HAL Tejas Mk1A fabricado em Nashik completa voo inaugural

Nashik, Índia – A versão Tejas Mk1A do caça leve indiano, produzida no complexo da Hindustan Aeronautics Ltd (HAL) em Nashik, realizou nesta sexta-feira seu voo inaugural com sucesso. Para marcar a ocasião, o avião foi saudado por jatos d’água ao pousar.

O evento ocorreu logo após a inauguração da terceira linha de produção do Tejas Mk1A em Nashik, além da segunda linha dedicada ao avião de treinamento HTT-40, ambas na presença do Ministro da Defesa indiano, Rajnath Singh.

Detalhes e importância estratégica

  • A planta de Nashik foi criada para complementar as linhas já existentes em Bengaluru, trazendo uma capacidade adicional de produção de oito aeronaves por ano, elevando o total para 24 caças Tejas anuais.
  • O modelo Mk1A incorpora melhorias tecnológicas como aviônicos avançados e capacidade de reabastecimento ar-ar.
  • Embora o voo inaugural sinalize um passo fundamental no programa, a entrada em serviço da aeronave dependerá de ensaios adicionais, certificações de armamentos, radar e integração completa.

A realização desse voo no parque de Nashik reforça a estratégia da Índia de fortalecer sua autonomia industrial em defesa, reduzindo dependência de importações e consolidando o programa Tejas como peça-chave na modernização da Força Aérea Indiana.■



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JuggerBR

Manda 24 pra repor os A-1 e parte dos F-5… Nos dê 5 anos de carência e financiamento suave de 15 anos a juros …

Luciano

Eu acho que será até melhor que isso. A India quer vender, e o mercado latino-americano, e parte do africano, são impactados pelo o que o Brasil faz. Exemplo: o Equador vai comprar Gripen? O México? Honduras? Angola? Moçambique? Etc.

Last edited 9 meses atrás by Luciano
Rodolfo

Mexico nao precisa gastar dinheiro com caças.

Luciano

Concordo em parte. Eles precisam de intercetadores rápidos, pelo menos alguns.

Marcos

Para interceptar o quê?

Bernardo

Mesma coisa que falam da gente. “Brasil não tem inimigos”.

João Henrique

Eles estão precisando urgentemente de caças, os poucos F-5 que eles tem estão piores que os nossos, se quisessem comprar uns Gripens e uns KC390 seria uma boa.

Last edited 9 meses atrás by João Henrique
Carlos Campos

O Plano da FAB era repor tudo com gripen, 108 no total

Maurício Veiga

Escreveu corretamente, “era”!!! Faz tempo que eu digo aqui que isso não vai mais acontecer, o Tejas seria bem vindo para recompor a segunda linha da aviação de combate da FAB…

Last edited 9 meses atrás by Maurício Veiga
Luciano

No fundo, isso nunca foi viável. E o mundo mudou.

Marcelo

A FAB disse na época que ela precisava de no mínino 62 Gripen para suprir a baixa de 50 F-5M e 12 AMX.

Felipe

A última vez que disseram um número foi de 66 aviões, seria interessante 42 Gripen e 24 Tejas.

Pablo

O plano era o FX, depois o FX2, depois começaram a modernizar o F5, depois compraram os Mirages, aposentaram os mirages, falaram em 108 gripens, depois caiu pra 2 lotes e agora reze se vir os 36 nesse século. Essa enrolação ta quase completando 30 anos.

Marcelo

Será que a FAB vai ter coragem de comprar esse Fiat 147.

bit_lascado

Se tiver fabricação ou montagem pela Embraer, talvez. Pois assim garantiria o ferramental pra manter a aeronave por um bom tempo.

Bernardo

A gente não consegue pagar 30 anos de financiamento com 10 anos de carência. Se bem que é a cara do Brasil não conseguir pagar uma dívida e entrar em outra (usar cheque especial pra pagar cartão de crédito etc)

Dom Lazier

Aí eu pergunto, a Embraer não consegue fazer um desses?

Willber Rodrigues

A Embraer pode fazer quase tudo…

Se o GF pagar os boletos do P&D.

