Coreia do Sul apresenta primeiro MUAV de produção para missões ISR
A Coreia do Sul deu mais um passo na modernização de suas capacidades militares ao apresentar oficialmente a primeira unidade de produção em série de seu UAV de média altitude e longa permanência (MUAV), desenvolvido com tecnologia nacional.
A cerimônia de entrega ocorreu em Busan e reuniu autoridades militares, representantes da indústria e do governo, marcando o início de uma nova fase do programa de sistemas aéreos não tripulados do país.
Sistema-chave para a guerra moderna
Durante o evento, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea sul-coreana destacou que os conflitos recentes — como a guerra na Ucrânia e os combates no Oriente Médio — demonstram que os drones deixaram de ser sistemas auxiliares, tornando-se elementos centrais na definição do resultado no campo de batalha.
Nesse contexto, o MUAV é visto como peça fundamental na transição para um modelo de combate baseado na integração entre plataformas tripuladas e não tripuladas, conhecido como Manned-Unmanned Teaming (MUM-T).
Capacidade ISR em tempo real
Projetado para operar em médias e altas altitudes por longos períodos, o MUAV será empregado em missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), permitindo a coleta e disseminação de informações em tempo real para todas as Forças Armadas.
A aeronave é capaz de voar acima de 10 mil metros de altitude, utilizando sensores avançados para monitorar alvos estratégicos e fornecer dados críticos para a tomada de decisão em combate.
Além disso, o sistema deve acelerar o ciclo de engajamento ao fornecer rapidamente informações de alvo para operações conjuntas, aumentando a precisão e a velocidade das ações militares.
Grande autonomia tecnológica
Um dos principais marcos do programa é o elevado grau de nacionalização: cerca de 90% dos componentes do MUAV foram desenvolvidos na Coreia do Sul, envolvendo empresas como Korean Air, Hanwha Systems e LIG Defense & Aerospace.
O projeto integra sensores eletro-ópticos e infravermelhos de alta resolução, além de sistemas avançados de comunicação e controle, formando uma arquitetura operacional totalmente integrada.
Próximos passos
Após a apresentação da primeira unidade, o MUAV seguirá para uma fase final de testes, incluindo ensaios de voo e validação de sistemas, antes de sua entrada em operação prevista para 2027.
A introdução do sistema deverá ampliar consideravelmente a capacidade de vigilância estratégica da Coreia do Sul, além de reforçar sua posição no desenvolvimento de tecnologias militares autóctones.■


Coréia com indústria militar forte, produtos atualizados e vendendo mundo afora, país sério é outro nível…
País série e com uma ameaça existencial enorme como a Coréia do Norte!
Desculpa de sempre: há um inimigo ao lado.
Os coreanos querem exterminar os coreanos? Que coisa hein
A mesma desculpinha de sempre
No entando, a Coréia do Norte já invadiu e agrediu a Coréia do Sul repetidas vezes.
Essa e a China. A existência de ameaças sempre foi um motivador pra investimentos em defesa. Não é apenas uma desculpa mas a constatação de um fato. Basta se informar sobre outros países e constatar o padrão, coisa que torcedor não faz ou finge que não fez.
E pensar que poderíamos estar nesse patamar…
É aquela história: nos meados dos anos de 1990, os coreanos vieram aqui e levaram um engenheiro da Embraer para resolver problemas do protótipo do que viria a ser o KT1. Por essa época a Embraer propunha ao GF o desenvolvimento de um jato de treinamento supersônico. Resultado que, resolvido os problemas do KT1, os coreanos partiram para o desenvolvimento do T50.
Mas o importante é que nosso país trabalha pela justiça social, enquanto coreanos são explorados.
Verdade Underground, nós ainda estamos lutando por justiça social enquanto na Coreia eles começaram a fazer isso ainda em 1950 com a reforma agrária. É uma pena que a maior parte das terras brasileiras ainda estejam nas mãos de meia dúzia de barões do agronegócio que vem herdando desde o período colonial, inclusive eles, todos os anos pegam 400 BILHÕES para plantar soja e engordar porco na China.
