Terma e Georgia Tech alcançam marco em software modular de guerra eletrônica para a Força Aérea dos EUA
A Terma, em parceria com o Georgia Tech Research Institute (GTRI), anunciou a conclusão bem-sucedida da Critical Design Review (CDR) do programa Modular Software da Força Aérea dos Estados Unidos, um passo decisivo para fornecer capacidade de Guerra Eletrônica (EW) mais flexível e adaptável.
A revisão confirma que o projeto de software é robusto e está pronto para avançar para a fase de integração de sistemas. A arquitetura modular desenvolvida permite adicionar rapidamente novas aplicações de guerra eletrônica, sem necessidade de reescrever códigos complexos, transformando a forma como os sistemas de missão evoluem em campo.
“Nosso software modular oferece à Força Aérea dos EUA verdadeiro controle ‘plug-and-play’ sobre sua suíte de Guerra Eletrônica”, afirmou Mike Schiavone, vice-presidente e gerente-geral da Terma Inc. “Os operadores poderão adicionar recursos avançados de interferência e outras capacidades como quem baixa um aplicativo — sem interromper missões em andamento.”
A solução substitui o código legado fortemente acoplado por uma arquitetura aberta e flexível, possibilitando implantar novos recursos com mais rapidez e reduzindo os riscos de integração. A próxima etapa prevê lançamentos incrementais de software para validar os componentes e preparar os testes em voo nas aeronaves F-16 e A-10.
Quando totalmente implementado, o design modular permitirá que as tripulações adaptem aplicações de Guerra Eletrônica em várias plataformas aéreas, aumentando a sobrevivência e a eficácia das missões em cenários operacionais dinâmicos.■

Um hack nos velhos softwares das aeronaves legacy, substituindo e unificando tudo de forma que fique fácil uma atualização.
Tem essa opção de pintura do A10-C no Warthunder.