Mísseis Meteor lançados pelos caças Saab F-39E Gripen da FAB acertaram os alvos designados com precisão
São Paulo (SP), 2 de dezembro de 2025 – Em novembro, a Força Aérea Brasileira (FAB) alcançou um marco importante ao realizar os primeiros disparos do míssil METEOR BVRAAM a partir do F-39E Gripen, fortalecendo o poder de dissuasão da defesa aérea do Brasil. Dois mísseis atingiram com precisão seus alvos designados, demonstrando a eficácia do armamento contra ameaças de longo alcance.
Os lançamentos ocorreram durante o Exercício Técnico BVR-X, na Base Aérea de Natal, no Rio Grande do Norte. Com a participação do Primeiro Grupo de Defesa Aérea (1º GDA), o exercício reuniu quatro caças Gripen E em uma operação de grande escala que, pela primeira vez, permitiu que técnicos e pilotos da FAB manuseassem e empregassem o METEOR em condições próximas às de combate real.

“O BVR-X foi um passo crucial para expandir as capacidades do F-39E Gripen. A combinação Gripen e METEOR projeta o poder de combate do Brasil e fortalece a dissuasão requerida por nossa Força Aérea e, acima de tudo, pelo país. Com sensores avançados, sistemas de missão e capacidades de guerra eletrônica, combinados a um míssil projetado para tornar a evasão praticamente impossível, temos uma combinação que oferece uma vantagem decisiva no combate aéreo”, afirmou o Major-Brigadeiro do Ar Breno Diogenes Gonçalves, Comandante da Base Aérea de Natal e Diretor do Exercício Técnico.
“O sucesso dessa operação reflete a forte parceria entre a Força Aérea Brasileira, a Saab e a MBDA. Por meio dessa colaboração próxima, estamos trazendo tecnologia de ponta para o Brasil. A combinação do METEOR com o Gripen coloca o país entre as poucas nações no mundo com acesso a esse nível de inovação em combate aéreo”, disse Peter Dölling, Diretor-Geral da Saab Brasil.
“O METEOR é um dos melhores exemplos do que está no cerne do DNA da MBDA: a cooperação. Ele é resultado do esforço conjunto de seis nações europeias, lideradas pela MBDA, para criar o sistema ar-ar mais sofisticado em operação atualmente. O míssil, já certificado para uso com o Gripen E na Suécia, representa uma mudança de paradigma que garante superioridade aérea ao seu operador. Ver o Brasil se beneficiar dessa capacidade é motivo de orgulho para a MBDA”, explicou Ricardo Mantovani, Vice-Presidente de Vendas para Exportação das Américas na MBDA.
O motor ramjet do METEOR fornece propulsão contínua até a interceptação do alvo, criando a maior “zona sem escape” entre todos os mísseis ar-ar de médio alcance. Sua cinemática no engajamento final e sua ogiva de fragmentação garantem máxima eficácia. O METEOR pode engajar uma ampla variedade de alvos, dia e noite, em qualquer condição climática, inclusive em ambientes intensos de guerra eletrônica.
Os preparativos para o Exercício Técnico BVR-X aconteceram com suporte da Saab, da MBDA e de diversas unidades da FAB, incluindo o Instituto de Aplicações Operacionais, que recebeu conhecimentos essenciais sobre o emprego do míssil. Aeronaves de patrulha também atuaram na segurança da área marítima para garantir condições adequadas de lançamento. Os alvos eram dois drones Mirach 100/5 manobráveis, especialmente preparados para o exercício. Eles replicavam o perfil de velocidade e altitude de caças modernos, criando um ambiente desafiador que comprovou a precisão do míssil e adicionou realismo à avaliação.

O resultado do exercício destacou o alto desempenho do F-39E Gripen em conjunto com o míssil METEOR, reafirmando sua importância dentro da capacidade de defesa aérea da Força Aérea Brasileira.
Sobre a Saab
A Saab é uma empresa líder em defesa e segurança, com uma missão duradoura: ajudar as nações a manterem seu povo e sua sociedade em segurança. Impulsionada por seus 26 mil profissionais talentosos, a Saab está constantemente superando os limites da tecnologia para criar um mundo mais seguro e sustentável. A Saab projeta, fabrica e mantém sistemas avançados nas áreas de aeronáutica, armamentos, comando e controle, sensores e sistemas subaquáticos. A empresa tem sede na Suécia, operações importantes em diversas partes do mundo e integra as capacidades de defesa nacionais de vários países.
