KC-390 Millennium e A-29 Super Tucano são os destaques da Embraer na FIDAE 2026
Além das aeronaves, a Embraer promoverá todo o seu portfólio de defesa e segurança durante a tradicional feira aeroespacial bienal da América Latina
São José dos Campos, São Paulo, 2 de abril de 2026 – A Embraer (NYSE: EMBJ/B3: EMBJ3), apresentará pela primeira vez na América Latina o KC-390 Millennium de demonstração com a sua nova pintura na FIDAE (Feria Internacional del Aire y del Espacio), que acontece de 7 a 12 de abril na Base Aérea Pudahuel, em Santiago, no Chile. Além da aeronave de transporte multimissão de médio porte, o A-29 Super Tucano, líder global em missões de ataque leve, reconhecimento armado e treinamento tático, também estará em exposição.
“A FIDAE é um dos eventos mais importantes na indústria de defesa da América Latina. Nossa participação reforça nosso compromisso com a região, pois esta é uma grande oportunidade para promover nosso portfólio de soluções integradas e fortalecer o relacionamento com nossos clientes atuais e potenciais”, afirma Bosco da Costa Junior, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.
O KC-390 Millennium, construído e projetado no século XXI, é a aeronave de transporte militar mais moderna de sua classe. Ele pode transportar mais carga útil (26 toneladas) em comparação com outras aeronaves de transporte militar de porte médio, e voar mais rápido (470 nós) e mais longe. Ele pode realizar uma ampla gama de missões, como transporte e lançamento de carga e tropas, evacuação médica, busca e salvamento (SAR), combate a incêndios e missões humanitárias operando em pistas temporárias ou não pavimentadas. A aeronave, quando configurada com equipamentos de reabastecimento aéreo (AAR) de instalação rápida, pode operar tanto como reabastecedora quanto como receptora.
Já selecionado pelas forças aéreas do Brasil, Portugal, Hungria, República da Coreia, Holanda, Áustria, República Tcheca, Suécia, República do Uzbequistão, Eslováquia e Lituânia, o C-390 Millennium oferece capacidade, confiabilidade, versatilidade e desempenho incomparáveis para atender às necessidades táticas e estratégicas das forças aéreas em todo o mundo.

O A-29 Super Tucano, líder global em sua categoria, foi selecionado por 22 forças aéreas no mundo. Na América Latina, compõe a frota das Forças Aéreas do Brasil, Chile, Equador, Colômbia, República Dominicana e mais recentemente, Paraguai, Uruguai e Panamá. Com mais de 600.000 horas de voo acumulado, tem despertado o interesse de diversas outras nações devido à sua combinação incomparável de capacidades, tornando-o a opção mais eficiente do mercado.
Para forças aéreas que buscam uma solução comprovada, abrangente, eficiente, confiável e econômica em uma única plataforma, juntamente com grande flexibilidade operacional, o A-29 Super Tucano oferece uma ampla gama de missões, que incluem Treinamento Avançado de Pilotos, CAS, Patrulha Aérea, Interdição Aérea, Treinamento JTAC, IVR Armado, Vigilância de Fronteiras, Reconhecimento, Escolta Aérea, e mais recentemente, combate a drones.
O A-29 é capaz de operar em pistas não pavimentadas, em ambientes austeros e com pouca infraestrutura. Além disso, tem requisitos de manutenção reduzidos, oferece altos níveis de confiabilidade, disponibilidade e integridade estrutural, com baixos custos operacionais.
Sobre a Embraer
Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A Companhia projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, além de fornecer Serviços & Suporte a clientes no pós-venda.
Desde sua fundação, em 1969, a Embraer já entregou mais de 9 mil aeronaves. Em média, a cada 10 segundos, uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando anualmente mais de 150 milhões de passageiros.
A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.■

Chile e Colômbia próximos compradores
O Chile por seus desastres naturais frequentes, pela geografia e bases na Antártica, precisa de um cargueiro moderno como o KC-390, atualização para avião de 2015 inclusive um que sofreu acidente não compensa ante as necessidades chilenas, grandes possibilidades de que façam como os colombianos, uma compra inicial de duas unidades.
Petro ordenou o início das conversações para a compra de dois KC-390 após o acidente do C-130, pode ser que esse negócio saia, quanto ao Chile existe vontade mas como um novo governo esta assumindo vamos ter que esperar para ver quando vão iniciar a licitação!
