L3Harris integra míssil Red Wolf ao Sky Raider II

Ashburn, Virgínia, 11 de abril de 2026 — A L3Harris Technologies demonstrou com sucesso a integração de seu veículo de efeitos lançados, Red Wolf, à aeronave SKY RAIDER II INTERNATIONAL, em um ensaio de compatibilidade física que aponta para uma nova geração de aviação de ataque leve, modular e de baixo custo, voltada para operações especiais. A iniciativa, anunciada em 10 de abril, reflete uma mudança estratégica crescente nas forças especiais americanas e de aliados: em vez de aeronaves caras e especializadas, investir em plataformas adaptáveis que permitam reconfigurar suas missões em tempo real.

O que é o Red Wolf e o que ele faz

O Red Wolf pode operar como uma munição de loitering ou como um pequeno míssil de cruzeiro, voar até 200 milhas náuticas e realizar ataques cinéticos de precisão. Também pode ser pareado com o Green Wolf da L3Harris, um míssil semelhante carregado com carga de ataque eletrônico.

Em janeiro de 2026, a L3Harris foi selecionada pelo Comando de Sistemas Aéreos Navais dos EUA para desenvolver, testar e fabricar veículos Red Wolf para o programa de Munição de Ataque de Precisão do Corpo de Fuzileiros Navais. A seleção baseou-se em 52 voos de veículos de efeitos lançados, incluindo tiros de teste recentes a baixa altitude a partir de um helicóptero AH-1Z Viper dos fuzileiros.

Red Wolf

O SKY RAIDER II INTERNATIONAL: humildade de origens, ambição de missão

O SKY RAIDER II INTERNATIONAL oferece seis horas de tempo de loitering a um raio de combate de 200 milhas náuticas, uma carga de combate flexível de 6.000 libras, desempenho de decolagem e pouso curto, múltiplos rádios e datalinks para conectividade dentro e além da linha de visão, e capacidade de hospedar payloads de ISR eletro-óptico/infravermelho por meio de uma arquitetura aberta e modular.

A aeronave é a variante internacional do OA-1K Skyraider II, plataforma de ataque armado leve desenvolvida para o Comando de Operações Especiais das Forças Aéreas dos EUA (AFSOC), a partir do avião agrícola Air Tractor AT-802. Sua capacidade de operar a partir de pistas não preparadas e locais remotos é um dos seus principais atrativos para forças especiais que buscam presença avançada com logística mínima.

A lógica operacional: alcance sem exposição

Quinlan Lyte, presidente de Efeitos Avançados da L3Harris, explicou a filosofia por trás da integração: “Efeitos lançados, como o Red Wolf, são projetados para se integrar a uma variedade de plataformas, proporcionando aos operadores mais flexibilidade na execução da missão, seja com efeitos cinéticos ou não cinéticos. Esforços como este destacam como essas capacidades podem ser estendidas em aeronaves adaptáveis, como o SKY RAIDER II INTERNATIONAL.”

A combinação Red Wolf/SKY RAIDER II sugere que os EUA estão avançando em direção a uma forma prática de aviação de ataque distribuída e acessível, na qual a aeronave fornece resistência, flexibilidade de emprego e acesso de rede, enquanto o armamento fornece o poder de fogo à distância.

Um modelo que aponta para o futuro das operações especiais

O esforço vem à medida que as forças de operações especiais buscam plataformas adaptáveis capazes de implantar efeitos de longo alcance — incluindo mísseis de cruzeiro e outros sistemas que ampliam o alcance operacional.

O Comando de Operações Especiais das Forças Aéreas está analisando o conceito e observando outros mísseis de baixo custo fornecidos por terceiros. Um ano atrás, em março de 2025, o AFSOC trabalhou com a Leidos para testar o lançamento do seu míssil de cruzeiro pequeno, o Black Arrow, a partir de um avião de ataque AC-130.

A demonstração de abril de 2026 posiciona a L3Harris na vanguarda de um modelo emergente em que uma única aeronave de baixo custo pode adaptar-se em tempo real — transportando e implantando capacidades cinéticas ou de guerra eletrônica com base nas demandas operacionais do momento, sem a necessidade de plataformas dedicadas e de alto custo para cada tipo de missão.■


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Rinaldo Nery

Ainda não acredito que a USAF vá comprar essa gambiarra. Realmente, o lobby lá é poderosíssimo. Tenho dois conhecidos que faziam o translado de Air Tractor para o Brasil. Disseram-me que o avião é horrível de comandos de vôo.

