Mac Jee adquire as propriedades intelectuais dos mísseis MAR-1 e MAA-1B e consolida nova base estratégica de armamentos no Brasil

160
Míssil antirradiação

A empresa brasileira Mac Jee deu um passo considerado “histórico” para sua consolidação como protagonista na indústria de defesa nacional e no fortalecimento da soberania tecnológica do Brasil e de países aliados. A companhia anunciou a aquisição exclusiva da propriedade intelectual dos mísseis MAR-1, míssil antirradição, e MAA-1B, míssil ar-ar de curto alcance — dois sistemas já testados. O MAR-1 foi exportado para o Paquistão e integrado aos Mirage ROSE e ao JF-17, enquanto o MAA-1B foi lançado por caça F-5M em testes.

A aquisição marca uma virada no posicionamento da Mac Jee, que busca transformar-se em uma das poucas empresas independentes no mundo com capacidade de conceber, produzir e sustentar mísseis estratégicos completos, incluindo propulsão, guiagem, eletrônica e ogivas.

Segundo a empresa, o movimento é resultado de anos de investimentos contínuos em áreas críticas, como tecnologia de propulsão, sistemas de guiagem e integração eletrônica. A companhia também destaca a construção de uma das maiores unidades fabris de munições e sistemas de armas de alto calibre do hemisfério sul, localizada no Brasil, bem como a formação de uma equipe de engenharia de alto nível — abrangendo especialidades como propulsão, software, computação, aerodinâmica, química, eletrônica e integração industrial.

A Mac Jee já havia firmado uma parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) no desenvolvimento de um acelerador hipersônico. Agora, com a propriedade intelectual dos mísseis MAR-1 e MAA-1B, a empresa pretende criar uma base comum de desenvolvimento e produção, reduzindo custos e aumentando a capacidade fabril para atender demandas nacionais e internacionais.

VÍDEO: Mac Jee apresenta seus novos mísseis MAR-1 e MAA-1B e futuros lançamentos

A-1 em ensaios com mísseis antirradiação MAR-1
A-1 em ensaios com mísseis antirradiação MAR-1

MAA-1B lançado por F-5M da FAB

Além disso, a empresa afirmou que irá anunciar dois novos programas estratégicos em breve, atualmente em fase final de engenharia.

Com a consolidação dessa carteira de tecnologias sensíveis, a Mac Jee reforça sua visão de oferecer soluções estratégicas para a FAB, o Exército Brasileiro, a Marinha do Brasil e clientes internacionais que buscam alternativas confiáveis fora das grandes potências produtoras de armamentos.

A-Darter e MAA-1B

Para a companhia, o avanço representa mais do que um salto empresarial: simboliza um impulso à Base Industrial de Defesa (BID) e à capacidade do Brasil de competir globalmente em setores de alta complexidade e valor tecnológico.

“Estamos construindo o futuro da defesa do Brasil e de nossos parceiros internacionais, como uma das poucas empresas independentes capazes de entregar soluções estratégicas”, afirma a Mac Jee na nota oficial.■

RELEMBRE OS MÍSSEIS DA MECTRON:

Mectron lança livro dos seus primeiros 20 anos e revela detalhes de seus programas

AMX em testes com o MAR-1

O que esse C-130 do Paquistão veio buscar em São José dos Campos?

MAR-1 está integrado ao JF-17 do Paquistão

Armas do caça sino-paquistanês JF-17 ‘Thunder’ (FC-1)

Que tal um caça bom e barato que já vem com o míssil brasileiro MAR-1 integrado?


Subscribe
Notify of
guest

160 Comentários
oldest
newest most voted
Sérgio Santana

Excelente notícia. A FAB precisa de um míssil anti-radiação “pra ontem”…

Rinaldo Nery

De fato.

Vitor Botafogo

Concordo e também comemoro por aqui!

Bueno

Muito Boom!

Nilo

Realmente, excepcional essa notícia, o míssil antiradiacao que foi da Mectein depois passou para Odebrecht e o míssil MAA-1B que pode ter aplicação como míssil de bateria anti aérea tão necessária as nossas Forças.

JSilva

Eu sonhava em ver esse míssil integrado ao A-1, tornaria essa aeronave de ataque ainda mais estratégica e respeitada, mas perdemos o bonde. Agora espero que pelo menos ele seja integrado ao Gripen.

Fernando Vieira

Se não integrar ao Gripen esse míssil fica sem serventia. O Gripen vai ser o vetor de combate e ataque da FAB por muitos anos.

Bueno

e o tampão do A1, Desistiram dele ?

Rinaldo Nery

Tomara.

Maurício Veiga

E vão voar o que? O Gripen não virá na quantidade necessária, o A29 não tem capacidade para isso…

Rinaldo Nery

O substituto de TODOS os aviões de caça é o F-39. Se não tem dinheiro é outra história.

BlackRiver

Essa é a melhor solução, mas se realmente vão focar nessa solução, aí já é outra história.

J L

Espero que exista alguma aeronave, tirando os F16 que estão pra lá de surrados, que possa fazer essa função de ataque, e o Gripen a função de caça, até pq, não convém botar todos os ovos na mesma cesta, na atualidade para haver embargos tá faltando muito pouco. Diversos componentes do Gripen inclusive o motor, são suscetíveis de sofrerem embargos, então de preferência é que o tampão apesar de aumentar custo de logística fosse de país com produção própria dos componentes e que não houvesse inicialmente risco de sofrer interferência do produtor do devido equipamento.