A Saab mantém uma parceria de longo prazo com o Brasil e fornece diversas soluções avançadas para o país, tanto civis quanto militares. Com o Programa Gripen Brasileiro, a empresa estabeleceu uma ampla transferência de tecnologia que está beneficiando a indústria de defesa nacional.■



Boa noticia!
Vamos combinar que qualquer coisa diferente de um acerto seria uma grande barbeiragem da FAB…
Mesmo porque mísseis/drones alvos são alvos cooperativos, diferente do que seria num combate real.
Treino é treino, jogo é jogo, ou seja, em um “cenário” real, há outras variáveis que não estão presentes neste esperimento.
Experimento. Com “x”.
Meio off-topic, mas vamos lá. Por mais complexo que seja atingir um míssil/drone alvo é infinitamente mais fácil do que atingir um caça tripulado , que é não cooperativo (que implementa contramedidas, manobras evasivas, etc) e ainda por cima, pode contra-atacar. Há muito tempo mísseis de cruzeiro subsônicos antinavios têm capacidade de manobra na fase terminal para se evadir de sistemas CIWS e mais recentemente vimos que alguns mísseis russos têm capacidade de lançar flares e até de ejetar despistadores/iscas mais sofisticados, mas de modo geral mísseis não manobram com intenção de escapar das defesas, mesmo porque não têm capacidade… Read more »
Excelente explicação.
O nosso inimigo tem aviões furtivos.
Não é nenhum país da América do Sul.
Já decidiu pegar as riquezas do seu quintal
A Venezuela será a primeira .
Se o ladrão deixar o dono da casa melhor do que quando estava sob a direção de um tirano criminoso, pra mim tá valendo.
Esse conceito de “soberania” dos canhotos é risível. rsss
Ser explorado e oprimido por um ser iluminado que usurpou o poder pode, desde que ele seja natural do país. rssss
Adoradores de ditadores esses canhotos. PQP.
Perfeito.
Ser iluminado adorados pelos “cumpanheiros” que provocou a saída do pais de 8 milhões de venezuelanos, dilapidou a PDVSA, mata o povo de fome e põe a culpa nos imperialistas.
verdade, Venezuela não tem como fazer algo sério contra o Brasil, aliás nenhum país da América do Sul, a preocupação deveria ser essas aviões furtivos de inimigos estrangeiros.
Míssil lançando chaft/flare eu não sabia, como ele detecta se deve ou não fazer este lançamento? Uma IA usando câmera e sensores?
Não entendi, a culpa seria mais da FAB do que do míssil?
Se errasse teríamos que cobrar muito mais da MBDA ou da SAAB por propaganda falsa.
A FAB só poderia ser ser cobrada se fizesse o lançamento fora do envelope do míssil.
Independente disso é uma demonstração de evolução nas capacidades de defesa brasileira a capacidade operacional integrada com o meteor. Sobre quem queria uma capacidade “real”, so se o Brasil entrasse em conflito com alguém kkkk mas não se preocupem, é o armamento principal de caças de diversas forças, como Inglaterra, França e Alemanha e é considerado o melhor míssil do inventário da OTAN em uso.
Com certeza, gasta dinheiro e ainda dar errado ai complica
Poderiam mostrar umas imagens ou vídeo do abate, inclusive pela câmera do drone.
Esperando agora o “teste” do Iris-T.
Seria interessante ver um tiro “por cima do ombro” contra um alvo no hemisfério traseiro empregando o HMD.
Extintores e air bags são testados à exaustão na indústria antes de serem lançados no mercado.
Os mísseis também. Mas, não foi esse o ponto do Roberto.
Além de que, mesmo após incansavelmente testados, ainda fazem RECALL por descobertas de falhas posteriores.
Vários produtos fabricados, como capacetes, sapatos de segurança e outros milhares, são comercializados somente após teste e aprovação por entidade certificada de terceira parte. É a chamada certificação compulsória, não da pra não querer, tem que fazer….ainda bem.
Ah sim, porque um Airbag ou um extintor não é testado. Simplesmente se fabrica o equipamento e tá pronto! Não tem necessidade nenhuma de validação.
Em caso de acidente ou incêndio é só confiar que vai funcionar de primeira.
Obs: o comentário acima contém ironia.
