Dassault Rafale

Dassault Rafale

A Dassault Aviation anunciou a conclusão da produção do 300º caça Rafale, marco que confirma o sucesso operacional, industrial e comercial do principal avião de combate francês. O feito reforça a posição do Rafale como uma das plataformas de defesa mais versáteis e comprovadas em operação no mundo.

Desenvolvido sob a supervisão da Direction générale de l’Armement (DGA) e com a participação de cerca de 400 empresas francesas, o programa Rafale é considerado um pilar da soberania industrial e militar da França. O caça reúne tecnologias críticas que garantem à França autonomia estratégica e consolidam o país como potência de exportação de sistemas de defesa avançados.

Até o momento, 533 aeronaves Rafale foram encomendadas – pela França e por oito países clientes de exportação – restando 233 unidades ainda por entregar. Diante da alta demanda, a Dassault Aviation prevê elevar a cadência de produção para quatro aeronaves por mês nos próximos anos.

Os primeiros Rafale entraram em serviço na Marinha Francesa em 2004 e na Força Aérea Francesa em 2006. As exportações começaram em 2015, com o Egito como primeiro cliente estrangeiro, seguido por Índia, Catar, Grécia, Croácia, Emirados Árabes Unidos, Indonésia e outros países.

Projetado para cumprir múltiplas missões — superioridade aérea, ataque terrestre, reconhecimento e dissuasão nuclear — o Rafale é um verdadeiro caça “omnirole”, capaz de adaptar-se a diversos cenários de combate em um único voo. Sua confiabilidade e flexibilidade operacional o tornaram um dos principais vetores de exportação da indústria de defesa europeia.

Cockpit do Rafale

“A entrega do 300º Rafale demonstra a vitalidade de um programa que continua a evoluir e a consolidar a soberania tecnológica da França, ao mesmo tempo em que reforça sua presença nos mercados internacionais de defesa”, destacou a Dassault Aviation em comunicado.

Sobre a Dassault Aviation

Com mais de 10 mil aeronaves militares e civis entregues em mais de 90 países, a Dassault Aviation é referência mundial no projeto, produção e suporte de aeronaves de alto desempenho, incluindo o caça Rafale, a linha de jatos executivos Falcon, drones militares e sistemas espaciais.
Em 2024, a empresa registrou receita de €6,2 bilhões e emprega 14.600 colaboradores em todo o mundo.■


 



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Jorgemateus77

A jaca voadora… de acordo com alguns muitos

Jagderband#44

Paquistaneses e chineses concordam!

rui mendes

Queres enganar ou estás mesmo enganado?? Está mais que dito e visto, que nas mesmas circuntâncias, qualquer caça no lugar do Rafale, seria abatido, como foi também o SU-30MKI Indiano, o mérito vai principalmente para o sistema Sueco Awacs, EW Chimesa e mísseis Chineses PL-15 do Paquistão. Aliás com muito menos enfase que a dada ao Rafale, na China, logo na semana seguinte, em exercicios, um J-10C Chinês, com ajuda de um awacs, desta vez chinês e PL-15, abateu um caça Chinês J-20. Mas ao que parece, a China ainda não começou a trocar J-20’s por J-10’s, parece que só… Read more »

Carlos Campos

sistema RWR do Rafale devia ter avisado que estava sendo iluminado, a não ser que vc prove que o Piloto era uma anta, o Rafale ter sido abatido facilmente como dizem os relatos é uma vergonha sim.

Renato

Um cabeça de penico preto que assombrava por aqui outrora.

Last edited 1 ano atrás by Renato
Augusto Cesar

Será que ele continua por aqui com outro nickname?

O cara era polemico, isso devo admitir, kkkkkk, mas aquela era a época de ouro da trilogia.

Mauricio R.

Enquanto isso o Typhoon já passou das 600 unidades.

Digo

e o primeiro F- 35 de linha começou a ser produzido 20 anos depois do primeiro rafale e já ultrapassou a marca de 1,250 aviões entregues.

Felipe M.

Que comparação…
Um foi desenvolvido como o “lutador europeu”.
O outro foi desenvolvido como o “caça de 5° geração da Otan e aliados”. Ambos já nasceram a partir de um consórcio de desenvolvedores e com uma ampla carteira de clientes já definida.
Do outro lado, o caça desenvolvido por um único país que, digam bem ou digam mal, é um dos poucos que produzem quase tudo o que utilizam.

Digo

A culpa não é dos EUA que a linha de produção da Dassault é pequena. Apenas fiz um comparativo do que está disponível no mercado, além disso, devido a economia de escala, está mais barato comprar um F-35 do que um Rafale, ou seja, melhor aptidão e capacidade por um preço menor.

rui mendes

Só mentiras, umas atrás das outras, vai á revista Air Forces montly, deste mês, está lá uma matéria linda, os Britânicos pagaram mais coisa, menos coisa, 100 Milhões de dólares, pelos F-35 , mas depois da compra inicial dos caças, para actualizar vários sistemas, para ficarem operacionais em modo Full, cada caça está/vai custar 300Milhões, está lá tudo. E o F-35 é um programa, Norte-Americano, mas com grandes partes desse programa, sendo desenhado para os Aliados Nato, da Ásia/Pacífico e Israel. Com linhas de montagem dos caças, também em Itália e no Japão. Com cada caça vendido, os sócios do… Read more »

Last edited 1 ano atrás by rui mendes
RSmith

O que adianta ter o menor preço, e custo de manuteção (se isso for realmente verdade) se o fornecedor quer que o comprador prometa entreguar a mãe e os decendentes ate a 3º geração como garantia de lealdade para conseguir autorização para comprar?