E, considerando-se a quantidade de atrasos dos “boletos” do desenvolvimento do 390, nem imagino como seria no desenvolvimento de um caça…

Last edited 9 meses atrás by Willber Rodrigues
Esteves

A Embraer é uma empresa privada.

luiz Brandão

Locheed Martin também, mas o governo contrata o desenvolvimento de caças ou outros itens de defesa, inclusive desenvolvimento de protótipos e posteriormente decidem sobre as compras…..Leia, por exemplo, o desenvolvimento do Lockheed Martin F-35 Lightning II ou F-35 Joint Strike Fighter.

juggerbr

Embora a Skunk Works seja da LM, quem banca o orçamento ali é o governo americano, dezenas de tecnologias que serão usadas nos caças da LM e de outras companhias, desde que o governo autorize.

Willber Rodrigues

LM também.
Mas o P&D do F-35 não saiu do bolso da empresa.
Dá pra falar isso de 99% dos produtos militares pelo mundo.

Única exceção que vem na cabeça é o F-5.

Carlos Campos

Consegue, mas quem vai pagar? Além de que absoveram tecnologia para fazer algo no nível do gripen, pq fariam um Tejas?

Bernardo

Se tiver demanda e alguém bancando o projeto (com a compra das unidades já pagas de antemão além do desenvolvimento), sim (teria que encontrar parceiras, mas não imagino que fosse grande problema não). Com capital próprio, não. Falta bala na agulha (e muita, hoje ninguém consegue tirar isso da cartola, nem as maiores, muito menos a embraer).
Não precisaria ser o Brasil não, vamos supor que o Uruguai ou Sudão do Sul pedisse (só um exemplo, não levem a sério) e fosse tudo aprovado, daria pra fazer. Ninguém faria isso, mas não existe nenhum impedimento.

Angus

https://www.aereo.jor.br/2024/07/13/comparacao-entre-os-programas-dos-cacas-j-10-da-china-e-lca-tejas-da-india/

“relembrar, é viver”

O ideal para a FAB é no mínimo mais 36 Gripen E/F, devido a todo investimento já feito.

Contudo é admirável todo esforço da Índia em projetar e fabricar um caça.

Porém, se é para “pensar fora da caixinha”, existe o J-10, superior em todos aspectos ao Tejas.

Luciano

Já temos o Gripen. Precisamos de um avião barato de comprar, manter, e complementar.

Alecs

Pela sua lógica deveríamos comprar o L-39 Albatroz.
O avião barato já temos, é o A-29 Super Tucano!

Last edited 9 meses atrás by Alecs
Luciano

Que comparação, eihmm amigo.

Felipe

M346FA italiano seria o substituto natural do AMX e atende estas 3 coisas.

Bueno

Apesar de a China ser um grande comprador de grãos e minérios do Brasil, a recente negociação com a Índia apresenta aspectos positivos e negativos.
Focar apenas na aquisição de caças leves, que pode não ser a melhor saída para a FAB.
No entanto, se considerarmos as outras parcerias que podem surgir dessa relação, o investimento pode valer a pena o sacrifício.
Quem vive vera!
Oremos!

Last edited 9 meses atrás by Bueno
Luís Henrique

A China nem cogita adquirir 40 ou 80 C-390.

Victor Carvalho

Não tem problema, afinal de contas a China já compra muita coisa do Brasil. A balança comercial entre os dois países é bem mais desfavorável para a China.

Régis

Ele de fato é superior em aspectos técnicos mas, ao contrário da Índia, não podemos vender KC-390 aos chineses. Os americanos e europeus embargariam toda sua tecnologia na hora.

Além disso, o Tejas seria um complemento para o Gripen E/F, assumindo o papel do AMX – 1M e do F-5M. Já dá conta do recado.

Samuel Asafe

Além de que, o Tejas também poderia lançar o Brahmos. Adicionaria capacidade de atingir alvos taticos com mísseis de cruzeiro para os esquadrões que ja tem capacidade de reconhecimento que operam o AMX.

Esteves

Não sei do que reclamam. O avião até voa.

Bueno

galinha também alça voo.. kkk

Victor Carvalho

Kkkkkkkkkk! Boa Esteves!

João

Será que essa bomba vem pro Brasil?

Régis

Pelo que ficam falando, sim. Mas se for para adquirir eu preferiria o MK2, mais avançado e com motor F-414; este ainda usa o motor F-404.