Mauricio R.

Pra que, o Gripen vai usar o Iris T.
Vamos gastar com um míssil que nunca funcionou a contento e a BID não soube faze-lo, só pra essa empresa ter uma reserva de mercado pra chamar de sua?
Não, obrigado!

Leandro Costa

Então a sua ideia genial é que não se fabrique mísseis e/ou se desenvolva essa tecnologia no Brasil? É isso?

José Joaquim da Silva Santos

Notícia nem um pouco boa, primeiro que a Mac Jee é de um francês(nem preciso explicar né) segundo, a fabricação de mísseis, precisa ficar somente com uma empresa e já tem a SIATT no ramo, ainda mais em um país como o nosso. Enfim creio que isso seja somente mais um pastel de vento, não vai dar em nada.

Carlos Campos

SIATT tem dinheiro Emiradense, MacJee Saudita

Nilo

Conhece o CEO da Mac Jeep, seu trabalho, seu histórico empresarial e pessoal de serviços prestados ao Brasil? Acredite vale mais a este país pelas realizações, do que muita gente chamado João que leva o sobrenome de Brasil.

BlackRiver

Sem dúvida essa é uma excelente notícia, espero que tenha uma venda externa, mas também espero que a FAB faça uma compra, são produtos com tecnologia de alto valor agregado que impulsionam a independência da indústria brasileira.

Machado

Com certeza. Mas acho que o anti navio lançado do ar é ainda mais urgente. Nossos potenciais inimigos virão do mar.

Rogério Loureiro Dhiério

Por isso eu defendo que o Brasil ao invés de negociar AKASH e TEJAS, deveria negociar Fragas Nalgiri e integrar o Missil Brahmos ao ASTROS.

Mandar um pedido bem gordo para a Avibrás e espalhar esses sistemas com AVTM e Brahmos pela costa considerando integração aos radares OTH 100, SABER M60/200 e por que não ao Gaivota.

Aliás, que fim deu o Gaivota?

Rogério Loureiro Dhiério

Complementando.

Sistemas AA com os misseis MAA-1B e A-Darter também em veículos AVIBRAS.

JSilva

De forma hipotética, considerando os países que tem essa capacidade de vir pelo mar, acredito que fragatas são uma perda de tempo e dinheiro, seriam todas neutralizadas antes mesmo de poderem lançar alguma coisa.
Se o inimigo tem esse porte, o máximo que nós poderíamos fazer seria tornar a guerra cara e custosa pra eles, ou seja, muitos submarinos (convencionais e, se possível, nucleares), caças com capacidade de dispersão e pouco auxílio, minas, aviões patrulha e AEW, drones kamikazes, etc…
Meios de superfície e lançadores fixos seriam alvos fáceis.

Last edited 7 meses atrás by JSilva
Diego

Ter navios e presença no mar se faz necessário, se e espero que isso não aconteça, tivermos de dar combate a meios de superfície mais capazes que as FCT, temos os SBR, e espero o Gripen armado com míssil anti navio de preferência o MAN-AER caso não seja possível ele já tem integrado o RBS 15 e reabastecido pelos kc390/MRTT.

Paulo

Eu não diria que as FCT são facilmente neutralizaveis. Elas foram projetadas para serem furtivas e silenciosas. Seu sistema de contra medidas eletrônicas, despiste , de consciência situacional e de controle integrado de armamentos, assim como seus sensores e radares de longo alcance são bastante avançados, e preparados para operarem em rede com outros meios de superfície, aéreos e submersos, autônomos ou não. Nada é manual nela, em se tratando de seu sistema de defesa, contra medidas e sensoriamento. Tudo é integrado e gerenciado por IA. Em relação às baterias de costa, são em tese vulneráveis, mas a idéia da… Read more »

Marcos

Um pais com sistemas que tenha o Aegis e que resolva atacar o Brasil?
Quais paises operam o Aegis e possuem capacidade expedicionaria em volume para atacar o Brasil?

Wilson

Não sei o nome mas sei o apelido -OTAN

Marcos

Contra esses aí pode fazer navio… Bem uns 500…

JSilva

Me restringi ao cenário levantado pelo colega ,que falou que o inimigo viria pelo mar.
Quais países tem condições de atacar o Brasil pelo mar?
Isoladamente são dois, Estados Unidos e China…Acredito que Inglaterra e França só por meio da Otan, então são 3.
Eu não investiria bilhões em fragatas contra esses adversários.

Rogério Loureiro Dhiério

Excelente notícia mesmo.
F-39, A-Darter, MAA-1B, MAR-1, R99 (O Rinaldo vai brigar comigo) rs….

Será muito bom.

O MAR-1 se não estou enganado já tinha no passado uma perspectiva de ter uma versão com maior autonomia que seria maior do que 100KM.

Seria interessante um sistema AA com os misseis MAA-1B e A-Darter.

Bem que a MAC JEE poderia comprar a Avibrás. Dai ficaria lindo.