BlackRiver

Não, não é uma gambiarra, é uma soluções para um nicho de mercado!

Se é horrível de comado, por que é líder de mercado?
Por que acabou de comprar a principal concorrente?

E aí?
O PCN atual da pista de SBSM comporta o pouso do A320?

Rinaldo Nery

Pode ser líder da PQP. Mas me disseram que é uma bosta de comandos de vôo. Nunca voei isso. O Ipanema voei muito.

André Sávio

Voou o Ipanema na Academia?

Rinaldo Nery

O pcn de SBSM é 20/R/B/X/T, pavimento rígido (concreto), categoria de subsolo média, pressão de pneu média, e método avaliação técnica. A carta de aeródromo diz que a operação de aeronaves com ACN igual a 26, somente para operações militares até 180 movimentos anuais. Aeronaves com ACN igual a 30 somente com autorização do V COMAR, até 60 movimentos anuais. O A320Neo tem ACN de 30 a 60, dependendo do peso de pouso.

BlackRiver

Ou seja, totalmente inviável para uma operação comercial!
Na torcida para que a ideia de construir uma pista totalmente nova ao lado da atual
Base Aérea de Santa Maria merece uma pista com capacidades full operacionais

LUIS

Black, vou além…..acho que a região central do estado merece outro aeroporto! Compartilhar aeródromo (civil e militar) não é bom para ninguém! Se, no futuro, a BASM receber aeronaves de ponta, acredito que deveria atender exclusivamente a área militar. Quem visitou a Basm após a chegada do A1 constatou a quantidade de obras realizadas para receber a aeronave e que podem ser utilizadas por outro modelo de mesmo porte. Para operação de aeronaves civis com mais de 120 assentos, acredito que até o terminal de pax deveria ser ampliado, além do reforço na písta e pátio.

BlackRiver

Não tiro sua razão, mas atualmente a infraestrutura das pistas, taxyways e pátios de SBSM é tão ruim, que na carta oficial de aeródromo consta as seguintes observações e notas: Taxiway Restrictions: Taxiway F (between Twy C and Twy D) is prohibited for aircraft with a wingspan equal to or greater than 69 feet (21 meters). Segmento da Rwy 02/20: No trecho entre a Rwy 11/29 e a Twy; o táxi é proibido para aeronaves com um ACN (Número de Classificação de Pavimento) igual ou superior a 14 (Ex: C-130 Hercules). Twy F: Entre a Twy C e a Twy… Read more »

Franz A. Neeracher

Creio que antes de Santa Maria, Campo Grande é que tem mais necessidade de uma nova base aérea.

Mais tráfico civil e militar do que Santa Maria.

LUIS

Franz, respeitosamente discordo! Diferente da BASM, Campo Grande compartilha somente a pista de pouso, já que o pátio e terminal de pax da parte civil estão do outro lado da pista! É uma otimização de recursos (pista), sem comprometer a segurança em ambos os lados (civil e militar). Se vc estiver se referindo ao tráfego aéreo civil atrapalhando o tráfego militar (ou vice-versa), acredito que o espaço aéreo não esteja tão saturado a ponto de apontar tal necessidade. Mesmo com aeródromos distintos mas próximos, o tráfego aéreo (militar ou civil) poderá ser complicado! Exemplo BACO e SBPA!

Franz A. Neeracher

Obrigado Luís 😊👍

BlackRiver

Bingo, otimizar recursos, esse é o ponto.
Muito boa sua colocação.
SBSM tem área disponível para ter duas pistas excelentes, com um sistema muito bom de taxyways e pátios, com capacidades plenas de atender a aviação civil e militar, basta deixar os egos de lado e investir.
Com esforço e boa vontade a atual pista 11-29 pode chegar aos 4000 metros e a atual pista pista 02-20 pode chegar aos 2000 metros.
É possível destinar os setores: Nordeste, Sudeste, Noroeste para instalações militares e o setor Sudoeste para instalações civis, inclusive com capacidade de um terminal de cargas

LUIS

É uma excelente alternativa Black! Uma pena que o antigo IAC foi desmobilizado! Certamente esta alternativa já estaria no Plano Aeroviário do Estado, resultante não só das possibilidades do sítio aeroportuário, como das demandas regionais (tráfego, economia, acessibilidade, hub’s, etc).