Aliás, os indianos ainda estão tentando fazer seu motor Khaveri funcionar dentro dos padrões requisitados. Nós poderíamos fazer um acordo para ajudá-los no desenvolvimento, trocando conhecimento técnico por mais acesso ao mercado indiano em diversas áreas, incluindo civis.

João

O problema é que o Tejas MK2 vai levar um bom tempo ainda pra ficar operacional. E mesmo assim, não deve ficar muito melhor que o MK1A.

Argos

E nós sabemos fazer motor?

Luciano

A delegação brasileira estava presente no vôo inaugural?

Gabriel

Eu sou a favor de que se compre mais Gripen…se o problema é grana, existe o J10, que é um caça provado em combate e muito capaz. Querendo ou não, derrubaram 03 Rafales com misseis PL15…a Índia tomou uma surra no conflito, não sabemos se por falta de treinamento ou porque os caças paquistaneses eram melhores.

Esteves

Isso não existiu.

Luís Henrique

Gripen E cerca de U$ 150 mi no pacote completo
J-10CE cerca de U$ 110 mi no pacote completo
Tejas Mk1A cerca de U$ 80 mi no pacote completo

A questão não é só o preço, a Índia cogita adquirir entre 40 e 80 C-390.
A China vai adquirir 80 C-390 se o Brasil comprar o J-10??

José 001

Embraer é uma coisa, uma empresa, FAB é outra completamente diferente, um ramo das Forças Armadas do Brasil e responsável´pela nossa defesa aérea entre outras coisas.

Não se pode vincular a defesa do país aos lucros de uma empresa.

Se os EUA compram F-35 para agradar os acionistas da LM o problema é deles, nós não podemos fazer isto.

Além disso o Brasil já comprou o lego sueco (fuselagem de um país, motor de outro, armamento de outros, assento ejetor de outro e etc.), não precisa do lego indiano

Luís Henrique

Ok então fale qual seria sua decisão?

José 001

Continuar comprando Gripen, que é o que temos e, partir para um 5ªG o mais rápido possível. Em contra partida adquirir o BrahMos em várias versões, incluindo as lançadas por submarinos. Os indianos tem uma tecnologia de mísseis e foguetes bem mais avançada que nós, podemos até desenvolver algo em conjunto. Talvez com ajuda deles consigamos lançar nossos próprios satélites daqui, pois não seriamos concorrentes deles. Tem várias outras opções, mas o que é mais importante é não adquirir o Tejas, não só pelo avião já começar a carreira defasado, mas pelo histórico do Brasil. Se comprarmos Gripen e Tejas… Read more »

Eduardo Neves

Já combinou com os indianos???? Provavelmente isso tudo tá no pacote mas, porém, no entanto atrelado ao Tejas

Last edited 9 meses atrás by Eduardo Neves
José 001

Quem precisa combinar são ministros e o presidente, não eu.

Se souberem conversar poderemos conseguir muita coisa, não é obrigatória a troca de aviões, compensações comerciais podem ser feitas com outros equipamentos, como os que citei.

Bernardo

Tranquilo querer o Brahmos, mas a versão de submarino não pode ser lançada pelos nossos submarinos, nem os Scorpene indianos fazem isso (usam Exocet). São os design russos que poderiam fazer isso (em tese, ainda em teste, hoje usam o kalibr).

Felipe

Não é só lucro… É uma empresa estratégica e a FAB ganha 5% do valor de venda.

Felipe M.

De onde você tirou esse preço do Gripen? Nem o primeiro lote chegou perto desse preço, com todas as contrapartidas. Apesar do decurso de tempo e processo inflacionário mundial, o valor unitário de um segundo lote não chega nem perto disso aí. Aliás, não chega perto nem dos U$ 100 mi. Se o preço do Tejas é isso aí, você está totalmente equivocado ao dizer que seria uma solução mais barata. Lembrando que, a depender do pacote (já que começaram a falar de tot de novo), o valor pode ser ainda superior. Sem falar nos custos de estrutura, implementação, treinamento,… Read more »

Eduardo Neves

É isso que a rapaziada do super trunfo não entendi.

Marcos

Entende.

 “entendi” é o pretérito perfeito do verbo “entender” (no passado, primeira pessoa do singular) e “entende” pode ser a terceira pessoa do presente do indicativo (“ele/ela entende”) ou uma forma imperativa (“entenda!”)