Leonardo

Sim, é “culpa” dos Estados Unidos. Assim como a venda de F-16s são vendidos por causa da alta “influência” americana sobre o país comprador …
Poderes entre Poderes: https://youtu.be/4iITJ-1p7zg?si=9C1OBAdR8wLf2zaZ

Saudações a todos

Deadeye

E a França nas exportações cobre um “nicho”: O país procidente que não quer depender de Washington.

gordo

E diga-se de passagem, um esforço louvável da França para se manter auto suficiente.

Marcelo Andrade

Mas são 4 paises que constroem! Mauricio R. Renascido das cinzas!!!!

RSmith

😐 …. poderia explicar o comentario…. entendi nadinha :-/

Marcelo Andrade

O Mauricio R era antigão aqui! Ficou famoso por sempre ser contra a Embraer! Mas ele é legal!!!!

Andre Forcetto

Eles têm cinco (!) anos de encomendas e ainda “estão prevendo” (!) aumentar a cadência de produção para 4 (!!!) aeronaves por mês… Se estourar uma guerra, como fica? Espera aí, meu inimigo, que daqui a uns anos terei o equipamento para reagir?

Marcelo Andrade

Acho que os francesas so liberam com o pix efetuado, igual a SAAB e a Embraer

Luís Henrique

Parabéns a Dassault.
Um caça incrível.

Mas da para concluirmos outras coisas com esta informação.
O J-20 também teve o 300º entregue recentemente e é um caça que entrou em serviço em 2017.
O Rafale entrou em serviço em 2004.

Wellington

Acredito que comparar com EUA e CHINA é meio que “burrice”, são players de outra categoria e únicos.
O J20 sequer conseguiu 1 cliente de exportação, porém a demanda da China já é suficiente para ser um dos caças mais produzidos atualmente.
Mesmo assim, 300 caças Rafale não é pouca coisa, ainda mais com 233 encomendados e acredito que o Rafale ainda tenha espaço para novas encomendas.
Rafale se transformou em um sucesso de vendas, conserando será apenas da França e não de consórcios com vários países.

Luís Henrique

O J-20 não conseguiu nenhum contrato de exportação porque sua exportação é proibida.

É meio que “burrice” escrever que sequer conseguiu 1 cliente de exportação para um caça que é inexportável.

Bruno Moura

” Le Jaquet não vai passar das 100 unidades ” O tempo é inimigo dos mentirosos , dos incompetentes e também do Lobby disfarçado.

Aéreo

Não sei porque essa implicância com o Rafale, um avião que “nunca fez mal a ninguém”.

Luís Henrique

No auge do programa FX2 o Euro estava entre 50% e 60% mais caro que o dólar.

A proposta francesa era muito cara.

Não compensava.

Nos últimos anos o Euro estava quase empatado com o dólar.

Hoje esta 16% mais caro.

Neste contexto se torna uma opção mais atrativa para aqueles que não podem adquirir o F-35.

RSmith

“Aéreo” voce é MALVADU :o) fazendo Bulying!

Ruas

Se o Rafale não faz mal a ninguém, o que o Gripen E/F faz? Já que o Rafale é mais parrudo e no mínimo análogo em tecnologia ao Gripen E/F.

E o que o Brasil produz? O máximo de avião de combate que o Brasil faz são Super Tucanos, e é um “frankenstein”, pois os insumos são todos importados. O Gripen é da SAAB.

Augusto Cesar

“nunca fez mal a ninguém”

Os paquistaneses que o digam, kkkkkk, não podia perder essa, kkkkk.

Antunes 1980

O Rafale mandou bem contra insurgentes sem defesa aérea,
mas quando pegou os caças 4++ chineses, levou uma baita invertida.
O lobby francês tem feito milagre pra segurar as vendas. Sinceramente, depois disso, era pra ter despencado.
O F-16 e o Eurofighter venderam mais que o dobro. Até o Gripen NG tem feito boas vendas.

Last edited 1 ano atrás by Antunes 1980
Felipe M.

É que quem decide sobre a compra de caças, normalmente não decide com o fígado ou com base em tolices da internet.
Quem decide, analisou o embate em questão e percebeu que o crucial não foi exatamente o caça A vs o B, mas sim o pacote da missão.
Daí, as vendas não caíram.
Aliás, quanto é o prêmio dessa competição? Brasileiro na internet denegrindo caça A, em detrimento de B? Elogiando caça B, em detrimento de A. Quanto é? Ganham medalha? Aqueles troféus apontador de lápis que davam nas peladas de rua?