Eve Air Mobility realiza com sucesso primeiro voo do protótipo de seu eVTOL
- Marco representa um avanço significativo, valida arquitetura da aeronave, controles fly-by-wire e sistema de propulsão integrado
- Centenas de voos planejados em 2026 para ganho de conhecimento rumo à certificação
GAVIÃO PEIXOTO, SP, 19 de dezembro de 2025 – A Eve Air Mobility (Eve) (NYSE: EVEX, EVEXW; B3: EVEB31), companhia dedicada ao desenvolvimento de soluções para o mercado de Mobilidade Aérea Urbana (UAM, na sigla em inglês), incluindo uma aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL, na sigla em inglês), concluiu o primeiro voo de seu protótipo não tripulado em escala real na unidade de testes da Embraer em Gavião Peixoto, em São Paulo.
O voo inaugural marca o início da fase de testes em voo e confirma a integração de sistemas essenciais da aeronave, como o conceito de fly-by-wire de quinta geração e os rotores dedicados exclusivamente ao voo vertical. A empresa realizará centenas de voos após o voo pairado de hoje (hover flight), expandindo gradualmente o envelope para a transição para voos totalmente sustentados pelas asas (wingborne flight) ao longo de 2026.
“Hoje, a Eve voou. Este é um marco histórico para nossos colaboradores, clientes, investidores e para todo o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana”, afirma Johann Bordais, CEO da Eve. “Este voo valida nosso plano, executado com rigor para entregar a melhor solução ao mercado. Conseguimos capturar informações cruciais que nos permitirão avançar com segurança e confiança no caminho até a certificação”.
A Eve produzirá seis protótipos certificáveis para conduzir a campanha de testes em voo com foco na certificação da aeronave. A empresa segue trabalhando em colaboração com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), autoridade primária do eVTOL da Eve, para avançar na regulação e no processo de certificação. A expectativa é alcançar a certificação de tipo, realizar as primeiras entregas e iniciar a operação comercial em 2027.

“Testamos nossas leis de controle, verificamos a integração dos oito rotores sustentadores e avaliamos o gerenciamento de energia, a resposta dinâmica da aeronave e o ruído externo”, afirma Luiz Valentini, Chief Technology Officer da Eve. “O protótipo se comportou exatamente como previsto pelos nossos modelos. Com estes dados, ampliaremos o envelope da aeronave e avançaremos para o voo de transição sustentado pelas asas de maneira disciplinada, aumentando para centenas de voos ao longo de 2026 e construindo o conhecimento necessário para a certificação de tipo”.
“Este voo dá um sinal verde para avançarmos no que realmente importa para os operadores: confiabilidade, eficiência e simplicidade”, destaca Jorge Bittercourt, Chief Product Officer da Eve. “Validamos elementos críticos, desde nossa arquitetura de rotores sustentadores até a mecânica de voo da aeronave, e agora seguimos para a fase de testes em voo com foco em evoluir a maturidade do produto”.
As próximas etapas do programa incluem a expansão progressiva do envelope da aeronave, transição para o voo de cruzeiro sustentado pelas asas fixas e continuidade do trabalho conjunto com a ANAC e outras autoridades certificadoras e validadoras, como a norte-americana FAA e a europeia EASA.
A Eve se beneficia dos 56 anos de experiência da Embraer em projetar, certificar, fabricar e entregar aeronaves de última geração, além da presença global da companhia em serviços e suporte pós-venda. A Eve mantém seu foco na segurança, simplicidade e despachabilidade operacional em escala.