Gabriel

Cara, eles vão comprar o que a gente tem de melhor, o ápice da nossa indústria…eu duvido que esse caça seja o melhor que a Índia tenha a oferecer. Que comprem Brahmos e Akashi MK2, não o MK1, aquela velharia soviética reformada que eles querem oferecer para a gente.

Wagner Figueiredo

Feio!!!

Dito isso, não voa bem!

( Se é bonito, voa bem!!
By Dassault )

Augusto

Diriam os mineiros: que trenzim fei e desconjuntado.

Marcos

Depende do lugar em Minas. Aqui a gente chama isso de “fiote de cruz credo”…

André Sávio Craveiro Bueno

Em um acordo governo a governo a troca sempre se faz necessária, óbvio. Talvez seja o caso de excluir o Tejas e optar por outros produtos como muitos comentaram neste e em outros posts. Se for “obrigatório” o Tejas entrar no negócio, que seja sua versão Mk 2. A questão é quando e se ela voará. Entre outras mudanças, essa versão utilizará o G&E 440, o mesmo dos Gripen. Caso essa versão seja adquirida, favorece a manutenção. Todavia sou a favor de mais um lote de Gripen. Eles são necessários, tanto pela quantidade quanto pela qualidade. Se não me engano… Read more »

Alecs

“Outra coisa: ele possivelmente será mais barato de adquirir que o Gripen mas será suficientemente mais barato de voar e manter do que a aeronave sueca de forma a compensar sua compra?” Acredito que não. São aeronaves da mesma categoria, inclusive, quando o Mk2 voar, terão o mesmo motor. Não justifica o gasto pois, mesmo com custo inicial mais baixo, duas linhas logísticas oneram muito o já minguado orçamento da FAB. Se fossemos adquirir um caça de outra categoria, mais pesado, com maior alcance e mais armado, seria o caso. Além do mais, a Índia tem outros itens na area… Read more »

André Sávio Craveiro Bueno

Valeu pelo complemento.

Eduardo Neves

Vc tá analisando pela ótica comercial um assunto geopolítico e estratégico, quer akash e brahmos???? Quer vender 80 KC 390???? Compra o Tejas, o jogo é esse, se a Suécia comprar 80 KC 390 a gente desiste do tejas, simples assim.

Marcos

Jogo geopolítico não tem só essa carta. As possibilidades são muitas.

Bjj

Ao contrário da maioria dos colegas aqui, não acho que seja negócio ruim para o Brasil. Vejamos o panorama atual: menos de uma dúzia de Gripen recebidos de apenas 36 contratados, cronograma de entrega esticado pra 2032, F-5M e A-1M no “bico do corvo”, FAB cogitando F-16 com quase 40 anos de uso, etc… Aí surge a licitação indiana para aeronave de transporte, e não é uma licitação qualquer, é um programa onde apenas um país pode comprar um número maior de unidades do KC-390 que TODOS os operados atuais e aeronaves já contratadas JUNTOS, tendo como contrapartida a aquisição… Read more »

André Sávio Craveiro Bueno

São considerações interessantes. Não creio que em um debate com o Congresso Nacional, envolvendo o GF, MinDef e fabricantes nacionais não convença os legisladores a liberar os recursos necessários para uma aquisição no âmbito de um grande acordo.

Last edited 9 meses atrás by André Sávio Craveiro Bueno
Marcelo

concordo, o Tejas Mk1A é superior ao M-346 por exemplo, proposto para substituir o AMX, é um caça de verade, não um treinador modificado. E perder a oportunidade de um acordo de 40 a 80 aeronaves com a Índia seria um absurdo.

Neto

No final, ainda pode-se repassar o Tejas para marinha em 10, 15 ou 20 anos, quando da possibilidade de receber mais Gripens ou o futuro caça, substituindo os falcões.

Rinaldo Nery

Esquece isso. A MB nem navios tem.