TeoB

Eu acredito que um sistema móvel baseado no MAA-1B teria condições de teto operacional de uns 8 km ou mias com um alcance de superior a 15 km… seria ótimo para FAB na defesa de bases aéreas e principalmente das estruturas dos Cindagtas contra misseis de cruzeiro maiores com complemento de uma defesa de ponto com armamento de tubo junto com jammer para drones. também serviria para cobrir as bases navais da MB no mesmo esquema, deixando assim a aquisição de sistemas de maior alcance para cidades com polos industriais, como por exemplo São José dos campos que na minha… Read more »

Last edited 7 meses atrás by TeoB
Tomcat4,7

Excelente notícia e creio ser promissora a fabricação destes por parte da MacJee.

juggerbr

Que finalmente tenhamos capacidade autóctone de produzir nossos misseis…

Rafael Oliveira

Comprou de quem?

Da Odebrecht? Da Elbit Systems? De alguma outra empresa?

De qualquer forma, desejo sucesso a MacJee e que evolua bastante esses mísseis e que nossas Forças Armadas os adquiram.

Thor

Comprou do dono…

Mauricio R.

Quem detém essa “propriedade intelectual” e negociou sua venda? Furte-se de responder, quem não souber!

Marcos

Os mísseis MAA-1 (Piranha) e MAR-1 foram desenvolvidos no Brasil por um esforço conjunto da empresa Mectron e do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), que faz parte da Força Aérea Brasileira (FAB).  O projeto do MAA-1 (míssil ar-ar de curto alcance) começou na década de 1980 no antigo CTA (Centro Técnico Aeroespacial) e foi posteriormente assumido pela Mectron em 1993, com a homologação ocorrendo em 1998. O projeto do MAR-1 (míssil anti-radiação ar-superfície de médio alcance) começou em 1998, visando criar um míssil 100% nacional para supressão de defesas aéreas inimigas, também com a participação da Mectron e do DCTA.  A Mectron foi posteriormente adquirida em parte pela Odebrecht… Read more »

Rafael Oliveira

Ainda não há uma resposta sobre quem vendeu as propriedades intelectuais, o que torna um pouco estranha a notícia.

W ciclope

O sócio deles são os árabes, vão aprimorar e fabricar para eles que são os verdadeiros clientes preferenciais como fizeram com o armadilo!
As forças armadas brasileiras são secundárias, pelo simples fato de escala de compras!

Marcos

A Mac Jee é uma empresa brasileira e não possui sócios árabes em sua estrutura societária principal, que inclui a sócia-administradora Alessandra Batista Stefani. A empresa se define como 100% brasileira e com sede em São José dos Campos (SP).  Embora não tenha sócios árabes, a Mac Jee possui uma forte relação comercial com países do Oriente Médio, especialmente a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos. Pontos importantes incluem:  Parcerias comerciais: A empresa brasileira já fechou contratos de venda de seus produtos, como foguetes e bombas, para os Emirados Árabes Unidos. Acordos de cooperação: A Mac Jee assinou um acordo de cooperação com a Arábia… Read more »

ALTAIR IGNEZ DE SOUZA

Otima noticia.

Diego

Vou lhes contar uma linda história

Era uma vez uma linda empresa encantada fabricante de mísseis, gastou bilhões em desenvolvimento de armas, mas a Forças Armadas não tinham dinheiro para comprá-las e a empresa faliu, fim!

Pablo

“Agora, com a propriedade intelectual dos mísseis MAR-1 e MAA-1B, a empresa pretende criar uma base comum de desenvolvimento e produção, reduzindo custos e aumentando a capacidade fabril para atender demandas nacionais e internacionais.”

Willber Rodrigues

Tem que ser demanda internacional mesmo, todo mundo aqui sabe o que acontece quando você conta com FA’s BR…

Pablo

A empresa esta proibida de vender para o mercado internacional?

Willber Rodrigues

Felizmente, não, pois, como eu disse, se depender da “demanda interna”, a MacJee vira uma Engesa em dois segundos…

Fernando Vieira

Esse é o grande problema de se fazer indústria de defesa no Brasil. Você desenvolve o produto, tem um custo imenso pra isso, mas é um investimento, você vai ter seu retorno vendendo as unidades de produção. Aí as Forças Armadas vão lá e compram cinco unidades. Como se paga o investimento?

E se elas não comprarem, como você vende lá fora. Como explicar para a Força Aérea da, sei lá, África do Sul (só pra dar um exemplo) que seu produto é bom se a força aérea do seu próprio país não comprou?

Willber Rodrigues

A “vitrine” começa em casa.
É só olhar pra países como Turquia e Índia: suas empresas criam o prosuto, as FA’s deles as compram em quantidade, e o GF deles investem em melhores versões do produto, que também serão adquiridas em quantidade pelas suas FA’s, e aí vai.
A exportação é um “bônus”.

Aqui, não. É um histórico das FA’s BR em comorarem pingado, o GF atrasar pagamento, e as FA’s comorarem de fora.

Como você mesml disse, porque outro país vai comprar algo que não é usado nem pelas FA’s do país fabricante?

Machado

Isso tem uma explicação lógica. Os responsáveis pelas compras são cooptados e sofrem lobby das empresas estrangeiras. Levam uma parte da grana. Por isso sempre privilegia empresas estrangeiras e não nacionais. Mesmo que estejam próximas em eficiência.

W ciclope

Não comprou e ainda compra o produto do concorrente estrangeiro!
Aliás provavelmente não comprou as 5 unidades por 500 mil pois prefere gastar 1 milhão ou mais comprando 5 unidade importadas!

