F-39E Gripen da FAB lança míssil Meteor - 2

Confira o vídeo especial que mostra os bastidores do Exercício Técnico BVR-X, realizado em novembro deste ano, em Natal (RN), que marcou um importante avanço para a soberania e o desenvolvimento tecnológico do país ao realizar o lançamento do míssil Meteor pelo F-39E Gripen.

Você vai acompanhar momentos decisivos dos ensaios e entender por que a aeronave e o armamento mais avançados do arsenal da FAB ampliaram de forma significativa o poder dissuasório e a capacidade defensiva do país.

A produção destaca ainda o esforço conjunto de equipes da Base Aérea de Natal (BANT), Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), por meio do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), Instituto de Aplicações Operacionais (IAOP), Grupo Logístico de Anápolis (GLOG-AN), Primeiro Esquadrão do Décimo Grupo de Aviação (1º/10º GAV), Terceiro Centro de Operações Aéreas Militares (COpM-III), Segundo Esquadrão do Sexto Grupo de Aviação (2º/6º GAV) – Esquadrão Guardião, Segundo Esquadrão do Quinto Grupo de Aviação (2º/5º GAV) – Esquadrão Joker, Primeiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (1º/7º GAV) – Esquadrão Orungan, o Terceiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (3º/7º GAV) – Esquadrão Netuno, além das equipes da empresa MBDA, Leonardo, SAAB e Marinha do Brasil.

Vale ressaltar, ainda, que toda a coordenação do Exercício foi realizada pelo Comando de Preparo (COMPREP) e o suporte veio do Comando-Geral de Apoio (COMGAP), com a Diretoria de Material Aeronáutico e Bélico (DIRMAB), o Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP) e o Parque de Material Bélico de Aeronáutica do Rio de Janeiro (PAMB-RJ).

Fique por dentro de todos os detalhes desse marco que consolida a capacidade estratégica que coloca a FAB na vanguarda do poder aéreo mundial.


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zehpedro

Bem bacana a cena dos 4 Gripens voando junto!

Matheus

Só nesse take já tem 1/3 da nossa frota de grispen

José Joaquim da Silva Santos

No meio do vídeo fala que os mísseis foram escolhidos aleatoriamente no estoque, um doce pra quem advinhar o motivo.

Santamariense

Não quero o doce, mas estou curioso pela tua explicação.

Esteves

Escolher mísseis aleatórios demonstra que a integração do Meteor ao Gripen é sólida, confiável e independente de ajustes individuais, mostrando que qualquer míssil de estoque funcionará em combate.

Last edited 1 mês atrás by Esteves
Santamariense

Sim, eu sei, caro Esteves. Eu só pensei que o outro colega é quem não tinha entendido.

José Joaquim da Silva Santos

Vou me limitar a responder que é exatamente o que eu faria e inclusive já tinha pensado a respeito antes mesmo de saber que a FAB adota tal procedimento, palmas pra ela. Mas se quiser pode passar lá na cantina e pegar um na minha conta.

Last edited 1 mês atrás by José Joaquim da Silva Santos
Leandro Costa

É procedimento normal. Amostragem padrão para teste de qualidade de qualquer lote de algum produto.

Se tivesse dado uma resposta direta, teria sido menor que a limitada, mas tenho certeza que ele já sabia a resposta.

Santamariense

Ah, certo. Entendi. Nessa fase do processo de integração, validação, certificação, etc, tanto da aeronave como dos seus sistemas, incluindo suas armas, o procedimento é exatamente esse. Eu pensei que você tinha entendido de outra maneira, mas que bom que entendeu corretamente. Abraço.

Matheus

Sensacional! Que venha mais unidades desta máquina.

Pãozinho Francês

Excelente!!!

Fabio Araujo

Que venham logo a certificação do canhão e do IRIST!

Felipe

Alguém sabe quantos Íris T foram comprados ??? Levando em conta que a frota total de Gripen deverá ficar entre 50 e 60 caças, um segundo lote de mísseis Meteor será necessário.

juggerbr

60? Duvido muito… mas não custa sonhar né…

Camargoer.

Olá Felipe.

Não lembro o número de ìris-T contratados, mas sei que foram 100 Meteor. Eu tenho dúvidas se todos foram entregues. Suponho a FAB irá receber lotes do Meteor para que tenham os sistemas de propulsão, explosão e detectores tenham datas de validade diferentes.

Seria muito ruim se todos os 100 mísses perdessem a validade no mesmo paríodo.

Por exemplo, considere 4 lotes de 25 espaçados 4 ou 5 anos na data de entrega. Significa que quanto o primeiro lote perder a validade e demandar um recondicionamento (se for o caso), existirão 75 misses válidos no estoque

Colombelli

Iris-t foi 2 dezenas

Paulo

A FAB vai querer ficar só com esta opção? Ou vai reativar o programa A Darter, que inclusive já foi homologado pela Africa do Sul. ( inclusive para os gripens deles). Ouvi um boato de que Macjee vai assumir o programa. Tem alguma outra informação?

