Taiwan amplia proteção de bases aéreas após lições de conflitos recentes
Os recentes ataques com drones contra aeródromos militares em conflitos ao redor do mundo intensificaram a atenção das autoridades de defesa de Taiwan à proteção de suas principais bases aéreas. A vulnerabilidade de aeronaves estacionadas a ataques de precisão de baixo custo passou a ser vista como um dos principais desafios à sobrevivência da força aérea em um eventual cenário de crise.
Diante desse contexto, o Ministério da Defesa Nacional de Taiwan (Ministério da Defesa Nacional de Taiwan) definiu como prioridade o aumento da capacidade de sobrevivência da Força Aérea da República da China (ROCAF). Um dos principais projetos em andamento prevê a expansão significativa do número de abrigos reforçados na Base Aérea de Chihhang (Chihhang Air Base) até 2028.
A iniciativa tem como objetivo proteger futuras aeronaves de combate F-16C/D Block 70, que serão incorporadas à frota taiwanesa nos próximos anos. Os abrigos endurecidos, projetados para resistir a ataques com mísseis e drones armados, são considerados essenciais para garantir a continuidade das operações aéreas em caso de um ataque inicial contra infraestruturas críticas.
Mapeamentos recentes — como o gráfico abaixo — indicam diferentes níveis de proteção reforçada entre as bases aéreas da ilha, evidenciando áreas já modernizadas e outras que ainda carecem de investimentos. A expansão em Chihhang é vista como um passo estratégico para reduzir as assimetrias e aumentar a resiliência do sistema de defesa aérea de Taiwan.
A experiência de guerras recentes demonstra que a dispersão de aeronaves e o uso de abrigos fortificados tornaram-se elementos centrais da defesa moderna, especialmente diante da proliferação de drones de ataque e de munições de precisão. Nesse cenário, os investimentos taiwaneses refletem uma adaptação às novas realidades do campo de batalha e ao ambiente de segurança cada vez mais volátil no Indo-Pacífico.■



E a FAB, aprendeu as “lições”?
Ou continua estacionando os Gripens em hangares que só protegem do sol e chuva?
E além de hangares protegidos contra drones o ideal seria ter uma torre próxima com visão 360º montada com um sistema similar a por exemplo…: este sistema antiaéreo ‘Zubr’, recentemente noticiado.
O Brasil não faz lições, por isso que nas provas tomam notas baixas e os alunos dizem que são os melhores do mundo.
Se tem carro tem que ter garagem. Um hangar reforçado custa uma fração do valor do caça, e ainda pode ser usado por décadas.
Eu observando as fotos de diversas bases das Forças Armadas noto o quanto elas são desprotegidas contra qualquer tipo de ataque ou sabotagem. Vi a imagem de um recém inaugurado radar na fronteira Centro Oeste do Brasil, onde ele estava instalado a cerca de menos de 20 metros de uma rua de terra, sem vigilância por tropa ou dispositivos, sem qualquer tipo de proteção a não ser aquela cúpula em forma de bolha. Ali naquela situação uma pessoa calmamente pode se aproximar com um RPG e destruir o radar e ninguém vai dar conta do que aconteceu.
Nem precisa de RPG, só chegar andando e desligar ou até cortar uns fios e pronto. E tendo em vista que a principal ameaça, hoje em dia, utiliza agentes infiltrados, essas defesas nossas nem sequer iriam saber o que lhes atingiu. Antes de qualquer helicóptero, navio ou soldado chegar perto, já teríamos perdido boa parte da nossa capacidade defensiva, pelo desleixo com o qual nossas forças armadas tratam a segurança nacional. Não basta apenas investir dinheiro, tem que mudar a doutrina e a mentalidade e dar um direcionamento para as nossas forças sobre guerras modernas e o que queremos. Se… Read more »
E os caças da FAB não tem uma proteção dessas para os seus caças, pois a sua proteção parece mais um galpão imdustrial. Se entrarmos em um conflito, essas caças vão para o vinagre sem decolar.
E nem precisaria de muito. Uma duzia de agentes infiltrados com alguns drones kamikaze já anulariam toda a nossa força aérea fácil. Brincamos demais com a sorte. Uma hora isso vai dar ruim. Olhe a Venezuela como exemplo. Duvido que sequer metade dos meios aéreos estivessem operantes e os que estavam, diante da disparidade, acabaram ficando em solo para em caso do conflito se extendesse além da destituição do déspota sociopata. O que o pessoal não percebe é que as Forças armadas de países como o Brasil, servem mais como guarda pretoriana do que para defesa nacional e/ou da soberania.… Read more »