Sobre a Eve Air Mobility
A Eve se dedica a acelerar o ecossistema de Mobilidade Aérea Urbana (UAM). Beneficiando-se de uma mentalidade de startup, apoiada por mais de 50 anos de experiência aeroespacial da Embraer e com foco singular, a Eve está adotando uma abordagem holística para o progresso do ecossistema de UAM, com um projeto avançado de eVTOL, uma rede global abrangente de serviços e suporte e uma solução exclusiva de gerenciamento de tráfego aéreo. A Eve está listada nas Bolsas de Valores de Nova York (EVEX; EVEXW) e de São Paulo (EVEB31), onde suas ações ordinárias e bônus públicos são negociados. Para mais informações, visite: www.eveairmobility.com.■


Um vetor de transporte destes vai ser bem útil num lugar congestionado como NY, LA, Londres. Em lugares sem sérios problemas de locomoção, fico na dúvida se será viável economicamente.
Então precisamos disso operando em Niterói para ontem heheheheh
A barca será outra!! 😀
Esse vai ocupar o espaço do antigo AeroBarco (que era uma diversão!), que era para os que podiam pagar mais caro pela travessia 😛
Já atravessei a Guanabara de helicóptero e se o eVTOL voar como, prefiro o trânsito da ponte…
Cara, para quem já ficou na subida da ponte com ela fechada, e para quem já pegou quase 4 horas parado na ponte por causa de acidente, eu prefiro até que me coloquem em uma catapulta da antiguidade e me arremessem para o outro lado com um paraquedas. Um eVTOL vai ser chuchu beleza.
Santos x Guarujá ainda sem túnel, mas depois, Santos x Congonhas
Logo os céus também estarão congestionados, restando somente o teletransporte.
Mercado vai ter, mas não vai ser para qualquer um. Um tipo de negócio que vai ter é tipo um serviço de táxi aéreo entre o aeroporto e os centros das cidades e quem tem dinheiro vai pagar fácil para fugir de trânsito pesado!
Um evento importante e nenhum vídeo. 🙄
Como diria me querido avô: antes tarde do que nunca! Bora Embraer! Acelera esse troço aí!
Na minha opinião esse conceito não vai pegar, o tempo vai dizer.
Acho que pega. Mesmo que seja um nicho de transporte urbano.
Acho que quando ouvir interesse militar, ai pega.
Já há interesse militar. A Embraer já tem um acordo com a BAe Sistems para estudar aplicações militares do Eve!
Não é uma ou duas empresas, mas um setor inteiro movendo-se nessa direção.
Acho que um negócio que pega também é a falta de ruído e toda a questão ESG envolvendo também outros tipos de poluição além da sonora, países chatos com essas questões como na Europa, Japão etc provavelmente serão mercado pra esse tipo de produto.
A questão da falta de barulho tbm seria interessante pra operações militares especiais na minha cabeça, vi uns caras dizendo que tinham versões do UH-60 com ruído diminuído pra isso, sla como fizeram nesse caso, mas um desses foi usado pra matar Bin Laden.
acho que pega, ele não foi feita pra maioria, é pra rico chegar mais rápido no aeroporto, e depois sair do aeroporto e chegar mais rápido no comprmisso. fora que é eletrico, muito mais economico de operar e manter, tem a aplicação militar, vai poder levar uns hellfire, até uns Javelin, Spike, Drones kamikaze, foguetes guiados a laser. vai ter de tudo um pouco pra ele usar como um heli
A projeção é que seja 6x mais barato por passageiro que helicópteros.
Lembrando que não é a FAB que está de olho no Eve e sim a MB…pelo menos no campo do estudo de viabilidade de emprego
Uma versão militar armada teria muita aplicabilidade nas Forças.
Será que está nos planos versões armadas?
Existe estudo para uso policial…militar não vejo muita vantagem
Pra forças especiais a diminuição do ruído é interessante
Se não me engano a a BAe estava ou está interessada em explorar essa possibilidade
RJ só se interessa se puder ser altamente blindado e tiver seguro contra furto/roubo.
Posso imaginar!!
