MQ-25A Stingray realiza primeiro voo e avança rumo à operação embarcada não tripulada da Marinha dos EUA
MQ-25A Stingray
O MQ-25A Stingray realizou com sucesso seu primeiro voo de testes em 25 de abril, a partir das instalações da Boeing no MidAmerica Airport, em Mascoutah, Illinois, marcando um passo importante no esforço da Marinha dos Estados Unidos para introduzir operações embarcadas com aeronaves não tripuladas. Segundo a Marinha, o voo ocorreu às 10h49 no horário local e teve duração aproximada de duas horas.
Durante o ensaio, a aeronave foi controlada por pilotos de veículos aéreos da Marinha e da Boeing a partir da estação de controle terrestre Unmanned Carrier Aviation Mission Control System MD-5, que integra o sistema MDCX da Lockheed Martin. De acordo com o NAVAIR, a equipe executou uma série de manobras e testes que validaram os controles básicos de voo, o desempenho do motor e as características gerais de pilotagem da aeronave.
Em comunicado oficial, o contra-almirante Tony Rossi, responsável pelo Program Executive Office for Unmanned Aviation and Strike Weapons, afirmou que o primeiro voo representa mais do que um marco técnico, por abrir caminho para a integração do reabastecimento aéreo não tripulado no convés dos porta-aviões. Na visão da Marinha, essa capacidade permitirá que os caças tripulados embarcados voem mais longe e com maior flexibilidade operacional.
O MQ-25A é descrito pela própria Marinha como seu primeiro sistema aéreo não tripulado operacional baseado em porta-aviões e foi concebido principalmente para cumprir a missão de reabastecimento em voo. Ao assumir essa função, hoje muitas vezes executada por caças tripulados, o Stingray deverá ampliar o raio de combate e a capacidade efetiva de ataque da ala aérea embarcada.
O capitão Daniel Fucito, gerente do programa PMA-268, disse que o voo inaugura formalmente a fase rigorosa de testes em voo, concentrada na expansão do envelope de desempenho e na verificação de todos os sistemas de missão. Segundo o NAVAIR, a equipe integrada continuará trabalhando na integração da estação de controle, na ampliação progressiva do envelope de voo e na validação de parâmetros antes da transferência da aeronave para Patuxent River ainda este ano.■


Os turcos foram os primeiros a criar um drone furtivo, o kizelma, para uso em porta aviões. Inclusive fez um porta aviões exclusivo para usar esses drones. Hoje a marinha dos EUA recebe esse tipo de drone. Que vão substituir gradativamente os caças de apoio a tropa e ataques estratégicos como fazem o super tucano e o A10 americano. Além do globalwalk.
Acho que não.
O Kızılelma voou pela primeira vez em 2022.
O primeiro protótipo do MQ-25 voou pela pela primeira vez em 2019.
é então eu não fiquei sabendo. Mais o kizilelma parece ser mais furtivo. E é elogiavel o o caça kaan apesar de não ter os mesmos atributos do f35.
Pra tu ter uma Ideia, o RQ170 é um drone furtivo, que soubemos da existencia depois que ele teve problemas e caiu no Irã, entrou em serviço em 2007. Kizilelma entrou em serviço em 2022 ou não, não sei se ele ainda é um prototipo, tem o Drone Dark Star, que é de 1996, a Turquia não está na frente dos EUA, a Turquia está encurtando o Gap entre ela e os EUA.
MQ-25 Stingray avança rumo à operação embarcada após primeiro voo da aeronave de produção, estimativas da Marinha indicam que o drone poderá transferir entre 14.000 e 16.000 libras de combustível a cerca de 500 milhas náuticas, ampliando o raio de ação das alas aéreas embarcadas em cenários de alta intensidade.
Esse UAV vai fazer história, e vai ser um ganho operacional imenso…
E a gente por aqui, tentou ter uma ala aérea embarcada composta por A-4 e S-2 Tracker e não conseguiu.
A Austrália operou um porta-aviões com essa configuração até a década de 1970.
Sem mais comentários.
Interessante
April 27, 2026 /PRNewswire/ — The Lockheed Martin Skunk Works®
Skunk Works®’ MDCX™ Controls U.S. Navy MQ-25A™ First Flight
https://news.lockheedmartin.com/2026-04-27-Skunk-Works-R-MDCX-TM-Controls-Boeing-MQ-25A-TM-First-Flight
O principal ganho será livrar os F-18 dessa função de fornecer combustível em voo. Essa missão chega a quase 1/3 das missões dos F-18 embarcados.
Em algum ponto da evolução operacional deste drone, missões ISR devem ser adicionadas ao seu portifólio operacional, assim com também missões ofensivas.
Background In 1999, the Navy and the U.S. Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA) began to develop a multi-mission, carrier-based unmanned combat aerial vehicle (UCAV), a goal Congress supported in the Floyd D. Spence National Defense Authorization Act for Fiscal Year 2001 (P.L. 106-398, §220). Over the following decade, the Navy, DOD, and Congress considered various possible configurations of a carrier-based combat UAV and the types of missions in which the vehicle might be able to engage. These initiatives resulted in the Unmanned Carrier Launched Surveillance and Strike (UCLASS) program, the requirements for which DOD initially approved in 2011 and… Read more »