Indonésia confirma plano de adquirir 42 caças chineses J-10 diante de incertezas com o F-15EX dos EUA

80
Chengdu J-10CE da Força Aérea do Paquistão

Chengdu J-10CE da Força Aérea do Paquistão

O governo indonésio anunciou oficialmente que planeja comprar 42 caças J-10C chineses, em um movimento que sinaliza mudança estratégica em sua política de aquisição de armamentos. A decisão surge enquanto negociações com os EUA para a compra do caça F-15EX permanecem incertas.

O Ministro da Defesa, Sjafrie Sjamsoeddin, declarou que os aviões “em breve estarão voando sobre Jacarta”, embora não tenha revelado cronograma, valores ou fornecedores envolvidos.

A estratégia da Indonésia pretende modernizar sua Força Aérea (TNI-AU) e diminuir a dependência exclusiva de equipamentos ocidentais, diversificando sua carteira de fornecedores.

Analistas observam que a negociação com os chineses ocorre simultaneamente à avaliação do F-15EX, com comparações sendo feitas entre custo, compatibilidade com sistemas existentes, apoio pós-venda e alinhamento estratégico.

Caso concretizado, o pedido chinês representaria a maior compra de caças não ocidentais da Indonésia e poderá redefinir sua postura de segurança regional — especialmente no contexto das disputas no Mar do Sul da China. Além disso, pode influenciar o cálculo de pacotes de transferência tecnológica e manutenção local.

Enquanto isso, Jakarta continua as negociações com os EUA para o F-15EX, mantendo o Rafale francês já contratado como outro pilar da modernização da frota de combate.■




Redes Sociais

A Trilogia Forças de Defesa também está presente nas redes sociais. Para comentar e discutir as matérias com os editores e outros leitores, entre no nosso grupo no WhatsApp e no Facebook. Para correções, críticas e sugestões de pauta, contate os editores: redacao@fordefesa.com.br.
Subscribe
Notify of
guest

80 Comentários
oldest
newest most voted
Antunes 1980

seria investir no Gripen E/F.
Um caça com custo relativamente baixo, ótimo desempenho e uma aviônica e armamentos ocidentais de última geração.

Last edited 10 meses atrás by Antunes 1980
sub urbano

E motores americanos q podem ser embargados a qlqr momento…

BlackRiver

Qualquer tecnologia que vc não possui domínio completo pode ser embargada a qualquer momento,.
Acordem pra vida, ruim com os americanos, pior sem eles, simples assim…

Cristiano ciclope

Depende que quem você e é onde você está?
A justificativa da compra de material da OTAN pelo Brasil e que está os perto e logística e melhor, mas essa justificativa serve para a indonésia em relação a China ao inverso!

SteelWing

realmente pra quem compra deles, é pior sem eles mesmo, pois a qualquer momento pode ser embargadas se tudo que for fazer não pedir a benção, inclusive indo contra interseres nacionais.

BlackRiver

https://www.aereo.jor.br/2025/10/16/embraer-e-republic-airways-assinam-extensao-de-contrato-de-manutencao-para-mais-de-240-e-jets-nos-eua/

Que outro país do mundo faz esse tipo de parceria e negociações com a EMBRAER?

Vocês acham mesmo que se a EMBRAER dependesse da divisão de defesa, a seria a EMBRAER?

Cristiano ciclope

Só os motores? Kkk

José Joaquim da Silva Santos

Os F-14 do Irã foram embargados completamente ainda em 79, foram extensamente usados na guerra com o Iraque nos anos 80 e dias atrás ainda voavam…

Heli

Mérito dos iranianos. Porém, houve um fornecimento de peças nos anos 80 no conhecido escândalo Irã-Contras, durante o governo Reagan

Gainete

Voar, até asa-delta voa!
Enfrentar outros caças em batalhas, é outra história. ✈️🎯🔥

Uriel PR

J10CE já é comprovado em campo de batalha.

Sensato

Por quantos combates? Dá pra comparar com a folha de serviço do F15?

Esteves

Houve boatos de “abates simbólicos” divulgados por redes paquistanesas.

Nenhum confirmado — nem pela PAF, nem pela IAF.