RANKING DAS 50 CIDADES MAIS VIOLENTAS DO BRASIL Fonte: Anuário Brasileiro de Segurança Pública (Base 2024/2025) Indicador: Taxa de Mortes Violentas Intencionais (MVI) por 100 mil hab. 01. Maranguape (CE) 02. Jequié (BA) 03. Juazeiro (BA) 04. Camaçari (BA) 05. Cabo de Santo Agostinho (PE) 06. São Lourenço da Mata (PE) 07. Simões Filho (BA) 08. Caucaia (CE) 09. Maracanaú (CE) 10. Feira de Santana (BA) 11. Itapipoca (CE) 12. Sobral (CE) 13. Sorriso (MT) 14. Porto Seguro (BA) 15. Marituba (PA) 16. Teófilo Otoni (MG) 17. Santo Antônio de Jesus (BA) 18. Itaguaí (RJ) 19. Queimados (RJ) 20. Santana… Read more »
BAESystems já tá pensando nisso
Até pq isso aí não faz o menor sentido para a FAB. A não ser que queiram inventar moda com o GTE…
Não dá idéia… Senão esses negócios vão estar desfilando pelos céus de Brasília. Até Senado e Câmara vão comprar uma frota própria.
Manifestantes vão correr para o mercado negro para comprarem Iglas…
GTE vai amar, vão fazer um heliponto pertoda praça dos tres poderes, em minutos tu sai ou entra no aeroporto
Além de forças especiais, o fato de ter menos ruído e vibrações (por ser elétrico) torna interessante para funções de MED VAC e SAR/C-SAR
Parabéns à EVE por este voo!
Notei que o protótipo não tem rodas, como fotos de divulgação anteriores mostravam.
A configuração com rodas será a final.
Parabéns pra Embraer. Mas sou do grupo dos céticos. Vejo com mais como um ‘hype’ esses carros voadores, igual esse boom artificial dos carros elétricos, com muitas montadoras já abandonando o 100% elétrico e voltando atrás nos planos futuros. Se colar, vai ser um nicho muito, mas muito específico esses carros voadores.
Eu vejo da seguinte forma. Carros elétricos tem um problemão em matéria de infraestrutura por aqui. São carros legais e tudo mais, mas onde ‘abastecer?’ Ainda tem poucos eletropostos, e a maior parte dos prédios e residências por aqui é antiga. Prédios então é sempre uma confusão na hora de pintar uma parede em área comum, imagina bancar a instalação de um carregador desses por vaga? E isso quando o prédio tem vaga fixa. Ao mesmo tempo para carregar na rua, o processo é demorado, ainda dependendo da velocidade do carregador, seja na parede, seja no veículo. Eu não tenho… Read more »
Amigo Leandro, tudo bem? Outra coisa que me deixa meio reticente é como é difícil combater um incêndio de um carro elétrico, por exemplo tem um vídeo no YT que mostra um caso de carro nos EUA que os bombeiros tiveram que atuar 6 ou 7 vezes (a última quando ele já estava em cima do reboque) – as baterias podem queimar apenas por alta temperatura, não precisam de O2 – e se isso ocorrer num estacionamento de um prédio, pior se for subterrâneo, e tiver vários carros elétricos juntos…não vai ser nada fácil combater esse incêndio.
Fala Luciano! Tudo beleza, bicho. Espero que com você também. Tem esse problema aí do fogo nas baterias. Mesmo que não seja algo comum, ainda é algo em que protocolos de combate à incêndio tem que ser revisados. O ideal seria que uma nova tecnologia na fabricação de bateria surgisse e que mitigasse ou resolvesse esse problema. Da mesma forma em que se espera que novas bateria aumentem a eficiência (e consequentemente alcance) energética desses veículos. Claro que ainda é uma ciência razoavelmente nova, então acho que tem muita coisa para acontecer ainda. Isso tudo acontecendo, e baratear o V8… Read more »
Mas sinceramente o que muda desse carro voador pra um helicóptero? Se pegar um helicóptero e colocar motor elétrico, bateria e um sistema autônomo de vôo temos a mesma coisa, francamente… Basicamente é reinventar a roda só que agora ela é mais redonda? Não faz sentido nenhum. Faço até analogia com a Inteligencia Artifical, sempre existiu IA na computação, pois nada mais são que modelos matemáticos aplicados, uma hora a bolha estoura. Enquanto tem gente comprando a idéia e financiando o dinheiro vai girando…
Ser você acha igual a um helicóptero, então deve achar que patinete e SUV também sejam a mesma coisa!!!
