Rússia bate recorde no uso de bombas aéreas na Ucrânia em janeiro de 2026
Su-34 com bombas planadoras UMPK
A aviação russa registrou, em janeiro de 2026, um número sem precedentes de bombas aéreas lançadas sobre a Ucrânia, com um total de 5.717 munições empregadas em um único mês, conforme dados compilados por especialistas em OSINT e divulgados por fontes de análise militar. Este total representa um aumento de aproximadamente 26% em relação a dezembro de 2025 e marca o maior número registrado desde o início da invasão, em escala total, em fevereiro de 2022.
Segundo os cálculos, as aeronaves russas lançaram, em média, cerca de 184 bombas por dia entre os dias 1.º e 31 de janeiro, superando os picos anteriores de outubro de 2025 (5 328 bombas) e de abril de 2025 (5.272 bombas).
A intensificação da campanha aérea reflete uma combinação de fatores — entre eles, a tentativa russa de exercer pressão contínua sobre a defesa ucraniana, desgastar recursos logísticos e impactar infraestrutura crítica, incluindo instalações de energia e transporte.
Uso de Bombas Guiadas e Novas Armas
A análise também destaca que as forças russas estão empregando um número crescente de bombas aéreas modificadas com capacidade de orientação (glide bombs), em substituição às munições tradicionais não guiadas. Esses armamentos, equipados com módulos de guiamento e, em alguns casos, com propulsores adicionais, permitem ataques a distâncias maiores e com maior precisão, exigindo que os lançamentos sejam feitos fora do alcance de grande parte dos sistemas de defesa antiaérea ucranianos.
Um exemplo citado ocorreu em 25 de outubro de 2025, quando ataques com bombas dotadas de motores a jato — como as variantes conhecidas como UMPK/Grom — foram registrados sobre a cidade de Kamianske, na região de Dnipropetrovsk. As imagens e os monitoramentos daquele ataque mostraram três munições movendo-se a alta velocidade antes de detonações na área urbana, um episódio notável, dado que a cidade está localizada a mais de 120 km da linha de frente.
Impactos e Contexto da Intensificação
O recorde de munições lançadas desenha um quadro de intensificação dos ataques russos no começo de 2026, num momento em que a guerra entra no quinto ano. Esses números elevados contrastam com os esforços ucranianos de reforçar sua defesa aérea com sistemas fornecidos por aliados ocidentais, em meio a uma demanda contínua por capacidade de interceptação e de proteção civil.
Autoridades ucranianas afirmam que a combinação de bombardeios, ataques de drones e mísseis balísticos e de cruzeiro visa desgastar a infraestrutura estratégica e a capacidade de resposta das defesas terrestres, em uma campanha prolongada de pressão militar contra as principais cidades e rotas logísticas do país.■


No mercy….!
Se buscou a guerra a única opção agora é obliterar o inimigo. Não tem outra opção.
Onde estão os especialistas que afirmavam categoricamente que a Rússia ficaria sem munição?
Estamos em 2026…
Complicado…
A media ocidental é uma lastima
São bem pagos pra mentir e manipular a realidade dos fatos. Triste.
Não é mentira que a Rússia está há 4 anos em guerra contra o país vizinho.
Essa realidade dos fatos é impossível de ser manipulada.
A incompetencia russa em lançar quase 6000 bombas, milhares de drones e dezenas de mísseis por mês e não avançar nada, nem politicamente e nem territorialmente, fica explícita e impossível de ser ocultada.
Pior do que não ter armas é tê-las mas empregá-las de forma estúpida.
Pra quê avançar se tem drones assassinos pra todo lado? Primeiro se elimina os drones,operadores e destruir a fábrica pra os soldados terem segurança pra avançar.
Anham! Essa estratégia tem funcionado perfeitamente.
Bosco você é considera um yankee… ou é um daqueles patriotas enrustido.
Putz…
Essa eu passo!
A Rússia está seguindo a estratégia da Guerra de desgaste/atrito e com isso já enfraqueceu totalmente a Ucrânia e colocou em crise a OTAN. Sem falar na ocupação de mais de 1/5 do território ucranicano. Isso é fato…!
Minha nossa! MAIS que UM QUINTO!?!?! Zhukov está orgulhoso na cova! Tremeeeeei adversários em potencial!!!!!
Leonardo,
A Rússia, devido à incompetência militar em resolver a situação num curto prazo e incapaz de estabelecer a supremacia aérea dobre o vizinho , foi OBRIGADA a implantar uma estratégia de desgaste/atrito e com isso fortaleceu a OTAN e a própria Ucrânia.
Não fosse seu cobertor nuclear e já teria perdido a guerra.
Tbm li em 2022 que Putin estava com cancer…
O Putin em 22 de fevereiro de 2022 leu que o Zelensky ia fugir para os EUA e que o exército ucraniano iria baixar as armas e se entregar sem disparar um tiro ao menor avanço do exército russo.
São chips de geladeira…
O CEP das FAB-1500 e 3000 com os kits de planeio, melhoram muito, para tristeza daqueles que achavam que esse kits eram só serviam para causar terror e nada além disso.
Qual o CEP delas? Eu realmente não sei.
Boa pergunta.
Ele possivelmente também não.
No começo variava entre 30 e 50 metros, mas com as melhorias ao longo do tempo. Hoje estima-se em torno de 10 metros.