Sensato

Meu sonho é um MinDef que realmente mandasse e colocasse ordem na casa, como uma mãe que organiza uma briga de irmãos tipo: MB, aposenta agora esse trambolho de A4 de uma vez, tira agora essa bolacha de Top Gun do teu macacão que isso nunca te pertenceu. FAB, passa agora os P3 e Bandeirulha pra MB junto com os equipamentos e o orçamento dele. Quer fazer alguma coisa de útil no mar, vai agora conversar com a indústria pra tocar os projetos dos mísseis naval e de cruzeiro lançados do ar. MB, não queria voar sobre o mar? Agora… Read more »

Rinaldo Nery

Concordo.

Esteves

A MB precisa de navio. A FAB voa.

Felipe M.

“Não há nenhum indicativo de que o dinheiro pra comprar Tejas saia do orçamento da FAB, até porque não há dinheiro disponível no MinDef.” Não há dinheiro disponível nem para o Gripen. Para pagar o Gripen precisa que recursos sejam disponibilizados. Se vão disponibilizar para o Tejas, deixam de disponibilizar para o Gripen. Ou vocês estão acreditando na boa vontade (que nunca ocorreu) da classe política de liberar recursos para ambos, em concomitância, remanejando recursos destinados a outras áreas? Ou vocês estão acreditando que, de forma mirabolante, vai surgir algum recurso adicional e que ele será destinado a aquisição do… Read more »

Last edited 9 meses atrás by Felipe M.
Bernardo

Meu medo é justamente esse: se meterem a contrair outra dívida sem nem pagarem a primeira (que já não tão pagando) e aí vão ficar devendo as duas. E se ficar devendo, ninguém entrega.
Vai ver é mais negócio fazer essa contrapartida da Índia fora da área de defesa: eles compram os 390 e a gente ajuda eles com o etanol (que eles tem uma grande dificuldade, aliás), algo relacionado à agricultura que dá pra segurar. Alguma tecnologia da EMBRAPA, alguma parceria, não sei. Se for depender de orçamento de defesa vai dar problema.

Renato Pereira

Uma das opiniões mais sensatas que li!

Prefiro o Tejas? Claro que não, preferia os 108 Gripen desejados pela FAB com complemento de 36 Medium Fighter em Anápolis, mas nunca teremos isso!

Precisamos de aeronaves para complementar o próprio Gripen e, entre F16 surrado, desatualizado e limitado (sem falar na mudança de logística para REVO), Hürjet, M346 e Tejas, prefiro o indiano.

Sensato

Realmente não há dinheiro disponível no MinDef (lá, porque 20 bilhões pra Correios e para os outros 300 bilhões já gastos fora da meta fiscal, existem). Isso, junto ao fato da Embraer ser uma empresa privada, se unem pra causar uma dúvida: O fato da Embraer eventualmente vender dezenas de KC390 para a India muda em que o fato de que o GF não querer comprar caças e afirmar que não tem dinheiro pra isso? “Trocar” KC390 por Tejas faria sentido apenas se a Embraer ainda fosse estatal (Graças A Deus não é mais) ou se a empresa quisesse comprar… Read more »

Neto
Last edited 9 meses atrás by Neto
Ricardo Santos

Muito várzea, gastamos uma fortuna para trasferir tecnologia do Gripen, para depois comprar um Turma B do mercado?

Jhonatan

Pra mim o Brasil (Embraer) deveria fazer igual a China fez com o J-7/Mig-21, pega todo o Know-How que possui do F-5, A-1, A-4 e agora do F-39 e cria uma versão o mais nacionalizada possível, não precisa ser um dos caças mais avançados do mundo, só precisa ser um produto +80% nacional, seguro, confiável, competente e barato.

É mais ou menos o que a Índia esta fazendo com o Tejas.

Felipe M.

E quem vai pagar por isso? Ou a Embraer deve gastar do próprio bolso para desenvolver, confiando na demanda do mesmo Estado que planeja e contrata um projeto com transferência de tecnologia par a substituir sua frota e, no caminho, está cogitando mudar os planos e ir para outro caminho? No mesmo Estado que contratou 28 KC390 e já reduziu até o máximo contratual permitido (só não foi mais porque a legislação não permite). E isso com a justificativa de comprar mais gripens. Mas, agora, a bola da vez é o Tejas. É isso que a Embraer deveria fazer? O… Read more »

Dworkin

Fazer tudo isso que tu falou demanda muita grana, só se a FAB comprar um monte de unidades. Não se investe num projeto de caça sem ter já um bom numero de compradores estabelecido. Só quem pode fazer isso são os EUA.