Last edited 10 meses atrás by Esteves
Bernardo

Independente da questão OTAN, não-OTAN, Gripen E (o F sequer existe) ainda não é 100% operacional em lugar nenhum. Segue em fase de testes (inclusive no Brasil onde nem tá preparado pra capacidade de ataque ao solo). Então quem compra, compra considerando isso. Vale a pena pra uns, pra outros não.
O Chinês já passou dessa fase (há muito tempo), o EX também (recentemente, por incrível que pareça, um avião que foi lançado muito depois. a parte ainda em teste é a suíte EW que é um opcional).
não adianta forçar a barra, o Gripen não serve pra todo mundo

André Macedo

O que será que está travando as negociações do F-15 assim? Querem vender com o freio de mão puxado? Se as negociações com os EUA estão avançando não vejo pq buscar logo com os chineses…

Luís Henrique

Devem existir vários fatores para esta aquisição. 1) os J-10CE garantem um caça moderno FORA da Otan, caso a Indonésia sofra qualquer tipo pressão ou bloqueio por parte dos EUA ou da Otan, uma frota com 100% de caças ocidentais ficaria totalmente comprometida, sem assistência e reposição de peças. Já os J-10CE continuariam operando com assistência chinesa 2) Preço. Apesar do preço não ter sido divulgado, com base no contrato de Bangladesh, é possível que os 42 J-10CE custem cerca de U$ 4,62 bi. Como comparação a Indonésia vai pagar U$ 8,1 bi nos 42 Rafale e as negociações para… Read more »

Alecs

Também pode ser notícia plantada para fazer os franceses baixarem o preço do Rafale.

José 001

Estude mais.

André Macedo

Os atrativos do J-10 eu já imaginava, mas quando se fala dessas compras de equipamentos e tecnologia sensível, me parece que os EUA não gostam muito quando se negocia com seus rivais, como fizeram com a Turquia

Cristiano ciclope

Mas a Turquia e um casal aparte, aliado histórico, membro da OTAN. Com participação no projeto do F-35, e com acesso a informações estratégicas, a indonésia não tem nada disso, compra de quem quiser!

Cristiano ciclope

Dinheiro, eles devem ter que equilibrar a balança comercial, sem falar que a China e do lado, logística melhor não tem, e se for aliados e um aliado de peso logo do lado!

Bernardo

Pra Indonésia não interessa pender muito pro lado da China (com quem disputa no mar da China) nem pros EUA (pra não se indispor com a China). Ficar muito dependente de quem você briga raramente é um bom negócio. Imagino que você não saiba, mas a maior parte dos vizinhos “logo ao lado” da China tem algum tipo de disputa, se não por terra, pelo mar. Que só tem piorado com o passar dos anos, aliás. Pra Indonésia hoje o melhor é ficar mais pelo meio do caminho. Pra quem perguntou qual a vantagem: o F-15EX é um avião infinitamente… Read more »

José 001

Eu vi o comentário vocês apagaram kkkkkkk

A Indonésia está adquirindo o Rafale também (42 unidades).

Angus

Como eu gostaria de ler:

Brasil confirma plano de adquirir 36 J-10C no momento que a aquisição do segundo lote de Gripen E permanece incerta e os F-5M estão chegando ao final da vida útil.

Luciano

O J10CE não faz sentido pra nós, se temos problemas de orçamento e o foco da FAB é uma aeronave de segunda linha. Se fosse para acontecer com um sistema não ocidental, seria o JF17 Block 3, que já é um avião melhor que tudo que existe na América Latina.

Last edited 10 meses atrás by Luciano
Deadeye

J10CE faz total sentido para nós, inclusive os Chineses estavam oferecendo com preço bem abaixo do unitário do Gripen.

E está na hora do Brasil começar a balancear os seus fornecedores de defesa.

Luciano

Mas escolher o JF17 também seria balancear os provedores. Além disso, tem a India também.

George A.

Se a proposta fosse de produção no Brasil e alguma transferência de tecnologia do motor seria um bom negócio, mas tem que levantar a questão das cadeias de suprimento, logístoca, disponibilidade e etc.

Cristiano ciclope

Logística não e problema para a China, devido a sua escala de produção e cadeia logística global, a crina não e a Rússia e nem a índia, está mais para os EUA!

George A.

Esse caça JF-17 Thunder é desenvolvido em parceria com a China, mas é paquistanês, então a parceria seria com o Paquistão e só tem 4 usuários no mundo incluso o Paquistão.

Sensato

Isso! Claro! Até a hora em que a China invade Taiwan, o couro come na casa de Noca e nós ficamos sem suporte e sem peças pois além do fornecedor ter se metido num enrosco, ainda fica do outro lado do mundo…

José de Souza

Isso nunca vai acontecer, a integração será inevitavelmente econômica.

Cristiano ciclope

Também acho, se boa for para ter um bom estoque de peças de reposição. Ou fabricação local das que mais saem, melhor ter dois fornecedores concorrentes!

Luís Henrique

O comandante da FAB indicou a um tempo que a FAB pode operar com 2 ou 3 tipos de caças.