José Joaquim da Silva Santos

Tomem cuidado… essa  MacJee é de um francês.

Leandro Costa

O que você tem que se perguntar é: se esse cara não quer concorrência com a MBDA, então por que comprar qualquer coisa?

Se desenvolver e produzir aqui, eu não ligo se o cara é Francês, Javanês ou Marciano.

Rafael Oliveira

Qual a diferença para as Forças Armadas brasileiras se a MacJee é de um francês ou de um brasileiro?

Faz alguma diferença para a Avibrás ser de um brasileiro?

Pablo

Então depende dela mesmo conseguir clientes que nao seja so o brasil

W ciclope

Não, e o sócio deles são os árabes, até agora quem tem comprado tudo são eles!

Mauricio R.

Vai pensando que é assim fácil, que o planeta aguarda isso com imensas expectativas, vai. Vai que termina tal qual a Avibrás, já, já.

José Joaquim da Silva Santos

Quantas milhares de vzs já lemos esse tipo de besteira…

Deadeye

Esses mísseis não estavam natimortos porque não foram adquiridos?

Rinaldo Nery

Capacidade de industrialização, cadência de produção, preço unitário etc.

Mauricio R.

Não são somente natimortos, mas anacrônicos.

W ciclope

O Mar 1 o Paquistão comprou e opera eles, o Brasil não comprou, o piranha B, a Fab comprou umas poucas unidades, o A-darter que e coproduzido com a África do sul, não sei.
Aliás, lembro que a ideia era fabricar com a África do sul o A-darter e o Marlim, que seria um míssil de médio alcance equivalente ao Derby israelense, más não rolou!

Deadeye

Se não me falha a memória falhou por causa dos problemas financeiros da Denel.

A6MZero

O Paquistão comprou um pequeno lote piloto usado nos antigos Mirage.

Hoje eles migraram para misseis mais modernos usam o HARM nos vetores ocidentais e o LD-10 nas plataformas chinesas…

Felipe

O Piranha A pra quem não sabe 44 mísseis foram comprados pela FAB e 25 pela Colômbia que integrou nos seus AT29.

Leandro Costa

É sí “A” sem o “T.” A-29.

Não sei nada sobre essa integração do Piranha ‘A’ nos Super Tucano da Colômbia. Interessante.

Bosco

As duas armas básicas da atividade SEAD é o míssil antirradiação e a capacidade de ataque eletrônico geralmente implementada por uma aeronave de ataque dedicada. Hoje essa atividade foi amplamente substituída pela DEAD que ainda assim faz uso desses 2 meios (ataque eletrônico e mísseis antirradiação). Num passado remoto quando não se tinha condições tecnológicas de sendeterminar a posição em tempo real dos componentes da IADS a atividade SEAD era essencial para permitir a penetração em área contestada. Hoje há amplos meios de localizar os componentes da IADS e esses podem ser atacados diretamente no que se denominada atividade DEAD.… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Bosco
W ciclope

Enquanto isso. Não guerra da Ucrânia já se fala no uso de mísseis anti-radar de longo alcance!

Matheus

Enquanto isso, os irmãos do Norte investem no Growler e no AARGM-ER. O MAR-1 Em conjunto de uma versão do F-39F dedicada para EW seria um vetor formidável.

Bosco

A grande vantagem do AARGM (e do ER e do SiAW) é que além de operar como um míssil antirradiação ele pode ser empregado contra alvos não irradiantes.
Contra ele não adianta desligar o radar ou empregar um transmissor “isca”.
Eu fico imaginando aqueles radares gigantescos de baixa frequência como seriam presas fáceis dele.

Iran

Caro Bosco, qual seria a diferença entre SEAD e DEAD?

Bosco

Iran, A SEAD é quando um pacote de ataque aéreo precisa atingir alvos em uma área contestada que está sob proteção de um sistema AA. Para que os alvos sejam atingidos e a missão cumprida se faz necessária neutralizar a defesa AA apenas durante a missão de ataque em curso. Isso não quer dizer que ela seja destruída fisicamente mas apenas desabilitada temporariamente. A função do míssil antirradiação no caso é mais obrigar o sistema AA a desligar os radares do que destruí-los de fato. Se destruir, melhor. Já a DEAD é quando a própria defesa AA é o alvo… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Bosco
Bosco

Como hj é possível detectar e localizar os radares , lançadores e postos de comando a grandes distâncias pode-se empregar mísseis de longo alcance para atacar a IADS sem precisar implementar a SEAD, daí os mísseis antirradiação terem perdido um pouco sua utilidade.

Iran

Mestre Bosco, obrigado pelas informações!

Jordan Silva

Aleluia! Finalmente ressuscitaram o MAR-1!

É, parece que essas incursões dos yankees no caribe tá servindo pra algo… a sensação que tenho tido é que o pessoal de Brasília, como bons brasileiros, estão correndo atrás de algum prejuízo na última hora…

Pelo menos esse míssil deve ter algum avanço…

Paulo

Sim, a geopolitica do hemisfério mudou totalmente, e soou o.alerta em várias esferas institucionais. Tanto soou que a esquerda finalmente acordou para esta realidade. O Guilherme Boulos está lutando praticamente sozinho pra salvar a Avibras, coisa impensável até à poucos anos, em se tratando de um militante notório da esquerda.