BlackRiver

Campo Grande tem um sitio aeroportuário “grande” e comporta uma segunda pista paralela a atual pista com separação suficiente para operações paralelas, também tem espaço para ampliar a atual pista se for o caso, construir um novo terminal civil, ampliar as instalações da FAB e exercito

Rinaldo Nery

Tráfego. Mas tbm tem tráfico de cocaína.

Franz A. Neeracher

Obrigado…..culpa do Google Translate 😁

Last edited 1 mês atrás by Franz A. Neeracher
BlackRiver

O A320Neo tem ACN de 30 a 60
ACN 30 é o avião praticamente vazio, logo não resolve nada.

BlackRiver

Super Tucano está a vinte e dois anos no trecho e não tem 1/3 dos equipamentos que essa “gambiarra” tem testado e homologado!

Esteves

Avião rústico. Para combate aéreo seria ruim mesmo. Para voar baixo, armado e estável tem a mesma fama dos aviões agrícolas.

Rinaldo Nery

Isso jamais engajará um combate aéreo. Até contra o T-25 perderia.

Esteves

Sim.

Mas…a missão não é combater. Não no ar.

BlackRiver

É isso aí que eles não entendem!

Rinaldo Nery

Ninguém está falando em combate ar-ar. É gambiarra, inclusive, para ar-solo.

BlackRiver

Velocidade do T25 ~ 200KM/H
Velocidade do AT802 ~ 350KM/H

Rinaldo Nery

Vou te mandar um manual de combate aéreo p você aprender algo. Você gosta de me contestar, hein amigo! Tá chato já.

Last edited 1 mês atrás by Rinaldo Nery
BlackRiver

Em nenhum momento contestei o Sr, apenas lhe apresentei dados técnico, e toda vez que alguém lhe apresenta dados técnicos, você morde a chumbada!
Humildade não parece ser seu forte, ou seja só mais uma militar brasileiro frustrado!

Wilson Look

Só que isso não representa tudo o que se tem em um combate aéreo.

Se velocidade fosse tudo então o Gripen seria superior ao F-35 em combate por ser mais rápido, mas não é isso o que aconteceria.

E também um piloto tailândes pilotando um nakajima ki-27 não teria conseguido a façanha de abater um P-51 durante o final da segunda guerra.

Rinaldo Nery

Um A-1 Skyrider abateu um Mig 17 no Vietnã.

Rinaldo Nery

Aliás, em duas ocasiões: 20/06/1965 e 09/10/1966. A-1 da US Navy.

Wilson Look

Esses casos eu não conhecia.

BlackRiver

Só um detalhe, estamos em 2026, se passaram 60 anos e as coisas evoluíram…

Rinaldo Nery

Militar frustrado? Com o que?

Rinaldo Nery

Tem gente frustrada porque sonhou ser aviador e não conseguiu.

BlackRiver

Concordo contigo, mas posso lhe afirmar que este não é meu caso.

BraZil

kkkkk

Tutu

Só o fato de pobre do piloto saber que vai fazer apoio aéreo aproximado sem assento ejetor já mostra a gambiarra.

Rinaldo Nery

Pois é… Mas tem quem defende.

Mauricio R.

A aeronave foi concebida para uso em espaço aéreo não contestado.

Wilson Look

Isso inclui não ter ameaças em terra? Porque se o teto de voo dele for o mesmo da versão civil, uma ponto 50 já é uma ameaça séria para ele.

Fernando EMB

Essa é a velocidade do AT802, e qual é a desta versão, mais pesada do e com sua carga bélica?

Rinaldo Nery

Isso ele não sabe.

BlackRiver

Nem você sabe!

