Websérie ‘Bullseye’ – O programa AMX – Episódio 01
Quem detém a informação vence a guerra.
Descobrir a ordem de batalha do inimigo, identificar a disposição das forças no terreno, mapear infraestruturas vitais e avaliar a sua real capacidade de combate é fundamental em qualquer conflito moderno. E é justamente isso que define o reconhecimento tático, uma das missões mais complexas e perigosas da aviação de caça.
Ao cruzar as linhas inimigas, o piloto se expõe diretamente às defesas antiaéreas do adversário. Não há margem para erro. Por isso, essa missão é cumprida apenas por tripulações altamente experientes, operando aeronaves dedicadas, capazes de penetrar o espaço inimigo, coletar informações críticas e retornar ao comando com dados decisivos.
No Brasil, essa missão tem nome, história e tradição. Nas asas do AMX, o Esquadrão Poker é o primeiro a entrar e o último a sair do campo de batalha. É a única unidade da Força Aérea Brasileira dedicada ao reconhecimento tático, desempenhando um papel silencioso, porém essencial, no sucesso das operações aéreas e terrestres.
No primeiro episódio da série, você vai conhecer como essa missão é executada, os desafios enfrentados pelas tripulações e por que o reconhecimento aéreo continua sendo decisivo nos conflitos modernos.

Esse caça foi muito importante para a Embraer e para a FAB, trouxe muita tecnologia nova tanto para a Embraer quanto para a FAB. Um avião moderno e com excelente capacidade de combate em qualquer tempo e dia e noite!
Depois de modernizado.
É possível comparar o AMX ao Jaguar?
Ambos surgiram da mesma necessidade: substituir caças maiores e caros em missões de ataque ao solo.
Mas o Jaguar francês podia ser um vetor levando uma carga nuclear.
Entrou pra a história. Fim do AMX.
Ainda não. Seu fim está marcado para o final de 2027.
Dos sete AMX (A-1) existentes, no máximo quatro teriam condições reais de combate, por tempo limitado. Hoje, seu papel é apenas doutrinário; o valor estratégico e de dissuasão é praticamente nulo.
Temos que reverberar a realidade da FAB , que é uma vergonha para um pais que é a 10º ou 11º economia no mundo.
Concordo. Só pontuei que o modelo ainda não foi desativado.
Subutilizado e subarmado, essa é a história do Amx.
Exato. Um avião feijão com arroz para o terceiro mundo, igual ao F-5, bom caça pra quem não tem dinheiro.
Não desejou ser um caça. E não foi.
No Brasil, porque na Itália foi sucesso total
Avião de reconhecimento.
A Itália soube exatamente onde usar o AMX. O Brasil tentou, por vezes, empurrar o avião além do que ele podia ser. Para os italianos, era complemento. Para o Brasil, virou quase “tapa-buraco estratégico”.
Lutou na Bósnia e Kosovo (anos 1990), Afeganistão e Líbia (2011). Atuou principalmente em CAS, ISR e strike de precisão, exatamente onde ele era forte: 1 alvo > 1 bomba. Subsônico, ficava mais tempo sobre o alvo.
Bingo !!
Achei esse episódio do AMX da websérie bem fraco. Deveria ter focado na história, principalmente do desenvolvimento, falado um pouco mais dos Adelphi’s, participação da redflag, enfim……
Realmente, deveriam ter falado do início do projeto, da parceria com os italianos, já que esse é o episódio 01. Mas mesmo assim gostei.
Muito bom! Parabéns aos produtores.
Sabemos como é difícil ter acesso às imagens que vimos no documentário, principalmente aqui no Brasil.
Sou fã do Poker e do A-1.
Uma pena sair cedo de operação e termos modernizados tão poucos.
Obrigado A-1!
Ele ainda não saiu de operação. Tem mais dois anos operando no Poker.
Pessoal! Vamos falar de guerra de verdade. Se o avião faz isso ou aquilo é no combate . Guerra agora é avião e drone. Não há mais necessidade de tanks, soldados e blá blá blá.
Se fosse assim as potências já estariam reduzindo seus arsenais, drones são apenas mais uma parte dos conflitos que devem ser levados em conta de forma adequada.
OFF
Northrop Grumman encerra produção estrutural do F/A-18E/F Super HornetBoeing deve encerrar produção do caça embarcado bimotor em 2027
https://www.naval.com.br/blog/2026/01/31/northrop-grumman-entrega-as-ultimas-pecas-de-producao-do-f-a-18e-f-super-hornet-a-marinha-dos-eua/
Muito obrigado
Ficou muito bom, aguardo ansiosamente pela próxima parte
O programa em si foi caríssimo e teve poucas unidades, porém trouxe muitos benefícios tecnológicos, principalmente para a Embraer.
Agora, em grande parte da sua vida na FAB operou sem radar e sem poder disparar mísseis ou munições guiadas. Só teria alcançado seu verdadeiro potencial após a modernização junto com uma remotorização. Se tivesse acontecido vários estariam voando até hoje e não teríamos necessidade de um caça tampão.
“Se tivesse acontecido vários estariam voando até hoje e não teríamos necessidade de um caça tampão.”
Hoje são 7 operando no Poker, aqui em SM.