China realiza primeiro voo conjunto de dois caças furtivos J-35 recém-produzidos, confirmando produção em série
A Shenyang Aircraft Corporation (SAC) realizou o primeiro voo conjunto conhecido de dois caças furtivos J-35 de quinta geração recém-saídos da linha de montagem, reforçando as evidências de que o programa entrou oficialmente em produção em série.
O voo ocorreu próximo ao complexo industrial da SAC, na província de Liaoning, e representa o passo mais recente no processo de consolidação do J-35 como o mais novo caça de 5ª geração da China, após sua entrada confirmada em serviço operacional em 2025.
Dois ramos militares, um programa conjunto
O J-35 foi desenvolvido em um programa conjunto entre a Força Aérea do Exército de Libertação Popular (PLAAF) e a Marinha Chinesa (PLA Navy).
As imagens mais recentes mostram a variante J-35A, destinada à Força Aérea, enquanto a versão básica J-35 foi projetada para operações navais a bordo de porta-aviões, incluindo o superporta-aviões Fujian, equipado com catapultas eletromagnéticas.
O J-35 é o segundo caça furtivo chinês de sua geração a entrar em serviço, após o J-20, que chegou à linha de frente em fevereiro de 2017.
Enquanto o J-20 é uma aeronave de maior porte e alcance, otimizada para a superioridade aérea, o J-35 foi concebido como um caça multifunção de médio porte, adequado tanto para a defesa aérea quanto para o ataque de precisão, com foco em operar em ambientes contestados.
Produção em série ganha ritmo
O fato de duas aeronaves recém-produzidas realizarem um voo coordenado — procedimento comum apenas quando a produção em série já está em andamento — reforça avaliações de analistas que apontam que a China está ampliando rapidamente sua frota de caças furtivos, buscando consolidar uma escala industrial comparável à dos Estados Unidos em aeronaves de baixa observabilidade.
O J-35 reforçará a capacidade da China de operar caças stealth tanto em bases terrestres quanto em grupos de porta-aviões, ampliando sua projeção de poder no Indo-Pacífico e fortalecendo a aviação embarcada chinesa, historicamente considerada o elo mais fraco da modernização militar do país.

Implicações estratégicas

A aceleração do programa J-35 — que já atrai atenção internacional pela rapidez do desenvolvimento — ocorre em um momento de crescente competição estratégica no Indo-Pacífico, especialmente no Mar do Sul da China e no Estreito de Taiwan.■



Cada lado com suas evoluções.
O que impressiona é a velocidade chinesa. É indiscutível o UP que estão alcançando.
No mais, nada além do que já possui o ocidente.
“No mais, nada além do que já possui o ocidente.” No mais, nada além do que já possui o EUA!!. Do Ocidente apenas os EUA produz equipamentos comparáveis a os da China, o restante do Ocidente não consegue nem produzir um caça de 4G sem componentes dos EUA e mesmo assim não da para saber se os equipamentos deles são realmente 4G como os do EUA imagine então se compararem a China, no mas, o Ocidente tirando os EUA não consegue nem produzir equipamentos se quer melhores do que os da Rússia. Se não fosse pelo EUA o Ocidente não… Read more »
Que absurdo de afirmação! Então o Rafale, o Eurofighter Thyfon, o Gripen não são páreos para os produtos Russos?
Nada a ver a sua afirmação.
Mais ou menos amigo…. todos os caças acima são o que são (excelentes) mas com componentes americanos. Vamos imaginar essas aeronaves sem componentes americanos, não acho que seriam tão bons assim… O amigo lá tem o seu ponto bem fundamentado!
E vc acha que is produtos americanis não precisa dos componentes chineses, se a China interromper a exportação de terras raras e is ímãs de alto desemoelho a produção de caças e mísses dos EUA pára.
