Força Aérea do Paquistão testa com sucesso míssil de cruzeiro Taimoor
Taimoor
A Força Aérea do Paquistão realizou com sucesso o teste em voo do Taimoor Weapon System, um míssil de cruzeiro ar-solo desenvolvido localmente, marcando mais um avanço relevante nas capacidades aeroespaciais e de defesa do país.
De acordo com o comunicado oficial, o míssil Taimoor possui alcance de até 600 quilômetros e é capaz de atingir alvos terrestres e marítimos com elevada precisão, transportando uma ogiva convencional. O sistema conta com navegação e guiagem de última geração e foi projetado para voar a altitudes muito baixas, característica que aumenta sua capacidade de evasão de sistemas de defesa aérea e antimíssil inimigos.
A Força Aérea paquistanesa destacou que a capacidade de ataque de precisão do Taimoor reforça significativamente a dissuasão convencional e amplia a flexibilidade operacional da PAF, contribuindo para o fortalecimento da postura defensiva nacional em um ambiente regional cada vez mais complexo.
VÍDEO: Força Aérea do Paquistão testa o míssil Taimoor
O teste foi acompanhado por oficiais superiores das Forças Armadas do Paquistão, além de cientistas e engenheiros envolvidos diretamente no desenvolvimento do armamento. Segundo a PAF, o sucesso do ensaio demonstra o grau de maturidade técnica, inovação e autossuficiência alcançado pela indústria de defesa do Paquistão.
O chefe do Estado-Maior da Força Aérea, Zaheer Ahmed Baber Sidhu, parabenizou as equipes técnicas e operacionais pelo resultado. Em declaração oficial, ele ressaltou o profissionalismo, a dedicação e o compromisso dos envolvidos no fortalecimento das capacidades defensivas do país.
O comandante reafirmou, ainda, que conquistas como essa refletem a determinação nacional em alcançar a autossuficiência tecnológica e manter uma dissuasão convencional crível, alinhada aos desafios do atual cenário de segurança regional. Segundo a PAF, o teste bem-sucedido do Taimoor evidencia a busca contínua da força aérea por prontidão operacional, superioridade tecnológica e proteção dos interesses estratégicos do Paquistão.■

Que demonstração fálica do poder paquistanês… Bitelo de míssil.
Toimoorrendo de medo até.
Mas queria que algo assim fosse para a frente no Brasil.
Só achei curioso que o Paquistão ainda utilize o Mirage. Achei que ele já tinha sido aposentado por lá.
Só o Brasil que não tem, a maioria está voando pelo mundo e sendo utilizado em guerras de verdade.
Que me consta, dos mais de 1.400 Mirage III e variantes construídas, os do Paquistão são os únicos em operação no Mundo, e são menos que 100.
Então está beeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee(…)eeeeeeeem longe de ser a maioria.
Lembro quando o pessoal começou a cogitar, para a FAB, as unidades da versão 2000-9 pertencentes aos Emirados Árabes.
Estavam com baixíssimas horas de voo e seu pacote de atualização é dos melhores da linhagem dos Mirages.
A FAB não se interessou formalmente. Talvez seja trauma do alto custo de manutenção da outra versão 2000 que tinha adquirido.
Não. Era a vontade de ter uma aeronave nova mesmo.
Sim. Foi com eles que a FAB decidiu que aeronaves usadas, como espinha dorsal, nunca mais.
Decisão acertada.
Os que ainda operam em vários países são as variantes do Mirage 2000. Esses do Paquistão são Mirage III, da mesma linhagem dos que operaram no Brasil de 1972 até 2005. E esses Mirage III paquistaneses são os últimos do mundo.
Agora com o Tio Sam, fazendo arruaça e querendo tomar o nosso quintal, não é possível se o avtm 300 não vai para frente, nada como um “vizinho encrenqueiro” para nos estimular e prepararmos para a briga!
Lá por 2060 ele entra em operação
Ano que vem farão 60 anos de uso do Mirage III na PAF.
o míssil errou,mas parabéns ao Paquistão,pois não temos nem maquete para lançar e agora os hipócritas do ParTido querem bomba atômica,só rindo desse desgoverno.
Não acho que errou. O erro circular provável nesse tipo de arma é nessa proporção. Se fosse um míssil operacional (com cabeça de combate), os danos ao alvo estariam garantidos.
Chola nenem
Você está bastante equivocado, em todas as afirmações do seu texto.
Fala “ispicialista” o que falei de equivocado?
Eles mantem os Miragem como aviões de treinamento e plataforma de testes, se não me engano são no 7 Squadron eles tem algumas unidade do Mirage III Rose I, já no 25 e no 27 Squadron eles tem Mirage 5 Rose II.
Mas a maioria já está sendo substituído pelo mix J17 e J10.
Realmente não tem caça mais belo que o Mirage, o bicho é fotogênico em qualquer ângulo, que avião extraordinário!
Concordo.
O Mirage está na lista de aeronaves que conseguem ser bonitos até virado do avesso, junto com o BF-109, Zero e outros.