Clésio Luiz

Aparentemente cada um custa 40 milhões de dólares na porta da fábrica, sem combustível, peças nem treinamento. É mais ou menos metade do Gripen E.

Felipe

O Gripen E tá saindo 120 milhões

João Henrique

Alguma chance de vir pelo menos uns seis desse pra Marinha? Pra aposentar os AF-1.

Rodrigo Silveira

Bate na madeira. Aproveita e aposenta direto o VF-1…

Last edited 9 meses atrás by Rodrigo Silveira
Esteves

A MB não tem porta-aviões.

dretor

A regra e clara avião bonito voa bem!…. e esse e feioooooooo que uma peste”””

José Gregório

O cockpit do Tejas é impressionante!!!! Coisa de louco, ultramoderno, os indianos não brincaram no projeto, não é um caça que se deva subestimar.

Santamariense

Quem defende esse negócio esquece que a FAB precisa de caças não para ontem, mas para o ano passado!!! E esse Mk1A recém fez seu primeiro vôo. E olha o que o texto da matéria mostra: “Embora o voo inaugural sinalize um passo fundamental no programa, a entrada em serviço da aeronave dependerá de ensaios adicionais, certificações de armamentos, radar e integração completa.” No F-X2, a FAB escolheu o candidato que ainda precisava ser desenvolvido e até hoje, 12 anos depois da escolha, o avião sequer tem IOC!! Isso que a Suécia fábrica caças de 1ª linha há muita décadas.… Read more »

RDX

O único caça maduro, provado em combate, fácil de manter e abundante no mercado de usados chama-se F-16.

Santamariense

Eu nem digo que precise ser provado em combate. O que pesa é o Tejas não estar pronto. Se o “governo” adquirir ele, vai entregar para a FAB e lavar as mãos. Daí quero ver ter grana e continuidade para terminar o desenvolvimento e certificações. Esse negócio está me cheirando a algo igual ao Mi-35, que veio por questões comerciais, nada mais.

Esteves

Exatamente.

Tem o lado geopolítico também. Um negócio desse pode abrir uma janela maior.

A Índia tem uma política de Make in India e exportação de defesa: US$ 5 bi em 2025. Isso cria margem para coproduções com transferência de know-how. Não é ToT. É aprendizado. Setores promissores:

• Eletrônica militar e radares
• Propulsão e munições inteligentes
• Cibernética e IA militar

Índico e Atlântico Sul são complementares.

Santamariense

“Muito bom”…e a FAB que se lixe. Vai servir de capacho para a Embraer ganhar dinheiro e não vai levar nada de bom, só mais uma encrenca…

Esteves

Novamente.

Tem Brigadeiro junto. Se não querem é só dizer.

Santamariense

Eles disseram quando compraram o Mi-35…não adiantou. Quando compraram o H225M ninguém pediu…não adiantou. Tu sabes que não é “só dizer”.

Esteves

Essas razões são sólidas. Com a palavra, a FAB.

O Tejas obteve IOC em 2013, mas só atingiu FOC (Full Operational Capability) em 2019.

Santamariense

“O Tejas obteve IOC em 2013, mas só atingiu FOC (Full Operational Capability) em 2019.”

Não o Mk1A.

Esteves

Ele não precisa de novo IOC. É baseado em uma plataforma já certificada.

O que existe para o Mk1A é um processo de validação e testes operacionais conduzido pela IAF antes da aceitação final. Um FOC atualizado.

Santamariense

Negativo, meu caro. Estás enganado.

Luís Henrique

É por isso que o comandante da FAB falou sobre 2 OU 3 caças.

O Tejas Mk1A pode ser para 2028 à 2030 em substituição dos F-5M.

E os F-16C Block 42 Usados podem ser para 2026 /2027 em substituição dos AMX.

Ou a FAB adia a aposentadoria dos AMX para o final de 2027 (como um colega já comentou aqui no portal) e o Tejas talvez possa ser entregue algumas unidades no final de 2027, substituindo os AMX.

Plínio Jr

Infelizmente os A-1s não terão substitutos tão cedo, são poucas aeronaves operacionais …. os F-5s sim poderiam serem substituídos pelo Tejas, algo em torno de 24 aeronaves para equipar dois esquadrões… não vejo o atual governo fechando acordos militares importantes com os EUA por exemplo para aquisição de F-16s usados.