Claro, tirando o fato que o helicóptero e o ‘eVtol’ decolam e pousam na vertical, carregam pessoas, precisam de local “preparado” para pouso, mas vou jurar que são coisas completamente diferentes só por que um é motorização elétrica, tem um design bizonho por que é moderninho e ta no hype.
Uma coisa que me preocupa é que existem muitos projetos atualmente de empresas sem nenhuma experiência no ramo aeronáutico, muitas só foram criadas pra isso, pelo que vejo a Certificação num padrão mundial ainda não está no nível que seria ideal p/ um meio aeronáutico, então há um risco nada desprezível que aconteçam vários acidentes c/ esses aparelhos e isso pode manchar a reputação desse novo meio de transporte, afetando projetos sólidos e seguros c/ esse da Embraer.
Luciano, dá uma olhada em um vídeo recente do Scott Manley, em que ele efetivamente pilota um protótipo de eVTOL. É absurdamente interessante, porque é totalmente diferente de pilotar, seja um avião ou helicóptero.
Valeu pela dica, amigo. Vou procurar pra assistir.
É bom lembrar que desde o início ele foi projetado p/ poder operar de forma autônoma, p/ o transporte de passageiros isso levará algum tempo até se mostrar seguro e as pessoas aceitarem a ideia de voar sem ver um piloto no comando, mas p/ uso militar ou de cargas isso poderá ser implantado de forma bem mais rápida. Operando de forma autônoma creio que tenha um potencial considerável p/ realizar evacuação de feridos em combate e ressuprimento de tropas em zonas de alto risco.
Os americanos estão testando esse tipo de aeronave autônoma pra ser um porta drones, tanto pra recon, quanto pra ataque, ai poderiam operar por exemplo um drone como o Switchblade 300/600 pra esse tipo de operação de ataque/recon
Imaginem esses bichos chrios de milionário no interior sobrevoando ps mortos fim nados por milicianos e traficantes dos PCC? O “tiro ao EVE” vai virar esporte! 🤦
Reza a lenda que o Presidente Americano estava em um desses quando caiu em Nova Iorque. Mas tão dizendo que vão soltar o Snake Plissken para ir lá pegar ele! Será que é sério!?!
A Embraer entra definitivamente no setor de drones e certamente seu setor de defesa , a embraer defesa & segurança, absorverá conhecimentos da EVE para desenvolvimento de drones militares. Quer ISR ,quer de ataque. Estive pesquisando sobre o lado militar da Embraer e é impressionante : Trabalha com os 3 ramos das FAs, em projetos pra lá de estratégicos: Com a FAB :caças, cargueiros multimissão, aviões de vigilância aérea, integração de avionicos, sensores e armas. Com o EB : Radares móveis M20, M60 II, M200 vigilante, M200 MM AESA ( Projeto estratégico com financiamento da FINEP de cerca de R$… Read more »
Para pilotar esse tipo de veículo vai precisar de brevê? Não vai ser barato ter um e as licenças ainda vão ter que ser regulamentadas o que quer dizer que novas regras e exigências ( o que é natural pois envolve segurança) , novas taxas e novos impostos.
Mas voei o simulador do Evtol. É muito fácil pilotar. Eu não tenho brevê e pilotei numa boa. Com pouco treinamento ser voa ele numa boa. Mas com certeza algum tipo de licença será requerida.
A weg e a embraer não são desse planeta.
A WEG não é sócia no negócio.