Eu chutaria que as possibilidades mais possíveis seria:

36 Gripen E
24 F-16C block 42 Usados no lugar dos AMX
24 à 36 Tekas Mk1A no lugar dos F-5M

Possivelmente um aumento de 12 Gripen E caso consigam aumentar o contrato em 25%, talvez reduzindo a quantidade dos outros 2 caças ou adquirindo apenas o F-16 ou apenas o Tejas em vez de ambos.

Diego

Vai tirar dinheiro da onde?

Luís Henrique

Claro, o mais provável é nada.
Mas em segundo lugar viria F-16 usado que são muito mais baratos que caças novos e em terceiro viria Tekas Mk1A que dentre os caças novos é um dos mais baratos e envolve a questão da venda do C-390 para a India.
Ou seja, em uma operação dessa onde o Brasil (Embraer) venderia entre 40 e 80 C-390 pode ser que o dinheiro “apareça” para viabilizar esta parceria.

Luciano

Tudo indica que sim, haverá um aumento do lote inicial do Gripen, e uma escolha por uma aeronave de segunda linha. Improvável que seja mais do que 46 Gripen e 24 Tejas, por exemplo.

Gustavo

Tejas e F-16… credo que pesadelo.

Luís Henrique

Os F-16 chilenos tanto os C como os MLU devem ser os melhores caças em operação em toda América Latina, tirando os novos Gripen E recebidos pela FAB. Os F-16 C Block 42 são superiores aos F-16A/B MLU e inferiores aos C/D Block 50/52. Então acho que são bons caças e substituiriam os AMX com louvor. Inclusive dependendo de softwares podem operar até as versões mais novas do AIM-120, mesmo o AIM-120C8 ou D. Já o Tejas MK1A, apesar do preconceito, é muito melhor que qualquer caça da América Latina, incluindo os F-16 C/D Block 50/52 do Chile e também… Read more »

Augusto Cesar

O Tejas Mk1A possui RCS pequeno (LO), alta manobrabilidade, um radar AESA moderno…. e por ai vai…..

Henrique não desmerecendo seu comentário, mas no papel se aceita tudo. Ainda não sinto confiança na indústria aeronáutica indiana, esse caça ainda não possuiu um comprador externo e a própria força aérea indiana teve a oportunidade de demonstrar ele e combate e preferiu não utiliza-lo contra os paquistaneses.

Acho temerário queremos nos arriscar em um projeto ainda não consolidado.

Luís Henrique

A força aérea indiana não usou ele porque o primeiro Tejas Mk1A acabou de voar ontem. Eles demonstraram confiança na versão MK1A porque a HAL realizou dezenas de melhorias em relação à versão anterior e a Índia tem testado os protótipos nos últimos anos e acabaram comprando 83 unidades em 2021 e mais 97 unidades no ano passado. Ou seja, compraram 180 unidades. Se estivessem insatisfeitos ou não comprariam e solicitariam mais melhorias ou teriam feito uma encomenda pequena e solicitado uma nova versão mais capaz. Para terem comprado 180 unidades por mais de U$ 13,5 bilhões é porque ficaram… Read more »

RDX

A vantagem do Tejas é, fundamentalmente, de ordem logística, uma vez ele poderia receber os Pods, kits de bombas guiadas e mísseis ar-ar de origem israelense em uso na aviação de caça da FAB.

BlackRiver

Imagina o custo da logística de tudo isso%?

Augusto Cesar

Se não tem dinheiro, deveriam focar apenas no Gripen E, mesmo que a quantidade total de caças seja menor. Um Gripen E e muito melhor que um F-16 antigo. Nesse caso se concretizar o que o comandante indicou, o ToT foi um desperdício de dinheiro publico, era melhor ter comprado de prateleira.

Quanto ao Tejas, Deus nos livre, prefiro os F-16 usados.

Luís Henrique

O Tejas Mk1A é muito superior à um F-16C block 42 usado.

Bernardo

De jeito nenhum. Mas não vão comprar nenhum dos dois. Na melhor das hipóteses, mais Gripen. Na pior….. kombi no alcool.
Mas, sério, é mais Gripen, porque é a falácia do apostador. A gente já se afundou demais e ninguém vai admitir pra sair depois de ter gasto uma fortuna.
E agora que já foi o que em tese foi a pior parte, melhor continuar com ele mesmo, sinceramente. Mas que paguem né

Machado

Era muito melhor ler uma notícia assim: Brasil adquire mais 2 lotes de 36 Gripens. Total 108 unidades

Willber Rodrigues

Indonésia comorando caça chinês, francês, sul-coreano e turco.