BlackRiver

The L3Harris/Air Tractor OA-1K Skyraider II, designed for USAF Special Operations Command, has a maximum speed of MTGW 245 mph (213 knots or 394 km/h) at 10,000 feet

  • Speed: ~245 mph (394 km/h) at 10,000 ft.
  • Cruising Speed: ~180 knots (210 mph/330 km/h).
  • Stall Speed: 91 knots (105 mph/169 km/h) at Maximum Gross Weight (MTOW).
  • Maximum Gross Weight (MTOW): ~16,000 lb (7,260 kg).
  • Powerplant: One 1,600 horsepower Pratt & Whitney PT6A-67F turboprop engine.
  • Capabilities: Capable of carrying up to 6,000 pounds of ordnance on 10 hardpoints
h.saito

O lobbysta deles é o bisneto do ex-presidente Theodore Roosevelt.

Iran

Tá explicado a competência kk

Anderson Graça

Nery, aproveitando a sua mensagem. O que você imagina para uma provavel evolução do A29 em uma eventual versão atualizada para o avião. Abraços

curisco

dassault disse que ‘se é bonito, voa bem’.

Este avião aí é tão horroroso que até para taxiar deve ser ruim

Rinaldo Nery

Se já é ruim de comandos de vôo, imagina manobrar em baixa velocidade a baixa altura! E acham que vai curvar rápido pra desviar de algum míssil, ou tiros. Papo de quem nunca pilotou um avião. Deve ser pesado de asa que só a porra!

Last edited 1 mês atrás by Rinaldo Nery
Leandro Costa

Manobra evasiva com isso deve ser uma diliça. Se bobear o cara, no susto, entra em parafuso e tudo.

Renato Pereira

Permissão Coronel!

Lobby americano sempre é forte! Além do protecionismo de empresas e mercado…Estão é certos!

E como fica o AT6 nessa estória?

Rinaldo Nery

Boa pergunta! Até agora, também não entendi. Eles tem algo bem melhor que a gambiarra, mas não adquiriram. Que fosse o AT-6.

Renato Pereira

Pois é, militarmente falando não faz muito sentido!

Seria a FAB adquirir Ipanema versão armada tendo A29…tirando a força do lobby não encontro outra explicação…

Rinaldo Nery

Tem gente aqui que encontrou…

Carvalho2008

Tem de ser stol

Marcelo

Já vi gambiarra,mais esse avião é uma forçação de barra .

Mauricio R.

E a asa do ST herdada do ALX, não é também uma gambiarra?
A Embraer já ganhou inúmeras vezes os 24 milhões USD, que a época do ALX ela não tinha, para uma asa digna e decente para a aeronave.

Wilson Look

E como pode ser uma gambiarra se o programa ALX é literalmente o programa que deu origem ao A-29 Super Tucano?

Mauricio R.

Pesquisa de onde é que veio a asa do ALX.

Wilson Look

E porque o A-29 ter vindo como um desenvolvimento posterior do EMB-312H seria uma gambiarra?

Uma coisa é você pegar um avião de treinamento que já tem uma capacidade de ataque e desenvolver ainda mais essa capacidade e outra totalmente diferente é pegar um avião agrícola e modificar ele para ser um avião de ataque, pois aqui o aparelho não tem o desempenho que seria necessário caso tenha que se evadir de alguma arma AA.

Mauricio R.

“…pois aqui o aparelho não tem o desempenho que seria necessário caso tenha que se evadir de alguma arma AA.”

Então, o ST também não tem essa capacidade.
O ST também só pode ser empregado com segurança, em espaço aéreo não contestado.
Mas ser empregado com segurança, não quer dizer inviolabilidade, invencibilidade, que não poderá ser abatido.

Wilson Look

O ST tem uma manobrabilidade muito maior e resistência estrutural do que um avião agrícola, mesmo um modificado como o Skyraider II.

Para um ST se evadir de armas AA é mais fácil pois ele voa mais rápido e mais alto além de ser mais manobrável.

Para o tipo de operação de uma força especial realiza um cenário com espaço aéreo sem nenhum tipo de contestação é uma utopia.

E só para saber eu estou me referindo literalmente a armas AA de tubo como metralhadoras pesadas ou canhões.

Mauricio R.

Todo e qualquer sistema de armas que pode abater o Skyraider ou o Raptor, pode abater o ST.
O desempenho cinemático do ST não é nada de excepcional, que lhe permita ficar imune.
E pode também incluir manpads entre as ameaças, o que torna o ST mais vulnerável ainda.