Camargoer.

ola. O Gripen pode operar o Derby, não sei se ele está com o A-Dsrter.

Paulo

Os gripens da Africa do Sul certamente

Camargoer.

Você tem razão sobre os Gripen C/D sulafricanos.

Paulo

O A- Darter era um programa estratégico da FAB. Houve dinheiro grande, público investido no desenvolvimento dele. Pelo que me lembro, além dos institutos da Aeronáutica, a mectron e a avibras estavam participando do lado do Br, e a Denel pela Africa do Sul. A poucos anos, creio, o desenvolvimento do missil foi declarado concluído. A FAB comunicou isto, já que há dinheiro público investido. Mas a crise da Mectron e da Avibras complicou a coisa. A Siatt agora não pareceu interessada em retomar o projeto. Recentemente foi noticiado que a macjee adquiriu o portfólio e o acervo técnico de… Read more »

Manuel Flavio Vieira

O conjunto do seeker do Iris-T é resistente à DIRCM bem como abrange uma banda de IIR maior que os mísseis com essa oritentação tornando imune aos flares.Ele é considerado superior ao AIM-9X, por exemplo.

Paulo

A FAB pode trabalhar com dois misseis Ar Ar para TOs diferentes. O.IRIS T para TOs de alta intensidade e combates simétricos. E o sucessor do A- Darter para TOs de média e baixa intensidade, em combates assimétricos, ou com pouca simetria.

Camargoer.

Obrigado.

Manuel Flavio Vieira

Foram 28 Iris-T, informado há algns anos atrás. Entrentando foi quando o A-Darter ainda estava sendo desenvolvido. É provável que a FAB tenha encomendado mais desses mísseis alemães.

Paulo

A Macjee anunciou que vai montar o A- Darter no BR, sob a designação de SRAAM, além do MAR – 1. Ambos destinados à FAB, e clientes externos. Como comentei, há lugar na FAB para os 2: IRIS T e SRAAM. O IRIS T para combates de alta intensidade, simétricos e o SRAAM para situações de vigilância aérea, patrulhas, combates assimétricos de média e baixa intensidade. Aliás a FAB, já operou com dois misseis Ar Ar: O piranha 2 1B e o Python 4. Facilita o fato de que o A- Darter já está integrado aos gripens C/D da Africa… Read more »

Jagder

Próximo lançamento em 10 anos e contando…

MMerlin

Importante a fala do Tenente-Brigadeiro Damasceno: “São conquistas que demonstram o vigor da nossa Base Industrial de Defesa e consolidam parcerias estratégicas”. Os equipamentos que são os pilares da FAB: * F-39 * KC-390 * E-99 e R-99 * A-29 Todos envolvem a indústria nacional, ou com sua produção, ou com participação da linha de produção internacional. Quase tão importante, são as parcerias estratégias. Principalmente com a Suécia. Nós compramos o Gripen, entramos na linha de produção e adquiriam o KC-390. Isto é uma parceria. Quantos dos nosso principais parceiros comerciais compram equipamentos tecnológicos ou militares nacionais? Basta compararmos o… Read more »

Last edited 1 mês atrás by MMerlin
Dr. Mundico

Apenas uma observação: aos 26 segundos do vídeo vê-se os mísseis transportados por uma empilhadeira.
Não é o equipamento correto para essa tarefa por não oferecer equilíbro constante e ter mais chances de tombamento dianteiro ou lateral. O correto seria o transporte por máquinas tipo “carreta” com 4 rodas.
Algo como esse quipamento:
https://www.youtube.com/shorts/R7HSqR7D7l0

Last edited 1 mês atrás by Dr. Mundico
737-800RJ

Essa gente da parte técnica da FAB é de alto nível e merece todo o nosso respeito!

Os tomadores de decisão é que merecem marretadas de críticas da sociedade e de tempos em tempos deveriam ser convocados no Congresso para darem satisfação sobre o andamento dos grandes projetos.

Não que os congressistas sejam grande coisa, mas é o que temos.

Afonso Bebiano

Eu me recordo que, em uma oportunidade, o Coronel Ricardo Nery havia informado que a doutrina BVR da FAB havia sido criada no âmbito da integração do Mirage 2000, por meio de um oficial francês que participou do processo.

Atualmente, há alguma participação da Força Aérea Sueca na atualização dessa doutrina? Ou isso não é mais necessário?

Magalhaes

Interessante pergunta. Cel Nery poderia infomormar melhor isso.

Fabio Araujo

As bombas inteligentes e as bombas burras também vão passar pelo processo de certificação no Gripen?

Leandro Costa

Sim, Fábio. O foco agora é certificação ar-ar. Depois vem a campanha ar-solo.

Fabio Araujo

Os 4 Gripens que aparecem no vídeo do traslado publicado pela força aérea argentina são esses Gripens que estavam em Natal para a certificação do Meteor!