E a galera aqui tirando sarro da Í dia, em também comprar caças de vários fornecedores…

José 001

Tem uma turma que sempre vem com papo de doutrina, comunalidade, ferramental, que fomos criados desde criaça no padrão OTAN, maquinário diferente e etc. Se podemos ter o Gripen E/F, que não tem nada em comum com equipamentos que o Brasil já operou, além das bombas MK, então podemos ter aviões de mais de uma procedência. Nem sei se fabricamos a munição 27x145mm do Gripen. Peru operou Mirage-2000 e Mig-29. Malásia tem F/A-18, Su-30, FA-50. Egito com Rafale, F-16, Mig-29. Até a FAB já operou AMX, Mirage-III, F-5 e Xavante ao mesmo tempo. Muitos países na África e Ásia, bastante… Read more »

Hamom

“A FAB aposentou os Mi-35 (Novos) por dificuldades na manutenção e obtenção de peças de reposição…”

Sempre suspeito que os MI-35 foram sabotados pela própria FAB, relegados ao abandono, seja por pressão dos EUA ou doutrina interna de só usar equipamentos dos EUA e Europa, ou um mix das duas coisas…

José 001

Também penso assim.

Mas fale baixo, ou irão mandar você morar em Cuba, xingar, te chamar de comunista e por ai vai…

Tem um povo difícil.

Para eles somos a turma da teoria da conspiração, quinta coluna ou pior.

RDX

O Mi-35 foi abandonado porque não tinha utilidade para a FAB. O A-29 cumpre as mesmas tarefas com melhor custo-benefício.

Hamom

Claro, Super Tucano é capaz de fazer voo pairado, aterrissar em áreas sem pista, até clareiras no meio da mata, transportar 8 tropas equipadas, cargas de até 2,4 toneladas, fazer resgates e evacuações… tudo isto com blindagem e poder de fogo,

RDX

Haja paciência. A missão do Mi-35 era transportar tropas e fazer resgates e evacuações?

José 001

Eles deveriam ter ido para o Exército desde o início.

E quanto valem esses helicópteros, armamentos, custo de armazenamento, peças de reposição e demais equipamentos que não sabemos as condições em que estão armazenados.

Não temos informações do estado deles, e isso não é um segredo de Estado.

Eles são úteis para dezenas de países menos para nós que não temos nada equivalente.

Alguém deve estar esperando receber oferta de AH-1J do deserto e, aproveitar a oportunidade para pedir algumas unidades para os fuzileiros operarem em conjunto com os A-4 da Marinha.

Hamom

“Eles deveriam ter ido para o Exército desde o início.”

Também acho..

RDX

O EB recusou a oferta.
O Mi-35 foi desenvolvido para voar alto e rápido. Em baixas altitudes é um bicho pouco manobrável. Esse é o motivo pelo qual ele é raramente visto em combate na Ucrânia. Se voar alto é abatido por SAM e se voar baixo é perigoso e ineficiente.

José 001

A recusa do Exército não foi por ineficiência do Mi-35, mas por falta de estrutura logística e doutrina de emprego, o que é bem diferente. O Mi-35 foi projetado para em ambientes hostis rápido e baixo para ataque e apoio, com capacidade de resistir a fogo leve e médio (por isso a blindagem pesada), transportar tropas e operar em ambientes onde aviões simplesmente não pousam.   Na Ucrânia nenhum helicóptero, nem russo ou de outro país, sobrevive por muito tempo com a quantidade de MANPADS. Ele não é perigoso nem ineficiente, as defesas aéreas fornecidas para Ucrânia em grande quantidade afastam… Read more »

Rinaldo Nery

Amigo, se alguém lucrou não foi a FAB. O helicóptero veio goela abaixo a fim de equilibrar balança comercial. As outras Forças não quiseram o helicóptero, e, infelizmente, só a FAB aceitou. Durante o recebimento já se constatou a bagunça que é a indústria aeroespacial russa. Nem check list os pilotos russos usavam. Zero padronização operacional. No início da operação o helicóptero mostrou-se barato, mas a falta de documentação técnica e padronização logística dificultou a manutenção. Os russos não sabiam nem qual era a vida útil da máquina (“nós vamos aí e verificamos”). Quando a grande revisão venceu, os russos… Read more »

Hamom

Muito estranha esta versão dos custos absurdos de manutenção e revisão. Porque mais de 50 países operam o MI-24/MI-35; sendo a grande maioria destes países, pequenos e sem muitos recursos.
E os helicópteros operam por décadas antes de aposentarem…

Rinaldo Nery

Não tem nada de estranho. Foi o que cobraram de nós. Como postei, dos outros não sabemos. São “os outros”. Sorte deles. Custo absurdo foi o da REVISÃO, não da manutenção. Leia direito.