Wilson Look

E quem falou do Raptor, é um aparelho com uma função e desempenho totalmente diferente. É tão difícil entender que enquanto o SuperTucano foi literalmente projetado para operar nesse tipo de cenário o Skyraider II é literalmente um transportador de armas com capacidade mais limitadas de desempenho o que o torna um alvo mais fácil e como ele não tem assento ejetor a chance do piloto morrer se o aparelho for alvejado é maior. Então entenda, eu nunca disse que o ST é imune ou invulnerável, mas que ele por poder voar mais alto pode ficar fora do alcance de… Read more »

Mauricio R.

Ah, você você nem sabe o que o Raptor faz.
Não, é você que insiste que no mesmo ambiente e sofrendo das mesmas desvantagens, o ST sobreviveria mais que o Skyraider II.
Não, não sobreviveria e ponto.
Qnto ao assento ejetor, adiantou alguma para os militares da FAB, só no Google contei 5 mortos.
Adiantou algo para os tripulantes do ST acidentado na Indonésia?
Idem, nada.
Então o fato de ST ter assento ejetor, não é essa “brastemp” toda.

Wilson Look

Incrível, então você está colocando aviões turbohélices de ataque leve, projetados para guerra assimétrica no mesmo campo de um caça de superioridade aérea, projetado para alcançar a superioridade aérea em ambiente altamente contestado.

E sim no mesmo ambiente com as mesmas ameaças que no caso dos dois aviões discutidos, seriam metralhadoras, canhões e manpads, o ST teria maiores probabilidades de sobrevivência pois foi projetado para esse cenário desde o começo, diferente do Skyraider II que é uma adaptação.

Rinaldo Nery

Desiste. Esse tem problemas psicológicos com a EMBRAER. Aqui todo mundo sabe. Se o A-29 fosse da Lockheed, ou Boeing, prestaria.

BlackRiver

O A29 é uma máquina excellence para o que foi proposto, que é o combate aéreo! Ja Skyraider II tem fico na vigilância, o que levou a USAF Ontario pelo AT802U foi a capacidade de carga e os dez pontos de fixação, isso permite a instalação de um league muito maior de sensores! Skyraider II (AT-802U): Possui um MTGW de aproximadamente 16.000 lb (7.257 kg). Foi projetado para operar com cerca de 4 toneladas de carga útil, com capacidade para carregar até 6.000 lb (2.721 kg) de armamentos em 10 pontos de fixação. A-29 Super Tucano: Possui um MTGW em torno de 11.905 lb… Read more »

Rinaldo Nery

Veio do Tucano França.

Rinaldo Nery

AL-X e A-29 são a mesma coisa.

Esteves

Respostas às ameaças ou a oportunidades?

Pode ser tendência. Oportunidade para quem adota e ameaça para quem ignora. A evolução natural de:
avião simples + arma inteligente + guerra barata. Um dos problemas com essas armas de “baixo custo” é que o inimigo pode adotar também e…rapidamente.

O Super Tucano com essa missão poderia fortalecer a vigilância armada na Amazônia com baixo custo operacional.

Não precisa perguntar. As respostas às nossas necessidades de Defesa surgem naturalmente. O problema seria iniciar um “toma lá da cá” ou buscarem apologias histéricas sustentadas por lado A, lado B.

Quem quer, faz.

Esteves

Foi brincadeirinha de 1o. De Abril aqui no Aéreo.

Não é brincadeira. 200 milhas náuticas dá uma boa resposta.

ASantana

Para mim, lembra o FW-190…não que seja parecido, mas me lembra.

Iran

Coitado do belíssimo FW-190

Mauricio R.

Vamos tornar isto mais sórdido, imaginem o ST tendo que se virar, não contra os 190 clássicos da série A, mas contra os da série D, ou mesmo o “nariz comprido”…
Em seu livro o Closterman dedicava mais texto ao FW, do que ao jato, em uma época em que já pilotava Tempest na RAF.
Um encontro com o “narigudo”, devia ser azedo.

Esteves

O Brasil pode.

O Brasil junto con a Embraer poderia atualizar o Super Tucano com novos sensores, integrar munições tipo Red Wolf e criar uma versão “modular equivalente ou superior ao OA-1K Skyraider.

Não temos limitação técnica para essa solução.

