem demanda de produtos militares que sustentem um ecosistema completo de defesa, diferente do que os governos (de esquerda e de direita) tentam fazer parecer.
Melhor dizendo, tem demanda, mas não tem política de Estado que garanta a viabilidade econômica desse tipo de indústria.
Com o dinheiro que a Índia colocou e coloca na HAL a Embraer faria muito mais que o problemático Tejas.
Mesmo assim uma gentalha entreguista lambe botas. Apregoava que a empresa deveria ser entre a Boeing. Porque não aguentaria as pressões de mercado e do jogo de negócios internacionais.
É fácil repetir chavões e slogans.
Pena que isso não leva a lugar algum.
Mas se não fosse o dinheiro do Estado, ela não existiria.
A fase estatal foi fundamental para o que ela é hoje.
Vai Maurício R.! Faz uma crítica aí!
Críticas feitas, gostou?
Nem um pouco. Como sempre. Tá faltando às consultas c o psicólogo!
Embraer, o Brasil que da certo?
Estatal criada no final dos anos 60, através de investimento do Estado em área sensível.
Privatizada nos anos 90, para ser reestruturada, deixar de ser deficitária e se tornar competitiva.
Sucesso mundial em 2026.
De pensar que quase se desfizeram de uma das maiores empresas do Brasil.
Tá certo que na época ela não estava tão bem, mas mesmo assim
Não creio que estivesse ruim, à época. A ideia de venda nada teve a ver com a situação financeira da empresa.
Ela ficou alguns anos dando prejuízo, sem distribuir dividendos, mas tinha mais a ver com os investimentos no E2 e no KC390 do que problemas estruturais.
O principal motivo para a venda de parte da divisão comercial é que os acionistas queriam ganhar dinheiro e acharam o negócio vantajoso.
Vale lembrar que quem desistiu foi a Boeing e não a Embraer.
Muito bom…para ficar melhor precisa de uma encomenda firme de 72 Gripens pra FAB. Já a Dassault… A mega venda de Rafales para a Índia está ameaçando fracassar por causa da recusa dos franceses em repassar os códigos fonte e negar acesso ao Documento de Controle da Interface do Rafale. Com a Índia ‘batendo o pé’ e dizendo que sem isto não tem negócio; e que pode abandonar completamente o acordo de 114 aeronaves… Parece o jogo de cabo de guerra… vamos ver se um lado consegue puxar o outro e o negócio é feito, ou se a corda rompe… Read more »
Quanto $$ a Embraer leva nos Gripen?
Só sei que com certeza não vai sobrar nenhum pra mim…
Interessante esta afirmação de ser estatal ou não como sinônimo de eficiência. A ENGESA nunca foi estatal, a AVIBRAS e outras tantas. Aliás, vi gente defendendo a estatização da AVIBRÁS. A CBC não é estatal e é uma grande empresa de defesa (que depende muito de comprars governamentais).A IMBEL que é estatal e que detém 30% da CBC teve lucro líquido de em 2022 de R$81,5 milhões, 2023 de 94,1 milhões e 2024 de 9 milhões. Então não é assim tão direto. Estatais eficientes e empresas privadas que falem temos vários exemplos. Porém eficência de uma estatal tem haver com… Read more »
EMBRAPA assim como a EMBRAER são sucesso pois vivem do mercado civil!
Em termos financeiros a Embrapa dá prejuízos milionários aos cofres públicos todos os anos.
O que usam para justificar sua existência é que ela ajuda os produtores rurais com suas pesquisas e produtos tendo um impacto positivo na sociedade além do famigerado “estatal não tem que dar lucro”.
É disso que eu estou falando. A efici~encia de uma estatal não está ligada diretamente a eficiência financeira e sim seu papel junto ao ESTADO. Então, indiretamente ela fomenta o desenvolvimento de um setor que é respeitado no mundo todo pela sua eficiência tecnológica que tem como um dos principais suporter a EMBRAPA.