Filipe Prestes

Não diria sozinho, pois para além de políticos, há outros que tem interesse em manter algo da Avibras de pé. Pessoalmente, penso que ela já não vale mais tudo isso, uma vez que seus engenheiros foram todos embora. Sou favorável inclusive que o MTC-300 seja transferido para a SIATT.

Sobre o MAR-1, acho muitíssimo bem-vinda a retomada e atualização do míssil. Agora, sobre o Piranha, sempre li muitas críticas dos fabianos acerca desse míssil. Algumas aqui no PA, aliás. Parece que nunca gostaram muito do desempenho dele.

Rinaldo Nery

Depois que assisti o podcast do engenheiro dono do projeto e da empresa, com o João Paulo Moralez, retirei minhas críticas. Eu era um dos que criticava.

Filipe Prestes

Olá, Rinaldo! Não lembro exatamente de ter lido algum post seu sobre o Piranha mas poderia resumir sua crítica á época e por que mudou de opinião? Na sua visão, vale à pena, hoje, atualizar o Piranha?

Rinaldo Nery

Pelo podcast sim.

José Joaquim da Silva Santos

Indústria de mísseis tem que ser protegida como um filho, e pra minimizar a chance de fracasso precisa ficar somente com uma empresa.

Mauricio R.

Nada como um cartório, pra chamar de seu. Ai qndo eu digo que é mais uma da turma do “só pode ser for…”, me xingam. Concorrência já!!!!

W ciclope

Impensável, foi a esquerda que criou o prosub, os guaranis, e decidiu o F-x, e detalhe foi criticado por isso, a direita só fez aumentar salários de militares de alta parente, e preservar a previdência militar que consegue ser mais deficitária que o INSS, fora demais benefícios.

Mauricio R.

O Boulos precisa se manter relevante, precisa de uma causa pra chamar de sua, invadir a casa dos outros não foi uma boa ideia, senão na próxima eleição ele pode é desocupar o gabinete.

José Joaquim da Silva Santos

Finalmente ressuscitaram o MAR-1″ Quem ressuscitou o que criatura ??! Vcs acreditam em cada coisa… apenas essa empresa francesa comprou os direitos intelectuais de dois natipodres, só, isso não vai a lugar algum, daqui 5 ou 10 anos venha me cobrar.

JuggerBR

Então a solução é seguir pagando caro por misseis estrangeiros? Com risco de embargos? Ou pagar por uma caríssima TOT sem qualquer garantia que teremos a tecnologia aplicada no futuro? Melhor misseis defasados, que podem ser aprimorados nacionalmente, do que as opções acima…

José Joaquim da Silva Santos

Eu não falei nada disso.

Akhinos

Ou já deu, para de encher o saco aqui no tópico kra. Que kra chato do cacete. E ainda por cima só fica reproduzindo fake news.

José Joaquim da Silva Santos

uai, então vc acredita no que o outro disse.

Mauricio R.

Só precisa de alguém que faça funcionar. Aliás ambos os misseis precisam.

Rinaldo Nery

Ambos funcionam. E bem.

Angus

Salvo engano a FAB nunca operou míssil antirradiação.

Deveria existir uma quantidade mínima comprada “de prateleira” de algum, qualquer tipo. Um lançamento real por ano, talvez.

Em paralelo investir no MAR-1.

Talvez tenha doutrina, talvez usando simulador, não sei.

Meio off, e os Harpoon antinavios? efetivamente foram adquiridos? estocados? já foi realizado algum lançamento real? lembro que a Argentina fazia isso em 1982.

André Sávio Craveiro Bueno

A Argentina utilizou Exocet em combate em 1982.

TeoB

É a guerra das Falklands ensinou uma lição e agente não aprendeu, gastamos horrores para comprar tot de aeronaves e não investimos em misseis, temos boas aeronaves com DNA nacional e banguelas!
Gastou-se muito com AM-1, H225, agora o Gripen, mas se agente comprasse uma quantidade adequada de prateleira de aeronaves e investisse em armamento nacional não seira melhor?
Se a argentina tivesse metade dos aviões e o dobro de misseis com certeza teria dado bem mais trabalho para a Rainha e talvez não saísse assim tão humilhada do conflito.

Paulo

Há a lenda de que, na época a França negou os codigos fonte para integra- los aos super etandard argentinos , e o BR os repassou à armada Argentina. Foi o que li nos jornais da época.

Rinaldo Nery

É só lenda mesmo. Quem lançou os Exocet foram os Super Etendard.

José Joaquim da Silva Santos

Tbm teve lançamento de solo.

Leandro Costa

Teve sim. Em um dos poucos exemplos de engenhosidade Argentina, botaram uma bateria em solo. Equipamento retirado de um navio deles.

Rinaldo Nery

Sim. Um.

Paulo

Sempre fica aquela suspeita de que o missil anti radiação retido pelo BR quando o Vulcan de sua majestade foi obrigado a aterrisar no Galeão por ocasião da guerra das Malvinas foi o.embrião do MAR 1 . Lembro que a Inglaterra não o possuia, e foi repassado para à ela pelos EUA para destruir os radares argentinos locados nas Ilhas.