E sem pagar um centavo de imposto de exportação. Ou seja, nós estamos subsidiando os agroboys para garantir que os chineses possam manter seus porcos alimentados. Junta-se a isso, o 1 trilhão de reais entregue para os banqueiros e temos a receita do caos, mas alguns juram que o problema é o Bolsa Família, que no fim do dia, não passa de migalhas diante do banquete montado para atender aos verdadeiros beneficiários dos nossos impostos.
éçp visto vc não deve trabalha e nem conhece o agronegócio…O Brasil se não fosse o agronegócio já tinha quebrado faz tempo. Sair da tela e vai conhece a realidade e saia dessa manipulação dessas narrativas populistas
Agro fascista!
Levaram um engenheiro mas não era um qualquer, era Guido Pessotti.
Podíamos estar além, nosso potencial é maior, mais riquezas minerais, maior população a ser qualificada.
Estaríamos mais perto da China do que da Coréia.
E não do Burundi, como somos hj…
“O Brasil é o país do futuro!”
O problema é que o futuro está sempre no futuro…
Falando em “produtos” sul coreanos,
durante a guerra os EAU importaram com urgência um sistema de defesa aérea da Coreia do Sul.
O sistema de médio alcance, Cheongung II da Coreia do Sul (KM-SAM Block II), que alcançou uma taxa de interceptação de 96% durante os ataques de mísseis e drones iranianos contra os Emirados Árabes Unidos.
Não tenho os números, mas em se tratando da defesa contra drones e mísseis, tenho a impressão de ser um desempenho superior ao THAAD e Patriot naquele mesmo ambiente de guerra.
Os sul coreanos tem muitos equipamentos interessantes nossas 3 forças, o que falta é seriedade de nossas autoridades em relação a assuntos relacionados a defesa…
Está aí uma BID a qual poderíamos e deveríamos nos aproximar…
Mas aqui em Banânia, para os militares, ser conservador é melhor do que inovar…
Como eu sempre digo, preferem o comodismo ficando presos na velha panelinha Euro-americana do que vislumbrar novas oportunidades.
O Kanitz Damasceno, nos últimos tempos, sempre que concede uma entrevista, dá um jeito de colocar a Stella no discurso. Não foi diferente na entrevista que deu à mídia especializada na Fidae semana passada. E a Stella nem está participando como expositora lá. A Xmobots e a aeroconcepts estão, mas não a Stella. Gilberto Buffara no início de 2026 já havia avisado que não participaria de nenhuma feira este ano e justificou: Não vou gastar meu tempo e dinheiro com feiras. Prefiro ficar na empresa preparando o protótipo do Atobá XR. Buffara não tem papas na língua. Ele sabe que,… Read more »
Espero que a Stella prospere, mais o Atoba XR não passar de um protótipo. E a FAB com a perda dos ultimo Hermes 900 precisa de um produto já testado para ontem…Provavelmente ela deverá adquirir outro Hermes 900 além do já encomendado
Sim. A FAB encomendou mais um Hermes 900 junto à Elbit . Mas não se sabe quando chegará, se chegará, dada a situação atual no Oriente Médio. Uma 3° unidade será muito difícil encomendar, porque há problemas políticos sérios entre o BR e Israel , e.a Elbit tem suas prioridades. Então não há saída fácil pra FAB, a não ser contar com a Stella. O fato de ser protótipo não é tão crítico, pois se trata de ativo não tripulado. Os testes com ele podem ser acelerados, pelo menos na versão ISR. Uma vez aprovado, pode ser incorporado rapidamente, enquanto… Read more »
Existe uma empresa chamada baykar lá na Turquia…
E seus produtos já foram provados em combate,acho que Israel não é o único player fabricante de drones no mundo…
De fato, Israel não é o único país fabricante de drone, a lista no Google é bastante extensa.
A Turquia tem uma pujante indústria de drones e toda uma gama de armamentos guiados e moderno de tecnologia própria.
O crescimento tecnológico deles no ramo bélico foi extraordinário nos últimos anos.
Eis um país com qual devíamos ter boas relações comerciais, quem sabe até parcerias tecnológicas.
Muito chato mas com o recente acordo Embraer/TUSAS, os drones que veremos aqui, não serão estes da foto.
FAB só gosta de drone de brinquedo,, tipo LEGO…
Investir em drones para matar não é muito a praia deles, eles gostam do estilo voyeur Drone, só para vigilância.