A vontade de participar é tanta que o povo escreve qualquer coisa mesmo kkkk
Com risco de ser irritante mas o motor do Meteor não é ramjet de fato, ele não tem propulsão contínua e nem tem a maior NEZ dentre todos os mísseis ar-ar existentes. Ainda que o site do fabricante denomine o motor como sendo ramjet o fabricante está apenas empregando uma licença poética que os inventores do ramjet com certeza não apoiariam em seus túmulos. O Meteor tem um motor foguete com propelente sólido com baixo nível de oxidante que capta ar do meio circulante e com isso complementa o oxigênio para uma reação plena. Um motor ramjet emprega combustível líquido… Read more »
Na verdade, a designação correta do motor do Meteor é “throttleable solid-fuel ramjet”. O “throttleable” significa que o míssil pode economizar combustível durante a fase de cruzeiro e depois “abrir tudo” na fase terminal — otimizando alcance e manobrabilidade.
Galante, Na verdade todos fazem parte da família “air-augmented rocket” , sendo o “ducted rocket” o gênero e o “throttleable solid-fuel ramjet” a espécie. Toxonomicamente falando. rsss Mas pelo que andei vendo a pouco parece que virou padrão chamar todo motor que aspira ar atmosférico sem partes móveis (turbinas) como sendo “ramjet”. Talvez o errado seja eu mesmo em insistir nisso. rss Vale salientar que há duas características que diferenciam um ramjet verdadeiro de um ramjet sólido, além do combustível. Uma é que , como já disse antes, um ramjet sólido pode funcionar no vácuo e a outra é que… Read more »
O Meteor é uma caixa preta. Então, dentro do lote de mísseis entregues, a FAB tem sim que retirar do estoque um míssil de forma aleatória e montar todo um sistema de teste próximo das condições reais de emprego, para avaliar na prática se o que foi adquirido funciona.
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Caso fossem constatados problemas com estes mísseis, acende-se um alerta e caberia uma discussão séria com a MBDA ou mesmo a troca de fornecedor, já que é necessário assegurar a capacidade de realizar combate BVR com estes caças.
lembra do caso dos torpedos SST-4 durante a guerra das malvinas ? testes sempre são necessários para validar protocolos e procurar discrepâncias dos procedimentos criados em sala das situações “próximas” ao real. seria muito ruim descobrirmos que o Meteor não performa bem com o radar, ou durante o lançamento, ou sua esteira afete algo, sei lá, mil coisas que podem ser vistas antes. concordo que também esses problemas podem não ser vistos, mas entra na seara do possível/provavel e não da pra testar tudo, mas ter o principal com um maior grau de certeza é importante. esse é um preço… Read more »
Na Segunda Guerra Mundial os torpedos dos submarinos americanos etam horríveis no começo da guerra, viviam falhando e um fos problemas foram os testes mal feitos no desenvolvimento que falhou em identificar os problemas, os capitães dos submarinos culpavam os torpedos e o pessoal da logística que testaram os torpedos culpavam os capitães, a situação só se resolveu quando o almirante comandante dos submarinos organizou uma baia de testes para os torpedos no Havaí e comprovou e documentou os vários problemas relatados pelas tripulações, depois das falhas corrigidas os torpedos americanos passaram a ser muito confiáveis com poucas falhas. Sempre… Read more »
Como é que é? Não vai ser a prática?
Acho q nunca atirou…
Pois então… Eu atiro toda semana. Tenho amigos atiradores campeões brasileiro e sul americano. Te digo com certeza: tem q treinar, e muito.
Atirou…estalinho, bombinha, confete…..rsrs. Desculpe, mas só assim pra comentar uma informação do magnânimo amigo. O cara confunde treinamento prévio com homologação de um armamento…
Pois é…
Desculpa, mas discordo. Mesmo atirando com arma, sendo Policial no dia a dia, treinamento de tiro é fundamental para manter a mira em dia e a segurança.
Se fosse assim, jogador de futebol não faria treinamento, atletas também não, lutador do UFC não faria Sparring.
Controle de qualidade é feito assim, por amostragem. Na indústria de medicamentos, onde já trabalhei (justamente em controle de qualidade físico-químico e de processos) a análise de matérias-primas e de produtos acabados é feita por amostragem aleatória. E a quantidade da amostra analisada é muito pequena frente ao total do batch produzido. Os percentuais variam, conforme Resoluções da Anvisa, OMS e manuais de boas práticas próprios de cada empresa.