Mercado, volumes, concorrentes, aplicações, tempo, margens, lucros, inovação…tudo isso está disponível na internet. Basta perguntar.
Mas não. Vou ali ver o mar e quando volto leio esse festival de birutices.
Tá certo?
Off – O avião agrícola Ipanema 203 recebeu a certificação para operar no Paraguai!
https://www.embraer.com/media-center/pt/?mediatype=Not%C3%ADcias&detail=23793-Ipanema-203-recebe-certifica%C3%A7%C3%A3o-da-Dire%C3%A7%C3%A3o-Nacional-de-Aeron%C3%A1utica-Civil-do-Paraguai
Muitos se referem à ele como carro voador, que eu acho um termo pouco adequado, pois não o vejo como um substituto direto do automóvel mas sim do helicóptero. Além de reduzir a poluição química, também tem a vantagem de reduzir em muito a poluição sonora produzida pelas asas rotativas dos helis. Em um programa do Datena, alguns anos atrás, um piloto disse que ao final de carreira, muitos chegam à perder de 20-30% da capacidade auditiva, devido aos anos expostos aos sons dos helicópteros. Será caro no início e tem a desvantagem de menor autonomia, mas se der certo,… Read more »
Seria interessante um ambiente de negócios que favorecesse múltiplos concorrentes, como aliás é no exterior, mas aqui sabe como é que é, só pode ser for…
Pode ter múltiplos concorrentes, o EVTol da EVE será o melhor!!!
Não é a toa que já é o que tem mais pedidos e cartas de intensão!
Segue a listinha de possíveis concorrentes:
https://evtol.news/aircraft
Lista enorme, mas a grande maioria não irá pra frente. Muitos são propostas apenas, outros são de start-ups se experiência em desenvolvimento e certificação. Muito são conceitos sem nexo e sem potencial.
Então apesar de ser uma lista enorme, na prática, apenas um punhado tem potencial para ser um produto real, certificado, industrializado e com sucesso no mercado.
Então vamos ver o que o futuro aguarda.
Off topic, mas nem tanto:
Olha a água no chopp que a concorrência tem pra mostrar:
(https://www.flightglobal.com/aerospace/bristow-praises-all-electric-cx300-after-norway-beta-test-programme-hits-100-flights/165763.article)
O CX300 é uma aeronave de pouso/decolagem convencionais.
Para o público leigo, tudo parece a mesma coisa, mas não tem comparação.
O propósito do primeiro voo do eVTOL da Eve foi coletar dados e validar a integração, bem como as leis de controle, especificamente na fase de pouso/decolagem vertical.
Isso é bastante diferente do CX300, que é uma aeronave convencional, do tipo das que voam há décadas.
O CX300 é uma aeronave totalmente elétrica, mas como você mesmo disse: “Para o público leigo, tudo parece a mesma coisa, mas…”
E então, justamente por ser totalmente elétrica, não é “é uma aeronave convencional, do tipo das que voam há décadas.”
Bem, eu não discuto filosofia.
A empresa busca certificação de tipo conforme o Part 23 da FAA, como a de um Cessna 172.
A propósito, o “C” em “CX300” significa “Convencional”.
Off topic, mas nem tanto:
Este eVtol decola na vertical tal qual qualquer helicóptero e faz a transição para o voo horizontal, igual ao MV-22 Osprey e está iniciando os testes do terceiro protótipo:
“…as its “third and final full-scale prototype aircraft,” which will double its current flight test capacity from early 2026.”
(https://www.ainonline.com/aviation-news/futureflight/2025-12-23/final-full-scale-prototype-joins-vertical-aerospace-fleet)
Off topic, mas nem tanto:
eVtol da Joby se exibindo no Dubai Air Show.
Vídeo do eVtol da Joby, que exibe a transição do voo horizontal para o hover, em 2 momentos distintos no vídeo:
(https://www.youtube.com/watch?v=o0qwY_b1qws)