Qual o componente americano no Rafale faria tanta diferença assim que não poderia ser substituídos? Porque todos os principais componentes são franceses ou europeus. Todos os componentes atuais tem fabricantes alternativos em outros países que não os EUA (e China e Rússia). Tubo de pitot? Tem fabricante na Alemanha e no Japão. Conector de dados? Tá de sacanagem. Difícil é arrumar um substituto pra Martin-Baker que não seja americano (ou chinês ou russo). O Rafale não teria a mesma qualidade sem componentes americanos? Acho difícil. Mudar um motor muda muito (então o Gripen teria um re-projeto), no Eurofighter teria que… Read more »
Se os EUA não tivesse sido esperto e produzido um caça de quinta geração em escala gigantesca no momento certo pra exportação, a Europa simplesmente teria desenvolvido um avião próprio de quinta geração, simples assim, porém no período de desenvolvimento do F-35 os europeus estavam diminuindo o investimento militar, ou vc acha que um continente que tem dois projetos de sexta geração não conseguiria produzir um de quinta? Até a Turquia, Rússia e Coréia do Sul conseguiram criar os próprios projetos de quinta geração. A Europa não fez simplesmente pq aceitaram que o F-35 seria mais viável economicamente, até pq… Read more »
Caça 6G Europeu até o momento é só no Power Point mesmo, eles não sabem nem produzir um caça de 5G e estão dizendo que vão construir um 6G, de 6G até o momento nada só procura por parceiros para tentar produzir o caça e brigas internas para saber quem vai liderar a produção. Quem te disse que o KF21 Boramae e o Kaan são caças de 5G?, você esta tirando essa conclusão pela aparência externa deles?, o KF21 e o Kaan estão abarrotados de componentes 4G do EUA, principalmente o KF21, não é a aparência externa de um caça… Read more »
Pode ser! Assim como pode ser que não! E só ver os projetos de quinta geração europeus, sempre tem discórdia! A Europa parece unida mas já provou em vários projetos que não é bem assim que a banda toca a própria existência do Rafale e do Typhoon prova isso e a mesma coisa está ocorrendo agora com os projetos de quinta geração. Se eles concentrassem todo investimento em um único caça europeu de quinta geração muito possivelmente teríamos algo muito análogo ao F-35, porém vimos mais uma vez uma divisão e vamos lembrar que desenvolver essas aeronaves custa muito caro,… Read more »
Lamento quebrar sua ilusão, mas nem o Rafale e nem o Typhoon tem componentes principais de origem Americana. Os Suecos basicamente escolhem motor Americano porque para eles não justifica o custo de se desenvolver um motor do zero.
A Europa não ter desenvolvido aeronave de 5ª ou 6ª geração é muito mais uma questão de custo vs. necessidade percebida até ante-ontem, do que incapacidade tecnológica.
E eu ainda prefiro levar um Rafale, Typhoon ou Gripen para um combate do que um Su-57/35 da vida.
Acho tudo depende da missão que vc vai executar né amigo? Não vamos esquecer que a Scania voadora dos Russos (Su-35) provou o seu valor na Ucrânia. Essas palavras não são minhas mas sim dos pilotos ucranianos que enfrentaram ele nos céus colocando sua alma à prêmio. Então, querendo ou não, temos que dar algum crédito ao ônibus voador.
Fica difícil avaliar o Su-35 através da péssima atuação da Rússia nos céus da Ucränia. Nunca se sabe direito se é incapacidade da plataforma, péssimo treinamento, falta de uma doutrina realista ou uma combinação desses fatores.
Os aviões russos ainda não se provaram contra aviões mais recentes (inclusive de 4a geração). A Ucrânia usa sukhois antigos e migs (mais antigos ainda), f-16 antigos (que todo mundo ficou rindo quando a argentina comprou, são literalmente os mesmos aviões – eu não ri não, dei parabéns, fico feliz por eles, achei uma boa compra dentro das condições) e mirage 2000. o único lugar que sukhois mais novos estiveram à prova foi na…. venezuela. mas desconheço que eles sequer tenham tomado conhecimento do que tava acontecendo. aliás, eu achava que não ia chegar a tanto e me enganei tremendamente.… Read more »
Incrível a bajulação pelos EUA, China já deu um chute no traseiro dos EUA, fato!!
Nem os chineses acham isso, basta ver a imprensa local.
Li um artigo que diz que irão priorizar a produção do J-35. Ao mesmo tempo em que após ultrapassar mais de 300 unidades do J-20, sua produção será desacelerada e sua versão de dois assentos, o J-20S aumentará.