O CEP do A-29, no modo CCIP, são 8 metros. É isso mesmo?
30 a 50m já me parece otimista para uma bomba burra com asas lançadas no modo ‘toss bombing’ sem guiagem. Agora 10m me parece milagroso. Fosse CCIP eu entenderia. Mesmo que o kit com as asas aumente significativamente a distância com a qual a munição pode ser lançada, sendo munição não-guiada, ela fica ainda mais sujeita às diferentes camadas de vento que pode acabar percorrendo.
Agora se fosse armamento guiado, eu acreditaria mais facilmente.
Leandro,
Mas os kits são guiados.
Não costuma funcionar e muitas caem em território russo e pelo peso das bomba o CEP, quando funciona deve ser horrível. Mas em tese são guiadas.
Sim, INS e/ou GLONASS/GPS/Bilubilutetéia. Acho que devem sofrer forte interferência no GPS e INS sabemos que ‘vai na direção geral de…’
GPS sem interferência eu até entendo um CEP pequeno. Mas teria que ser nas CNTP. Agora INS não tem como.
caramba hein… quanta geladeiras eles fabricam por ano ?
Geladeira eu não sei mais máquina de lavar é milhares kkkk.
Mídia ocidental é uma piada
Geladeiras são substituíveis. Já os jovens russos e ucranianos não. Ainda que putin ache que são.
O inverno explica isso.
Como a temperatura lá cai muito abaixo de zero no inverno, eles não precisam das geladeiras.
Aí sobra chip pra usar nas bombas.
Enfim o emprego de munições guiadas é padrão na VVS.
A própria mídia ucraniana relata, desde o ano passado, armamentos aéreos com diferentes padrões de voo – indicando a experimentação de novos tipos de bombas e foguetes e guiados e é sabido até o desenvolvimento de um míssil de cruzeiro de baixo custo e menores dimensões e alcance.
A VVS aprendeu do pior jeito o imperativo de se ter armamento guiado farto e disponível e com doutrina operacional bem definida.
Realmente, militarmente a Rússia sairá desta guerra com um grande conhecimento.
Só não vai compensar para as mães e esposas russas que perderam seus filhos e maridos em combate longe do que eles podem chamar de “casa”.
Os dois lados não irão divulgar a quantidade de mortos e feridos.
Divulgam somente a quantidade de munição lançada entre eles.
Triste realidade humana!
As perdas russas nos últimos meses estão bem baixas, muito mais baixas que ucraniana. Só ver as ultimas “trocas de corpos”, que se dá na Bielorussia, estão devolvendo cerca de 1000 corpos ucranianos e nenhum russo (fonte propria midia ucraniana, Liveuamap)
Isso é verdade. No começo da guerra até havia paridade entre aa perdas de ambos os lados.
Hoje, a discrepância é enorme. Apesar de nenhum número oficial, é evidente a crise de recrutamento nas Forças Armadas ucranianas e a insuficiência de soldados em dados setores da linha de frente.
5.717 Bombas lançadas em um Mês , e tem muitas pessoas , que insistem que a Rússia , não é uma potencia Militar . Alguns até alegam , que a Rússia , sem o seu arsenal Nuclear , não é nada. Pois bem aí está uma GRANDE DEMOSNTRAÇÃO .
Não fosse seu arsenal nuclear, a Rússia estaria sofrendo com bombas caindo em Moscou, e lançadas pelos Ucranianos.
Não é só ostra que produz pérola.
Kkkkkk…
Pérola é achar que 5.717 pérolas lançadas para se destruir um número de alvos sabe-se lá quantas vezes menor que esse número e ainda assim estar atolado numa frente estática a ANOS e ainda achar que a Força Aérea Russa, com toda a sua quantidade de meios, é alguma coisa que preste sem o armamento nuclear.
Amigo, você falou uma grande besteira. Só assuma.
A preguiça de pensar é brabo. Você acha mesmo que a Rússia, grande do jeito que é e cheia de recursos naturais que interessam todo mundo, se não tivesse armamento nuclear, os aliados Americanos e Europeus da Ucrânia teriam ficado cheio de dedos ao fornecer armamento e recursos desde o início da coisa toda? Todas aquelas restrições já teriam ido para o saco desde a época da tomada criminosa da Criméia. Isso mesmo se ainda estivessem tentando evitar uma expansão da Guerra. Mas sem armamento nuclear? Tudo é possível. As ações de comandos com drones bem dentro da Rússia não… Read more »
A dúvida é saber se são novas ou provenientes de estoques antigos. São números absurdos e alguns vídeos mostra uma precisão muito boa, inclusive da FAB3000. Resta saber no todo.
E ainda há mídia que prega o milagre de baixas russas maiores que ucranianas. Cada um fala a bobagem que deseja, mas profissionalmente é lamentável.
Tanto faz. Bombas burras são muito simples de se produzir e os kits de asas são baratos. A questão é saber o que estão usando para guiar. Se é apenas INS ou satélite. Os kits com guiagem via satélite são passíveis de spoofing, mas mais precisos e mais caros de se produzir. Por INS não tem spoofing, mas carecem de precisão.
Qualquer vídeo divulgado por qualquer um dos lados vai ser escolhido à dedo. Tolinho é o cara que acredita que o resultado de ‘videos’ são o padrão.
Faltando mísseis e drones para aumentar o uso de bombas?