Olá Fábio Acho que os dois países tẽm condiçoes de ter um Kc390 novo. Até a Argentina teria. Os outros países menores da América Latina não. Por isso defendo a criaçao de um esquadrão de transporte tático compartilhado. Existiriam várias ideias possíveis, começando por um workshop com os comandantes deste tipo de esquadrão que opera na Europa e os comandantes das forças aéreas pequenas latino-americandas, com muito café, suco, pão de queijo e goiabada. Colocando todo mundo para conversar durante dois dias, sendo que em em um deles todo mudo mundo iria para Anápolis para conhecer o avião, fazer um… Read more »
Não tem absolutamente nada a ver com o motor. Alguns A320 da LATAM usam o mesmo motor, sem problema algum. Não sei de onde tirou isso. E, essa ideia de “UAE compartilhada” é absurda.
Ola Rinaldo. Há um ou dois meses estávamos entre amigos e no grupo tinha um funcionário da Latam, que trabalha na grande oficina da empresa aqui de S.Carlis.. Em algum momento da conversa o assunto era a pandemia e as dificuldades que todos tivemos. Foi quando este funcionário da Latam comentou sobre a dificuldade que ainda existe na aquisição de dispositivos para a manutenção dos motores em função do impacto da pandemia dobre a cadeia logística. Insisti na pergunta e ele voltou a afirmar sobre os problemas inclusive mencionou sobre a situação de retirar motores novos de aviões recém entregues… Read more »
Pessoal Algum engenheiro aeronáutico ou alguém com conhecimento de causa para umas dúvidas em relação ao KC390 Li que a sonda de reabastecimento flying boom do KC-46 é um sistema de lança telescópica rígida de nova geração, projetado para maior vazão de combustível e tem em torno de 18 metros de comprimento quando totalmente estendida e pesa em torno de 2500~3000 KG Já no caso do A330 MRTT a sonda é até mais moderna e pesa em torno de 2000~2500 KG Em resumo, minhas duvidas são de como a instalação de uma sonda telescópica do tipo flying boom impactariam na… Read more »
Depende dos requisitos, de como o cliente enxerga esse conceito de Agile Tanker. Improvável que inviabilize o projeto, o boom como estrutura em si deve ser o de menos. Além disso, tem espaço para inovação como meio de otimizar espaço e peso. Lockheed Martin tem interesse no KC-Z, o futuro para quem usa boom é sistema autônomo. Um meio termo, um alto grau de automação permitiria o mesmo operador que hoje controla a sonda do KC-390 monitorar o boom. Até porque não é só pegar o boom do KC-46 e colocar no KC-390. Primeiro, porque é projeto da Boeing. Segundo,… Read more »
OFF
Frota multinacional de reabastecimento da OTAN baseada no A330MRTT atinge capacidade operacional total
E os entreguistas lambe botas queriam entregar a empresa para a Boeing. E Ficam “machos” quando alguem fala.
A parte militar e dos jatinhos executivos não iam
ser vendidos
Contudo… a principal parte da Embraer é a aviação executiva. Ao separar esta unidde do setor de defesa, a sinergia seria destruida, a tecnologia miliatar que poderia ser usada na avião civil perderia sentido e em pouco tempo, o setor de aviação militar da Embraer seria fechado.
relações de causa-efeito óbvias
lógica aristotélica
Acho que você queria dizer que a principal parte da Embraer é a aviação comercial e não executiva. De qualquer forma, não é uma presunção sua? Ou você pesquisou o faturamento e o lucro de cada área para chegar a essa conclusão? No mais, as áreas são separadas. Tem CNPJs e diretores próprios. O engenheiro da área comercial não vai dar pitaco no Super Tucano e vice-versa. O que aconteceria é que a Embraer teria uma participação minoritária na “Boeing Brasil” (aviação comercial), mas continuaria existindo como Embraer e suas outras divisões continuariam integralmente suas. Quem tinha ações da Embraer… Read more »
Ora, Há uma matéria recente sobre o número de aeronaves entregues por cada setor. O setor militar é o menor dentro da Embraer e foi aquele que entregou o menor número de aeronaves com um faturamento da ordem de US$ 1 bihãeo em 2025, praticamente metado do setor de prestação de serviços. Os setores de avião comercial tẽm um faturamento parecido, da ordem de US$ 2,3 bilhoes em 2025, ainda que tenham sido entregues o dobro de aeronaves executivas (cerca de 144) que o setor de aeronaves comerciais (78). A engenharia das 3 áreas é integradas. Seria uma tolice separar… Read more »
Engraçado como os dados podem ser vistos de forma diferente. Você aponta que o setor Defesa é o que entrega menos aeronaves e por isso é o menor e dependente dos outros. Eu já vejo que um setor que entregou 11 aeronaves faturou pouco menos da metade de setores que entregaram 78 (comercial) e 155 (executiva) aeronaves. Além do faturamento por aeronave ser maior, pode ser que a margem de lucro também seja, o que mudaria ainda mais a importância de cada setor. Quanto ao setor de Defesa depender de investimentos públicos, isso é inerente ao setor, dado que, em… Read more »
Para o “setor militar” da Embraer deixar de existir, não precisa vender a empresa, basta a União deixar de comprar tecnologia pra somente a Embraer usar.