José Joaquim da Silva Santos

O Brasil precisa mergulhar de cabeça na era dos drones, de todas as categorias e tamanhos.

h.saito

Não temos limitações técnicas, mas possuímos limitações políticas.
Alguns aprimoramentos necessitam de parceria e autorização estrangeira, como a da Sierra Nevada.

Esteves

Limitações políticas, corporativas, classistas, sindicais e obsoletas.

Aéreo

Eu também acho este avião uma bela de uma gambiarra.  A primeira coisa que um piloto lê quando entra na cabine de um avião agrícola é um aviso de “Proibido manobras acrobáticas” (de vez em quando algum piloto agrícola morre no Brasil fazendo este tipo de exibição), o fato é que o envelope deste tipo de avião não foi feito para  saída de parafuso, lidar com carregamento assimétrico, realizar manobras evasivas, coisa que um avião de combate pode ter que precisar lidar em missões reais.  Outra ineficiência desta aeronave é estrutural. No avião agrícola a estrutura é pensada em torno… Read more »

Rinaldo Nery

Nada como alguém que entende comentando. Obrigado.

Esteves

As respostas. Porque toda opinião merece uma contradição. Aviões agrícolas não são feitos para sair de parafuso, suportar G elevados, combater ar-ar ou evasão de alta energia. O Skyraider não foi projetado para dogfight (evidentemente) e sim, para operar em ambientes permissivos ou semi-permissivos com foco em vigilância armada, oferecendo CAS e COIN. É o mesmo raciocínio por trás de aeronaves como A-29 e AT-6 Wolverine. Nenhuma delas compete com caça a jato. O tanque principal (hopper) é substituído/modificado (tanque, sensores, eletrônica) e reforços estruturais são adicionados. A missão muda. O Skyraider herda cabine recuada, pior linha de visada para… Read more »

Heli

Lembrei aqui daquele chá de revelação ano passado que o piloto com uma avião agrícola foi dar uma de Esquadrilha da Fumaça e a asa foi embora

Mauricio R.
Rodrigo

Off topic: saiu uma notícia no começo da semana, no aeroin e sociedade militar.
Que a comissão turca aprovou uma possível parceria entre Embraer e indústria turca na produção de drones e avioes militares.
Sera que procede?

Rinaldo Nery

Procede.

Talisson

Em qualquer país do mundo a compra de uma gambiarra forçada se chama corrupção. Ainda mais se tiver alto custo e desempenho duvidoso. Nos USA se chama lobby. Fica muito mais bonito, aliás. Assim se tornam uma nação de lobistas, não de corruptos…

Esteves

Besteiras.

Lobista é quem representa interesses de empresas, setores ou grupos e tenta influenciar decisões públicas dentro da lei.

Nos EUA, o lobby é regulamentado: o lobista precisa se registrar, declarar quem representa e quanto recebe.

O corruptor cruza a linha quando usa vantagem indevida (propina, favores, benefícios) para influenciar decisões.

Talisson

Acrescento que quando a critica é voltada aos EUA sempre há um defensor… Se criticar demais capaz de virar comunista.

Fabio Araujo

OFF – https://x.com/i/status/2042738898183557301
Polish FA-50PL Fighters Get a Massive Upgrade

The US Administration has officially authorized the integration of AIM-120C AMRAAM air-to-air missiles with Poland’s FA-50PL light fighters.

This move transforms these jets into serious aerial combatants, significantly boosting Poland’s air defense and NATO’s eastern flank

Caças poloneses FA-50PL recebem grande modernização

O governo dos EUA autorizou oficialmente a integração de mísseis ar-ar AIM-120C AMRAAM nos caças leves FA-50PL da Polônia.

Essa medida transforma essas aeronaves em combatentes aéreos de grande porte, reforçando significativamente a defesa aérea da Polônia e o flanco leste da OTAN.

Mauricio R.

Vocês parecem o PT, qndo perde uma eleição.
Ficam os 4 anos seguintes procurando pelo em ovo, para um “3º turno”, que na legislação eleitoral nem existe.

Mauricio R.

OFF topic, mas nem tanto!!!!

Mísseis de cruzeiro para todos!!!!

(https://www.twz.com/air/wolf-pack-modular-mini-cruise-missiles-pitched-for-apache-black-hawk)