O que!? Não trabalha mais!? Ferrou! Logo agora que eu ia negociar um lote de rivotril e gadernal para jogar no suprimento de água de Rio e Niterói!?
Hehehehehehe….vou ficar te devendo.
O Meteor é um excelente míssil mas parece que o fabricante parou no tempo quando diz que ele tem a maior NEZ. Quando so tinha só o AIM-120A com 70 km de alcance e NEZ de 20 km, houve a requisição que gerou o Meteor e que solicitava um míssil com pelo menos 3 X a NEZ do míssil americano. Após uns 15 anos criou-se o Meteor com realmente algo em torno de 60 km de NEZ graças ao seu motor foguete aspirado com maior impulso específico. De lá pra cá houve diversas atualizações do Amraam que hoje tem versão… Read more »
Excelente explicação. Mas tem um forista aí em cima que disse que não precisa testar…
Esse aí do “não precisa testar” foi o comentário do ano aqui do fórum! kkk
E outros avanços possibilitaram eliminar de vez o conceito de NEZ , como por exemplo o motor foguete pulsado (dual ou multi pulse)
Sim, mas pelo menos no vídeo o oficial da FAB cita o “detalhe”, o Meteor é o míssil ar-ar de médio alcance com a maior NEZ.
Creio que o termo “médio” alcance surgiu, exatamente por causa dos mísseis ar-ar de porte pesado que alguns indicam como alcance extra longo.
Realmente.
Não me dei conta do “médio alcance”.
A rigor a grande NEZ do Meteor se deve não só ao motor aspirado , com maior impulso específico, mas também e principalmente à capacidade de implementar uma trajetória “loft” e a uma provável capacidade de data-link de via dupla.
*A capacidade de implementar uma trajetória loft exige um piloto automático baseado num sistema de navegação inercial bem avançado.
Aqueles mísseis ar/ar pesados, de longo alcance, como o AIM-260 Norte-Americano, que chegam mais longe, mas chegam lá sem manobrabilidade quase nenhuma, incapazes de abater um caça a jacto.
Rui, O AIM-260 é um míssil de longo alcance mas é da classe de “médio”, sendo provavelmente mais leve que o Meteor. Pesados são os mísseis R-37, PL-17 e AIM-174. Mísseis pesados geralmente adotam um propulsor dual/multi pulse e/ou a trajetória “loft” , portanto, eles não chegam no alvo a longas distâncias sem manobrabilidade. Esses mísseis só são empregados contra aviões grande e lentos (AWACS, etc) por conta não de não terem manobrabilidade (que têm) mas sim porque nessas distâncias em que eles operam caças não são detectados/rastreados pelo radar do caça tendo em vista terem um RCS muito menor… Read more »
Em tempo: o AIM-260A foi pensado para caber dentro dos compartimentos de armas tanto do F-22 quanto do F-35 e ser levado na mesma quantidade que o AIM-120C/D
o Amraam AIM-260 usa o mesmo conceito do PL-15?
Ai não né!
Nesse caso os parâmetros de dados do desempenho (mesmo como teste e treino) são fundamentais para a calibragem e ecerto tando da aeronave, quanto do armamento, isso é básico!
O teste não é apenas do míssil.
São testados processos, procedimentos, sensores, sistemas, integrações, etc.
Referente a comparação (sem fundamento) com air-bags, foi a pela falta de testes que os da marca Takata foram vendidos apresentando problemas.
E foram co. testes posteriores que estes foram identificados.
Nesse caso dos airbags da Takata, as falhas foram descobertas da pior maneira possível, em incidentes e acidentes, inclusive com mortes.
O pior que não Rafael.
Muito antes dos incidentes ocorrerem, eles ja tinham identificado as falhas, devido aos testes internos.
Testes estes não mencionados inclusive para suas contratantes, que foram as montadoras.
O motivo da não divulgação foi por saber que o recall seria tamanho que levaria a empresa a falência, o que de fato ocorreu.
Um absurdo e uma das maiores vergonhas públicas enfrentadas pela indústria japonesa.
Obrigado pela informação, dessa eu não sabia. Mas seria muito difícil mesmo tantos produtos com problema e uma indústria, ainda mais japonesa não saber.
Como a Boeing que fez as contas depois de descobrir os problemas do 737 Max e estimou que somente 8 aviões cairiam durante o ciclo de vida destes, o que achou aceitável e melhor não informar ou modificar nada, até que os dois primeiros caíram.
