Grupo LATAM anuncia acordo com a Embraer para adquirir até 74 aeronaves E195-E2
- Embraer E195-E2 passará a integrar a frota do grupo LATAM por meio de um pedido de até 74 aeronaves — incluindo 24 entregas firmes e 50 opções adicionais de compra
- Com investimento, grupo LATAM busca fortalecer sua malha aérea na América do Sul, com a oportunidade de adicionar até 35 novos destinos aos 160 já existentes
- Entregas das 24 aeronaves terão início no segundo semestre de 2026, inicialmente para a LATAM Airlines Brasil e, posteriormente, com o pontencial de incluir outras afiliadas do grupo LATAM
Santiago (Chile), 22 de setembro de 2025 – A LATAM Airlines Group S.A. (NYSE: LTM; SSE: LTM) e suas afiliadas anunciaram hoje um acordo com a Embraer (NYSE: ERJ; B3: EMBR3) e planos para expandir a conectividade na América do Sul, por meio da aquisição de até 74 aeronaves Embraer E195-E2 de corredor único. O pedido inclui 24 entregas firmes e 50 opções de compra. As entregas das 24 aeronaves começarão no segundo semestre de 2026, inicialmente para a LATAM Airlines Brasil e, posteriormente, com o potencial de incluir outras afiliadas do grupo.
A iniciativa reforça o investimento contínuo do grupo LATAM no fortalecimento de suas operações domésticas e regionais, apoiando-se no crescimento constante e com rentabilidade alcançado nos últimos quatro anos. A nova frota aumentará a flexibilidade nos hubs do grupo LATAM, permitindo ao grupo atender novos destinos e ampliar as opções de viagem para seus clientes. O pedido firme das 24 aeronaves está avaliado em aproximadamente US$ 2,1 bilhões (preço de tabela).
Conforme declarado na divulgação dos resultados do grupo LATAM no exercício de 2024, a companhia possui uma política financeira com métricas que incluem alavancagem e liquidez. Este novo investimento em frota está em conformidade com a atual Política Financeira, sem expectativa de mudanças na mesma.
“Nos últimos quatro anos, o grupo LATAM tem se concentrado na expansão de sua malha aérea doméstica e regional, criando a forma mais abrangente e integrada de viajar dentro da América do Sul. A decisão do grupo LATAM é baseada na excelente eficiência do Embraer E195-E2 e sua versatilidade, que nos permitirão seguir em nossa trajetória de crescimento com rentabilidade, ampliando essa conectividade por meio da abertura de novos destinos, oferecendo ainda mais opções aos nossos passageiros, aproximando comunidades e impulsionando também o desenvolvimento econômico e social”, afirma Roberto Alvo, CEO do LATAM Airlines Group.
“Essa parceria estratégica com o grupo LATAM reflete a necessidade da companhia aérea em escolher a aeronave mais eficiente e adequada para complementar sua frota e apoiar seu próximo ciclo de crescimento na América do Sul. O E195-E2 permitirá que as afiliadas da LATAM conectem mais destinos com a capacidade certa, ao mesmo tempo em que oferecem maior conforto aos passageiros. Estamos extremamente orgulhosos de que o grupo LATAM tenha feito a melhor escolha para avançar na conectividade da região e para o futuro que construiremos juntos”, afirma Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer.
Equipado com tecnologia de ponta, o Embraer E195-E2 combina custo competitivo por assento, maior eficiência no consumo de combustível e mais conforto aos passageiros graças à sua configuração 2-2. Movido por motores Pratt & Whitney GTF e com aerodinâmica avançada e a mais recente tecnologia fly-by-wire, a aeronave proporciona até 30% de redução no consumo de combustível por assento em comparação com modelos da geração anterior.
Os E195-E2 integrarão a frota do grupo LATAM, que atualmente é composta por 362 aeronaves: 283 Airbus narrow-bodies, 3 Airbus wide-bodies em leasing de curto prazo, 56 Boeing wide-bodies e 20 cargueiros Boeing. Desde 2021, o grupo LATAM ampliou sua malha aérea de 129 para 160 destinos de passageiros – um aumento de 24% – reforçando o seu contínuo investimento no fortalecimento das operações em toda a região.
Sobre o Grupo LATAM
A LATAM Airlines S.A. e suas afiliadas são o principal grupo aéreo da América Latina, com presença em cinco mercados domésticos da região: Brasil, Chile, Colômbia, Equador e Peru, além de operações internacionais dentro da América Latina e para Europa, Oceania, África, Estados Unidos e o Caribe.
O grupo LATAM possui uma frota de aeronaves Boeing 767, 777 e 787 e Airbus A321, A321neo, A320, A320neo e A319.
LATAM Cargo Chile, LATAM Cargo Colômbia e LATAM Cargo Brasil são as afiliadas de carga do grupo LATAM, possuindo uma frota combinada de 21 aeronaves de carga. Essas afiliadas de carga contam com acesso às aeronaves de passageiros do grupo e operam na rede do grupo LATAM, bem como em rotas internacionais exclusivas para transporte de cargas. Além disso, oferecem uma infraestrutura moderna e uma ampla variedade de serviços e opções de atendimento para atender às necessidades de seus clientes.
www.latam.com
Sobre a Embraer
Empresa aeroespacial global com sede no Brasil, a Embraer atua nos segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. A empresa projeta, desenvolve, fabrica e comercializa aeronaves e sistemas, e fornece serviços e suporte pós-venda aos clientes.