Last edited 10 meses atrás by Rinaldo Nery
Fabio Araujo

Ter vários modelos de caças pode ser uma boa mas com caças que usam armamentos de tecnologia diferentes complica a logística, o F-15 e o Rafale tem alguns armamentos em comum já o J-10C não tem nada em comum com os outros!

Uriel PR

Quem pode, pode.

Luís Henrique

Qualquer problema com os EUA ou com a Otan e a força aérea tera sérios problemas para operar Rafale e F-15.

A opção de um caça de fora da Otan pode implicar uma diferença maior e inclusive de armamentos, mas garante uma autonomia e segurança maior contra embargos e bloqueios.

Luís Henrique

A Força aérea da Indonésia tem hoje cerca de 33 F-16 e 16 Flanker (Su-27 e Su-30). Ou seja, cerca de 49 caças. Como comparação seu vizinho mais próximo e poderoso, a Austrália tem mais que o Dobro, ou cerca de 108 caças, sendo 36 Super Hornet/Growler e 72 F-35. A Indonésia com 283 mi de habitantes (4o país mais populoso do mundo) e com mais de 10x a população da Austrália, decidiu mudar esta relação e se tornar una potência militar regional. Medidas de curto prazo: 1) 42 Rafale (já contratado) 2) 42 J-10CE (contratado agora) 3) possiveis negociações… Read more »

Bardini

“The finance minister of Indonesia, Purbaya Yudhi Sadewa, also confirmed on Wednesday that his ministry had approved nearly US$9 billion for the purchase of the Chinese aircraft, but added that he needed to “double check” their time of delivery.”
.
https://www.scmp.com/news/china/military/article/3329221/indonesia-set-buy-chinese-j-10-fighter-jets-amid-push-modernise-military-minister
.
Um pessoal por lá deve ter arranjado uma excelente forma de encher os bolsos nessas aquisições, pq é cada decisão que eu vou te contar…

Last edited 10 meses atrás by Bardini
Uriel PR

Como eu já havia dito em outro comentário, esse caça já foi mais que comprovado em campo de batalha abatendo caças de ponta mig-29, su 30-mki e 3 Rafales, além de ser um belo caça, ótima aquisição da Indonésia.

RDX

Só abateram os caças indianos porque receberam orientação do Erieye e contaram com suporte de modernos sistemas EW. A superiodade do J-10 é um belo exemplo da mentira contada 1000 vezes se tornar realidade.

Last edited 10 meses atrás by RDX
Uriel PR

Dogfight é coisa do passado, hoje em dia o que tu contaste é o padrão, então não retiro nada do que disse.

RDX

Padrão para quem opera aeronaves AEW.
A questão é que qualquer caça de 4ª Geração com míssil BVR decente e orientação de aeronave AEW pode derrubar caças teoricamente superiores.

Antonio Cançado

Informações incorretas, sinto muito. Aliás e a propósito, a força aperea do Paquistão perdeu dois Saab-2000 equippados com EriEye, um abatido em vôo, outro destruído no solo.

Rinaldo Nery

Tem a fonte?

Esteves

Isso nunca aconteceu.

Marcelo M

Tem que se avaliar se, nesse pacote, haveria o compromisso geopolítico da China de respeitar a soberania da Indonésia,na sua Zona Marítima Exclusiva, especialmente no Mar de Natuna. Se sim, o negócio valeria muito a pena pra Indonésia.

Esteves

Não existe soberania na ZEE ou ZME. Existe direito exploratório.

kim

Se eles tem dinheiro pra comprar o F15 então tem dinheiro pra comprar o J16

Luís Henrique

A China tem uma MOU com a Rússia onde foi acordado que ela não venderá nenhum caça baseado no Flanker russo.
E provavelmente a China também deseja manter o J-16 como um caça de uso exclusivo, assim como faz com o J-20.

Por isso nunca vimos uma exportação de J-11, J-15 e J-16 e acredito que nunca veremos.

Jose Pereira

A Fab tinha que focar no Gripen e fazer a modernização e ampliação da frota do Super Tucano.

erivelton

Tem a questão dos minerais raros. Se a China cortar a venda, ai já era F15, F16, F35, Raphale, Eurofighter e etc. Como o ocidente se deixou ficar nesta condição? A China pode ganhar uma guerra mundial, hoje, sem praticamente disparar um tiro.

RSmith

Jogando Verde para colher maduro…. fala que vai de chises pra ve se tio sam libera logo os F15… será?