Tem um documentário sobre muito bom no Netflix.
[OFF]
Tão comentando que a Colômbia irá adquirir 2 KC-390.
Será?
Eu já vi alguns comentários que beiram o absurdo, mas esse superou, imagina sistemas de segurança sendo lançados pela indústria sem antes serem testados? Haja cobaia para detectar as falhas nos produtos já lançados no mercado! kkk
Acabamos de acrescentar um novo vídeo à matéria:
https://www.youtube.com/watch?v=wKgFSKAZAxU
É impresssionante a diferença de qualidade dos vídeos preparados pela Saab quando comparadodos com aqueles produzidos institucionalmente pela FAB.
Isso mostra a necessidade de uma reforma da estrutura de comunicação social das forças armadas. È difícil concordar com a existẽncia de 3 órgãos de comunicação social, cada um ligado a uma das forças, e que nenhum deles conseguem o nivel de qualidade adequado.
“Eu quero ibagens do acerto, põe na tela Latino!!!”
A Turkia divulgou imagens do míssil nacional sendo lançado pelo drone nacional e acertando o alvo, esperando a FAB fazer a mesma coisa.
Os lançamentos foram para validação das capacidades da aeronave, parte da certificação para obter a FOC.
Não tem como fazer, na Suécia, um ensaio da integração do míssil às forças brasileiras. Em tempo: os ensaios fazem parte dos contratos firmados tanto com a Saab quanto com a MBDA. Na aviação comercial, o processo de certificação da aeronave leva anos. É o tempo em que a fabricante também prepara manuais e coleta dados/parâmetros em vários locais ao redor do mundo. Já a certificação de aeronaves militares e de seus sistemas não segue a mesma lógica. De uma cidade para outra, uma aeronave pode perder significativamente capacidade, e isso afeta os parâmetros para tirar a aeronave do chão… Read more »
Não. É a validação do processo dentro da FAB nas condições operacionais da FAB.
Significa que estamos armazenando, manutenindo e manejando os mísseis corretamente, e dentro das condições metereológicas/ambientais do Brasil, todo o sistema funciona como deveria. Essa é a validação.
“Isso já foi feito na Suécia, não?”
Não. O que foi feito na Suécia foi a integração do armamento com a aeronave e testes de lançamento. O que a FAB está fazendo e uma coisa diferente, que é a busca da obtenção da capacidade operacional final, em que a aeronave opera como um sistema de armas apoiado por todos os setores da Força … É um crescente de formação, aprimoramento e obtenção de capacidades não são só do avião, mas de todos que o operam e apoiam (pilotos, mecânicos, material bélico, intendência, etc).
Esquece..ele não vai conseguir entender isso. Deixa propaganda…melhor não contrariar.
Para essa situação tinha que ser um míssil de verdade, mas o K-21 coreano fez um teste de lançamento usando uma versão de treinamento do Meteor, era outro tipo de teste que não precisava do míssil de verdade, compramos ou podemos a versão de treinamento para nos treinamentos?
Temos 100 mísseis, 98 agora.
Acho que usar 02 por ano em exercicios é normal. Até porque os mísseis tem validade.
Agora a MB deve ter acabado com os Penguin MK III porque já vi um monte de disparos eo primeiro lote salvo engano eram de 08 mísseis.
Parabéns à FAB pelo exercício, pelo sucesso do mesmo, pelo trabalho excelente de todos os envolvidos. Mas, o que vou dizer não tem nada a ver com isso, é apenas uma observação de quem tem mania de limpeza e organização (quem conhece meus carros sabe da minha mania de limpeza…kkkkk). Observem na primeira foto as frestas e vincos, contra o vidro do canopi, atrás do ombro do piloto, ao lado do encosto do assento…observem que nos lugares mais apertados e de difícil acesso tem o pó da terra vermelha do planalto central…se infiltra em tudo que é lugar…a pintura externa… Read more »
O Gripen tá operando em pista de terra?
Hehehehe
kkk, também notei e pensei, será que não são Gripen A recondicionados? heheh
Brincadeira para descontrair.
Também notei isso. Volta e meia deveriam mandar para o a lavação, passar pretinho no pneu e tudo hehehe.