Quem dera nossos militares ao menos comprassem um drone como esse TUSAS ANKA-3, mas aqui, é mais fácil eles comprarem o Drone de entrada.
A FAB pode muito bem contar com outras fabricantes de drones do tipo MALE, principalmente aqueles que tem produto em fabricação seriada, do que criar uma reserva de mercado pra “agradar” uma empresa que sequer tem protótipo desse produto.
Sem necessidade de queimar etapas, ou aqueles dissabores típicos de ter que fazer funcionar um protótipo, ante a pressão de tempo e fundos escassos rapidamente se exaurindo.
Em um passado assim não tão recente, a empresa Avionics Services nacionalizou o drone israelense “Heron-1” da IAI, criando o “Caçador”.
(https://droneshowla.com/drone-brasileiro-cacador-realiza-seu-primeiro-voo-em-sao-paulo/)
Fico feliz que tenhamos mais Ozires e Bufaras nesse país do que Maurício.
Fico feliz em saber que eu incomodo!
Sem querer ofender mas você me traz muito mais motivo pra rir do que qualquer outra coisa. De qualquer forma, é direito seu expressar suas opiniões.
O Brasil tem de deixar de focar somente em drones de reconhecimento e começar a focar em drones de ataque ou KAMIKAZE. Temos que investir em aeronaves que possam saturar as defesas inimigas, e quando falo em inimigos não são sobre nossos “hermanos” da vizinhança e sim de hostilidades que possam vir do outro lado ou acima no atlântico… Recentemente li que o drone russo Geran-2 está se transformando em uma munição inteligente, versátil e muito mais perigosa,sendo aperfeiçoado com novas versões. Atualmente, a fábrica russa em Alabuga é capaz de produzir quase mil desses drones de ataque rústicos, baratos,… Read more »
Acho que antes de pensar no Geran 2 russo, você deveria conhecer o LUCAS, norte americano, aquela “cópia” do Shahed iraniano.
Foi usado as pencas nos recentes ataques norte americanos ao Irã.
Em termos de inteligência e sofisticação, não deve nada aos mísseis de cruzeiro e demais armamentos inteligentes norte americanos.
A respeito de como o LUCAS foi criado e seu impacto na operação Epic Fury:
(https://www.twz.com/news-features/how-americas-shahed-136-clone-became-an-indispensible-weapon-of-war)
A única coisa que essa Stella tem, são justamente papas na língua.
Produto que é bom, cri, cri, cri…
Seria interessante o restante do cluster de drones da BID, fazer saber ao comandante da Aeronáutica, que há vida inteligente neste setor, além de Stella e Xmobots.
É disso que o Brasil precisa, com equipamentos desse tipo tvz aquele caso suspeito de vazamento de óleo em nossas praias em 2019 tivesse sido flagrado.
Se você considerar que as 3 FAs não possuem nem mesmo armas leves em número suficiente pra armar cada um dos membros da ativa, que dirá pra armar eventuais reservistas em caso de convocação, verá que faltam muitas coisas, até mesmo as mais básicas, entre elas, os drones. Isso decorre de décadas de descaso dos governos federais e do congresso com o tema defesa. Fica a cargo de cada um pesquisar quais partidos e ideologias ficaram por quanto anos no poder. O celular de vocês tem google e IA tanto quanto o meu. Pra além disso, apesar de eu achar… Read more »
Muito bem-vindo um drone desta classe por aqui. Penso que tais capacidades seriam adequados à patrulha oceânica, não?
E o Brasil como sempre vendo o bonde passar! Enquanto BIDs como a Sul-Coreana e Turca estão em ascenção e evidência, no carrinho de compras militares de muitos países, o Brasil fica preso na tradicional panelinha de parceiros militares de longa data. A Coreia do Sul, por meio da Korea Aerospace Industries (KAI), é conhecida por ter uma das linhas de produção de caças mais rápidas do mundo, conseguindo fabricar e entregar os caças leves FA-50 em um tempo surpreendentemente curto, muitas vezes em menos de um ano após a assinatura do contrato. A KAI entregou os primeiros caças FA-50GF para a Polônia em apenas 8 meses após a assinatura do contrato, em 2023. Normalmente, a KAI consegue entregar o primeiro lote em cerca de um ano, tempo consideravelmente menor que os 3 a… Read more »