Mesmo ocorrendo este acordo de troca KC-390 X Tejas, ainda é importante aumentar as encomendas de Gripens e também o ritmo de entregas dos mesmos…

Felipe

O número de A-1 foi caindo , isto significa que a FAB perdeu poder de combate. Já chegamos a ter 16 Mirage, 48 F-5 e 56 AMX ativos ao mesmo tempo, total de 120 caças!!

Santamariense

“Ou a FAB adia a aposentadoria dos AMX para o final de 2027 (como um colega já comentou aqui no portal).”

Fui eu que falei. Ouvi de 2 militares, um oficial e um sub-oficial, que o A-1M permanece até final de 2027.

Rinaldo Nery

Quem substituirá os F-5EM será o F-39.

Pet

Colegas, o Tejas MK1A possui tecnologias que o GRIPEN C/D não possui, exemplo Radar AESA, será interessante esses acordo se envolver o Sistema de defesa Anti Aérea AKASH NG, esses possuí alcance de 80 Km, além dos Helicópteros de Ataque.

Santamariense

Helicóptero de ataque? Aquele Prachand? Deus nos livre!!!

Esteves

A turma quer atacar.

Antunes 1980

Lendo os vários comentários aqui, vejo que 99% dos foristas ainda não entendem em que país eles vivem.
Somos inferiores a Índia, ponto final.

Eles possuem uma defesa muito superior a nossa. Eles tem MBT, sistemas AA, caças produzidos localmente, e até capacidade nuclear!

Somos pobres cegos e nus! Só operamos 10, é isso mesmo 10 caças ! Não temos defesa aérea nem MBT decentes! Um país gigante e ultra vulnerável

Somos uma piada mundial.

Devemos ser gratos por conseguir “trocar” KC por caças e sistemas AA.

Esteves

Sem falar que eles tem milhões de Deuses.

Felipe

Não exagera… Nenhum país tem 100% dos seus caças em condições de voo, o padrão mínimo da OTAN se não me engano são 60%. O Brasil tem hoje 10 Gripen, 32 F-5 e 6 A-1 ativos, além dos 80 AT-29 , e os 6 AF1B da marinha.

Esteves

A Embraer desenvolveu e modernizou aeronaves de ataque e treinamento avançado, como o AMX-T e o A-29B, além de conduzir programas de modernização de caças navais, como o AF-1 da MB.

Essa experiência seria valiosa para aprimorar a ergonomia, a estabilidade em baixa velocidade e a integração com sistemas embarcados do Tejas.

Aonde está o ponto forte da Embraer? Consolidação. Integração.

Embora o Tejas tenha avançado consideravelmente, ele ainda enfrenta desafios técnicos e industriais — justamente nas áreas em que a Embraer é uma referência.

Vocês estão reduzindo as competências da Embraer. E eu não gosto disso.

Plínio Jr

Antes era contrário a este tipo de aquisição, mas devido a todos os problemas que surgiram nestes ultimos tempos como o total descaso do GF em cumprir os combinados com o programa Gripen e não vendo perspectiva de melhoras para os próximos anos, este negócio prova-se ser muito interessante para a FAB e para nossas FA´s.

Seria uma parceria interessante com a India e que pode abrir caminho para vários outros no contexto de defesa, o Tejas atende plenamente os requisitos para substituir A-1s e F-5s e complementar os Gripens….

Esteves

Ufa.

Claudio Moreno

Salve senhores camaradas do Aéreo e Trilogia.
Camaradas espero de verdade que haja um acordo governo /governo e a EMB venda as até 80 aeronaves KC390 enquanto na contra partida tenhamos os Akashi para o EB e FAB.
No entanto,, sobre os Tejas MK2 eu ainda sou um pé atrás.
Más totalmente favorável ao AH Prachand para as três FFAA brasileiras.

Sgt Moreno

Santamariense

“Más totalmente favorável ao AH Prachand para as três FFAA brasileiras.”

Deus nos livre!!! Bate na madeira!!!

Felipe

Parece que nossos 11 AMX ainda ficarão em serviço até fim de 2027, um tempinho pra decidirem qual caça vai complementar o Gripen.