José Joaquim da Silva Santos

Teve matéria tempos atrás aqui disso, pelo que diziam documentos consulares desclassificados o mais crível é que amarelamos e devolvemos pra Inglaterra o míssil.

Mauricio R.

Imagino só o saco de maldades do governo norte americano, que seria aberto sobre nós, por ousarmos violar a integridade de sua propriedade industrial e intelectual, fornecida ao seu mais próximo aliado….
O que se viu a época do Acordo Nuclear Brasil-Alemanha, seria pinto.
Aqueles de galinha, bem entendido.

TeoB

Meee que coisa mais boa! tomara que tenha escala, e será que vai ser o A-Darter tbm? Aí sim…
Acho que uma solução para agente fazer o A-darter sair do congelador era criar uma versão antiaérea a Mec Jee já tem no seu portifólio um lançador de foguetes talvez seja viável eles desenvolverem, seria uma boa um sistema parecido com o Iris-t SLM.

Mauricio R.

Sobre o A-Darter tem que falar antes, com a Denel.

Paulo

O A darter teve envolvimento da Mectron ( hoje SIATT) e da empresa da Africa do sul . A SIATT certamente aproveitará sua tecnologia para desenvolvimento de misseis SAM que firmou com a MB. Mas a Avibras estava envolvida também..

Rafael Oliveira

A Siatt não é a Mectron, sequer formando grupo econômico.
Alguns dos sócios da Mectron fundaram a Siatt após a Mectron ser comprada pela Odebrecht.

Mauricio R.

E daí?
O míssil A-Darter sempre foi entendido como um produto da Denel, que seria licenciado ao Brasil.
Inclusive chegaram a criar uma subsidiária aqui.
Ocorre que nada disso se materializou e o envolvimento da Avibrás e da Mectron se perdeu.
E quem fabrica e vende, o míssil hoje, é a Denel.

Phablo

Bom dia , excelente notícia , torcendo para a Mac Jee e para Siatt desenvolverem mais famílias de mísseis , e para que ambas consigam crescer no mercado externo , também torço para que a Avibras se recupere e venha a se reerguer , e que a nossa Base industrial de defesa venha evoluir técnicologicamente.

José Joaquim da Silva Santos

An, sim… duas empresas fabricantes de mísseis ? Confia que vai dar certo.

Fabio Araujo

Excelente notícia, que bom que esse projeto possa reviver!

Groosp

A única forma de uma empresa de defesa brasileira vingar é ela ser de propriedade dos irmãos Joesleys…

Marcos

Eu nem me importaria…
Se os Joesleys resolvessem montar uma Avibrás da vida e produzir um SAM com os sul coreanos, suecos, israelitas, franceses ou italianos e o GF comprasse em quantidade, tinha meu apoio. Nem vou reparar nos valores ou esquemas que possam rolar…

Rafael Cordeiro

A notícia é muito boa, mas… em se tratando de Brasil, será sempre recebida com certa desconfiança. A Mac Jee parece ter boa intenção, porém nenhuma empresa vive de boa intenção e sim de lucros e lucros dependem de vendas, com isso, pergunto: Quais produtos da Mac Jee são utilizados/foram adquiridos pelas Forças Armadas Brasileiras ou alguma outra força estrangeira?

P&D são onerosos e financiamentos, mesmo com apoio do Estado, precisam ser pagos, sem pedidos fica difícil acreditar na sobrevivência da empresa no médio/longo prazo, a não ser que um Grupo EDGE da vida entre com participação na empresa.

J R

Ela esta sobrevivendo justamente porque não depende da FAB.

Marcos

A Mac Jee Defesa é uma empresa do Grupo Mac Jee. Além da Defesa existe ainda a Mac Jee Participações, a Mac Jee Tecnologias e a Equipaer. Todas pertencentes ao mesmo grupo. Não cometeram o mesmo erro da Avibrás de ser exclusiva de defesa e só possuir, praticamente, um produto. Possuem uma parceria com a Imbel. A Mac Jee produz uma variedade de munições aéreas (família BGB, como a BGB82 e BGB8/MK84), munições de artilharia de calibre 155 mm, e a bomba antibunker BLU-109. A empresa possui uma capacidade de produção de 85 mil munições de 155 mm por ano, com foco na… Read more »

Last edited 7 meses atrás by Marcos
Rafael Oliveira

O EB deveria analisar seriamente o lançador de foguetes do Armadillo para instalar no Guaicurus ou no Marruá blindado.

Além da utilidade de ter uma fabricante de foguetes no país, ante a derrocada da Avibrás, é complicado para uma empresa vender um produto que as Forças Armadas do próprio país não usa.

Marcos

Ou adaptar os M113 para transportar o lançador do Armadilo internamente e realizar uma elevaçao pelo teto quando forem lançar…

Mauricio R.

Material bélico somente é adquirido, devido a sua serventia em enfrentar uma ameaça percebida.
Se as forças armadas do país não usam determinado armamento, a falha foi da indústria, que não soube exibir a serventia desse.

Rafael Oliveira

Isso se as Forças Armadas fossem extremamente racionais e competentes, o que não é o caso das nossas.

amarante

Viva, estamos prontos para mais um voo de galinha.

George A.