Menos…
O Paquistão correndo atrás de tirar o atraso em relação à Índia!
Tentando entender como ainda utilizam um Mirage III nesses tempos….
Tem uma outra matéria aqui no Aéreo sobre uma extensa modernização que os paquistaneses fizeram nesse avião o tornando ainda relativamente moderno e eficiente.
Em relação ao míssil dessa matéria, com alcance de 600km creio que, mesmo que este Mirage não seja comparável a vetores de ultima geração, ainda pode ser bem útil como plataforma lançadora.
O Dassault Mirage III/5 do Século XXI: O ‘Projeto Rose’ da Força Aérea do Paquistão – Poder Aéreo
Tem entrevista de piloto do Mirage lll Rose no YouTube. O Piloto explicou que o Mirage lll é para eles apenas uma plataforma de entrega de armas guiadas, principalmente as do tipo Stand-Off. Ele reabastece (Revo) em algum ponto, chega apenas perto o suficiente para realizar a entrega do armamento, e saí fora. O armamento que segue na fase final. Ele tem o papel que nosso AMX teve aqui. Sobre como eles ainda operam… Eles compraram células e insumos de (novos/usados) mundo afora, durante os anos 80/90/00. Compraram inclusive, motores 09C fechados na caixa (0 horas). Com certeza isso teve… Read more »
Poderia ser disparado por um C390
JF-17 melhor opção para substituir nossos A-1. Manda 45 (com missil PL-15 tb) alem desse missil de cruzeiro.
Se o Paquistão tivesse feito o JF-17 com opção para motor ocidental além do motor Russo, venderia igual água pois já vem com arquitetura aberta para o cliente poder mexer nele como quiser
Quen não conhece turbina russa é galera jovem, nenhum problema para os mecânicos 50±
Bem que poderíamos ter vendido nossos Mirrage-III “C” e “D” para eles, juntamente com os motores extras que, dizem, nunca foram usados. Por mais barato que fosse, colocaríamos alguns trocados no bolso da FAB e os paquistaneses que se virassem com ele.
.
Além disso, também poderíamos vender a eles os Mirage-2000 para que pudessem treinar como se estivessem enfrentando Mirages indianos, pelo menos na arena WVR.
Nunca tivemos Mirage IIIC. Tivemos Mirage IIIE, versão ‘EBR’ e IIID, versão ‘DBR.’
Desconheço o papo de motores extras que nunca foram usados. Na minha cabeça isso é um absurdo de proporções surrealistas que deixariam Dali arrepiado até o pescoço.
E uma quantidade tão pequena de Mirages 2000 seria difícil de gerar algum interesse. Ainda mais precisando passar por revisão cara antes da entrega. E com a India tentando (e conseguindo posteriormente) vender os Rafale para os Indianos, duvido que autorizassem a venda dos 2000C para o Paquistão.
De onde o caboclo criou essa lenda de “motor zerado na caixa”…
LSD
Fonte: Revista Asas, Ano I, Nº 3 – Outubro/Novembro de 2001 – Página 55
Reportagem: Cláudio Lucchesi
———————————————————————–
Segundo o Tenente Coronel-Aviador José Eduardo Portella Almeira, “…alguns motores mal chegaram as 200 horas de voo…”
.
Ou seja, praticamente novos.
2001. Eu estava lá. Não lembro dessa história não.
Parabéns pela fonte Fábio
Tem um militante alucinado,dizendo que o Bolsonaro iria comprar F18 no lugar dos Gripen a mando do Trump,o que essa gente toma,rs.
Militante ou não, eu não duvidaria dessa.
O grau de submissão desse elemento “patriota” e sua trupe é total.
O energúmeno faria qualquer coisa que o chefe (parafraseando um dos seus filhos) mandasse.
Então a intromissão do lula no FX 2 em 2010, anunciando o RAFALE como escolhido, sem a decisão da FAB, seria o que?
Ali foi uma situação pra lá de atípica.
Vergonhosa bem da verdade.
Acompanhado de seu parça (com mesmo perfil e histórico prisional diga-se de passagem) anunciou o Rafale como vencedor em pleno palanque de 7 de Setembro.
Provavelmente influenciado pela “garrafinha de água” batizada que frequentemente o acompanhava.
Decisão correta da FAB que bateu o pé anunciou posteriormente a escolha do Gripen
E não foi submissão então???
Acalme-se.
Não estava defendendo o atual Chefe de Estado.
Muito pelo contrário.
estou calmo, meu guri.
Foi também Pablo. Para mim ambos são péssimos.
Corina machado diga, Trump é viciado em aspirinas dizem as fontes.
Vc saber que a turbina do Gripen e made in eua e que vários componentes são americanos…o F18 para controle da amazonia azul seria bem mais eficaz.
Bem mais eficaz em que sentido?
No segundo mandato ou no segundo reinado, ou segundo golpe?
Nao era a Dilma que queria o F18 por política?
Caraca, mirage 3 ainda voam!
Foi uma dificuldade que eles tiveram no último conflito. Apesar do sucesso no ar-ar, no ar-terra (e terra-terra) a Índia foi muito longe sem muita dificuldade.