Sim, você pode julgar o prejuízo da Embrapa como um mal necessário. Assim como de outras estatais como os Correios.
Ou você pode buscar que ela também dê lucros, pois é uma empresa que deve criar produtos rentáveis e não depender de constantes aportes do contribuinte.
Não sou da área então não sei qual a participação dos produtos da Embrapa na produção brasileira, em especial nos produtos exportados.
A EMBRAPA não dá lucro diretamente, mas sim indiretamente, que não é o caso dos CORREIOS que não é um mal necessário mais nos dias atuais e pode ser vendido.
Acabaram de criar um tipo de trigo capaz de ser produzido em ambiente quente e com maior produtividade que no ambiente frio. Esse tipo de coisa deixaria uma empresa privada rica, mas esse não é o objetivo da EMBRAPA, ela sustenta nas costas a tecnologia empregada na alta produtividade rural brasileira.
Bom exemplo, é uma empresa que dá lucro indireto, o que a EMBRAPA fez pela cultura do algodão brasileiro e da soja nos anos 90 foi fantástico
Pessoal me negativando por ter relatado um fato. A Embrapa é uma estatal que não dá lucro, não podendo ser comparada com a Petrobrás ou Embraer.
Por exemplo o Correios kkk
Qndo o “+ 1” foi lançado diziam que seriam vendidas 700 unidades e que não necessitariam vende-lo aos EUA pra isso ocorrer. Hoje o maior fetiche desde blog pelo menos, é justamente uma linha de produção do “+ 1”, nos EUA. Ocorre que o “+ 1” não vendeu o esperado, com pouco mais de 50 unidades vendidas, não é de maneira alguma o estrondoso sucesso que pensaram e a água chegou ao pescoço… Chegará as 120 unidades vendidas, o número é da própria Embraer, e portanto atingirá o ponto de break even do projeto? Vai saber, a verificar. Enquanto isso… Read more »
A Embraer é um sucesso devido ao mercado civil, o mercado militar parece apenas ser um complemento de portfólio.
O foco principal da Embraer e o mercado civil…
Tu ainda insiste nesta mentira. A Embraer nunca afirmou que seriam vendidas 700 unidades. Lembro muito bem do estudo de mercado e de seus números. O tamanho do mercado era de 2.000 aeronaves, sendo que o mercado aberto foi estimado em 700 unidades, e deste mercado a expectativa sempre foi capturar entre 120 e 140 encomendas. Vou te dar um desconto pois a imprensa andou publicando muita besteira a este respeito. Como você não sabe do assunto, apenas replica falsas afirmações. E não tem sentido falar em break even do projeto, já que foi um projeto pago pelo estado brasileiro… Read more »
EDITADO:
6 – Mantenha-se o máximo possível no tema da matéria, para o assunto não se desviar para temas totalmente desconectados do foco da discussão.
Tem tudo a ver c a discussão da matéria. O forista já encheu o saco com o ódio dele pela EMBRAER.
Nota da moderação:
Sim, mas não devemos partir para ofensas pessoais.
Esse bla bla bla vestia como uma luva pro Rafale, há alguns anos atrás…
“Tem que vender, senão vai quebrar”
Lembram?
Pos´Piranga!
A Embraer e o governo brasileiro vivem um dos momentos mais importantes da história recente da indústria nacional de defesa. O cargueiro multimissão C-390 Millennium continua ampliando sua presença internacional e deve conquistar uma nova rodada de contratos de exportação nos próximos meses. Segundo o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, negociações avançadas estão em andamento e alguns anúncios poderão ocorrer durante grandes eventos aeroespaciais programados para junho de 2026, período tradicionalmente utilizado pela indústria para oficializar acordos estratégicos. Paralelamente ao crescimento das vendas, a Embraer já trabalha em novas variantes para ampliar ainda mais o potencial do programa. Uma… Read more »