Ao menos em 2015 a intenção era integrar eles aos Gripens, o que suspeito que não tenha acontecido por conta da derrocada da Mectrom no rescaldo da Lava Jato (quem tiver a informação mais exata e quiser corrigir, desde já agradeço), espero que essa aquisição tenha vindo em simultâneo com a intenção da FAB de adquirir efetivamente esses mísseis:

https://www.fab.mil.br/noticias/mostra/21993/SEMANA%20DA%20CA%C3%87A%20-%20A%20avia%C3%A7%C3%A3o%20de%20ca%C3%A7a%20do%20futuro

Mauricio R.

Espero, mas não tenho tanta fé, que as ffaa brasileiras passe muito longe dessas sucatas.

Rogério Barcerlos Midão

A questão é, a FAB vai querer adquirir o MAR-1??

Mauricio R.

Material bélico não é fogão, geladeira ou smart tv, compra-se aquilo que se considera necessário e só.
Se serão 1000 unidades, esta é a quantidade total, então no ano seguinte, no próximo orçamento, não tem mais 1000.
Se quiser sobreviver, vai ter que competir no mercado externo.

Rogério Barcerlos Midão

Entendo a sua posição, mas a capacidade de ter um armamento, com tecnologia nacional, livre de sanções internacionais é ímpar! Uma capacidade desta, não pode ser desperdiçada!

Last edited 7 meses atrás by Rogério Barcerlos Midão
Mauricio R.

Se você quer se salvaguardar de sanções, basta faze-lo ITAR free, mas isso não muda a dinâmica de comercialização.
Não precisamos resgatar sucatas que nunca desempenharam satisfatoriamente, devemos aprender com os erros, mantermos os acertos e a partir dai criar algo novo.

Rogério Barcerlos Midão

Creio que vc está equivocado!! Vc acha que o Cio da Mac Jee ia investir Milhões em dinheiro, em um direito de propriedade intelectual de um armamento falido?? Ele não é ingênuo!! O MAR-1 foi um progeto super sabotado! Na época os americanos disseram que o Brasil não tinha maturidade para possuir uma arma dessa E a FAB desenvolveu por conta própria o sensor deste armamento! Depois os americanos quiseram parceria para o sensor brasileiro, aí Inês já era morta! Esse projeto saíndo da gaveta corre o risco de dar uma capacidade ao Brasil que muitos países não querem que… Read more »

Rodolfo

Se conseguirem também adquirir os direitos do AVMT300, daí a Avibras perderia qualquer sentido de continuar existindo. A MacJee tem condições também de desenvolver seu proprio sistema Astros.

Santamariense

Notícia muito boa! Tomara que consigam ter clientes e industrializar esses dois missões. Só tem um porém no texto:

“…mísseis MAR-1, míssil antirradição, e MAA-1B, míssil ar-ar de curto alcance — dois sistemas já testados, reconhecidos e utilizados operacionalmente.”

Nenhum dos dois mísseis foi utilizado operacionalmente. Testes, ensaios, etc, ok. Mas, operacionalmente significa algum cliente ter encomendado, recebido e usado os produtos acabados e em suas versões prontas.

Willber Rodrigues

“(…) mísseis MAR-1, míssil antirradição, e MAA-1B, míssil ar-ar de curto alcance — dois sistemas já testados, reconhecidos e utilizados operacionalmente.” ???? Utilizados operacionalmente por quem? Acho que nem a FAB os usou. “Agora, com a propriedade intelectual dos mísseis MAR-1 e MAA-1B, a empresa pretende criar uma base comum de desenvolvimento e produção, reduzindo custos e aumentando a capacidade fabril para atender demandas nacionais e internacionais.” 1- isso é importante, reduzir custos e formar uma “família em comum”, pelo menos ALGUÉM no Brasil pensa em Interoperabilidade; 2- “demandas nacionais” já ví esse filme antes, o quanto as FA’s BR… Read more »

JCuritiba

Agora vai!!!!
Até vejo a FAB fazendo compras enormes desses mísseis!

Mauricio R.

Modo irônico on?

Mauricio R.

Ih, mais do mesmo, muito press release e pouca substância, muito ufanismo tupiniquim.
Outra empresa da turma do “só pode ser for…”!
Deixa eu perguntar, adquiriram também a “propriedade intelectual” do pó de Pirlimpimpim, à Marquesa de Sabugosa?
Se não, é bom se mexerem, vão precisar.
As Cucas da Bid: Engesa, Biselli, Bernardini, Mectron e Avibrás, estão logo ai na esquina…

Aéreo

Agora vai….

Desc

Parabéns e boa sorte para a Mac Jeep.

cipinha

Talvez o MAA-1 seja um míssil de construção muito barata e com capacidade anti drone e mísseis de cruzeiros, não sendo tão moderno, mas sendo usual para determinadas missões

Mauricio R.

Só precisa resolver aquela inoportuna e frequente quebra de travamento, quem sabe assim finalmente funciona.

José Joaquim da Silva Santos

Cheio de imprecisões no release, “ dois sistemas já testados, reconhecidos e utilizados operacionalmente” eles foram apenas testados superficialmente, nada disso jamais se tornou operacional, nem aquela venda pro Paquistão foi real, eram protótipos e aquilo foi um evento bastante obscuro.

José Joaquim da Silva Santos

Bom, eu assisti entrevista com o presidente da empresa sucessora, que era o gerente do projeto, ele mesmo disse que aquela operação, em outras palavras foi uma farsa. Não posso coitar nome de empresa nem do gerente, mas creio que ficou fácil. O que eu acredito é que a empresa contou uma baita de uma mentira pra tentar algo maior.