Quem sabe faz, quem não sabe compra “ToT”
Claro. Até porque se o cara não sabe, ele precisa de uma ToT para aprender mesmo. Mas se já sabe, contrata ToT pra quê? Não entendi seu comentário.
Acho que está bastante claro, quem investe, se capacita e cria as tecnologias necessárias; faz.
Do contrário, compra-se Tot.
Você não entendeu. Quem investe, se capacita e cria tecnologias, pode criar outras, em menos tempo, com ToT, ainda mais se mantiver o investimento feito no programa. Gera resultados expressivos. Vida a sua amada Embraer e seus e-jets. Tecnologia desenvolvida após conhecimento adquirido via ToT. Hoje é simplesmente a terceira maior fabricante de aeronaves do Mundo. Viu como a Embraer é admirável? Gera bastante lucro para o país, inclusive. Esse papo de vender produto de alto valor agregado é muito bom. O ideal, ainda mais para um país em desenvolvimento, é justamente investir em ambos, aplicando o conhecimento adquirido em… Read more »
Tenho orgulho de ver as fotos da rapaziada montando os caças no brasil , nenhum problema com isso.
Força Aérea Brasileira: ainnn, não consigo manter esses Mirage 2000.
Força Aérea Paquistanesa: HA!
Não conseguiu nem manter o AMX que é parcialmente projetado e fabricado no Brasil. Alias a publicidade da época dizia que 30% das peças do motor seriam fabricadas no Brasil pela CELMA
A FAB não quis manter os Mirage 2000 pra forçar a decisão no FX-2. Você não sabia disso?
Nery, pode-se aplicar o mesmo raciocino ao AMX, ou seja, optou-se por não estender mais a vida útil da aeronave para forçar uma decisão sobre a expansão das encomendas do Gripen (ou de outra aeronave)?
Não. O caso do A-1 são os motores. Já foi mais que discutido isso aqui.
Grato pela resposta.
De fato, quando você vê a história do AMX não pelo lado brasileiro, mas italiano, a AMI teve dificuldades para manter a aeronave.
Em 2010 eles já aposentaram a maior parte da frota e o Spey era um calcanhar de Aquiles. Mesmo nos anos 90 a AMI aterrou a frota por duas vezes por culpa da motorização.
Eu imaginei que no caso brasileiro a FAB por ser a última operadora do modelo (a AMI encerrou ano passado a operação) pudesse ter estocado suprimentos para o A-1 a exemplo do que o Paquistão fez com o Mirage-III.
Não deu muito certo, você sabia disso?
Acho que deu. A anta decidiu pelo Gripen.
Foi ela ou a FAB? Lembro que falavam que ela queria o f18, so nao foi por causa d espionagem, procede?
A FAB, mas precisava da assinatura dela. Sim, o caso da espionagem pesou.
Quantos anos depois da aposentadoria do M-2000?
Que diferença faz? Creio que você não entendeu: enquanto o Mirage 2000 voasse, não haveria decisão pelo Gripen.
Um míssil para brasileiro morrer de inveja
Que fim levou aquele míssil brasileiro de cruzeiro, que a FAB estava testando há um tempo atrás? Se não me engano tem até uma foto dele em um F-5 no pilone central. Não me recordo do nome agora… Teve até matéria aqui no blog sobre..
Está como o projeto da mi ha casa de praia, uma naquele que as vezes mostro pra imprecionar algum cunhado.
Se nao me engano, o MICLA
O MICLA-BR da FAB é baseado no AV-MTC.
Ambos os projetos estavam sob responsabilidade da AVIBRAS.
O segundo estava mais adiantado e já teve seu primeiro disparo real efetuado.
O primeiro, foi apresentado de que estavam nos ensaios aerodinâmicos. Mas já fazem 5 anos.
O COMAER sempre tratou o projeto do MICLA como prioridade e estratégico.
Provavelmente seja repassado para a SIATT, assim como o MTC, uma vez que ambos os projetos tem como PI o Estado.
tomara que vá para frente, seria um bom UP no arsenal da FAB
Pra mim, a mac jee deveria adquirir a propriedade desses misseis, se possível, assim como fez com o piranha e o outro
Pode ocorrer.
O relacionamento da FAB com a MacJee é maior, principalmente agora devido ao programa RATO e o apoio na continuidade do programa VLM que, em teoria, vai assumir o projeto do motor S-50. Não está formalizado mas é a tendência.
A SIATT tem mais experiência na produção de misseis mas, devido ao compromisso da primeira empresa com a FAB em programas não previstos, receba mais este projeto.
Vai ter que acertar isso com o EB também. Se for o MICLA é preciso ir também o MTC.
Mas e ai, fizeram esse míssil de cruzeiro, com Tot, ou sem Tot?
Paquistão que já comprou míssil de n´so agora faz um míssil de cruzeiro, uma vergonha pra nós, quanto ao míssil, tem sensor IR que ajuda na hora do ataque
Paquistao não tem vergonha de ser parceiro da China, sai lucrando, e usa avião americano também