Desde sua fundação em 1969, a Embraer já entregou mais de 9.000 aeronaves. Em média, a cada 10 segundos, uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo, transportando mais de 150 milhões de passageiros anualmente.
A Embraer é líder na fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. A empresa mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviços e distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.■

Essa EMBRAER arrasa. Parabéns!!!
O Brasil representa 55% do mercado da LATAM, decisão que faz sentido.
Faz tempo que me incomoda o fato de que só a Gol operava aeronaves da Embraer, sempre achei que faltou mais empenho e mesmo pressão (isso mesmo!) dos vários governos que passaram. Os EUA recentemente obrigaram a UE a adquirir trocentos aviões da Boeing naquele famoso acordo dos 15%.
A Gol nunca operou, passará a operar com a fusão com a Azul.
O que eu não entendia era o E195-E2, que tem uma boa relação de eficiência no consumo de combustível, não ser avaliado seriamente num mercado que só anda com o pires na mão, como é a aviação comercial brasileira.
JSilva, a GOL não fará fusão com a Azul.
O que irá acontecer segundo gente do mercado: após a Azul se recuperar do pedido de falência no Chapter 11, o grupo ABRA (que controla GOL, Avianca Colômbia e a espanhola WAMOS) irá controlar também a Azul.
Nota importante: o maior acionista da ABRA é a família Constantino e um dos diretores do grupo é Celso Ferrer, CEO da GOL.
737-800RJ, grato pela informação.
#Errata – onde escrevi Gol, quiz dizer Azul.
Excelente notícia e excelente vitrine, como a recente venda para uma empresa dos Estados Unidos.
Excelente notícia. Latam opera Airbus e Boeing e Embraer, imagino a logística disso.
Excelente!!!
Isso confirma o que foi dito em outro tópico… Foi só o detrator da Embraer, o tal Maurício R., reaparecer, que novas boas notícias dela surgem!
Chora Maurício R., pois o choro é livre!!!
kkkk, reapareceu mesmo, tava sumido o sujeito
Então vamos fazer a campanha,FICA MAURÍCIO.
Campanha KC-390 na USAF…
Eu vim justamente dizer a mesma coisa, mas fostes mais rápido, haha!
É mesmo, eu tinha esquecido dessa característica do Maurício.
Uma boa notícia depois da Embraer perder 3 dos seus maiores usuários de E-Jets para o a220 da Airbus, Lot, Jetblue e Air france.
Torço para que as vendas do E2 na Índia se concretizem para dar um novo fôlego na briga c a220.
[OFF]
Há uns comentários rolando de que alguns países da Europa estariam de olho no Super Tucano.
Será que seria pra repassarem pra Ucrânia utilizar no combate a drones?
Eu li que as tratativas com a Holanda estavam mais avançadas e outros países em diálogos iniciais.
Acredito que não seja para venda à Ucrânia, infelizmente.
Perdemos oportunidade em vender o Guarani, Astros e o ST no passado para a Ucrania, quando o governo exerceu o veto dentro do PNEI-PRODE(política nacional de exportação e importação de produtos de defesa).
Infelizmente, a Embraer vai ter que pedir autorização do império do Norte para concretizar a venda.
Nossa, como fala m***!
Cel. Rinaldo, o ápice da educação brasileira. Debater que é bom, nada.
É só parar de postar m***.
Vendas dos EJets este ano:
LATAM – 24 E195E2 (+50);
AVELO: – 50 E195E2 (+50);
AIRLINK: 10 E195E2 (via Azorra);
SKYWEST: 60 E175E1 (+50);
ANA 15 E190E2.
Então, só este ano, mais 159 Ejt´s encomendados. Considerando que estamos entregando entre 70 a 80 por ano, são praticamente dois anos de produção vendidos em menos de uma ano.
Isso sem considerar opções (que podem ou não ser convertidas).
E quem sabe ainda não teremos mais boas notícias até o final do ano. Eu tenho fé!!!
Opa. esqueci de colocar na conta mais 45 E195E2 (+10) para a SAS.
Então são 204 Aeronaves encomendadas (só firmes) em 2025. Entre novas encomendas e contratos firmados com clientes de leasing (no caso da Airlink). Portanto mais de dois anos de entregas.
Esqueceu de colocar os 60 E175 firmes da SkyWest na conta também, já que os +- 80 jatos comerciais fabricados ano passado incluem a família E1.
Listei eles sim. Olha lá.
Orgulho nacional
A primeira aérea de grande porte do mercado brasileiro a usar os E-Jets da Embraer tinha capital e controlador norte-americanos (Neeleman tem dupla cidadania por ter nascido no Brasil, mas fez toda sua vida pré-Azul nos EUA). A segunda é uma empresa chilena que engoliu a TAM, mesmo sendo menor do que ela (apesar da historinha de fusão contada na épooca da compra). O que isso nos diz sobre a capacidade de inovação e a ousadia empresarial dos donos brasileiros de empresas nesse ramo difícil de serviços de transporte? Fora essas matutagens ociosas, ótima notícia para a Embraer, que vem… Read more »
Que notícia boa para as empresas. Espero que a configuração aumente alguns centímetros a distância entre assentos. Na azul eu acho a configuração do E1 um pouco melhor que o E2, o que para mim é suficiente para ser desconfortável
Será que agora a Latam vai voltar a operar VIX x CNF?