Aquela lavadinha de final de semana. Hehehe
Assisti, recentemente, um vídeo da Flap TV em que o comandante do 1º GDA menciona que o acrílico do canopy do gripen tem tonalidade avermelhada em virtude de “camada” metálica. Creio que, em razão disso, na referida foto de dentro do canopy, vemos as áreas da aeronave com pintura um pouco mais desgastadas/esbranquiçadas com essa tonalidade avermelhada. Penso que o mesmo ocorre com a borracha de vedação do canopy, em decorrência da entrada de luz pelo canopy levemente avermelhado. Observe que Até mesmo o fardamento do piloto tem uma leve variação de cor, especialmente no termo “BRASIL” e no velcro… Read more »
Sim, eu assisti o vídeo que foi colocado aqui também. Não creio que seja, mas também não posso afirmar que não seja pelo motivo que você colocou. Vamos começar a cuidar imagens que venham a ser divulgadas no futuro para ver se conseguimos chegar a uma conclusão.
Eu também percebi isso, mas já estava achando que era ferrugem.
Pois é…é algo estranho, mesmo.
A qualidade das fotos e do vídeo estão impressionantes.
Dentro das especificações do Meteor, há a menção de ser atualizado em percurso através de Data Link. Poderia no teste, ser acompanhado pelo E-99 e este ter enviado alguma coordenada, diferente da nave lançadora. Não seria um “teste” de validação que obrigatoriamente há de se faze-lo?
Todos os testes de data link entre F-39E e E-99M serão feitos.
Muito pouco provável que haja interação direta de um E-99 com o Meteor. O Meteor , como todo moderno míssil ar-ar BVR , opera de 3 modos. 1-LOBL: lançamento após trancamento, em que radar do míssil tranca no alvo com ele ainda no trilho. E isso só é possível contra alvos muito próximos (uns 15 km no máximo). 2-LOAL “fire and forget”: lançamento do míssil contra um alvo a média distância em que o míssil segue sozinho via INS e ativa o radar quando na janela de busca e tranca no alvo por conta própria. Essas duas modalidade de ataque… Read more »
Geralmente na modalidade 3 (LOAL “fire and update”) que se emprega o modo “loft”.
A capacidade será o próprio data link, que transmitirá ao míssil a localização do alvo. Tanto faz se transmitirá isso ao F-39E, ao míssil, ou a um navio. É só transmissão criptografada de dados. Isso é data link.
Valeu Rinaldo.
Eu pensava que podia não ter compatibilidade da banda do DL com o Meteor.
Deverá ter.
Se não me engano um F-16 ucraniano abateu um SU-35 russo com o apoio de um Saab 340 AEW que através de datalink direcionou o míssil, Se o Saab 340 AEW tem essa capacidade o nosso E-99M que usa uma versão mais moderna do radar da Saab pode ter!
Será que acertou mesmo? Por que não tem vídeos e nem fotos? Sei não…
Sim, acertou.
Vai dormir Robertinho kkkk
“De lá pra cá houve diversas atualizações do Amraam que hoje tem versão com 180 km de alcance e emprega trajetória loft que simplemente deixa obsoleto o conceito de NEZ” Encontrei outra abordagem, diferente da explicação do Bosco. NEZ = o “território da morte”. Você quer trazer o inimigo para dentro dela, ou entrar nela antes dele. É um conceito tático. Loft é o meio para ampliar e fortalecer a NEZ. A trajetória loft é uma técnica de voo do míssil para subir, gastar menos energia com arrasto, preservar velocidade e chegar ao alvo com mais energia para manobrar. Logo…são… Read more »
Esteves, NEZ ou “zona sem escapatória” seria uma dada distância na dependência da altitude e velocidade do lançador e da altitude, direção e velocidade do alvo , em que o alvo não consegue (em tese) escapar manobrando por conta da capacidade de manobra do míssil ser muito superior à capacidade de manobra do alvo (caça inimigo). É dito que um míssil tem que manobrar 3 vezes mais que um caça para que isso ocorra. Um caça tripulado no máximo “puxa” 9 g enquanto têm mísseis ar-ar hoje que “puxam” 100 g num determinado momento. *Vale salientar que mísseis que puxam… Read more »
Sim é verdade, burra então é a USAF, RAF, que treinam a exaustão seus armamentos e seus pilotos. Pqp…
Rapaz…que comentário! Precisa testar não…plug and play. Se der m…. depois deu e resolve. É cada uma.
há alguma comprovação da destruição dos alvos?