Last edited 7 meses atrás by José Joaquim da Silva Santos
Matheus

Todo mundo celebra e tals, mas cês sabem que ninguem vai comprar esses tubos defasados né?

Muito provavelmente vai cair na mão de alguma empresa árabe junto com todo o corpo de engenharia.

Alex prado

Eles devem visar a exportação porque sabe como é aqui.

Carlos Campos

Eita nem sabia dessas coisas, o MAR1 se for atualizado pode balançar o Mercado, míssil anti radiação é coisa que geralmente as Velhas Potencias não gostam de vender, se o Brasil colocar no mercado por um preço bom, vai vender com certeza e mudar dinâmica de tensão entre os países, só de saber que o Paquistão tinha o MAR1, a India recuou seus radares da Fronteira para uma pronfunidade mais segura.

RDX

Quem sabe não surge um sistema SHORAD com o MAA-1B.

Last edited 7 meses atrás by RDX
Mauricio R.

E que BID irá integra-lo? Porque a que está ai não conseguiu nem fazer o míssil funcionar direito.

Paulo

Acredito que a propriedade intelectual seja da FAB, que pagou pelo desenvolvimento de ambos os projetos. Outro ponto é que esses mísseis, quando seus projetos foram interrompidos, estavam muito longe de estarem operacionais. Portanto, dizer que estão operacionais é uma grande mentira, só não sei dizer se do Poder Aéreo ou da própria empresa. É preciso tomar cuidado com o que se publica.

Jean

A Mcjee tem condições de produzir estes mísseis a partir destes projetos? Ou ao menos os fornecedores dos componentes ainda existem? Por exemplo o MAR-1, pelas dimensões e ogiva, pode facilmente ser modificado para um míssil antisuperficie ou antinavio com um sistema de guiagem por TV ou IR, guiada por laser ou ainda GPS, enfim criar uma família de mísseis como o Maverick dos EUA.

Pelo porte poderia ser integrado ao Caracal e caças leves como FA-50, F-5, M-346, inclusive navios patrulha como um SSM de curto alcance. Isso geraria maiores chances de aplicação e escala de produção.

Frank

Perfeito,uma empresa brasileira e disposta a tocar projetos de extrema importância para a defesa nacional,alem claro de que pode ser exportado(principalmente o MAR-1) que o Paquistão tinha demonstrado interesse em vender o missil junto com o caça deles

Marcelo Bardo

Bem que podiam fazer a mesma coisa com o A-DARTER.

Mauricio R.

Que falem com a Denel, pra saber quanto eles cobram.

Johrdan

Muito bom isso, mas infelizmente não vai fazer muita diferença já que o exército sucateado brasileiro não tem poder de compra, uma empresa não vai produzir míssil sem comprador. O Brasil e uma piada sem graça.

Ruas

Se isso se solidificar, apesar de alguns não estarem operacionais nas Forças do Brasil e serem a ponta tecnológica, o Brasil terá um portfólio de mísseis bem interessantes. Na América Latina, ninguém faz míssil, só o Brasil. Mísseis ar-ar • MAA-1, MAA-1B, A-Darter (participação) Mísseis anti navio • MANSUP, MANSUP-ER Mísseis de cruzeiro • AVTM 300 Mísseis antiaéreo • Segundo a própria SIATT já há projeto para um míssil AA para serem integrados às fragatas. Míssil Anti tanque • MAX Precisa-se: • míssil BVR • míssil AA de ao menos médio alcance (em andamento?) • Torpedos (havia o projeto TPNer… Read more »

Heinz

Como é bom ver uma notícia dessas, parabéns a Mac-jee, sucesso!

Wilson

Ótima notícia! Não duvidaria que, este negócio, tenha recebido uma pequena ajuda de alguma cláusula secreta inserida em uma venda de munições para as forças Brasileiras.

Mauricio R.

E eu um dia acreditei que o MAR-1 poderia se tornar um míssil BVR e um míssil SAM.
Quão enganado eu estava!

Marcos

“Além disso, a empresa afirmou que irá anunciar dois novos programas estratégicos em breve, atualmente em fase final de engenharia.”

Essa talvez seja a informação mais importante…
O que podem estar desenvolvendo?
E a aquisição das propriedades intelectuais desses misseis tem relação com esses novos produtos em desenvolvimento?

Carl

Sim, tem relação, a Mac Jee projeta uma família de misseis, plataforma ar-ar, tatico cruzeiro, anti-radiação…

Carl

Mac Jee vai apresentar novidades, está projetando o SRAAM (ar-ar), um anti-radiação baseado no MAR, um missil de cruzeiro e outro produto (SRBM) com características parecidas com o ATACMS.

francisco

A indústria bélica nacional não vai pra frente, pois as FA dão prioridade a equipamentos estrangeiros, mesmo que obsoletos e antigo.

Mauricio R.

MAR-1 e MAA-1B não são estrangeiros, não chamaram a atenção das ffaas do Brasil, pois nunca funcionaram a contento, a indústria não conseguiu resolver seus inúmeros problemas.

Cassini

Ótima notícia!

Podiam assumir a propriedade intelectual do A-Darter também, cujo andamento ninguém sabe como está.