Morre de inanição tecnológica.
Meu caro Antonio, talvez seja prudente não usar rótulos. A Boeing queria o corpo técnico da EMB, não necessariamente seus produtos. Então ela adotou outra estratégia, mais barata, mas também lenta: abriu um escritório em S.J. Campos, para recrutar técnicos de diversos níveis. Pelo que soube recentemente, o crescimento do escritório continua de vento em popa.
“Escritório” esse que ocupa 8 andares de um prédio da cidade e emprega mais de 500 engenheiros, em sua maioria oriundos da Embraer. Sem contar as inúmeras vagas para “estagiários” que sempre são anunciadas na região. Sem contar também o centro de inovação criado no Parque de Inovação Tecnológica (PIT) de São José dos campos que hoje é o único lugar do mundo que abriga as 3 gigantes: Airbus, Boeing e Embraer.
Parabéns pra Boeing que valoriza quem merece!
Tio
Acorda, a empresa foi privatizada no inicio dos anos 90, não fosse isso ela nem existia mais, procura no Google quem são os donos da empresa!
aa pintura desse KC390 tá linda demais, por mim seria a do Brasil
A FAB junto com a Embraer poderia desenvolver uma versão do C-390 de guerra eletrônica de alta potencia…Uma arma cada vez mais importante.
Como o ‘EC-130H Compass Call’,

ou este “Jammzilla” japonês:
E quem pagaria pelo desenvolvimento???
Caro Hamom,
Já dizia o sr. Marcel Dassault, “Se é bonito, voa bem”. Certamente este pode ser uma exceção.
Mas existem foristas aqui que tem mais condições de dizer qual seria uma melhor adaptação. Eu prefiro o EA-37B.
Mas voltando a sua argumentação, não é uma questão da Embraer ou a FAB, mas sim do Governo Federal. Investir rios de dinheiro e depois basicamente deixar de lado. Os nossos KC-390 tem uma baixíssima disponibilidade aqui. Pelo jeito, temos apenas 2 (dois) operacionais, devido a questões financeiras.
https://forcaaerea.com.br/exclusivo-apenas-dois-kc-390-estao-operacionais-na-frota-da-fab/
Bem, fica esta foto obscenamente linda do EA-37B

Abcs
Realmente bonito
Prefiro um E195-E2 para avião dedicado em EW. Seria mais barato de operar. Mas parece que os israelenses da Elbit estão desenvolvendo uma versão EW do C-390.
Não estava ciente disto, interessante.
Mais barato por que e em que, uma vez que seria uma aeronave bastante exclusiva e modificada, logo mais cara de adquirir e operar, em relação a aeronave de transporte regional de passageiros?
Mais barato porque, relativo à plataforma, existe uma cadeia de suprimentos mundial, e enorme. Você é engenheiro ou somente um hater da EMBRAER? Não sabe o básico?
Pra quem voou o 99, quem não sabe o básico deve ser você.
Não, você não sabe não. O ódio embota seu raciocínio. Se é que tem um.
Os japoneses desenvolveram e fabricam tanto a aeronave, como a suite de guerra eletrônica, portada por ela.
A Embraer somente fabrica o avião.
O que agrega quase nada, pois portar um sistema desses, assim como sistemas AEW e ASW/ASuW portados por outras aeronaves, para uma aeronave Embraer, traz consigo uma conta bem salgada de custos de desenvolvimento.
Que a União não tem obrigação alguma de pagar.
Olá Colegas… seria importnte levar o Ipanema militar também.
Esse já existe, tem uns dois ou três na AFA
Vamos lá, Quando se trata de aeronaves modificadas para missões especiais, se não me falha a memoria a grande maioria de cargueiros militares tranformados em AEW&C, são aviões de origem russa baseados no IL76, ou variantes deste modelo. Nos últimos anos somente Japoneses transformaram aviões militares cargueiros em operações especiais como EW por exemplo. A verdade que quando se trata de: AEW&C, AEW, ELW, EW, SIGINT, ELINT, COMINT, o mundo tem migrado para plataformas baseadas em jatos executivos, ou comerciais vide os projetos HADES, ARTEMIS, ARES, ATHENA, ARCHANGE, PEGASUS, GLOBALEYE, ORON, PEREGRINE, EA37B, P8, E7 Logo não faz muito sentido… Read more »