O J20 é ponta de lança para os Chineses, ele é tão importante que não é exportável e os Chineses nem se atrevem a criar uma versão de exportação inferior, a muito já é dito que a quantidade de J20 já superou a casa das 300 unidades, ele deve seguir pelo caminho que os EUA não conseguiu alcançar com o F22 as 700 unidades, o J20 deve ir para casa das 1K de unidades.
Coerente, com o tamanho da população chinesa.
O tamanho de uma força aérea tem mais a ver com o tamanho do território, PIB e ameaças percebidas.
Esqueceu do Brasil né que no nosso caso a FAB tem tantas aeronaves quanto a própria gestão de recursos da FAB permite. Sim vimos que a força está se movimentando para mudar isso mas a verdade é que as mudanças implementadas tem efeito muito lento e a força vem encolhendo…
Se o J-10 já deu um soco daqueles na força área indiana, imagine estes vetores mais modernos.
Isso é menos na qualidade do avião (que não é ruim), e mais em integrar AWACS com os vetores e munições (coisa que a Índia dormiu totalmente no ponto).
Em termos de beleza, está na frente entre os de quinta geração, se é superior aos outros em combate, talvez nunca saibamos…
SU-57 e F-22 são bem mais bonitos na minha opinião. J-35 parece uma versão magra do F-35.
Eu acho os apelidos Fat Amy (F-35) e Slim Amy (J-35) – que alguns usuários usam para denominar os dois em discussões sobre design externo – títulos muito pertinentes, hahaha.
Em breve na forca aérea paquistanesa!
Seria o 5G ideal para o Brasil.
America do sul tem dono,já avisou que não vai aceitar nada no seu quintal de origem russo ou chinesa.
Manda quem pode,obedece quem tem juízo.
Discursinho emm..então a China vai abrir mão do porto de Chancay, após investir bilhões, facilitar o escoamento de produtos, inclusive brasileiro, pq um laranja com os dias contados (idade) falou?
Segundo algumas noticias os primeiros devem chegar mesmo até o final de 2026…
Deixem os gripens e f16 de lado, além de terem peças de quem é hostil ao Brasil, esse aí é de quinta geração.
Acorda … cada potência vai defender o seu interesse, não tem ninguém bonzinho nessa história. Se nao fosseno financiamento através do FMS nem força armadas teriamos.
Realmente, porém, se não fosse pelo FMS muitas nações teriam comprados equipamentos Chineses e Russos pelo custo beneficio.
Na cara não para não doer… Sensacional o seu comentário
Na verdade pela falta de opção.
Sim, mas está isso foi no passado, quando a China era outra, não tinha dinheiro nem uma capacidade de desenvolvimento maís ágil e eficiente como agora, e com fundamentos técnicos e econômicos para avançar mais que o ocidente.
Hoje o financeiro em Yuan é mais barato e acessível. E são o destino do agro, petróleo e minerais brasileiros.
Sim, vamos ficar ainda mais dependentes da China. Excelente estratégia.
Tem galantia ?
Sim, o seu céleblo!
uiiiii quanta educação.
Incrível como os chineses avançaram muito tecnologicamente!
Entre dois impérios gostaria e sei que meus devaneios jamais se tornarao realidade, que o Brasil fosse absolutamente independente. Na impossibilidade fico com ” o menos pior aqui de cima”. Mas é inegável a inteligência desses caras. Copiaram na cara dura e aprenderam a fazer. Na hora em que dominarem totalmente o processo industrial e tecnológico como a fabricação dos chips e das máquinas de litografia já era. Ponto pra Deng shiao Ping e sua turma. A continuar na linha do camarada Mao seria hoje uma Cuba com bomba atômica. Fica a questão. Kissinger, Nixon e todo aquele esgoto não… Read more »
O “menos pior” interferiu e prejudicou inúmeras vezes o Brasil kkkkkkkkkkk que tipo de lógica foi essa?
Lógica de hollywood e CNN
Você já reclamou das sobretaxas da China na carne brasileira hoje?
Para Nixon e Kissinger, na época era melhor isolar a URSS, que era a bola da vez, ao mesmo tempo em que tinham liberdade de ação no Vietnã para conseguirem encerrar a Guerra. Não havia a menor percepção de que a China, eternamente mergulhada em problemas internos, se tornaria uma competidora. Então os EUA fomentaram o crescimento Chinês ainda mais em governos subsequentes.
Realmente, China está avançando muito rápido.